Rafael Siqueira entrevista Anatasha Meckenna | Congresso Espírita Juiz de Fora MG

Conecta Espiritismo TV 17/08/2025 (há 7 meses) 26:26 64 visualizações 12 curtidas

Sábado – 16/08 - Tarde | Rafael Siqueira entrevista Anatasha Meckenna | Congresso Espírita Juiz de Fora MG Tema: A arte como voz do espírito Realização: CONECTA ESPIRITISMO Acesse: https://www.conectaespiritismo.com.br/ Transmissão e Gestão de imagens: TV IDEAK-RJ Conheça o IDEAK: https://institutoideak.com.br/

Transcrição

Estamos com a presença de uma pessoa muito especial, a nossa amiga, companheira, uma cantante erudita, espírita a Natasha Mequena. Nós gostaríamos conversar um pouquinho estes minutos para trocar algumas informações, entender mais sobre seu processo e ainda mais um livro novo que vem sendo lançado, o Ave Maria. Então aqui ao nosso lado a Natasha. A todos aqueles que me acompanham, que nos acompanham, muita luz, paz e música sempre aos seus corações. O livro se chama Ave Maria, melodia da alma. É uma obra singular, é uma obra que trata com delicadeza e com suavidade a respeito de alguns aspectos espirituais dentro da arte que vai muito além dos sonhos combinados à arte musical. No livro Ave Maria, nós temos a citação do espírito Mota, habitante do planeta Júpiter, na sua jornada, dizendo para cada um de nós como que a música é importante também para outros mundos, outras dimensões. E Maria vem como uma figura central na obra, ajudando a personagem que faz a sua grande jornada a superar as problemáticas, os obstáculos, as vicissitudes. Então, um livro especial, é um livro que traz também belíssimas ilustrações feitas pelo Luís Ru Rivas e também as canções musicais interpretadas por mim. A Natasha, vamos começar aqui a nossa conversa. Eu gostaria saber um pouquinho para os companheiros, muitos já te conhecem, mas outros ainda não. Quem é a Natasha Mequena? >> A Natasha Mequena nessa vida é uma cantora, uma compositora, uma instrumentista, mas é, acima de tudo, um espírito que já teve múltiplas existências e que aprendeu muitas coisas. e hoje dentro da doutrina espírita consegue trazer, se esforça, persevera para trazer uma parte do somatório dessas experiências, dessas vivências e todas elas eh ligadas diretamente à arte, principalmente no que diz respeito à arte musical. Eh, hoje o meu grande objetivo de vida é justamente levar a música aliada a espiritualidade. E por que não dizer que a proposta não é de uma música como divertimento, é uma música para a alma, é uma música

oje o meu grande objetivo de vida é justamente levar a música aliada a espiritualidade. E por que não dizer que a proposta não é de uma música como divertimento, é uma música para a alma, é uma música espiritual. O universo ele está mergulhado em sonoridades, em frequências. E essas energias que nos rodeiam, elas dependem exclusivamente e principalmente da nossa frequência, da manutenção, do equilíbrio, da harmonia do nosso padrão vibratório. Então, hoje a Natasha é um instrumento, é uma ferramenta, é uma trabalhadora na seara do Mestre Jesus a serviço da música espiritual. Quando eu conheci a Natasha Mequena foi em um dos eventos do nosso querido Divaldo Franco em Salvador, Bahia. E obviamente, né, fica um pela primeira vez, a primeira impressão, a gente fica eh eh impressionado com o potencial da voz, com a frequência que chegam as melodias. E isso que eu queria eh que você narrasse e é toda pessoa com treinamento consegue isto? É um dom que você já venho com este potencial de falar? Como é, como é que funciona isso, Natasha? é dom, mas é um dom que é resultado de um trabalho longo, contínuo, perene e, acima de tudo, com muita disciplina dentro do estudo daquilo que a gente pode dizer que é a estrutura musical, o que é necessário para não fazer música, mas para desenvolver ou fazer musical, que são coisas muito diferentes. Então, uma cantar, tocar um instrumento, toda pessoa pode aprender a cantar, pode aprender a tocar um instrumento, mas chegar a um nível que realmente toque, emocione ou que realmente fale, dialogue com as malhas mais sensíveis de todos os seres e de todas as coisas, isso já é um atributo que a alma trabalha. Então, todo mundo pode cantar, aliás, todo mundo deve cantar. O maestro Eitor Vila Lobos, ele dizia já a seu turno de que o mundo, as pessoas, a humanidade tá sempre correndo atrás de uma expectante felicidade. E certa vez ele vendo que essa felicidade ela parecia tão momentânea, tão efêmera, tão temporária. Vila Lobos, então ele é questionado

humanidade tá sempre correndo atrás de uma expectante felicidade. E certa vez ele vendo que essa felicidade ela parecia tão momentânea, tão efêmera, tão temporária. Vila Lobos, então ele é questionado sobre isso e ele dá uma resposta que eu acho que se aplica. Ele diz assim: "Um povo que sabe cantar está a um passo da felicidade, ensinemos então a humanidade inteira a cantar". Quando Vila Lobos diz isso, ele faz um convite para que todo mundo cante. E é a partir dali que ele desenvolve aquele trabalho do canto coral coletivo, né? Do canto orfeânico. E ele conclama e convida a todos cantarem. E aqui no Brasil, especificamente, ele fala sobre cantar essa natureza que há no Brasil, essa natureza retumbante, bela que há. E aí ele pega as sonoridades mil que estão presentes aqui na nossa fauna, na nossa flora. E aí nascem peças emblemáticas deste compositor que tem esse viés espiritual. Porque ao ouvir algumas obras como Baquianas brasileiras número cinco, a área da cantilena de Vila Lobos, a gente tem ali uma voz que é convidada, uma cantora, né, que ela precisa dar conta de uma melodia dolente, mas ao mesmo tempo libertadora e criativa. E ela começa com a nota específica dó. Então não tem como você não imaginar que Vila Lobos ele pega o que tá na natureza e ele transforma na linguagem da música, como se fosse uma tradução. E ali ele toca as almas, ele toca os corações. Essa voz, inclusive, ela canta fazendo uma referência a uma ave. o Irapuru, que é uma ave com a história amazônica repleta de lendas, repleta de um certo mistério. E Vilal Lobos, ele dialoga com isso porque ele acredita que há uma alma. E essa alma, ela se materializa através do som musical. Embora saibamos que a espiritualidade, por exemplo, consegue usufruir, usar, manipular esses sonhos, essas frequências sonoras para também atuarem, seja no campo emocional, na psiquê, espírito e consequentemente no corpo. Então, daí vem as grandes influências e como que é importante nós também selecionarmos aquilo que nós

ras para também atuarem, seja no campo emocional, na psiquê, espírito e consequentemente no corpo. Então, daí vem as grandes influências e como que é importante nós também selecionarmos aquilo que nós ouvimos, termos também esse cuidado. Recentemente eu escrevi um artigo intitulado Você também é o que você ouve, que trata justamente sobre isso, a importância de se trabalhar uma escuta consciente, ativa, capaz de não só ser uma música para os ouvidos, mas que seja antes disso uma música para o coração. Natasha, eh, sobre o livro >> Ave Maria, a melodia da alma, é a figura central de Maria. E nós temos observado em muitas, eh, apresentações tuas eh geralmente no final você canta o Ave Maria. O que que representa o Ave Maria para você? tem uma história com a Ave Maria, especificamente com a obra musical Ave Maria, que remete a um episódio da minha vida que eu precisava superar uma grande dificuldade que eu passei. E eu estava sofrendo dores muito grandes e eu precisava de algum jeito superar a dor. E esse que eu escuto de um alto falante, provavelmente em uma residência que ficava próxima a uma praça pública, uma melodia cantada por uma cantora chamada Cony Francis. E era justamente esta Ave Maria. A cantora interpretava a canção No idioma latim e ali para superar a dor eu ia prestando atenção na melodia da canção. Assim eu aprendi a cantar a Ave Maria. Tempos depois, eu transpus a música para uma tonalidade um pouco mais aguda, que era mais confortável para eu cantar na época. E aí, Ave Maria tem me acompanhado. Mas espiritualmente falando, os espíritos que são diretamente ligados ao refazimento físico e espiritual de pessoas que estão adoecidas em diversas esferas de sua vida, se utilizam justamente da forma da canção Ave Maria, da sua letra, que por é consequinte é uma letra que é uma oração. E é uma oração, oração universal e que remete e evoca, por que não dizer, esse espírito tão importante, tão fraternal, tão amável, que é a Maria, a mãe universal. Então, a ave Maria como

é uma oração. E é uma oração, oração universal e que remete e evoca, por que não dizer, esse espírito tão importante, tão fraternal, tão amável, que é a Maria, a mãe universal. Então, a ave Maria como música, ela está intimamente ligada à minha vida, à aquilo que eu precisei vencer e que me encheu de ânimo, de coragem. e de força para vencer. >> Há uma eh em uma oportunidade, na verdade, em várias temos visto que você na hora de cantar não somente canta com o microfone na frente, mas você coloca o microfone embaixo e consegue uns uns sons muito incríveis. Como é que isso acontece? É algo natural que as pessoas conseguem fazer ou você tem desenvolvido isto? Tenho desenvolvido isso. Isso faz parte, claro, fisicamente falando, tá dentro de um campo que é a técnica vocal, né, de amplitude sonora, de ressonância, a coluna de ar, enfim, tem um mecanismo físico, mas claro que há também o mecanismo do espírito. O espírito que canta, o espírito cantante, ele traz ferramentas e traz, claro, técnicas que ele pode colocar em prática, embora ele esteja eh ainda encarnado. Então, essas intensidades sonoras com a voz, essas modulações feitas com a voz são físicas e espirituais. Elas caminham juntas. >> Pode mostrar aqui a capa do do livro Ave Maria. E tem um detalhe interessante, a capa foi inspirada no na pintura mediúnica eh que Chico Xavier orientou, né? E com ajuda da tecnologia inteligência artificial foi criada esta Maria, né, muito semelhante a a que o Chico orientou. E tem um detalhe também que está na parte de trás. Todas tuas músicas, a Natasha, né, estão com carry code, né, podem ser observadas todas as melodias que você já compôs, né? Quem tem interesse pode colocar o celular e escutar elas, né? Pode contar um pouquinho sobre isto e quais são as tuas músicas, como ouvir? Então, aqui tem o Qcode de uma das canções que eu compus numa época de Natal, que eu havia lido um artigo assinado por Gerson Simões Monteiro, que ficava eh publicado no Jornal Extra, numa coluna do jornal

, aqui tem o Qcode de uma das canções que eu compus numa época de Natal, que eu havia lido um artigo assinado por Gerson Simões Monteiro, que ficava eh publicado no Jornal Extra, numa coluna do jornal Extra chamado Em nome de Deus, que falava sobre a visita de Jesus à terra às pessoas no período de Natal. E eu estava sozinha na época, tava fazendo faculdade, enfim, eu não conseguia até os meus avós, então eu tinha que ficar sozinha porque no dia seguinte eu tinha gravação e eu me senti sozinha, mas lembrei desse artigo. E aí eu fui até o piano na minha residência e tinha uma partitura que eu estava estudando chamada Sinfonia Novo Mundo, número oito, de Anthony de Vorjck, um compositor eh da ópera checa. E eu comecei a fazer os acordes da canção e eu vi uma luz vindo por debaixo da porta, lembrando que aquele apartamento que eu morava em frente a mim era uma sala comercial, então não tinha ninguém ali no Natal, mas eu vi aquela luz e aí eu comecei a fazer uma letra e mudei algumas coisinhas nos acordes. E aí nasceu uma parceria minha com Anthony de Vorjac, que eu intitulei de doce harmonia e que ela fala justamente dessa chegada de Jesus a esses corações sedentos e famintos, a esses corações que às vezes se sentem sozinhos diante das adversidades da vida. E aí nasceu Doce Harmonia e ela é uma das canções que fazem parte do livro, que está aqui no livro também através do Qode. Então a doer >> atar um pouquinho para as pessoas saber como é. >> Sim. O final da letra ela, eu digo que Jesus chegou aqui, aqui onde eu estava, né? Naquela, naquele momento ela é assim: Doce harmonia tem meu coração. Essa paz que um dia eu tive na palmada mão. Vou feito um passarinho feito a ilusão que desfez o sonho, a calma que só tem na alma. é todos os recursos que o ser precisa para vencer as adversidades do caminho. Onde estão esses recursos? Dentro de si. É necessário ensinar a cada um a despertar para dentro de si mesmo para poder fazer, eclodir, revelar a luz que há dentro de cada um de nós.

idades do caminho. Onde estão esses recursos? Dentro de si. É necessário ensinar a cada um a despertar para dentro de si mesmo para poder fazer, eclodir, revelar a luz que há dentro de cada um de nós. >> E a Natasha, e você menciona esse vínculo com Mozart, né? Num há uma referência ao famoso compositor Mozart. >> O que que representa Mozart para você? >> Mozar, ele é o meu grande mestre. sempre foi a grande questão com Modza, é que na verdade eu consegui revelar que aquele espírito que vinha há muito me trazendo informações e até mesmo um estudo aprofundado musical era o próprio Modza, através de um livro que certa vez eu estava a folhear e lá eu vi uma fotografia e eu reconheci que era aquele espírito que aparecia para mim desde a minha infância. E para mim foi uma grande surpresa. E eu entendi muito da das canções que M havia composto quando estava aqui, né, no plano físico ainda, e que todas essas canções tinham também propriedades curativas, salutares, né, e principalmente aquelas que diziam respeito ao despertamento das atividades cerebrais. Então, Moza, as canções de Mousa trabalham muito as questões eh da ativação da memória, né, do raciocínio, da concentração, da força que há, né, na mentalidade humana e por não dizer do espiritual também. Então, a minha relação com Modza já é muito longa. Tive oportunidade em desdobramento visitar a moradia dele, né, no planeta Júpiter, eh, uma casa que eu chamava de saleta amarela, porque ela era dourada, era radiante. E lá naquela sala, tanto Motza como outros espíritos diretamente ligados à música moram lá, residem lá e lá eles foram me passando diversas informações, técnica musical, espiritual, técnica musical terrena. E eu tendo que criar, linkar essas técnicas para poder eh levar através da minha apresentação musical, da minha voz, um pouquinho também do que é essa música que está também em outros mundos. E a Natasha, durante as apresentações, algumas pessoas têm se aproximado e narrado e algumas sensações de harmonia,

inha voz, um pouquinho também do que é essa música que está também em outros mundos. E a Natasha, durante as apresentações, algumas pessoas têm se aproximado e narrado e algumas sensações de harmonia, de de um estado melhor de saúde. Como é que você enxerga isso? >> Tudo aquilo que Jesus fazia, nós também podemos fazer. E recentemente nós estivemos até juntos, né, num evento em que eu cantei e uma senhora se aproximou de mim. Ela sofria 15 anos de um problema auditivo severo que incomodava bastante. Ela passou inclusive por cirurgia e ela relata uma cura. Acho que ela saiu dali da apresentação sem ouvir mais o zumbido, tinha desaparecido. E não só essa moça, mas essa eu estou narrando porque você também estava presente comigo no evento, mas assim, não só ela, mas outras pessoas também. A grande questão é que a música, por que que ela pode curar? Primeiro porque ela convida aquele que escuta a se desligar, a desfocar das problemáticas em si e buscar uma uma solução dentro de si mesmo. Isso é primeiro patamar. Segundo é que cada som, cada frequência, cada nota, ela é manipulada pela espiritualidade que trabalha diretamente com essa questão de melhorar, de melhorar, de tratar, de curar as pessoas. Então assim, a música acaba sendo um suporte e também um elemento muito importante para que a cura aconteça, né? Então ela é usada como essa ferramenta e muitas pessoas têm chegado até mim de fato relatando que tiveram uma melhora, né? Através da música. É, não, eu eu digo que não é através da Natasha. A Natasha é uma ferramenta, mas existe ali a atuação da espiritualidade sempre. Eh, e quanto à percepção mediúnica, você o que tem visto quando eh você está na num show, um evento e tem observado os amigos espirituais, alguém em especial? Em algum momento você comentou do Becerra de Menezes, entre outros. O que que você poderia comentar disso? Sim, equipes que trabalham, depende muito do lugar, do momento também e do repertório. Antigamente, como cantora profissional, né, dentro da minha área,

outros. O que que você poderia comentar disso? Sim, equipes que trabalham, depende muito do lugar, do momento também e do repertório. Antigamente, como cantora profissional, né, dentro da minha área, eu trabalhava fazendo com muita antecedência o repertório e treinava aquele repertório fechado. Depois de um tempo, eu comecei a trabalhar dentro de um repertório um pouco mais amplo, uma gama de peças musicais e sempre aguardando deles o script, né, a playlist. Então eles hoje passam para mim qual é a play que eu deveria interpretar naquele evento. Às vezes ela é direcionada a alguém, às vezes ela é direcionada ao grupo ou é direcionada ao trabalho que a espiritualidade objetiva fazer naquele momento. Então é para uma cura emocional, é para uma cura física. Então eles vão escolhendo o repertório, tecendo o repertório a partir dali. Ultimamente eu tenho percebido a presença maior de seres espirituais mais voltados às questões da saúde, tá? Dentre eles, uma um espírito que tem sempre aparecido é o Bezerra de Menezes. Inclusive, quando há oportunidade, ele sempre está mandando a sua mensagem através do fenômeno mediúnico, que é a psicofonia. Então, geralmente ele tem se apresentado muito, mas não só bezerra. Existem outros espíritos veiculados também a outras frentes de trabalho e Bezerra é um que constantemente, inclusive aqui no Congresso, também tem se apresentado para nós. >> A Natasha, eh, muitas pessoas se emocionam, você canta, as pessoas estão chorando, né? Isto se deve ao quê? Porque escutar música você escuta. Agora chegar esse nível de emoção é é a é a presença dos amigos espirituais, é a frequência da tua voz, é o que que acontece. >> Existe um fenômeno físico primeiro que é a frequência. Então ela reverbera em todas as células, em todas as camadas, na emoção. Então esse é o é a primeira coisa que acontece. Depois disso é a presença desses espíritos, não só espíritos como bezerra, por exemplo, como também músicos que outrora aqui também estiveram entre nós. Então as pessoas

a primeira coisa que acontece. Depois disso é a presença desses espíritos, não só espíritos como bezerra, por exemplo, como também músicos que outrora aqui também estiveram entre nós. Então as pessoas sensíveis elas percebem com mais intensidade. Mas claro que todo mundo que está ali acaba estando imerso também nessa nessa psicosfera e acaba de alguma sorte sentindo, percebendo, observando. Talvez isso seja traduzido em algum momento como uma lágrima, como uma emoção, né? Mas tem gente que já tem relatado questão de expansão do coração, né? ou o batimento cardíaco fica mais acelerado, pessoas que dizem que ficam arrepiadas do pés da cabeça. Então assim, cada um, cada pessoa vai sentir de um jeito. Mas tudo isso é atribuído a essa interseção, essa interface que há entre a atividade espiritual facilitada através da harmonia musical. Muito bem, nós já estamos quase chegando na parte final, Natasha, a gente gostaria que você falasse finalmente aqui do teu livro, eh, que qual é a contribuição que ele daria para as pessoas que estão eh acompanhando e digam: "Puxa, esse livro vale a pena contar com ele". principalmente, acho que no que diz respeito a superar os desafios da vida, o Ave Maria ele traz, né, dentro da narrativa ali, a jornada da personagem Ana, que ela precisa vencer algumas dificuldades do caminho e ela encontra abrigo, refúgio, alívio na oração, que é nada mais nada menos do que aquele convite de se reconectar a Deus, né? né? É o religar real, né? Você a criatura ligada ao criador. Isso eu acho que é a peça principal do livro Ave Maria. Claro que é muito interessante, muito bem-vinda e colaborem muito para nós quando nós temos também no livro a presença e a citação do espírito Mza, né? E como que é essa música em outros mundos. Então isso tudo eh é muito importante. Acho que é o que mais assim vale a pena dentro dessa obra. E claro, as canções, né? Porque quantas pessoas eh precisam às vezes ouvir uma palavra de ânimo e aqui tá a música e a música vai dizer: "Olha,

ho que é o que mais assim vale a pena dentro dessa obra. E claro, as canções, né? Porque quantas pessoas eh precisam às vezes ouvir uma palavra de ânimo e aqui tá a música e a música vai dizer: "Olha, quero que a tristeza se levante porta fora e nunca mais me veja. Sei que dias tristes são instantes e não vão durar a vida inteira, porque a dor passa e o mal acaba." >> Muito obrigado, Natasha. E nós agradecemos aos companheiros que estão aqui presentes. Eh, uma palavrinha final, uma frase final e com isso fechamos. >> Eu vou dizer uma que recentemente você tem dito muito e acho que ela se aplica, que é para que todos nós possamos deixar brilhar a nossa luz. Como dizia Jesus, brilhe a vossa luz. Obrigado.

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