PRUDÊNCIA | Momentos Evangélicos com Carlos Henrique
Dando continuidade aos estudos do livro Messe de Amor, o tema Prudência conduz os Momentos Evangélicos deste sábado. O expositor Carlos Henrique reflete sobre a importância da cautela nas atitudes, da ponderação nas decisões e da sabedoria evangélica no agir cotidiano. Um momento oportuno para recordar que a prudência é virtude que preserva, orienta e sustenta o equilíbrio moral. 🎙 Expositor: Carlos Henrique 📅 Data: 21/03 📍 Mansão do Caminho – Salvador/BA 📺 Transmissão pela TV Mansão do Caminho #MomentosEvangélicos #TVMansãodoCaminho #DivaldoFranco #MansãodoCaminho #Espiritismo #DoutrinaEspírita #MesseDeAmor *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Senhoras e senhores, queridos irmãos e irmãs, caros internautas que nos acompanham pela web TV Mansão do Caminho, nosso muito boa noite a todos. >> Eu desejo que a paz de Jesus, o doce e meigo Rabi da Galileia permaneça em nossos corações hoje e por todo sempre. iniciar o nosso trabalho agradecendo a diretoria desta casa pelo convite, pela oportunidade de servir nesta oportunidade para refletirmos o capítulo de um livro que é bastante significativo para todos nós, O Messi de Amor, esta obra que foi a primeira publicada por Divaldo Pereira Franco, que tem um significado todo especial. A benfeitora Joana de Angeles na apresentação desta obra diz que quando a família espírita celebrava em 1964 o centenário de publicação de O Evangelho Segundo o Espiritismo, uma das obras fundamentais da doutrina espírita, ela então traz por meio da pena mediúnica do saudoso e querido aos nossos corações Divaldo. Pereira Franco, esta obra intitulada Messe de Amor e ela irá dizer que o Espiritismo é uma grande messe de amor e que o seu esforço singelo em trazer estas mensagens é colaborar com o projeto do Cristo, da edificação do reino de Deus nos corações. É interessante notar que a benfeitura Joana de Angeles compõe a equipe a pleide de espíritos elevados que colaboraram diretamente na materialização do consolador na Terra. Em o Evangelho Segundo o Espiritismo, iremos encontrar duas mensagens da benfeitora, assinada como um espírito amigo. E é interessante porque é a mesma assinatura que ela se apresenta quando do início do seu contato com o médium Divaldo Pereira Franco. Iremos encontrar a talvez mais famosa das suas mensagens que é inserida no capítulo 9, quando ela vai nos falar da paciência. E é interessante porque quando vamos perceber a estrutura de o Evangelho Segundo o Espiritismo, nós iremos perceber que na grande maioria dos capítulos Allan Kardec irá trazer a passagem evangélica. Posteriormente ele irá fazer comentários pertinentes e logo em seguida, na grande maioria dos
mo, nós iremos perceber que na grande maioria dos capítulos Allan Kardec irá trazer a passagem evangélica. Posteriormente ele irá fazer comentários pertinentes e logo em seguida, na grande maioria dos capítulos, abri um item titulado instrução ou instruções dos espíritos. E os espíritos que estão ali nos instruindo, eles nos instruem com uma característica que é a da autoridade moral. Eles são selecionados naquilo que tem autoridade moral para nos transmitir. E se nós avaliarmos a obra Mess de Amor, nós veremos que Joana de Angeles tem o cuidado de nos chamar a atenção para as múltiplas ações do cotidiano. E em um trecho da mensagem, a paciência, ela irá dizer: "A vida é difícil, eu bem o sei." E nós notamos a autoridade moral daquela que ansiando quando da sua existência como Joana de Cusa seguir o Cristo. Ela que estava altamente colocada naquela sociedade de Cafarnaum como esposa de um intendente de Herodes, desejando seguir Jesus. Jesus lhe pede justamente paciência. Volta aos teus e a tua hora do testemunho chegará. E ela então irá dizer nesta análise do dia a dia de que a vida é difícil, que constitui-se de mil nadas que acaba sendo como alfinetadas que acabam por ferir. Mas como espírito esclarecido irá dizer que se nós observarmos as bênçãos são muito mais numerosas do que as dores. Então nós iremos perceber este espírito que posteriormente no capítulo 18 irá analisar a passagem dar-se aquele que tem. E é curioso porque ela vai falar justamente de da semeiadura num campo, convidando-nos ao trabalho e a messe de amor, nós iremos perceber que é o convite para que nós possamos laborar, para que nós possamos colher os frutos do amor. Mas para colher, nós precisamos estar dispostos à semeadura. Nós precisaremos estar dispostos a sucar o solo, muitas vezes pedregoso dos nossos corações. Retirar as ervas daninhas, adubar, preparar a terra, ter a paciência de irrigar para que nós possamos colher os frutos do amor. É curioso porque a obra psicográfica de Divaldo chega após a obra
ações. Retirar as ervas daninhas, adubar, preparar a terra, ter a paciência de irrigar para que nós possamos colher os frutos do amor. É curioso porque a obra psicográfica de Divaldo chega após a obra das ações. Essa instituição precede. E se nós quisermos constatar a messe de amor, nós seremos convidados, como Mário, ah, convidou aqui no início, a constatarmos as instalações dessa instituição. Divaldo, que através da sua mediunidade, muito mais do que falar brilhantemente, muito mais do que direcionar mensagens para nós, como ela própria irá adverti-lo, de que as mensagens, na verdade, eram para ele e que chegavam para as pessoas como uma consequência natural. Nós seremos convidados a analisar a necessidade de nós trabalharmos. Em sua edição comemorativa, nós vemos que a editora Leal trouxe-nos uma capa verde e se nós observarmos a capa, iremos encontrar uma rosa que tem um símbolo todo especial nesta obra. No livro Semeador de Estrelas da também saudosa Sueli Calda Schubert, em entrevista com Divalder irá trazer os detalhes de quando esta obra chega às mãos do médium baiano. E ela diz então que feliz quando Divaldo estava ali vendo concretizado esta messe de amor depois de muitos esforços para poder trazer finalmente um livro, Joana deposita sob a então capa do exemplar uma pétala de rosa que se desabrocha, mas que depois vai se tornando como que gotas de sangue manchando a capa. tornando-a verde. E Joana lhe adverte, Divaldo, a rosa é a mensagem, mas o sangue simboliza a cota de sofrimento que o trabalho te exigirá. E nós vamos perceber assim, meus amigos e minhas amigas, que em toda esta obra a benfeitora irá nos trazer um conjunto de valores e virtudes que nos auxiliarão nesta semeadura do amor, que nos auxiliarão a realizarmos as atitudes diárias. Ela irá utilizar a segunda pessoa do plural, tendo esta característica de falar ao coração, de falar na intimidade, convidando para esta edificação que o mestre nos convidara há mais de 2000 anos. Nós perceberemos em uma série de
ssoa do plural, tendo esta característica de falar ao coração, de falar na intimidade, convidando para esta edificação que o mestre nos convidara há mais de 2000 anos. Nós perceberemos em uma série de capítulos ela nos falando desses valores, dessas virtudes que nós deveremos nos esforçar para cultivar no dia a dia. Como no capítulo 4 irá nos falar da disciplina, no capítulo 17 a importância da temperança, no capítulo 44 a tolerância. No capítulo 50, a humildade. No 56, tranquilidade confiante. E o que é objeto de nossa análise na noite de hoje, o capítulo 42, quando ela nos chamará a atenção para a prudência. E a semelhança do que ela diz naquela mensagem, O Evangelho Segundo o Espiritismo, ela nos chama a atenção para que diante das dificuldades, diante do problema difícil, nós utilizemos a prudência. E ela nos chama a atenção de que muitas vezes nós nos atiramos à primeira ideia que vem à mente. Diante do problema, diante da dificuldade, nós agimos por impulso. E ela diz que o prudente é aquele que deseja acertar nas decisões. É aquele que tem o cuidado de agir para que não venha se arrepender depois. E já no final da obra, ela nos chamará a atenção de que a vida nos pedirá conta dos empréstimos que nós fomos brindados e que os únicos valores contábeis no amanhã depois da morte são as ações. O que nós levamos é o que nós fazemos. Os valores contábeis na imortalidade são as ações que nós concretizamos na existência. Daí a necessidade de nós termos este cuidado de refletirmos naquilo que vamos fazer. Em o Evangelho Segundo o Espiritismo, nós iremos encontrar o espírito Lázaro nos advertindo que de que na sua origem o homem só tem instintos. Quando mais avançado e corrompido tem sensações. Quando instruído e depurado tem sentimentos cujo ápice é o amor. Lázaro, em uma frase sintetiza o processo evolutivo do desenvolvimento do espírito do instinto para a vivência do amor. E nós iremos perceber que um dos nossos desafios é justamente fazer com que nós aprendemos a domar.
e sintetiza o processo evolutivo do desenvolvimento do espírito do instinto para a vivência do amor. E nós iremos perceber que um dos nossos desafios é justamente fazer com que nós aprendemos a domar. estas paixões que em o livro dos espíritos, os espíritos irão nos esclarecer de que as paixões não são más em sua origem. É a providência divina que nos faculta. Existe uma inteligência nesses impulsos para que nós cumpramos com o nosso papel. E Kardec faz uma pergunta questionando quando é que as paixões deixam de ser boas para serem má? E os espíritos dizem que as paixões são como um Corcel, que são úteis desde que quando governados e que passam a ser perniciosas quando passam a governar. Ou seja, quando nós nos deixamos governar pelos impulsos, nós corremos sérios riscos. Quando vamos perceber, já agimos. Quando nos damos conta, já falamos. E algumas pessoas chegam a dizer: "Ah, mas eu não levo desaforo para casa. Eu tenho um pavio curto e nós somos convidados a, no exercício desta virtude, a prudência, realizar um esforço para aprendermos a canalizar esses impulsos." É curioso, é interessante nós notarmos a capacidade de Allan Kardecogo, discípulo de um dos pais da pedagogia moderna, Henrique Pestalosei. Ele não utiliza a palavra por acaso. Ele irá dizer: "Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que faz para domar as más inclinações." Veja que Kardec não utiliza o verbo vencer, superar, ocultar. Ele utiliza o verbo domar. E domar traz esta ideia de nós aprendermos a canalizar estes impulsos que sua, em sua origem não são maus, canalizá-los para o bem. Então esse o desafio do espírita que busca esta edificação do reino no coração, que busca colher estes frutos de amor que Jesus nos convida há mais de 20 séculos. Aprender a domar os impulsos. E na questão 919 de O livro dos Espíritos, Kardec faz uma pergunta. O homem poderia, pelos seus esforços, superar as más inclinações, domar estas más inclinações? E os espíritos respondem: "Sim".
sos. E na questão 919 de O livro dos Espíritos, Kardec faz uma pergunta. O homem poderia, pelos seus esforços, superar as más inclinações, domar estas más inclinações? E os espíritos respondem: "Sim". E muitas vezes fazendo esforços insignificantes, o que lhes falta é a vontade. E eles concluem a resposta dizendo: "Ah, quão poucos dentre vós fazem esforços! Eu particularmente fico envergonhado quando leio essa questão 919 90. Porque os espíritos utilizam ali de um refino para dizer: "Olha, nós temos uma tendência à acomodação aquilo que algumas pessoas chamam de zona de conforto e que nós costumamos dizer: "Não é nada confortável, na verdade permanecer nesta zona de estagnação em que muitas vezes nós nos permitimos. Então, fazermos esforços muitas vezes insignificantes. Em uma de suas obras, Joana de Anângelo nos diz: "Se não consegue fazer espontaneamente, faça por educação". E nós tivemos uma lição com isso, com uma pessoa muito próxima, que em uma certa circunstância nos dizia justamente isso. Olha, enquanto não for verdadeiro, eu não faço. Enquanto não for verdadeiro, eu não perdoo. E aí, um dia lendo Joana, eu disse a ela, falei: "Olha, não sou eu que estou dizendo, né? É Joana quem disse, se não consegue fazer espontaneamente, faça por educação". Em outras palavras, é a benfeitora dizendo, nos esforcemos. Não esperemos que esta espontaneidade surja como que não passe de mágicas, porque não existe passe de mágicas na vida. Tudo deflui do trabalho, do esforço, da disciplina. Como nesta edição, já na capa, nós teremos uma advertência da benfeitora dizendoos: "A felicidade do homem decorre, pois da disciplina que este se impõe, a necessidade da disciplina, fazer forçado contra a natureza, mas fazer aquilo que nós já compreendemos ser um dever." É o exemplo de Divaldo, o exemplo da persistência, do silêncio, do trabalho, do esforço contínuo para vivenciar a mensagem. Quando, analisando esta messe de amor, nós iremos do Evangelho o ensinamento de que o amor apaga uma multidão de
persistência, do silêncio, do trabalho, do esforço contínuo para vivenciar a mensagem. Quando, analisando esta messe de amor, nós iremos do Evangelho o ensinamento de que o amor apaga uma multidão de pecados, com a vida de Divaldo, nós vamos perceber que muitas vezes nós interpretamos errado esta passagem, este ensinamento do apóstolo, porque eu particularmente imaginava assim: "Olha, eu vou me esforçar para amar, porque amando vai passando uma borracha nos meus equívocos lá do passado." Mas a vida de Divaldo nos ensina de que não é bem assim. Significa que amando nós vamos tendo a possibilidade de resolver quaisquer pendências do passado. Com o amor, qualquer que seja a situação, a pendência, nós teremos condições de solucionar. é o exemplo que ele nos dá através do serviço, do esforço e da vivência do amor naquele naquela situação que todos nós conhecemos, a grande maioria de nós, do Máscara de Ferro, quando ele perseguidor implacável, isso também está registrado na obra de Sueli Calda Schubert, por questões de séculos, persegue implagavelmente Divaldo Franco e Divaldo através do serviço. do esforço, da tolerância, vai se fortalecendo e um dia ele diz: "Adivaldo, tu terás uma trégua diante do teu esforço, da tua perseverança, já mereces uma trégua". E depois de algum tempo, chega uma criança à mansão do caminho e Divaldo relata na obra que não tinha condições de amparar aquela criança. Mas ele se questiona: "O que faria Jesus em meu lugar?" E então analisa de que Jesus acolheria. E quando ele acolhe a criança, o máscara de ferro lhe aparece emocionada e diz: "Eu terei que aprender a te amar. Pois aqueles que amam a quem eu amo, eu devo também aprender a amar, porque aí está a minha mãe reencarnada. E de adversário, de perseguidor implacável, o Máscara de Ferro se torna um trabalhador, se torna alguém que acompanhava as exposições, a palestra doutrinária nesta casa. Então nós vemos, meus amigos e minhas amigas, que nós somos convidados a estes esforços, estes esforços no cotidiano, na nossa
alguém que acompanhava as exposições, a palestra doutrinária nesta casa. Então nós vemos, meus amigos e minhas amigas, que nós somos convidados a estes esforços, estes esforços no cotidiano, na nossa vida de relação. Quando vemos estes grandes referenciais para nós, como Divaldo, como Chico, como irmã Dulce, Madre Teresa, nós perceberemos que só conseguiram fazer os grandes feitos porque aprenderam a trazer a mensagem para si, ou seja, a missão de todos nós, que é a missão de evangelizar-se e na fidelidade, no pouco, no dia a dia, no cotidiano, foram se fortalecendo para poderem ser fiéis no muito. E às vezes a gente quer transformar o mundo sem nos predispuser sem nos predispormos à transformação do nosso mundo íntimo. Em um diálogo com Levi, registrado por Humberto de Campos na obra Boa Nova. Nós vemos aquele que era um publicano e que vai ser conhecido como apóstolo Mateus e evangelista, o mais instruído do colégio apostólico. Ele que não entendia porque Jesus convivia tanto com os estropeados, com os pobres, marca uma audiência com os poderosos, entre o mestre e os poderosos da terra, os chamados poderosos. E Jesus então lhe traz uma advertência, instruindo de que não era por ali que eles caminhariam. E Levi, envergonhado, disse: "Senhor, eu não fiz por mal. marquei essa audiência para que nós tenhamos mais breves vitórias para a vitória do evangelho. E Jesus então traz uma advertência para Levi que serve para nós nesses dias atuais, nesses dias tumultuosos da grande transição planetária. Ele diz assim: "Levi, quem governa o mundo é Deus e o amor não age com inquietação". Nós somos convidados refletindo nesta messe de amor, diante desses dias difíceis, a vibrando, a captando o pensamento de Jesus, a sintonia fina do amor, compreender que quem governa o mundo é Deus. E este amor, este amor que nos ama incondicionalmente não age com inquietação. Nós que tantas vezes nos inquietamos, nós que tantas vezes nos permitimos o pessimismo, nós que muitas vezes nos sentimos num
te amor, este amor que nos ama incondicionalmente não age com inquietação. Nós que tantas vezes nos inquietamos, nós que tantas vezes nos permitimos o pessimismo, nós que muitas vezes nos sentimos num beco sem saída, à luz do evangelho de Jesus, compreendemos que, apesar dos dias difíceis, dias melhores virão. caminho até essa instituição. Nós que saímos ali da Pituba, vim acompanhado da minha tia querida ao meu coração, porque foi através dela que conhecemos o Espiritismo aqui nesta cidade. E nós vínhamos dizendo que nas mensagens do Dr. dizer que nós já tivemos a oportunidade de refletir nesta casa recebidas por Divaldo no encerramento da semana espírita de vitória da Conquista. Em uma das mensagens de Bezerra assim, diz assim: "Após a meia-noite já é amanhecer". E nós dizíamos no caminho, esta é a bússola que nos dá o espiritismo. Apesar da treva densa, nós sabemos que já passamos na meia-noite, que é uma noite não sem estrelas e já estamos caminhando para o amanhecer. Então o espírita consegue compreender que apesar dos dias difíceis, apesar das inúmeras dificuldades, quando olhamos para o mundo, ele parece ruir em suas bases, tudo parece fora do lugar, uma total inversão de valores. E nós somos convidados, sob o ponto de vista da matéria, a analisar de que nada tem solução. E sob o ponto de vista do espírito imortal, nós sabemos que estamos passando por uma grande faxina. Quem chega e não sabe que está tendo a faxina, olha e fala assim: "Que bagunça é essa aqui? Olha, não tem jeito, tá tudo bagunçado." Mas o espírita tem a oportunidade de dizer: "Não, está tendo uma reforma." Sabendo que após essa reforma tudo voltará para o lugar, porque quem governa o mundo é Deus. e o amor não agem com inquietação. Portanto, Joana deângela irá nos trazer uma segunda recomendação no exercício da prudência, que ela diz: "Nunca resolver um problema ao impacto da emoção." Então, ela nos traz um segundo desafio, que é ter controle emocional. Quantas vezes nós não nos comprometemos,
o exercício da prudência, que ela diz: "Nunca resolver um problema ao impacto da emoção." Então, ela nos traz um segundo desafio, que é ter controle emocional. Quantas vezes nós não nos comprometemos, nós não ficamos arrependidos porque nós damos uma resposta sobre a ação de forte emoção. Quando nós tomamos uma decisão movido por forte emoção. E sobre as fortes emoções, muitas vezes nós superdimensionamos um problema que poderia ser resolvido de uma outra forma, que conforme nos adverte a benfeitora em outras obras, a vida mesmo pela força das circunstâncias poderia encaminhar a solução. E nós nos preocupamos e nós nos desesperamos e nós perdemos o chão. Então, meus irmãos e minhas irmãs, neste capítulo prudência, a benfeitora irá nos afirmar que deveremos nos aconselhar com a prudência antes que o nosso passo nos leve à delinquência. Nós poderemos, em atitudes irrefletidas amargurar o peso na consciência por praticarmos verdadeiros crimes. Então, nós somos convidados a este exercício da prudência. a prudência que fará com que nós analisemos as nossas atitudes, com que nós nos voltemos para dentro de nós mesmos, para que nós não percamos tempo analisando os outros, inconformados, querendo modificar as atitudes dos outros, mas conectados com a necessidade de mudança de nós mesmos. Nós costumamos sempre chamar a atenção de que no espiritismo nós temos algumas surpresas. Eu particularmente as tive, porque geralmente quando nós chegamos na doutrina e eu que fiz essa transição do catolicismo para o espiritismo, nós chegamos muitas vezes com a ideia quando a pessoa nos pergunta assim: "Você se considera uma pessoa boa?", né? Eh, quando nós trabalhamos, principalmente aquele texto, homem de bem. E geralmente as pessoas dizem assim: "Não, eu sou uma pessoa boa, não faço mal a ninguém". E aí vem a doutrina e diz: "Não basta não fazer o mal, é preciso fazer o bem". E de repente a gente começa a conhecer a doutrina e começa a fazer o bem. E a gente começa a achar que tá tudo certo.
m". E aí vem a doutrina e diz: "Não basta não fazer o mal, é preciso fazer o bem". E de repente a gente começa a conhecer a doutrina e começa a fazer o bem. E a gente começa a achar que tá tudo certo. Olha, eu agora estou fazendo o bem. E aí vem a doutrina e dobra a aposta. Fala assim: "Não basta fazer o bem. É preciso fazer todo o bem que esteja ao nosso alcance, no limite das nossas forças, porque o mal que advém do bem que deixamos de fazer também corre por nossa conta, é de nossa responsabilidade. E aí nós vamos perceber o o porquê do esforço de Jesus de sempre quando nos ensina sobre o reino que ele vai esclarecer que esta obra no coração da criatura humana para que nós possamos fazer esta viagem para dentro. Porque se a meta é fazer todo o bem no limite das nossas forças, nós não poderemos perder um tempo valioso, precioso, analisando os outros, querendo modificar os outros. Nós precisaremos utilizar todo o tempo, toda a bênção do tempo que nós somos, que nos é disponibilizado para que nós possamos fazer esses esforços. Veja que para fazer todo o bem que esteja ao nosso alcance, nós precisamos nos conhecer. Nós precisamos saber até onde eu vou, até onde o meu braço alcança, até onde eu consigo servir e ser útil. Desconectados de nós, estaremos alheios e poderemos, inclusive nos comprometermos na pretensão de fazer um bem que esteja além das nossas forças. Na parábola do bom samaritano, nós temos a lição. O samaritano faz até onde ele pode fazer. A partir de determinado momento, ele deixa, determinado ponto, ele deixa a cargo do hospedeiro e diz: "O que?" Ele dá dois denários, o que ele gastará mais, eu te restituirei. Ele não tem a pretensão de solucionar todo o problema. Ele faz até o limite das suas possibilidades. E a pergunta que não quer calar é para esta messe de amor que nós somos convidados, para esta obra em nós, em nossos corações, nós temos nos conhecido, nós temos compreendido quais são os nossos limites, até onde nós podemos ir. Vejamos que quando Paulo se encontra com
os convidados, para esta obra em nós, em nossos corações, nós temos nos conhecido, nós temos compreendido quais são os nossos limites, até onde nós podemos ir. Vejamos que quando Paulo se encontra com Jesus às portas de Damasco, a pergunta é: "Senhor, que queres que eu faça?" E Jesus diz: "Vá, Damasco". E Bezerra de Menezes irá nos dizer em uma das mensagens pela psicofonia de Edivaldo, ir a Damasco hoje em dia, para nós significa fazer a viagem para a província das nossas próprias consciências. a viagem para dentro tão necessária para que nós possamos nos conhecer, para que nós possamos enxergar aquilo que precisa ser modificado. Porque se o objetivo é realizar ações para que em concretizando o bem possamos colher os frutos do amor, nós precisamos compreender aquilo que precisa ser modificado em nós. Quais são os impulsos? Quais são as paixões que necessitam ser canalizadas? Quais são os impulsos que ainda nos governam, que ainda nos dominam, que precisam dos nossos esforços para que nós assumamos o controle? São questionamentos, meus irmãos e minhas irmãs, que nós precisamos ter a coragem de fazer, porque é preciso ter coragem. para fazer esta viagem para dentro. É muito mais fácil observar os outros, é muito mais fácil percebermos os outros. E no meio jurídico, nós costumamos dizer que quando a causa é alheia, nós somos excelentes promotores de justiça. Quando é o outro que age, a gente tem logo uma acusação para fazer. Olha, fulano faz isso por isso e por isso, mas quando a causa é própria, aí nós somos excelentes advogados de defesa. Olha, eu fiz isso, mas aí temos sempre as escusas. Quando aprendemos com o evangelho que deveria ser o contrário, ao outro permitir que ele seja como consegue ser e a nós exigirmos que sejamos como devemos ser. Vejamos que quando Jesus no evangelho nos traz a recomendação da paz e ele diz que quando partíssemos divulgando o evangelho, ao chegar em uma casa que pudéssemos dizer: "A paz esteja em tua casa". À luz da doutrina espírita, nós compreendemos que esta
omendação da paz e ele diz que quando partíssemos divulgando o evangelho, ao chegar em uma casa que pudéssemos dizer: "A paz esteja em tua casa". À luz da doutrina espírita, nós compreendemos que esta recomendação de Jesus não é uma recomendação maquinal. Quando recebemos um convite, Mário de repente nos convida a fazer um evangelho na casa dele e aí atendendo a recomendação de Jesus, eu chego lá e digo assim: "A paz esteja em tua casa". A luz do Espiritismo, nós compreendemos que é muito mais profundo que Jesus está nos recomendando. Quando vemos as obras de André Luiz pela pena mediúnica de Chico, André irá nos falar da casa mental. E nós podemos poderemos por analogia compreender que quando Jesus diz que divulgando o evangelho, ao nos depararmos, ao chegar na casa de alguém, digamos, a paz esteja em tua casa é Jesus dizendo: "Não violente a consciência de quem quer que seja, porque o evangelho não será um evangelho de violência. O nosso trabalho é pelo convencimento, pelo exemplo e não pela imposição. Então, nesses dias tumultuosos, nós vemos pessoas com o desejo de impor verdades aos outros, de dizer como o outro tem que agir, como tem que pensar, como tem que falar. E nós que desejamos seguir os passos de Jesus, precisamos aprender de que a verdade é feita para iluminar e não deve ser utilizada como um chicote para agredir a quem quer que seja. Diante do nível de pensamento do outro, que possamos atender a recomendação de Jesus da paz. Deixemos o outro em paz. do modo que ele pensa, da leitura que ele faz de mundo, das escolhas que ele faz. Deixemos o outro em paz, porque ele tem o direito de ser como é. Se Deus não interfere no livre arbítrio de ninguém, quem somos nós? E Joana de Anel chamar a atenção para o grande problema do julgamento. Porque ela diz, para julgarmos uma pessoa, nós precisamos compreender todo o seu passado espiritual. todos os caminhos que o levaram até aqui. Se assim não fizermos, correremos o risco de sermos levianos. Então, por isso que nós vamos aprender
nós precisamos compreender todo o seu passado espiritual. todos os caminhos que o levaram até aqui. Se assim não fizermos, correremos o risco de sermos levianos. Então, por isso que nós vamos aprender que quem cabe a Deus através de suas soberanas leis julgar. E os espíritos irão nos advertir. Aquilo que aos nossos olhos nos parece um crime, aos olhos do Deus de pureza, compreendendo e sondando os corações, não passam de faltas leves. que aquelas outras ações ou até mesmo pensamentos que nem sequer são catalogados como faltas leves aos olhos do Deus de pureza, são verdadeiros crimes, porque Deus sonda os corações. Então, o conceito de justiça à luz do Espiritismo ganha um significado totalmente diferente. Então, meus amigos e minhas amigas, nós somos convidados a realizarmos estes esforços de estarmos atentos às nossas ações diárias, as nossas ações do cotidiano, de trazermos a mensagem para nós, como vai advertir Joana Adivaldo. E da outra vez que estivemos aqui também contamos essa história que ilustra bastante a necessidade de nós trazermos a mensagem para nós e não aplicarmos aos outros. Porque a gente tem uma tendência de ao invés de aproveitar a mensagem para nós, a gente pensa logo no outro, né? ouve uma boa palestra e diz assim: "Ah, se minha sogra tivesse aqui, lê um bom livro e diz: "Olha, eu vou presentear fulano porque ele tá precisando ler isso". Então, nós estamos sempre transferindo. E Divaldo vai contar de público que em determinado período da sua existência ele viu se avolumar uma angústia em seu coração e via a benfeitora chegar dia após dia, realizar o trabalho da psicografia disciplinadamente, se despedir, sair. E ele diz que um dia, não suportando mais a angústia, pediu um minuto da atenção. Ele diz então que ela se via, pois não. E ele disse: "Nem parece que a senhora é minha guia, porque não é possível que a guia não sabe, não saiba o que sofra o seu guiado. Eu estou há dias angustiado. A senhora chega aqui, escreve uma página atrás a após a outra e não escreve uma
minha guia, porque não é possível que a guia não sabe, não saiba o que sofra o seu guiado. Eu estou há dias angustiado. A senhora chega aqui, escreve uma página atrás a após a outra e não escreve uma linha sequer para mim. A senhora não poderia aliviar a minha angústia escrevendo uma linha que fosse?" E ele então diz no seu senso de humor que ela olha para ele com aquele olhar de freira, balança a cabeça e diz: "O Senhor está equivocado". Cada ponto, cada vírgula que eu escrevo é para o Senhor. Chega para as outras pessoas como uma consequência natural do trabalho. Mas tudo, absolutamente tudo que eu escrevo é para o Senhor. Edivaldo disse que a partir daquela lição refletiu de que o primeiro a ser atingido pela mensagem deveria ser ele e não os outros. E quando vamos analisar os capítulos, nós vemos que é uma mensagem para o coração. É uma mãe que diz e orienta o seu filho. E nesta orientação, Adivaldo acaba orientando a todos nós. Então, que sob a influência desta obra concretizada, estando aqui constatando a messe de amor, o resultado do esforço do trabalho, da vivência da mediunidade, conforme nos diz Allan Kardec, vivenciada santamente dentro da proposta da vivência da mediunidade com Jesus, que é a proposta que a doutrina espírita nos traz, que nós possamos amos nos debruçar sobre esta obra Mess de Amor, que faz referência a uma das obras fundamentais da doutrina espírita, o Evangelho Segundo o Espiritismo, que por sua vez desdobra a terceira parte de o livro dos espíritos, das leis morais. E em relação à vivência das leis morais, nós temos o grande exemplo que é exemplo, que foi exemplo e continua sendo para Divaldo, para Joana, para Francisco, para todos nós. Conforme constatamos na questão 625, quando Allan Kardec questiona aos imortais, qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem? para lhe servir de guia e modelo. Vejamos que ele novamente emprega a palavra precisa. Ele não diz ofereceu no passado. Ele diz qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem. Ofereceu,
em? para lhe servir de guia e modelo. Vejamos que ele novamente emprega a palavra precisa. Ele não diz ofereceu no passado. Ele diz qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem. Ofereceu, oferece e oferecerá. E os espíritos então nos trazem a resposta mais curta de o livro dos espíritos. Jesus. Em algumas traduções, vede Jesus. Que nós possamos a semelhança do Divaldo com Máscara de Ferro nos momentos mais decisivos, domando os impulsos, controlando as nossas emoções, que possamos refletir: "Se Jesus estivesse no meu lugar, como ele agiria?" E nós teremos um roteiro seguro para lançarmos as sementes do amor, para continuarmos nos esforços do sacrifício, da abnegação, do trabalho. É importante nós refletirmos sobre o trabalho. Joana nos diz: "Hora perigosa para o cristão decidido é a do ósseo". E ela vai nos falar dos inúmeros benefícios do trabalho, que nos livra da influência do mal, que nos ajuda a disciplinar a vontade. Nós, tais quais crianças espirituais, muitas vezes queremos que o mundo se dobre aos nossos caprichos. E nós somos convidados a, por meio do trabalho, do esforço, ir lançando essas sementes do amor para que nós possamos colher estes frutos, estes frutos abençoados que nós podemos constatar na vida de Divaldo. Nós temos em casa Saulo já finalizando o nosso trabalho, que certamente está nos acompanhando. Saulo tem 6 anos de idade e toda vez que nós estamos refletindo esta tendência de nós temos de que os nossos caprichos sejam satisfeitos, toda noite nós oramos com Saulo antes de dormir. E Saulo tem diagnóstico de autismo e ele tem algumas dificuldades. E na oração do Pai Nosso, nós estamos há um tempo. Saulo é muito inteligente, alfabetizou-se sozinho. E na oração do Pai Nosso, eu venho insistindo com Saulo, mas ele não consegue orar. Seja feita a vossa vontade. Ele só ora, seja feita a nossa vontade. E eu digo, Saulo é vossa vontade, mas ele não consegue. E refletindo sobre isso, nós muitas vezes podemos até dizer: "Seja feita a vossa vontade". Mas no
ntade. Ele só ora, seja feita a nossa vontade. E eu digo, Saulo é vossa vontade, mas ele não consegue. E refletindo sobre isso, nós muitas vezes podemos até dizer: "Seja feita a vossa vontade". Mas no fundo, no fundo, o nosso desejo mesmo é de orar como Saulo. Lá no fundo, a gente deseja que a vontade de Deus seja semelhante a nossa. Tomara, Senhor, que a sua vontade seja semelhante a nós e nós temos aquele poema belíssimo de Alta de Souza, quando ela diz: "Não me atenda, Senhor". na lucidez do espírito, percebendo que muitas vezes o nosso desejo é um desejo limitado. Nós oramos a Jesus, vem Jesus e ele invariavelmente vem nos socorrer, nos atender. Mas precisamos nos recordar que o convite de Jesus é muito claro. Vinde a mim, todos vós que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei comigo que sou manso e humilde de coração e acharei repouso para as vossas almas. Vejamos, o convite de Jesus é: vinde a mim. saiamos do local em que nos encontramos e que nós possamos dar passos significativos em direção a ele através do esforço, do trabalho, domando os impulsos, nos fortalecendo. E ele nos adverte: "Aprendei comigo que sou manso e humilde de coração. a mansuetude e a humildade necessárias para que nós possamos fazer com que a mensagem prevaleça e não os nossos caprichos e não a nossa vontade. Como Jesus vai dizer a Joana, ser fiel é o convite para que nós também, por nossa vez, sejamos fiéis a Jesus, que é o guia e o modelo para todos nós. Nosso muito obrigado pela atenção de todos, pela oportunidade de servir. Muita paz e que Deus nos abençoe. Muito obrigado, Carlos Henrique. Muito boa a exposição, a palestra muito bem desenvolvida. Boas mensagens. Boas recomendações. Vamos agora então nos preparar para o encerramento da nossa reunião. Convidamos aí os médiuns passistas desta casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Senhor e Mestre Jesus, nosso irmão mais velho, criado por Deus muito antes que nós
damos aí os médiuns passistas desta casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos. Senhor e Mestre Jesus, nosso irmão mais velho, criado por Deus muito antes que nós outros, mas somos teus irmãos, Senhor mesmo, Pai. Somos ainda crianças, crianças espirituais. Damos os primeiros passos. Estamos nos primeiros anos da escola. Mas quando olhamos ao nosso professor, ao nosso mestre, ao nosso orientador, nessa banca educacional da vida, te olamos como um professor, aquele que orienta, aquele que educa, aquele que apacenta, aquele que acolhe, que aconsel És tudo isto para nós, Senhor, o nosso divino orientador, essa nossa escola, esse nosso educandário, educandário da doutrina espírita. Felizes somos nós que podemos compreender esses detalhes da existência, sabendo-nos e considerando-nos seguros, porque temos diante de nós o nosso divino orientador. Abençoa, pois nas nossas rogativas esses nossos irmãos que se dispõem a doação das suas próprias energias através da vontade de servir. Eis aí a caridade, Senhor, a caridade do serviço do bem, do homem de bem, que faz muito além. do simples esforço. Doa-se. Doa-se para que o próximo possa receber as energias do seu coração e da sua vontade. Abençoa a água que te expomos, transformando-a num remédio para todos nós. Acolhei os nomes dos encarnados e desencarnados. Para eles, Senhor, a boa orientação dos benfeitores espirituais, considerando as necessidades de cada um, segundo o mérito de cada um, segundo a lei de causa e efeito para cada um, abençoa-nos e conduz-nos ao lar felizes, alegres, porque sabemos que estivemos temos contigo nesta noite. Leva nosso amor, nossa gratidão Adivaldo Franco, a Nilson de Souza Pereira e o reconhecimento profundo à benfeitora Joana de Angeles. Despede-nos na vossa paz. Se conosco hoje e por todo sempre e que assim seja. Está encerrada a nossa reunião. Muito obrigado a todos.
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