QUEM SOU EU? - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 06/01/2026 (há 3 meses) 31:00 424 visualizações

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Transcrição

uma mina de cobre havia sido descoberta. Então ele já sabia o caminho da burocracia, né? Pede a a concessão para explorar aquela mina e aí monta a sua mineradora e aí consegue prosperar ainda mais e aí dá uma vida mais confortável pra família. Os filhos vão estudar no exterior, a mulher também já começa a ter uma posição lá na cidade de maior respeitabilidade, né? Porque já não era mais uma pessoa ali da beira da estrada, não. Já era a esposa do dono da serraria, da mina de cobre. Ela já começa também a se engajar em outras tarefas. E aí passa seu tempo, ele está lá pelos 40 anos de idade, tentado na sua confortável casa, na cidade, muito bonita, os filhos estudando fora e vem a mente dele de novo, aquela imagem do homem santo lhe dizendo: "Homem, entra na floresta". E ele pensa, eu vou mesmo agora, vou continuar essa minha busca. E dessa vez já um homem rico, já com muitos recursos, industrial, dono de serrarias e de mina de cobre. Aí ele vai, mas ele vai de helicóptero com uma equipe gigantesca. E aí ele vai entrando nessa área e vê que havia um riacho com brilho um pouco diferente. Nesse riacho havia uma clareela clareira. E ele pede pro piloto então que pouse lá. E quando ele pousa, meu Deus do céu, eram diamantes que estavam naquela água, pedras preciosas assim aparecendo. Que maravilha. Ele então se torna proprietário de uma mina de pedras preciosas. Fica riquíssimo, milionário. Os filhos já formados, agora cada um cuida de uma das indústrias. É uma loucura. A vida fica muito atribulada. É muito dinheiro que ele tem. E aí, já cansado, em torno de 60 anos, ele tá na sua linda casa de praia, dessa vez lá no Mediterrâneo, cheio das preocupações, dos conflitos com sindicatos, das das dificuldades jurídicas que ele enfrenta, eram muitas empresas. Ele cansado, exausto de tanto trabalhar. 60 anos de idade, ele se lembra daquele dia em que o homem santo havia visitado. E novamente a frase: "Homem entra na floresta". Só que dessa vez, meus amigos, ele não vai em busca de nenhum

rabalhar. 60 anos de idade, ele se lembra daquele dia em que o homem santo havia visitado. E novamente a frase: "Homem entra na floresta". Só que dessa vez, meus amigos, ele não vai em busca de nenhum carro, de nenhum equipamento, de nenhum avião para explorar mais aquela área geográfica. Dessa vez ele respira fundo e resolve fazer uma viagem em direção aos seus próprios conflitos, as suas vontades, os seus anseios, aos seus sonhos não realizados, aos seus projetos. E aí começa a entrar nesta grande floresta interior. E aí pela primeira vez ele experimenta um momento de paz quando ele consegue aquiietar as vozes externas, a demanda pelo mais, pelo ter, pelo conquistar e finalmente a sós consigo mesmo. Ele para pela primeira vez para se olhar, ele começa a experimentar um momento de paz. E esse conto nos fala da viagem que o homem santo recomenda para todos nós, que nós entremos nessa floresta, a floresta de nos escutar, porque na nossa, no nosso estilo de vida, nós estamos toda hora voltados para o exterior. Estamos muitas vezes deixando de ouvir o nosso próprio coração, deixando de entender as nossas fragilidades para que a gente siga batido, passe batido e vá vivendo. Então o espírito que eu trago aqui para a nossa reflexão, ele tem um livro maravilhoso, tem vários, né? Mas esse livro se chama Os Prazeres da Alma. E nesse livro ele vai abordar diversos tesouros ocultos nessa nossa floresta ainda inexplorada. São os tesouros de que Jesus nos fala que seriam aqueles tesouros que nós poderíamos guardar conosco, que a traça não ia corroer, enfim, a ferrugem não ia corroer, que a traça não ia comer. Esses tesouros que nós temos no nosso coração. E Ramed vem falar desses potenciais que a gente tem para ser desenvolvidos. E um deles muito importantes para a construção da nossa felicidade é a nossa habilidade de nos conhecermos. Essa habilidade que a gente tem para saber onde e como nos diz Ramed agem os nossos pontos frágeis. Às vezes a gente tem alguma coisa, um móvel na sala, na casa, uma cadeira, né?

e de nos conhecermos. Essa habilidade que a gente tem para saber onde e como nos diz Ramed agem os nossos pontos frágeis. Às vezes a gente tem alguma coisa, um móvel na sala, na casa, uma cadeira, né? De vez em quando alguma coisa quebra, ó, não senta aí não, que essa cadeira aí, a pedra, a perna tá meio bamba, pode ser que ela quebre. A gente conhece os pontos frágeis dos objetos à nossa volta, principalmente quando eles vão ficando mais velhinhos e usados. E os nossos pontos frágeis, será que a gente conhece? A gente sabe onde a gente vai quebrar, onde vai provocar uma dor que a gente não vai poder às vezes encarar ou ter aquela vontade de olhar para aquilo ali que tá machucando tanto. Vejam na história do homem santo e do lenhador. O lenhador, no início da nossa nossa história, ele vivia ali à margem das da floresta, vivia uma situação de quase miséria. Vamos fazer uma analogia da situação dele com a nossa situação quando nós ainda não entramos na floresta do nosso mundo íntimo. A miséria que nós temos quando nós não nos olhamos é uma miséria do ponto de vista sentimental. espiritual, porque a gente não entra em contato com a riqueza do nosso mundo interior, que não tem eh madeiras raras, nem metais preciosos, pedras preciosas, mas tem todo esse tesouro da nossa alma que a gente deixa de entrar em contato. Então, Ramed vem nos convidar nessa nesse capítulo, são dois capítulos do livro Prazeres da Alma, em que ele vai falar sobre o autoconhecimento. ele vem nos convidar a fazer esse esse passeio para que a gente veja os nossos pontos frágeis. E aí compreendendo as nossas fragilidades, nós vamos compreender melhor aqueles que nos cercam. Ué, como assim? Que que tem a ver uma coisa com a outra? Então, eu me entendendo, tudo bem, vai ser melhor para mim? OK, isso vai me fazer entender melhor o outro? Como assim? Existe um mecanismo que a gente utiliza, nós seres humanos, como defesa, que se chama projeção. O que que é isso? Eu não dou conta de ver alguma coisa que tá

fazer entender melhor o outro? Como assim? Existe um mecanismo que a gente utiliza, nós seres humanos, como defesa, que se chama projeção. O que que é isso? Eu não dou conta de ver alguma coisa que tá muito me atrapalhando ali no meu interior e aí às vezes eu tenho vergonha de ver aquilo, não tenho a coragem, não tenho preparo, que que eu faço? Aquilo ali tá dentro de mim fazendo um atrito, um choque, mas tá lá no meu inconsciente. Que que eu faço sem querer? inconscientemente eu projeto aquilo ali no outro. Então assim que nós, por exemplo, durante toda o período da Idade Média, nós projetamos todo o mal que havia na gente, na figura do diabo, da bruxa, doge. Isso nós fizemos. É a nossa sombra interior, individual e coletiva que a gente projetava. Por quê? Porque gente, é muito difícil ver a maldade que ainda tá em nós. E a gente fala assim: "Não, o mal é o mundo. A gente tá aqui. Então, se a gente conhece a lei da afinidade, da sintonia, se o mal é o mundo, não tem mal em mim, como é que eu tô aqui?" Então, teve um erro lá em cima. Teve alguma coisa esquisita? Não, não teve erro. Nós estamos aqui porque nós ainda temos algo dessa maldade em nós que precisa ser trabalhada, que precisa ser por nós descoberta e transformada. Então, nos conhecendo melhor, a gente vai se levar melhor com o outro, vai se dar melhor com outro, vai conviver melhor com o outro, porque nós vamos ficar atentos para não projetar. Então, eu tô extremamente irritada. Tô irritada, sei lá por não quero nem saber. Acordei é de mau humor e aí qualquer coisa que o outro faz me irrita. Não, mas eu tô irritada. Não, mas é o outro que tá me irritando. Vejam como a gente projeta no outro. Ao invés de parar. Pera aí, que que tem de errado comigo? Eu tô irritada por quê? Que que será que eu tava pensando que não deu certo? O que que será que me tirou aqui do meu equilíbrio? Essa viagem pra nossa floresta. Ao invés de projetar no outro. E aí ele vai nos dizer que apenas quando a gente atinge esse nível razoável de

certo? O que que será que me tirou aqui do meu equilíbrio? Essa viagem pra nossa floresta. Ao invés de projetar no outro. E aí ele vai nos dizer que apenas quando a gente atinge esse nível razoável de autoconhecimento, que a gente consegue estabelecer relacionamentos saudáveis com o outro. Senão a gente sempre vai falar: "Puxa, eu tive aí um um namorado, um marido, não deu certo, mas também olha que azar, eu tenho dedo podre, eu só atraio pessoa ruim. Ah, não tenho sorte com amigo. Quem vocês já ouviram falar assim? Hoje eu tava falando com uma menininha de 13 anos que me falou isso. Eu não tenho tia Márcia, sorte com amigo, não é possível. Tudo bem que ela tá num processo de análise, né? E vai, talvez, esperamos que procurar olhar um pouco para si mesma. Mas são coisas que a gente fala e que a gente muitas vezes não para para analisar o que realmente existe dentro de nós. Quando nós vamos então nos diz a média, aproveitando essas lições que o autoconhecimento nos traz, a gente acaba diminuindo o nosso nível de crítica, porque o outro, sendo como ele é, não vai me incomodar tanto, porque eu não tô projetando. O outro é assim, eu sou assado. Na hora que eu identifico algumas fragilidades em mim, eu amorosamente acolho e começa a trabalhar essas fragilidades. Esses conflitos que a gente tem no dia a dia é que vão tornar as nossas relações malsucedidas, seja no trabalho, sejam as relações familiares, de amizade, as que forem, são esses pequenos conflitos. Aí a gente lembra, isso quem fala é o espírito e aí a gente lembra de Joana deângeles lá no Evangelho quando ela se autointitula o espírito amigo, um espírito amigo e vai nos trazer a lição da paciência, quando ela diz assim: "A vida é feita de mil nadas, mil besteirinhas, bagatelas que acabam por nos ferir tanto, não é isso? Não são as grandes coisas, são as pequenas. Amé vai nos lembrar, são as cobranças ali excessivas no dia a dia, são as as a petulância de alguém, a arrogância, as pequenas indelicadezas, grosseriazinha boba que às vezes a gente

são as pequenas. Amé vai nos lembrar, são as cobranças ali excessivas no dia a dia, são as as a petulância de alguém, a arrogância, as pequenas indelicadezas, grosseriazinha boba que às vezes a gente faz, alguém fala com a gente, a gente ã hã ô que grosseria boba, pequena, né? Não é uma ofensa grande, mas aquela coisinha ali que vai minando as relações, a insensibilidade, pequenos atos de insensibilidade, autoritarismo, tudo isso a gente tem dentro da gente, não tem? Ou alguém aqui não tem? A gente tem. E vai minando as nossas relações. O desinteresse, a impaciência hoje é tão comum. Às vezes a gente chega tão cansado em casa, quem tem filho pequeno, né? Eu não tenho mais, tá grande, mas ainda assim chega tão cansada, aí o filho vai e quer falar uma coisa, é uma besteira, né? Uma coisa boba. E às vezes a gente tão cansado, doido para ficar com o celular, né? Que tem um querido amigo nosso da comunhão, Dr. Wesley, psiquiatra, que fala que é o tinhoso. Eu adoro esse nome, gente. Incorporei lá em casa. Meu marido pega, eu falo: "Você tá fazendo o que com tinho?" Larga o tinhoso. Porque é mesmo, a gente se furta as relações, a interação às vezes numa besteira que não tem nada a ver. Para mim vai no Instagram, eu gosto de gato, é um monte de gatinho fofo. Quando eu vejo passou uma hora, eu tô lá no gatinho fofo, olha o tempo que eu perdi. E aí a gente tem que adotar um certo equilíbrio, né? Porque senão não dá. Então esse desinteresse que às vezes a gente manifesta ao invés de nos envolvermos com outro, os pequenos desrespeitos. E a Joana deângeles vai falar nessa nesse nessa lição sobre a paciência, vai nos falar que a gente precisa olhar para as os nossos deveres nesses momentos em que mil nadinhas ou besteirinhas acabam por nos ferir. A gente olha para os nossos deveres. O que quer dizer isso? O que que a minha consciência manda que eu faça? que a gente olhe para as nossas consolações, as bênçãos que a vida nos traz. E aí a gente vai ver, de Joana de Angeles, que as bênçãos são muito

isso? O que que a minha consciência manda que eu faça? que a gente olhe para as nossas consolações, as bênçãos que a vida nos traz. E aí a gente vai ver, de Joana de Angeles, que as bênçãos são muito maiores que as nossas dores. É a mudança de perspectiva. E ela segue nessa lição dizendo uma frase que eu acho mais assim impactantes para mim. Ela fala se o fardo, o peso é muito mais pesado quando a gente curva a nossa cabeça pro chão. Não é assim? A gente pega qualquer coisa, seja o saco de arroz de feijão, a gente vai carregar, ah, se for ali 5 m, não dói nada, mas se a gente vai carregar 1 km, se a gente começar a fazer assim, vai pesar muito mais do que se a gente olhar para o alto. E assim que nós precisamos caminhar. Temos o fardo das nossas dificuldades. Sim, temos o fardo das dificuldades de convivência, nossas expectativas frustradas. Temos. Isso é verdade. Mas vamos olhar pro alto também e ver as bênçãos que temos. Quando a gente fala dessa viagem eh para essa floresta interior, esse autoconhecimento, às vezes a gente pensa só em eh defeitos nossos. Temos defeito, claro que temos, mas também temos as nossas qualidades que muitas vezes a gente não olha. Quando Hamed Oung vai nos falar e Joana deângeles também da necessidade nossa de conhecer a nossa própria sombra, não é o nosso lado malvado, horroroso, é o é simplesmente o que está no nosso inconsciente, que não foi ainda por nós acessado. É possível acessar no nosso nível de consciência? ainda não, mas nós estamos nesse trabalho de pouco a pouco ir acessando as nossas dificuldades e as nossas potencialidades. E muitas vezes nós projetamos isso no outro. Como é que a gente projeta o negativo? Quando a gente, por exemplo, projeta no outro os nossos conflitos, quando a gente projeta no outro as nossas dificuldades, a gente está projetando o negativo no outro. Tem alguma coisa em mim que eu não quero ver ainda, então não vejo, mas quem tá errado é o outro. A média vai dizer assim para nós, quando nós abominamos as deficiências

rojetando o negativo no outro. Tem alguma coisa em mim que eu não quero ver ainda, então não vejo, mas quem tá errado é o outro. A média vai dizer assim para nós, quando nós abominamos as deficiências alheias, aquilo que tá de ruim no outro, pode ser uma deficiência assim, mas se eu tô abominando, se aquilo me causa um sentimento de ódio, de revolta, pera aí, tá alguma coisa errada. Talvez seja um indício que eu me recuso a ver algo daquilo em mim. Aí a gente fala assim: "Não, mas nessa vida aquelas atrocidades que eu tô vendo ali, o outro fala: "Eu não tenho nada disso". Às vezes a gente não tem naquele grau e às vezes a gente não tem nessa fase da nossa existência. Por quê? Porque nós já passamos por isso, já aprendemos. Então, estamos todos no mesmo barco que se chama planeta Terra, para o qual nós fomos atraídos e permanecemos por conta da nossa sintonia, por conta do nosso nível de vibração. Projetamos também no outro muitas vezes qualidades que a gente ignora em nós mesmos. Quando que isso acontece? Ramed vai dizer assim: "Quando nós atribuímos ao outro nossos potenciais não desenvolvidos, fazendo deles heróis ou gurus, nós não temos heróis, nós não temos gurus, temos o nosso mestre Jesus, que é o nosso modelo e guia, e temos pessoas maravilhosas que estiveram na terra antes de nós e que estiveram também no nosso tempo." Mas guru e guia nós não temos. Temos o nosso mestre Jesus, ele sim, o único perfeito. Então, às vezes eu projeto uma qualidade minha que eu ainda não tenho no outro, aí eu fico idolatrando o outro, gente. Mas o outro é pessoa de carne e osso. Aí quando o outro dá um deslize, porque ele vai dar, ele é de carne e osso, ai eu vou ficar desacreditando completamente. Isso acontece muito nas religiões. Ah, tinha um padre que eu adorava. Aí viu o padre fazer uma grosseria com alguém, nossa, não volto mais naquela paróquia. ou era o palestrante. Nós somos humanos. Todos nós somos pessoas em tratamento para as enfermidades da nossa alma. E precisamos

fazer uma grosseria com alguém, nossa, não volto mais naquela paróquia. ou era o palestrante. Nós somos humanos. Todos nós somos pessoas em tratamento para as enfermidades da nossa alma. E precisamos nos lembrar daquele episódio da vida de Jesus em que ele manda os discípulos pro barco. Ele tava ali atendendo algumas pessoas e ele fala pros discípulos: "Olha, vou indo pro barco e eu vou depois eu encontro com vocês. Vamos atravessar lá para outra margem." E aí começa a ter uma tempestade e de repente os os discípulos ficam com medo, né? E de repente eles vêm o vulto se aproximando deles e fica apavorados. A pessoa naquela tempestade no meio do mar andando, que que é aquilo? Só pode ser um fantasma, né? Eu também ia morrer de medo. Se fosse comigo também eu ia gelar naquela. O que que é isso, né? E aí nós vemos isso lá no Evangelho de Mateus. Vamos ver aqui que que que Jesus falou. Ele dirigiu-se a eles, aliás, Mateus, né? Ele que é Jesus, dirigiu-se a eles caminhando sobre o mar. Os discípulos, porém, vendo que caminhava sobre o mar, ficaram atemorizados, atemorizados e disseram: "É um fantasma!" E gritaram de medo. Olha o desespero, gente. Mas Jesus lhes disse logo: "Tende confiança, sou eu. Não tenhas medo. Pedro, interpelando disse: "Senhor, se és tu, manda que eu vá ao teu encontro sobre as águas." E Jesus fala: "Vem." E Pedro vai. E anda realmente um pouco até que ele morre de medo e começa a se afogar, se afundar. E Jesus então o segura novamente. E esse essa passagem de Jesus é interessante porque nós podemos fazer uma analogia com esse processo de autoconhecimento. Jesus está lá na água. Qual é o simbolismo da água? É o nosso inconsciente. São as nossas emoções inexploradas. Jesus que já dominava completamente a a própria se dominava completamente, havia atingido já a perfeição e a plenitude, tinha total domínio sobre as suas emoções, sentimentos, crenças, não havia mais nenhum lado obscuro como nós temos ainda. Então Jesus, que dominava o seu próprio mundo interior, anda sobre as

enitude, tinha total domínio sobre as suas emoções, sentimentos, crenças, não havia mais nenhum lado obscuro como nós temos ainda. Então Jesus, que dominava o seu próprio mundo interior, anda sobre as águas e nos convida. Vem, anda, dá esse passo, não tenho medo não. E nós estamos na posição de Pedro. Jesus me chama, eu quero ir. Eu quero me conhecer. Eu quero saber quem eu sou. Não vou ter vergonha, porque o Senhor gosta de mim assim mesmo. Então não vou ter vergonha. Não é desse jeito mesmo, Capenga, é o que eu sou. Mas eu vou andar sobre essas águas. As tuas mãos estão me chamando. E aí ele tá, meus amigos, pronto para nos receber. Essas são as águas, as nossas emoções secretas, ignoradas, a nossa vida inconsciente. E o mestre parava então sobre essas águas. Como é que nós podemos então nos colocar nessa situação? confiando. Ele entende os nossos medos, ele entende os nossos conflitos, ele entende nossas dificuldades. Vamos caminhar nos olhando com coragem, com confiança, para que a gente vá fazendo as transformações que nós já podemos fazer. São muitas. Enquanto nós ficarmos projetando tudo no outro, enquanto a culpa sempre for do outro, a gente não vai avançar, não vamos caminhar sobre a água. E nós estamos aqui para fazer essa travessia. Ele nos dá a sustentação que a gente precisa. Não tenhais medo. Vem, eu estou aqui. É o que ele nos fala. Então, precisamos entender o que nós trazemos de conflito, o que nós trazemos de qualidades e fazer a ponte entre esses dois aspectos do nosso mundo inconsciente. Qual que é a ponte? Como é que a gente faz essa ponte? através do amor. É esse autoacolhimento. O amor é que vai nos ajudar, o amor pela gente. Porque como é que eu vou conhecer algo que eu não quero? Ah, vamos conhecer lá um lugar bem ruim na terra, sei lá, o desertos, sei lá qual, super árido, horroroso, temperatura 60º, não tem água, não tem comida, não tem guia, não tem resorte, tá gente? Tem que imaginar coisa bem ruim. Alguém quer conhecer? Não, eu não quero. Eu não gosto desse lugar.

, horroroso, temperatura 60º, não tem água, não tem comida, não tem guia, não tem resorte, tá gente? Tem que imaginar coisa bem ruim. Alguém quer conhecer? Não, eu não quero. Eu não gosto desse lugar. Como é que a gente vai conhecer o que a gente não gosta? Para que nós nos conheçamos, a gente precisa se acolher e se amar. E aí vamos fazendo essa viagem. Nos conhecendo, a gente vai poder começar a se cuidar ao invés de cuidar do outro. E aí nós vamos fazer, como nos disse Jesus, procurar tirar a trave do nosso olho para que a gente tenha olhos de ver e ouvidos de ouvir, que a gente possa se perceber em vez de ligar pro cisquinho lá no olho do outro. Meus amigos, eu agradeço a vocês esses momentos. Desejo a vocês um ano cheio de muitas realizações, que a gente possa continuar caminhando com coragem, com alegria, com esperança, porque a nossa caminhada nunca é sozinho. Temos ao nosso lado, espíritos amigos nos incentivando, nos lembrando das nossas possibilidades, potencialidades e nos convidando a caminhar. Porque a jornada tem pedra, tem, mas também tem flores. e que tem a nossa boa vontade, que tem a nossa perseverança. Eu agradeço muito a vocês, desejo a todos uma excelente tarde. Obrigada. Nós agradecemos a nossa querida irmã Márcia pelas palavras que nos trouxe luzes ao nosso conhecimento. Ampliamos na tarde de hoje, andamos mais um pouquinho no processo da nossa evolução. Bom, agora nós vamos pra segunda parte que é a parte de passes. Então, aguarde que o nosso irmão Ítalo vai convocá-los para a tomada de passe. Muito obrigado, muita paz no caminho de todos nesse ano 2026 e que essa alegria, essa paz que sentimos agora, essa harmonia seja estendido aos nossos queridos. Muito obrigado por tudo. Esperamos revê-los na próxima segunda-feira. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por

m-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. [música] Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que

de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores [música] espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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