LIÇÕES DA DOR - Wagner Alberto [PALESTRA ESPÍRITA]
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buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. เ Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Boa tarde a todos. Sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília nessa tarde de quinta-feira, 1 da tarde, temos aqui 30 minutos para conversarmos nas referente ao estudo de hoje, a lição da dor. possamos à luz da doutrina espírita, refletir um pouco sobre esse tema que nos chama tanto atenção e que nos acompanha em toda a nossa vida, a maior parte. Que possamos fazer a nossa prece, fechando os nossos olhos. Todos que estão aqui, aqueles que nos acompanham através dos nossos canais, sejam todos bem-vindos. Obrigado pela audiência. Compartilhe a nossa página, deixe o seu like, que é o seu aplauso ao final da palestra, se gostarem. E fechando nossos olhos, nós dizemos: Deus, pai de infinita bondade, mestre amado Jesus, queridos amigos espirituais e guardiões, obrigado por mais um momento, por mais uma oportunidade de estudo, de ouvir o teu evangelho à luz da doutrina espírita nesta casa de oração, a comunhão espírita de Brasília. que tem como diretor espiritual Dr. Bezerra de Menezes, que tanto trabalhou pelo próximo, que tanto se aprofundou nessa doutrina, a todos os espíritos aqui presentes, aqueles que são conduzidos para o estudo, aqueles que vêm nos trazer ânimo assim, mestre Jesus, queridos, Amado Rabi da Galileia, te agradecemos pela oportunidade dos teus exemplos, dando graças a Jesus e pedindo permissão para dar início a mais uma tarde de estudo. Que possamos ter como inspiração o teu amor, o teu servir. Assim seja, Jesus. Queridos amigos e irmãos, nessa tarde de hoje, agradeço a casa por mais uma oportunidade de estarmos aqui, que possamos aproveitar a psicosfera desse auditório daqueles que estão são. Hoje vamos conversar sobre um tema que é, a primeira vista pode causar desconforto. Quando a gente fala de dor, a gente sempre causa desconforto, porque sempre mexe com nós, sempre nos põe a
stão são. Hoje vamos conversar sobre um tema que é, a primeira vista pode causar desconforto. Quando a gente fala de dor, a gente sempre causa desconforto, porque sempre mexe com nós, sempre nos põe a refletir porque muitas vezes estamos passando por aquela dor. E vamos no decorrer da nossa conversa, ter um pouco de esclarecimento, pois todos os espíritos quando vêm e nos deixam suas mensagens de orientação, de amor, de acolhimento e de consolo, eles querem apenas nos ajudar na nossa caminhada, não dizendo como devemos caminhar, porque temos o nosso livre arbítrio, O próprio Jesus sempre nos traz essa mensagem da sua proposta do teu evangelho. Pois no sermão do monte, quando ele anunciou o seu evangelho, ele nos fez uma proposta de como seria a melhor conduta para que na nossa caminhada, na nossa evolução espiritual, que é para isso que estamos aqui, possamos buscar através dos ensinamentos, das dores, dos exemplos. o nosso melhor caminho para trilharmos. E hoje vamos conversar um pouco sobre esse tema. A primeira vista pode causar desconforto, mas que a luz da doutrina espírita revele-se profundamente libertador. A lição da dor. Todos nós em algum momento passamos por dores, sejam elas físicas, morais ou emocionais. As físicas são as doenças, são aquelas aqueles momentos em que o corpo adoeceu. As morais são as da alma, aquelas dores que muitas vezes até trazemos elas. E as emocionais nós conhecemos, são aquelas que através dos pensamentos e muitas vezes das nossas atitudes contra nós mesmos, entramos em dores emocionais. a culpa, a mágoa, o arrependimento, todas essas dores que muitas vezes são provocadas por algumas ações nossas contra o nosso irmão ou muitas vezes até contra nós mesmos. Quantas vezes nos sentimos culpa por alguma situação que passamos, seja ela financeira, seja ela emocional e sabemos que foi provocada por nós, um distúrbio nervoso, como chamamos os rompantes. E todos nós em algum momento da vida passamos por dores. Isso é certo. Quando os espíritos vêm nos alertam para
l e sabemos que foi provocada por nós, um distúrbio nervoso, como chamamos os rompantes. E todos nós em algum momento da vida passamos por dores. Isso é certo. Quando os espíritos vêm nos alertam para essas dores. E Emanuel fala em algumas mensagens deles que as dores, muitas vezes, dores que buscamos, programamos ela na nossa reencarnação, igual nós vamos ver um pouquinho lá paraa frente, mas muitas vezes provocamos elas aqui, causamos elas sem precisar, por alguma atitude. por alguma conduta. O espírito mostra a utilidade da dor. O espiritismo mostra a utilidade da dor, demonstrando que as provas são meios de chegar à felicidade. No Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 5, no item 18, em que fala o bem e o mal, ele diz o seguinte, é uma mensagem de Lacordai, Ravé, 1863. La Cordire foi um padre dominicano que trouxe essa mensagem para nós. Um cara altamente estudioso, um cara que lá do outro lado se preocupa em nos levar a mensagem. E ele diz o seguinte: "Quando o Cristo disse: "Bem-aventurados aflitos, pois deles é o reino do céu". Não se referia aqueles que sofrem em geral, pois todos os que estão na terra sofrem. Estejam ou num trono ou numa extrema miséria, mas poucos sabem sofrer, porque poucos compreendem ao reino de Deus. O desânimo é uma falta dela. Quer dizer, a dor ela não tá no estado social. Ele nos diz aqui mesmo aquele que está no nível mais alto que na época era o trono, como aquele que vive em miséria, a dor quando ela chega, quando ela bate a porta, ela não olha títulos. Ela não olha classe social, ela chega e ela chega de uma forma em que muitas vezes ele nos diz aqui, o desânimo é uma falta. Já nos colocamos em desânimos e temos mania de dizer por que comigo? Quer dizer, o o meu irmão pode sofrer, eu não. Mas eu sou tão bom. Eu vou paraa casa espírita ou eu vou para o templo, eu faço aquela caridade, eu vou uma vez por mês visitar os os idosos. Eu tava vendo agora com essa passagem do Divaldo Franco, a volta dele é o plano espiritual e um
espírita ou eu vou para o templo, eu faço aquela caridade, eu vou uma vez por mês visitar os os idosos. Eu tava vendo agora com essa passagem do Divaldo Franco, a volta dele é o plano espiritual e um enfermeiro que tomou conta dele nos últimos dias ou nos últimos meses, falando sempre da serenidade dele, sempre da tranquilidade dele em tomar os medicamentos. em fazer os procedimentos, nunca reclamando. Nossa, Wagner, mas você tá usando um patamar muito alto, Divaldo Franco? Sim, mas irmã Dulce, quando esteve no hospital, Divaldo Franco fala que foi visitá-la e ficou encabulado com a serenidade daquela mulher. Esses exemplos acontecem em nossa vida para que nós possamos ter o despertar. Não que nós temos as a força, a evolução daquele espírito, mas que nós possamos ver um espírito igual Divaldo, irmã Dulce, Madre Teresa de Calcutá, João Paulo I, Chico Xavier, que tinha um problema imenso no olho. Por que que todos esses servidores de esses fiéis trabalhadores de Deus passam por sofrimento? eram para não passar, porque estão ali não só trazendo o seu evangelho, mas vivenciando, dando o testemunho. Eu não quero colocar nem aqui a Jesus, porque aí vão dizer que eu subi o sarrafo mais ainda. qualquer exemplo maior que no momento de maior dor corporal que ele sentiu, porque ele estava vivendo na matéria, crucificado, ele olha para o céu e diz: "Pai, perdoa! Eles não sabem o que fazem." E depois no seu ápice ele diz: "Está tudo consumado". Ah, mas há quem diga que em algum momento ele diz: "Por que me abandonastes?" Todas os ensinamentos de Jesus tem um porquê. Ali ele tá mostrando a fragilidade humana, o tanto que somos frágeis, assim como ele mostrou para Pedro, quando ele falou: "Pedro, tu me negarás três vezes?" Ele não quis dizer: "Tu me abandonarás, tu me largarás, tu não é fiel ao meu amor". Não, ele quis dizer para Pedro, porque Pedro sempre se mostrava muito forte, muito vorais, muito robusto. Tu és humano. E dentro da humanidade existe uma fragilidade. E dentro dessa fragilidade,
mor". Não, ele quis dizer para Pedro, porque Pedro sempre se mostrava muito forte, muito vorais, muito robusto. Tu és humano. E dentro da humanidade existe uma fragilidade. E dentro dessa fragilidade, muitas vezes nós caímos no desânimo, como diz aqui Larcodá, na falta de fé, no medo. Eu me lembro que um amigo, eu visitei ele uma vez, ele tava já desencarnando com uma doença muito tremenda. E eu cheguei e peguei na mão dele e naquele momento eu não tinha muito o que falar. E eu cheguei para ele e falei: "Como você está, meu irmão?" Ele olhou no meu olho com aquele olhar que não tinha mais aquele olhar de vida como a gente sempre se via na infância. Ele disse com muito medo, fragilidade humana, um cara de uma fé tremenda que trabalhava, na época nós éramos católicos, que trabalhava na igreja como eu nunca vi daquela forma. tava sempre ali solícito pros atendimentos, paraas os pedidos do padre. Não tinha lugar para ele trabalhar. Era na cozinha, era lavando o salão. Quantas vezes nos deslizamos naquele salão cheio de sabão quando éramos jovens, que íamos com as nossas mães, com as nossas avós. E naquele momento de partida, ele teve medo e pediu que eu segurasse na mão dele. E eu segurei. Ele não partiu naquela hora, mas eu falei: "Meu irmão, tenha a certeza de que o amparo de Deus tá com você?" Ele falou: "Eu tenho, mas tenho medo". Porque não sabemos o que acontecerá conosco. Nisso, nesse momento, eu creio que vem as dúvidas, como sempre nos cobramos e a irmã se for fala isso no reforma íntima sem martírio, que nos cobramos diariamente se estamos no caminho certo. E quando a dor ela chega e bate na porta, aí nós percebemos e temos mais dúvidas ainda se estamos no caminho certo. Porque achamos que muitas vezes por estar servindo a Jesus, por estar na obra de Deus, estamos livres da dor. Não. Nós temos que ver ao inverso que estamos mais fortes para aquela dor, que estamos mais no caminho, que estamos e temos a ferramenta para suportar aquela dor, como ele diz aqui no início, seja
or. Não. Nós temos que ver ao inverso que estamos mais fortes para aquela dor, que estamos mais no caminho, que estamos e temos a ferramenta para suportar aquela dor, como ele diz aqui no início, seja moral, física ou emocional. E o e o espiritismo, ele não faz proselitismo da dor. Ele nos mostra por sofremos, como fazemos com aquela dor. Ela não faz proselitismo. E Deus não nos coloca aqui no mundo para sofrer. Ele nos diz: "Vá, mas nós criamos as causas do sofrimento pelo nosso livre arbítrio e as nossas escolhas." Pois muitas vezes podemos escolher não sofrer, mesmo já ter programado isso. Tem um livro da literatura espírita que ele diz que quando a justiça divina chega até nós, se estamos em trabalho, muitas vezes não ficamos livre dessa dor, mas essa dor é aliviada. Ele nos dão força e amparo para passar por aquele momento. E aqui no Evangelho, Lacordari, ele é muito claro para nós quando fala que é o desânimo. Já percebemos que o espiritismo que nos traz como um dos seus pilares transformar o ser humano na pessoa melhor, ele não faz proselitismo também da salvação. Ele não diz que o espiritismo é a salvação. Nós temos a nossa luz, a nossa centelha divina e não podemos querer falar de Jesus ou valer da minha luz, apagando a luz do outro. Por que muitas vezes a gente vê dentro das religiões, dentro das filosofias ou dentro dos meios, eu querer acender a minha luz apagando a luz do outro. Segue a luz. Valei-vos da vossa luz, mas não queira apagar a luz. Cada um está no seu caminho certo. Cada um está no caminho que traçou. Desde que você faça o bem. Dalilama já diz que a melhor religião é aquela que faz o bem, é aquela que pratica o amor, não aquela que pratica a dor, o sofrimento do outro. E que quando eu quero valer da minha luz, como Jesus disse, vale da vossa luz, eu apago a luz do outro. Não, temos que ser várias, vários pirilampos pelo mundo, iluminando e levando luz aonde estivermos, fazendo o bem, praticando o amor. e nesses resultados das nossas atitudes, escolhas, comportamentos,
Não, temos que ser várias, vários pirilampos pelo mundo, iluminando e levando luz aonde estivermos, fazendo o bem, praticando o amor. e nesses resultados das nossas atitudes, escolhas, comportamentos, nessa existência, muitas vezes a dor ela é causada por mar alimentação, levando as doenças, conflitos familiares causados por intolerância. A intolerância é a falta de indulgência. benevolência, primeiramente comigo, porque o próximo, mais próximo de mim sou eu. Quando eu estou aqui falando para vocês, quando a gente escolhe um tema, eu geralmente busco aquele tema que tá me incomodando, a dor. Porque todos nós passamos por dor, lembra? Seja psíquica, emocional, física, não tem como. Mas como eu vou passar por ela? É como quebrar um ovo. Eu vi um palestrante conversando isso. Achei muito interessante. Você levanta de manhã, você vai fazer ali o seu dejejum e dentro do jejum você escolhe comer um ovo. Aí você tá ali, prepara tudo. Na hora que você vai quebrar o ovo que você bate ele quebra e cai no chão. Ninguém gosta de limpar ovo no chão. É horrível. Você já pronto para sair? Aí você olha ali. Como você vai olhar aquela situação em que, ó, meu Deus, quebrou o ovo e agora que faço? Pega o pano ali, o primeiro que você vê, limpa de qualquer jeito, deixa ali na pia, não come mais nada, sai chateado dizendo: "Acabou meu dia". Aquela dor vai ficar dentro de você. aquela chateação. Você vai chegar no trabalho, não vai tá legal, o café vai est frio, ou sem açúcar ou com açúcar demais. Seu dia, os problemas vão ser piores do que o dos outros. Você jogou pro pro universo que seu dia será ruim, cheio de dor. Agora vamos retroceder a fita como a gente fazia antigamente, que eu sou do tempo da fita cassete. Vamos retroceder a fita. Você quebrou o ovo, você olhou e falou: "Caramba, acontece. Pega o pano adequado, limpa, limpa como tem que limpar, deixa lá tudo, faz o ovo outro, frita, come, vai embora, chega lá no trabalho, dá bom dia paraos seus amigos. Percebe? É questão de como eu vou agir. Do mesmo
equado, limpa, limpa como tem que limpar, deixa lá tudo, faz o ovo outro, frita, come, vai embora, chega lá no trabalho, dá bom dia paraos seus amigos. Percebe? É questão de como eu vou agir. Do mesmo jeito é aquela dor que chega para mim, como eu vou agir com ela. Eu vou ter o estalo de que alguma coisa que eu fiz provocou aquilo e que aquilo é uma oportunidade de crescimento ou eu vou falar que por e dentro dessa intolerância que nós temos com os nossos familiares, nós provocamos dor. Quantas vezes nós magoamos uma pessoa e fica com aquilo o dia todo? Poxa, por que que eu magoei? Por que que eu tratei daquela forma? Mas o meu orgulho, ele não deixa eu voltar e chegar. Me desculpa, me perdoe. Se a pessoa vai perdoar ou não, mas você fez sua parte. O perdão não quer dizer que você terá o perdão da pessoa, significa que você se perdoou e você buscou a reparar o erro. Se consideramos que cada existência é apenas um elo, uma imensa cadeia evolutiva, compreendemos que a dor pode ter raízes profundas. Isso tá no livro dos espíritos, questão 258. Olha aqui o que que diz na parte segunda do livro dos espíritos. Escolhas das provas. Olha aqui o que diz. Questão 258. Na espiritualidade, Allan Kardec pergunta, na espiritualidade, antes de começar uma prova, uma nova existência corporal, o espírito tenha consciência e previsão das coisas que acontecerão durante sua vida? As provas que ele tá falando aqui, olha a resposta. Ele mesmo escolhe o gênero de provas que quer passar. Nisso consiste seu livre arbítrio. Nós escolhemos aquelas dores mais fortes que passamos, aquelas provas que vão fazer parte da nossa evolução espiritual. e estar com a pessoa que você dorme, comungar com a sua família, pai, mãe. A gente vem de uma cultura que a gente escolhe. Eu não escolhi estar nesta família. Não é, não é nossa cultura ter essa mensagem, não. Nós escolhemos. E na 258 a. Eu li a 258 agora a. Então não é Deus que impõe os sofrimentos da vida como castigo? A resposta é grande, mas eu vou
lia. Não é, não é nossa cultura ter essa mensagem, não. Nós escolhemos. E na 258 a. Eu li a 258 agora a. Então não é Deus que impõe os sofrimentos da vida como castigo? A resposta é grande, mas eu vou só dar uma resumida aqui. Nada acontece sem a permissão de Deus, que estabelece todas as leis que regem o universo. O universo não é nosso planeta. Não perguntareis então: "Por que ele fez esta lei em vez daquela? Ao dar ao espírito a liberdade de escolha, deixa-lhe toda a responsabilidade de seus atos e de suas consequências. Nada impede o seu futuro. O caminho do bem está à frente dele, assim como do mal. Mas se fracassa, restalha-lhe uma consolação. Nem tudo está acabado para ele. Deus, em sua bondade, deixa-o livre para recomeçar a reencarnação. Então, meus queridos, pra gente ir pro nosso fechamento, a gente tem que ter a dor é um dos maiores recursos para a iluminação da alma. Emanuel Chico Xavier no livro Pensamento e Vida, ele diz isso. Sofrimento. Olha só que interessante. O sofrimento burila o espírito, fortalece as virtudes, amadurece o coração. Paulo de Tá, um dos maiores perseguidores dos cristãos, quando ele se converteu através da dor em que no caminho de Damasco ficou cego e que diz: "Ele poderia ter ficado revoltado porque era um perseguidor de Jesus." Não, ele tem através daquela dor, daquele momento da cegueira e de olha para Jesus e diz: "O que queres de mim?" Quantas vezes nós olhamos para Deus, para Jesus, e dissemos: "O que queres de mim?" Nós teremos a resposta. Ananias respondeu, mas aí era um fiel seguidor de Jesus. Quando Jesus diz, vai lá e cura Saulo, já pensou Jesus chegar para você e mandar você curar aquele que você acha que é o seu maior algós? E Jesus e Ananias diz: "Eis-me aqui, Senhor, a confiança que temos que ter em Deus, a confiança que temos que ter no seu evangelho." Paulo tem algumas frases que ele diz: "Agora me alegro nos sofrimentos por vós". Isso está em Colonossenses 1:24. Viver é Cristo. Paulo diz isso. Jesus não evitou
que temos que ter no seu evangelho." Paulo tem algumas frases que ele diz: "Agora me alegro nos sofrimentos por vós". Isso está em Colonossenses 1:24. Viver é Cristo. Paulo diz isso. Jesus não evitou a dor, mas a sublimou. Momento algum ele quis evitar a dor. Suportou imensas dificuldades por amor, não por sacrifício. O sofrimento nos pede atitude, não paralisia. Temos que ter um despertar. Leon Deni nesse livro, O problema do ser, do destino e a dor, no capítulo 26, ele dedicou um capítulo inteiro paraa dor. E eu vou ler só um parágrafo aqui. Ele diz: "A dor e o prazer são duas formas extremas da sensação. Para suprimir uma ou outra, seria preciso suprimir a sensibilidade. São pois inseparáveis em princípio, em ambos necessários, a educação do ser, a educação do ser, que em sua evolução deve experimentar todas as formas ilimitadas, tanto do prazer como da dor. O problema do ser, do destino e da dor. Leon Denir, um espírito que esteve com Allan Kardec algumas vezes. A literatura diz isso. Em alguns dos seus encontros ele era bem mais jovem. E quando Allan Kardec parte, ele dá seguimento nessa codificação e nos traz imensas mensagens. E para fechar, toda dor de cessar. Quem disse isso foi Meimei. Assim como tudo começa e acaba, a dor também. Como trabalhamos isso? com a indulgência, com a paciência, com o olhar para dentro de nós e saber por acontece aquela dor. Se for física, temos que procurar um médico. Se for psíquica, temos que procurar os especialistas. Mas também os tratamentos nas casas espirituais. Nós temos atendimento fraterno, que lá possamos buscar para as nossas dores emocionais. Eu quero fechar com duas frases, uma de Meimei e outra de Divaldo Franco. "Aceita a dor", disse Meimei, psicografado por Chico Xavier, aceita dor como instrutora paciente que te ensina o valor do bem. e te encaminha ao coração de Deus. Espera e confia. A dor passa, o amor permanece. Edivaldo Franco disse uma vez: "Bendize toda e qualquer circunstâncias em que te encontres, porque te constitui instrumento de
minha ao coração de Deus. Espera e confia. A dor passa, o amor permanece. Edivaldo Franco disse uma vez: "Bendize toda e qualquer circunstâncias em que te encontres, porque te constitui instrumento de elevação moral". Meus irmãos, dentro desse tema que mexe tanto com nós, em que aqui tivemos que a dor chega para todos, sem classe social, sem gênero, para todos sem religião, que possamos, para o maior remédio, é como Jesus disse, valei-vos da vossa luz. Sois o sal da terra, sois filhos de Deus, sois deuses. que possamos buscar dentro da nossa potencialidade moral, espiritual e como filho de Deus, este momento que chega e nos abala tanto, seja emocional, seja física, e que possamos buscar socorro, seja na dor emocional e seja na ela física. que possamos saber que temos uma caminhada de evolução e de aprendizado, que possamos buscar os ensinamentos do Cristo, as literaturas espíritas, os estudos que a casa proporciona, os tratamentos, nos colocar aqui em oração e perguntar para Jesus: "O que queres de mim? que vamos ser intuídos pela resposta e vamos ter com certeza uma resposta. O que queres de mim, Jesus? Porque essa dor bateu a minha porta? Que possamos fechar os nossos olhos para fazer a prece final. Agradeço a todos. que nos ouvem através dos canais, a Fernanda, a Vanessa, Edileusa, Giovana, Vítor, a Maria e a Elene e a todos que estão aqui conectados, que possam receber as nossas vibrações, as nossas orações. E eu vos convido a todos que estão aqui nos presente, aqueles que estão nos nossos canais, a fazer a nossa prece de encerramento dessa tarde de estudo hoje, dizendo: Pai amado, mestre Jesus, queridos amigos espirituais, guardiões e protetores, aos espíritos aqui presente, desencarnados e encarnados, que possamos levar para casa aquilo que é para nós, extrair aquilo que é nosso. Ó mestre Jesus, obrigado pelo bom ânimo de estarmos aqui. A Dr. Bezerra de Menezes, que tanto trabalhou pela dor do próximo, que possamos ter o teu exemplo de servidão e que possamos estar sempre a
o. Ó mestre Jesus, obrigado pelo bom ânimo de estarmos aqui. A Dr. Bezerra de Menezes, que tanto trabalhou pela dor do próximo, que possamos ter o teu exemplo de servidão e que possamos estar sempre a serviço dos bons espíritos quando nos convocam. E em tua frente te digo, Jesus, o que queres de mim? que possamos ser como Ananias, que respondeu: "Eis-me aqui, Senhor". Obrigado e uma boa tarde a todos aqueles que nos viram através dos nossos canais, possam ficar para o passe virtual e aqui também possamos receber o passe virtual, porque na quarta-feira nós temos o presencial, mas nos outros dias às 13 horas é o virtual aqui. Possamos permanecer sentados para receber o benefício do passe. Obrigado a todos. Uma boa tarde. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da
ritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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