QUE FAREI? - Miriam dos Anjos [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
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de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando. Olá, seja bem-vindo, seja bem-vinda ao grupo de harmonização Chico Xavier da Comunhão Espírita de Brasília. Nós estamos hoje eh refletindo com o livro Segue-me pelo espírito de Emanuel, que a psicografia, esse livro segue-me do do psicografia de Francisco Cândido Xavier e o título é que farei? Antes de iniciarmos a reflexão com Emanuel, vamos fazer a nossa prece agradecendo a Deus pela oportunidade de estarmos aqui, né? esse dia, nesse horário, dispostos a usar da melhor forma o tempo que temos, refletindo sobre os ensinamentos do Cristo, trazendo-nos aqui Emanuel como nosso orientador para essa reflexão, que possamos estar então receptivos à mensagem desse espírito Emanuel, assim como também possamos estar receptivos à orientações que receberemos certamente a nos ajudar na compreensão dos nossos mentores espirituais. Que o Pai misericordioso esteja sempre conosco hoje e sempre. Essa pergunta que farei, ela faz parte do Atos dos Apóstolos no capítulo 22. É de f ele está mais certamente inserido no versículo 10. Nesse capítulo 22 do Atos dos Apóstolos, Paulo fala quase que exclusivamente da eh da sua defesa diante do templo de Jerusalém, porque ele estava sendo, a população, a multidão estava o ameaçando de matar. E diante, então, no templo, né, ele começa a fazer sua própria defesa. Nesse capítulo, ele vai falar quem ele era. Saulo, que é judeu, que foi instruído por Gamaliel, que ele também eh havia nascido em Tarso, que ele perseguia os cristãos e a doutrina de Jesus. os cristãos, né? Os seguidores de Jesus até então, que a caminho de Damasco, ele foi
truído por Gamaliel, que ele também eh havia nascido em Tarso, que ele perseguia os cristãos e a doutrina de Jesus. os cristãos, né? Os seguidores de Jesus até então, que a caminho de Damasco, ele foi surpreendido por uma forte luz que o cegara e que nesse mesmo momento ouvira a voz direta de Jesus, perguntando-lhe: "Saulo, por que me persegues?" Que a única resposta que ele conseguiu ter naquele momento, tomado por pelo amor, pelas energias do Cristo, tudo que ele conseguiu responder é: "Senhor, o que devo fazer?" E Jesus logo lhe respondeu: "Levanta-te, vai a Damasco e que lá ele seria instruído ao que deveria fazer, já que ele se tinha se predisposto a fazer alguma coisa a partir daquele momento. em Damasco. ele fora acolhido por Ananias, que ele teve sua visão restituída e que Ananias então passou a orientação de que uma vez que ele tinha eh sentido, percebido a vontade do de Deus, né, do Pai e tinha visto e ouvido, né, o justo que é Jesus, então que ele soubesse que ele seria diante dos homens testemunha, eh, como ele diz, testemunha das coisas que têm visto. e ouvido, que ele tinha visto e ouvido. É uma passagem que em algumas partes nós já a conhecemos, nós até a temos de cor, não é? Mas Emanuel vai nos levando para repensarmos exclusivamente nesse nessa postura de aceitação, nessa postura de colaboração, de render-se ao amor de Jesus e a sua doutrina que Paulo teve quando tudo que ele fez foi que queres que eu faça, né? Diferentemente de uma postura que poderia ter tido de justificar-se, né? Quando Jesus pergunta: "Salmo, por que me persegues?" Ele poderia ter perdido o tempo se justificando. Ele poderia eh ficar eh perdendo tempo em curiosidades. O que que deveria fazer ainda ainda Damasco que for a orientação do Cristo? Já que o propósito da ida dele a Damasco, que era prender os que seguir os que seguiam Jesus, já não mais ocorreria, uma vez que ele havia a sentido, eh, que havia sido tocado pelo amor do Cristo e assim se predispunha a servi-lo. Ele poderia perder-se na
er os que seguir os que seguiam Jesus, já não mais ocorreria, uma vez que ele havia a sentido, eh, que havia sido tocado pelo amor do Cristo e assim se predispunha a servi-lo. Ele poderia perder-se na curiosidade. Para que que eu tenho que ir se no meu propósito já não existe? E se eu tenho que ir, o que que eu vou fazer, né? Um exemplo muito é muito curioso para as nossas posturas de indagações perante as coisas que devemos fazer. E Paulo não, Paulo não fez, não perdeu seu tempo, pôs-se a caminho. E uma vez pondo a caminho toda a história dele, nós conhecemos que ele foi um testemunho vivo, né, dos ensinamentos do Cristo. E é baseado nisso dele eh dessa disposição, dessa postura de Paulo, diferentemente de posturas que ainda no tempo de hoje eh possamos ter. Eh, Emanu começa sua reflexão, dizendo-nos: "Muita gente aproxima-se do evangelho para o culto inveterado ao comodismo". Bem, aqueles que conhecem eh o percurso de Paulo, né, após sua conversão, sabemos que não houve qualquer comodismo, qualquer facilidade na vida de Paulo ao testemunhar os ensinamentos do Cristo. Então, essa postura de fazer um culto envereterado ao comodismo, que muita gente, né, assim nos diz Emanu e a motivo de muita gente se aproximar ao evangelho, é bastante oposta ao de Paulo, né, no ao contrário do comodismo, ele pôs-se em movimento a viver esse evangelho e mais do que isso, né, a testemunhar a veracidade da verdade no qual ele teve contato e é, na verdade, no qual também hoje nós também temos temos acesso que é a verdade do Cristo. Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ah, talvez esses que ainda se aproximem do evangelho em busca de comodismo, talvez tenham uma compreensão errônea a respeito dos ensinamentos contidos no Evangelho. Talvez ainda porque tenham ficado presos naquele encantamento dos ensinamentos que estão no evangelho. E nesse olhar superficial desses ensinamentos podem ter entendido que pudessem ter algum privilégio, pudessem ter eh a podessem ter a se tornar cristãos ou a seguir,
sinamentos que estão no evangelho. E nesse olhar superficial desses ensinamentos podem ter entendido que pudessem ter algum privilégio, pudessem ter eh a podessem ter a se tornar cristãos ou a seguir, né, algum ritual, ao ao se ao aceitar alguns dogmas, pudesse ter sim seus desejos a partir de então eh atendidos, uma vez que a mensagem do Cristo nos leva a esse a essa compreensão da do pertencimento desse amor divino, né? E nesse, talvez Emanuel tivesse assim olhando para esse esse estado de comodismo diante do evangelho, porque numa compreensão eh superficial, mais rasa, talvez pudessem estar entendendo que os ensinamentos nos diz a respeito de um divino que está para nos servir, né? E no entanto, eh, nós vamos começar entendendo assim que se ele está para nos servir, não precisa fazer nada. Daí sim surgir o culto inveterado ao comodismo. Mas diz-nos Emanuel que nessa postura eh de indagar, né, de de pensar em privilégios, de que tudo chegue de fácil, de forma fácil, diz-nos Emânio que alguns nesse nessa postura interrogam como dominaria. Bom, quem é quem quem se predispõe ao entendimento do ensinamento do evangelho tá muito longe de compreender, então a sua essência quando pensa em como deveria, como poderia dominar. E talvez esse desejo de dominação possa estar ainda fixado na na liderança que Jesus exercia, porque multidões o seguiam. E talvez com essa visão fixa, sem reflexão, sem aprofundamento, posso entender que eh tendo o evangelho, né, os ensinamentos, melhor dizendo, eh, fixos, né, na sua mente, ele possa então dominar, né, liderar multidões. E como não vai profundamente no que isso significa a liderança do Cristo, não percebe que a liderança se dá pelo servir que Cristo nos testemunhou, por servir ao amor e não a dominar, né? eh, no sentido de liderar, dominando mentes, muito pelo contrário, ensinava-nos a aprender e a servirmos em nome desse amor. Diz-nos Emanuína que outros podem ainda indagar como descansarei. Ora, se nós vamos olhar a vida do próprio Cristo contida nos
pelo contrário, ensinava-nos a aprender e a servirmos em nome desse amor. Diz-nos Emanuína que outros podem ainda indagar como descansarei. Ora, se nós vamos olhar a vida do próprio Cristo contida nos Evangelhos, olhar a vida dos seus discípulos, nenhum deles tinha o comodismo. Nenhum deles conhecia o descanso a longo prazo. Talvez quem ainda pense ao encontrar o evangelho, os ensinamentos do evangelho, pense em descansar, talvez a também esteja com a sua visão pouco mais rasa, um pouco superficial, eh talvez compreendendo que uma vez filho, né, de Deus, ou seja, uma vez entendendo a sua filiação com o divino, pai, o criador do universo, talvez como herdeiro desse pai possa entender que as coisas chegarão a ele, eh, mais especificamente que os seus desejos serão atendidos a partir desse momento em que ele herda do pai, o criador do universo, né? ele é herdeiro dele. E, no entanto, nós somos herdeiros de um trabalho de progresso insensante, no qual o descanso, embora seja eh seja direito do trabalhador, não é um descanso, como às vezes possamos entender, um descanso a de eterno daquele em que nos nos leva à ociosidade. Então, nessa compreensão, as avessas de que o contato com o evangelho, seja uma tradução de privilégio, seja uma tradição de seja uma tradução de comodismo, diz-nos Emânuel que os rogos, né, então os as os pedidos nas orações que essas pessoas com esse entendimento proferem ao divino são rogos que se multiplicam estranhos. reprováveis, incompreensíveis. Há quem peça, nos diz a mano, reconforto barato na carne, quem reclame afeições indébitas, quem suspire por negócios inconfessáveis e quem exija recursos para dificultar o serviço da paz e do bem. Esses roubos estranhos, reprováveis, incompreensíveis que Emanuel nos trouxe, nós vamos percebendo que eles são muito de cunho material, das nossas necessidades materiais, eh, baseados ainda nos nossos valores, da nossa imperfeição, e não são valores de cunhos espirituais. Então ele fala do reconforto barato na carne,
e cunho material, das nossas necessidades materiais, eh, baseados ainda nos nossos valores, da nossa imperfeição, e não são valores de cunhos espirituais. Então ele fala do reconforto barato na carne, talvez um desejo nosso do de prazer, de exercício do poder, negócios inconfessáveis e recursos para dificultar o serviço da paz e do bem, com certeza motivados ainda pelo egoísmo, orgulho e vaidade que ainda nos habita. e assim não compreende que, na verdade, a mensagem do evangelho nos traz a necessidade de nos espiritualizarmos. O evangelho traz essa nossa necessidade de evoluirmos. trabalho, esforço, vontade, renovação. Então, a pergunta do apóstolo Paulo, continuou, Emmanuel, no justo momento em que se vê agraciado pela presença divina, é padrão para todos os aprendizes e seguidores da boa nova? Então, a conversão de Paulo, quando Jesus pergunta, Saulo, ainda, né, por que me persegues? E ele responde, o que devo fazer? Eh, ele converteu-se, né, foi tocado pelo amor do Cristo. E ao ser tocado pelo amor do Cristo, é que ele faz todo esse movimento de conversão e de testemunho. Não foi porque, penso eu, né, não foi porque ele o viu ou o ouviu que promoveu a sua conversão. que nós ainda hoje, muitos anos depois de da dos testemunhos de Paulo, ainda ouvimos de outros que que professam que nos trazem esclarecimentos do evangelho. Temos acesso ao evangelho. Então, ouvimos não de uma voz direta, mas ouvimos de uma voz indireta esses ensinamentos. Ouvimos ainda com advento da doutrina dos espíritos, esses espíritos superiores esmiuçando esses evangelhos. nos mostrando o caminho. Mesmo assim, muitos ainda não se converteram, muitos ainda não se convenceram da veracidade do bem que o entendimento e a prática desses ensinamentos eh trazem, especialmente aquele que o faz. E a gente fica, eu fico pensando quando o irmano diz que é padrão para todos os aprendizes e seguidores da boa nova, ele que Paulo que vivenciou, né, experimentou esse amor, né, diretamente do Cristo, né, presença do Cristo, fico
ndo quando o irmano diz que é padrão para todos os aprendizes e seguidores da boa nova, ele que Paulo que vivenciou, né, experimentou esse amor, né, diretamente do Cristo, né, presença do Cristo, fico lembrando do nosso amor divino quando nós o sentimos, o quanto isso nos faz bem e o quanto esse amor divino faz com que a gente busque cada vez nos nutrirmos dele. E vamos e por nós sentimos esse amor humano ainda, né, entre nós? Nós vamos num movimento de que nós, a partir do momento que sentimos, nós não podemos mais negar a existência desse amor em nós. É um amor humano imperfeito ainda. Imagine o que seria e o que passou Paulo, o que sentiu Paulo, né? magnitude disso de ser de receber diretamente de Jesus esse amor, né, de sentir esse amor. Eh, talvez ele tivesse dito um pouquinho mais: "Senhor, o que devo fazer para permanecer nutrindo-me desse amor?" em nossos pequenos gestos, né, de amor, nesses nossas práticas de exercício do amor a nós e ao próximo, quanto bem nós sentimos, né, que são fagulhas desse amor que dirá quando nós estivermos mais próximos de exercermos plenamente esse amor que Jesus nos trouxe, né, quando nós de fato conseguimos falar como Jesus falou, eu e o Pai somos um. Então, ao escolher essa vida de amor, de exercício desse amor do Cristo, tá muito longe de termos uma vida de comodismo, de facilidade, de privilégios, né? Porque na verdade o evangelho não nos trouxe isso. O evangelho nos trouxe um roteiro de evolução espiritual que Jesus deixou que deixou nas parábolas para aqueles que ouvia e certamente como um processo educativo aos discípulos que o seguiam, né? E graças à aqueles que o que redigiram e por isso os o evangelho, seus ensinamentos chegam até nós esmçado pelos espíritos amigos, né, para que a gente de fato prossigamos nesse caminho evolutivo com mais entendimento, com mais compreensão, porque também já estamos numa fase em que a humanidade desenvolveu bastante a sua parte intelectual, embora muito pouco, a sua parte moral. E é nessa, nessa
om mais entendimento, com mais compreensão, porque também já estamos numa fase em que a humanidade desenvolveu bastante a sua parte intelectual, embora muito pouco, a sua parte moral. E é nessa, nessa desenvolvimento dessa parte moral que Paulo nos traz essa postura de que quando somos tomados pelo amor do Cristo, quando vemos, né, eh, as verdades contidas nesses ensinamentos, quando sentimos em nós as benéces de exercer esse amor, tudo que nos resta fazer é: "Senhor, o que queres que eu faça?" E obviamente que em nenhum dessas épocas, nem com Paulo, nem conosco, nesse momento, a humanidade está isenta da responsabilidade da sua autopromoção no progresso, eh, no progresso evolutivo, no progresso espiritual, né? Todos nós somos responsáveis. Mas Paulo nos traz nessa, nesse capítulo também eh, o incentivo de prosseguir e adiante mais conscientes, que ainda somos imperfeitos, né? Quando ele disse que eh o bem que ele queria fazer não conseguia fazer, mas o mal que não queria ele ainda o praticava. Então, consciente dessa imperfeição e da tarefa que devemos realizar nessa nessa renovação, né, de do homem velho, dos nossos hábitos antigos, ainda muito encharcados de egoísmo, orgulho e vaidade, para uma renovação de um ser em que busca amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. E Emanuel vai finalizando sua reflexão, chamando eh para nós que esse padrão que ele diz de comportamento do Paulo deveria ser o padrão de todo aprendiz e seguidores da boa nova, porque para ele, Emanuel, eh esses seguidores que ele chamou de o grande trabalhador da da revelação, né, Paulo, né, seria em todos nós, né, melhor complementando, seria aquele que não pede transferência da Terra para no céu e nem descamba para sugestões de favoritismo ao seu círculo pessoal, compreendendo que não há privilégios ou favoritismo e sim autorresponsabilidade, assim como também o grande trabalhador da revolução, da revelação, não deixa de ser uma revolução, né, interna, né, de mudanças profundas, assim como também esse
voritismo e sim autorresponsabilidade, assim como também o grande trabalhador da revolução, da revelação, não deixa de ser uma revolução, né, interna, né, de mudanças profundas, assim como também esse trabalhador da revelação, ele não roga isenção. de responsabilidade, nem foge ao dever da luta. As lutas que nós temos que enfrentar, que enfrentamos, são resultados de nossas escolhas, de nossos pensamentos, dos nossos sentimentos, das nossas atitudes. E uma vez que somos nós que construímos o perfil dessas lutas, não há por fugirmos, né, de enfrentá-las, já que uma quem as construiu fomos nós mesmos. E para Emanuel, certamente quando ele relembra que Paulo pergunta a Jesus: "O que farei?" Eu ressalta que para fazer essa pergunta, é, e se colocar à disposição do Cristo, dos ensinamentos de realmente exercitarmos o amor, é preciso, acima de tudo, compreensão. A compreensão que Paulo teve sobre o impositivo do esforço que lhe cabia. Então, quando quando nos predispomos a ir a caminho, a seguirmos o nosso processo evolutivo, trabalho encontraremos. E neste trabalho, muito esforço para aquilo que nos cabe, que é evangelizarmos, espiritualizarmos, né? criar em nós esse amor que o Cristo exemplificou, não apenas para mim, mas também para aqueles que convivem conosco. Por isso, diz-nos Emanuel, o mestre determina que o companheiro Paulo se levante para a sementeira de amor através do próprio sacrifício. e fala diretamente para cada um de nós hoje, aprendices, se foste chamado à fé, não recorras ao divino orientador, suplicando privilégios e benefícios que justifiquem tua permanência na estagnação espiritual. Procure com o Senhor o serviço que a sua infinita bondade nos reserva e caminharemos vitoriosos para sublime renovação. E assim, com essa com essa carinhosa lembrança de atitudes que devemos cada vez mais estarmos praticando, porque estamos praticando, vivenciar, testemunhar esses ensinamentos. do Cristo que nos chega pelo evangelho, que nos chega pelos espíritos amigos, que
s que devemos cada vez mais estarmos praticando, porque estamos praticando, vivenciar, testemunhar esses ensinamentos. do Cristo que nos chega pelo evangelho, que nos chega pelos espíritos amigos, que nós eh estejamos indignados se estivermos numa posição de querermos estagnar-nos espiritualmente, porque essa não é o nosso destino, que nós estejamos sempre lembrando da nossa particularidade. Somos únicos no universo, não há ninguém igual a cada um de nós. Portanto, cada um de nós, como nos lembra, Emmanuel, recebe da bondade infinita do Pai um serviço a realizar. Que nós possamos assim, então, nesse caminho, nessa proposta de renovação, seguirmos de forma consciente, com entendimento profundo da postura de Paulo quando disse ao Mestre: "Que queres que eu faça? Que assim também a cada dia nós possamos renovar essa nossa postura. Senhor, que queres que eu faça no dia de hoje? Porque muitas oportunidades de sermos úteis nos chegarão. Muitas oportunidades de nos testarmos perante essas verdades que já entendemos de praticarmos efetivamente o bem nos chegará quando nós estivermos assim nessa postura de colaboração, nessa postura de quem está pronto para aprender e seguir adiante. E assim a nossa prece possa ser todos os dias: "Senhor, o que queres que eu faça?" E assim vamos seguir adiante com o passe virtual. Assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos,
tir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos
s aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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