PROGRAMA PALAVRAS DE VIDA ETERNA
Boa tarde, meus amigos, minhas amigas. A gente pede desculpas, nós tivemos uns probleminhas técnicos e atrasamos aí a nossa entrada, mas é com muita alegria que nós vamos aí dar continuidade ao nosso estudo dessa semana do livro Pão Nosso. Hoje estamos no capítulo 108, oração, né? um tema muito interessante, uma mensagem muito bonita de Emanuel. Então, nós vamos, antes de iniciarmos, né, fazer aí essa harmonização com o ambiente, com os nossos benfeitores. Então, eu convido todos vocês a se colocarem na posição mais confortável para cada um, a se deixarem aí envolver. por esses fluidos benéficos, salutares desse momento. Assim, nós agradecemos a cada dia, a cada momento, a oportunidade que temos de podermos entender, refletir sobre esses exemplos, sobre essas palavras, sobre tudo que o nosso irmão Jesus nos trouxe. Assim, agradecendo sempre a oportunidade que temos, contribuímos também para que esses mentores, esses benfeitores que estão ao nosso redor também possam envolver os nossos irmãos doando o melhor de nós. Iniciamos a nossa reflexão da tarde. Que assim seja, queridos irmãos. É com muita alegria que a gente inicia mais um programa. Como nós disemos, né, nós tivemos uns problemas aí técnicos, então a gente não conseguiu acessar pra gente iniciar. Então, a gente tá com uns minutinhos de atraso, tá só justificando com vocês. Mas felizmente nós conseguimos e vamos aí então ver o que que Emanuel nos traz nesse capítulo 108, nessa mensagem cujo título é oração. E ele busca aí o seguinte versículo que tá lá na carta de Paulo aos Colossenses, no capítulo 4 versículo 2. Perseverai em oração, velando nela com ação de graças. E a oração, nós sabemos que é aquele momento em que nós nos doamos, nos vinculamos, nós conversamos aí com Deus, que nós aí nos colocamos naquela posição, né? E aí a gente, alguns gostam de fechar os olhos, outros gostam de estar em alguma posição, né, de concentração, nós nos colocamos aí, né, naquela conversa com o nosso pai, né, ela é espontânea, ela é verdadeira.
te, alguns gostam de fechar os olhos, outros gostam de estar em alguma posição, né, de concentração, nós nos colocamos aí, né, naquela conversa com o nosso pai, né, ela é espontânea, ela é verdadeira. E nessa oração, como nos diz lá no próprio evangelho, quando a gente fala de oração, prece, a gente tem lá o capítulo 27, pedi e obterei em que fala que nesse momento nós vamos o quê? Nós vamos conversar com Deus, nós vamos nos aproximar de Deus, nós vamos estar ali nos colocando à disposição do Pai. Então, quando Paulo fala pra gente perseverar em uma oração, é pra gente perceber o quanto que esse ato que para muitos pode ser eh é tão simples, muitas pessoas não dão valor, mas é o meio que o pai nos deu. para que a gente pudesse aí conversar com ele, para que a gente pudesse aí conversar com os benfeitores, né? Ou como tá lá nesse capítulo 27 do Pão Nosso, né? Com os intercessores. E o que são os intercessores? Em muitos momentos nós não nos dirigimos a Deus, nós nos dirigimos aqueles que são, né, aqueles trabalhadores do Pai. Então, a gente se dirige a Jesus, a gente se dirige a Maria, a Bezerra de Menezes e outros tantos aí naquele momento em que nós vamos eh solicitar, que a gente tem que pedir, sim, a gente deve pedir, a gente tem que eh se colocar naquela posição de humildade, de boa vontade, se reconhecendo enquanto filhos de Deus de que necessitamos esse apoio e desse amparo. E quando Paulo fala que a gente tem que perseverar, é porque ele está nos mostrando que a oração é esse instrumento valioso, esse meio valioso de nós nos conectarmos com os benfeitores. E fazer isso, né, com ação de graça, seria com verdade, com sentimentos verdadeiros, sabendo que a oração ela ela vai nos trazer amparo, apoio, fortalecimento para passarmos pelas dificuldades da vida. Então, é importante nós fazermos isso para o crescimento do espírito e não para satisfazer aí os nosso ego, né, o nosso aí olhar, o nosso eh os nossos caprichos do mundo eh físico. E vamos ver então o que que Emuni nos traz.
fazermos isso para o crescimento do espírito e não para satisfazer aí os nosso ego, né, o nosso aí olhar, o nosso eh os nossos caprichos do mundo eh físico. E vamos ver então o que que Emuni nos traz. Muitos crentes. Deixa eu só mudar um minutinho, gente. Eu vou aproximar mais o microfone aqui para ver se fica, se o som fica bom, né? Qualquer coisa, por favor, vocês podem colocar no nos comentários, tá? Muitos crentes estimariam movimentar a prece qual se mobiliza uma vassoura ou um martelo. Ou seja, né, muitas pessoas querem ali manipular a prece, querem ali, né, tornar a prece não uma conversa, né, não um momento em que as nossas aflições são acalentadas, em que a gente busca esse amparo, a gente busca esse consolo do Pai, mas as pessoas querem manusear como uma ferramenta para, né, negociarem com Deus para adquirirem aquilo que vai satisfazer os seus desejos, os seus caprichos. Exigem, perdão, exigem resultados imediatos por desconhecerem qualquer esforço preparatório. Outros perseveram na oração, mantendo-se, todavia, angustiados e espantadiços. Desgastam-se e consomem valiosas energias nas aflições injustificadas. enxergam somente a maldade e a treva e nunca se dignam examinar o perro broto da semente divina ou a possibilidade próxima ou remota do bem. encarceram-se no lado do mal e perdem por vezes uma existência inteira sem qualquer propósito de se transferirem para o lado bom. E aí nós temos aqueles irmãos, né, que fazem a prece solicitando algo e querem uma resposta, né, logo que disserem assim, sejam antes da prece terminar. buscam aí, né, esse resultado imediato, desconhecendo que nós temos que nos esforçar, nós temos que trabalhar, temos que buscar através aí da nossa coragem, bom ânimo, do nosso esforço próprio, essas conquistas e que nada chegará pra gente sem que nós, né, Busquemos sinceramente, nos dediquemos sinceramente. E aí a gente retorna lá no Evangelho no capítulo 27 no pedido de Teris, né, quando falando da eficácia, né, da primeiro da qualidade, né, nesse
né, Busquemos sinceramente, nos dediquemos sinceramente. E aí a gente retorna lá no Evangelho no capítulo 27 no pedido de Teris, né, quando falando da eficácia, né, da primeiro da qualidade, né, nesse terço fala da qualidade da prece, eficácia, como que a prece aí ela ela é transmitida, porque, né, a gente sabe que a nossa prece ela surge através do nosso pensamento, mesmo que a gente a faça em voz alta. A nossa prece, ela é transmitida pelo pensamento. A gente pensa antes de falar, como eu estou aqui conversando com vocês, quando eu fiz a prece inicial, né? a gente vai pensando e vai falando sobre isso. Então, a nossa prece ela vai, ela é pelo pensamento e o transmissor desse pensamento, né, é o fluido cósmico. Assim como o ar transporta o som, então o nosso pensamento ele é transportado pelo fluío cósmico. Então, se nós orarmos para alguém que está lá do outro lado do planeta, é válido. Claro que é, claro que é, porque isso vai chegar até esses irmãos, com certeza. Quando nós nos colocamos em prece para orar por aqueles irmãos nossos que estão passando por guerra, estão passando por aflição, porque a gente não tem assim o que fazer, né? A gente pede aos benfeitores que envolvam, a gente pode não direcionar diretamente para um ou para outro, mas a gente, né, leva, eleva os nossos pensamentos, eleva essas vibrações e elas vão o quê? chegar aos benfeitores que vão manipular aí essas vibrações, esses sentimentos, esses bons fluidos e vão aí enviá-las a quem necessita naquela localidade. Então, meus irmãos, é de extrema importância, né? É muito importante nós ajudarmos aí na nossa psicosfera, né? mudar esse nosso olhar aí eh pessimista, transformar aí, né, como falou, né, em vez da gente olhar só o que acontece de ruim, só as coisas que podem acontecer de negativo, só a parte negativa do outro, dos acontecimentos da nossa vida, que a gente possa, né, olhar essa esse broto, como falou, esse broto tempo que está brotando E através aí desse nosso olhar, da nossa prece, ir fortalecendo
do outro, dos acontecimentos da nossa vida, que a gente possa, né, olhar essa esse broto, como falou, esse broto tempo que está brotando E através aí desse nosso olhar, da nossa prece, ir fortalecendo para que esse broto, né, fortaleça suas raízes, enviando paraa nossa psicosfera, paraa nossa atmosfera espiritual, bons fluídos, bons sentimentos e boas vibrações. Nós vamos conseguindo alcançar corações, nós vamos conseguindo aí, né, envolver irmãos. E quando a gente fala, né, a gente falou da transmissão, né, a qualidade da prece. O que que é a qualidade da prece? É o que nós pedimos e como nós pedimos. Porque existe aqui um trechinho no evangelho que fala assim: Deus lhe considerar o que Deus lhe considerará sempre, se ele o pedir com confiança, é a coragem, a paciência, a resignação. Então essa é o tipo de oração de prece que se nós fizermos, seremos sempre atendidos, seremos sempre envolvidos, porque tudo isso é para o fortalecimento do espírito, para nos ajudar a passar pelas dificuldades que a vida nos traz, que essas eh as nossas aflições, os nossos desafios né, nos cobram a cada dia. E aí a gente continua, né, dando voz Emanuel quando fala, né, que probabilidade de êxito se reservará ao necessitado que formula uma solicitação em gritaria com evidentes sintomas de desequilíbrio. Concessionário é aquele que concede, né, sensato de início adiará a solução, aguardando prudente que a serenidade volte ao pedid. Olha, olha que interessante, né? Aqui tá falando, né? Às vezes, né, as pessoas fazem a oração em gritos, né, exigindo aí daquele a quem é o seu a quem está sendo direcionado à prece, exigindo aí que seja imediatamente atendido, né, que a sua solicitação deva ser aí atendida na frente de outros. E quem será que é aquele que está recebendo, né? Aquele que é o concessionário, ou seja, aquele a quem nós direcionamos a nossa prece quando nós não a direcionamos direto a Deus? E como nos diz também esse capítulo, e gente, eu tô falando dele, eu acho que é muito interessante caso vocês queiram,
quem nós direcionamos a nossa prece quando nós não a direcionamos direto a Deus? E como nos diz também esse capítulo, e gente, eu tô falando dele, eu acho que é muito interessante caso vocês queiram, né? Tá lá no Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo 27, pedir obereça. Às vezes as pessoas acham que de tanto repetir palavras vão cansar os ouvidos de Deus, vão cansar os bemfeitores. E aí a gente tem que entender uma coisa, que mesmo quando nós fazemos uma prece para um intercessor, mesmo quando nós direcionamos uma prece como nós falamos para Maria, para Jesus, para eh Bezerra de Menezes, Francisco de Assis, né, nós aqui eu tenho bichinhos, né, meus amigos aqui, meus princípios inteligentes, eh, Francisco de Assis, né, Mesmo quando a gente direciona a nossa prece a esses irmãos, todos os nossos pedidos, todas as nossas preces, toda a nossa oração, ela vai ser redirecionada a Deus. O pai vai ficar sabendo, né, do que nós estamos pedindo. Então, nada nos será concedido ou permitido sem o seu aval, sem a sua autorização. Agora, né, essa parte, né, de nós pedirmos aí com ânimo, coragem, fortalecimento para que nós possamos executar a tarefa, enfrentar os desafios, essas serão prontamente atendidas. essas, né? Quando avaliado aí o nosso eh a nossa intenção verdadeira, isso é importante nós rezarmos, essas serão atendidas, porque o Pai realmente sabe do que nós precisamos. O pai realmente reconhece do que nó o que nós necessitamos para a nossa emoção. E à vezes dentro dos nossos pedidos, nós vamos aí, ainda não nos conhecendo tão profundamente solicitar coisas que não vão nos fazer bem. Então, é importante nós confiarmos, receberemos o que nos é necessário e importante para o nosso desenvolvimento. E é um olhar até misericordioso do nosso pai para que a gente aí não perca tempo, né? Não perca também a nossa reencarnação, não perca aí como é falado, né? aquele momento em que aqui estamos de evolução, de aprendizado. Então aqui fala, né, que o concessionário, aquele que a quem é
é? Não perca também a nossa reencarnação, não perca aí como é falado, né? aquele momento em que aqui estamos de evolução, de aprendizado. Então aqui fala, né, que o concessionário, aquele que a quem é direcionado, ele vai não vai enviar naquele momento aquele ali em desequilíbrio, que está solicitando algo, porque ele não vai conseguir nem perceber, né, ou receber aquilo que é necessário para sua, para o seu aproveitamento, para o seu progresso, né, para o seu fortalecimento. E aí ele aguarda que aquele que está em desequilíbrio acerene os seus pensamentos. Ele aguarda que aquele que está lá solicitando coisas às vezes absurdas, entre aí, né, em harmonia, consiga aí perceber que não é dessa forma, não é através de palavras repetidas, não é através de gritos, de lamas, que ele vai conseguir receber os benefícios e as benéces, né, através da oração ou da prece. A palavra de Paulo é clara nesse sentido. É indispensável persistir na oração, ou seja, nos utilizarmos esse instrumento, velando nesse trabalho com ação de graças. E forçoso é reconhecer que louvar, olha gente, o quanto que isso é importante. E forçoso é reconhecer que louvar não é apenas pronunciar votos brilhantes. Então Paulo aqui está nos chamando, né, a essa essa essa ação de graças, né? Não é apenas palavras bonitas. Não é apenas nos prostrarmos ali em oração, né, que a gente vai conseguir o que nós estamos querendo, mas também é, ah, tá, isso é depois, né? Não é palavras bonitas, não é postura. E aí vamos ver o que que é necessário. É também, então não só palavras bonitas, é também alegrar-se em pleno combate pela vitória do bem, agradecendo ao Senhor os motivos de sacrifício e sofrimento, buscando as vantagens que a adversidade e o trabalho nos trouxeram ao espírito. Então, mais do que pronunciarmos palavras bonitas, mais do que aí termos aquela prece, né, bem formulada, bem dita. Quantas pessoas, né, às vezes não gostam de fazer prece, de fazer oração, porque falam: "Ah, eu não sei falar bonito". É claro que nós temos aqueles irmãos que
uela prece, né, bem formulada, bem dita. Quantas pessoas, né, às vezes não gostam de fazer prece, de fazer oração, porque falam: "Ah, eu não sei falar bonito". É claro que nós temos aqueles irmãos que têm o dom da oratória, que t aquela capacidade de se expressarem muito bem, de colocar palavras, né, mais bem formuladas. Mas nós temos que entender que o que nos é pedido quando é falado da qualidade da prece verdadeiro, é a nossa doação verdadeira do que nós estamos aí querendo. É isso que o Pai quer de nós. Então, mais do que essa construção de palavras, mais do que belos gestos, é importante que a gente se alegre quando nós estivermos aí na luta do dia a dia, vencendo as nossas más inclinações, ajudando o nosso irmão, sendo aquela pessoa caridosa, sendo aquela pessoa fraterna. E mesmo que a gente não consiga isso em plenitude, né? O que é conseguir em plenitude? é saber agir dessa forma como Jesus agindo. Estamos ainda na na imperfeição, estamos ainda nesse aprendizado. Mas mais importante do que isso é nós nos esforçarmos, é nós praticarmos esse bem e essa caridade, né, que Jesus veio nos trazer, veio nos mostrar. Então, meus irmãos, é importante que a gente aí faça isso, que a gente agradeça, né, agradecendo ao Senhor os motivos de sacrifício sofrimento, buscando as vantagens que a adversidade e o trabalho nos trouxeram ao espírito. Então, é a gente se alegrar na luta do dia a dia, é agradecer ao Pai as dificuldades, as tristezas e as alegrias que nós passamos, né? É buscar aí através da oração, né? uma forma de consolar as nossas aflições. Isso tudo é importante e isso é o que Paulo nos fala quando ele fala ação de graças. Quando nós aí persistimos na oração e agradecemos os bons e principalmente os maus momentos. E mais do que isso, pedimos, porque a oração e ou a prece, né, ela serve pra gente louvar a Deus, porque a gente não vai ficar só louvando a Deus, achando que assim a gente vai ganhar o seu favor. Não, a gente tem que louvar ao Pai. Ele é merecedor,
a prece, né, ela serve pra gente louvar a Deus, porque a gente não vai ficar só louvando a Deus, achando que assim a gente vai ganhar o seu favor. Não, a gente tem que louvar ao Pai. Ele é merecedor, né, dessa nossa gratidão. Ele é merecedor, né, que a gente o coloque na posição realmente de pai, de eh daquele que nós devemos aí respeitar. A gente tem que agradecer sempre, como falamos, os bons e maus momentos, né? Tudo que nós temos, tudo que chega pra gente e a gente deve pedir. E nos fala esse capítulo também 28, 27, né? Desculpa se eu falei equivocada. 27, tá? nos fala desse capítulo 27, que é nós nos colocarmos nessa posição de humildade, nós nos reconhecermos aí a nossa imperfeição, né? Reconhecermos aí a nossa deficiência, né? Buscando, não nos colocando para baixo, mas para que a gente possa se transformar, para que a gente possa se modificar, para que a gente possa se fortalecer. E aí pra gente encerrar, né, peçamos a Jesus o dom da paz e da alegria, mas não nos esqueçamos de glorificar-lhe os sublimes desígnios, toda vez que a sua vontade misericordiosa e justa entra em choque com os nossos propósitos inferiores, né? E aí, gente, a gente coloca inferiores, que é a nossa posição enquanto espíritos imperfeitos. E aí muitos falam, né? Ah, mas o pai conhece as minhas dificuldades, o pai conhece o que eu preciso, mas ele quer saber realmente o que nós queremos. Ele quer realmente que a gente se coloque nessa posição, né, de humildade, reconhecendo aí que necessitamos desse amparo para sermos atendidos. E para nós percebermos, né, que todos devemos orar, que é uma forma de nós nos comunicarmos, nós temos lá em Mateus, logo depois que Jesus eh se aproximando aí, né, do momento de crucificação de Jesus, ele vai ao Getsém, que era um jardim que ficava aos pés dos montes das oliveiras, do monte das oliveiras. E ele aí ele leva consigo Pedro, João e Tiago. João e Tiago, conhecido como filhos de Trovão, filhos de Zebedeu, eram irmãos. E ele os leva eh os leva consigo, né? E quando ele chega
te das oliveiras. E ele aí ele leva consigo Pedro, João e Tiago. João e Tiago, conhecido como filhos de Trovão, filhos de Zebedeu, eram irmãos. E ele os leva eh os leva consigo, né? E quando ele chega lá, ele se afasta para orar e deixa os três ali também em oração. E ele pede ao Pai: "Afasta de mim esse cálice. Todavia, que não seja o que eu quero, mas o que tu queres." Ele nem usa essa expressão. Ele fala: "Seja feita a vontade do Senhor". Eu até tentei achar aqui, não localizei no na Bíblia aqui, no Evangelho aqui. Mas então o que que o Jesus ele fala, né? Ele ora a Deus. Esse espírito perfeito que conversa diretamente com o Pai, ele ora ao pai, né, naquele momento de aflição, naquele momento em que ele sabia que chegaria a sua crucificação, né? É aquele momento, gente, né, que ele passa pela dor física, mesmo sendo um espírito imperfeito, ele passa, né, por essa essas e essa dor física. E aí ele pede ao pai que não vontade, mas a dele que sabia que seria a que é melhor. Então, se Jesus, se Jesus se coloca naquela posição ali, né, ele se prostra, né, e ora ao pai, que gerará nós, né, espíritos ainda indefeitos, ainda buscando aí esse entendimento das leis divinas, ainda buscando aí eh o nosso crescimento, a nossa melhoria. Então é importante que a gente tenha esse olhar, que a gente consiga através da prece executar isso e estejamos convencidos de que oração intempestiva destina-se ao chão renovador. Qual acontece a flor improdutiva que o vento leva? Ou seja, toda a oração que nós fazemos, né, de forma a satisfazer os nossos caprichos, não colocando nossos desejos sinceros, né, não colocando ali os nossos sentimentos verdadeiros, não colocando ali eh não nos colocando fielmente, realmente, né, naquela posição, essas preces, né, serão aquelas preces que vão retornar aí para serem reformuladas. Elas vão serem às vezes jogadas, desperdiçadas no sentido de que não está serão proveitosas. A qualidade dessa prece não vai me trazer nenhum benefício. Então ela não vai aí, né,
a serem reformuladas. Elas vão serem às vezes jogadas, desperdiçadas no sentido de que não está serão proveitosas. A qualidade dessa prece não vai me trazer nenhum benefício. Então ela não vai aí, né, recebida da forma como nós vamos colocá-lo. Percebamos nós que mesmo as nossas preces intervistes eh pedimos as descavidas, a espiritualidade nos acolhe, o pai nos acolha, o pai nos envolve e nos orienta para que a gente possa buscar ar, né? O que for que é melhor pra gente, os benfeitores vão nos envolver, nós não estaremos desamparados. Então, meus irmãos, que possamos aproveitar esse momento, que possamos aproveitar esse instrumento que é simples, sim, mas que é de extrema importância. Herculano Píes nos fala, né, num livro, eh, deixa eu tentar lembrar o nome que eu falo com vocês, o Tesouro dos Espíritas, que a prece é a mais poderosa arma de que o espírito dispõe. Então, eh, Herculano Pires, ele repete, né, o que Kardec nos ensinou e o que Leonir também nos fala, que nós devemos nos utilizar constantemente da prece, aquilo que Paulo nos falou, persevera na prece, né, mas com aquele olhar, né, aquele olhar de que a prece Ela tem que ser verdadeira, ela tem que ser sentida, ela tem que ser para o crescimento do nosso espírito. Então, nesse mesmo livro Tesouro dos Espíritas, Herculano Pires fala, né, que a prece vai alamar, acalmar o nosso coração e ficar inquieto e clarear aí os nossos caminhos, amor. E assim como faz conosco, quando nós oramos aos nossos irmãos, ela também vai alcançá-los. Meus irmãos, é um estudo muito bonito, né? Gosto muito de falar da oração, da prece, porque às vezes a gente acha que a gente tá aí abandonado, sozinho e não. Nós estamos sempre parados. A gente tem que saber se utilizar com inteligência, com sabedoria, desses instrumentos que nos são dados a cada momento pra gente aí vencendo as dificuldades da nossa caminhada, acalmando os nossos corações, na verdade, e auxiliando os nossos irmãos, o que é de extrema importância. Bom, meus queridos, eu
a cada momento pra gente aí vencendo as dificuldades da nossa caminhada, acalmando os nossos corações, na verdade, e auxiliando os nossos irmãos, o que é de extrema importância. Bom, meus queridos, eu agradeço a todos vocês, tá? Agradeço a todos vocês que estão conosco nesse momento. Convido todos vocês aí a orarem comigo para que a gente possa, né, louvar, agradecer ao Senhor e pedir também, né? Então vamos aí orar ao nosso pai de bondade, de misericórdia, que nos deu a oportunidade aí de estarmos nesse momento encarnados e refletindo sobre ensinamentos tão importantes. Agradecemos sempre, Senhor, por estarmos juntos nessa comunhão de pensamentos. que possamos ser aqueles construtores jogando na nossa atmosfera espiritual bons pensamentos, bons sentimentos para envolver ainda corações mais distantes, distantes do seu amor, distantes aí das suas verdades, sabendo que somos todos irmãos, temos uma família espiritual. Então, que nós possamos a cada dia nessa caminhada de mãos dadas, irmos trazendo mais corações para perto de ti, nos renovando sempre nas atitudes, no trabalho, sendo mais fraternos, solidários, compreensivos. É claro que tudo com esforço, perseverança, bom ânimo, coragem, mas sabemos que podemos contar contigo, com os nossos irmãos benfeitores, com o nosso irmão Jesus, com a nossa irmã Maria de Nazaré, que também acolhe e acalenta corações. Então, Senhor, damos graças a ti, agradecendo a oportunidade deste programa, esperando estarmos sempre reunidos para contribuirmos, mesmo que de uma forma singela, para que todos os corações possam receber essas benécies que nos são enviadas. Que assim seja. Graças a Deus. Queridos irmãos, a gente encerra o nosso programa convidando todos vocês, né, pro nosso próximo capítulo que vai ser o 109. Nós já estamos no 109, né? Três imperativos. E a gente vai ver o que que Emanuel nos traz na próxima sexta-feira. A gente agradece a todos vocês. Desejo a todos uma excelente sexta-feira, um final de semana de muita luz, muita paz, muita
ativos. E a gente vai ver o que que Emanuel nos traz na próxima sexta-feira. A gente agradece a todos vocês. Desejo a todos uma excelente sexta-feira, um final de semana de muita luz, muita paz, muita harmonia, né? E que estejamos sempre juntos aí. Um beijo carinhoso em todos os corações. Fiquem todos com Deus. Tchau, tchau, gente. Portal do Consolador, divulgando a mensagem do bem. O seu canal de difusão do movimento espírita. divulgando, construindo, unificando e aproximando as pessoas com Jesus e Kardecerde.
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