Prolegômenos - parte 1 | O Livro dos Espíritos de Allan Kardec

CanalFEP 29/11/2025 (há 4 meses) 1:06:26 106 visualizações

O Livro dos Espíritos - Prolegômenos (parte 1) Toda Segunda das 20h às 21h Transmitido pelos canais: Estudar Kardec - Lauro Rodrigues kardectube - Michel Macedo __________________ Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com Curta. Comente. Compartilhe Nos siga nas demais redes. #espiritismo #kardec #kardectube #allankardec

Transcrição

Olá, pessoal. Boa noite. Sejam bem-vindos. para o nosso estudo do livro dos espíritos. Eu já estou aqui com o Michel do meu lado, que vai eh hoje, né, ele vai iniciar falando do proleginos dessa obra, né? Então, o Michel já em algumas ocasiões ele disse da introdução ao estudo da doutrina espírita e depois essa segunda introdução que recebe o nome de Prolegôminos que deve que tem o mesmo significado. Então hoje especificamente nós vamos falar, né, desse Michel vai falar desse prolego, então deve gastar aí um uns dois encontros para isso, mas não temos pressa, né, Michel? E já boa noite, passo para você, Michel. >> Boa noite, Lauro. Boa noite a todos. É, provavelmente a gente vai gastar uns dois estudos que é muito rico esse esse Prolegôusos, né? Esse nome tão complicado de de falar que da a eu lembro a primeira vez que eu conheci o livro dos speís, eu não conseguia nem pronunciar prolegô, né? Não é uma palavra muito usual nossa, mas é a mesma coisa que introdução. Kardec preferiu usar duas palavras diferentes, já que ele, o livro dos espíritos, ele apresenta duas introduções, né? A primeira introdução que é mais longa é uma introdução ao estudo da doutrina e o prolegô é o é a introdução do livro dos espíritos, né? aqueles que estão acostumados a com redações, né, a fazer redação, sabe que a a o papel de uma introdução, né, seja num texto ou numa obra, né, é a a introdução, ela procura mostrar sobre o que o livro vai tratar, os seus objetivos, eh de uma certa maneira como que ele foi concebido, né? Então, o prolegô é a introdução, tá? do livro dos espíritos mesmo. Introdução à obra o livro dos espíritos já está na primeira edição. A gente estuda a segunda edição, mas já está na na primeira esse proleg até ter acesso ao original e francesa, eu até cheguei a desconfiar, será que realmente é proleginos que Kardec escreveu? E é realmente é prolegominos. Ele usa a própria a própria própria palavra, né? Mas a palavra ela pode ser meio meio complicada, mas é bem simples a ideia. É uma introdução ao livro dos

ardec escreveu? E é realmente é prolegominos. Ele usa a própria a própria própria palavra, né? Mas a palavra ela pode ser meio meio complicada, mas é bem simples a ideia. É uma introdução ao livro dos espíritos, introdução à obra, né? >> Perfeito, Michel. Bom, pessoal, então antes da gente partir aqui pro compartilhamento e o Michel dar o pontapé ao estudo, primeiro pedir aquele apoio de sempre aí, vocês se inscreverem, curtirem, comentarem e compartilharem eh os nossos estudos, né, em especial esse aqui. Quero lembrar que na nossa playlist nós temos lá eh todos os nossos estudos, inclusive os vídeos que o KECTube. Michelle desenvolve os 60 segundos com carec, que são pequenos vídeos, são shorts, né, que são muito bons e que is também está separado em playlists lá lá, né, na na na playlist. Então, já fica aí esse pedido de apoio a todos aí e venham estudar. Assim que encerrarmos esse Prolegô, vamos iniciar o estudo das questões. Acredito que será muito proveitoso. Já já posso aqui dar, né, dar um spoiler aqui do que eu estudei com Michel hoje. Foi muito bom e e quem vier estudar e participar vai se beneficiar muito, com certeza. Então, já quero saudar aqui a minha irmã Lúciimar, que já está já está conosco aqui para o estudo de hoje. Michel, passo para você. Você já quer o compartilhamento ou você quer falar algo antes? >> Pode, pode colocar. Vamos, a gente vai observando e comentando já junto para não atrasar muito. Aqui veio o a a cepa, né? A a famosa cepa que os espíritos desenharam. Eh, é interessante, às vezes as pessoas dizem: "Ah, mas o espiritismo ele não tem símbolos, né? Eh, mas tem, há um símbolo no espiritismo, né? Eh, é, é esse símbolo da cepa, embora esse símbolo não tenha nenhuma conotação eh religiosa, eh nenhuma nenhuma conotação mística, é um símbolo do mesma da mesma forma que as ciências têm os seus símbolos, né? Ela representa uma ideia, é exatamente a ideia da arte visual, né? Um desenho que representa o uma ideia. Então, os espíritos resolveram trazer a ideia da

rma que as ciências têm os seus símbolos, né? Ela representa uma ideia, é exatamente a ideia da arte visual, né? Um desenho que representa o uma ideia. Então, os espíritos resolveram trazer a ideia da cepa, da uva, talvez também é é muito da cultura francesa, né? A uva também é uma coisa bem presente. Curiosamente nós aqui no Rio Grande do Sul também, por ser uma região, uma região que se cultiva muita uva, né, a gente tem essa proximidade, mas tem o seu significado. O próprio Kardec coloca o significado do do que que representa a cepa, né, as a a espiritismo. Mas é uma coisa interessante, alguns desenhos que os espíritos fizeram na época que Kardec colocou em sua obra. Há outros, há outro desenho também, é o desenho da, das casas de Júpiter que tá na revista espírita, que também chama chama muita atenção, cara. Cadeec chega a comentar sobre outros desenhos, mas não chega a ser publicado, né? Mas esse é um um desenho que ele usa para representar aí toda a ideia da do espírito, da evolução e tudo mais. Mas vamos entrar no texto propriamente dito. Já que ele é muito longo, eu acho que é vale mais a pena a gente tratar esse Prolegô, que ele é muito importante. Ele a gente vai ver. Então, Kardec inicia falando: "Fenômenos aleios às leis da ciência ordinária se dão por toda parte, revelando na causa que os produz a ação de uma vontade livre e inteligente." Então, eh, Kardec inicia com pequena, um comentário histórico que a sua época era perfeitamente compreensivo, compreensível esse primeiro parágrafo, já que se sabe que determinado fenômeno tomou conta do mundo no século XIX. São fenômenos que realmente é impressionante a medida que a gente vai lendo livros, revistas e jornais da época, do século XIX, do mundo inteiro, inclusive jornais no Brasil, na América do Sul e também América do Norte, Europa, todos os continentes, a gente vai ter um um fenômeno que se deu, como diz Kardec, por toda parte, né? É claro que surgiram aqueles que eh de início principalmente diziam que não

rica do Norte, Europa, todos os continentes, a gente vai ter um um fenômeno que se deu, como diz Kardec, por toda parte, né? É claro que surgiram aqueles que eh de início principalmente diziam que não eram fenômenos, que era fraude, mas quando algo acontece ao mesmo tempo no mundo inteiro, a ponto de chamar a atenção de todas as pessoas, de todas as classes sociais, de todos os graus de conhecimento, isso realmente tá está comprovado, né, nas obras até mesmo não espíritas, como isso realmente aconteceu, os fenômenos das mesas girantes, das batidas, houve realmente uma invasão desse fenômeno no mundo inteiro, como nunca antes havia acontecido. A gente tem relatos desses fenômenos através de toda a história, mas com a intensidade e quantidade que aconteceu no século XIX, realmente foi uma coisa nova, extraordinária e que realmente chamou atenção. Depois, óbvio, se soube porque esse momento aconteceu, né? já que a gente vai estudar na própria teoria do fenômeno, que um dos elementos mais importantes pro fenômeno acontecer é também a autorização dos bons espíritos. De alguma maneira eles também podem interferir no fenômeno, né? Então, como eles vão dizer, era o momento disso acontecer para chamar atenção e isso dá início à doutrina espírita. Então, é é eh eh talvez para nós hoje que estejamos num outro contexto, falar sobre isso é uma coisa meio distante, mas quem acompanhar realmente na a século XIX vai ver que isso era uma coisa muito muito conhecida de todos, né? Não era só uma coisa dos espíritas. Hoje a gente tem aí um espiritismo mais eh eh restrito à casa espírita, uma coisa mais não com a mesma repercussão da época por diversos fatores, mas naquela época era uma coisa, então, como eu falei, eh, pelo mundo todo. E ele já deixa claro que esses fenômenos eram aleios, as leis da ciência ordinária. Então, isso é uma coisa muito interessante. Quando eu tenho fenômenos novos que as ciências não conseguem explicar, não conseguem dar conta, não entra no campo de explicação das ciências, né,

dinária. Então, isso é uma coisa muito interessante. Quando eu tenho fenômenos novos que as ciências não conseguem explicar, não conseguem dar conta, não entra no campo de explicação das ciências, né, eu preciso desenvolver uma teoria nova. As ciências novas quando surgem é justamente assim, fenômenos que eh novos acabam exigindo teorias novas. E foi a mesma coisa com relação a esses fenômenos, né? A gente vai, já estudou nessa introdução ao estudo da doutrina espírita e viu como esses fenômenos eles não podiam ser respondidos e explicados pela ciência ordinária, né? Lembrando que aqui ciência ordinária é a mesma coisa que Kardec chama de ciência com C maiúscula, quando ele tá realmente se referindo à ciências que tratam da matéria, né? como esses fenômenos não pertenciam a essa ordem de de fenômenos eh físicos eh eh mecânicos, eh eles eles eram fenômenos que traziam nas na na nos seus efeitos um um efeito inteligente. Então, portanto, a causa tinha que ser inteligente. Então, fugia as interpretações e estudos das ciências materiais, físicas, químicas, biológicas. Então, é como ele diz, a o fenômeno ele ele tinha uma ação de uma vontade livre e inteligente. A gente viu durante toda a introdução estudo da doutrina espírita, a a como é que se chegou até a noção de que essa ação, essa vontade livre, inteligente eram dos espíritos. Não se tratava da inteligência dos homens, eh, mas da inteligência dos espíritos que continuavam vivos e ao nosso redor, né? Foi uma descoberta em que eles mesmo, através dos fenômenos, trouxeram essa informação. E aí Kardec continua dizendo exatamente aquilo que eu tava comentando. A razão diz que um efeito inteligente há de ter como causa uma potência inteligente e os fatos provaram que essa potência é capaz de entrar em comunicações com os homens por meio de sinais materiais. Então isso aqui é um é um é um princípio racional, uma premissa de que se eu tenho efeito inteligente, naturalmente a causa há de ser inteligente, né? Já que é papel

mens por meio de sinais materiais. Então isso aqui é um é um é um princípio racional, uma premissa de que se eu tenho efeito inteligente, naturalmente a causa há de ser inteligente, né? Já que é papel justamente de uma teoria científica ao analisar os efeitos, buscar as causas. Isso é próprio de toda a ciência, né? A ciência ela procura explicar determinados efeitos, dando as suas causas e, por isso mesmo, nos dando a possibilidade de, de uma certa maneira interagir com aquele fenômeno. O espiritismo é a mesma coisa. Havia fenômenos inteligentes, então a causa havia de ser inteligente. E depois, como ele diz ali no segundo parágrafo, os fatos provaram, né? Então, há uma prova através dos fatos, por isso que é uma prova científica, de que essa potência, essa causa inteligente, que são os espíritos, que são as almas dos homens que viveram no corpo, eles podiam se comunicar conosco, com os homens, e por meios de sinais materiais. Então, essa é a toda a consequência da ao se analisar esses fenômenos, se descobriu quem eram espíritos. Esses espíritos são as almas que viveram na terra e também almas que viveram em outros mundos, né? Mas demonstrando que a morte do corpo não acabava com a vida, com a vida inteligente. E essas almas estavam ao nosso redor. E agora ficou provado que eles podem se comunicar conosco, inclusive por sinais materiais, né? Eles podem não só nos inspirar os nossos pensamentos de uma forma oculta, os nossos sentimentos, as nossas ideias, confundindo aí as suas ideias com as nossas, como acontece, mas também através de sinais materiais. Os espíritos podem mover objetos, pode se comunicar com sinais materiais, podem escrever. Então, era toda uma nova ordem de de de ideias que surgiam através desses fenômenos. E era um momento muito especial, porque sempre se desconfiou, sempre se tratou de uma certa maneira dessas almas que que que continuavam vivendo e que de uma certa maneira poderiam se comunicar, mas havia apenas especulações ou eh eh ideias religiosas tratando do

empre se tratou de uma certa maneira dessas almas que que que continuavam vivendo e que de uma certa maneira poderiam se comunicar, mas havia apenas especulações ou eh eh ideias religiosas tratando do assunto, né? Agora não, agora eu vou ter uma ciência que vai estudar tudo isso, né? através de fenômenos, através de critérios, através de método de teoria. Então, realmente, foi um momento muito especial. O século XIX veio no momento justamente em que a a o método científico já estava muito amadurecido e forte, né, pelo pelos principais países do mundo. A Europa era o foco do mundo naquela época. E claro que a gente vai também estudar isso, embora as noções de ciência também evoluíram no século X, mostrando algo muito surpreendente, que Kardec ele foi um precursor das noções modernas de ciência. Muitas das noções que Kardec vai ter para construir a ciência espírita não eram muito claras no século XIX. a gente vai ver a lucidez que ele tinha para inclusive antecipar muitos estudiosos da ciência e de como se faz ciência. Ele foi um um uma pessoa, um espírito especial, Allan Kardec, que soube aplicar o método científico a fenômenos, a um assunto que se acreditava que era apenas da metafísica da do ponto de vista religioso, filosófico. Não se acreditava que era possível fazer uma ciência da alma, do espírito. E Kardec mostrou, deu um banho de habilidade de como fazer isso. E a gente vai acompanhar todo essa essa essa construção. A gente já viu muito disso na introdução isso da doutrina espírita, mas Kardec aqui então mostra sempre mostrando que é um diálogo entre fenômenos e razão, sempre uma linguagem mostrando claramente que é uma linguagem científica, não se trata de uma de uma especulação filosófica e muito menos de uma religião. Muito menos de uma religião. O espiritismo, ele é uma ciência e, portanto, aquele que tentasse discutir com o espiritismo, teria que discutir dentro da das leis científicas, o que é o que tem as suas exigências, né? A ciência a gente não é bem assim

uma ciência e, portanto, aquele que tentasse discutir com o espiritismo, teria que discutir dentro da das leis científicas, o que é o que tem as suas exigências, né? A ciência a gente não é bem assim pra gente discutir ciência se a gente não tiver no campo da ciência. A pessoa não pode simplesmente eh eh tentar descredibilizar uma teoria científica só porque não concorda ou não entende. A ciência ela tem essa riqueza. Eu para para questionar uma ciência eu tenho que fundamentar muito bem o que eu estou dizendo, senão a minha opinião é apenas uma opinião sem valor, né? Então, por isso que Kardec foi sábio ao fazer uma ciência, porque realmente isso era algo novo, algo inédito. Não havia ciência do espírito. Eu sempre comento sobre isso. Não aconteceu depois também. Aqueles teóricos que tentaram fazer uma ciência do espírito não tiveram o sucesso que Kardec teve, pois não tinham a habilidade e a inteligência que Kardec tinha. Mas a gente vai seguir e vai vendo essas esses detalhes aí. Vamos seguir. Qualquer coisa pode me interromper e trazer questões, tá? Olha, eu vou vou seguindo aqui. Então, interrogada acerca da sua natureza, essa potência declarou pertencer ao mundo dos seres espirituais que se despojaram do envoltório corporal do homem. Assim é que foi revelada a doutrina dos espíritos. Então, é há um algo curioso nessa nessa revelação do espiritismo, porque quando eu estou diante de fenômenos inteligentes, eu posso questionar o próprio fenômeno e tirar dele respostas. Isso é uma coisa muito interessante. Eu não posso perguntar pro fenômeno, por exemplo, quando eu tô estudando física e química, já que são fenômenos mecânicos, materiais, que não tem inteligência, cabe ao cientista tirando deduções, fazendo observações. Agora, nos fenômenos escritas, como são seres inteligentes que estão provocando o fenômeno, eu posso interagir com eles, eu posso conversar, perguntar inclusive sobre a sua própria natureza. Então, o próprio fenômeno espírito, os próprios espíritos revelaram que eram eles os

ando o fenômeno, eu posso interagir com eles, eu posso conversar, perguntar inclusive sobre a sua própria natureza. Então, o próprio fenômeno espírito, os próprios espíritos revelaram que eram eles os espíritos. Partiu deles a ideia. Não se pensava que eram espíritos provocando aqueles fenômenos. Eles que mesmo disseram, ainda mais que tava no auge o magnetismo, né, o magnetismo animal no século XIX. Então, se pensava muito eh eh na influência da da do mente da própria das próprias pessoas envolvidas, mas o próprio fenômeno se revelou serem espíritos, serem seres espirituais. E aí, uma vez revelado esse mundo espiritual, esses seres, eles trouxeram toda a doutrina espírita, eles passaram, eu posso agora tirar informações deles, de como eles vivem, de como é que funciona o processo de interação conosco. Então, o espiritismo ele é uma revelação, mas ele é uma revelação científica, né? Ele não é uma revelação no como no sentido eh religioso, como muitas vezes se tratou. Kardec vai usar muitas vezes a palavra revelação e mostrar porque o espiritismo é uma revelação científica, mas é uma revelação. Vamos seguir com mais texto. As comunicações entre o mundo espírita e o mundo corpóreo estão na ordem natural das coisas e não constitui fatos sobrenatural. Isso aqui é muito importante. Tanto que de tais comunicações se acham vestígio entre todos os povos em todas as épocas. Hoje se generalizam e tornaram patentes a todos. Então isso aqui é uma é é é uma lógica muito simples a de Kardec. Porque qual é o papel de uma teoria científica? É mostrar que os fenômenos que ela trata são fenômenos naturais. a leis naturais que regem esses fenômenos, como qualquer fenômeno natural de qualquer ciência. Então, o que diferencia uma teoria científica é que ela se propõe a mostrar que os seus fenômenos estão baseados na natureza, são leis naturais, fazem parte da natureza. não é uma invenção ou uma simples crença de alguém ou de algum povo, como qualquer lei natural. Se a gente pega qualquer lei científica,

seados na natureza, são leis naturais, fazem parte da natureza. não é uma invenção ou uma simples crença de alguém ou de algum povo, como qualquer lei natural. Se a gente pega qualquer lei científica, a aquelas leis elas não pertencem a uma pessoa, a um povo, a um credo. São leis naturais. Qualquer local que eu acesse esses fenômenos no mundo todo, eu vou ter as mesmas leis funcionando. Com o espiritismo, é a mesma coisa. Se pensava até o surgimento do Espiritismo que o assunto metafísico, que o assunto dos espíritos, vida após a morte era um assunto simplesmente filosófico, especulativo ou religioso, místico, sobrenatural. O que vai fazer Kardec é mostrar que isso está na ordem natural das coisas. Há leis que regem também os fenômenos da vida espiritual. E é isso que o espiritismo vem fazer. É a ciência que vem demonstrar as leis naturais que que regem as relações entre os espíritos e o nosso mundo material. Então, o papel de tu demonstrar essa essa naturalidade do fenômeno é como ele mostra ali, elas se acham em todos os povos, em todas as épocas, ou seja, elas estão em todos os lugares. Não é um não se trata da constru apenas uma construção de alguma crença, fruto da influência da educação religiosa. Não, isso está na natureza. é algo natural, é um fato que os espíritos existem e se comunicam. E aí ele mostra, hoje se generalizam, como a gente viu, o que aconteceu no século XIX foi que isso se expandiu, como é natural quando surge qualquer ciência. A ciência, ela ao dar suas explicações teóricas, ela faz com que a gente possa agora eh eh trabalhar com o fenômeno de uma maneira controlada, embora, claro, com devido cuidado, porque o controle dos fenômenos espíritas, eles são diferentes dos fenômenos materiais. Eu não posso meter as mesmas regras, já que o fenômeno espírita é baseado em seres livres e inteligentes. E não é a mesma coisa quando eu tô lidando ali com moléculas, por exemplo, que não tem vontade própria. Mas então ele tenta, ele inicia mostrando que fez

rita é baseado em seres livres e inteligentes. E não é a mesma coisa quando eu tô lidando ali com moléculas, por exemplo, que não tem vontade própria. Mas então ele tenta, ele inicia mostrando que fez um caminho científico. E aqui ele ele ele começa já deixando claro, né, que o ponto inicial que são fenômenos que estão na ordem natural das coisas, né? Não se trata apenas de um de uma imaginação filosófica ou de uma crença religiosa, de uma crendice em que um um filho aprende com o pai que aprendeu com seu pai. Não, isso está é um fenômeno natural que instintivamente o ser humano sempre teve, justamente porque o ser humano é um espírito num corpo. Então, instintivamente ele já carregava a a essa essa crença nessa vida além tumulo. A diferença é que enquanto eu não tenho uma ciência para explicar muito bem isso, a gente tem as superstições, as crendices, como sempre houve. O que uma ciência faz é trazer pro campo das leis naturais, da racionalidade, da explicação teórica, tirando as crendices, as superstições, os exageros, as falsidades e lapidando a a aquela crença agora numa vestimenta científica. É o que faz o espiritismo, é o que faz Kardec. Vamos seguir. Então, os espíritos anunciam que chegaram os tempos marcados pela providência para uma manifestação universal e que sendo eles os ministros de Deus e os agentes de sua vontade, tem por missão instruir e esclarecer os homens, abrindo uma nova era para a regeneração da humanidade. Então aqui é algo muito interessante, porque ao dialogar com esse mundo novo que se descobriu, com esses seres inteligentes que estavam e sempre estiveram ao nosso redor, mas que agora eu tenho uma teoria que explica tanto a existência e o mundo deles, quanto o modo como eles se comunicam conosco, eles mesmos vão vão nos explicar que é o momento dessas verdades virem à tona do jeito que vieram. Então, não foi algo por acaso, foi algo realmente pensado pelos speeds. Era um momento de uma manifestação universal e realmente aconteceu. Lembra

nto dessas verdades virem à tona do jeito que vieram. Então, não foi algo por acaso, foi algo realmente pensado pelos speeds. Era um momento de uma manifestação universal e realmente aconteceu. Lembra que a gente tá partindo de fatos, né? Há há hoje uma literatura muito vasta sobre isso. Hoje com a internet tá mais fácil de encontrar, né? Há muita coisa que ainda não foi traduzida pro português, mas há muita coisa traduzida pro português de muitos relatos do que aconteceu no século XIX. Realmente não é pouca coisa o quanto realmente aconteceu essa manifestação universal. O mundo inteiro estava, a gente nunca viu surgir tantos médiuns e tantos espíritos se manifestando. E a gente vai ter na revista espírita de Carecatos, centenas de relatos vindos do mundo inteiro, né? E eles dizem que isso deveria acontecer por vontade dele, que era para realmente surgir o espiritismo e iniciar uma nova era paraa humanidade. Porque agora, pela primeira vez eu tenho uma teoria que vai falar sobre a vai provar cientificamente a continuidade da vida. Isso do ponto de vista histórico é muito marcante. É que a gente às vezes não leva a sério o que isso quer dizer. O impacto foi provado no século XIX a continuidade da vida após a morte do corpo. Isso tem um impacto nas crenças e nas relações entre os seres humanos. Impressionante. O que o que aconteceu é que pós Kardec isso foi isso foi escondido, isso foi de uma certa maneira deturpado. Mas agora que isso tá sendo retomado, isso é muito grave. Eu tenho uma ciência falando sobre isso. Não se trata mais de uma hipótese, de uma crendice. Eu tenho uma ciência mostrando isso. Há toda uma revolução nas ideias que se iniciou no século XIX. Depois a gente vai ver que, claro, os próprios inimigos que essa ideia vai despertar vão trabalhar para que isso, para que esse avanço sofresse um atraso como houve. Mas eh como toda muitas teorias demoraram para isso é normal na ciência, né? A ciência às vezes ela demora para uma teoria ser conhecida e aceita. Não

ra que esse avanço sofresse um atraso como houve. Mas eh como toda muitas teorias demoraram para isso é normal na ciência, né? A ciência às vezes ela demora para uma teoria ser conhecida e aceita. Não não é nada que já não tenha acontecido na história da humanidade que o espiritismo é a mesma coisa. Mas a pessoa que se debruça sobre aquilo que Kardecou e aquilo que ele conseguiu desenvolver em termos de teoria é impressionante. Embora que a gente está redescobrindo isso do século XX para cá, com a chegada principalmente da internet, isso tá provocando um primeiro que tá revolucionando o movimento espírito e logo logo isso vai sair da bolha do movimento espírito e realmente vai chegar de novo pro mundo inteiro. Esse movimento já está acontecendo. E porque é algo muito sério eu eu apresentar uma teoria científica que prove o espírito. Não é mais uma religião, porque religião é é uma crença, é uma preferência que eu escolho ou não escolho. Agora, uma ciência não, eu tô lidando com fatos. Então, uma vez que essa ciência existe e ela realmente provou isso, é natural que ela traga uma nova fase paraa história da humanidade. É uma lógica simples. Isso não aconteceu ainda porque realmente não se levou a sério isso e se desconheceu isso. O espiritismo, tal como Kardec deixou, foi desconhecido pós Kardec. Mas o o dia que isso voltar para paraa discussão do do dia a dia e pros grandes aquelas pessoas que os grandes teóricos da humanidade se depararem com essa ciência que Kardec deixou, é uma coisa eh eh enfrentar essa teoria que ele deixou muito bem estabelecida, construída. Hoje, à medida que as coisas estão avançando, isso vai ganhando uma nova força, né? Mas vamos continuar, vamos ver aí. Ele vai mostrar agora propriamente agora sobre o livro, né? O que que é o livro dos espíritos? Esse livro é o repositório de seus ensinos. foi escrito por ordem e mediante ditado de espíritos superiores para estabelecer os fundamentos de uma filosofia racional isenta dos preconceitos do espírito

sse livro é o repositório de seus ensinos. foi escrito por ordem e mediante ditado de espíritos superiores para estabelecer os fundamentos de uma filosofia racional isenta dos preconceitos do espírito sistema. Isso é muito importante. Então, o que que é o livro dos espíritos? Ele é o livro em que vai conter essa ciência. E essa ciência partiu dos espíritos superiores. A própria obra vai explicar que há uma hierarquia entre os espíritos. E eu tenho um tipo de espírito que são os superiores e foram eles que trouxeram toda a doutrina espírita. O conteúdo partiu deles através de manifestações deles em todo o mundo. Isso aconteceu em todo o mundo. Mas claro que quem vai transformar todo esse conteúdo que veio através dos médiuns em teoria científica, vai transformar isso em livros, vai transformar isso numa linguagem didática para nos ensinar sobre essa nova ciência. Vai ser Kardec, ele vai ser do lado de cá quem vai criar e desenvolver os critérios. Porque imagina o se descobriu, por exemplo, os espíritos se comunicam em todos os lugares, mas há vários tipos de espíritos, desde os mais ignorantes aos mais sábios. Bom, se há vários tipos de espíritos, como que eu sei os que estão falando a verdade ou não ou não estão falando a verdade? precisa de um critério. Espiritismo vai dar esse critério. Então, o espiritismo ensina aquilo que os espíritos disseram, ou seja, o que eles são, como eles vivem, por que os espíritos se encarnam aqui, como é a a nossa vida lá, qual a relação da nossa vida daqui com a vida de lá, como os espíritos se comunicam, o que são os médiuns, como se dá a mediunidade, tudo isso. Quem vai pegar essas informações e filtrar e transformar numa ciência com critérios, com método, com ordem, com rigor, vai ser Kardec. Então veja, eu eu vou ter em todas as épocas da humanidade espíritos se comunicando e falando coisas até hoje. Mas como que eu aprendo a distinguir o verdadeiro do falso e a entender como se dá o fenômeno? Isso é o papel da ciência espírita que está aqui no livro dos

s se comunicando e falando coisas até hoje. Mas como que eu aprendo a distinguir o verdadeiro do falso e a entender como se dá o fenômeno? Isso é o papel da ciência espírita que está aqui no livro dos espíritos. E aí ele dá uma informação muito importante. Só sobe um pouquinho ali, eh, Lauro, faz favor. Fundamento é uma filosofia racional isenta dos preconceitos do espírito de sistema. O que que isso quer dizer? O espiritismo, ele não vai ser uma filosofia no sentido tradicional. Ela não, ele não é uma um sistema filosófico, uma especulação filosófica como são as filosofias tradicionais. Quando a gente pega os grandes filósofos, desde os da dos desde Sócrates até os dias de hoje, o há os sistemas filosóficos, cada filósofo monta o seu sistema tentando explicar um conjunto de coisas ou levantar questões sobre um conjunto de coisas. Mas o espiritismo, a sua filosofia vai partir de uma base científica. Ou seja, eu vou observar os fenômenos, eu vou conversar com o fenômeno, com os espíritos, eles vão me dar informações e eu vou elaborar critérios e critérios científicos para determinar o que é verdadeiro, o que é falso. Então, é uma filosofia que parte da ciência espírita, não é uma filosofia imaginativa, especulativa, não é? Por exemplo, Kardec não fez como Descart e ficou imaginando o sistema filosófico, usando da imaginação da razão. Não, ele fez como um cientista que vai pro laboratório e observa o fenômeno. No caso do espiritismo, o fenômeno laboratório é a mediunidade. Então, não há os preconceitos do espírito de sistema. A ciência, ela tem o a capacidade de através dos seus do seu método, da sua capacidade de dialogar com os fenômenos e com a razão, ele de uma certa maneira ele tenta ser o mais impessoal e genérico e universal possível. Por isso que a gente teve muito sucesso com a ciência. Desde que surgiu a ciência, a humanidade passou a desenvolver um novo tipo de conhecimento e tecnologia que não tinha até então. A ciência vai de uma certa maneira, se ela ela vem da filosofia, mas ela é um

que surgiu a ciência, a humanidade passou a desenvolver um novo tipo de conhecimento e tecnologia que não tinha até então. A ciência vai de uma certa maneira, se ela ela vem da filosofia, mas ela é um jeito especial de construir conhecimento. Claro que ela nunca se desvincula da filosofia. A filosofia ela nunca termina, porque a filosofia ela dá sustento pro próprio jeito de fazer filosofia, mas não é a mesma coisa que fazer um sistema filosófico. é um jeito especial que tem a as suas limitações, mas também produz um tipo de conhecimento que com a filosofia não produz, somente com a razão, com a imaginação. É um jeito diferente. E que a gente conseguiu muita coisa a partir disso, apesar de todas as limitações, complexidades e até contradições que as que a própria ciência tem. Mas veja quanta coisa a humanidade conseguiu com as ciências. Embora elas estejam sempre sendo revistas, corrigidas, aumentadas, mas é um jeito especial de fazer conhecimento que os espíritos, juntamente com Kardecam construir o espiritismo dessa maneira. Então, portanto, eu tenho que tratar o espiritismo dessa maneira. Espiritismo não é uma filosofia no sentido clássico. Então ele tem certas limitações que o filosofar tradicional permite e que uma ciência não permite. Às vezes eu vejo no movimento espírita, é curioso isso, porque por muito tempo no Brasil se tentou transformar o espiritismo numa religião. Agora, muitas pessoas tentam transformar o espiritismo numa filosofia no sentido clássico. E ele não é uma filosofia, ele é uma ciência. Então, às vezes as pessoas tentam levar o espiritismo para um caminho que não é não é o dele. Pelo contrário, o espiritismo ele vai poder contribuir com a filosofia através da sua ciência. É muito comum isso. Há muitos assuntos que a filosofia tratava que ela deixou para que as ciências cuidassem da a sua maneira. Então, hoje o próprio filósofo para certos assuntos, ele ele já ele ele vai já usar a própria ciência. Eh, o filosofar ficou para para outra linha de pensamento, mais para

cuidassem da a sua maneira. Então, hoje o próprio filósofo para certos assuntos, ele ele já ele ele vai já usar a própria ciência. Eh, o filosofar ficou para para outra linha de pensamento, mais para paraa área do próprio conhecimento, da ética. Só que agora paraa metafísica, só que agora eu tenho uma ciência também que vai pegar esses pontos. Então, o filósofo tem que saber que há uma ciência espírita que pode auxiliá-lo nas suas reflexões, mas o espiritismo é uma ciência e há certas discussões e especulações que o espiritismo não faz justamente pela sua natureza de ciência, enquanto os filósofos faziam, os os filósofos faziam o espiritismo, não. Por exemplo, a própria ética do espiritismo, ela não vai ter certas discussões ou problemas que muitos filósofos da ética entraram, porque como a ética do espiritismo é baseado nos fenômenos espíritas, há certas questões que o espiritismo tem como limite a a ciência espírita. Não tem como ficar te diversando, filosofando, especulando, porque há os limites da ciência espírita. Então eu esse essa fala aqui é importante porque os muitas pessoas hoje mesmo pessoas interessadas em retomar Kardec também não entenderam eh algumas as diferenças entre a filosofia espírita e a filosofia propriamente dita. Tem uma pergunta aí? Ol fez a seguinte pergunta com com depois com afirmação. Olha, começa assim. Michel, você crê que o espiritismo de Kardec será aceito e estudado seriamente nas casas espíritas? Então ela pergunta, né? Aí depois ela vai até afirmar, visto que no Brasil deram ao espiritismo o status de religião, >> o Simar assim, ó. Claro que toda previsão que a gente faz, previsão em ciência é assim, eh, dado essa essa linha de acontecimento, se mantiver assim, é provável que aconteça tal coisa, né? Mas lembra, o ser humano tem livre arbítrio. Então, tudo que eu disser, o ser humano, por livre arbítrio, como não há um determinismo, ele pode fazer diferente, né? Por exemplo, eu posso, o ser humano pode, com seu livre arbítrio,

ivre arbítrio. Então, tudo que eu disser, o ser humano, por livre arbítrio, como não há um determinismo, ele pode fazer diferente, né? Por exemplo, eu posso, o ser humano pode, com seu livre arbítrio, entrar em guerra e explodir o mundo inteiro, todo mundo, a vida humana desaparecer. Isso é possível. Então, tudo é possível. Agora, dentro de uma lógica, refletindo sobre a história, sobre a atual situação, sobre os próprios princípios espíritas, eu tenho uma leitura hipotética, lembra? hipotética, mas me parece o seguinte, que o século XX produziu um espiritismo que não de Kardec, deturpando de Kardec e escondeu de o espiritismo cardequiano. Mas esse próprio movimento espírita que fez isso acabou sofrendo as consequências disso. Quais foram as consequências? Eu começo a criar tanta coisa, tanta teoria, tanta, tantas ideias sem nenhum critério, sem nenhum controle, daqui a pouco eu tô perdido. Eu não sei mais o que que é verdade, o que que é mentira. Então eu fico perdido, sem sentido, sem razão, sem rumo. Então foi o que aconteceu. Se produziu tanta loucura sem critério, isso não parou exponencialmente, que chegou um ponto que as pessoas disseram: "Mas pera aí, eu já eu tenho tanta coisa dizendo que é espiritismo, uma diferente até mesmo contrária da outra, que o que que é verdade, o que que não é." Então, aqueles mesmos que se tornaram lideranças no movimento espírita, à medida que o tempo vai passando, a e essas ideias elas vão ficando obsoletas, elas não preenchem mais. A, a novidade não preenche mais. No início a novidade preenche por causa do entusiasmo, da empolgação, mas daqui a pouco a a fonte seca. Então, por exemplo, quando surge as obras, como nosso lar, por exemplo, ah, toda uma novidade, descrever o mundo espiritual de uma maneira semelhante à vida terrena. Olha, todo mundo foi foi para isso, mas o tempo vai passando, começa um, começa a colocar mais loucura que o outro, mais coisa que o outro, até que chega um ponto em que eu não sei mais distinguir o que que é verdadeiro, o que

ara isso, mas o tempo vai passando, começa um, começa a colocar mais loucura que o outro, mais coisa que o outro, até que chega um ponto em que eu não sei mais distinguir o que que é verdadeiro, o que que é falso. Então, a a aquela onda passa. Então, há uma tendência das pessoas a querer voltar pro pra fonte, pro início. Então, as pessoas começam a querer voltar para Kardec. Vamos voltar lá no início e vamos começar do zero com o mesmo, com os critérios, com a seriedade, com a segurança que a obra de Kardec dá. Ao mesmo tempo, a gente começa a ver pessoas no Brasil e no mundo, que a gente sabe que não é que coincidência, todas interessadas em retomar Kardec. Ao mesmo tempo, esse outro movimento espírita das casas espíritas, as suas grandes lideranças vão sumindo, porque no corpo a gente morre, né? E não surgem outras, não surgem outros. Embora muitos queiram ocupar esse espaço, eles querem. Então, há muita gente aí querendo pegar o lugar do Chico, do Divaldo. A própria FEB continua tentando se manter com o mesmo pensamento, mas as gerações vão passando. Então, há um enfraquecimento desse movimento espírita que que tu citou. Então eu eu acredito o seguinte, ou esse movimento espírita ele vai enfraquecer ou acabar porque não há lideranças jovens, há também a possibilidade dessas almas cardequianas tomar esse espaço. Da mesma maneira que esse que esse movimento espírita tomou o espaço dos cardecianos, parece que existe a possibilidade dos cardecianos retomar esse espaço, porque essa gente eles invadiram o movimento espírita, tomaram o espiritismo para eles e esconderam Kardec. Agora parece que é o movimento inverso também. Isso é possível. E mas as coisas se encaminham também para ser como na época de Kardec que o espiritismo ele não era uma bolha. num país só, uma crendice ali. Era uma coisa no mundo inteiro, discutido por todas as pessoas e praticado, inclusive para pelas pessoas mais simples, praticando as evocações. Então tudo isso a a há muitas pessoas no meio acadêmico no mundo, não é só aqui

inteiro, discutido por todas as pessoas e praticado, inclusive para pelas pessoas mais simples, praticando as evocações. Então tudo isso a a há muitas pessoas no meio acadêmico no mundo, não é só aqui no Brasil, também falando que há interesses eh eh na própria academia, muitos estudiosos interessados em voltar a tratar dessa questão de da ideia do espírito, de algo além do cérebro. Então, há um movimento, né, que faz a gente, por exemplo, o pega o Kardec Pédia, por exemplo, eh, a gente tem pela primeira vez, pela primeira vez, isso não foi feito no século XX, a gente tem Kardec, então não é algo físico que possa ser queimado, deteriorado. Na internet, um site que só trata de Kardec, inclusive os originais em francês, pro mundo inteiro. Se eu não me engano, Kardec Pédia tá com nove idiomas, que foi a sacada dos criadores do Kardec Pédia de fazer pro mundo, que era como o Espiritismo era, ele não era só pro Brasil, o século XX que fizeram essa bobagem sem sentido de dizer que o Brasil era um país especial, coração do mundo, pátria do evangelho, que devia receber o o os espíritos de Jesus. Aí a própria Feb se colocou como essa representante, uma coisa completamente sem sentido e que fez o quê? Fez o espiritismo perder inúmero e qualidade. Olha só, demonstrando a falsidade dessas teorias. Prejudicou o espiritismo. Mas agora há uma tendência de de retomada. Mas como eu falei, o ser humano tem livre arbítrio, né? daqui a pouco a gente não sabe o que que acontece e volta tudo de novo. O a consolação é que a gente não precisa esperar que a casa espírita, o movimento espírita, a feb ou o mundo se preocupe com o espiritismo. A gente pode se preocupar com ele, viver ele e, ó, partir desse planeta para um planeta melhor. Esse é o lado, esse é o conforto que o Espiritismo dá. Eu não preciso esperar os outros. Eu posso estudar, eu posso fazer a minha parte e ir para um mundo melhor, um mundo que não tenha tanto materialismo, tanto egoísmo, tanta ignorância. Então são possibilidades

reciso esperar os outros. Eu posso estudar, eu posso fazer a minha parte e ir para um mundo melhor, um mundo que não tenha tanto materialismo, tanto egoísmo, tanta ignorância. Então são possibilidades aqui. Eu tenho amigos que também estudam Kardecimistas. Eu depende. Eu vou fazendo as análises, às vezes parece que a coisa vai andar, às vezes parece que para, mas acima de tudo isso a gente não precisa esperar. mesmo que eh um pequeno grupo a usufrua dessa ciência, veja, imagina que, vamos, vou criar um exemplo aqui, imagina que todo mundo resolve eh esquecer a internet e o smartphone. Quem é que perde com isso? Quem deixa de usar usufruir. Agora imagina que só uma meia dúzia de pessoas usufruam disso. Elas quem não usa essa tecnologia é problema dela. Ela que tá perdendo. Eu que tô usufruindo, tô usufruindo. O espiritismo é a mesma coisa. Se por acaso ninguém se interessar por por Kardec, problema delas, né? Elas estão perdendo com isso. Eu tô fazendo a minha parte. Eu tô procurando estudar, tô me esforçando para viver isso. Cada um aí sabe da sua vida íntima e tô procurando divulgar da maneira mais honesta e possível que eu posso. Ponto. A minha parte tá sendo feita. Tomara que eu consiga chegar a um ponto em que eu não precise reencarnar num mundo onde a o materialismo e o egoísmo tome conta. Daí a vantagem é minha, né? Pode falar lá. Não, e eu e eu eu sou otimista eh partindo da da do que eu presenciei esse final de semana, esse movimento da busca de retomar as evocações, de ter esse contato com os espíritos, Michel, e isso chama atenção e até, né, o próprio Júlio disse, né, que ao término das reuniões, então as pessoas iam embora, agora não mais, ficam ali conversando, trocando eh ideias, né, da de tudo que aconteceu na reunião. Isso atrai. Tanto é que, né, o que o fenômeno atraiu naquele século chamou a atenção e depois, né, e pessoas inteligentes viram algo muito mais do que simplesmente fenô e atraíam a a tanto é que grupos íntimos familiares se formavam em grande número, porque esse

éculo chamou a atenção e depois, né, e pessoas inteligentes viram algo muito mais do que simplesmente fenô e atraíam a a tanto é que grupos íntimos familiares se formavam em grande número, porque esse contato com os seres incorpórios, os nossos entes queridos, eh, as pessoas perceberam, não, então não acabou. posso ainda continuar mantendo relação com meu filho, que partiu num exemplo com meu pai. Isso chama a atenção. Por isso que eu sou otimista quando eh esse esse essa prática da evocação e claro, né, da da das comunicações espontâneas, mas de forma organizada, elas se derem assim cada vez mais nos, né, nos grupos e e isso foi disseminando, porque o boca a boca ele é fantástico, não tem comercial como esse, né? daqui a pouco fala assim, ó, tem um grupo aí que evoca os espíritos, vem, opa, pera aí, eu quero conhecer isso. Eu acho que é mais ou menos por esse caminho, mas é essa a sensação que eu tive a partir daquela reunião de sábado, viu, Michel? Deixa eu só contextualizar quem tá nos vendo. A gente participou sábado de uma reunião com pessoas do mundo inteiro, espíritas que se dedicam a estudar Kardec a fundo do mundo inteiro, em que há um novo movimento mundial da prática das evocações, né? né? Então, a internet nos possibilitou nos reunirmos e começar agora trocar experiências e retomar as práticas de evocação. Então, há uma o novo que é o mais importante. Tô preparando um material agora que em breve vai começar a aparecer aí nos nos vídeos curtos, que é conversando com aqueles espíritas que estão voltados a retomar Kardec, porque ainda há alguns que não entenderam que o melhor caminho da gente retomar Kardec é fazer as pessoas estudar Kardec, mas também evocar Kardec. Muitos querem levar o espiritismo para eh paraa academia, fazer com que o os grandes intelectuais tratem do espiritismo, que é um caminho também interessante, mas não é o principal. Por quê? Porque eh o que que acontece com as evocações? Eu tenho imagina todas as pessoas, o a maioria das pessoas comuns

m do espiritismo, que é um caminho também interessante, mas não é o principal. Por quê? Porque eh o que que acontece com as evocações? Eu tenho imagina todas as pessoas, o a maioria das pessoas comuns praticando a evocação, a mediunidade nos seus lares, nos seus grupos. Então, o que acontece? Se eu se eu apresento para para alguém uma tese enorme, gigante, complicada, tentando provar para ela que a vida continua, isso tem o seu valor. Agora, se a pessoa dentro do seu próprio lar tá conversando com a sua mãe, com seu avô, com seu marido, com seu filho, ela tá conversando. Ela vai dizer assim: "Olha, Michel, nem precisa de muita filosofia para te me convencer. Eu já tô convencido porque eu em casa eu converso com com o meu marido que faleceu. Eu tenho a prova em casa. Tu não precisa defender uma tese de doutorado para mim. Eu já estou convencido. Então, a crença espírita se fortalece quando todo mundo experimenta a mediunidade. Todos podem e devem experimentar a mediunidade, sejam elas nos seus lares ou nos grupos de amigo ou na casa espírita. Ah, mas precisa ter conhecimento. Sim, mas é um conhecimento mínimo, básico, que qualquer pessoa pode ter. E mais quando eu tento levar paraa academia a discussão do espiritismo, a primeira coisa que eles falam é justamente a falta dos fenômenos. Agora, se eu vou pelo caminho de Kardec, onde todo mundo tá praticando e eu tenho os fenômenos, até isso eles são obrigados a rever e a parar para ouvir. Então eu digo para os intelectuais que estudam Kardec, às vezes eu vejo palestras de pessoas ligadêmica, intelectual, tentando ir por um caminho nobre, racional, mas não é ainda o que Kardec queria. Kardec era mais sábio. Ouçam Kardec. O meio mais fácil e mais forte de trazer a tona no espiritismo é fazer as pessoas evocarem, porque elas vão ter dentro de casa a prova. Veja, eu não preciso, eu não preciso fazer palestra e campanha para as pessoas usarem o WhatsApp. Eu preciso fazer livro, livro em defesa dos benefícios do WhatsApp. Eu não

ter dentro de casa a prova. Veja, eu não preciso, eu não preciso fazer palestra e campanha para as pessoas usarem o WhatsApp. Eu preciso fazer livro, livro em defesa dos benefícios do WhatsApp. Eu não preciso. Sabe por quê? Porque todo mundo usa, todo mundo usa. Eu preciso fazer eh defesa da do uso do microondas, do carro, do refrigerador. Vejam, eu tô dando um exemplo aqui pra gente entender a lógica. Todo mundo pode usufruir das das tecnologias que a ciência proporcionou, mesmo as pessoas mais simples. Eu não, nem todo mundo tem condição de criar a tecnologia, mas de usufruir todos têm. O espiritismo é a mesma coisa. Eu não preciso ficar numa numa discussão filosófica complicada, chata, para tentar provar o espírito, porque o espiritismo mostrou um caminho muito mais fácil. Bota o ser humano a evocar. Eu não precisa de discurso filosófico. Ela vai evocar em casa. Ela tá conversando. Olha, eu tenho aqui minha meus parentes se comunicam comigo. Não adianta lá o o cientista, o neurocientista lá da academia dizer que isso é bobagem. Eu tenho a prova aqui, cara. Então, a gente tem que ir por esse caminho, fazer as pessoas praticar. E tá acontecendo. A, eu já aproveito aqui para fazer um comercial sexta-feira agora. Eu não sei se vocês têm algum alguma live aqui no canal. Ô, na sexta, Lauro, >> não, na sexta não. >> Então, então eu posso fazer sem tirar a audiência de vocês. Sexta-feira agora eu, o Eric e o José, a gente vai fazer uma live especial às 20 horas. A gente vai divulgar isso nas redes sobre a mediunidade e a prática. E vai ser uma live sem texto. A gente não vai ficar lendo texto e filosofando. Vai ser uma conversa mesmo. A gente vai responder perguntas das pessoas para falar de mediunidade sexta-feira às 20 horas. Então a gente já convida as pessoas e vai crescer esse movimento de produzir material para ensinar as pessoas a evocar os seus espíritos na sua intimidade, no seu lar, com seus parentes, amigos. Todo mundo pode fazer. Não há perigo. Muitas pessoas são médium e não sabem.

duzir material para ensinar as pessoas a evocar os seus espíritos na sua intimidade, no seu lar, com seus parentes, amigos. Todo mundo pode fazer. Não há perigo. Muitas pessoas são médium e não sabem. Então esse grande movimento de prática da mediunidade vai voltar e tá voltando. E >> e e lembrar, né, Michel, que naquele século XIX que era comum a mediunidade nos lares, não? Às vezes pessoas diz e pensam assim: "Não, mas eram pessoas muito inteligentes, não eram só pessoas inteligentes, eram pessoas simples simples que que Kardec, tanto é que nós temos até aquele caso do Espiritismo nas prisões, né, que foi até comentado, que mostra que a prática da mediunidade ela não tem local, ela não tem local, ela pode ser praticada. Claro que a teoria, o estudo, ela é muito importante. Nós não estamos aqui sendo leviando, leviando e dizer que não, né? Claro, quanto mais o conhecimento, mais segurança na prática. Isso é fato, né, Michel? >> Exato. E e mas é algo simples, percebe? É algo simples. É como eu usar o WhatsApp. Eu não uso o WhatsApp. A pessoa mais simples, a pessoa mais simples até do ponto de vista intelectual, econômico, ela tem seu smartphonezinho lá, ela consegue falar no WhatsApp com um filho que mora no outro estado, no outro país. É isso. Se se comunicar com os espíritos é como eu é é como eu conversar com seres que estão em outro país, só que eles estão à nossa volta num outro mundo. Agora, da mesma da mesma maneira que no WhatsApp eu tenho que ter cuidado com golpista. com gente que quer fazer maldade, com os espíritos a mesma coisa, mas eu não deixo de usar o WhatsApp para conversar com os meus entes queridos só porque a gente usando o WhatsApp pro mal. A mediunidade é a mesma coisa. É óbvio que há pessoas que usam pro mal, mas veja, é uma lógica simples, não é uma coisa complexa, qualquer pessoa pode fazer. Só que foi colocado um medo, foi proibido, foi dito que a pessoa tem que ser missionária, tem que ser santa, que tem que ser dentro da casa espírita, que

ma coisa complexa, qualquer pessoa pode fazer. Só que foi colocado um medo, foi proibido, foi dito que a pessoa tem que ser missionária, tem que ser santa, que tem que ser dentro da casa espírita, que fora da casa espírita é perigoso. E a pessoa acreditou nisso por ignorância, por medo. Mas com Kardec não era assim. Com Kardec não era assim. A gente vai ver que não há perigo. O perigo é como esse que eu falei, a mesma coisa do WhatsApp. É como dirigir um carro. Bom, há perigo em dirigir um carro, mas o ser humano, todo mundo usa carro. Aliás, é mais fácil praticar evocação do que dirigir um carro. É mais fácil, é menos perigoso praticar evocação do que dirigir um carro. Claro que eu preciso de conhecimento, mas o conhecimento é simples, que também muitas casas espíritas tornaram difícil. Eu tenho que ficar 5 anos estudando um monte de baboseira para praticar a mediunidade uma vez por semana dentro da casa espírita. Mas isso não é Kardec. Isso não é Kardec. Isso foi uma tática dos inimigos do Espiritismo para fazer a prática da mediunidade diminuir. São inimigos do Espiritismo. Se dizendo espíritas, se dizendo bondosos, superiores, falando de caridade, falando de Jesus, mas são falsos profetas, são inimigos do verdadeiro espiritismo. E é isso que a gente tá retomando agora. Bom, a gente vai continuar na próxima segunda o o texto da do Pregômenos e aí a gente dá a gente vai concluindo ele, né? Mas só foi importante falar sobre isso porque tá dentro da ideia, né? >> Sim. A gente volta aqui nesse ponto de partida, né? Esse livro é o repositório, só para você retomar a ideia mais ou menos de onde parou, né? Porque você leu pouca coisa aqui desse aqui, ó. Você vai, né? vai continuar aqui, mas o o importante é eh falar sobre isso para que as pessoas vão entendendo que porque, né, você foi você disse o bem, as pessoas vão à casa espírita, principalmente quem são médiuns e que adentram uma casa espírita pela primeira vez, é não pratique mediunidade só na casa espírita. Então, quer dizer, isso

disse o bem, as pessoas vão à casa espírita, principalmente quem são médiuns e que adentram uma casa espírita pela primeira vez, é não pratique mediunidade só na casa espírita. Então, quer dizer, isso já se tornou um ranço que tem que precisa ser esclarecido, que não é assim, longe disso, muito pelo contrário. Mas é isso, Michel, muito bom. E e como a gente mais ou menos imaginou, para o Legomos ainda a gente vai caminhar para mais alguns encontros aí, mas vale a pena. Foi muito bom, Michel. Passo para você aí. Certo? Eu quero agradecer mais uma vez a ao Lauro e a quem participou, quem quem nos assistiu, desejar a todos que leiam Kardec, que leiam Prolegômenos, convidar mais uma vez, sexta-feira às 20 horas, que todos participem. Vai ser muito legal. A gente pretende fazer algumas lives periódicas aí sobre esses assuntos mais práticos, né? E segunda-feira que vem a gente termina aí o o o prolege. Uma boa noite a todos. Ô Michel, antes de você encerrar, tem tem acho que tem uma uma colocação aqui. Deixa eu trazer ela para mim conseguir ver. >> Pode pode colocar, pode colocar. >> É da Néid, ó. É a Nelid. Não, ela ela só ela nos cumprimentando aqui. Ah, não. A Eduli Bicário é é uma conhecida nossa de Belo Horizonte. Ela vai fazer isso aqui, ó. Mas talvez essas coisas acontecem por ignorância das pessoas, não é por maldade. Bom, eh, eu não sei em que ponto ela tá do nosso comentário, do seu comentário, né? Mas eu passo para você, caso você queira conversar com ela. >> Hum. Não é verdade? Com certeza. Eh, Evelene, né? Provavelmente a maioria das da desses acontecimentos é por ignorância, não é por maldade. Mas veja bem, isso é indiferente. Quando alguém fala alguma coisa que não é verdadeira, se ela fez por ignorância ou por maldade, é indiferente. Continua sendo algo falso. Percebe? Eu não preciso fazer juízo de valor da pessoa que falou ou fez. Percebe? Eu não preciso fazer juízo de valor. Eu não tenho como entrar na intimidade da cabeça da pessoa, seja encarnada ou

so. Percebe? Eu não preciso fazer juízo de valor da pessoa que falou ou fez. Percebe? Eu não preciso fazer juízo de valor. Eu não tenho como entrar na intimidade da cabeça da pessoa, seja encarnada ou desencarnada, e determinar se ela fez aquilo por maldade ou por ignorância. A gente deduz muitas vezes que é mais do que ignorância. Por quê? Eh, porque a gente vê que são pessoas inteligentes, são pessoas que quando a, porque quando a gente se equivoca é algo rápido, né? A gente se equivoca, a gente percebe que errou, a gente volta pro caminho. Agora tem gente que que que tá 50 anos se equivocando todos os dias. Aí é uma coisa que a gente desconfia. É até aquela piada de mau gosto, Lauro. Tem uma piada de mau gosto do genro que deu que deu sem querer cinco tiros na sogra, né? Sabe aquela piada? A gente brinca, né? Deu sem querer cinco tiros na sogra. Quando a coisa é demais, a gente desconfia que não seja por ignorância. Há muitos espíritos no meio espírita que eu tenho uma séria desconfiança, que é algo além da simples inocência, ignorância. Mas mesmo assim, mesmo que eu não possa saber ao certo, é como eu falei, é indiferente quando eu digo algo que não é verdadeiro, independente se foi intencionalmente ou não, continua não sendo verdadeiro. E é esse ponto que a gente tem que corrigir. Percebe? Eh, imagina que eu sou um professor e o aluno diz lá: "Olha, professor, 1 + 1 é 3". Eu não tenho que discutir se o Joãozinho falou que 1 mais 1 é 3 por maldade ou por ignorância. Eu tenho que corrigir, dizer: "Olha, Joãozinho, não é? 1 mais 1 é do". Percebe? Então eu não preciso entrar na discussão se é por maldade ou não, mas eu posso mostrar que aquilo não é verdadeiro. E dizer que a mediunidade só pode ser praticada na casa espírita é falso, pelas razões que a ciência espírita coloca. Intercebe? Então é simplesmente nesse sentido. Mas muito bem, eu também acredito que a maioria é por ignorância. Eu acho que a maioria é por ignorância, não todos, que aí também seria ingenuidade, né? Mas é isso, boa

é simplesmente nesse sentido. Mas muito bem, eu também acredito que a maioria é por ignorância. Eu acho que a maioria é por ignorância, não todos, que aí também seria ingenuidade, né? Mas é isso, boa noite e obrigado. >> É, eu tendo a colocar aqui que muito também tem interesse por trás, claro, né? Então há um certo tipo de maldade, porque uma vez que tem interesses por trás, tem uma maldade aí. Mas eu também eu vou com vocês que a grande maioria vai por desconhecer Kardec e desconhecer a ciência espírita. Pessoal, muito bom. Eh, Michel, obrigado mais uma vez, né? E e da agora para frente eh eh nós vamos nos encontrar aí, Deus permitindo, com muita frequência e o estudo é longo. E quero agradecer a presença de todos e lembrando, pessoal, que amanhã nós temos o o nosso estudo da revista Espírita, tá? Eh, que é amanhã é às 18 horas, ainda não é às 20, mas já fica o convite aí para que vocês possam participar conosco, tá bom? Um abraço a todos. Michel, obrigadão. Obrigadão, gente. E nos vemos aí no próximo vídeo. Um abraço.

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