[REPRISE ] #107 • Jesus e Saúde Mental • Episódios diários - Evidência pessoal
#107 - REPRISE - Jesus e Saúde Mental - Episódios diários - Evidência pessoal
Olá, sejam muito bem-vindos para mais uma vez estarmos juntos no programa Jesus e saúde mental aqui na TV Monção do Caminho. Mais uma vez vamos comentar mensagens do livro Episódios Diários da Joana de Angeles pelo médium Divaldo Franco. Hoje queremos falar sobre evidência pessoal. Eu convido você para ficar conosco depois da nossa vinheta. Cada degrau ascensão que logres mais te exporá a críticas e ciúmes. Os indivíduos medíocres vibram na mesma faixa de necessidade e de aspirações. Por que se confundem na vacuidade? Não toleram aqueles que se destacam e grangeiam notoriedade. A evidência financeira, social, cultural ou de qualquer matizado fardo sobre os ombros de quem a conquista. A inveja dos frívolos segue-lhe os passos, intentando diminuir-lhe o brilho e armando ciladas sobre o amparo da calúnia bem trabalhada. Todos os homens que se destacam na comunidade são convidados a pagar auto tributo aos que permanecem na retaguarda. Então convido agora a prefeitura. Procura agir com modéstia, sem te deixares empolgar pelo brilho das situações relevantes, poupando-te, de certo modo, ao azedume e à perseguição dos insensatos. age com naturalidade, sendo sóbrio em tudo. Os homens que muito exibem quase sempre possuem pouco. As ações dão paz ao espírito e alimentam o coração. Não te procure sobrecarregar com um supérfolo que os destaques humanos impõe, a fim de que isto não te perturbe a vida. Se atraíres mesmo inconscientemente a inveja dos enfermos, receberás altas cargas de energia negativa que te poderão alcançar. Teus atos bons não necessitam de ser reconhecidos para que se façam comentados e adquiram valor. Eles são valiosos, embora desconhecidos. Descarta, portanto, quanto possível a evidência pessoal e quando as circunstâncias o exijam, não lhe não lhe vistas a pesada e fugante indumentária, mantendo-te simples e puro de coração, mediante o que permanecerás feliz e sem amarras com a transitoriedade das situações. É um convite muito interessante para os trabalhadores
fugante indumentária, mantendo-te simples e puro de coração, mediante o que permanecerás feliz e sem amarras com a transitoriedade das situações. É um convite muito interessante para os trabalhadores espíritas. Eu vou conduzir, óbvio que a gente pode falar isso para as várias formas de notore, porque a Jana de Anas coloca assim: "A evidência financeira, a evidência social, a evidência cultural ou de qualquer matiz. Então ela vai ampliar as várias evidências que, digamos assim, um trabalho bem sucedido, um trabalho bem feito traz. Então, quando você faz algo bem feito do ponto de vista social, certamente isso vai trazer uma repercussão de notoriedade do ponto de vista financeiro também, quando você conquista algo financeiramente falando. Então, existem várias possibilidades de a gente pensar a evidência pessoal que é que vem junto com a capacidade de executar bem feito algum projeto em alguma área. Mas aqui tá falando para pessoas simpatizantes do espiritismo, para pessoas espíritas, eu queria conduzir a nossa reflexão para o trabalho espírita sobretudo ou para aquele em que, sendo espírita, carrega no seu trabalho pessoal, no seu trabalho convencional, um pouco da postura espírita e acaba trazendo, portanto, uma reflexão para aqueles que estão ao redor. Então, perceba que cada degrau de ascensão que a gente consegue vai nos expor a críticas e a ciúmes. A primeira perspectiva que a gente tem que entender quando fazemos algo para uma obra, para um propósito, para uma causa, é que quando a gente executa bem o nosso papel, isso acaba trazendo um sucesso e esse sucesso traz alguma evidência pessoal. E essa evidência pessoal faz que com que essa notoriedade seja também alvo não só do elogio, mas também da crítica, não só do abraço, mas também da calúnia, não só da palavra amiga, mas também do escárnio, qualquer que seja. Por quê? Porque é o trabalho da vitrine. Aquele que está na vitrine, aquele que está na eh eh sendo evidenciado, acaba também recebendo um impacto das percepções humanas. Porque
io, qualquer que seja. Por quê? Porque é o trabalho da vitrine. Aquele que está na vitrine, aquele que está na eh eh sendo evidenciado, acaba também recebendo um impacto das percepções humanas. Porque muitas vezes as pessoas têm as suas percepções e ao invés de manterem as suas percepções na intimidade, elas jogam para o exterior. E esse jogar para o exterior acaba também às vezes sendo jogado de uma maneira muito perturbada ou perturbadora. Então, nesse sentido, qualquer trabalho bem executado traz alguma evidência pessoal. Então, a gente precisa entender que é, digamos assim, eh, impossível você aliar sucesso com tranquilidade do ponto de vista convencional, porque o sucesso abre portas, as portas abrem trabalho, o trabalho abre um movimento e esse movimento traz algum tipo de intranquilidade. Tudo que é muito tranquilo também no campo eh espiritual acaba talvez trazendo um indício de que algo meio perturbado está sendo planejado. Não é ativando para você a uma paranoia, mas é sendo realista e perspicaz. Nós temos dentro da do campo da vida e dentro do campo espírita, nós temos uma verdadeira batalha entre duas grandes forças que regem, né, as nossas intimidades, a força espiritualista e a força materialista. Allan Kardec foi quem evidenciou já muito bem isso. A principal batalha do Espiritismo não era contra outras visões que também eram espiritualistas, embora fossem visões espiritualistas diferentes da visão espírita. A grande batalha do Espiritismo é seria contra o materialismo. Então o materialismo gera egoísmo, gera orgulho, gera uma visão só para si e uma vaidade de enaltecimento muito grande de si. Essa é a grande consequência do materialismo, porque o materialismo não nos leva a uma visão de transcendência. O materialismo nos leva a pensar somente na sobrevivência individual, faz nos levar a pensar apenas em nós, no eu, no ego. Portanto, o espiritualismo, na sua base, ele já tem uma visão transcendente. Existe algo que transcende a matéria. Existe algo que em
a individual, faz nos levar a pensar apenas em nós, no eu, no ego. Portanto, o espiritualismo, na sua base, ele já tem uma visão transcendente. Existe algo que transcende a matéria. Existe algo que em transcendendo a matéria transcende o próprio eu. Então, o espiritualismo ele traz duas eh vezes, ele traz duas consequências de transcendência. Uma transcendência que nos conecta ao divino e uma transcendência que nos conecta ao outro. Tudo é transcendência porque faz um movimento de superação do eu. Então esse movimento de transcendência com o divino é, por exemplo, chamado pela por alguns modelos de personalidade. Por exemplo, o modelo de personalidade psicobiológico de clôer, que leva em conta o temperamento e o caráter, é chamado de autotranscendência, ou seja, a transcendência de mim mesmo em conexão com alguma visão divina, sacrossanta. E essa transcendência de mim mesmo com o outro é levado com o nome de cooperatividade, leva comportamentos próois. Essa batalha, porém, de espiritualismo e materialismo, ela não é travada apenas em campos oficialmente espiritualistas e campos oficialmente materialistas. A princípio, é uma guerra fácil de ser visualizada, porque teoricamente, como seriam visões opostas, a gente pensaria que elas estariam em campos opostos. Porém, muitas vezes, e é o que mais acontece, o materialismo também está arraigado, entrincado dentro dos arraiais espiritualistas. Porque vamos pensar no arraial espírita, um campo espiritualista, mas o materialismo também está arraigado. Por quê? Porque o materialismo está dentro de nós. Quando nós estamos regidos pelo ego, não estamos regidos pela transcendência. Quando estamos regidos pelo ego, estamos regidos pelo materialismo. E esse materialismo que faz com que eu queira ter uma evidência pessoal muito grande como sendo mais importante, faz com que eu também eh eh seja seja vinculado dentro de mim muita vaidade, muito orgulho, muito egoísmo, porque eu não começo mais a não pensar no todo, penso em mim mesma.
mo sendo mais importante, faz com que eu também eh eh seja seja vinculado dentro de mim muita vaidade, muito orgulho, muito egoísmo, porque eu não começo mais a não pensar no todo, penso em mim mesma. Quando eu estou regido pelo espiritualismo, eu penso na obra divina e penso no outro. Porém, as duas coisas acabam se misturando em mim. Porque estamos dentro de nós com um passado no nosso inconsciente profundo, nos nossos resquícios de memória subconscientes e inconscientes. Nós temos todo um passado que foi vivido sobre a bandeira materialista. Por quê? com perturbações. Podíamos até estar com o estandarte de alguma igreja, mas dentro de nós estávamos com os objetivos materialistas e expansionistas. O grande exemplo, as cruzadas. A bandeira era espiritualista, ou seja, cristianizar o mundo, levar a palavra de Jesus para o mundo. Mas o objetivo entranhado nesse objetivo aparentemente espiritualista era um objetivo materialista de expansão, de conquista, de poder. Era um objetivo materialista incrustado no espiritualismo. Tanto que Francisco de Assis, ele vinculado a essa visão espiritualista, ainda muito novo, ele imaginava que a expansão da igreja seria ali numa cruzada, mas aí ele percebe no caminho, né, no caminho de uma cruzada, ele percebe o erro, né, cai em si, tem uma visão e percebe que não. A a expansão da igreja que ele tinha que fazer era outra. Aí ele volta, acaba pensando que ele deveria reconstruir uma igreja fisicamente falando e o reconstrói e certamente teve mérito por isso. Mas ele vai aos poucos entendendo que a reconstrução da igreja não era uma reconstrução física, expansionista, materialista. Portanto, era uma expansão íntima de vivência espiritualista e que, portanto, transcenderia a ele próprio, entrando na transcendência com o eu, com os animais, com o mundo e na transcendência com Deus. e, portanto, passando ao longo da história uma mensagem muito mais profunda. Nessa perspectiva, nessa perspectiva, a gente pode perceber que quando nós, trabalhando de forma
a transcendência com Deus. e, portanto, passando ao longo da história uma mensagem muito mais profunda. Nessa perspectiva, nessa perspectiva, a gente pode perceber que quando nós, trabalhando de forma autêntica, somos atingidos pelas calúnias materialistas, ou seja, calúnias que são, digamos assim, consequências desse materialismo, ou pelas pedras que são consequências desse materialismo, porque são consequências de inveja, pegando a ideia de Jonas de Angeles, são consequências das perturbações íntimas, são consequências, portanto, de uma visão autocentrada. A visão autocentrada demais é uma visão materialista. A visão transcendente é uma visão espiritualista. Então, quando nós somos atingidos, a gente pode entender que, na verdade, não é, digamos, uma guerra que eu deva travar em resposta com a pessoa. Porque se eu estou travando uma guerra em resposta com a pessoa, eu estou mostrando que eu sou igual a ela do ponto de vista materialista. Eu estou mais preocupado com o meu eu, com a defesa do meu ego, a defesa da minha imagem do que a defesa da doutrina que eu estou professando, da causa que eu estou professando. Então, se eu coloco isso como um norteador, eu já posso, enquanto trabalhador de uma causa, por exemplo, espiritista, entender quais são as respostas que devem ser dadas e quais são as respostas que não precisam ser. E se essa resposta ela precisa ser dada com palavras ou com ações. Às vezes são palavras, mas muitas vezes são ações. Ações de persistência em o ideal. E o tempo, a construção do tempo vai mostrando a principal resposta quando a gente vive de tal forma que as ações são as principais advogadas de defesa. Porém, eu queria trazer uma outra perspectiva. Quando eu quando eu saio a atacar muito fortemente fulano ou cicrano, às vezes achando que estou defendendo a, digamos, uma uma pureza doutrinária, eu teria que pensar bem direito, com calma, na minha intimidade, tá bom? Eu estou tentando defender uma causa que eu amo tanto. Eu estou tentando defender algo que eu gosto
uma uma pureza doutrinária, eu teria que pensar bem direito, com calma, na minha intimidade, tá bom? Eu estou tentando defender uma causa que eu amo tanto. Eu estou tentando defender algo que eu gosto tanto. Mas será que eu não tô colocando uma força demasiadamente forte? Será que eu não tô colocando uma ênfase demasiadamente intensa? E se eu colocar essa força, essa ênfase, eu vou mais, talvez eh ser regido por uma força materialista destruidora do que uma força espiritualista. Porque é preciso que a gente olhe o todo e às vezes olhando o todo ficar um pouco mais em silêncio. Será que não tá me afetando? É a projeção de evidência pessoal que o outro tá tendo, porque o outro tá fazendo um trabalho bem feito e eu também fico com uma certa inveja, uma certa frustração? Então são ponderações muito importantes que eu posso pensar sobre como eu lido com o meu materialismo ainda atávico em mim, que gera uma visão egóica, orgulhosa, vaidosa, portanto, de desejar uma evidência pessoal, como também esse materialismo pode gerar algo sutil. Eu teoricamente não tô preocupado com minha evidência pessoal, mas quando eu saio a atacar, mesmo que sob pretexto de defender uma causa maior, mas eu ataco de maneira muito intensa e descambo para uma perturbação, talvez seja porque eu estou com o orgulho ferido, a inveja ferida, porque não tô sendo a única evidência pessoal. Então, Joana deângeles, elas ela ela acaba falando desse indivíduo medíocre que vibra na mesma faixa da necessidade e das aspirações. Por que se confundem na vacuidade, não toleram aqueles que se destacam e grangamoridade. Então, a grande questão é essa. Como a gente lida com as nossas mediocridades? Como é que a gente lida com o nosso lado mediano? Nós não somos bons em todas as todos os aspectos da nossa existência, do nosso psiquismo. Nós não somos perfeitos. Se nós formos perfeitos, nós seríamos homogêneos em nossas qualidades, seremos mais homogêneos em nossas características. Então, nós temos um lado bem desenvolvido, certamente, mas
ão somos perfeitos. Se nós formos perfeitos, nós seríamos homogêneos em nossas qualidades, seremos mais homogêneos em nossas características. Então, nós temos um lado bem desenvolvido, certamente, mas temos muitos lados que são medianos, portanto são medíocres, estamos na média. Como é que a gente lida com isso? Observar isso é muito importante para não deixar que a nossa mediocridade reja, né, faça a regência do nosso coração e comande os nossos passos. Porque senão, se nossos passos forem regidos pelas mediocridades, a gente vai cair na mesma questão de, ao invés de ser o caluniado, ser o caluniador. Ao invés de ser, digamos assim, o acusado, o acusador. E aí, ao invés de sermos aquele que precisa se defender, acaba sendo aquele que se a que ataca, ataca de forma muito vemente. Então, recomendo a Joana de Angelos, procura agir com modéstia. sem te deixares empolgar pelo brilho das situações relevantes. Particularmente, eu eu costumo pensar e fazer e sentir da seguinte maneira, né? Os elogios que as pessoas dão, eu recebo como estímulo para continuar no trabalho. Recebo também como uma gratidão que a pessoa tá. Então, se eu não não não me não me parabenize, não me dê um obrigado. Olha, eu tô privando a pessoa da oportunidade de agradecer, então estou privando a pessoa de exercer gratidão. Então, estou privando a pessoa de evoluir. Então, eu aceitar, né, essa expressão afetiva de gratidão da pessoa é na verdade um dever que eu tenho. Um dever que eu tenho. Segundo, se a minha humildade for tão frágil que não consegue nem receber uma expressão de gratidão, talvez o que esteja regendo o meu interior é ainda muito mais mediocridade do que elevação. E eu não tô entendendo, né? porque eu tenho que ser tão tão tão rígido e não escutar nada, acabo sendo mal educado. Ao mesmo tempo, eu não preciso ficar eh acreditando em tudo o que a pessoa sente, porque muito que a pessoa sente é um desejo íntimo. Disse Jesus: "Vai, a tua fé te curou". Mas ele sabia do potencial dele, da ele
po, eu não preciso ficar eh acreditando em tudo o que a pessoa sente, porque muito que a pessoa sente é um desejo íntimo. Disse Jesus: "Vai, a tua fé te curou". Mas ele sabia do potencial dele, da ele era, ele sabia que magnetizava energias salutares e que era uma fonte de energia saudável para os outros. Mas mesmo ele sabendo disso, ele coloca, né, atribui o poder da cura ao paciente, a pessoa que procura. Então, muitas vezes dizem assim: "Doutor, é o é Deus no céu, o Senhor na terra." Então veja que lugar, né, de vaidade, nós enquanto médicos, por exemplo, somos levados a exercer, mas a pessoa está é com gratidão. Eu não deixar ela expressar isso é não deixar ela expressar gratidão. Então, deixa ela expressar gratidão da forma que ela tem. As pessoas têm o direito de expressar a gratidão da maneira que elas podem, da maneira que elas estão acostumadas. Mas nós temos o dever de filtrar o que vem aos nossos ouvidos. E aí é o filtro vem como, poxa, muito obrigado pela sua gratidão. Continue orando por mim. Muitas pessoas falam assim: "Léo, olha, ore por mim." E muitas vezes eu falo, vamos fazer um um pacto. Você, eu oro por você e você ora por mim, porque nós estamos na horizontalidade das orações. A oração que fulano faz não vai ser maior do que a que eu faço. Então, ore por mim. A minha oração vai ter um poder em relação a você se você também entrega-se a essa oração para comigo. É uma é uma reverberação de gratidão. É uma reverberação de gratidão. E a gratidão nos enche de Deus. nos deixa com graça divina, grátia, grátia plena, né? Graça plena, a graça divina, porque o português é curioso. Eu não conheço outras linguagens que tragam a expressão da gratidão como algo meio, sabe, de dever pesado, né? Porque no português a gente fala assim: obrigado. O obrigado é uma palavra que a gente também usa de de dever, né? é como se fosse uma certa restrição de liberdade, é uma obrigação. E aí acaba perdendo aquela espontaneidade. Veja que a palavra eh de agradecimento em outras línguas é muitas
bém usa de de dever, né? é como se fosse uma certa restrição de liberdade, é uma obrigação. E aí acaba perdendo aquela espontaneidade. Veja que a palavra eh de agradecimento em outras línguas é muitas grácias, né? Ou seja, eh muitas graças divinas. Eh grátia plena no latim, né? Grat em italiano, ou seja, sempre o radical de gratidão, de graça divina. Então, quando nós estamos com gratidão, nós estamos nos conectando com o divino de forma não obrigada, de forma espontânea. Então, se o outro tem o direito de se conectar com o divino, ele tem o direito de expressar gratidão. E eu também tenho o dever deixar o outro expressa gratidão dele. E aí o meu dever é filtrar o que vem como sendo a parte que me coube por ser um instrumento bom. dessa gratidão que circula e mexe ele e mexe em mim e perceber qual é a parte dele que tem assim de encantamento, etc. Às vezes vou trazer um outro ponto que me chamou atenção não faz muito tempo. Eu terminava uma palestra e foi bem suucedida, foi adequada, não teve nenhum tipo de de mensagem perturbada. Então, as pessoas sentiram a a reverberação e quando acabou que a gente foi dedicar os livros, né? ter aqui uma foto, conversar com alguém, contou uma situação, veio uma pessoa, uma médium, que era uma médium que estava perturbada, né? Ela tinha uma mediunidade, mas não tinha uma persistência no centro. Ele deu para perceber que, portanto, por não ter uma mediunidade equilibrada, não ter uma mediunidade educada, ela estava ali também com um quadro eh dissociativo, um quadro chamado assim psiconeurótico, um quadro histérico que se somava. Então ela foi tomada assim de muito choro, muito choro, né? como se fosse algo se emocionando muito por ter tido o contato ali comigo, eh, talvez me conhecesse, pelo que eu entendi, mas também sentiu muito bem na palestra, enfim. Então, ela tava muito emocionada, deixaram elas eh sentada e eu continuei falando com outras pessoas e depois que acabou n a fila toda, então ela veio falar comigo e foi muito interessante a sutileza que eu queria
va muito emocionada, deixaram elas eh sentada e eu continuei falando com outras pessoas e depois que acabou n a fila toda, então ela veio falar comigo e foi muito interessante a sutileza que eu queria chamar atenção, a sutileza da perturbação. Por quê? Obviamente eu como profissional que tô acostumado a ver a situação, percebi que tinha ali um desequilíbrio, né, emocional. Então, depois de nós termos falado com todo mundo, né, dedicado os livros, ela veio e estava bastante emocionada, chorando ainda, embora um pouco mais controlada, só que da área profissional, né, que tá acostumado a ver e quadros da psiquiatria, deu para perceber que ela tinha ali o que a gente pode chamar de algum quadro psiconeurótico, antigamente chamado, ou um quadro histérico, antigamente também chamado, ou um quadro de associativo numa nomenclatura mais atual, né, uma personalidade mais nesse polo, mas também tinha mediunidade. E aí depois quando começou a conversar comigo, ela então chorou, desabafou e daqui a pouco começou a dar uma comunicação, né? E um espírito falando através dela começou a falar que estava me acompanhando, que estava sendo ajudado e que eu estava ajudando milhares de espíritos. Então, começou a fazer eh o espírito através dela um certo enaltecimento, uma certa evidência pessoal, porque tava falando alto, né, paraas pessoas também. E além das pessoas eh poderem escutar, tava falando para mim, né, e aí querendo gerar uma imagem assim de uma de um poder maior do que eu tenho, né, de uma repercussão maior do que eu sou capaz. E então eu achei muito interessante, né, pude induzi-la a voltar do trans e achei muito interessante porque claramente vi uma perturbação ali. Conversava isso com Paola, minha esposa, ela me falava assim: "Que coisa?" Ela tem uma passagem no livro Paulo e Estevo muito interessante em que fala muito bem isso. Eh, Paulo e o o colegas estavam indo para determinada cidade e aí uma médium, né, da da cidade, ela foi tomada de transe e um espírito começava a falar
o muito interessante em que fala muito bem isso. Eh, Paulo e o o colegas estavam indo para determinada cidade e aí uma médium, né, da da cidade, ela foi tomada de transe e um espírito começava a falar assim: "Salvem os eh os missionários de Deus, salvem os apóstolos de Deus de uma forma muito exuberante." E aí os as pessoas que foram levar mensagem junto com Paulo ficaram até felizes e Paulo surpreende a todos com uma perspicácia e fala assim: "Não me eh não me tentes, espírito do mal", né? Ou seja, não venha com essa tentação. E ninguém entendeu muito bem. E ele falou assim: "Nós não somos eh aqui, não viemos aqui para evidenciar o nosso nosso poder, mas sim para evidenciar o poder de Deus". Nós não somos esse emissário, nós somos um trabalhador. E é com outras palavras, né, que eu tô aqui resumindo com as minhas palavras. E ele então percebeu perspicazmente que aquele enaltecimento exagerado do espírito desencarnado era um espírito obsessor, né, perseguidor, que estava ali falando na sutileza, querendo o quê? massagear o ego. Então, os espíritos perseguidores, os espíritos perseguidores do bem, perseguidores do materialismo, aqueles que estão nas alçadas do materialismo, né, no campo de batalha do materialismo, eles usam estratégias muito sutis. E às vezes uma estratégia é estimular o nosso ego frágil, evidenciando o nosso pessoal como se fôssemos aqueles emissários. Então, uma coisa é expressar gratidão e a gente filtrar. Nessa situação, por exemplo, eu filtrei a gratidão da da jovem, né, médium, pude ajudá-la, mas filtrei também o quê? a perturbação que vinha a partir do espírito, querendo estimular a minha vaidade desnecessariamente. Como muito bem diz deângeles, teus atos bons não necessitam de ser conhecidos para que se façam comentados e adquiram valor. Eles são valiosos, embora desconhecidos. Então o espírito e era uma comunicação porque ele falava de coisas de trabalhos, né, que eu tinha vinha fazendo e a mé e a jovem não parecia ter total consciência disso. Então falava algo verdadeiro no
ntão o espírito e era uma comunicação porque ele falava de coisas de trabalhos, né, que eu tinha vinha fazendo e a mé e a jovem não parecia ter total consciência disso. Então falava algo verdadeiro no fato, mas a forma era perturbada. E não só a forma, a energia. A energia. Fiquem atentos na energia na que a gente sente. Então a energia não era de um espírito bom. E foi muito interessante, Paola, poder me dizer dessa situação de Paulo Estevão, porque eu entendi, né, a perspectiva das trevas, às vezes anotecendo a nossa vaidade. Outra situação que me chamou muita atenção, uma jovem médium também que começava trabal fazer o trabalho OK, tranquilo no centro espírita, quando a partir das redes sociais começa a vir a ideia de utilizar as redes sociais para divulgação, uma ideia muito útil, né, muito boa, mas às vezes a pessoa não tem ainda com preparo moral para resistir a essas calúnias, a essas invejas, a esse campo de atrito que a evidência pessoal que acaba acontecendo pelo trabalho bem feito a carreta. Então ela foi, o canal cresceu assustadoramente, muito rápido e como o crescimento às vezes é tido como um sinal, né, de que as coisas estão indo bem e nem sempre, porque um crescimento, né, de pessoas muito perturbadas, não significa que as coisas estão indo bem, né? Quais são os seguidores? São seguidores bons, do bem, equilibrados ou seguidores perturbados. Essa é uma questão que a gente teria que pensar, já que os números são frios, os números são matemáticos, os números não dão o teor daqueles que estão seguindo. Esse é um número importante da gente poder perceber, especialmente nos caminhos das redes sociais, em que os números eles são matematicamente calculados, não tem uma questão de teor qualitativo. Olha, a gente não tem como saber. No caso, ela começa a crescer e, curiosamente, na primeira crítica que vem um comentário na rede social, depois vem o outro e nos dois primeiros ela começa a se perturbar, começa a se perturbar, mas se perturbar no nível paranóico, um nível que adoeceu
imeira crítica que vem um comentário na rede social, depois vem o outro e nos dois primeiros ela começa a se perturbar, começa a se perturbar, mas se perturbar no nível paranóico, um nível que adoeceu psiquiatricamente ela, começando com um quadro obsessivo. E eu comentava a situação com uma pessoa, né, que estava estudando o caso e a gente falava assim: "Olha, a o processo obsessivo que você está vendo misturado com o quadro psiquiátrico não começou agora no momento de posterior, digamos assim, dos comentários ácidos. começou lá atrás, quando ela teve a ideia de fazer a exposição na nesse canal, nessa mídia social, e cresceu. Só que ali a perturbação não veio para que os porque os espíritos obsessores sabiam que ela não tinha resistência moral. O objetivo era não só fazê-la cair, né, como também fazer cair a mensagem. Porque cada pessoa que divulga o bem, que se perturba, é uma é uma pequena vitória, porque não é só uma vitória em relação à pessoa, mas é uma vitória em relação à perturbação, né, a mácula que causa nessa divulgação do bem, porque mostra várias repercussões. Então, começou lá e no início era muito tranquilo. Por quê? Porque era como se quisesse mostrar que tava no caminho certo, que tava no caminho certo, tava no caminho certo. Então, o caminho certo muitas vezes, inicialmente não é tão tranquilo, ao contrário, geralmente vem perseguições logo no início para que a pessoa tente caia logo no início. Os bem, os obsessores falam assim, às vezes nós vamos tentar eh quebrar desde o início, quando o galinho ainda é verde, porque depois ele engrossa e nós não conseguimos eh abarcar. Então, no futuro vem então essa paranoia e o nível de desestruturação psíquica que a pessoa teve logo mostrou, né, os o a as ciladas das trevas. Então, nesse sentido, eu queria encerrar com o parágrafo final de Joana, que resume muito bem, descarta, portanto, quanto possível a evidência pessoal, mas quando as circunstâncias o exigam, porque é natural, não lhe não lhe vistas a pesada e fugurante
rafo final de Joana, que resume muito bem, descarta, portanto, quanto possível a evidência pessoal, mas quando as circunstâncias o exigam, porque é natural, não lhe não lhe vistas a pesada e fugurante indumentária, mantendo-te simples e puro de coração, mediante o que permanecerás feliz e sem amarras com a transitoriedade das situações, sem amarras com a transitoriedade da situação, porque aquilo que a gente faça o bem, faça bem, vai ter valor em mesmo que seja desconhecido. Não é preciso que os outros enalteçam tanto para que tenha valor. O valor vem da consonância com as leis de Deus. Portanto, Deus está vendo, Deus está sabendo. Que Deus, portanto, nos abençoe hoje, agora e sempre.
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