QUE É A PACIÊNCIA E COMO ADQUIRÍ-LA? - Leila Parreira [PRECE AOS SUICIDAS]

Comunhão Espírita de Brasília 16/02/2026 (há 1 mês) 1:05:56 1,148 visualizações

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Transcrição

Doando [música] amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a [música] beleza de viver, [música] doando amor, vibrando luz, buscando a ti, [música] buscando [música] a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor Estou aqui para agradecer de [música] coração a paz dentro de mim [música] que encontrei na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, [música] doando amor, vibrando [música] luz, buscando a ti. Boa noite. Sejam todos muito bem-vindos aqui nesse nosso espaço tão especial do domingo, essa nossa oração do crepúsculo, em que nos encontramos com Deus como Jesus, que todos os dias se recolhia no momento do crepúsculo para conversar com o pai, para ter com ele os seus diálogos, para ouvir o que o pai tinha a dizer a ele, assim como nos dizia o senador Pulolento, Zé Manuel nos contava, né? O senador Públoltolo se aproveitou de um desses encontros para se aproximar do Cristo e também estar com ele neste momento, tendo com ele um dos diálogos mais belos que temos registrado na literatura espírita. Então, estamos aqui também para conversar com o Pai, para nos unir mais ao Cristo e para aprender um pouquinho mais sobre a doutrina espírita e o evangelho de Jesus. E hoje vamos aprender sobre um tema muito, muito, muito interessante e importante na nossa vida. O que é a paciência e como adquiri-la. Para isso, temos conosco a nossa querida amiga Leila Parreira, que vai hoje nos presentear com suas reflexões e estudos sobre isso que ela vai compartilhar conosco. Mas antes desse presente da Leila, eu quero também oferecer dois presentes nesse momento, que é o momento em que a gente celebra a

suas reflexões e estudos sobre isso que ela vai compartilhar conosco. Mas antes desse presente da Leila, eu quero também oferecer dois presentes nesse momento, que é o momento em que a gente celebra a vida, um dos momentos mais tradicionais aqui da casa, que foi escolhido para que a gente pudesse celebrar a vida, lembrar que a vida sempre continua, que nós estamos imersos na vida e que sempre estaremos vivos, que somos espíritos imortais e mesmo quando por algum motivo por alguma dor, por algo que se torna maior do que nós. Nós decidimos abandonar a vida. Ainda assim seremos socorridos, seremos amparados e seremos reconduzidos no nosso caminho, pois nunca deixaremos a vida em abundância, que é Jesus, e sobretudo ele nunca nos deixará. E sua mãe cuidará de nós com muito carinho. Nos levará no colo, como ela levou seu filho Jesus quando era bebê e quando ele passou pela sua provação maior e não nos abandonar nos abandonará nem por um segundo. Então, recebamos o carinho de Maria neste momento. Recebamos a luz de Jesus e sua promessa de vida imortal que nós celebramos aqui nesse domingo. E para falar sobre o tema, eu tenho um trecho que é do livro Bilhetes Fraternais, do espírito Rodrigo, que diz: "Tem calma". Viva o presente agindo e servindo com fé e alegria, sem afligir-se pelo futuro, porque para viver amanhã, você precisará viver hoje. É uma frase do nosso querido André Luiz. E diz o espírito Rodrigo: "Nada se realiza abruptamente, tudo obedece a ciclos evolutivos próprios. O homem primitivo não se ergue à posição de sábio da noite para o dia. O sábio não se transforma em santo de uma hora para outra. Por isso, tem calma. O progresso realiza-se lentamente por esforços continuados, a fim de que o bem se fixe no íntimo do ser. Cuida dos teus interesses espirituais com denodo e carinho, mas tem calma, pois a pressa não condiz com as realizações definitivas. O que deve prender a tua atenção é o objetivo a ser alcançado. Procura sempre os recursos que possam abreviar o tempo de aquisição dos

m calma, pois a pressa não condiz com as realizações definitivas. O que deve prender a tua atenção é o objetivo a ser alcançado. Procura sempre os recursos que possam abreviar o tempo de aquisição dos valores duradouros. Jamais desanimes, uma vez que somente a paciência e o esforço no bem serão capazes de talhar, fibra por fibra, a veste sem máculas, que te dará acesso ao Festival de Luz das Verdades Eternas. E para celebrar mais um pouquinho, teremos um momento musical aqui também. Nosso querido João nos presenteará com a música que será a nossa prece de abertura. Em seguida, passaremos a palavra à nossa querida irmã Leila, que fará a palestra para nós. Alô, Té, dá um pouquinho mais de violão aqui. [música] Agradecemos. Senhor, este momento de paz, de paz, nós te sentimos aqui em vibrações fraternas. [música] Na estrada da vida, conduzos [música] ao bem na alegria ou na dor. [música] Seja o amor a nossa bandeira de luz. Amado Mestre Jesus, [música] seja o amor a nossa bandeira de luz. Amado Mestre Jesus. [música] >> Senhor, [música] de paz, nós te sentimos aqui [música] em [música] vibrações fratern. na estrada da vida, conduz-nos [música] ao bem. Na alegria ou na dor, [música] seja o amor, a nossa bandeira de luz. Amado mestre Jesus, [música] seja o amor a nossa bandeira de luz. Amado Mestre Jesus. [música] Jesus. Obrigada. Passo a palavra à nossa querida Leila, que falará sobre o tema O que é a paciência e como adquiri-la. Muito obrigada, Leila. >> Boa tarde a todos. Que Jesus nos abençoe e nos conceda a sua paz. Hoje estamos aqui reunidos para estudarmos juntos um assunto, um tema que fala muito de perto na nossa vivência diária. Nós vamos estudar a paciência, a ciência da paz, a ausência de conflito, ausência de inquietação íntima para alcançar, porque é uma conquista. A paciência é uma virtude que não nos é dada enquando se nasce. É um conteúdo conquistado e a duras penas. Por quê? Porque nós vivemos nesse cenário do mundo muito aflitivo. Há muita luta, há muita discrepância, há

uma virtude que não nos é dada enquando se nasce. É um conteúdo conquistado e a duras penas. Por quê? Porque nós vivemos nesse cenário do mundo muito aflitivo. Há muita luta, há muita discrepância, há muitas dificuldades. E o magno problema do ser humano é de fato a interrelação. é problema de estarmos juntos, combinarmos, respeitarmos e tratarmo-nos com cidadania, com generosidade, com gentileza, com cortesia. Então, é para alcançar essa virtude, que é a virtude da paciência, nós precisamos de muita coragem para olhar para dentro de nós mesmos, observar as nossas dificuldades, observar as luzes que já trazemos em nosso íntimo e estejamos convictos de que Deus quando nos cria, nos oferece toda a ferramenta necessária para a nossa própria regeneração. Então, nós não estamos órfãos, não somos vítimas, não somos desvalidos. Nós temos condições de sempre aprimorarmo-nos e darmos passos à frente para o nosso próprio crescimento, em busca daquela meta que é o anseio legítimo de todos nós. Todos nós queremos alcançar a independência, a autonomia, a liberdade íntima, a felicidade, enfim. Mas o passo primeiro é que a gente se governe a si mesmo, que seja dono de si mesmo. Para isso, nós temos que saber utilizar essas ferramentas que a vida nos propicia para a nossa felicidade. Então, a ferramenta, por exemplo, de saber nos conduzir diante de nós mesmos e diante das circunstâncias, diante do próximo, sabermos conter os nossos impulsos. Muitos dos nossos impulsos ainda nos trazem paraa animalidade. E um dos objetivos importantes do cristianismo rede vivo, que é o espiritismo, é arrancar o homem da animalidade e trazê-lo para a moralidade. é, na verdade um processo e um trabalho de humanização do ser humano. E precisamos todos conscientemente, intencionalmente colaborar para que isso se realize, tanto no nível individual quanto no nível social, coletivo. Se nós buscarmos de fato tomarmos conta de nós mesmos, sendo ou tornando-nos senhores das nossas escolhas, das nossas ações, das nossas emoções, então com

individual quanto no nível social, coletivo. Se nós buscarmos de fato tomarmos conta de nós mesmos, sendo ou tornando-nos senhores das nossas escolhas, das nossas ações, das nossas emoções, então com certeza as virtudes florescerão. Mas o primeiro passo é abrir, abrir alas. Estamos no carnaval, né? Abrir alas. para a paciência. A ciência da paz é esterilizar a contenda, é não nos entregarmos à raiva, à ira que nos fazem mal. Tanto tira-nos o sossego, tira-nos o sono e também nos propicia doenças físicas. Ninguém quer eh o mal de si mesmo. E é muito importante acender essa luz e esse propósito de nos amarmos a nós próprios, de tal maneira que a gente busque eliminar todos e quaisquer motivos de que nos que nos amesquinhe, que nos faz distantes do plano que Deus tem a nosso respeito. Existe um plano maior. Existe um plano da providência divina que se revela através dessas leis divinas que são perfeitas, que são imutáveis, onde não há favoritismo. Então, que nós aprendamos a conhecê-las e a praticá-las no dia a dia. Esses esclarecimentos que podemos ir buscando a pouco e pouco vão nos fortalecer na nossa trajetória, na busca da realização do propósito da vida, porque é verdade, a vida tem um propósito claro e definido que é a evolução do ser. Estamos aqui para evoluir. E evolução não pode ser terceirizada. Não dá para encomendar nem para um juiz, nem para um homem muito sábio, nem para um homem muito rico, nem para um guru, nem pro papa, nem para nenhum santo. a evolução. Precisamos entender que é a tarefa nossa individual, que nos compete a nós o autoconhecimento, a autoeducação, o autogoverno. Então esse é um trabalho grande, mas começa com nós podermos conter aqueles impulsos que nos animalizam, poder compreender a nossa realidade espiritual. Tanto eu quanto você somos aprendizes da vida. Então, de quando em quando, nós resvalamos do caminho, nós nos perdemos e é preciso retomar, é preciso voltar, é preciso acompanhar o ritmo do crescimento, da evolução, porque isso nos garantirá

vida. Então, de quando em quando, nós resvalamos do caminho, nós nos perdemos e é preciso retomar, é preciso voltar, é preciso acompanhar o ritmo do crescimento, da evolução, porque isso nos garantirá alegria e felicidade. É por isso que Jesus recomendou que se alguém vos forçar a caminhar 1000 passos, caminha mais 2000 passos com ele. O que Jesus está lecionando com essa sentença? Ele está lecionando que precisamos ter paciência com o nosso semelhante. Muitas vezes somos testados em nossa paciência nesse mundo cujo cenário é de tanta insatisfação, de tanta ansiedade, de tanta pressa. E é preciso pausa, é preciso calma para podermos discernir e ao invés de reagir, nós pensarmos antes e buscar priorizar o que realmente é importante. Não é importante ser dono da verdade. Não é importante eh trocar desaforo com desaforo. Pelo contrário, devemos trocar o mal que nos é feito por algum bem, porque assim estaremos livres de remorço, estaremos livres na nossa consciência, dormiremos em paz e além de tudo ainda temos a oportunidade de semear uma nova forma de pensar, um novo jeito de ser mais humano, mais civilizado. Há um ditado popular que diz: "Gentileza atrai gentileza". Então, que a gente procure seres humanos melhorados a cada dia, mas é indispensável que a gente tenha como fundamento os ensinos do nosso mestre, nosso mestre guia em modelo Jesus, que nos ensina tudo que precisamos saber e que teve uma paciência quando esteve entre nós, demonstrou uma paciência ímpar. quando esperou que cada um, que aquele povo tivesse, alcançasse a maturidade necessária para compreender os seus ensinos, ele não violentou nenhuma consciência. Ele procurou acolher, ensinar incansavelmente e exemplificar até na morte, na cruz. ensinando o perdão, ensinando a compaixão, ensinando a caridade, quando ele buscava a dor oculta, ensinando a inclinar os ouvidos para realmente ouvir e interpretar a dor ou sentimento ou a alegria alheia. Nós precisamos uns dos outros. Somos interdependentes. Então, é preciso observar atentamente

ensinando a inclinar os ouvidos para realmente ouvir e interpretar a dor ou sentimento ou a alegria alheia. Nós precisamos uns dos outros. Somos interdependentes. Então, é preciso observar atentamente o que está em torno de nós e fazer o melhor aproveitamento possível nessa circunstância. Por quê? Todos podemos semear, portanto, todos somos professores, até aqueles que nos maltratam, que nos ofendem, estão nos ensinando algo importante, nem que seja dada para nós nessas ocasiões a oportunidade de transcender a ofensa, de atender aquele critério É aquele acordo que nós já fizemos como compromisso conosco próprios de não levar nada para o lado pessoal, porque na verdade o que o outro diz que possa nos ofender, talvez tenha uma conotação diferente na cabeça e no entendimento dele. Então, não levar nada para o lado pessoal é muito sábio, é muito importante e nos confere paz, porque na verdade nós não temos nenhum metro, nenhum instrumento para avaliar a intenção do outro quando ele nos ofende, quando nos quando nos ataca. Então, é preciso considerar também que o ataque vem muitas, na maioria das vezes, por meio da palavra. Então, é preciso cuidar da palavra para que a gente não resvale na interação social. É preciso desenvolver a inteligência social de convivência. Então, a palavra é um recurso sagrado e que nos foi dada para o bem, para a elevação, para o cumprimento do propósito que nos traz aqui novamente nessa reencarnação. A palavra pode levar uma pessoa pro fundo do poço se ela for mal utilizada, mas pode erguer também. Então, diz um sábio mexicano que escreveu um livro chamado Os quatro compromissos da filosofia touteca, Dom Miguel Ruiz. E ele diz que são quatro os compromissos que nós precisamos considerar como fundamentais para o bem viver, para o bem relacionar-se, para termos força, para exterminar a contenda, para apaziguar o nosso íntimo, para adocicar as relações. Então, primeira, o primeiro acordo, o primeiro compromisso é cuidar da palavra. Que seja impecável a nossa palavra.

ara exterminar a contenda, para apaziguar o nosso íntimo, para adocicar as relações. Então, primeira, o primeiro acordo, o primeiro compromisso é cuidar da palavra. Que seja impecável a nossa palavra. Pecado é aquilo que nos maltrata, que nos faz mal, que nos diminui, que nos amesquinha. Então, que a nossa palavra seja uma palavra do bem, que reflita o bem. que faça o bem. Então, não podemos mais, depois que entendermos isso, utilizar mal esse recurso, recurso abençoado, que nos ajuda a progredir moral, espiritual e materialmente. Há uma história na Bíblia e é um livro também, o livro de Jó, a história de Jó. E há um ditado que diz assim: quando a gente é muito atingido pelas circunstâncias, pelas dificuldades, as pessoas dizem: "Ah, vamos precisar da paciência de Jó". Por quê? Porque Jó é um personagem bíblico que foi testado duramente pela vida. Primeiro, a situação dele era maravilhosa, muito abastado, muito rico naquele tempo. O gado, as ovelhas, eh as os criados, os filhos representavam fortuna, riqueza. E ele era rico em tudo isso, muito rico em posses e cercado de muitos amores. Acontece que a casa dele foi invadida em certa ocasião e levaram tudo, tudo que ele tinha. Ele não desanimou e falou de si para consigo: "Tudo que eu tive era, na verdade empréstimo da divina providência. Deus deu a oportunidade de ter e está me provando agora com a oportunidade de abrir mão dessas posses todas." Daí vieram três pessoas e disseram para ele: "Puxa, Deus não foi bom para com você. Se eu fosse você, morria e amaldiçoava esse seu Deus". Ele não fez isso. Continuou perseverante na sua fé, na sua coragem de recomeçar a sua luta sem a menor inquietação, compreendendo aquela ocorrência como uma lição a ser superada. Mas daí um tempo ele adquiriu lepra, ficou muito doente. Então a esposa muito contrariada, com muito trabalho, resolveu deixá-lo. Abandonou os filhos também, os amigos também, todos o abandonaram. Mas ele não desistiu da sua ligação consagrado com Deus, porque entendia o

muito contrariada, com muito trabalho, resolveu deixá-lo. Abandonou os filhos também, os amigos também, todos o abandonaram. Mas ele não desistiu da sua ligação consagrado com Deus, porque entendia o plano divino, sabia que aquilo era temporário, que depois a vida continua. Então, outras plagas serão visitadas, outro cenário será visto e estudado. Então, com o passar do tempo, ele recuperou a saúde, casou de novo, teve mais 10 filhos, conta lá na Bíblia, e foi feliz outra vez. Então, não há nada como nós nos fortalecermos naquele propósito de entender a nossa natureza divina. e honrá-la com toda a coragem, com todas as ferramentas de sustentação. Precisamos ser fortes, precisamos perseverar como a natureza persevera. Observemos aqui em Brasília, tem o tempo da chuva, tem o tempo do sol, tem o tempo do calor, tem o tempo do frio, tem o tempo da noite, tem o tempo do dia. Então, há uma sequência de ciclos que se cumprem com serenidade e com perseverança, com constância. Então, nós somos convidados pela vida a adquirirmos firmeza, constância e perseverança em todas as metas que devemos buscar alcançar. As virtudes são metas, né, que nos convidam a vencer a nós próprios. e nos tornarmos seres humanos mais agradáveis, partindo desse princípio que é preciso ética, é preciso respeito, é preciso civilidade para alcançarmos esses desideratos. Jesus ainda disse em certa ocasião, está também registrado em Mateus, que em Mateus, em Mateus capítulo 5to versículo 41. Depois tem dos capítulo 5º versículo 21, depois capítulo 5to versículo 39. sempre tratando dessa proposta de nós eh nos entregarmos a vontade de transformação. Desde João Batista há esse convite: Transformai-vos, convertei-vos. Então, é uma lição e uma oportunidade que nos dias de hoje estamos tendo com muito mais facilidade do que há 100 anos atrás, quando o Thomas Edson, depois de 658 tentativas, não tinha conseguido ainda inventar a lâmpada, né? Então, por perseverança, por paciência, ele conseguiu chegar naquele propósito

ue há 100 anos atrás, quando o Thomas Edson, depois de 658 tentativas, não tinha conseguido ainda inventar a lâmpada, né? Então, por perseverança, por paciência, ele conseguiu chegar naquele propósito de inventar a luz elétrica. Os cientistas, o da área da medicina, quanto tem feito por nós, né? eh, acabando com a peste, por exemplo, acabando com as com as infecções, inventando a penicilina, os antibióticos e isso tudo deu muito trabalho. Todas as vantagens que temos hoje em nossa casa, a máquina de lavar, o fogão elétrico, isso e aquilo, tudo é resultado de paciência, de esforço. A roupa que vestimos é tudo medido, traçado, cuidado para alcançar o melhor, né? Cada um no seu ofício, tenho certeza, buscamos realizar o melhor, que é o quarto compromisso da filosofia touteca. Faça sempre o seu melhor. Então, quando nós procuramos realizar o nosso melhor, ao invés de darmos só 1000 passos com aquele que pede que nós o acompanhemos, nós oferecemos algo a mais. Nós superamos aquela expectativa, nós oferecemos o melhor. Isso é próprio do ser humano, tão somente, porque todas as outras criações não tem essa prerrogativa que nós temos de nos comunicarmos pela fala, de nos fazermos compreender, de termos o pensamento raciocinado, de podermos escolher isso ou aquilo, o livre arbítrio. Então, estamos realmente instrumentalizados em tudo que precisamos para avançar em busca da nossa intea, da nossa felicidade, da nossa plenitude. Jesus disse: "Não estejais inquietos pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. A cada dia basta o seu mal." O que Jesus está lecionando aí? Algo da maior importância. Ele está dizendo para nós nos acostumarmos, nos treinarmos a viver o hoje, o presente, porque o passado passou, não tem, não é mais um ponto de força. O futuro a Deus dará. Então, precisamos viver com intensidade, com clareza essa oportunidade que nos é dada e agradecer por isso, fazer o nosso melhor agora, não procrastinar, não deixar para depois, olhar para dentro de nós e agarrar a oportunidade

intensidade, com clareza essa oportunidade que nos é dada e agradecer por isso, fazer o nosso melhor agora, não procrastinar, não deixar para depois, olhar para dentro de nós e agarrar a oportunidade de tecermos o nosso destino amanhã para amanhã, porque hoje Colhemos o que escolhemos ontem e amanhã colheremos o que escolhermos hoje. Então, quando nós agimos iluminados pelos valores que não se acabam, que não são destruídos por nenhuma traça e nenhuma ferrugem, nós, com certeza conseguiremos alcançar esse desiderato de nos aprimorarmos e de nos tornarmos a cada dia mais felizes. Porque na verdade o que nos faz feliz não é termos a palavra final, não é replicar o desaforo, não é ter razão que nos torna felizes de fato é a nossa capacidade de interpretar a vida como bênção, porque ela é uma bênção, assim como nós também somos abençoados. E o convite é amparar essa vida. que nos é dada em torno de nós e em nós próprios, desenvolvendo as qualidades necessárias para um bom convívio humano. Então, Jesus em Mateus diz assim: "Quem se puser em cólera contra seu irmão merecerá condenado no juízo." Então Jesus aqui condena a violência, condena a ira e diz que a mansidão é passaporte para o reino dos céus. Ele diz que é preciso trabalhar a forma para não magoar, para não ofender nem eles, os em torno de nós, nem a nós mesmos. Porque também merecemos caridade. Caridade do auto perdão, caridade da compreensão da nossa condição de aprendizes que de vez em quando erramos. A nossa condição de finitude um dia acaba essa vivência física. Então, não podemos nos rebelar. faz parte do plano divino, faz parte do progresso. Então, compreender a vida no seu real significado importa muito para alcançarmos e trazer para nós essas virtudes bem sedimentadas. Ele diz ainda: "Pela vossa paciência possuireis vossas almas". está registrado em Lucas, capítulo 21, versículo 19. Então, pra gente ser dono de si mesmo, é preciso ter calma, paciência, enfrentar todas as dificuldades com calma, pensando antes de responder.

as". está registrado em Lucas, capítulo 21, versículo 19. Então, pra gente ser dono de si mesmo, é preciso ter calma, paciência, enfrentar todas as dificuldades com calma, pensando antes de responder. Se alguém lhe tirar a túnica, cede-lhe também o manto. está em Mateus, capítulo 5º, significa o quê? Não vamos nos prender às perdas materiais. E se alguém requisita de nós algum empréstimo, algum favor, algo seu, então não se lamente, porque na verdade não temos nada de nosso, nem o corpo físico. Eu não inventei esse corpo. É tudo empréstimo. Tem uma história num dos livros de Humberto de Campos, irmão X, que conta que um filósofo chamado Bias numa morava numa ilha, a ilha Prie lá na Grécia, então era tempo dos do dos conquistadores. Então Dario da Pérsia tinha avisado que ia invadir aquela região. E todos os companheiros da aldeia da ilha correram muito para enterrar os próprios tesouros, perfumes, tapetes, seda, essas coisas todas. E observaram que aquele homem, o Bias, conhecido por todos, tava quietinho lá. Aí perguntaram para ele: "Cadê a carroça sua que você vai levar suas coisas?" Eu falou: "Não vou levar nada. O que eu tenho de mais precioso ninguém pode me tirar. Tá aqui e aqui." Então essa postura de desapego mostra aqui, né? O que Jesus quis dizer. Se alguém te tira alguma coisa, não se sinta tão derrotado, não. Às vezes os negócios não dão certo. Às vezes você sofre uma perda financeira. Mas isso não é motivo para se acabar ou para achar que a vida não presta, né? temos que enxergar como oportunidade, como lição para que a gente possa transcender esse obstáculo. Porque a paciência, na verdade, é uma força, uma força muito importante. É uma força poderosa que instrui, que ilumina, que opera, é uma luta dentro de nós. Então, na sua função educativa, ela é serenidade. Ela é serenidade, mas não aprova o desequilíbrio. Ela é compreensão, mas não passa pelo não aceita, não não dá passaporte ao abuso. É harmonização, mas não é apoio à delinquência. é tolerância, mas não conivência com

, mas não aprova o desequilíbrio. Ela é compreensão, mas não passa pelo não aceita, não não dá passaporte ao abuso. É harmonização, mas não é apoio à delinquência. é tolerância, mas não conivência com erro deliberado. É saber esperar, tendo seu ponto de apoio na inteligência e compreensão das coisas. É calma na luta. Nós falamos dos dois compromissos da filosofia toteca. Falamos do primeiro, que é que a sua palavra seja impecável. E falamos do último, fazer tudo, dar o seu melhor sempre. Mas o segundo deles, que é muito ligado ao primeiro e ao último, é não levar nada para o lado pessoal, nada, porque a gente não sabe a real interpretação que aquele ofensor, que o contendor deu aquela fala que dirigiu para nós e que nos atingiu. Então, é preciso não levar nada para o lado pessoal. E o último deles é: não tire conclusões, né? Nós não podemos porque não moramos dentro da pessoa, né? A pessoa que ataca é uma pessoa que teve uma educação diferente da nossa, um tempo diferente do nosso, propósitos diferentes. Então não vamos tirar a conclusão. Para que isso tudo? Para que a gente possa preservar a nossa paz, né? a nossa força moral. Essa prática da paciência então nos é mostra também quando a gente pensa que nenhum vento é favorável àela pessoa que não sabe aonde quer chegar. Você tá numa embarcação, o barquinho é a vela, você não sabe aonde você quer chegar, então você fica perdido no meio do lago, do rio, do mar. É preciso ter foco, foco para buscar aquilo que realmente possa nos sustentar o propósito de viver bem. Então, quando as coisas piorarem, a gente não tem controle sobre a maioria dos acontecimentos. Então, nós não temos poder para resolver os dramas alheios. ou ou as inquietações ou o rumo que as coisas tomam, mas nós podemos ajustar as velas do nosso barquinho quando tudo em volta está em turbulência. Então, que a gente saiba se ajustar para que nada de fora nos abale a estrutura íntima. Então, é preciso para isso ter uma mente calma, que ela vai se tornar com a a calma

m volta está em turbulência. Então, que a gente saiba se ajustar para que nada de fora nos abale a estrutura íntima. Então, é preciso para isso ter uma mente calma, que ela vai se tornar com a a calma construída, a calma preservada com muito propósito. Não vou perder nunca a minha calma. Então a minha mente vai se tornar invencível, porque com esse treino, a calma, a paciência é treino. Nós temos que treinar isso passo a passo, pouco a pouco. É fácil, de jeito nenhum, né? Mas nós temos que nos superar. Já temos muitas reencarnações, muitas experiências e muitos de nós continuamos no mesmo patamar, naquele horizonte, não mudamos nada. Então é preciso dar um app, uma força para reais mudanças de hábitos, de comportamentos. Então, cultivando a serenidade e o equilíbrio, vamos viver num mundo que, apesar de testar a nossa paciência, não nos vencerá, porque sabemos o que queremos e sabemos como pensar e escolher a ação que quisermos. Eh, então o convite é convite desafio é manter a mente tranquila, agir com propósito, com controle, não nos deixarmos dominar e construir a cada dia essa força interior contra a impulsividade. Não devemos deixarnos dominar pelos impulsos e pelas emoções negativas. Muitas vezes o silêncio pode nos ajudar. Quando há uma contenda, às vezes é melhor não falar nada. O silêncio, o silêncio vai nos fortalecer e só vamos verbalizar, só vamos falar quando estivermos plenamente donos de nós mesmos. Há uma história que aconteceu lá na lá em Viena. Eh, George Rona saiu da Áustria, ele morava em Viena, era um advogado e fugiu de lá por causa da Segunda Guerra Mundial das perseguições nazistas. Ele foi para um país neutro que não tinha entrado em guerra, Suécia. E lá na Suécia ele queria trabalhar num trabalho como advogado numa empresa de importação e exportação. Aí ele estudou sueco e escreveu uma carta para vários empresários lá da região oferecendo seus serviços. Ninguém respondeu positivamente. Os tempos eram de crise, então ninguém se propôs a empregá-lo. Porém, um dos

sueco e escreveu uma carta para vários empresários lá da região oferecendo seus serviços. Ninguém respondeu positivamente. Os tempos eram de crise, então ninguém se propôs a empregá-lo. Porém, um dos empresários respondeu à carta e disse: "Eu não preciso desse tipo de trabalho, mas se eu precisasse, eu não o contrataria, porque o senhor nem sabe. O senhor cometeu vários erros na língua sueca, na sua escrita, na carta. Então, se o senhor não sabe nem se pronunciar, nem se interagir com eh com acerto, como é que eu poderia contratá-lo? Aí ele ficou, George Rona, recebeu a carta e ficou muito raivoso, ficou morto de raiva e aí começou a escrever uma carta raivosa para desaforar aquele homem que tinha tido a coragem de diminuí-lo e de humilhá-lo. Mas de repente ele pensou: "Ué, será que ele não tem razão? Eu tô aqui na terra deles, tô oferecendo trabalho, mas não sou ágil. o suficiente para me comunicar com acerto, ele tem razão. Então, eu vou escrever uma carta diferente. Aí escreveu uma carta diferente, agradecendo por ele, por aquele senhor ter eh respondido à sua carta. agradeceu porque o alertou em relação à sua eh incepiência, sua eh fragilidade em relação à língua, o que o despertara para a necessidade de estudar com mais afinco aquela língua para poder melhor se comunicar. Então ele agradecia porque com certeza o Senhor me prestou um grande favor. Então, passados alguns tempos, aquele senhor o convidou, o chamou à sua empresa. Isso mostra para nós que muitas vezes uma resposta humana adequada pode resultar em algo positivo, em nosso próprio favor. Então, muitas vezes lá no trânsito, ceder o lugar para um outro carro pode fazer a pessoa acreditar na humanidade, rever os seus conceitos e pensar: "Ó, a gente boa no mundo, a gente educada no mundo". Então vamos, o convite é isso, é esse, fazer um treino dessas coisas que tanto, né, modificam o o o jeito de viver, não só nosso, mas também das outras pessoas. Então eu penso que nós podemos, né, guardando essa virtude

ite é isso, é esse, fazer um treino dessas coisas que tanto, né, modificam o o o jeito de viver, não só nosso, mas também das outras pessoas. Então eu penso que nós podemos, né, guardando essa virtude do nosso coração, nós possamos valorizá-la e fazer o possível, fazer um esforço para não estragar a nossa vida. Porque ninguém pode nos fazer mal, a não ser nós mesmos. Um homem que era dono de um restaurante, ele deu uma ordem ao empregado. O empregado era distraído e não cumpriu a determinação do patrão. Fez errado, fez diferente do que o patrão tinha ordenado. O patrão entrou no ambiente e quando viu aquilo encheu-se de raiva, ficou possuído e caiu duro. Teve uma síncope cardíaca. Isso serve para quê? Para nós avaliarmos se nos queremos bem, se estamos cumprindo aquele mandamento, amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos, nós vamos tratar de ter profundo respeito por esse corpo abençoado que serve de veículo para o espírito imortal. Precisamos cuidar desse patrimônio que nos faz crescer em sabedoria, faz o espírito ter o comando da própria vida, cuidando de nossa saúde física, mental, emocional, buscando a realização desse projeto, a aquisição dessas virtudes libertadoras. Virtude libertadora é a paciência, é a calma, é a bondade simples, é sermos mais humanos, mais fraternos, amarmos a nós mesmos para dormirmos em paz, para elevarmos o nosso padrão de consciência, para termos força e coragem para realizarmos mudanças significativas em nossa vida. Então, é preciso considerar o nosso próximo com muito carinho, porque o carinho é próprio do ser humano. Somos todos pertencentes a uma única e única, uma única e grande família, a família humana. Então, a troca, a energia boa podemos dispensar uns aos outros sempre e assim estaremos cumprindo as leis de amor, as leis de justiça, a lei de caridade e estaremos oferecendo o nosso contributo pessoal para o dia e o mundo de amanhã que está se mostrando como um tempo onde não haverá violência, nem guerra, nem

r, as leis de justiça, a lei de caridade e estaremos oferecendo o nosso contributo pessoal para o dia e o mundo de amanhã que está se mostrando como um tempo onde não haverá violência, nem guerra, nem medo, só paz e alegria. Vamos favorecer com o nosso potencial, com aquilo que temos de nosso, de bom em favor desse crescimento civilizatório. Que Jesus nos abençoe em nosso nosso propósito de crescer. Obrigada pela atenção. Uma boa noite. >> Obrigada, Leila, por esses ensinamentos tão importantes para nós que nos trazem essas ideias de paciência e e de enfim de crescimento mesmo, né? Foi muito bom ouvir o que você disse. Eu trouxe também mais uma mensagem de Joana de Angeles, que estávamos conversando no início sobre a paciência também. A paciência é a virtude que te auxiliará na conquista dos bens do corpo, da alma e da sociedade. Ela ensina a técnica de como se deve aguardar quando não se pode ter imediatamente o que se deseja. Jamais te irrites. A paciência te auxiliará a tudo vencer", diz Joana de Angeles no livro A vida feliz pela psicografia de Edivaldo Franco. Então, eh, eu queria convidar o João a tocar mais uma música para que a gente possa encerrar o nosso encontro de hoje, ao mesmo tempo em que agradecemos a Deus, a Jesus e a Maria, que aqui estiveram conosco e que cuidam de nós e que nos fazem viver nessa vida em abundância. que nós tenhamos paciência, tenhamos coragem, tenhamos todos os recursos que precisamos para viver a nossa vida, para crescer enquanto espíritos e para chegarmos ao nosso caminho inevitável, que é a felicidade, a plenitude, a comunhão com Deus, o melhor de nós enquanto espíritos e que tenhamos a paciência de chegar até lá e a coragem de seguir em frente. E deixo vocês [música] com o nosso músico que vai nos presentear com a nossa prece final. >> Som. >> Vou vou tocar uma música eh eh com o assunto da calma, que foi uma coisa que a senhora falou muito bem aí para nós, tá? M. >> Calma, paz no coração. É silêncio que se faz na alma. [música]

>> Som. >> Vou vou tocar uma música eh eh com o assunto da calma, que foi uma coisa que a senhora falou muito bem aí para nós, tá? M. >> Calma, paz no coração. É silêncio que se faz na alma. [música] Busca [música] a luz da oração. Ouvi a voz da harmonia. [música] O mal é passageiro, eterna é a vida. [música] Triunfo certo sobre qualquer dor. A fé é bálsamo pra alma. [música] É paz. >> O paz [música] tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante [música] o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim [música] deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus

ais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos [música] que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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