QUEM SOU EU? - Patrícia Torres [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 14/02/2026 (há 1 mês) 48:30 871 visualizações

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Transcrição

de viver, doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. >> Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, estou aqui. para agradecer [música] de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição. >> Meus amigos, boa noite. Sejam muito bem-vindos à comunhão de Brasília. Boa tarde ainda, né? Boa tarde/ra noite. Nós vamos ler uma mensagem do livro Bilhetes Fraternais para que possamos nos harmonizar para em seguida fazer a nossa prece e iniciar a nossa palestra. E a questão, o tema que nós abrimos aqui é a respeito do conhecimento de si mesmo. Livro Bilhetes Fraternais é uma mensagem que nos traz o Espírito Rodrigo. O conhecimento de si mesmo é, portanto, a chave do progresso individual. Livro dos Espíritos, livro terceiro, capítulo 12º da perfeição moral. E vem a mensagem do nosso irmão Rodrigo nos dizendo assim: "Todo espírita estudioso conhece a dissertação do Espírito Santo Agostinho sobre o ensino milenar, Conhece-te a ti mesmo." As considerações desse espírito amigo registradas por Kardec na questão 919 de O Livro dos Espíritos fazem-nos refletir sobre as dificuldades que ainda trazemos, não só para nos conhecer verdadeiramente, como também para colocar esse conhecimento na base do progresso moral que nos cumpre realizar, conhecer-se a si mesmo, saber identificar defeitos, reconhecer qualidades ainda incipientes, é, sem dúvida, o primeiro passo para a renovação moral. Entretanto, como não existem saltos na obra da natureza, há que estabelecer um programa de ação com metas de início não muito ambiciosas, para que pouco a pouco nos sintamos mais fortes para alcançar os objetivos propostos. Busca conhecer-te, aceitando-te como és. Permite que o sentimento de caridade te bafeja o ser. e usa-o não apenas em relação aos outros, mas em benefício de ti mesmo. Todavia, não te acomodes. Busca o

Busca conhecer-te, aceitando-te como és. Permite que o sentimento de caridade te bafeja o ser. e usa-o não apenas em relação aos outros, mas em benefício de ti mesmo. Todavia, não te acomodes. Busca o progresso contínuo, dando um passo depois do outro, sem interrupções. Conseguirás assim, pouco a pouco, sem o perceberes, a renovação moral que idealizas. Repetindo a sublime exortação do mestre Jesus ao doutor da lei na narrativa do bom samaritano, digamos para nós mesmos: "Façamos isso e viveremos". Então, meus amigos, eu convido a todos para que possamos fazer a nossa precebal por essa lição tão maravilhosa que nos fala desse amor, dessa autoaceitação e também da coragem de prosseguirmos caminhando. Vamos aproveitar e pedir ao nosso querido mestre Jesus que ele nos abençoe nesse nosso propósito de nos conhecer, de crescer, de nos aprimorar. Mestre querido, nos ajuda para que coloquemos em prática a divina lição do amor, começando por pelo amor a nós mesmos, nos aceitando como somos para realizarmos as mudanças. que já percebamos como necessárias. Clareia, mestre querido, o nosso entendimento. Enche o nosso coração de amor, de esperança e de confiança. Que nós possamos nessa noite, tarde, noite de hoje, receber da espiritualidade maior, através da nossa querida irmã palestrante, os ensinamentos que vão tocar o nosso coração e que, com certeza serão para nós ferramentas úteis de trabalho. Por isso, Mestre Jesus, abençoa cada um de nós nesse instante e nos dá a tua permissão e a tua proteção para o início da nossa atividade. Graças a Deus, meus amigos, nós temos a alegria de ter a nossa querida Patrícia conosco, que nos traz o tema Quem sou eu. Então, com a palavra a nossa querida irmã. Boa noite. Eu peço desculpas pelo chegar assim na correria, né, trabalhoado, mas não é porque eu não estivesse na casa. Mas como eu adoro ouvir as pessoas, eu tava no atendimento fraterno. Quando eu olhei, eram 10 paraas 6. Falei: "Como é que eu falo pra pessoa que eu preciso sair, né?"

porque eu não estivesse na casa. Mas como eu adoro ouvir as pessoas, eu tava no atendimento fraterno. Quando eu olhei, eram 10 paraas 6. Falei: "Como é que eu falo pra pessoa que eu preciso sair, né?" Mas ela entendeu e deu tudo certo. Consegui chegar aqui e estar com vocês, que é o momento que me alimenta a alma. Então, boa noite a todos. Boa noite aos que nos assistem pelo canal da TV Comunhão e aqueles que vão nos assistir oportunamente. E esse é um momento assim do início da noite, né, muito significativo para que a gente possa parar um pouquinho para refletir algumas questões que fazem parte da nossa vida. E a nossa pergunta de hoje é uma pergunta existencial, né? Quem sou eu? E quem tiver a resposta assim mágica, né, tá milionário, tá trilhar, mas a gente vai se aproximando dessa pergunta, vai tateando, vai fazendo algumas reflexões para que a gente chegue na essência de quem nós somos. Nós, à luz da doutrina dos espíritos, nós somos espíritos imortais. E na nossa caminhada, nós estamos no início da estrada. Nós recém saímos do bersário. Isso quer dizer que a nossa concepção, a nossa compreensão de quem nós somos é do tamanhozinho da nossa maturidade. Daqui a alguns bilhões de anos e nós vamos combinar de nos encontrar e aí nós vamos novamente nos perguntar quem eu sou? E a nossa compreensão, o nosso entendimento será de um espírito imortal de bilhões de anos. Então, nós vamos nos aproximando dessa resposta à luz da nossa maturidade, dos conhecimentos que nós vamos amealhando. E a doutrina nos ajuda a pensar um pouquinho quem nós somos nesse mundo, quem nós somos para além desse mundo material. E nessa caminhada por essa pergunta, nós vamos pensar aqui que para que a gente possa fazer esse processo de conhecer-se, afinal quem eu sou é um processo de me conhecer. é o tão chamado autoconhecimento. Quando nós nos aventuramos nessa jornada, é importante a gente não esquecer duas orientações. A primeira é que nessa jornada que parece que nós estamos entrando num labirinto

chamado autoconhecimento. Quando nós nos aventuramos nessa jornada, é importante a gente não esquecer duas orientações. A primeira é que nessa jornada que parece que nós estamos entrando num labirinto e um labirinto que não tem saída, existe um farol e uma saída. Então, nós estamos sim numa jornada que é um labirinto porque tem muitos caminhos, alguns caminhos que não tem saída e nós precisamos voltar para encontrar outros caminhos, mas lá no final ele tem uma saída. E ele tem uma saída porque existe um farol a nos guiar e esse farol é Jesus. Então, é importante nós entendermos que nesse nosso processo de nos conhecermos, quando nós entramos nessa jornada, nós temos um farol que é o Cristo de Deus, Jesus. Por que que isso é importante ser dito logo no início? Porque à luz da doutrina dos espíritos, Jesus é o nosso modelo e guia. Então, quando nós olhamos para Jesus, quando nós viemos aqui e vamos remorando os seus ensinamentos, os seus testemunhos, aquilo que ele fez, nós vamos olhando e nós vamos vendo que esse processo de nos conhecer nos ajuda a alcançar esse modelo. Para além disso, nós vamos olhar para aqueles que efetivamente seguiram o exemplo de Jesus, que efetivamente aceitaram ele como guia nas suas vidas, o que que se tornaram. Então, a gente olha para um Paulo de Tarso, a gente olha para uma Maria de Magdala, a gente olha para uma Joana de Cusa e a gente olha e vê, olha só o que que esses homens e mulheres se tornaram por seguir Jesus. Esse é um farol de esperança. Esse é um convite à confiança. Uma segunda orientação que nós não podemos esquecer à luz da doutrina dos espíritos é que nós estamos em evolução constante. Isso quer dizer que aquele ditado que nasce torto, morre torto, não cabe em nós. A luz da doutrina dos espíritos, que diz que nós nascemos simples e ignorantes, e o nosso destino é a perfeição moral. Jesus falou: "Sede perfeitos como vosso pai é perfeito." Então, sejamos perfeitos como perfeito é o pai que nós concebemos. Essa é a nossa perfeição.

ignorantes, e o nosso destino é a perfeição moral. Jesus falou: "Sede perfeitos como vosso pai é perfeito." Então, sejamos perfeitos como perfeito é o pai que nós concebemos. Essa é a nossa perfeição. Por isso que ela é relativa. Isso quer dizer que nós somos imperfeitos e estamos numa jornada de nos aperfeiçoar. Pau que nasce torto morre reto. Esse é o ditado à luz da doutrina dos espíritos. E para que a gente possa se aperfeiçoar, nós vamos passar por algumas estações. Nós vamos ter que vencer algumas pedras, algumas montanhas e nós venceremos. No nosso grupo de dependência química, nós falamos recentemente exatamente isso. O nosso destino é sermos espíritos puros. O tempo que isso vai demorar é problema de cada um. Então a gente olha para Jesus e fala: "Nós um dia seremos perfeitos como ele". Se daqui a bilhões de anos ou não, aí é tarefa de cada um. Então a gente olha para aquele familiar, para aquele ente querido que tá aí dando cabeçada na vida ou pra gente mesmo que tá aí dando cabeçada e tenhamos a certeza, sejamos espíritas ou não, acreditemos ou não, nós seremos um dia espírito puro. Então, no nosso processo de autoconhecimento, dentro desse labirinto que está iluminado, quando nós sairmos, nós teremos saído renovados. Mas existe um processo, existe um deserto no meio do caminho que é passageiro. Por isso que nós vamos ver Jesus se reverenciando várias vezes no evangelho com linguagens de peregrinos que somos, porque nós somos peregrinos nesse mundo. Hoje embarcamos aqui nessa terra, nesse corpo e vamos viver tantas quantas experiências forem necessárias para alcançarmos a perfeição. Então, nós já temos algumas dicas, né? Nós somos espíritos imortais num processo de nos conhecermos, de nos melhorarmos e nos tornaremos espíritos puros. Nós somos aprendizes e como aprendizes, nós estamos numa fase de angarear experiências e aprendizados para irmos modificando aquilo que em nós ainda precisa ser modificado. E o que é que precisa ser modificado em nós? Lá no livro dos espíritos, nós vamos

ma fase de angarear experiências e aprendizados para irmos modificando aquilo que em nós ainda precisa ser modificado. E o que é que precisa ser modificado em nós? Lá no livro dos espíritos, nós vamos encontrar Kardec fazendo referência às paixões. E nós podemos chamar as nossas paixões e as nossas imperfeições e e vamos dando outros nomes quanto queiramos dar. Kardec deu o nome de paixões. As nossas paixões, o egoísmo, o orgulho, a vaidade, a soberba, a cólera. São essas características que todos nós possuímos e que muitas vezes nós temos o entendimento equivocado que devemos destruí-las em nós. E aí nós começamos numa guerra enorme, interna. Uma certa vez aqui na casa, numa numa atividade de estudo que estava tendo, uma pessoa levantou e fez uma pergunta: "Olha, na doutrina dos espíritos, a gente aprende que não pode fazer isso, não pode fazer aquilo, não pode fazer aquilo outro?" E isso para mim é um grande dilema. E a pessoa que estava coordenando o estudo respondeu para ela: "Minha irmã, eu te peço desculpas pelo aprendizado equivocado que te passaram, que na doutrina dos espíritos não é que não pode, nós podemos tudo, não é isso que Paulo fala? Nós podemos tudo, mas nem tudo nos é lícito, porque tudo tem consequência. E algumas consequências nos causam extremo desconforto. A doutrina dos espíritos é uma doutrina de esclarecimento. E à medida que nós vamos nos esclarecendo, nós vamos aperfeiçoando as escolhas que vamos fazendo. O que que nós estamos querendo dizer? Nós queremos dizer que essas paixões que nos habitam, essas emoções que nos constituem, tem a sua utilidade. Quantas vezes o medo nos protege de nos colocarmos em risco? Quantas vezes a raiva nos dá energia e força para agir? A questão, e aí Kardec explica isso, é que as nossas emoções ainda são um corcelado e ele precisa ser ensinado, ele precisa ser evangelizado. Então, as nossas paixões, as nossas emoções precisam ser evangelizadas para que a raiva que habita em mim, que me dá força para agir num sentido,

le precisa ser ensinado, ele precisa ser evangelizado. Então, as nossas paixões, as nossas emoções precisam ser evangelizadas para que a raiva que habita em mim, que me dá força para agir num sentido, possa ser uma energia que não destrua e sim em favor de algo que constrói. que o medo que me protege não me paralise, mas que eu possa utilizá-lo para agir com cautela, com discernimento. Por isso, o corcelado e não destruído. E aí, às vezes, nós ouvimos, né, algumas leituras um pouco equivocadas do do tipo: "É necessário destruir o ego e o nosso ego precisa ser fortalecido, estruturado, para que eu possa ter a real dimensão de quem eu sou. Quando eu tenho a real dimensão de quem eu sou, eu alcancei a humildade e aí eu sei o meu tamanho. E em função de reconhecer o meu tamanho, eu não preciso competir e querer destruir o meu irmão, que também sabe o seu tamanho, ou seja, sabe das suas potencialidades, das suas limitações e é capaz de viver junto, em conjunto. E algo muito importante que a doutrina nos ensina é que quando as paixões se fazem presentes, quando essas emoções se apresentam, é sinal de desenvolvimento. Vai, Patrícia, pessoa egoísta tá em desenvolvimento, está aprendendo. Nós não estamos aqui aprendendo. A criança quer tudo para si. o eu, o eu, até que num determinado momento do seu desenvolvimento psíquico, ela aprende a reconhecer o outro, eu e o outro, e começo a dar limite ao meu para não ferir o outro. Então, eu estou num processo de desenvolvimento, não de perfeição. O egoísta é perfeito, não, ainda, mas está passando pela estação para aprender. Isso quer dizer que nós estamos tentando aqui rememorar o que Jesus falou a Pedro quando Pedro disse a Jesus que jamais o negaria, que iria com ele em todos os lugares, que Jesus não tinha noção o quanto ele amava a ao mestre. E Jesus diz: "Pedro, você vai aprender que o ser humano é mais ignorante que perverso." E Pedro aprende quando ele nega Jesus por medo, por receio, por ainda não ter fortalecido nele a coragem moral. E aí

sus diz: "Pedro, você vai aprender que o ser humano é mais ignorante que perverso." E Pedro aprende quando ele nega Jesus por medo, por receio, por ainda não ter fortalecido nele a coragem moral. E aí ele sai e chora amargamente e passa a olhar os seus irmãos que se equivocaram com amorosidade. Pedro que apontava, que julgava, que dizia: "Não, eu vou com Cristo aonde ele quiser". e viveu a experiência da fragilidade, entendeu que muitas vezes os irmãos a quem ele julgava pelos erros que cometiam cometiam esses erros por fragilidade, por ignorância e não por crueldade. E nós somos convidados nesse labirinto iluminado pelo Cristo a olhar para nós e entender que muitas vezes nós cometemos os nossos erros e os nossos equívocos pela nossa fragilidade moral. Que bom que nós olhamos para nós e nos vemos assim. Agora vamos fazer o movimento de olhar pro nosso irmão e perceber que ele também se equivoca no caminho conosco pela sua fragilidade moral, pelas suas paixões em desgoverno. Então, quando eu tenho alguém querido na minha família, fazendo muitas besteiras e eu me encho de pedra na mão para julgá-lo e criticá-lo, que eu possa jogar essas minhas pedras fora, cuidar do meu agir para quem sabe a minha forma de agir possa iluminar o caminho desse que tá equivocado. Muitas vezes nós confundimos a aceitação e compreensão com clicidade. que nós nos equivocamos no caminho. Nós que estamos numa peregrinação na carne, nós vamos voltar e corrigir, porque como espírito puro, nós precisaremos ter alcançado a perfeição em todos os aspectos. Então nós voltaremos e corrigiremos. Os nossos irmãos de jornada que se equivocam também terão que acertar com a consciência cósmica e retornar e refazer. Não precisam do nosso julgamento. Não precisam que nós os trancafiemos numa prisão. Nós podemos sim oferecer a compreensão, o entendimento de que nós somos mais frágeis que cruéis. E seguimos refazendo caminhos, reparando aquilo que vamos que com que temos nos equivocado, reparando aquilo que temos destruído.

compreensão, o entendimento de que nós somos mais frágeis que cruéis. E seguimos refazendo caminhos, reparando aquilo que vamos que com que temos nos equivocado, reparando aquilo que temos destruído. Nós falamos aqui, né? Nossas emoções são para construir. Quantas vezes nós destruímos com uma palavra? Tem uma mensagem que muitos anos foi representada por um ator num Tribunal de Justiça do Sul, que é uma mensagem de Shakespeare e fala que não há nada mais cruel que a gente possa dizer a uma criança é de que ela não é capaz. Quantas vezes nós destruímos com a nossa fala? Quantas vezes nós destruímos com o nosso olhar? Quantas vezes nós destruímos como o nosso silêncio vingativo? O nosso movimento ao evangelizar o nosso corcel é para aprender que as nossas emoções, as nossas paixões possam ser colocadas sob a missão do Cristo. Isso é ser submisso, estar sob a missão do Cristo, colocar as nossas emoções, as nossas paixões sob a missão que nos convida à fraternidade, que nos convida à compreensão, que nos convida a paciência. que nos convida à amorosidade, mas não só com aqueles que nos são próximos ou com aqueles que pensam como nós. Não é a fraternidade, é o respeito, é a compreensão para com aqueles que pensam totalmente diferente de nós, que gostam do branco enquanto a gente gosta do rosa. que escolhem o caminho C, enquanto a gente escolhe o caminho D, que tem o mesmo propósito de serem pessoas melhores, mas que escolheram caminhos diferentes que os nossos. Esse é o nosso processo de aprendizado. Recentemente nós passamos por uma reunião que teve um certo desencontro, né, um desentendimento de opiniões. Ficou aquele clima assim desagradável, né? E aí na hora da prece, a pessoa que fez a prece falou assim: "Senhor, alivia o nosso coração, porque na nossa maneira diferente de ver, o nosso propósito é acertar." Quantas vezes a gente faz um monte de bobagem uns com os outros porque a gente quer acertar? Nós não estamos aqui falando em sermos coniventes com erro. Nós estamos aqui

o nosso propósito é acertar." Quantas vezes a gente faz um monte de bobagem uns com os outros porque a gente quer acertar? Nós não estamos aqui falando em sermos coniventes com erro. Nós estamos aqui falando em sermos indulgentes uns para com os outros, vigiando o nosso agir. Então eu só posso vigiar a mim mesma, vigiar o meu agir, o meu falar, o meu sentir, o meu pensar, para que eu seja uma pessoa melhor em todos os momentos. O meu irmão vai fazer isso na medida em que ele der conta. E o Chico Xavier já falava isso, né? que eu dei o direito ao meu irmão de ser como ele puder ser e a mim o dever de ser o melhor que eu posso ser, porque eu só posso cuidar de mim mesmo. Uma certa ocasião, atendi uma pessoa no atendimento fraterno que tava numa dificuldade em família e é da Umbanda. E ela falou que os guias sempre davam orientação para ela. Eu falei: "O que que os guias te orientam?" Os guias me orientam que eu tenho que mudar. Mas eu não sei porque que só eu tenho que mudar. Por que que o outro não muda? Falei: "Você tá sendo pouco inteligente, tá sendo pouco inteligente com as orientações dos guias, né? Por que que o outro não muda?" Porque o outro mudar não depende de mim, não está nas minhas mãos. O outro depende mudar se ele decidir mudar. Quantas vezes eu tô vigiando vocês sem fazer o meu dever de casa? Eu sou um espírito numa jornada de me conhecer, de me tornar uma pessoa mais purificada, evangelizando as minhas paixões. E eu estou me ocupando de fazer vigilância sobre o modo de agir de vocês. Ervas daninha estão nascendo na minha vinha. O outro vai fazer aquilo que ele der conta de fazer ao seu tempo. Não é isso que eu espero que os outros compreendam em mim? Que tudo que eu faço é o melhor que eu posso. Então, o ser que eu sou aprendendo a olhar para aquele que caminha do meu lado com a mesma compaixão e misericórdia que eu desejo que olhem para mim. com a mesma compreensão e indulgência que eu espero que olhem para mim. Quando eu caio, quando eu faço as minhas

inha do meu lado com a mesma compaixão e misericórdia que eu desejo que olhem para mim. com a mesma compreensão e indulgência que eu espero que olhem para mim. Quando eu caio, quando eu faço as minhas bobagens, eu espero ter uma mão estendida para me ajudar a levantar e para dizer: "Eu sei que você fez bobeira, mas você tava tentando acertar. É isso que eu desejo. E se eu desejo, Jesus já disse, né, resgatando a lei áurea lá do Antigo Testamento, que a gente faça ao outro o que quer que seja feito conosco. Esses são os nossos exercícios de todos os dias. Nós estamos falando aqui com o convite de que vocês possam ir pensando nisso no dia a dia, na minha família. Como é que eu posso fazer? Como é que eu posso agir? Quantas vezes eu sou chamado à contenda, à confusão, a balbúrdia, a colocar lenha na fogueira e eu consigo, tendo evangelizado a minha cólera, respirar fundo e silenciar, porque a minha fala não vai ser agregadora. E quem sabe quando os ânimos se acerenarem, ser capaz de dar uma opinião mais serena, de dar uma opinião mais amorosa, de sugerir algo diferente? Como é que eu estou sendo no meu ambiente de família? Como é que o meu corcel anda se comportando na família, no trabalho? Eu quero fazer uma partilha com vocês. Nós recentemente tivemos aqui na casa o nosso irmão Artur Valadares e ele falou muito para o trabalhador, né, para aqueles de nós que queremos estar no trabalho, seja na seara espírita, seja em qualquer área da do campo religioso. E houve um momento que eu fiquei assim: "Nossa, era tão importante se outras pessoas tivessem aqui." Até que finalmente teve uma fala do Artur numa mensagem que ele trouxe e que eu me dei conta de que ele tava falando para mim. Ele não tava falando pros outros, porque sob o que eu tenho controle e comando é sobre o meu modo de agir, é sobre o meu modo de pensar. E quando o Gandy fala, "Seja você a mudança que você quer no mundo", ele tá sendo muito sábio. Porque quando eu mudo, o mundo muda. Tem uma história, eu não sei contá-la na

sobre o meu modo de pensar. E quando o Gandy fala, "Seja você a mudança que você quer no mundo", ele tá sendo muito sábio. Porque quando eu mudo, o mundo muda. Tem uma história, eu não sei contá-la na sua Teresa, mas eh dizem que uma certa ocasião uma jovem procurou o Chico porque ela não aguentava mais a sogra. Coitada das sogras, né? de Cró e o Diga. Ela não aguentava mais a sogra e a sogra tava morando na casa dela. E ela foi procurar o Chico Xavier e falou: "Chico, olha só, eu não suporto a minha sogra e eu queria que você me ajudasse a dar um fim na minha sogra. Eu quero dar um fim nela". Aí o Chico foi lá dentro, trouxe um pozinho, falou para ela: "Olha, minha irmã, você vai fazer o seguinte". embrulhou o pozinho, falou: "Olha, toda vez na hora da refeição você vai colocar um pouquinho desse pozinho na sua paraa sua sogra comer. Daqui a um tempo ela vai morrer, fica tranquila." Só que durante esse processo, para ninguém suspeitar de você, você vai passar a tratá-la da melhor maneira que você puder. Você vai fazer tudo de melhor que você puder pela sua sogra, tá certo? Que maravilha, Chic. Vou fazer. Saiu com aquele pozinho e foi. O tempo passou. Em uma certa ocasião, essa jovem retorna a muito apreensiva, angustiada. Chico, eu preciso da sua ajuda. Aí ele, mas o que foi, minha irmã? Chico, eu preciso que você me dê um antídoto para aquele pozinho. Eu não quero mais que a minha sogra morra. Ela é uma pessoa maravilhosa, Chico. Você não sabe o que eu descobri dela nesse tempo de convivência. Aí o Chico sorriu e disse: "Ô, minha irmã, fique tranquila. Esse pozinho não tinha nada. Foi você quem mudou e aprendeu a enxergar a sua sogra com os olhos da mudança. Esse somos nós na jornada do mundo. Esse é o convite que a vida nos faz todos os dias. Esse é o convite que a vida nos faz hoje, que nessa nossa peregrinação na carne, entendendo que um dia nós seremos espíritos perfeitos, entendendo que nós estamos em aprendizado, aproveitar todas as oportunidades para evangelizar o nosso porcel,

nessa nossa peregrinação na carne, entendendo que um dia nós seremos espíritos perfeitos, entendendo que nós estamos em aprendizado, aproveitar todas as oportunidades para evangelizar o nosso porcel, cuidando e vigiando o nosso agir, o nosso pensar, o nosso sentir. E à medida que a gente fori iluminando essa luzinha de vagalume que existe em nós, a gente possa iluminar o coração e o caminhar daqueles que estão ao nosso lado. E o caminho do autoconhecimento é um caminho educativo. Evangelizar as emoções é educá-las, é ensiná-las, é direcioná-las em favor do bem, não só meu, como daquele que caminha ao meu lado. Porque à medida que eu me reconheço como uma criatura especial e valorosa na criação divina, eu aprendo a reconhecer que o meu irmão que caminha comigo é valoroso e importante na criação divina. À medida que eu vou aprendendo a me amar, eu vou aprendendo a amar aquele que caminha ao meu lado. Então, o autoconhecimento é um caminho de desafio na educação. E esse é um caminho que está sob a tutela do amor. E esse, meus irmãos, é um outro aprendizado que a doutrina me trouxe, que eu quero compartilhar com vocês. As obras de André Luiz nos dão notícia de que quem governa o mundo são aqueles que amam. Quando Maria de Nazaré desencarnou e Jesus faz o movimento de abraçá-la, de reverenciá-la, ele diz a ela: "Minha mãe, eu pedirei a Deus que no meu muro tu reines." Isso tá lá em Humberto de Campos, no Boa Nova. E André Luiz nos traz nas nas obras a intercessão daqueles que amam, nos relembrando o que Jesus falou a Maria, que ela reinaria no reino dele, o imenso amor. Então, nessa nossa trajetória de autoconhecimento, nessas nossas caídas, nesses nossos erros, nesses nossos enganos, quem nos ajuda, quem planeja as nossas aulas pra gente aprender, é o imenso amor de Deus por nós. que nós sejamos capazes de amar um pouquinho mais aqueles que hoje caminham conosco e estão sob o nosso cuidado. Fiquem em paz, que Jesus abençoe, tenham um excelente final de semana fazendo

por nós. que nós sejamos capazes de amar um pouquinho mais aqueles que hoje caminham conosco e estão sob o nosso cuidado. Fiquem em paz, que Jesus abençoe, tenham um excelente final de semana fazendo essa jornada com o Cristo de Deus. Nós agradecemos a nossa irmã Patrícia. Eu convido a todos para que façamos juntos a nossa prece. Nesse instante agradecendo ao nosso mestre Jesus. Muito obrigada, Senhor, por esses ensinamentos que tocam tanto o nosso coração, que nós possamos conservar esse bom ânimo, essa boa disposição da qual fomos abastecidos durante a palestra. que possamos nos lembrar disso no nosso dia a dia amanhã diante dos desafios, evitando a tendência de esperarmos, como disse a nossa irmã, que o outro mude, mas nos esforçando para sermos o melhor que pudermos ser. E mestre Jesus, quando esse melhor não for o suficiente, quando nos depararmos com os nossos erros, os equívocos, não nos deixe, Senhor, prisioneiros da culpa, da autodesvalorização, mas nos ajuda para que tenhamos a coragem de refazer os nossos caminhos com alegria, com esperança, porque prosseguimos nessa jornada. guiados pelas tuas mãos de luz, nos incentivando, nos recolhendo como quando caímos, acariciando a nossa fronte e nos lembrando do nosso valor. Então, mestre Jesus, segue conosco. E assim, agradecidos, pedimos a permissão para encerrar essa primeira parte dos nossos trabalhos. Graças a Deus. Meus irmãos, passamos a segunda parte agora coordenados pela nossa irmã Evans que vai nos orientar em relação ao passe. Tenham todos um excelente final de semana. Obrigada. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções,

sse, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir [música] a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, [música] rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada [música] no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério [música] necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos [música] momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou.

nto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos [música] momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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