QUANDO A VIDA FALA AO CORAÇÃO: O SENTIDO ESPIRITUAL DAS PROVAS - Wagner Alberto [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 10/12/2025 (há 3 meses) 48:21 582 visualizações

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Transcrição

Aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando [música] a ti. >> Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Boa noite a todos. Sejam bem-vindos e bem-vindas à nossa comunhão espírita de Brasília. Que a paz de Jesus seja conosco em mais este encontro onde o nosso irmão Wagner abordará o tema quando a vida fala ao coração. Quando a vida fala ao coração. E para não nos alongarmos, busquemos então uma sintonia, uma pacificação de nossas mentes para absorvermos melhor as reflexões que nosso irmão Wagner passará. Deus, nosso pai, Jesus, nosso amado e querido Senhor, que vosso amor seja conosco uma vez mais aqui novamente neste templo, relembrando vossos ensinos, amado Cristo, falaremos da lei de amor, a lei que viestes ensinar-nos. e exemplificou-nos amplamente enquanto aqui esteve conosco. E a partir de então nunca mais deixou de nos lembrar de vossos ensinos. prometestes e cumpristes o envio do consolador prometido, que está conosco nessa nova era do espírito, para que possamos compreender melhor as leis de Deus, a lei maior, a lei do amor, incansavelmente abordada nas palestras deste templo, para que nós nós a tenhamos em nossos corações como meta diária a prática de nossas ações, pensamentos e sentimentos. Uma vez mais falaremos desta lei aqui e rogamos vosso auxílio ao nosso irmão palestrante, nosso irmão Wagner, para que seja inspirado por vossos emissários a tocar em nossos corações e mentes novamente para este importante e fundamental tema da nossa evolução espiritual. Conforme nos ensinastes amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Aí estão toda a lei e todos os profetas. Nessa síntese universal. Caminhamos com dificuldade para exercitá-la. E daí este templo, uma vez mais vem nos relembrar. Que teu amor seja conosco hoje e sempre. Assim seja. Com a palavra o nosso irmão Wagner. Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos a comunhão espírita de fam comunhão espírita de Brasília, família comunhão espírita,

ja conosco hoje e sempre. Assim seja. Com a palavra o nosso irmão Wagner. Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos a comunhão espírita de fam comunhão espírita de Brasília, família comunhão espírita, essa casa de oração que nos acolhe aqui, onde nos recolhemos e nos conectamos com o nosso criador, com o Deus Pai de finita bondade. Obrigado ao Alberto, a casa que sempre nos recebe, essa casa onde eu cheguei alguns anos, me acolheu, me orientou e me colocou o caminho a seguir. E eu fiz essa opção estudando, lendo, buscando Allan Kardec que nos trouxe a doutrina espírita, que codificou com muita dedicação, com muita responsabilidade, todas as suas cinco obras da codificação, o livro dos espíritos, o livro dos médiuns, o evangelho, o céu e o inferno e a Gênesis, aonde cada Um é um farol, uma luz para nós. E hoje estamos aqui com uma obra complementar de Joana de Angeles Seja Feliz hoje. Ditado pela benfeitora que acompanhou Divaldo Franco e psicografado por ele, aonde a benfeitora vai nos trazer no capítulo 9, proposta da vida. Por isso que nós intitulamos Quando a vida fala ao coração, o sentido das provas espirituais. E em torno do Evangelho de Jesus, que é o nosso mestre, guia e modelo, à luz da doutrina espírita, começamos com a fala da benfeitura nesse capítulo, aonde ela nos começa dizendo da proposta essencial da vida. é a conquista do seu do Deus interno que já no íntimo do ser aguardando. piscas, eras, em face das revelações espirituais, o ser humano tomou conhecimento da sua realidade transpessoal, percebendo que a existência é uma breve jornada entre o berço e o túmulo, originando-se na esfera imortal para retornar com as aquisições acumuladas. A benfeitora aqui nos está falando que quando nós chegamos aqui na terra, quando fazemos esse planejamento reencarnatório, em que temos essa oportunidade de vivenciar o que aprendemos lá do outro lado, de buscar a evolução contínua, sendo útil e praticando o bem. Jesus de Nazaré, quando ele chegou aqui, que pegou, que olhou para nós e viu aquele povo em

e vivenciar o que aprendemos lá do outro lado, de buscar a evolução contínua, sendo útil e praticando o bem. Jesus de Nazaré, quando ele chegou aqui, que pegou, que olhou para nós e viu aquele povo em aflição, por isso ele diz: "Vinde a mim todos que estão aflitos e sobrecarregados. Quem não está aflito e sobrecarregado?" Ele nos diz que o julgo dele é leve. e que o seu fardo é brando. Aí o mestre, como tá lá no livro dos espíritos, o ser mais perfeito que andou pela terra, Jesus é a resposta, aonde é a menor resposta do livro dos espíritos, nos diz que o julgo dele é leve, porque nosso julgo é tão pesado com nós mesmos. Porque nos cobramos tanto? Porque nos colocamos tanto em sofrer? Somos seres imperfeito, buscando a evolução espiritual, como diz Joana de Angângeles ao próprio Divaldo no no filme Divaldo, mensageiro da paz, em que ela diz: "Divaldo, meu filho, em uma conversa com ele. As pessoas, os problemas e o mundo nunca foram como tu os via. foram colocados diante de ti para que evolua como espírito. Eu sempre repito essa fala em nas palestras, em sala de aula, em grupo mediúnico, porque isso ficou muito marcado dentro de mim, porque nós vemos as pessoas como problemas, os problemas como castigo e o mundo como uma prisão. Mas vem Joana de Angeles, a benfeitora, e nos diz que só foram colocado diante de nós para que possamos evoluir. Esta é a proposta da vida. E com o livre arbítrio buscamos o sofrimento, buscamos as más decisões. Aí ela finaliza para Divaldo, dizendo: "Quando estiveres aqui no último dia do seu corpo, verás que a tua luta nunca foi contra o outro." nunca foi contra o outro. Ela nos alerta. foi entre você e você mesmo. Conhece a ti mesmo. Santo Agostinho vem e nos traz toda uma o ensinamento de como buscar o conhecer a ti mesmo, do momento que temos para fazer a reflexão no descansar do corpo. Porque a alma, como estudamos no ESME, tem a sua emancipação durante o sono físico. Por isso que muitas vezes acordamos exausto como se não tivesse dormido.

ara fazer a reflexão no descansar do corpo. Porque a alma, como estudamos no ESME, tem a sua emancipação durante o sono físico. Por isso que muitas vezes acordamos exausto como se não tivesse dormido. É porque não fomos em bons lugares, porque durante o dia buscamos maus pensamentos, atitudes erradas, olhando o outro como adversário, como uma luta, como se eu tivesse me preparando para entrar no ring, para ali entrar num combate contra o outro e buscar os pontos mais frágeis dele. Não, nós não estamos aqui por uma concorrência, por uma luta. Estamos aqui por causa de uma lei de sociedade para viver em bando. Sim. para nos ajudarmos mutuamente, andarmos de mãos dadas, sentar numa mesa, participar de uma refeição. Meu avô, ele sempre dizia que a hora da refeição era um momento sagrado. E ali ele não admitia que ninguém sentasse sem camisa, que ficasse de conversa, igual ele falava, na hora do almoço, que ligasse a televisão. Ele tinha mesmo aquilo ali como um momento sagrado. E ele cobrava que nós sentássemos todos na mesa. As famílias não fazem mais isto. Sentam na mesa e ficam cada um no celular. reclamam da comida. Eu me lembro que a minha avó, ela sempre falava quando um tio, até eu ou outro falava: "Essa comida não tá boa". Ela falava: "É barriga cheia". Mas o nosso coração parece que não tem mais essa fraternidade. Eu nem busco mais entrar nas redes sociais, a não ser para seguir os canais espíritas e canais religiosos, porque os de notícia só mostram embates, lutas, mortes. A vida perdeu o sentido totalmente. Perdemos o respeito pelo outro. Brigamos por coisas banais, por uma vaga de estacionamento, por uma mãe que entra num banheiro para usar, porque o filho tem espectro autismo e necessita ir direto naquele banheiro. E eu me incomodo porque a pessoa vai no banheiro demais. Nós estamos perdendo o sentido de sociedade, de irmandade, o que é pior, de humanidade. E foi essa a proposta da vida que Deus colocou para nós, que Jesus nos trouxe em seu evangelho, no seu sermão do monte,

amos perdendo o sentido de sociedade, de irmandade, o que é pior, de humanidade. E foi essa a proposta da vida que Deus colocou para nós, que Jesus nos trouxe em seu evangelho, no seu sermão do monte, misericordiosos, mansos e pacíficos. Somos mansos e pacíficos. Somos os pacificadores ali ou somos aqueles que vai lá, ela te ofendeu, vai engolir isso, vai levar isso para casa? Gostamos de falar que somos a melhor versão, mas com todo respeito, se isso é a melhor versão, eu imagino que deve ser a última a pior versão do ser humano. Sei que evoluímos, não somos mais bárbaros, não temos mais espada na mão, mas usamos muitas vezes a religião para agredir o outro. Eu estudando para essa palestra, tem um filme que eu gosto muito e eu sempre falo de filme na nas palestras porque com o meu déficit de atenção, eu busco sempre o filme para ter o entendimento ali. Eu consigo me concentrar. O livro, eu tenho que me recolher dentro de um quarto, fechar as portas e é difícil eu me concentrar, mas hoje eu já consigo com espiritismo trabalhar isso dentro de mim. Olha o que que a doutrina nos traz dentro da minha patologia de ansiedade, de défic de atenção, de não conseguir ler um livro aqui. Eu entrei, a moça tava lendo um livro ali, falei: "Que inveja, no bom sentido, eu não consigo ler um livro num ambiente desse". E olha que aqui está harmonizado, uma casa de oração, mas um barulhinho me tira. E o Espiritismo me ensinou a lidar com isso, a me aceitar a conhecer a mim mesmo. É essa a proposta da vida. Não é você tentar arrancar aquilo, é você se olhar, falar: "Eu sou assim, eu escolhi vim assim". E como um ser racional, o Roberto que é professor, como um ser racional, eu tenho que aprender a lidar com isso, não é não, Roberto? Então, voltando pro filme, um filme chamado Cruzada. Ele é meio antigo, tem uns 10 anos. Ele conta a história de um rei de Jerusalém com um rei muçulmano Saladinho. E no meio disso tudo, eles criaram um personagem fictício que é um um ferreiro que ele vai até Jerusalém para Judá. Da

anos. Ele conta a história de um rei de Jerusalém com um rei muçulmano Saladinho. E no meio disso tudo, eles criaram um personagem fictício que é um um ferreiro que ele vai até Jerusalém para Judá. Da Vagn, o que que isso tem a ver? Vocês vão ver no caminho quando ele chega em Jerusalém todo empolgado naquela época, época das cruzadas, ele querendo ser um soldado da cruzada, mas ele tá com a fé dele muito abalada em Deus por causa das guerras, das mortes que ele vem. E ele encontra um dos comandantes da cruzada cruzada, que ele é chamado de hospitaleiro do reino dos céus. Olha só como eles davam os nomes. E ali ele chega para aquele rapaz e ele diz o seguinte: no diálogo, ele fala o seguinte, o nome dele é Balaian. Ele diz: "O que já na Terra Santa? um novo mundo. E ali ao fim do mundo, você não é o que nasceu para ser mais do que em si para ser. O rapaz pergunta para ele. O Balaian diz: "Perdi a minha religião, estou fora da graça de Deus. Não ouvi dizer isso." O hospitaleiro diz para ele. Aí o diálogo é interessante que ele fala. Não aposte em religião. Através da religião, eu vi o mais variado fanatismo, serem chamados de a vontade de Deus. Aí ele fala dentro da fé dele, a santidade está na ação justa e na coragem de proteger aqueles que não podem defender a si mesmo. E a bondade de Deus deseja estar aqui, aqui e aqui. O cara faz a cena e mostra para ele. A bondade de Deus está aqui e aqui. Através ao que decide fazer a cada dia, você será um homem melhor. Eu trouxe todo essa história porque nessa parte em que ele falou, não aposte na religião, porque esse rapaz tá muito decepcionado com a religião. E ele diz, não aposte na religião. Através da religião, eu vi o os mais variados fanatismo serem chamados de a vontade de Deus. Não tá muito diferente de hoje. Estamos vendo aí presenciando e o fanatismo está em todo canto. Não está só nas religiões tradicionais, no protestantismo, no catolicismo, está também no espiritismo. Trouxemos a religião para dentro do espiritismo,

í presenciando e o fanatismo está em todo canto. Não está só nas religiões tradicionais, no protestantismo, no catolicismo, está também no espiritismo. Trouxemos a religião para dentro do espiritismo, aonde Allan Kardec proclamou a fé raciocinada, uma filosofia de vida, aonde a salvação não é o espiritismo. Salvação está em ser uma pessoa melhor, em praticar o bem, em olhar para o próximo com olhar amoroso e vê-lo como meu irmão de caminhada, não como um adversário. Aonde Jesus disse que a minha luz salva o mundo, mas a minha luz não é para ofiscar, ofuscar o outro, como fazemos numa estrada. Quando estamos viajando, depois de muitos anos, eu comecei a voltar a viajar de carro. E voltando do Rio de Janeiro agora, não sou muito de dirigir à noite, eu fiquei estarrecido como as pessoas não respeitam. Tacam aquele farol alto na sua cara e você que se vire. E você que deu o seu jeito, você dá sinal, pede pro outro abaixar, você abaixa o seu, mas o outro não abaixa. Aí vem os carrões com aqueles faróis de LED que falta te cegar, provoca um acidente. Por que que eu trouxe isso? Porque é isso que fazemos com a nossa luz. Quando Jesus disse, nós pegamos a nossa luz e queremos cegar o outro. Usamos a nossa luz para ofuscar a vida do outro, para diminuir o outro. Por quê? Porque sempre viemos ao mundo para ser melhor, melhor do que o outro, melhor no trabalho, o melhor da família, o melhor a trabalhar numa casa espírita. Eu quero ser sempre o melhor. E porque eu não posso ser sempre igual, sempre colaborar, somar. Temos esse discurso pronto. Eu estou aqui para somar, mas desde que o meu número some mais. E Jesus vem no sermão da montanha e nos diz diferente. Vem Joana de Angeles nessa história, a proposta da vida e nos fala diferente, que a proposta da vida é evoluir, como ela disse, como espírito, amando e instruindo, como diz o espírito de verdade, amai-vos e vos instruí-vos. Eu tava lá na FEB sábado, minha filha participou da cantata de Natal no encontro dos corais e eu achei

, como espírito, amando e instruindo, como diz o espírito de verdade, amai-vos e vos instruí-vos. Eu tava lá na FEB sábado, minha filha participou da cantata de Natal no encontro dos corais e eu achei olhando lá pra parede e vendo aquela mensagem: "Amai-vos e vos instruí-vos, espírito da verdade." Uma frase tão linda em que colocamos muitas vezes na entrada da casa espírita. Temos ela na cabeça, mas será que praticamos? Sabemos o verdadeiro sentido de amar e instruí-vos. É o mesmo sentido quando Jesus foi cobrado pelos fariseus e ele disse: "Amarás a teu Deus sobre todas as coisas, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todo o seu espírito." Por que Jesus falaria alma e espírito? Não é a mesma coisa? Não, de todo o seu coração, de toda a sua alma, enquanto estiverem aqui caminhando, amarás o teu Deus. E depois em espírito, quando voltar a uma das moradas de vosso pai. É isso que Jesus disse. Mas eis o segundo mandamento. Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Como a ti mesmo. O coração só dá o que ele tem. Se eu amo, se eu me amo, eu vou amar. Se eu conheço a mim mesmo, se eu faço como como a irmã se for em reforma íntima sem martírio no seu livro, se eu tenho o autoconhecimento, o autoamor, o autocuidado, o autodesenvolvimento, o autoperdão, eu vou amar. Porque a reforma é íntima. Porque se eu me reformar, eu conseguirei mostrar em testemunho, em conduta. Porque o evangelho de Jesus não é ler, não é chegar aqui na frente e fazer uma leitura. E nossa, que lindo, olha o que o orador está falando. Aí você me vê lá fora xingando um rapaz do estacionamento, brigando por um pão de queijo ali, que é o último do café. reclamando do mau atendimento, chegando em casa e olhando para a filha e falando: "Vou pro meu quarto, não me perturbe". Ficou só na leitura o evangelho. O evangelho é dar o testemunho. Foi isso que Jesus fez na sermão da montanha. Ele proclamou todas as bem-aventuranças e disse para nós e eu vou mostrar como se faz isso. Ah, Wagner, mas você tá num sarrafo

ngelho é dar o testemunho. Foi isso que Jesus fez na sermão da montanha. Ele proclamou todas as bem-aventuranças e disse para nós e eu vou mostrar como se faz isso. Ah, Wagner, mas você tá num sarrafo muito alto. É Jesus. Sim, ele nos trouxe o seu exemplo para isto, para não só presenciarmos, para vivenciarmos. E como que eu vou vivenciar? é com o meu próximo. Eu não vou conseguir dar testemunho do evangelho de Jesus me colocando só, me recolhendo. Esses dias eu vi um meme, pelo amor de Deus, não vão dizer que o palestrante falou que animal não é bom, mas o ser humano está tratando o ser humano como animal e o animal como ser humano. Eu vi um memezinho esses dias em que estava lá, por isso só vivo com eles. Temos que viver com eles também, mas nós vivemos para viver entre humanidade, entre irmãos, seres humanos. Não adianta eu tratar um animalzinho, botar no meu no carrinho mais lindo uma coleira de ouro, dar a melhor ração, dormir num quarto, ignorar as crianças passando fome na rua e achar que são miseráveis. Tratar a balconista igual eu vi. Não estou a julgar, mas já julguei. Mas não adianta a gente não dar o testemunho. Eu posso ter aquele animalzinho, tratá-lo bem? Sim. É um bichinho que me dá amor porque eu o dou alguma coisa. Mas o ser humano ele é a prioridade. Eu posso dar os dois exemplos. Não me custa nada. Eu tenho um gato branco que leva meu sobrenome, Flocos Alberto. Sou apaixonado por ele. Dorme no meus pés. Como diz a minha esposa, amassa pãozinho. Me acorda 3 horas da manhã para abrir a porta para ele fazer as necessidades dele, que eu moro em casa, não acha, mas eu não trato ele melhor do que o ser humano. É essa a proposta da vida. é a lei de sociedade, a lei de progresso e a lei maior que é a lei de amor, em que Jesus nos trouxe e não só mostrou, praticou. Mas pra gente descer o sarrafo, vamos a Chico Xavier, Divaldo Franco, essas pessoas que serviram a sua vida inteira ao próximo. Chico Xavier, eu estava lendo, Roberto, me corrija se eu estiver

aticou. Mas pra gente descer o sarrafo, vamos a Chico Xavier, Divaldo Franco, essas pessoas que serviram a sua vida inteira ao próximo. Chico Xavier, eu estava lendo, Roberto, me corrija se eu estiver errado, mas foi o homem que mais publicou livros na face da Terra. mais de 500 obras, não ficou com um centavo, todas destinadas à caridade. Divaldo Franco, o mesmo. Foram menos obras, mas dedicada à mansão do caminho. Mais de 600 crianças. Aonde eu fui em Salvador, que você agenda uma visita pelo site e eu fiz toda a visita chorando. Uma obra linda em prol do próximo, em prol daqueles mais necessitados, daqueles que muitas vezes são invisíveis paraas sociedades. Invisíveis, não existem. Porque nós viemos ao mundo, parece que para ter poder, conquistar e não compartilhar. Para a gente finalizar numa mensagem que eu trouxe, Jesus quando falava conosco, ele tocava no coração. The Chosen tem uma cena em que ele tá com Maria de Madalena. Maria de Madalena perdida nos bares, bebendo, obsediada com sete obsessores. Sabe o que que significa isso? Todos os chakras, os sete chakras atacados. E olha o que Jesus faz conosco. Ele a encontra, põe a mão. A cena é linda. Toda vez que eu vejo minha filha fala: "Lá vai papai chorar". Ele põe a mão em cima dela, na mão dela. O balconista chama de Lilit. E ela sai correndo e ele atrás dela. Ela anda com um papelzinho, que é um versículo de Isaías que o pai dela deixou para ela, que diz: "Não temas, porque eu te redimi, chamei-te pelo teu nome, tu és meus". Isso tá em Isaías 43:1. E ela anda com aquele papelzinho. E quando Jesus, ela sai correndo. E eu me emociono muito com essa cena. E Maria de Madalena tá ali totalmente obsediada. Ela, ele olha para ela e diz: "Maria de Magdala, ela já para, ninguém a chama pelo nome". E ela responde e diz: "Quem é você? Você chamou o meu nome?" Aí ele diz da forma dele, de uma cena adaptada. Assim diz o Senhor, aquele que a criou, aquele que a formou, não tema, pois eu a resgatei, eu a chamei pelo nome.

"Quem é você? Você chamou o meu nome?" Aí ele diz da forma dele, de uma cena adaptada. Assim diz o Senhor, aquele que a criou, aquele que a formou, não tema, pois eu a resgatei, eu a chamei pelo nome. Você é minha. É assim que Jesus faz conosco todos os dias. Quando eu vi essa cena, eu escuto ele falando. Wagner Alberto, aí eu me lembro do meu amor, do meu avô, quando ele falava Wagner Alberto, eu falava: "Eita, ferro, agora a chinela vai comer". E quando Jesus chega e fala, Wagner Alberto, eu já dou aquele estalo. Sair do caminho. Somente através do amor se conquista a plenitude. Joana deângeles, tudo que parece perda, mais tarde se revelará. ganho espiritual no amor. Esta é a plenitude, fora dele apenas experiência. E eu quero deixar essa mensagem final para todos nós em reflexão desse tema do capítulo 9, proposta da vida deste livro. Seja feliz hoje, querido coração, quando te sentires cansado, lembra que a dor não é o fim, mas o início de um novo entendimento espiritual. O que hoje parece perda, mais tarde será iluminação. A dor te visita porque Deus te ama e deseja que teu espírito brilhe mais alto. E Joana consola nos dizendo: "Nada temas. Toda dor é tempo de renovação. Toda noite anuncia um novo amanhecer. que possamos descansar neste pensamento. Nunca estamos sozinho dentro da dor. Jesus está dentro de nós, onde nasce a verdadeira esperança. Fechem os olhos e escutem Jesus te chamando pelo nome e dizendo que ele veio te resgatar, em que Deus te criou, te formou. te colocou aqui para ser feliz, buscar a plenitude com a fé, a esperança e o conhecer a ti mesmo a cada amanhecer. Que sejamos gratos por estar aqui, por esse esforço contínuo da busca e que a paz do Cristo esteja em vossos corações. Obrigado a todos. Agradecemos as reflexões de nosso irmão Wagner sobre esse tema, quando a vida fala ao coração. A seguir, então, teremos os nossos o nosso passe para aqueles que o desejarem. Mas antes, uma vez mais, como Chico Xavier nos ensinou, que a prece funciona para o espírito, assim como o

la ao coração. A seguir, então, teremos os nossos o nosso passe para aqueles que o desejarem. Mas antes, uma vez mais, como Chico Xavier nos ensinou, que a prece funciona para o espírito, assim como o alimento para o corpo, elevemos nossos pensamentos e corações ao alto em gratidão pelo dia de hoje, por aqui nos encontrarmos, buscando o instruir-vos. da grande frase que nosso irmão citou do amai-vos e instruí-vos, pois o conhecimento é o motor da transformação. Pai de infinita bondade, misericórdia, Jesus, nosso amado, desculpe, bom pastor, que vossa misericórdia chegue até nós, espíritos em crescimento, aprendendo as lições desta abençoada escola da vida neste abençoado país que nós nos oferta esta doutrina de luz como nenhum outro na terra. diante das grandes dificuldades que se abatem sobre a nossa terra, sobre nosso mundo, que essa doutrina de luz possa nos ajudar a fazer brilhar a nossa, como nos conclamastes a fazer e exemplificaste-nos que fazer brilhar a luz é um esforço, ergúlio, diário, de grandes desafios, pois exige de nós a transformação, a comparação com que éramos ontem, com que somos hoje e a projeção do que devemos ser amanhã. que na mensagem de Santo Agostinho que nosso irmão lembrou, para que fizéssemos ao final do dia uma avaliação de tudo aquilo que fizemos e deixamos de fazer para que as coisas boas possam se repetir no dia seguinte. Nós buscamos com muita dificuldade incorporar esses hábitos, essas virtudes mais elevadas. Que não nos falte o vosso estímulo por intermédio de vossos emissários e que nós aprendamos a perseverar no caminho do bem que nos legastes. Que o vosso amor seja conosco hoje e sempre. Assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual. da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor

peração física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando [música] de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. [música] Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa [música] casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo [música] e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a [música] paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida.

ade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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