QUANDO O CRISTO NASCE EM NÓS - Wagner Alberto [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Boa tarde a todos, boa tarde, noite, né? Sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília, aqui presencialmente no auditório Bezerra de Menezes, nessa tarde de terça-feira, anti véspera do Natal, em que fomos convidados para essa conversa e sugerimos esse tema. Quando o Cristo nasce em nós, quando o Cristo nasce em nós, né? foi extraído desse livro Em torno do mestre de Vinícius, que ele fala muito da educação, do Evangelho Segundo Espiritismo e desse livro Antologia mediúnica de Natal, psicografada por Francisco Cant Xavier, espíritos diversos. Vamos começar com uma breve leitura de harmonização desse dessa obra que foi lançada agora pela comunhão Recados de Anacleto, psicografada por Hilda Alonso, trabalhadora da casa e pelas e pelo espírito Anacleto. É uma obra recém lançada, foi confeccionada pela própria editora da comunhão. Já temos a venda aí com pequenas mensagens que toca o nosso coração. E a mensagem que o espírito Anacleto nos traz aqui é nascer de novo. Ele começa com a passagem que tá no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 4. E ele diz e começa e diz a mensagem: "Não há pois não há pois duvidar de que sobre o nome da ressurreição, o princípio da reencarnação era ponto de uma das crenças fundamentais dos judeus. Ponto que Jesus e os profetas confirmaram de modo formal, dando de onde se segue que se negar a reencarnação é negar a palavra de Cristo. E aqui o Anacleto vai nos trazer um resumo sobre uma mensagem sobre essa passagem. Ele diz: "A reencarnação é oportunidade bendita de renovação e recuperação dos espíritos que se desviaram do caminho do bem. É também a escola de aprendizado das virtudes onde se modam moldam os corações no serviço do amor e da caridade. É a ocasião dos ajustes de contas, das reconciliações dos espíritos, do esclarecimento, do mal entendimento, do perdão e da
virtudes onde se modam moldam os corações no serviço do amor e da caridade. É a ocasião dos ajustes de contas, das reconciliações dos espíritos, do esclarecimento, do mal entendimento, do perdão e da transformação dos sentimentos. dos caldeamentos das almas para estabelecimento de uma fusão harmônica e saudável. Enfim, a reencarnação, a prova máxima da imensa sabedoria divina, que provento provendo as necessidades dos espíritos, lhe oferecem as melhores ocasiões e os recursos para atender a todas a todas as carências e fragilidades. Sois espíritos eternos. Viajores de várias reencarnações, carregais a vossa bagagem de conquistas e de erros. Fazei com que nada, Fazei com que cada momento possais tomar a vossa caminhada mais fácil e proveitosa, aumentando a mochila das aquisições e diminuindo a carga dos erros e das omissões. Isso daqui é muito bacana. que possais alcançar as próximas a próxima estação com a alegria do dever cumprido e do resultado satisfatório. Que Jesus seja sempre o vosso condutor e guia. Essa parte aqui em que o benfeitor faz, fala que possamos deixar as esvaziar as mochilas dos erros e parar de carregar o peso da vida como se fosse um castigo. Isso é muito importante para nós. Palavras de Anacleto, recados de Anacleto. É um livro muito bom. que possamos fechar os nossos olhos depois dessa mensagem todos aqui presente. Quero também agradecer aqueles que nos ouvem através dos nossos canais, que possam se inscrever na nossa página, seguir a nossa página, compartilhar para que possamos continuar levando o evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita a todos os cantos que alcançamos. Assim pedimos a todos nos momentos que se aquietem nos seus lugares, possam melhorar a sua respiração, possam se desligar um pouco lá de fora. Eu sei que é difícil, mas trazendo a nossa mente para cá, para esse ambiente que foi harmonizado por Dr. Bezerra de Menezes e toda a sua equipe. Dr. Bezerra de Menezes, diretora espiritual dessa casa, aos trabalhadores dessa hora, dizendo: "Pai amado, mestre
para esse ambiente que foi harmonizado por Dr. Bezerra de Menezes e toda a sua equipe. Dr. Bezerra de Menezes, diretora espiritual dessa casa, aos trabalhadores dessa hora, dizendo: "Pai amado, mestre Jesus, queridos amigos espirituais, agradecemos por mais esse bom ânimo de estar aqui nessa casa de oração, nesse horário das 18 horas, ouvindo o teu evangelho, teus ensinamentos, a tua palavra, que trouxestes para nós nessa data tão expressiva para a terra, mesmo sendo uma data comemorativa, pois sabemos que tu nasce em nosso coração todos os dias, todas as manhãs, todo entardecer, todo pôr do sol. Tu és ó nosso guia e nosso modelo. Assim, mestre Jesus, te pedimos inspiração do alto para levar o teu evangelho com a clareza nas palavras e simplicidade no coração, sabendo que somos teu mensageiro e que a palavra e os ensinamentos são ditados pelo teu exemplo, ó mestre. Assim pedimos permissão a Dr. Bezerra de Menezes e aos trabalhadores desta hora, dando graças a Deus e graças a Jesus. Queridos irmãos e irmãs, é com muita alegria que estamos aqui reunidos em torno do Evangelho de Jesus de Nazaré, à luz da doutrina espírita que nos auxilia cada vez mais na compreensão, esclarecimento, consolo, acolhimento deste evangelho, para que possamos vivenciar e não somente presenciar, pois foi isso que Jesus nos pediu para que fôssemos exemplos e temos ele como guia e modelo, guia das nossas vidas e modelo para que possamos através do exemplo mostrar a sua vinda aqui. E aí ficamos com a pergunta: quando o Cristo nasce em nós? Só no dia 24 que nos reunimos com as pessoas que amamos ou com a pesso as pessoas que convivemos e buscamos respeitar, que fazemos aquela ceia farda, farta, que vestimos. Eu me lembro quando eu era menino, minha avó colocava roupa na cama. Logo de manhã eu ficava olhando para aquele sapato bonito, doido para colocar no pé e ela só deixava na hora. Aquela blusinha que minha avó que era costureira, ela fazia com aquela bermudinha. Me lembro que era dois bolsos aqui, dois aqui.
uele sapato bonito, doido para colocar no pé e ela só deixava na hora. Aquela blusinha que minha avó que era costureira, ela fazia com aquela bermudinha. Me lembro que era dois bolsos aqui, dois aqui. E eu ficava olhando sempre na cor que eu gostava, azul, pois eu gosto muito de azul. E o que é o Natal para nós? Nós sabemos que há muitas especulações sobre essa data, que é uma data fictícia, que Jesus não nasceu nessa época, que foi colocada ali para conveniência do comércio, para conveniência. Existe muitas especulações, mas eu acho que para nós cristãos que acreditamos na vinda do mestre Jesus, que provou a sua simplicidade desde a sua chegada, aonde Vinícius vai falar aqui nesse livro em torno do Mestre, vindo numa manjedoura, no meio dos animais, aonde ele começa aqui falando, vejamos que interessante. Nesse capítulo em que ele diz: "Cristo nasceu onde e quando?" Se quiserem ler, é em torno do mestre Vinícius. E olha o que ele diz. A salvação não está numa finalidade a que se convencionou denominar céu ou paraíso. Está sim na perpétua renovação da vida para a frente e para o alto. Avançar, como disse Paulo, o apóstolo Paulo, de glória em glória. Qual é a síntese, o trabalho e o plano da redenção? Jesus é a força viva. Uma vez encarnada no homem, determina a sua constante transformação. Aí vem a tradicional frase: "O verbo se fez carne e habitou entre nós." O verbo se fez carne, o amor, uma palavrinha tão simples, tão singela de se falar, que se fala no mundo inteiro, o amor e que muitas vezes demoramos tanto a compreender. Falamos para os nossos filhos, né? Acho muito engraçado quando o Rossando Clint ele faz uma palestra e ele diz que a nossa fragilidade diante do amor é tão grande que a gente filha fica. Filho, você ama papai? Doido para ele dizer: "Sim, quando ele não diz, a gente fica insistindo: "Mas filho, você ama papai?" E ficamos lá porque precisamos desse reconhecimento do amor. Mas na hora de doar o amor, nós muitas vezes não queremos, porque nos achamos frágeis, achamos que
insistindo: "Mas filho, você ama papai?" E ficamos lá porque precisamos desse reconhecimento do amor. Mas na hora de doar o amor, nós muitas vezes não queremos, porque nos achamos frágeis, achamos que o amor vai nos deixar vulnerável, seja do amor com o meu companheiro ou com a minha companheira, seja com amor a um amigo. A gente ama um amigo. Eu tive um amigo que eu amei muito e tive a oportunidade em vida de falar isso para ele. E ele era meio trucão assim. E eu falava: "Cara, tu sabe que eu te amo". É, para com isso, velho. Mas era um cara que eu me sentia bem ao lado dele e era um cara que ajudava a todos ali e a gente tomava café da manhã todos os dias juntos. Nessa época do Natal, a gente sabia das atribuições e de ter que estar ali com a família e a gente dizia, vamos nos encontrar dia 24. Chegando um amigo aí da casa. Quero congratulá-lo e agradecer pela companhia. E ele dizia sempre que vamos vamos almoçar dia 24. E a gente almoçava dia 24. E foi isso que Cristo fazia. Cristo ele sentava com seus discípulos, ele compartilhava aquele momento. Ele estava ali no mesmo nível. Ele olhava no olho, ele te convocava a reflexão, ele buscava o seu interior. Você pode ver que em várias escrituras, em várias histórias, literatura complementar na obra, sempre busca quando fala de João Batista, quando fala de todos os que caminharam com Jesus, até Jesus se recolhia ao deserto. Jesus não não tá querendo dizer que a gente procure o deserto. Não existe mais deserto onde a gente mora. As cidades estão cada vez mais habitáveis, mais habitadas, mais populosas. Acredito que até lá onde Jesus morava, o deserto que ele fala é o nosso recolhimento. É no nosso deserto, é no nosso interior. Paulo se recolheu no deserto, João Batista se recolheu no deserto. E esse deserto, todos os acontecimentos ali, é Jesus nos mostrando, é a espiritualidade nos mostrando o caminho que temos nos colocar. Quando a gente se senta numa sala, numa mesa, numa cadeira dessa, num salão desse harmonizado,
tecimentos ali, é Jesus nos mostrando, é a espiritualidade nos mostrando o caminho que temos nos colocar. Quando a gente se senta numa sala, numa mesa, numa cadeira dessa, num salão desse harmonizado, preparado, estamos aqui, igual eu via várias pessoas chegando, sentando, baixando a sua cabeça e fazendo a sua prece, você tá se recolhendo num deserto? Sim, no seu deserto. É você e você. Ninguém pode orar por você. A gente pode até pedir lá, vai lá na comunhão, põe meu nome, ora por mim. Mas nós só oramos por nós mesmos. É porque é a hora do meu íntimo de eu entrar em reflexão, eu perguntar para mim mesmo quando o Cristo nasce em nós. E aqui nessa leitura, Vinícius vai nos trazer o exemplo de João Evangelista, Zaqueu, Maria Madalena. E ele começa por Paulo aqui. Ele tá dizendo quando ele fala do verbo se fez carne aonde nós parou e habitou entre nós cheio de graça e verdade e vimos a sua glória como de unigênito do Pai, mas a todos os que receberam, aos que creem em seu nome. ele o direito de se tornarem filhos de Deus. Jesus nos tira de servos de Deus para filho de Deus. É como Moisés fez, que libertou os hebreus da escravidão para o seu a sua terra prometida. Veio Jesus depois que a lei estava totalmente mal interpretada e nos tira de servos de Deus para filhos de Deus. Imagina, vivíamos oprimido ou por Roma ou pelos fariseus, pela lei mosaica. Se tem um amigo meu que ele conta, a gente às vezes tá conversando e ele faz uma uma analogia que eu acho muito engraçada. Ele fala: "Wagne, imagina, caminhamos, estamos caminhando ali em Cafanaú. Aí estamos conversando nós dois, se coloca na situação aí dá de cara lá na frente com o soldado romano. Aí você, opa, não posso passar por ele que eu posso ser preso, eu sou cristão. Ele pode cismar, porque se ele olhasse para você e cismasse, ali estava determinado o seu. Aí você fala: "Não, Wagner, vamos por aqui pra gente não encontrar". Aí dá de cara. com dois fariseus. Não tinha para onde correr o povo. Minha avó dizia uma frase
masse, ali estava determinado o seu. Aí você fala: "Não, Wagner, vamos por aqui pra gente não encontrar". Aí dá de cara. com dois fariseus. Não tinha para onde correr o povo. Minha avó dizia uma frase que é meio popular, mas é muito Isso é entre a cruz e a espada. Não tinha para onde ir. Alguém você tinha que prestar contas. Aí vem Jesus, um homem simples, de Nazaré. Sim, de Nazaré. em Deosa. É muito engraçado porque eles ficam e de Nazaré sai alguma coisa? Saiu Jesus. Jesus de Nazaré, filho de Maria de Nazaré e de José que o adotou como filho. E é seu pai terreno. Um homem simples, com a mão calejada de carpintaria. É esse o nosso Messias. que nasceu numa manjedoura, buscou a simplicidade, aonde naquele momento o céu brilhou diferente, a esperança abriu para o mundo e o amor habitou em nossos corações. Porque ali ele trouxe a boa nova, a libertação da escravidão. Mas uma escravidão religiosa, uma escravidão, porque ele diz: "Continue pagando aos impostos. Dei a César o que é de César". Eu não vim descumprir a lei. Tanto é que no seu calvário, depois que ele diz: "Pai, perdoa a todos que não sabem o que fazem". Ele olha para o céu e diz: "Está tudo consumado. Está tudo consumado. Todas as mensagens dos profetas, todas as mensagens que eu disse está consumada. Estou em tuas mãos, ó Pai." E num dos seus últimos atos perdoa aquele bandido que está do seu lado, no qual Vinícius diz aqui e ele vai dizer: "Mas todos que receberam e que crerem em seu nome deu a ele o direito de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas sim da vontade de Deus. Aí ele ele diz: "Maria enfachou o menino que Maria enfachou deitando em seguida numa manjedoura, é a figura desse Jesus, que é a força, é o poder, que é a verdade atuando no interior do homem." Tem uma passagem nesse livro que eu mostrei para vocês, Antologia Mediúnica de Natal, capítulo 53, em que Maria, depois de todo o seu sofrimento, em que eles decidem ir para
ndo no interior do homem." Tem uma passagem nesse livro que eu mostrei para vocês, Antologia Mediúnica de Natal, capítulo 53, em que Maria, depois de todo o seu sofrimento, em que eles decidem ir para o Egito, narra Humberto de Campos aqui. Maria decidiu que não poderia ir pro Egito sair da sua terra fugida sem ter cometido crime nenhum. Só porque deu a luz ao menino Jesus que estava jurado de morte pelos homens, pelos poderosos. E Maria diz a José já no camelo, indo, eu tenho que passar na sinagoga para apresentar Jesus. Eu fico imaginando José olhando para Maria e falando: "Você tá brincando comigo? O nosso filho tá jurado de morte. Nós já fugimos aqui de vários lugares, conseguimos uma tranquilidade. Estamos na proteção divina e indo com camelo já a caminho do Egito. E você quer passar aonde vão matar o nosso menino. Mas nós estamos falando de Maria, que é um espírito de luz, está conectada com a divindade como Jesus e que naquele momento ela é tutora de Jesus. Ela é a responsável, ela é a mãe. A mãe não coloca um filho em perigo. E Humberto de Campos narra que José, como um bom marido que nós somos, obediente à mulher que nós somos, a obedece, chega para ela e fala: "Porque a minha mulher quando fala: "Amor, eu quero passar ali antes, eu passo, mesmo fugindo todo o meu caminho. Eu não sou louco de ir contra a minha mulher. Então, José vai, chega lá na sinagoga, Humberto de Campos nos narra aqui no capítulo 53 do livro Antologia Mediúnica de Natal. Se tiver interessante, é uma história de duas páginas que você lê ali deitado na cama antes de dormir e vai sonhar com as estrelas. Ela entra como nesse salão aqui. Está sentado lá numa cadeira com seu assistente, um velho já bem idoso, chamado Simeão. em Meão, que era um dos fariseus, era um doutor da lei, era o cuidador daquela sinagoga e ele dizia que só queria desencarnar quando Jesus, o Messias, aparecesse para ele. E reduzindo a história, ela chega perto dele, o seu assistente vai até ela. Ele naquele momento, Humberto de Campos,
e ele dizia que só queria desencarnar quando Jesus, o Messias, aparecesse para ele. E reduzindo a história, ela chega perto dele, o seu assistente vai até ela. Ele naquele momento, Humberto de Campos, narra ele diz: "Este é o Messias, ele sente espiritualmente e Maria chega perto dele, entrega aquela criança e ele pega no colo. Maria com as mãos trêmulas, entrega-o para que ele abençoe a criança, todo aquele ritual judaico. E ele olha nos olhos de Jesus. E ali eles têm uma conversa mental e ele fala um monte de coisas. Como protegestes o seu povo se não traz os exércitos, se não traz as riquezas, tudo aquilo que nos prende a este mundo. Como se o Messias chegasse num cavalo alado, com uma coroa brilhosa na cabeça, um manto branco brilhoso, rasgando o céu e gritando: "Cai a todos de Roma!" É isso que ele está dizendo. Como uma criança tão simples emborado embolado nesses panos simples reinará. Porque ele olha Jesus como um rei. Um rei que senta no trono, que comanda, que tem os seus exércitos, os seus soldados. Nós limitamos o nosso Salvador a esse rei. E ele tem uma conversa ali simples. E diz Humberto de Campo que o menininho frágil, só alimentado por aquela mulher, depois de andar no sol o dia inteiro, embrulhado naqueles panos e mais nada por baixo, levanta a sua mão e bate no peito daquele velho, bate no seu peito esquerdo. Ele não entende o gesto, não acha que não tem a resposta de Jesus. Triste, entrega ele para Maria e fala: "Vá, minha filha, seu filho já está no caminho." E Maria pega a criança e vai. E Humberto de Campos finaliza que dias depois o velho desencarna, morre. E ao chegar no plano espiritual, os espíritos que o recebem dizem para ele que ele não ficou sem resposta, que o menino singelo e simples que ele carregou no colo é o Messias. E que quando o menino fez aquele gesto de bater em seu peito, ele estava dizendo: "Perguntastes aonde está o meu reino? Perguntastes aonde eu vou reinar? Em vossos corações? Sim, meus irmãos, em vossos corações. É
o menino fez aquele gesto de bater em seu peito, ele estava dizendo: "Perguntastes aonde está o meu reino? Perguntastes aonde eu vou reinar? Em vossos corações? Sim, meus irmãos, em vossos corações. É aí que Jesus quer habitar. É através quando você dá sede a quem de beber, dá comida a quem tem fome, dá um cobertor a quem tem frio. Eu me lembro que um benfeitor num grupo mediúnico veio com uma mensagem depois de um trabalho intenso. É importante o trabalho mediúnico, é importante uma palestra pública numa casa, é importante nos dedicarmos ao voluntari, a ser voluntário. Mas o benfeitor falou: "O trabalho espírita, ele está além dos muros da casa espírita. lá fora a aqueles que necessitam de um abraço, de um consolo, de um olhar, de um bom dia. Sim. Por que não olhar para aquele quando você sai aqui, está numa calçada e dá um bom dia, você estará fazendo como Pedro, que saiu do templo de Formosa com um discípulo amigo e ali o alejado o pediu uma moeda e o que que ele diz? sem nada no bolso, porque Pedro era como nós hoje, andava sem dinheiro no bolso, só que não tinha o Pix, não tinha os as ferramentas que temos hoje. E realmente Pedro não tinha recursos. Ele olha para aquele morimbundo no chão e diz: "Segura em sua mão, o levanta e diz: "Não tenho ouro nem prata, mas o que eu tenho para lhe dar, eu lhe dou agora". Levanta-te em nome do nosso mestre Jesus de Nazaré e vamos para dentro do templo proclamar a Deus. É isso que podemos fazer quando damos um bom dia. Essas pessoas se sentem invisíveis ao mundo, mas nós possamos torná-las visíveis, dando um bom dia, ajudando com o material quando podemos, mas doando o nosso tempo. A casa tem um trabalho chamado as mãos estendidas. Toda sexta-feira aqui atrás atende aqueles irmãos de rua vulneráveis, tomam banho, se alimentam, tem atendimento psicológico. Nesse auditório aqui tem uma roda de conversa. E eu fiquei feliz esse dia quando uma irmã, que é uma das coordenadoras do projeto, eu falei: "Um dia eu vou trabalhar no Mão Estendidas". Ela falou:
co. Nesse auditório aqui tem uma roda de conversa. E eu fiquei feliz esse dia quando uma irmã, que é uma das coordenadoras do projeto, eu falei: "Um dia eu vou trabalhar no Mão Estendidas". Ela falou: "Hoje você não consegue, nós estamos sem vagas". Isso me encheu o coração de alegria, porque as pessoas estão dedicando um pouco do seu tempo a isso. Quando doamos amor, começa a vencer o egoísmo. A paciência suaviza a irritação. A humildade substitui o orgulho. A esperança resiste à dor. Em um momento de reflexão silenciosa, em uma decisão íntima de mudar, em um pedido sincero de ajuda a Deus. Errar faz parte do aprendizado. Cair não é fracassar. Levantar-se evoluir. Cada pequeno esforço no bem já é sinal de que Jesus começa a viver em nós. Que possamos tirar as nossas mágoas, culpas e erros do passados, do passado dessa vida, dessa trajetória. Medos, inseguranças e cansaços da alma. Tudo isso nos prende. Tem uma parte de um capítulo 5 de de Mateus, que ele diz: "Não vos inquieteis com a vida e com o amanhã, pois o amanhã se inquietará consigo mesmo." Isso foi Jesus quem disse. E para ir pro nosso fechamento aqui, Vinícius diz, perguntamos a Paulo, porque a nossa pergunta é quando Jesus nasce em nós? Aí ele diz, se perguntássemos a Paulo onde e quando Jesus nasceu, ele nos diria: "Poi na estrada de Damasco, quando eu, então intolerante e fanatizado por uma causa em glória, me envolvir na sua divina luz, talir por em diante, por diante. Já não sou mais eu quem vive, mas o Cristo quem vive em mim. Foi quando ele encontrou Jesus e é um homem bom. Porque Estevão, tá lá no livro Paulo de Tarso, quando está sendo apedrejado por Paulo, que Abigail entra, que toma um susto e todos ficam perplexo, ele olha no olho de Abigail, já desfalecendo, cheio de sangue, e diz: "Não tenha ódio desse homem, não queira mal a ele. Ele é um homem bom. Ele só é um real cumpridor da lei mosaica. Ele é tão bom que imagine quando ele conhecer Jesus. Imaginem quando ele conhecer Jesus. E lá na frente, em Damasco, ele conhece Jesus
e. Ele é um homem bom. Ele só é um real cumpridor da lei mosaica. Ele é tão bom que imagine quando ele conhecer Jesus. Imaginem quando ele conhecer Jesus. E lá na frente, em Damasco, ele conhece Jesus e diz essa frase. E aqui ele vai dar o exemplo de João Batista, o exemplo de Zaqueu. E finaliza, Vinícius dizendo assim: "Tal foi o testemunho do passado, tal é o testemunho do presente, dado por todos os corações que, deixando de ser, de ser quais hospedarias de Belém, se transformaram pela humildade naquela manjedora, que o amor enjeio, da mais pura e santa de todas as mães, converteu o beço do vosso redentor. que o nosso coração possa ser a manjedour de Jesus, que a nossa vida possa ser o exemplo que Jesus deixou, que possamos olhar para a frente, não como pecadores, imperfeitos, sofredores, mas como filhos de Deus num planeta de provas e expiações, aonde escolhemos estar. Mas temos uma ferramenta, a doutrina espírita. Temos o evangelho de Jesus, temos todo o seu ensinamento. Gandia, basta o sermão do monte. Temos o sermão do monte. E Jesusou. O que estamos esperando para Jesus nascer em nossos corações? O que estamos esperando para a transformação? da humanidade através de cada um de nós. Porque a mudança, a regeneração está em nós. O auditório vai continuar o mesmo. A casa vai continuar os seus trabalhos, o mundo vai continuar o mesmo. A regeneração é nossa, a transformação é nossa. O que estamos esperando? Eu quero deixar uma mensagem final para que possamos refletir nisso, nesse tema tão sugestivo de hoje, que é o nascimento de Jesus em nossos corações. Meus irmãos e minhas irmãs, talvez hoje nosso coração ainda seja simples como uma manjedoura, cheio de limitações, marcado de dores. Mas foi exatamente assim que Jesus escolheu nascer. Ele pediu, ele não pediu luxo, pediu acolhimento. Que possamos a partir de hoje abrir espaço em nosso íntimo para que Cristo viva em nós, nos pensamentos, nas palavras, nas atitudes. Porque quando o Cristo nasce em nós, a esperança renasce, a fé fortalece e o
mos a partir de hoje abrir espaço em nosso íntimo para que Cristo viva em nós, nos pensamentos, nas palavras, nas atitudes. Porque quando o Cristo nasce em nós, a esperança renasce, a fé fortalece e o amor encontra caminho. Que Jesus viva em nós hoje e sempre. Desejo a todos um feliz Natal, um Natal cheio de transformações para a humanidade. Porque o nosso Messias pode não ter nascido nessa data. Para nós não interessa o dia que ele nasceu. Interesse o dia que ele nasce em nós. E Jesus nasce em nós todos os dias. Quando eu abro o olho, me olho no espelho e falo: "Gratidão, Senhor, por mais um amanhecer, por mais uma oportunidade de aprendizado, por mais uma busca de evolução. Que o Senhor esteja em meus caminhos, em meus exemplos, em meus pensamentos, em minhas buscas. através da minha conduta, da minha atitude e da minha bondade para o próximo. É o que eu desejo a todos. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações. Obrigado a todos. que possamos fechar os nossos olhos e fazer a nossa prece final, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não vos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos de todo o mal. Que possamos nos preparar para o passe e aqueles que nos ouvem através da internet possam manter-se conectados para o passe virtual. Um abraço e boas festas a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir
irituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como
ue estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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