QUERO TER MEU NOME ESCRITO NO CÉU - Patrícia Torres [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 17/05/2025 (há 10 meses) 47:56 430 visualizações

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Transcrição

Toda beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa noite a todos, a todas que nos assistem pela TV Comunhão. Aos irmãos e as irmãs aqui presentes no nosso salão nessa casa. Sintam-se todos acolhidos. abraçados por essa equipe amorosa que preparou esse ambiente para que nós estivéssemos aqui nessa noite e para que nós possamos acerenar um pouquinho os nossos corações e irmos nos preparando para as atividades que a espiritualidade preparou para nós, né? Porque cada um aqui tá aqui por um motivo, fez um pedido ao longo do dia, tá em busca de algo, tá em tratamento, busca de orientação. E André Luiz diz que esse tratamento que nós tanto pedimos, os recursos curadores que nós tanto solicitamos, eles começam a nos seridos no momento da palestra. Então, a espiritualidade vai se aproximando de cada um de nós e trazendo para cada um de nós aquilo que nós necessitamos. Então, para que nós possamos ser bons receptores desse amoroso cuidado que a espiritualidade preparou para cada um de nós, vamos elevar os nossos pensamentos, buscar a figura do mestre Jesus, como nós a compreendemos, da maneira como nós concebemos. E que nós possamos falar com esse irmão mais velho, que nos acompanha há tantos séculos, que nos auxilia, que é abrigo paraas nossas, pra nossa solidão, paraas nossas angústias, paraas nossas dificuldades. Querido mestre, nós agradecemos por todo o amparo da espiritualidade para que aqui nos encontrássemos nesse início de noite, nesse dia. Pedimos que nos ajude a bem recebermos todos os cuidados que foram preparados para cada um de nós. nos ajude, além de estarmos abertos a esses cuidados, que possamos estar atentos e vigilantes para acolhermos em nossos corações aquelas orientações que nos são necessárias paraa nossa jornada aqui na

nos ajude, além de estarmos abertos a esses cuidados, que possamos estar atentos e vigilantes para acolhermos em nossos corações aquelas orientações que nos são necessárias paraa nossa jornada aqui na Terra. Agradecemos esse encontro entre irmãos e te pedimos que nos ajude a bem aproveitar esses breves minutos em favor de cada um de nós. Que assim seja. Eh, cada vez eu gosto mais desse horário, né? Quem vem aqui sempre vai falar: "Nossa, ela vai falar de novo isso". Vou falar de novo. Gente, esse é um horário tão especial, né? Em especial porque os nossos irmãos do plano invisível também estão reunidos nesse momento do Angelos. É claro que de uma forma muito mais bonita, muito mais harmonizada, mas nós estamos aqui na mesma buscando estarmos na mesma sintonia para podermos vibrar ou pelo menos tentarmos vibrar junto deles nesse momento que eles se reúnem lá no plano espiritual para agradecer, para buscar o amparo da espiritualidade superior para os trabalhos que eles realizam. Então esse é um momento, é um horário muito sublime, é um horário muito especial. E em alguns momentos aqui na casa, né, quando nesse horário fica um silêncio, um silêncio bom que que aquece a nossa alma. Então é muito bom estar aqui nesse horário para falar hoje de um desejo que eu penso que talvez seja de grande parte de nós, senão de todos nós, né? Quero ter meu nome escrito no céu. Eu quero. Não sei se vocês querem também. Agora, o que será que representa isso? Ter o nome escrito no céu. Qual o significado disso? Qual o valor disso paraa nossa vida, não é? E para que nós possamos entender do que é que esse tema nos propõe a refletir, nós vamos lá no Evangelho de Lucas. Quando nós começamos a trazer trechos do Evangelho de Lucas aqui nesse momento, lá atrás nós falamos, né, que o Evangelho de Lucas ele tem uma beleza singular e ele tem um sentido também muito singular. Lucas buscou fazer registros históricos, né? Ele buscou, ele teve tem traços ali de um esforço de um historiador. E o registro do seu

em uma beleza singular e ele tem um sentido também muito singular. Lucas buscou fazer registros históricos, né? Ele buscou, ele teve tem traços ali de um esforço de um historiador. E o registro do seu evangelho é um registro a partir da conversa que ele teve com várias personagens que conviveram com Jesus, dentre elas Maria. Então, nós vamos ver que tem alguns algumas informações, algumas reflexões do Evangelho de Lucas que nós não encontramos só no Evangelho de Lucas, da forma, né, a forma como ele construiu. E esse evangelho, esse trecho que nós vamos ler aqui, ele traz isso também. Ele reúne duas orientações que em outros evangelhos Jesus teria dado a primeira parte dessas orientações aos 12 apóstolos e a segunda parte aqueles outros 72 convocados. E Lucas reúne essas duas orientações que servem para ambos, pros primeiros 12, depois pro 72 e acima de tudo serve para nós. Então o evangelista registrou assim lá no capítulo 10, versículos de 1 a 20, para quem quiser depois consultar. Depois disso, o Senhor designou outros 72 e os enviou dois a dois à sua frente, a toda cidade e lugar aonde ele próprio devia ir. Depois de tudo isso, o quê? Jesus está preparando os apóstolos porque estão próximos àqueles tempos da sua crucificação. Então ele tem várias passagens que ele vai registrando essas orientações que ele vai dando aos discípulos, essas recomendações. Então, depois de todas essas orientações, ele então designa outros 72 e os envia em dupla, né? dois a dois para irem à sua frente, a todo lugar e a toda a cidade. E aqui nós vamos ver algo interessante, que é sempre aquele trabalho de preparar o caminho. aqueles que vão antes para preparar. Nós podemos pensar também que para o nosso encontro com Jesus, vários irmãos têm nos preparado o caminho, tem nos orientado, tem nos ensinado para nos conduzir nessa trajetória de forma que nós possamos ir fazendo as mudanças que necessitamos fazer para esse encontro. Não é de qualquer forma que nós retornaremos ao contato com a casa do

ado para nos conduzir nessa trajetória de forma que nós possamos ir fazendo as mudanças que necessitamos fazer para esse encontro. Não é de qualquer forma que nós retornaremos ao contato com a casa do Pai, que nós poderemos estar com Jesus. Nós precisamos vestir. Lembram da veste nupcial lá do evangelho? Nós precisamos modificar os nossos corações. Nós precisamos nos transformar. Então, nós temos aqueles que no caminho vão nos orientando, vão nos conduzindo. Nós temos irmãos encarnados e temos os nossos irmãos do plano espiritual, que por meio de mensagens, de orientação, dos diversos livros que nós temos acesso, vão nos ajudando a fazer esse processo de mudança. Então aqui é mais um registro desse trabalho daqueles que antecedem o trabalho apostolar, aqueles que estão no caminho. E nós, ao nosso tempo, no momento que nós tivermos alcançado as habilidades, as competências, os conhecimentos e os sentimentos necessários, seremos aqueles que vão estar à frente anunciando o caminho de outros irmãos na nossa retaguarda. Esse é um trabalho que é vai se modificando à medida que nós vamos angareando, né, essas esses valores espirituais, nós vamos conseguindo, nós vamos conquistando as tarefas mais elaboradas. Então é assim, desde já no início, o evangelista já nos mostra como é o trabalho da espiritualidade, esse trabalho de preparar o caminho. E Jesus, ao enviar esses 72 para as cidades, ele vai dizer a eles, a todos aqueles 72, e vai dizer a nós, lembra o nosso tema? Eu quero ter o meu nome escrito no céu. Olha as recomendações que Jesus vai dar para esses 72 colaboradores que ele chama para irem anunciar a boa nova. A boa notícia. E qual é a boa nova? Qual é a boa notícia que nós tentamos aqui anunciar mais de 2000 anos depois? a edificação do reino de Deus em nós. Então, de que se trata esse reino? Então, era isso que eles tinham a anunciar. Então, Jesus recomenda a eles. A colheita é grande, mas os operários são poucos. Há muito trabalho que fazer no bem, na vinha do

de que se trata esse reino? Então, era isso que eles tinham a anunciar. Então, Jesus recomenda a eles. A colheita é grande, mas os operários são poucos. Há muito trabalho que fazer no bem, na vinha do Senhor. Mas os operários ainda são poucos. Eram na Palestina do século Io e ainda o são nos dias de hoje. Pedi pois ao Senhor da colheita que envie operários para sua colheita. Ide, eis que eu vos envio como cordeiros entre lobos. Parece até uma falta de cuidado, né? Enviar cordeiros entre lobos. Mas Jesus tá ressaltando, eu sei dos desafios que vocês terão a enfrentar, mas permaneçam com o coração obediente, cuidadoso e dócil do cordeiro. o símbolo do evangelho, né? Nessa metáfora do evangelho, o cordeiro é o símbolo da obediência, da humildade, da aqui essência do poder e do comando do cajado. O lobo aqui no sentido da astúcia. Então, sim, eu os envio entre lobos como cordeiros e espero que vocês mantenham em seus corações esses sentimentos. e a obediência ao bom pastor, porque o bom pastor os está enviando, mas segue com vocês. Então, para nós que estamos aqui nessa nossa existência, cada um com a sua idade temporal, que nós possamos lembrar que nós estamos aqui numa tarefa de trabalho, de esforço, de renúncia, mas sob o cuidado do bom pastor. Não estamos entregue aos lobos. Eis que eu vos envio como cordeiros. Permaneçam humildes e obedientes às orientações do bom pastor e retornarão ao rebanho em proteção. É isso que Jesus está falando. Não leveis bolsa, nem alforge, nem sandálias, e a ninguém saldeis pelo caminho. que nós temos uma nova forma de nos alertar sobre o valor da providência divina. Não é necessário. Aqui a fala, gente, ela é metafórica, né? Quando Jesus tá dizendo: "Não leveis bolsa, nem alforge, nem sandálias". É a mesma referência que ele faz. Não vos ocupeis com o dia de amanhã, porque a cada dia basta o seu mal. Olhai as aves do céu, ou seja, façamos nós a nossa parte com o essencial que nós temos, porque o essencial não nos falta. aqueles dois peixes e cinco pães, o

amanhã, porque a cada dia basta o seu mal. Olhai as aves do céu, ou seja, façamos nós a nossa parte com o essencial que nós temos, porque o essencial não nos falta. aqueles dois peixes e cinco pães, o pouquinho que nós temos, façamos com eles, porque o restante, o bom pastor pedirá ao Senhor da vinha para que nos provenha. Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro paz a esta casa. Ele tá dizendo para aquele 72 que ele manda anunciar a boa nova e para nós que porventura desejamos ter o nome escrito no céu, que possamos oferecer a paz. Como é que eu ofereço paz sem tê-la semeado e cultivado dentro de mim? se eu só posso dar o que eu tenho, então saibamos cultivar em nós a paz, mas aquela paz dada por Jesus, não a paz do mundo, a pacificação interna, é isso que ele tá dizendo. E se lá houver um filho de paz, a vossa paz irá repousar sobre ele, senão voltará a vós. Lembra que eu falei aqui no início que nós possamos estar disponíveis, abertos para receber o cuidado da espiritualidade? Se a espiritualidade nos oferece algo de bom e nós estamos fechados, nós não estamos disponível, nada se perde, volta pra espiritualidade. É a mesma coisa que Jesus tá dizendo aqui pro 72. Ofereçam a paz. Se lá tiver um coração em sintonia, vai receber, senão ela vai voltar para você. Não é necessário fazer contenda, não é necessário criar confusão. Permanecei nessa casa, comei e bebei do que tiverem. Aceite o que lhe oferecerem, pois o operário é digno do seu salário. Aquele que trabalha faz a receber, a colher o que advém do seu trabalho. Mas aceite com humildade aqueles que têm a lhe oferecer. Na nossa convivência, nessa nossa jornada aqui na terra. Será que nós temos aceitado aquilo que o outro tem a nos oferecer? Eu gosto muito. E quando nós nós falamos aqui uma certa vez sobre o pouco, né, que temos a oferecer, tem uma música católica que fala isso. Sabe, Senhor, o que eu tenho é tão pouco para dar, mas este pouco eu quero com o Senhor compartilhar. É esse pouco que às vezes o nosso irmão de

emos a oferecer, tem uma música católica que fala isso. Sabe, Senhor, o que eu tenho é tão pouco para dar, mas este pouco eu quero com o Senhor compartilhar. É esse pouco que às vezes o nosso irmão de jornada tem a nos oferecer e que muitas vezes nós recusamos exigindo do nosso irmão de jornada comportamentos e atitudes pros quais ele ainda não tá em condição de oferecer. Então Jesus tá falando, olha, na tua jornada, na tua caminhada, nesse teu movimento de escrever teu nome lá no céu, aceita o que o outro tem a te dar. é o que ele tem. Ele não pode te dar mais do que aquilo. E nós, será que nós temos tanto assim para oferecer ao ponto de termos condições de cobrar do outro? Ou nós também queremos que o nosso pouquinho seja bem recepcionado, bem recebido? E quando é bem recebido é multiplicado, porque com Jesus ele multiplica. Não passeis de casa em casa. Os estudiosos vão dizer que esse trecho Jesus tá chamando atenção para que não seja que os apóstolos, aqueles 72 não sejam interesseiros. Fiquem procurando casa que melhor os atendam, que melhor os acolhou, que melhor tenham a lhes oferecer. Olha só, para nós hoje, não passemos de casa em casa, não sejamos interesseiros. Aceitemos a casa que nos abriga. E o sentido disso é aceitar onde nós nos encontramos, a vida do jeitinho que ela é, porque nós queremos ter o nosso nome escrito no céu. Em qualquer cidade em que entrardes e fordes recebidos, comei o que vos servirem na permanência, né, de aceitar o que lhe for oferecido. Muitas vezes, não sei se vocês já tiveram essa experiência, né? Eu na minha infância, eu me lembro, eu acompanhei muito a minha avó. Minha avó conhecia muita gente na cidade onde ela morava e final de semana ela às vezes ia visitar as pessoas, né? E eu ia com ela, não sei por, mas eu tava sempre com ela nessas atividades. Eu me recordo que nós chegávamos e ela ia muito em casas de pessoas, eram casas na cidade, mas as pessoas tinham fogão a lenha. e nos ofereciam o café que tinham, o pedaço da broa que tinha, era em Minas,

e recordo que nós chegávamos e ela ia muito em casas de pessoas, eram casas na cidade, mas as pessoas tinham fogão a lenha. e nos ofereciam o café que tinham, o pedaço da broa que tinha, era em Minas, né? O pedaço da broa que tinha, com um carinho, com uma boa vontade. Vocês já receberam um alimento assim que o outro faz com carinho, uma boa vontade, tem um sabor diferente? É como aceitar o que o outro tem a nos oferecer do jeito que ele pode. Jesus tá relembrando que ele já falou lá em cima. E aí ele fala pros discípulos, para esses apóstolos, para esses 72: "Curai os enfermos". Lembra que Jesus falou que nós somos médicos e remédio uns dos outros? Não são os sãos que necessitam de médicos e que nós somos médicos e remédios uns dos outros. O sentido aqui de convite, de nem é convite, né? Jesus tá atribuindo a tarefa para esses 72. vão e curem os enfermos com a pacificação, com a humildade, com a abnegação. Curem aqueles que estiverem doentes. Como é que a gente pode curar se não oferecer ao outro melhor de nós? Nós aqui na casa temos um trabalho voluntário que chama atendimento fraterno. Não sei se vocês conhecem, se alguém já teve a oportunidade de fazer uso desse desse serviço, dessa oferta voluntária que nós fazemos. É um trabalhador voluntário da casa que tá ali um determinado horário para ouvir, para ouvir aqueles que chegam aqui na casa com as suas dores, com as suas dificuldades, com as suas doenças. Ali o curar o enfermo não é no sentido literal, quando se ouve, quando se oferece uma boa palavra. E aí a gente vê as pessoas entrando na cabine de atendimento tão chorosas e ao saírem nos oferecem um sorriso. Os problemas não foram resolvidos, mas a disposição, a serenidade para poder encontrar as soluções necessárias, para poder encontrar os caminhos que não estavam sendo vistos. É assim que nós vamos sendo remédios e médicos. uns na vida dos outros. Mas olha, eu falei para vocês que o atendimento fraterno é um trabalho de escuta, porque às vezes a gente quer

vam sendo vistos. É assim que nós vamos sendo remédios e médicos. uns na vida dos outros. Mas olha, eu falei para vocês que o atendimento fraterno é um trabalho de escuta, porque às vezes a gente quer falar muito, a gente não tá disponível para receber o que o outro tá trazendo. Por isso que Jesus começa a frase dizendo: "Aceita o que eles têm a lhe oferecer e depois cura os enfermos". O reino de Deus está próximo de nós, tá bem pertinho. Mas em qualquer cidade em que entrardes e não fordes recebidos, saí para as praças e dizei: Até a poeira da vossa cidade, que se grudou aos nossos pés, nós a sacudimos para deixá-la para a vós. O que que é isso? Não fomos recebidos, não fomos compreendidos, não fomos acolhidos. Tudo bem. O coração é o coração pacificado, lembra? Deixa a paz nessa casa. Não preciso arrumar contenda, não fui recebido, não fui acolhido. Às vezes a gente tem um familiar, tem um colega de trabalho que tá com uma dificuldade, até pede uma orientação. E quando a gente às vezes sugere algo, a pessoa faz totalmente ao contrário, tudo bem. Bate a poeira e segue. Não segue com mágoa, com ressentimento. Segue em frente. Não saiba a tua mão esquerda o que dá à direita. Faz o bem. Se o como o outro vai receber e se vai receber é problema do outro. Nós só responsáveis por aquilo que cabe a nós. O que cabe ao outro é problema do outro. Hoje eu falava no atendimento fraterno, né? Quando alguém quer nos fazer mal, é problema do outro. Se ele consegue nos fazer mal, é problema nosso. Com a nossa invigilância, com a nossa, com o nosso descuido e desatenção e manter o nosso escudo energético firme, íntegro, aí é responsabilidade nossa. Então, se nós não formos acolhidos aqui simbolicamente, esses 72 que estão indo anunciar, não vai criar embargo, dificuldade, briga. Às vezes a gente tá em casa, o assunto começa, dá uma opinião e vira uma confusão enorme. Sejamos nós os pacificadores, aqueles que querem tanto ter o seu nome escrito no céu. Digo-vos que naquele dia haverá

s a gente tá em casa, o assunto começa, dá uma opinião e vira uma confusão enorme. Sejamos nós os pacificadores, aqueles que querem tanto ter o seu nome escrito no céu. Digo-vos que naquele dia haverá menos rigor para Sodoma do que para aquela cidade. A partir daqui, Jesus começa a fazer referência a algumas cidades aonde ele passou e a sua mensagem não foi acolhida. relembrando para aqueles 12, para nós hoje que nem por isso ele desistiu. Às vezes, eh, nós ouvimos, né, alguns pais, algumas mães, alguns educadores, algumas pessoas que têm sob a responsabilidade de si, algumas pessoas, alguns espíritos encarnados a quem eles devem educar e que falam: "Olha, eu tô cansado, já falei, agora larguei de mão, deixei para lá". Já pensaram se Jesus deixasse a gente para lá? se largasse a gente de mão no meio lá do rebanho cheio de lobos. Então ele fala aqui: "Ai de ti, Corazim, ai de ti, Betsaida. Pois se em Tiro e Sidôia tivessem sido realizados os milagres que em vós se realizaram, há muito teriam se convertido, vestindo-se de silício e sentando-se sobre cinzas. Assim, no julgamento, haverá menos rigor para Tiro e Sidôia do que para vós. E tu, Cafarnaum, te elevarás até o céu, antes até o inferno descerás. Na metáfora, os estudiosos desse trecho do Evangelho vão dizer pra gente que Jesus tá se referindo e lembrando a esses 72 que ele está mandando ir anunciar e a nós que estamos aqui no nosso esforço de na nossa vida anunciar o que de bom nós queremos fazer, que nós vamos encontrar resistência. Elas sempre acontecerão e nós vamos poder desistir ou não. Agora, o julgamento não cabe a nós. As consequências das escolhas não cabem a nós. Eu desconheço. Se alguém aqui conhecer, por favor, compartilhe. Eu desconheço que Deus tenha pedido ajuda a alguém para ser juiz da vida do outro. Então, não cabe a nós. Cada um terá o julgamento da sua própria consciência. No símbolo aqui do texto, Petssaida, Corazim e Cafarnaum tiveram a possibilidade de receber as boas notícias do próprio

ro. Então, não cabe a nós. Cada um terá o julgamento da sua própria consciência. No símbolo aqui do texto, Petssaida, Corazim e Cafarnaum tiveram a possibilidade de receber as boas notícias do próprio Cristo e não a aceitaram, não a acolheram. diferente de Tiro e Sidônia, que viviam ainda numa condição de muita ignorância. Então, o texto simbolicamente tá nos falando que a cada um, segundo a sua condição, a sua responsabilidade, o seu grau de conhecimento, de maturação e de evolução. Mas não cabe a nós sermos juízes uns dos outros. Jesus tá alertando ao 72 e a nós que a gente siga fazendo a nossa parte, não obstante as resistências e não nos ocupemos com aquilo que é do outro, com as responsabilidades que é do outro. Falando assim, às vezes parece uma falta de cuidado com o outro, mas não é. Nós todos temos o nosso livre arbítrio e eu penso que grande parte de nós aqui queremos muito ser respeitados no nosso livre arbítrio, no nosso direito de fazer as nossas escolhas, inclusive de quebrarmos a cara com as escolhas que fazemos. Porque é então que nós achamos que podemos interferir no livre arbítrio daqueles que jornadeiam conosco. Ah, porque eu amo demais e Deus não nos ama demais. Ele nos ama. e um amor perfeito, não o amor imperfeito que nós ainda estamos aprendendo, né, a transformar e nos deixa livres, nos orienta, nos manda orientações, mas nos deixa fazer as nossas escolhas. Por que que nós achamos que não podemos deixar o nosso irmão de jornada fazer as suas escolhas? É claro que nós orientamos, conduzimos, né, instruímos ao seu tempo, a sua idade, mas nós não somos donos daqueles que jornadeiam conosco. Os nossos filhos, esposa, marido, pai, mãe, não são nossas propriedades. Quem vos ouve, a mim ouve. Quem vos despreza, a mim despreza. E quem me despreza despreza aquele que me enviou. Lembrando aos 72 e a nós que a tarefa, a missão foi dada por Jesus. Eu gosto muito da fala do presidente aqui da nossa casa, que ele diz: "O nosso patrão é Jesus. os nossos irmãos que estão ali

nviou. Lembrando aos 72 e a nós que a tarefa, a missão foi dada por Jesus. Eu gosto muito da fala do presidente aqui da nossa casa, que ele diz: "O nosso patrão é Jesus. os nossos irmãos que estão ali abnegadamente no passe, no grupo de passe, na sexta-feira à tarde, oferecendo da sua melhor energia, quando cada um de nós entramos na cabine, eles não estão trabalhando em prol do presidente da nossa casa ou em prol deles próprios. Como diz Madre Teresa, é sempre uma relação de cada um de nós com o criador. É uma relação com Deus. Então, o trabalho que nós executamos no bem não é pelo outro, é em favor do outro para a nossa conexão com o Pai. Porque o Pai já disse, né? Jesus já explicou isso pra gente. A nossa conexão com Deus, ela só se conclui quando nós conseguirmos nos conectar uns com os outros, conectarmos, não nos apropriarmos dos outros. Então, Jesus tá anunciando: "A missão não é individual, não é pessoal. Não alimentem o seu orgulho e a sua vaidade, porque ela não é". E aí eu vou fazer um comentário que eu ontem tava vendo uma entrevista do presidente lá da mansão do caminho e eu sempre esqueço o nome dele, mas eu acho que é Mário Sérgio. E o repórter perguntou para ele assim: "É, como é que vai ser?" Divaldo ainda não tinha desencarnado e pergunta para ele: "Como é que vai ser a situação da mansão quando Divaldo desencarnar?" Ele disse: "Não é problema meu, é problema de Jesus, de Joana de Angeles e de Francisco de Assis. Ou vocês acham que uma obra que nasceu desses dois homens que não tinham um tstustão é obra dos homens?" Então, às vezes, na nossa vaidade, nós achamos que é obra nossa, é obra de Deus. E a gente tá trabalhando com ele por nós, porque ele não precisa do nosso trabalho, mas nós precisamos uns dos outros. E aí os 72 foram e nós estamos aqui. Os 72 voltaram e eles voltaram felizes, alegres, dizendo: "Senhor, até os demônios se submeteram ao teu nome e Jesus diz a eles: "Eu via a Satanás cair do céu como um relâmpago. Eis que eu vos dei o poder de

oltaram e eles voltaram felizes, alegres, dizendo: "Senhor, até os demônios se submeteram ao teu nome e Jesus diz a eles: "Eu via a Satanás cair do céu como um relâmpago. Eis que eu vos dei o poder de pisar serpentes, escorpiões e todo o poder do inimigo, e nada poderá vos causar dano. Contudo, não vos alegreis, porque os espíritos se vos submetem. Alegrai-vos antes, porque vossos nomes estão inscritos nos céus. Jesus tá falando assim: "Olha, não se alegrem com os efeitos, com as coisas que vocês possam conquistar temporariamente, com os sucessos temporários. Se alegrem de terem os seus nomes em condição de estarem inscritos no céu, porque permitiram que ao se pacificarem, ao se humilharem, aceitando o aprendizado de cada dificuldade, vocês se permitiram edificar o reino dentro de vocês. Aí sim terão os seus nomes escritos no céu. Se alegrem por isso, não pelos pequenos fenômenos, pelos pequenos fatos extraordinários que materialmente eles acontecerão na vida, que também serão permitidos pelo criador. Que a gente possa almejar elevadamente, sublimadamente. Nós temos as nossas conquistas mundanas fruto dos nossos trabalhos, dos nossos esforços e que são muito valiosos e que devem ser referendados. Mas não nos limitemos a isso. A nossa jornada aqui é muito mais do que isso. É que nós possamos fazer as transformações que o processo nos permite fazer em nós. Aí sim, esse querer ter um nome inscrito nos céus é que vai ser de fato o motivo da nossa alegria. que nós possamos refletir, quem puder, retomar o texto que é sempre rico e a gente acaba passando por ele de uma forma, de um sobrevoo, para que a gente possa entender ali os convites que Jesus nos faz todos os dias em favor de nós sermos criaturas melhores uns para com os outros, nesse nosso processo de elevação, de edificação, ou seja, de construção desse novo ser que nós desejamos nos transformar nessa jornada aqui na Terra, porque esse é o nosso propósito aqui. Agradecendo profundamente a atenção de vocês, vamos

ificação, ou seja, de construção desse novo ser que nós desejamos nos transformar nessa jornada aqui na Terra, porque esse é o nosso propósito aqui. Agradecendo profundamente a atenção de vocês, vamos manter essa, olha o silêncio. Vamos manter essa sintonia com o plano superior. Olha, não, né? Escuta o silêncio, né? Eh, para que a gente possa agradecer e estarmos ainda mais em condição de receber o passe que nos vai ser oferecido daqui a pouco. Querido mestre, nós agradecemos por esses breves minutos, refletindo sobre os teus ensinamentos aqui na terra. Pedimos que abençoe cada irmão, cada irmã aqui presente, sintonizados conosco por meio da tecnologia. Que o Senhor possa oferecer-lhes do seu amor, da sua atenção, do seu cuidado a cada um desses irmãos e as suas famílias, aos seus entes queridos. Que eles possam receber as respostas que tanto procuram, os socorros que tanto clamam. que eles possam receber as respostas de suas indagações e de suas inquietações. O Senhor, que o Senhor abençoe os nossos irmãos trabalhadores desta casa, em especial o grupo de passe. Que o Senhor abençoe a todos os irmãos que nos permitem estarmos conectados nessa noite e nos proteja no retorno ao nosso lar. E nos ajude, Senhor, a quando lá chegarmos, sermos criaturas um pouquinho melhores do que quando de lá saímos. Assim, com a sua permissão e com seu amparo, nós encerramos essa primeira parte do nosso trabalho aqui no plano físico, te pedindo, mestre, ser conosco. Que assim seja. Antes de passar paraa nossa irmã, que vai conduzir as atividades do passe, a casa pede para que a gente informe que nós temos um novo horário de passe presencial às quartas-feiras, tá? Então, o passe no horário de meio:30 às 14 horas na quarta-feira também é presencial, né? Os demais dias ainda não. Então, aqueles que necessitarem, que quiserem, vai estar disponível. e também convida a todos a se unirem na campanha do agasalho. Nós estamos vivendo aí esse momento, né, da estação do ano, a temperatura vai caindo. Então, a casa

m, que quiserem, vai estar disponível. e também convida a todos a se unirem na campanha do agasalho. Nós estamos vivendo aí esse momento, né, da estação do ano, a temperatura vai caindo. Então, a casa atende no momento 150 famílias e a cada sexta-feira 40 moradores em situação de rua. Então, quem puder doar cobertor, agasalho, feminino e masculino, infantis, também, calçados, meia, toucas e bonés, podem trazer e entregar no almoxarifado da comunhão. Sábado e quarta-feira, de 7 às 17:30 e nos demais dias de 7 às 19:30 ou entregar na nossa portaria. Então, quem tiver condição de nos ajudar, vai ser muito bem-vindo para ajudar a aquecer um dos nossos irmãos que necessitam. Uma boa noite. Fiquem em paz. Que Jesus os abençoe. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da

ritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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