#79 - Item 105 - Espíritos neutros - Escala Espírita | O Livro dos Espíritos de Allan Kardec

CanalFEP 09/12/2025 (há 3 meses) 1:18:15 60 visualizações

#79 - O Livro dos Espíritos de Allan Kardec - estudo completo da obra O Livro dos Espíritos - Parte segunda — Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos - Capítulo I — Dos Espíritos - Escala espírita - item 105 - Espíritos Neutros - sétima classe classe Toda Segunda das 20h às 21h Transmitido pelos canais: Estudar Kardec - Lauro Rodrigues kardectube - Michel Macedo __________________ Para todos que desejam conhecer de forma séria, simples e profunda a obra completa de Allan Kardec Dúvidas, Críticas e Sugestões: allanKardectube@gmail.com Curta. Comente. Compartilhe Nos siga nas demais redes. #espiritismo #kardec #kardectube #allankardec

Transcrição

Olá, pessoal. Boa noite. Sejam bem-vindos para o nosso estudo de O Livro dos Espíritos. Nós estamos na parte segunda do mundo espírita ou mundo dos espíritos no capítulo dos espíritos dentro da escala espírita, lá na terceira ordem, espíritos imperfeitos. Hoje o Michel vai analisar aqui pra gente o item 105, que é a sétima classe, espíritos neutros. Então é importante que você que está chegando agora aqui pela primeira vez ou que, né, ainda não nos acompanhou eh dentro do estudo do livro dos espíritos, que você vai em nossa playlist, seja no da Kardec, seja no Kardec Pub, você vai encontrar a playlist desse desse nosso estudo. Então fica aí já eh esse lembrete, tá? E peço pedimos a você que você se inscreva, caso ainda não se inscreveu. Curta, participe do nosso estudo, compartilhe os nossos conteúdos. Tem aqui ao meu lado, como sempre Michel Macedo, meu amigo, passo para você. Mais uma vez obrigado aí pela sua presença. >> Boa noite, Lauro. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos a mais um estudo do livro dos espíritos. Hoje no item 105. Seguindo a nossa, nosso longo estudo sobre a escala espírita, como disse o Lauro, vamos ver hoje a sétima classe dos espíritos neutros. Estamos aí há há uns bons meses estudando essa escala espírita, vendo classe por classe e reforçando, né, quem está aí assistindo a live, que curta, que se inscreva no canal e que participe pelo chat. E evidentemente é importante que as pessoas que as pessoas assistam os últimos estudos, né, para entender mais ou menos da onde a gente tá vindo e para onde a gente tá indo. Isso vai ser muito importante. Tanto aqui no canal do Lauro quanto do Kardec Tube fica tudo gravado, tudo organizado nas playlists, né? A gente tem aí estudos diários do livro dos espíritos. Amanhã tem o estudo do nosso lar, o estudo crítico da obra nosso lar. Quarta-feira à noite a gente tem o estudo do que é o espiritismo. Quinta-feira à noite a gente tem o estudo da revistaespespírita.net. Sexta-feira à noite a gente tem o estudo

ítico da obra nosso lar. Quarta-feira à noite a gente tem o estudo do que é o espiritismo. Quinta-feira à noite a gente tem o estudo da revistaespespírita.net. Sexta-feira à noite a gente tem o estudo do livro dos médiuns. Então todos podem participar. Esse estudo do livro dos médiuns é só para assinantes lá do Kardecube, né? Então basta a pessoa assinar o canal lá no Kardecube, se tornar membro por R$ 19,99 e aí assiste com a gente o estudo. Mas vejam que são conteúdos diários sobre a Orba de Kardec, Lauro. >> É isso aí, pessoal. Então, o que não falta é material para estudar, né? Então, quem queira aí eh entender um pouquinho mais o pensamento de Kardec, o pensamento dos espíritos, é importante ah nos acompanhar. Mas também, claro, nunca abrir mão de ler as obras de Kardec. Essa é precisa, primeiramente ler Kardec, né? É como sempre o Michel fala, não é não é somente nos ouvir. A gente tenta aqui, principalmente o Michel tenta aqui interpretar o pensamento, né? interpreta o pensamento de Kardec dos Espíritos, mas você precisa ler lá para você entender melhor o que o Michel tá dizendo aqui e é lendo todo, porque é muito comum às vezes as pessoas indagarem, questionarem ou ou não quererem aceitar porque não leu não leram não leu tudo. Aí você traz talvez alguma informação que que ela ela ela ela desconhece e ela diz logo de cara assim: "Ah, mas eu não acredito que é assim". Eu acho que não é assim. Eu acho que você está errado. Então, é importante sempre eh estudar, sempre estudar Cadec, ler as obras de Kardec para que vocês vão entendendo aquilo que nós estamos aqui trazendo no formato de estudos. Michel, você já posso trazer o texto ou você quer falar algo mais aí, meu amigo? Pode sim, mas dentro disso que tu falou, eh, eu também, eu tô faz muitos anos já, mas cada vez mais convencido de que aquele que não estudar toda a obra não vai conseguir entender a obra de Kardec e o Espiritismo. A pessoa acha que entendeu e não entendeu. Quanto mais eu estudo, já são quase 20 anos,

onvencido de que aquele que não estudar toda a obra não vai conseguir entender a obra de Kardec e o Espiritismo. A pessoa acha que entendeu e não entendeu. Quanto mais eu estudo, já são quase 20 anos, atentamente a de Kardec, se a pessoa não ler todas as 23, ela não vai conseguir entender. A pessoa tá se eludindo ou perdendo tempo, né? Hoje mesmo, hoje à tarde, um amigo me mandou uma questão de uma palavra em um parágrafo que aparecia lá na revista de 58. E ele me disse assim: "Michel, me ajuda, como é que eu entendo essa palavra?" E aí a gente foi pesquisar a o a mesma palavra nas demais obras de Kardec e lá no meio de uma das obras e explicava o que que era aquela palavra. Veja, se você não lê tudo, não tem jeito. E o pior crime, atenção, você que está assistindo, o pior crime que você pode estar cometendo é estudar Kardec apostila. O movimento espírita praticou muitos crimes intelectuais e morais, mas um dos principais foi criar tal das apostilas. É um desastre. Se você está estudando Kardec por apostila, saia correndo. É um desastre. Não é, se estudar picotado só Kardec já é ruim, imagina estudando apostilas ou outras obras. você não vai entender. Ah, mas eu tô entendendo. Não tá, não tá entendendo. Então isso é muito importante reforçar quantas vezes. E não adianta relativizar, tentar. Ah, mas é que apost direto na obra de Kardec, leia as 23. Ponto, não tem vírgula, é ponto. Não adianta querer salvar o livrinho, apostila, é direto em Kardec, senão a pessoa não vai entender logo. >> Exatamente. É, é, é aquela ideia de que a primeira pessoa tem que pôr na cabeça, em definitivo, que espiritismo não é religião. Ponto. Se não é uma religião, é ciência. Logo, como toda a ciência, eu tenho que estudá-la. E eu não posso estudá-la de forma eh eh banal, mal estudado, pegando, pinçando pedaços aqui, ali não vai entender. Toda a ciência precisa de estudo, de aprofundamento de muitas inflexões. Bom, Michel, deixa eu trazer aqui para a tela. Vamos lá, então. Dentro da Ordem dos Espíritos

daços aqui, ali não vai entender. Toda a ciência precisa de estudo, de aprofundamento de muitas inflexões. Bom, Michel, deixa eu trazer aqui para a tela. Vamos lá, então. Dentro da Ordem dos Espíritos imperfeitos, nós temos cinco classes. Lembrando que o Kardec dividiu os espíritos em grupos, os tipos de espíritos. Isso é a escala espírita que nós estamos estudando. Os espíritos não são iguais. Por isso que a gente tá estudando a escala espírita, onde Kardecou os tipos de espírito. Primeiro, ele fez uma divisão em três. Os espíritos imperfeitos da terceira ordem, os espíritos bons da segunda ordem, os espíritos puros da primeira ordem. Agora ele subdividiu cada ordem internamente. Dentro da terceira ordem dos espíritos imperfeitos tem cinco classes. Décima classe, os espíritos impuros. Nona classe, os espíritos levianos. Oitava classe, os espíritos pseudosábios. Todos esses a gente já viu. Hoje a gente vai ver a sétima classe, os espíritos neutros. E se der tempo, os espíritos batedores, que é a sexta classe. As ordens não se misturam. Quem é da terceira é da terceira, quem é da segunda é da segunda. Quem é da primeira é da primeira. Mas as classes dentro das ordens você pode ter características do mesmo espírito, um pouquinho numa classe, um pouquinho noutra. Isso isso pode acontecer. Então aqui é a característica do espírito neutro. Eu vou ler aqui Kardec falando. Sétima classe, espíritos neutros. nem bastante bons, perdão, para fazerem o bem, nem bastante maus para fazerem o mal. pendem tanto para um como para o outro e não ultrapassam a condição comum da humanidade, quer no que concerne ao moral, quer no que toca a inteligência, apegam-se as coisas desse mundo, de cujas grosseiras alegrias sentem saudades. Então, é um uma classificação pequena. que ele vai analisar. Primeiro, a gente viu os espíritos impuros, que são espíritos muito maus, que sentem prazer na maldade. Depois a gente viu os espíritos levianos, que são brincalhões, descompromissados e responsáveis, não

eiro, a gente viu os espíritos impuros, que são espíritos muito maus, que sentem prazer na maldade. Depois a gente viu os espíritos levianos, que são brincalhões, descompromissados e responsáveis, não levam nada a sério. Aí a gente viu os espíritos pseudos sábios, que eles acreditam que sabem mais do que sabem, então são espíritos orgulhosos. E agora a gente vai ver aí o esses espíritos neutros que são a grande maioria de nós aqui na Terra, que a própria palavra neutro já dá uma uma ideia, né? Por quê? Porque a gente tá de uma certa maneira acomodado, parado ali. Vejam que a maioria das das pessoas não são perversas. As pessoas, se a gente pegar a humanidade, que ela é composta por espíritos imperfeitos, né, a nossa aqui na Terra, a gente tem muita maldade, violência, guerra, perversidade, mas não é a maioria. A maioria das pessoas tem uma vida comum terra a terra. A gente não é extremamente desonesto, corrupto, maldoso. Isso é mais são mais exceções, né? São pessoas que viram notícia por ser exceção, embora sejam muitos, mas a gente não. A maioria de nós não somos pessoas perversas e corruptas e e enganadoras, não, mas também não somos altamente virtuosos, né? A gente tem momentos aí em que a gente bota as garrinhas de fora, se desequilibra, comete um desequilíbrio aí dentro de casa, com a família, com a esposa, com o filho, com a mãe, no trabalho, no trânsito. A gente tem aí os nossos momentos de desequilíbrio e tem também os momentos que a gente faz faz o bem pras pessoas, ajuda, contribui, faz algum sacrifício ali, faz alguma bondadezinha aqui, mas é tudo num nível muito superficial e qu por isso que a ideia do neutro, né, não pende, não não se caracteriza de uma maneira intensa. a gente vive mais a vida material física, ou seja, comer, dormir, sentir prazer. Não que isso seja ruim, o problema é que a gente só se concentra nisso. A gente levanta de manhã, trabalha, aí a gente se alimenta, dorme, final de semana a gente faz uma uma festinha. Mas é isso, nem mais nem menos, né? É por isso que a

que a gente só se concentra nisso. A gente levanta de manhã, trabalha, aí a gente se alimenta, dorme, final de semana a gente faz uma uma festinha. Mas é isso, nem mais nem menos, né? É por isso que a ideia do neutro. Tem um erro aqui, eh, ah, porque ele fala assim, né, na tradução, nem bastante bons para fazerem o bem, nem bastante maus para fazerem o mal. A ideia é que não é bastante no no francês tá suficiente, né? Eles tá nos no francês tá assim, os espíritos neutros, né? Eles não são suficientemente bons, não é? Bastante bons para fazer o bem, nem suficientemente maus para fazer o mal. Agora, muito cuidado, muito cuidado com as palavras quando você vai lendo uma obra de ciência e de filosofia. atenção. Porque uma pessoa que olhe com mais atenção o texto vai dizer assim: "Mas como assim eu não sou suficientemente bom para fazer o bem? Como assim? Se muitas vezes na nossa vida aí de espírito imperfeito a gente faz algum bem? Como é que o item o 105 tá dizendo que a gente não é suficiente bom para fazer o bem? Se em alguns momentos a gente faz o bem? Muito cuidado com o que ele tá querendo dizer aqui. Ele, esse fazer o bem aqui que ele tá falando é fazer o bem sempre, que é a característica do bom. Muito cuidado com ser bom e fazer o bem aqui na escala. ser bom. A gente já vai estudar a partir do item 107, o que que é ser bom. Ser bom aqui não significa ter a bondade em alguns momentos, não é isso? E nem ser bastante bom. Às vezes a gente pega a pessoa que ela é muito boa, né? A maioria do tempo ela faz o bem. a gente diz assim: "Ah, o fulano é tão bom". Não é por isso que não pode ser bastante bom a tradução aqui, porque a pessoa pode ser bastante boa, mas não significa que ela é espírito bom da escala espírita. Então, o bom aqui é no sentido da escala. A gente tá dentro da escala espírita. O que que é ser bom dentro da escala espírita? O espírito bom na escala espírita sempre deseja e faz o bem. Sempre. Não é muito. Porque quando eu digo muito significa que tem algum momento, por menor que

ue que é ser bom dentro da escala espírita? O espírito bom na escala espírita sempre deseja e faz o bem. Sempre. Não é muito. Porque quando eu digo muito significa que tem algum momento, por menor que seja, que eu não faço bem. Não é bastante. Bastante e muito não é ideia de total sempre. Por isso que a tradução não tá não tá boa. O espírito bom sempre faz o bem. Então o bem que a gente faz não é porque a gente é bom no sentido da escala espírita, por isso que ele tá dizendo, o espírito neutro não faz o bem porque ele é suficientemente bom, porque ele ainda não é bom. Então ele não pode fazer o bem nesse sentido. A gente tem momentos que a gente faz o bem. E isso não nos torna bons, segundo a escala espírita. Então, muito cuidado. A gente faz o bem, o neutro faz o bem muitas vezes, mas esse bem não é absoluto. O bom da escala espírita é absoluto. O bem que ele faz, ele sempre tá fazendo bem. É por isso essa diferença. O que ele tá querendo, a ideia que ele tá querendo dizer aqui é o espírito neutro, ele tá, por isso que ele diz, ó, pendem tanto para um quanto para o outro, que é justamente isso. Em alguns momentos a gente faz o mal, em alguns momentos a gente faz o bem. Às vezes a gente faz até mais bem do que mal, mas nós não somos bons. Por quê? Justamente porque a gente tem as duas coisas. A gente tem a tendência do bem e a tendência do mal. Ter a tendência do mal. misturada com a do bem faz a gente não ser bom. O bom só tem a tendência pro bem, só faz o bem. Então, levem a sério as palavras só faz o bem, sempre faz o bem. Mas o neutro não, o neutro ele, por isso que ele termina falando, ó, não ultrapassa a condição da humanidade, porque é simplesmente é alguém que vive o dia a dia da vida material, não se preocupa com o futuro, não se preocupa em desenvolver as virtudes para se tornar bom. Ele faz bem. a gente faz o bem de vez em quando, aí daqui a pouco exige demais da gente ou mexe com algum interesse da gente, a gente joga fora esse bem. Depende muito da circunstância. Isso é ser um espírito

bem. a gente faz o bem de vez em quando, aí daqui a pouco exige demais da gente ou mexe com algum interesse da gente, a gente joga fora esse bem. Depende muito da circunstância. Isso é ser um espírito neutro mundano comum. Qual é o problema disso? É claro que é melhor você ser neutro. É melhor você ser neutro do que você ser pseudo sábio, do que você ser impuro. É melhor. Mas qual é o problema do neutro? O problema do neutro é que como ele ainda não desenvolveu só o desejo do bem, ele ainda tem que viver em mundos como a terra, mundos materiais de provas, expiações e conviver com o mal. Qual é o problema da gente ser neutro? é que a gente continua convivendo com o mal, com a dor, com o sofrimento. A gente não, a gente não vai conseguir encarnar em mundos bons se a gente continuar sendo neutro. A gente tem que deixar de ser neutro e se tornar bom. Por isso que a última fase da escala, antes dele falar do bom, é o neutro. Porque a gente vai ver que o espírito da sexta classe não é no sentido moral as características é no sentido material que a gente já vai ver. Mas a última a última divisa entre espírito bom e entre bom o do da segunda ordem e da terceira é a classe dos espíritos neutros. Então a gente tem que deixar de ser neutro e passar a fazer mais o bem, mais o bem, mais o bem até que a gente fique só fazendo bem. Aí se tornou bem, se tornou bom. e entrou paraa segunda ordem, que a gente já vai ver as características. Então, esse é o nosso problema. É melhor se você, se você tá na terceira ordem e você é neutro, é o melhor cenário possível pros imperfeitos da terceira ordem. O que você não pode ser é impuro, leviano e pseudo sábio. Esse você não pode ser. Mas se você já é neutro, bom, você tá mais próximo de se tornar bom. Só que agora você precisa fazer um algo a mais. Você pode viver as o os prazeres materiais, que ele chama aqui nessas grosseiras alegrias da terra. Você pode viver isso, não tem problema. Mas você tem que se transformar também em alguém que pensa no amanhã. Você

r as o os prazeres materiais, que ele chama aqui nessas grosseiras alegrias da terra. Você pode viver isso, não tem problema. Mas você tem que se transformar também em alguém que pensa no amanhã. Você trabalha, você junta dinheiro, você come, você dorme, você se diverte, mas você também tem que começar ter uma parte do seu dia para as questões do espírito, estudar, refletir, desenvolver hábitos e virtudes, eliminar vícios morais, já pensando no amanhã, aí você começa a dar o passo de espírito neutro para espírito bom. que é o que Kardec queria que fosse o verdadeiro espírita. Lembra a classificação que ele vai dar do verdadeiro espírita é baseado na escala espírita. O verdadeiro espírita é aquele que hoje é melhor que ontem e amanhã é melhor do que hoje. Ou seja, ele tá saindo de neutro, indo pro bom. Essa tem que ser a ideia. Então, lembrando, repetindo e concluindo, é melhor ser neutro do que ser impuro, leviano e pseudo sabe, mas ao ser neutro, você vai ter que dar escolher dar um passo além. Como? Cumpra com seus deveres sociais, materiais, aproveite os prazeres materiais. O espiritismo não tem problema com isso, mas você vai ter que reservar uma parte da sua vida para saber que esses prazeres materiais vão ficar, que nós vamos morrer. E você tem que ir preparando o futuro espiritual. Como? Primeiro, entendendo como é a vida no espiritual no futuro. Você vai ter que estudar as obras de Kardec e depois você vai ter que se preparar para ir para lá, que é reservando parte da sua vida para primeiro vai viver as questões materiais, faça tudo com moderação e comece a desenvolver hábitos virtuosos. Se você só se entrega proseres materiais, você vai ter que voltar para mundos como esse e voltar para mundo. E aí, ao voltar a gente pega tudo que o impuro pega, né? Porque a gente pega dor, sofrimento, limitação, violência, guerra. Passo para ti lá, >> Michel. quando ele vai dizer que eles dependem tanto para um lado quanto para o outro e não ultrapassa a condição comum da humanidade no que concerne a

mitação, violência, guerra. Passo para ti lá, >> Michel. quando ele vai dizer que eles dependem tanto para um lado quanto para o outro e não ultrapassa a condição comum da humanidade no que concerne a moral, ao moral, eh, naquela questão que depois eu posso até tentar achar aqui, que carec vai dizer, né, mais ou menos a pergunta assim, por que que o mal parece que fica mais evidente? Os espíritos vão dizer, porque o bem é tímido? aquela resposta, ela se encaixa aqui nessa condição de espírito neutro, porque como, né, a gente eh porque quando você fala em praticar a moral, né, na sua totalidade, é algo que é é eh eh não é comum, né? A gente percebe que não é comum. E aí eu vou entender aqui depois sem que você me corrija que quando a gente fala praticar a moral é naquele sentido de você praticar a caridade no seu contexto mais desamplo, tanto no seu estado íntimo quanto nas suas ações. Esse pensamento tá correto? Aquela resposta poderia dizer que a grande maioria então aqui tá nessa condição de ser tímido porque não se destaca ao praticar o bem. Isso é a questão 932 livro dos espíritos, que Kardec vai perguntar: "Por que no mundo a influência dos maus sobrepuja dos bons?" Na 932, quando ele fala em bons, não é o bom da escala espírita. Aqui, quando ele fala em bons, é o bom da escala espírita. para as pessoas que estão assistindo. Ah, meu Deus, que loucura é essa? Qual é a diferença? Bom da escala espírita, da segunda ordem, é o espírito que sempre deseja e faz o bem. Essa é a diferença. Não é difícil de entender que que é uma pessoa boa, bondosa no sentido comum. É aquela pessoa que na maioria do tempo ela não faz mal pros outros, ela até ajuda os outros. Isso é no sentido comum, terra a terra, no sentido da escala espírita. Bom é aquele que só faz o bem. E nós não somos pessoas que só fazemos o bem. Então a gente pode ser bondoso e não ser espírito bom. Claro que já é meio caminho andado. Se você faz muito o bem e pouco o mal, você tá mais próximo de se tornar bom da escala espírita, mas

s o bem. Então a gente pode ser bondoso e não ser espírito bom. Claro que já é meio caminho andado. Se você faz muito o bem e pouco o mal, você tá mais próximo de se tornar bom da escala espírita, mas não pense que basta, porque o espírito bom da escala espírita só faz o bem. Então a gente tem que chegar nessa fase. Na 932, quando ele fala bom, aí ele tá falando da gente. O bom no sentido terra a terra, pessoa bondosa, pessoa honesta, tá? Basta que você veja o capítulo onde tá inserido. Isso é justamente na penas e gozos terrestres. É o capítulo que tá que tá essa questão. E o que que ele diz lá? Que os maus eles são minoria, mas eles aparecem mal. Mas aqui na terra, né? Porque os bons são tímidos, são omissos. Então é bem dentro dessa questão que tu colocou. Esse aqui e essa questão tá se referindo aos espíritos neutros. E o que que é o espírito neutro? Espírito neutro é assim, ó. Ele não faz nem muito bem, nem muito mal. Mas se tiver alguma coisa a que ele possa não se meter, por isso a ideia do neutro, né? Se precisar lavar as mãos, fingir que não viu, não se comprometer, ser omisso para não trazer prejuízo para ele, a pessoa pensa assim: "Ah, eu tô, eu tô cuidando da minha vida material, tomara ter meu emprego aqui, cuidar das contas, cuidar das coisas de dentro de casa. Aí eu vejo uma coisa errada, eu vou me meter, vou resolver, vou me comprometer." Eu não. Então, nessa hora ele tira o dele fora, né? Por isso que ele é neutro, porque ao ser omisso, ele mostra que ele não é uma pessoa perversa, mas a omissão mostra que dentro dele tem covardia, tem imoralidade, tem preguiça, tem medo. Então a gente é bom, a gente tem bondade, só que a nossa bondade tá junto com o quê? Com medo, interesse, covardia. Então a gente é bom, mas daqui a pouco, dependendo da situação, a gente diz: "Ah, não, mas aqui daqui para cá, deixa quieto, eu não vou me meter, não é problema meu". Então é nesse esse comportamento nosso de lavar as mãos e se acovardar, de ser omisso, faz com que os maus tomem conta

, mas aqui daqui para cá, deixa quieto, eu não vou me meter, não é problema meu". Então é nesse esse comportamento nosso de lavar as mãos e se acovardar, de ser omisso, faz com que os maus tomem conta do mundo. Faç com que os maus tomem conta do mundo. A gente cuida só no que é nosso ali e o resto, ó, da porta pra rua que se dane. Basta a gente ver como é que as pessoas são. Por isso que é uma maioria de espíritos neutros, porque a pessoa, a a nossa noção de sociedade, coletividade, bem comum, a gente não tá muito preocupado com isso. Da nossa porta para dentro, a coisa tando OK, beleza? Só que aí o que acontece? Ao fazer isso, muitas pessoas sofrem o mal, sofrem injustiça. E às vezes a gente, porque ao se comportar assim, a gente dá espaço pros maus, ocupar. Vejam que a gente a gente reclama, a gente reclama da violência, a gente reclama da corrupção, a gente reclama das injustiças, mas ninguém quer se meter a resolver isso, se comprometer. Mas a gente tá sofrendo as consequências de ser omisso, porque a gente todo mundo sofre o problema da violência, o problema da injustiça, o problema da do do roubo, o problema da a gente sofre. Basta a gente ver a o noticiário. O noticiário é o melhor exemplo que prova como a gente é espírito neutro. A gente vê a notícia da da das lideranças do país ou dos países em geral, pessoas terríveis, corruptas. Todo mundo sabe que até a quinta geração da família é corrupta. E aí aí você para e pensa assim: "Mas como é que essa pessoa se elete? Todo mundo reclama, né? Mas como é que o fulano se elege? Aí a gente vai ver. É o mesmo povo que reclama, coloca eles lá. Por quê? Porque na hora de tratar da questão, por exemplo, tô pegando dizendo da política. Na hora de tratar a questão da política, como é que a gente é? Neutro, né? é que se dane. E aí a gente acaba sofrendo as consequências disso. A gente podia ter uma sociedade melhor, um mundo melhor, um país melhor. a gente não vê, ah, eu me preocupo só com o meu trabalho, pagar minhas contas,

í a gente acaba sofrendo as consequências disso. A gente podia ter uma sociedade melhor, um mundo melhor, um país melhor. a gente não vê, ah, eu me preocupo só com o meu trabalho, pagar minhas contas, só que daqui a pouco ela não vê que a dificuldade dela de trabalho e pagar conta a ver com essas escolhas que ela deixa de fazer, de prestar atenção. Basta ver com pega, vamos citar outro exemplo aqui, pega um evento que tenha na cidade, um evento que tenha em praça pública ou que tenha na praia. Pega agora os os eventos de final do ano. Que que as pessoas fazem? Elas saem pra rua, comem que nem os animal, bebem que nem os animal. Se bem que animal nem bebe, né? É pior que animal. Extravazam ao máximo. Aí a gente vai ver depois no outro dia. Tudo quebrado, destruído, sujo, podre. Percebe? Mas pera aí. A pessoa poderia sair, se divertir, brincar, se alimentar, beber, se divertir, mas ela tá num espaço público, né? Ela tá num espaço público, ela ela ela poderia manter aquilo ali organizado, cuidado, limpo, comum, mas a pessoa não tá nem aí. Então é essa a mistura. São pessoas honestas que trabalham, trabalhadores, pais de família, mães de família. Veja, não são pessoas perversas, mas são pequenas imoralidades que fazem o mundo ser do jeito que é. A gente podendo, a gente passa uma fila, a gente trapasseia, a gente tira do lugar, a gente não cuida. São pequenas imoralidades que não são coisas graves. Pega o movimento espírita, a mesma coisa. Movimento espírita, ele ele pega o distribui comida para quem tem fome, roupa para quem tem frio. Às vezes ajuda crianças, idosos, pessoas no hospital, pessoas nos presídios, canta música para Jesus, ora, faz prece. Veja, o movimento espírita tem diversas práticas. salutares, positivas, bonitas, mas o mesmo movimento espírita esconde Kardec, não deixa as pessoas estudar Kardec, tá mais preocupado em vender livro do que seguir Kardec, tá mais preocupado em ganhar seguidor na rede social do que seguir Kardec, fala para pro povo as suas ideias particulares, chamando

dar Kardec, tá mais preocupado em vender livro do que seguir Kardec, tá mais preocupado em ganhar seguidor na rede social do que seguir Kardec, fala para pro povo as suas ideias particulares, chamando aquilo de espiritis. no centro espírita, puxa o tapete do outro para assumir a diretoria, faz fofoca. Olha se não é o espírito neutro. Uma hora a gente tava ali fazendo coisas virtuosas, mas daqui a pouco a gente tá aprontando. E aí o que que a sociedade faz? Porque a sociedade é muito hipócrita, né? A gente elege vilões porque aí a gente foca no vilão e todo mundo esquece das suas pequenas imoralidades, né? Então a gente gosta de falar dos políticos corruptos, mas a nossa corrupçãozinha pequeninha dentro de casa, no trabalho, na na fila do supermercado, as vantagens que a gente tira sem ninguém ver, aí a gente não trata. A gente gosta de falar do dos vícios mais grosseiros e que chamam atenção, né? Porque claro, aí não pega a gente, né? Então tem gente que adora falar é os os drogados, os alcólatras, os assassinos, os corruptos. Claro, a pessoa foca nisso por quê? Porque se ela começar a falar das imoralidades do cotidiano, pega ela também, né? Então, a gente adora falar do mazão, porque a gente é mazinho. O movimento espírita faz isso. O movimento espírita tem campanha pro para aborto, campanha para suicídio, campanha para pena de morte, campanha para não sei o quê. Ele elegeu, ele pegou algumas coisas que ele considera imoral e passou a tratar disso e o resto. E a imoralidade na casa espírita, nas instituições espíritas, nas federações espíritas, nas editoras espíritas, nos canais espíritas. Não, a gente gosta de falar do suicida, esse a gente vai focar, o aborto, esse a gente foca. A gente pega a imoralidade do outro para falar, fazer campanha contra, né? Mas Kardec nunca fez isso. Na obra de Kardec, o mal é sempre o mal, o bem é sempre o bem. Se você fica focando nos grandes problemas da sociedade, mas você não foca nos seus pequenos, você é você tá naquele caso lá do

fez isso. Na obra de Kardec, o mal é sempre o mal, o bem é sempre o bem. Se você fica focando nos grandes problemas da sociedade, mas você não foca nos seus pequenos, você é você tá naquele caso lá do ensinamento do Cristo, que você vê uma trave, aliás, você vê um cisco no olho do outro e não vê uma trave no seu. E a gente é assim, a gente adora pegar, né? Ah, você viu a corrupção do fulano? a gente pega os casos grandes, né? Por quê? Porque a gente não quer olhar os pequenos, porque nos pequenos a gente tá junto. A gente tá junto. Aí a gente pega sempre os casos mais graves. Então é isso. Esse é o problema do neutro. O neutro, ele é a maioria, ele não é tão grave, mas ele acaba permitindo que todo o resto aconteça, porque ele é omisso. Se os os neutros quisessem, o mundo era bem melhor, mas justamente por isso, eles não têm compromisso. Eles só estão pensando neles ali, vivendo dia de cada vez. a gente já poderia ter acabado com a violência, com a miséria, com as injustiças, com as coisas graves, a gente já podia poderia ter acabado. Mas é que os neutros, que são a maioria, justamente por serem neutros e omissos, não atacam o problema, porque eles estão pensando só no seu umbigo e nos seus nos prazeres materiais, né? Então o dia, o dia que os essa maioria se mexer, o mundo vai ser bem melhor. A gente acaba rapidinho com os problemas mais graves para o problema que a gente é omisso. As pessoas são covardes. E na casa espírita ainda é pior, porque na casa espírita a pessoa em vez de assumir que é covarde, ela se esconde atrás da caridade. Não, eu não falo porque é faltar com a caridade. Não, você não fala porque você é omisso. Você não fala porque você não você não quer sujar sua imagem e você tá mais preocupado com imagem do que falar a verdade. Não se esconda atrás da caridade. A cara espíita tá cheia de gente assim que não denuncia o erro e o mal. Não é porque é caridoso, mas é porque ele não quer se sujar com ninguém, né? Só para concluir, Lauro, é o exemplo que

caridade. A cara espíita tá cheia de gente assim que não denuncia o erro e o mal. Não é porque é caridoso, mas é porque ele não quer se sujar com ninguém, né? Só para concluir, Lauro, é o exemplo que eu tenho dado. Eu tenho eu tenho acompanhado os canais espíritas nas redes sociais e eu tô vendo aí o povo crescer, né? Aí o povo tem 20.000 seguidores, o povo tem 30.000 seguidores e eles estão adorando. E aí eu vou ver o eu vou ver o conteúdo dos canais. Aí eu digo, qual é o preço que eles pagam para ter a fama que tem, o número de seguidores que tem? Eles são grandes, mas a custa do quê? Seguindo Kardec. Me apresenta um canal grande aí que é grande, mas segue Kardec. É fiel a Kardec. Não é difícil ser grande. O difícil é ser grande seguindo Kardec, porque é muito fácil, né? Eu abro um canal de espiritismo e eu e eu agrado gregos e troianos, né? Aí é fácil. Se eu abrir um canal para ficar batendo na nas costas da FEB, dando palminha nas costas do Haroldo, batendo palminha na pro Chico, pro Divaldo, para tudo. Ah, claro, eu agrado todo mundo, todo mundo me segue, né? Mas aí eu não eu não tenho compromisso. Quem não escolhe lado não tem compromisso. E agora eles inventaram uma nova. Não é que eles são tolerantes, eles dialogam. Conversa fiada, eles não escolhem lado porque eles querem agradar todo mundo, porque eles estão preocupado com seguidor. Aí é fácil ter 100.000, 500.000 seguidores. Se você tem um pouquinho de inteligência e conteúdo, é fácil. Eu quero ver seguindo Kardec. Aí você abre essas páginas aí agora que estão se destacando com o número e usando o nome do espiritismo. Você vai lá, eles estão defendendo tudo. É claro, né? Eles não se comprometem. Eles um defende tudo, né? Tudo vale, tudo é bonito, tudo é lindo. Ah, claro, daí você não se compromete, né? Só que a pessoa que faz isso, ela não para para pensar, ela não acredita de verdade no espiritismo. Ela não acredita. Porque se ela acreditasse, ela ia pensar: "Pera aí, eu tô fazendo isso, mas os espíritos, eu

essoa que faz isso, ela não para para pensar, ela não acredita de verdade no espiritismo. Ela não acredita. Porque se ela acreditasse, ela ia pensar: "Pera aí, eu tô fazendo isso, mas os espíritos, eu não engano. Eu não engano os espíritos." Os espíritos sabem que eu que eu sou um interesseiro, que eu só tô aí batendo foto com todo mundo para ficar amiguinho de todo mundo, para eu ter seguidor. Eu não tenho compromisso com a doutrina, eu tenho compromisso com os me em ganhar seguidor paraa minha vaidade, para dizer que eu sou grande. Então, a pessoa que não tem compromisso, disso é uma espécie de corrupção. Movimento espírita tem uma espécie de corrupção. Não é uma corrupção do dinheiro, mas é uma competição do ideal, uma corrupção do ideal. As pessoas batem palma e aplaudem tudo que é para ganhar seguidor. Eles ficam a, eles vão fazer uma palestra, eles fazem uma salada que agrada todo mundo, né? Porque não escolhem lado. Aí eles têm 100.000 seguidores. A custa do quê? A custa do quê? E aí no final, que que eles fazem? Vendem um cursinho. Agora aí no final eles fazem o quê? vendem um cursinho deles. Então eles sequestram o espaço espírita, sequestram a tribuna espírita, sequestram a o a o o espaço que era para ser do espiritismo, colocam outra coisa, ganham fama e depois vendem os seus cursos e as pessoas não ficam nem sabendo de Kardec graças a elas, porque agora as pessoas estão seguindo elas, não estão seguindo Kardec, tá cheio agora no movimento espírita. Então eu quero ver quem é que se compromete com Kardec e leva até as últimas consequências. Aí eu quero ver crescer. Passo para ti, >> é, esse é o desafio. Esse é o desafio. O Ébert faz essa seguinte eh eh colocação. Boa noite. Tem a impressão que Jesus escolheu para discípulos pessoas com a característica de espíritos neutros. Michel, você quer fazer algum comentário acerca do comentário do? É, os discípulos, os discípulos, eh, pelo menos aquilo que a gente tem de conhecimento no início da vida deles, né, eram pessoas comuns

ichel, você quer fazer algum comentário acerca do comentário do? É, os discípulos, os discípulos, eh, pelo menos aquilo que a gente tem de conhecimento no início da vida deles, né, eram pessoas comuns que em vários momentos a gente vai ver eles eh com raiva, a gente vai ver eles se acovardando, fugindo, traindo, que são as paixões comuns dos seres humanos, né? Agora, qual é a diferença? é que muitos deles no final da vida se transformaram, né? Então eles simbolizam essa transformação. Eles eram de um jeito e terminaram doutro jeito, né? Que dedicaram a sua vida, mudaram completamente. É um bom, é um, é uma boa analogia pro comportamento humano em geral, né? É, é claro que Jesus ele falaria como a proposta de Jesus é justamente para nós espíritos imperfeitos, ele se ele iria se utilizar ali nos seus primeiros discípulos, né, de espíritos imperfeitos, justamente para mostrar que é possível, né? Agora, era muito mais difícil ser cristão naquela época de ser do que ser agora. Muito mais difícil. Aliás, tem uma mensagem lá no Evangelho Segundo Espiritismo, eu só não lembro qual é o Espírito agora, mas tá no capítulo 11 do Evangelho Segundo Espiritismo, que se não me engano é Pascal, que ele fala: "Ah, ser cristão hoje é muito mais fácil, porque hoje não é mais perseguido, não tem que ser, não, a pessoa não é mais atirada pros leões. Hoje as exigências de ser um verdadeiro espírita ou um verdadeiro cristão são outros. Mas sempre o problema é a questão do interesse. O problema é a questão do interesse, né? Se você, o momento que você vai dar prova daquilo que você é, é nos momentos que os seus interesses são atacados. Esse é é o grande problema, né? É você saber separar aquilo que é interesse seu daquilo que é o correto que deve ser feito. Esse é o grande desafio, você não deixar que os seus inter não é que não, você não vai ter interesse. O problema é que o interesse pessoal não pode fazer com que você não faça o correto. E esse é o problema. a gente coloca o interesse pessoal na frente e aí a gente

que não, você não vai ter interesse. O problema é que o interesse pessoal não pode fazer com que você não faça o correto. E esse é o problema. a gente coloca o interesse pessoal na frente e aí a gente acaba dando um jeitinho de cometer injustiça, né, que é para defender o interesse, o interesse pessoal. Esse é o desafio agora da gente, né? Por isso que todo dia a gente tem que ir domando esse interesse pessoal. Você tem que fazer o que é o certo em todas as circunstâncias. Lauro, >> exatamente. Aqui tem questões aqui que são eh eh comentários aqui que são comentários muito ligados a essas, né, práticas nas casas espíritas de colê, pessoas com dependências químicas, né? Se você quiser até ler aqui, Michel, a >> o mov o movimento espírito atual não acolhe mais os dependentes químicos e nem os LGBTs. É muito raro você ver em palestras nas casitas essas pessoas que hoje estão sendo discriminadas. Veja, muito cuidado, muito cuidado, porque essa frase pode dizer muita coisa. Essa afirmação, ela pode querer dizer muita coisa, tanto no sentido em que a gente pode concordar quanto no sentido que a gente pode discordar. Depende o que que a pessoa tá entendendo por eh acolher e discriminar. Aí vai depender porque, por exemplo, eh, não é papel da casa espírita tratar de dependente químico. Se é alguém que tá na situação de dependente químico, não é papel da casa espírita tratar, certo? E se é com relação a a como é que é a sigla? LGBTS, LGBTs também. O que que quer dizer isso? A pessoa tem uma outra opção e aí por ela não ter essa outra opção, ela não deixar ela entrar na casa espírita. É isso que quer dizer? Bom, aí sim, mas é que muito cuidado, porque a nossa defesa não tem que ser para nichos específicos. Percebe? Eu eu não posso começar a fazer essa guerra dentro da casa espírita. Eu não posso trazer paraa casa espírita essa bandeira de pegar nichos específicos e começar a pensar nos direitos particulares delas. Isso é questão da política, não é questão do centro espírita.

ita. Eu não posso trazer paraa casa espírita essa bandeira de pegar nichos específicos e começar a pensar nos direitos particulares delas. Isso é questão da política, não é questão do centro espírita. O centro espírita tem que receber todas as pessoas que queiram estudar espiritismo e ponto. Então, por exemplo, a frase ficaria melhor se dissesse assim: "O centro espírita não pode discriminar ninguém. Quando eu começo a escolher, quando eu começo a escolher grupos, eu vou cair no mesmo erro que o que o povo da política tá caindo, né? Aliás, a gente tá vivendo essa loucura agora, né? A gente tá vivendo essa loucura agora, que é uma coisa que não tem a ver com o espiritismo. Por exemplo, ah, acho que foi, não sei se foi essa semana, agora semana começou hoje, né? Foi algum dia aí próximo que eu vi agora uma as pessoas fazendo uma espécie de campanha sobre a morte de mulheres, a violência contra as mulheres. Questão políticoal não tem a ver com o espiritismo. Por quê? Porque pro espiritismo a gente é contra a violência. Porque como é que a gente vai separar, né? Não, se é violência contra homem, que se dane. Vamos falar só do da violência contra a mulher. É umas coisas que a sociedade tem feito. Então eu não posso pegar grupos para defender grupos específicos. Porque se eu digo assim, ó, o movimento espírita não acolhe mais dependente químico e LGBT, tá? Mas daí se ele não acolher outros outras pessoas, por que que as outras pessoas que não são acolhidas? É, é só esses que é o problema. Percebe o que eu tô querendo dizer? Acho que dá para entender o que eu tô querendo dizer, né? É melhor a gente falar no sentido geral pro espiritismo. Não tem para o espiritismo não tem rico, pobre, homem, mulher, hétero, homo, negro, branco. Não faz nenhum sentido para morar o espírita eu escolher um desses e fazer uma defesa. Eu tenho que defender todos. O que a gente tem que combater é a injustiça. Por exemplo, se essas pessoas, esses grupos de pessoas citadas estão sofrendo injustiça,

colher um desses e fazer uma defesa. Eu tenho que defender todos. O que a gente tem que combater é a injustiça. Por exemplo, se essas pessoas, esses grupos de pessoas citadas estão sofrendo injustiça, o centro espírita ou o movimento espírita está errado em ser injustas com elas. Mas a gente combate a injustiça contra qualquer espírito. Percebe? Deu para entender a ideia do que eu tô querendo falar? Não é que eu esteja apoiando que o movimento espírita trate mal as pessoas citadas. Eu tô só dizendo que o movimento espírita não tem que tratar mal ninguém, não só as pessoas citadas. Por isso que não faz sentido a gente começar a citar pessoas por grupos. É melhor coisa que eu eu dizer: "Ah, o movimento espírita tem que tratar bem as pessoas negras." É óbvio que tem, mas o movimento espírita tem que tratar bem qualquer pessoa. E >> posso salientar só um grupo? >> E Michel, essa >> pode falar lá. >> Não, essa essa eu acho que essa frase, essa citação que a Mari trouxe resume bem isso que você tá dizendo aí. Você quer lê-la? É, se você fica neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado do opressor. Mas é para qualquer um. Percebe? Se eu disser assim, Lauro, olha, eu sou contra a violência. Ninguém tem o direito de violentar ninguém. Isso é uma frase. Agora eu digo assim, Laura, eu sou contra a violência de homens contra mulheres. Tá, mas e a violência de mulheres contra homens? Ah, essa daí. Bom, pronto, você já tá sendo do ponto de vista espírita e moral. Percebe? Mas eu sei que a sociedade discute assim, a gente discute quem é e não o que tá sendo feito. Se determinado grupo tá sofrendo, a gente se importa. Se outro determinado grupo tá sofrendo, azar. Ou isso quando a gente não justifica. Isso quando a gente não justifica. Isso pode ser muito lindo no meio social, político, na para moral espírita vai responder. Eu tô me detendo bastante nisso porque isso é muito grave e eu sei que os espíritas estão trazendo isso paraa casa espírita. Por isso que eu tô desenvolvendo bastante isso. Para a

írita vai responder. Eu tô me detendo bastante nisso porque isso é muito grave e eu sei que os espíritas estão trazendo isso paraa casa espírita. Por isso que eu tô desenvolvendo bastante isso. Para a teoria espírita, nós somos espíritos. em contextos diferentes, mas o que vale é o espírito. Eu não vou responder porque eu sou rico ou pobre, negro, branco, porque eu sou de tal país, de tal cultura. Eu não vou responder por isso, eu vou responder como espírito. Se uma pessoa neg, uma pessoa branca maltratar de qualquer maneira uma pessoa de pele escura, vai responder perante as leis divinas. Mas se uma pessoa negra prejudicar uma pessoa de pele branca paraa moral espírita, vai responder também. Se um homem agrediu uma mulher, vai responder moralmente paraa teoria moral espírita. Mas se uma mulher agredir um homem, ela vai responder também. A gente não pode trazer paraa casa espírita as separações sociais, porque não faz nenhum sentido. Então, por exemplo, agora pegando, vou aprofundar mais um pouco a questão da Fátima. Digamos que uma pessoa que teve problemas com a dependência química, ela quis frequentar a casa espírita, né? Ela quer assistir palestra, ela quer eh participar dos estudos, quer participar dos da das atividades do centro. E porque um dia ela se envolveu com isso, o pessoal da casa espírita trata ela diferente? Olha, eu tive que criar um contexto aí, nesse caso tá errado. A não ser que eu ofereça algum perigo. Olha como como quando eu uso a teoria espírita moral, eu tenho que ser cuidadoso. Se a pessoa, seja ela qual for, ela oferecer algum perigo. Olha, eu tô criando um contexto. Eu não tô dizendo que isso serve para todos. os que tiveram problema ou tem com dependência química. Eu tô criando um contexto, mas eu tenho que criar o contexto para fazer avaliação. Eu não posso fazer generalizações como se faz na como se faz na na política, né? que eu generalizo. Por exemplo, se eu tiver alguém que é dependente químico e daqui a pouco a pessoa ela tem o risco, ela ela tá

sso fazer generalizações como se faz na como se faz na na política, né? que eu generalizo. Por exemplo, se eu tiver alguém que é dependente químico e daqui a pouco a pessoa ela tem o risco, ela ela tá viciada e corre o risco dela roubar algo no centro espírita, porque ela precisa daquele dinheiro para alimentar o vício, cabe sim aos dirigentes da casa espírita proteger a comunidade espírita e não deixar essa pessoa ali, porque ela oferece um risco. Aí, nesse caso, não é discriminação. Eu tenho uma pessoa que oferece um risco, eu eu tenho direito de me proteger. Aliás, o direito de autodefesa é um direito que a a moral espírita garante. Agora, pode ser que não seja esse o caso. Olha todo o cuidado que eu tô tendo. for e um caso assim, então eu não posso criar uma regra, mas isso não serve só pro dependente químico. Qualquer pessoa que chegar na casa espírita e oferecer algum perigo, ela tem que ser interditada, sim, porque às vezes a gente pega só o ah, é um dependente químico, mas daí se é o caso de um dependente químico que oferece perigo, a gente diz: "Nossa, como a casa espírita foi, discriminou, coitado". Mas aí vai ver a história a fundo, a pessoa oferecia perigo. Daqui a pouco é uma pessoa que tem envolvimento com um tráfego, que tá sendo perseguida. Aí ela tá na casa espírita, um dia a o pessoal do tráfego vai lá e mata ele e mata todo mundo. A casa espírita tem que deixar para não ser discriminatória. Então veja, eu tô pegando casos em que a gente tem que ter cuidado no julgamento, a mesma coisa. a questão do LGBT, né? A pessoa tá no centro espírita, mas ela tá tendo comportamentos que vá contra as regras ali de boa convivência com com os demais do centro, seja ela GBT, LGBT, seja ela hétero, seja ela o que for, pros dois casos, vejam as minhas palavras, se ela não tem um comportamento, se ela tem um comportamento amento inadequado. Tem que ser afastada. Sim. A, eu já tive, eu já, eu já conheci sendo espírita que tinha senhorzinho hétero. Olha o exemplo que eu tô dando

comportamento, se ela tem um comportamento amento inadequado. Tem que ser afastada. Sim. A, eu já tive, eu já, eu já conheci sendo espírita que tinha senhorzinho hétero. Olha o exemplo que eu tô dando para não achar que eu tô sendo tendencioso. Ele era um senhor hétero, mas que se passava com as meninas do centro espírita, não respeitava. vai deixar para dizer que ai não foi caridoso que o senhorzinho ele queria estar na casa, é, mas ele não respeitava as mulheres, se passava com elas, tem que ser afastado. Veja, eu dei um exemplo de um hétero e se for uma pessoa que tem uma outra opção, eu não posso dizer assim, porque tem muito isso, né? a a digamos que a pessoa é ela é LGBT e ela teve um comportamento inadequado e eu tomei uma atitude contra ela. Aí a pessoa diz assim: "Ah, você tá fazendo isso só porque eu sou LGBT?" Não, eu tô fazendo isso porque você teve o comportamento inadequado. Tem muita gente que se esconde atrás de um rótulo que é para fazer que o outro vire vilão. Então, a gente tem que ter muito cuidado. Por isso que a teoria espírita é muito o a teoria espírita resolve todo o problema. Não bota rótulo nenhum em ninguém. Somos todos espíritos. Quem se comportar mal vai ser chamado atenção ou até algo mais grave. Olha como é mais simples quando eu falo isso. Eu não deixo de defender o que é correto e eu não rotulo ninguém. Então é é foi boa pergunta pra gente tomar cuidado para não cair nessa loucura, para não cair nessa loucura que a sociedade tá. Eu vi há pouco tempo agora a discussão da de uma mulher que assassinou um marido e as pessoas relativizando. Por quê? Porque foi uma mulher que matou um homem. E aí toda uma relativização, não, mas ela ela tinha um relacionamento abusivo. Não, mas ela matou. Não pode. Ponto. Eu não posso eh eh minimizar só porque era uma mulher. Da mesma maneira que eu não posso minimizar se for um homem. Eu não posso trazer essas loucuras paraa casa espírita. Então é muito mais simples pro espiritismo. O espiritismo combate

e era uma mulher. Da mesma maneira que eu não posso minimizar se for um homem. Eu não posso trazer essas loucuras paraa casa espírita. Então é muito mais simples pro espiritismo. O espiritismo combate a imoralidade de qualquer espírito. Olha como é muito mais genérico e muito melhor. A pessoa não se comportou, ou chama atenção, ou é afastada, ou é interditada, independente do que ela é, se ela é alta, baixa, se ela é verde, amarela, azul, não interessa. Então a gente a gente pega determinados grupos e todo mundo daquele grupo é coitado. Se a gente tá acha que todo mundo é coitado e que eles são sempre perseguidos, pronto, eles fazem o que querem e ninguém pode falar nada se não tá sendo discriminatório. A gente não pode criar isso com ninguém. Eu não posso para resolver uma ah, mas ao longo da história os homens fizeram da contra as mulheres. Ah, daí para corrigir um erro a gente vai cometer outro. Não pode. A gente tem que tratar. O que que é a justiça? Lembra da balança? A justiça é justiça. A justiça não tá preocupado se é uma pena ou se é uma pedra. Ela tá preocupada com o peso. E a gente entrou nessa. A nossa sociedade tá assim, dependendo de quem fez a coisa. Ah, mas é que na infância. Ah, mas é porque onde nasceu? Ah, mas é porque é coitado. Ah, mas é porque foi discriminado. Ah, porque a população, porque a história dele, a gente começou a criar essas coisas de relativizar por causa da opção sexual, da cor, do gênero, do partido político. E a gente tá trazendo isso pro centro espírita. Então, a gente não pode trazer isso pro centro espírita. centro espírita que tem que iluminar essa discussão. Bom, eu acho que fiquei 20 minutos falando disso. Eu acho que conseguir ser claro, né? É, eu eu eu eu acho que a Fátima ela não ela talvez ela tenha algumas dúvidas ainda até pelo próprios próprios comentários dela aqui. Tem aqui é bom talvez Fátima, eh eh eh eh você prestar bastante atenção no que o Michel disse e no que ele vai dizer a respeito dessas duas colocações. Michel, se você quiser

os comentários dela aqui. Tem aqui é bom talvez Fátima, eh eh eh eh você prestar bastante atenção no que o Michel disse e no que ele vai dizer a respeito dessas duas colocações. Michel, se você quiser ler esse comentário, depois eu passo pro de baixo que eu acho que vai complementar aí, por favor. >> Deixa eu ver. Eles não se sentem à vontade nas casas espíritas. As palestras estão sendo feitas sobre a família comum, temas de conduta e moral da Bíblia. Veja, eu não eu não sei exato o o caso específico para dizer. Não sei eh avaliar com essa fala se o centro espírita tá agindo bem ou tá agindo mal. Tá muito genérico para eu poder dizer. Por quê? Por quê? Quer ver? Eu posso dar dois exemplos. Eles não se sentem à vontade nas casas espíritas. Tá, pera aí. Mas a casa espírita, ela não tem que se adaptar a ninguém. O espiritismo não tem que se adaptar a ninguém. A ninguém. Ouça minhas palavras. A ninguém. O Santo Espírita tem uma teoria e ali fica quem se afiniza com ela. Não pode, chegou uma pessoa na minha ah na minha casa espírita, conforme a pessoa eu vou adaptar para agradar ela. Aí eu vou relativizar o espiritismo. Eu não posso fazer isso. Agora, por exemplo, se na casa espírita que vamos criar um exemplo, eu tenho que ser mais específico. A casa espírita que a pessoa frequenta, disseram que se ela for homossexual é imoral. Vamos usar um esse exemplo. Aí a casa espírita tá errada, porque pelo fato de ser não quer dizer que é imoral. Aí a casa espírita tá errada. Ah, mas na casa espírita que ele foi, o tá o o o ser espírita tava falando sobre a importância da família. Veja, se eu não separar em caso por caso, situação por situação, aí eu vou cometer uma injustiça. Porque, por exemplo, para o espiritismo, a há determinadas leis morais que a gente tem que cumprir. E se não cumprir, se não cumprir, tem que ter uma boa razão. Vou dar um exemplo. Vou dar um exemplo aqui. Vou usar Kardec. Olha, eu tô usando Kardecl. Kardec não teve filhos. Kardec não teve filhos. E é o a lei de reprodução é uma das leis

ue ter uma boa razão. Vou dar um exemplo. Vou dar um exemplo aqui. Vou usar Kardec. Olha, eu tô usando Kardecl. Kardec não teve filhos. Kardec não teve filhos. E é o a lei de reprodução é uma das leis morais do espiritismo. Olha que interessante. Uma das leis morais do espiritismo é a lei de reprodução. Não é uma opção, é uma lei de reprodução. E Kardec não teve filhos. Por quê? Ah, mas aí você vai ver. Ele não teve filhos. Mas alguém vai dizer que ele não serviu a humanidade. Então, se você, por exemplo, tô usando um exemplo que eu acho que o pessoal quase não fala, hein, que não tem coragem. Se você não respeitar lei moral de lei de reprodução, dependendo do motivo que você fez isso, você vai responder moralmente. Olha que grave isso que o espírito, por isso que o espiritismo não relativiza. Você não cumpriu com a lei de reprodução de ouça minhas palavras. Dependendo da razão do por você fez isso, você vai responder. Você escolheu não ter filhos para ter uma vida só de prazeres egoístas no resto da vida para não precisar ter compromisso, trabalho, comprometimento. Você só quer aproveitar a vida material? vai responder. Percebe? Aí agora tem uma pessoa na casa espírita que não quer ter filho, eu vou mudar a a moral espírita? Não, eu tenho que dizer inclusive para ela, a moral espírita não é uma escolha religiosa, é uma lei natural. A pessoa que não forma família por interesses egoísticos vai responder moralmente. Então, olha só um exemplo que eu tô dando. Então, vai depender. Tem uma pessoa na que foi na casa espírita e ela é a favor do do aborto. Problema é dela. O problema é dela. O espiritismo é contra o aborto. Ponto. E não é a gente que vai comandar a vida dela e se meter na vida dela. Isso é uma lei moral. A gente só vai repetir a teoria. O espiritismo é contra o aborto. Por isso, por isso por isso. Se tem alguém que fez ou não fez, não é problema nosso. Aqui agora tô pegando outro lado. Eu não posso perseguir pessoas que fizeram aborto, porque se a moral desrespeita a sua

sso, por isso por isso. Se tem alguém que fez ou não fez, não é problema nosso. Aqui agora tô pegando outro lado. Eu não posso perseguir pessoas que fizeram aborto, porque se a moral desrespeita a sua vida. Agora vamos peg, tô pegando mais, já vou encerrar lá que eu tô estourando o tempo. Vou pegar um outro. Pegando o exemplo da Fátima. Se a pessoa tá no centro espírita e estão tratando ela mal, quem é que tá obrigando ela ficar no Santo Espírito? Agora vamos pegar o caso que realmente tão tratando ela mal, tão discriminando. Eu só não ir mais na casa espírita. O espiritismo está nas olas de Kardec, não tá no centro espírita. É só ela não ir. Ela não precisa da casa espírita para ser espírita, para conhecer o espiritismo, para viver o espiritismo. Então, se ela tá indo num lugar que ela tá sendo maltratada, não vá. E se o centro espírita estiver maltratando de verdade, está sendo imoral, vai responder. Agora, por que que eu tô tendo todo cuidado? Porque há muitos casos em que as pessoas se fazem de vítima, pegam essas nomenclaturas para transformar em vilão a pessoa que não fez nada. E a gente vai na onda. Todo mundo é coitado. Então, muito cuidado. Você tem que sempre analisar caso por caso. Ah, eu não tenho como tirar uma conclusão. A melhor coisa é vá pra teoria espírita. Nós somos espíritos. Nós somos espíritos. No mundo espiritual não tem homem, mulher, branco, negro, africano, europeu. Não tem no mundo espiritual isso. Você vai responder pelas suas ações. Todos vão. Então, se eu não posso tirar uma conclusão, eu não sei quem é que tá certo na história. Aí eu venho pro campo da neutralidade, mas da boa neutralidade. Eu digo assim: "Os dois lados têm que se respeitar". Ponto. Agora, se eu pegar um lado e começar a fazer campanha só para um lado, independente do que aquele lado fizer, ele é sempre vítima. Independente do que o outro lado fizer, ele é sempre opressor. Que é essa maluquice que a gente entrou, pronto, pô, acabou a discussão, que é o que o pessoal tá fazendo agora.

er, ele é sempre vítima. Independente do que o outro lado fizer, ele é sempre opressor. Que é essa maluquice que a gente entrou, pronto, pô, acabou a discussão, que é o que o pessoal tá fazendo agora. O pessoal tá relativizando assassinato quando a mulher mata o homem. Já tem propostas, já tem propostas de lei, isso já tá chegando na esfera legal e política, priorizando um lado só. Bom, então a gente joga fora tudo, joga fora a justiça e passa agora a condenar a pessoa pelo gênero. Homem é criminoso, mulher é santa. Daí você vai ver. E quando a mulher for a criminosa? Então não entre nessa loucura que a sociedade entrou. O espiritismo não entra. O espiritismo não entra. Quem fizer o mal vai responder pelo mal. Não interessa a classificação que a pessoa se dê. Vai responder e não vai responder à leis humanas, vai responder paraas leis divinas. Acho que eu consegui ser claro, acho que eu consegui abranger todos os lados para mostrar que eu tô tentando ser justo ao máximo no discurso. Embora eu sei que esses temas as pessoas sempre vão pro irracional, né, paraas paixões. Lauro, >> não, eu acho que ficou ótimo. Há um tema, Fátima, aqui que precisa de um tempo reservado, destinado a isso, porque traz muitas reflexões, levanta muitas questões. Você fez esses dois últimos comentários que eu não vou colocá-los aqui porque vai precisar desenvolver um um um tempo maior, né, mais longo para isso. Mas entenda que a finalidade da casa espírita seria o estudo das obras de Kardec. Claro, quando nós estamos falando em moral, o estudo da moral. Ah, mas a pessoa ela é muçulmana, eh, é o estudo da moral. Se se o muçulmano sai da casa dele, vai para uma casa espírita, vai lá para estudar a moral. Ah, mas ele ele não acredita não. Ele não acredita em Jesus. Ele vai lá para estudar a moral. Aquela moral que que Kardec disse que a moral, a moral do Cristo é que mais converge com a moral que os espíritos ensinarem é a única. Ponto. Se ele quer ficar lá para estudar bem, se não quer, como diz

uela moral que que Kardec disse que a moral, a moral do Cristo é que mais converge com a moral que os espíritos ensinarem é a única. Ponto. Se ele quer ficar lá para estudar bem, se não quer, como diz o Michel, ele não é obrigado. Mas a casa espírita não pode abrir mão do que é correto para agradar ninguém. Isso é um fato, né? Então acho que a coisa caminha por esse lado. Michel, eu vou depois eu te devolvo, caso você queira fazer um uma apanhado do que ela comentou aí. Mas Fátima, eh eh qualquer outras dúvidas que surgirem aí você vai trazendo a a o Michel vai vai desenvolvendo aqui pra gente, pessoal. Amanhã às 20 horas nós temos o estudo da revista Espírita aqui no canal Estudar Kardec. Na quarta-feira às 2030 no Kardecube temos estudo da obra O que é o Espiritismo. É o José Paniago, Michel eu, juntamente com vocês para o estúdio. Na quinta-feira a revista.net às 20 horas. Na sexta-feira para os assinantes estudo no Careclub. na sexta-feira para os assinantes eh o estudo do livro dos médiuns. Então, se você quer estudar o livro dos médiuns conosco, por favor, vá lá no CADECUB, entre no botão, clique no botão seja membro e escolha a opção lá amigos do CADEC Tube. Michel, passo para você, pessoal. Obrigado, viu? É isso. Eu não sei, eu não sei se a Fátima me entendeu. Talvez ela tenha mais dúvidas, então de repente ela pode deixar nos comentários mais dúvidas sobre essa questão, né? Eu tentei olhar genericamente e dizer pra gente tomar cuidado, né? O que a gente não pode é escolher um lado e achar que um lado é sempre criminoso e o outro lado é sempre vítimo. Essa, esse é o problema das divisões que a gente tem feito hoje na sociedade. Se é mulher, vítima, se é homem criminoso. Pega esse exemplo. Se eu fizer esse raciocínio, eu vou tá, eu vou cometer alguma injustiça, porque em algum momento o homem vai ser a vítima. Mesma coisa. hétero e homossexual. Se eu disser que todo hétero é criminoso e todo homossexual é vítima, em algum momento eu vou ter um caso em que alguém

ue em algum momento o homem vai ser a vítima. Mesma coisa. hétero e homossexual. Se eu disser que todo hétero é criminoso e todo homossexual é vítima, em algum momento eu vou ter um caso em que alguém que é homossexual possa ser o criminoso. Então eu vou est sendo injusto. Então é melhor eu dizer o quê? Eu não discuto se é hétero, se é homo, se é mulher, se é se é homem. Eu discuto injustiça. Ninguém pode ser injusto. É muito mais fácil, né? E aí ela ela falou assim: "Se agirmos desse jeito, não estaríamos discriminando quem pode assistir palestras. Eu não sei o que o que que é agirmos desse jeito. Eu teria que entender o que que é agirmos desse jeito. Jesus Cristo não disse que ele veio para os doentes, mas veja, olha que interessante, a própria pessoa eh tá colocando eh eles como doentes. Isso não é um preconceito também, não é uma discriminação. Veja, olha a contradição, entende? Então, a gente tem que ter cuidado. Todas as pessoas têm que ser respeitadas. Olha, é muito mais fácil que eu disser. Tal grupo de pessoas tem que ser respeitado. É muito mais fácil. Todas as pessoas têm que ser, inclusive elas, mas isso não significa poder fazer o que quer ou mudar o espiritismo por causa delas. A pessoa que é a favor do aborto ou que praticou o aborto deve ser respeitada? Deve, a gente deve fazer algum mal, não. A gente deve perseguir, humilhar, esnobar, maltratar, crucificar. Não, não deve. Mas se alguém perguntar qual é a opinião do espiritismo, é contra, é contra o aborto. Nota a diferença. Eu não persigo as pessoas, eu respeito as pessoas, mas quando eu for falar de ideias ou ideais, eu tenho que ser justo aquela ideia e aquele ideal. Se a pessoa não gosta daquela ideia e daquele ideal, aí ela procura outra. Eu só não posso mudar. Mas veja, o espiritismo não tem absolutamente nada contra a Não é imoral a pessoa ter opção sexual diferente. Não tem. Agora, se a pessoa se comportar mal, independente da opção sexual, aí tudo bem. Ela, dependendo do que ela fizer, ela pode sofrer as consequências.

imoral a pessoa ter opção sexual diferente. Não tem. Agora, se a pessoa se comportar mal, independente da opção sexual, aí tudo bem. Ela, dependendo do que ela fizer, ela pode sofrer as consequências. Sim. Tô tentando ser lógico e justo aqui, né? Espero que que dê que dê para entender. Mas é isso, Lauro. Eu quero agradecer e que a gente volta a estudar semana que vem os, eu achei que ia dar tempo, no fim, não deu tempo de estudar os o último da terceira ordem, que são os espíritos aí batedores e perturbadores, tá certo? Então, durante essa semana temos aí os nossos estudos a semana inteira, todas as noites. Convido a todos a participar e uma e desejo uma boa noite a todos.

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