PRIMAVERA EM PLENO INVERNO - Tassiane Nunes [PALESTRA ESPÍRITA]
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dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Boa tarde a todos. Sejam todos muito bem-vindos à comunhão. Antes de iniciar a minha exposição, dando os recados diário, eh atendimento fraterno, nós temos na casa de segunda a sexta-feira, das 8:30 às 21. Temos também aos sábados das 10 às 19:30 e no domingo das 19:30, das 17:30 às 19:30. A todos que nos acompanham nos meios virtuais e aqui no salão Bezerra de Menezes, sintam-se todos muito acolhidos no amor divino. Vamos fazer nossa oração inicial. Senhor Jesus, agradecemos, Senhor, pela oportunidade desta hora, pela existência que nos oferta a oportunidade de reequilíbrio interior, de resgate do passado, Senhor. mas sobretudo do amor, da bondade, do exercício e da vivência, das bem-aventuranças ensinadas por Jesus. Auxilia-nos, Senhor, nesta hora, porque pedimos para vir a esta hora, Jesus. Ampara-nos, dai-nos bom ânimo para que possamos, Senhor, prosseguir perseverantes até o fim. Inspira-nos a bondade e a luz e que possamos, Jesus, estar contigo hoje e sempre. Que assim seja. Queridos irmãos e irmãs, que a paz de Jesus seja em nossos corações. Primavera em pleno inverno. É o que nos diz Amélia Rodriguez a rememorar os episódios luminosos do Evangelho, quando também nós nos encontramos muit das vezes em nosso íntimo em meio ao que parece um duplo inverno, como naquela época distante em Jerusalém. Havia também um inverno rigoroso e sobretudo a expectativa ansiosa nos corações. Passavam-se os dias entre intrigas, apodos, contendas e desentendimentos. E a jornada daquele homem, do guia e modelo de todos nós, daquele que é o justo por excelência, colocado assim por Semeão em um Evangelho segundo o Espiritismo, Jesus caminhava e tinha no seu roteiro
E a jornada daquele homem, do guia e modelo de todos nós, daquele que é o justo por excelência, colocado assim por Semeão em um Evangelho segundo o Espiritismo, Jesus caminhava e tinha no seu roteiro inúmeros desafios e também surpresas e tribulações. e mesmo sem uma pedra para recostar a cabeça, e mesmo diante destes desafios que não tinha nada a dever ou a pagar, ele enfrentava as conjunturas com um olhar carinhoso, com um acolhimento interior e olhava a cada um nos olhos com extrema ternura. entendendo as limitações de cada qual, porque sabia um inverno que cada um daqueles que o buscavam ansiosamente sentiam no coração. E Jesus veio ensinar aos homens a viver tal qual os pássaros, adesiando-nos ares, mas ainda assim temos o apego excessivo que nos aferra ao chão. Às vezes a lama o lodo das incompreensões e das mágoas, dos sentimentos infelizes e não despertamos. E aqueles que perseguiam Jesus. E quantos de nós não nos vemos abraçados também com perseguições gratuitas de pessoas que sequer fizemos o mal, mas às vezes se antipatizam gratuitamente conosco e não conseguimos compreender. Ou então enfrentamos tribulações que nos pegam de surpresa e também nos sentimos temerosos, ansiosos, assoberbados. E o mestre dizia ao seu colégio amado para perseverar e para amar uma vez mais, para não desistir ante as tribulações do caminho e para seguirem confiantes, porque ele entoava um hino de beleza e de libertação da humanidade. mesmo os discípulos amorosamente escolhidos também tinham limitações. Para compreender os seus ensinos, era necessário ter ouvidos de ouvir, olhos de ver. Jesus ainda assim porfiava e continuava na sua jornada. sem temor e confiante, fazendo com que no íntimo de cada um pudesse brilhar essa luz, que é esse amor que aquece a cada um de nós. Porque nesse processo de vivência do amor, precisamos com urgência nos incluir também, não nos deixarmos de fora do processo necessário de auto amor, de autão, diante daquilo que demos conta em determinado momento da nossa vida,
ência do amor, precisamos com urgência nos incluir também, não nos deixarmos de fora do processo necessário de auto amor, de autão, diante daquilo que demos conta em determinado momento da nossa vida, porque era aquilo que compreendíamos naquela época, era aquilo que dava conta naquele instante e nos desafrarmos do peso contundente da culpa que promove o despertamento necessário, mas não precisa se tornar em âncora de afogamento ou em bola de chumbo. É necessário se libertar dessas amarras para podermos sentir cada vez mais em plenitude a vivência do Evangelho nos transformando por dentro, tal qual nos diz o Espírito da verdade em o Evangelho segundo o Espiritismo, dizendo que Jesus é esse jardineiro interno que opera nas nossas terras férteis. semeando as virtudes que passam a medrar e a crescer, tal qual cada um pode ao seu alcance dar 30, 60 ou 100 por um. E ele continuava a sua jornada. Mas o farisaísmo, a época e o farisaísmo existe em todos os períodos da humanidade. Tinha temor de Jesus. Ele não temia ninguém, nem mesmo estes irmãos que estavam enganados no orgulho e na vaidade. Mas eles que se encontravam enganados temiam o Mestre. E ele sabia, e era por isso que esses homens o tentavam inúmeras vezes e buscavam o testar, o apedrejar, em botar-lhes a luz, mas não conseguiam. Jesus permanecia sereno e paciente, como nos diz Joana de Angeles nos dias atuais, precisamos cultivar cada vez mais esta que é uma virtude ao alcance de cada um de nós como caridade moral. A paciência nas lutas de predomínio. Aguarda no teu lugar no choques da ambição. Permanece em paz. Não busques o destaque desnecessário, as lutas e as contendas inúteis, as guerras perdidas. Não percas teu tempo com isto. E utilizando da ciência da paz, que é a paciência, conseguimos transitar no mundo com maior equilíbrio. E assim Jesus permanecia na sua jornada, conforme nos narra Amélia Rodrigues, buscando no remédio do tempo e nos ensinamentos do sofrimento, o mestre sabia que o seu rebanho despertaria
or equilíbrio. E assim Jesus permanecia na sua jornada, conforme nos narra Amélia Rodrigues, buscando no remédio do tempo e nos ensinamentos do sofrimento, o mestre sabia que o seu rebanho despertaria e que as suas ovelhas se encontrariam seguras no redio. Era por isso que ele não temia. Mas o engodo teme os fatos. A mentira teme a verdade. Os enganos temem a razão. A sombra não suporta a luz. E era por isso que o Meigo Raboni, o mestrezinho, convidava a todos a transformação íntima desde a samaritana do poço, a mulher só erguendo do adultério e demonstrando a hipocrisia daqueles que lhe atiravam pedras. Era por isso que ele também só erguia e dizia da fé do centurião. abençoava o rico Zaqueu em sua casa e levantava e dignificava cada um dos pobres, dos deserdados, daqueles que se encontravam entre andrágios do meio do caminho, profetizando e realizando curas, curando aqueles que não viam. Como diz o cego aos sacerdotes, eu só sei que eu não via e agora vejo. E cada um de nós que conhece Jesus e que já sente ele no âmago do ser, que já busca com essa transformação íntima, já busca com sinceridade este direcionamento edificante para as próprias vidas. Nós também podemos dizer que antes não víamos, mas agora vemos. E Jesus, em meio à turbo e à multidão em Jerusalém, é cercado pelos sacerdotes que lhe antipatizavam. E muit das vezes, ao realizar o bem, desinteressadamente aguardamos reconhecimento ou gratidão, que nem sempre vem daquela forma que esperamos. E aí é necessário dar sem esperar nada em troca, porque Jesus na sua perfeição, Jesus no seu imenso amor, apenas um leproso dos seis curados voltou para agradecer. E ali em meio às realizações luminosas que davam mostras de que ele é o filho de Deus. Os doutores da lei assim não compreendiam e também não eram gratos. Ao cercarem o Mestre junto com os apóstolos, perguntaram: "Por que fazes com que as nossas almas se mantenham suspensas? por tanto tempo. Se és o Cristo, revela-te. E Jesus, olhandoos com seriedade e compaixão, diz:
estre junto com os apóstolos, perguntaram: "Por que fazes com que as nossas almas se mantenham suspensas? por tanto tempo. Se és o Cristo, revela-te. E Jesus, olhandoos com seriedade e compaixão, diz: "Fazendo tudo o que está escrito nas Escrituras e tendo feito o que faço conforme ordena meu Pai que estáais nos céus, vós não creis em mim. E se não fizesse também não iriam crer. Mas mesmo fazendo, não creem. Mas compreendam que eu e o Pai, em verdade somos um. Eles se escandalizaram porque acreditavam que Jesus estava se se comparando a Deus. E o mestre, na verdade dizia que ele era o filho vindo de Deus e se conectava e falava diretamente ao Pai. E Joana de Angeles nos tem a oportunidade de dizer que Jesus é um médium excelente de Deus, porque na verdade o Mestre está em constante sintonia com a consciência cósmica, com a inteligência suprema que nos rege por uma lei perfeita, a lei de amor, a lei Ei que rege os mundos, os seus movimentos elípticos. A perfeição das galáxias é aquela qual também se refere Paulo de Tarso quando nos diz: "Em Deus existimos, movemo-nos e vivemos. Porque esta inteligência perfeita e suprema, causa incausável das coisas, conforme os espíritos respondem a Allan Kardec, que Jesus se fazia um, se conectando de tal forma perfeita que conseguia promover aquilo que o Espírito Protetor nos traz na fé que transporta montanhas, dizendo: que a fé humana e divina são potências da alma e que aquilo que chamamos milagres, na verdade, constituem fatores derivados da lei natural, porque realmente acontecem e temos possibilidades de realizar, mas não fazem parte de fenômenos extraordinários, mas sim de efeitos naturais. E Jesus veio demonstrar isso, trazendo naquele momento de dor para a humanidade a primavera do Evangelho, a primavera das bem-aventuranças entoadas no alto do monte. Mas ele, amando-nos infinitamente, não permanece no alto do monte. Ele desce para abraçar a multidão, entendendo que a prática da caridade e da verdadeira humanidade é estar abraços
no alto do monte. Mas ele, amando-nos infinitamente, não permanece no alto do monte. Ele desce para abraçar a multidão, entendendo que a prática da caridade e da verdadeira humanidade é estar abraços com todos aqueles que necessitam, sem preconceitos, sem divisões. E era por isso que o Mestre caminhava e a multidão o seguia, porque encontrava alento as suas almas sedentas de amor. Mas os sacerdotes tomaram de pedras no templo em Jerusalém, porque havia, segundo eles, blasfêmia naquela fala. Então diz Jesus a todos que o cercavam naquele instante e aqueles homens que se encontravam ensandecidos pelo fanatismo, enganados pelo orgulho, deixando se levar pelo um sentimento menos feliz, se colocando de uma maneira a buscar o exterior, ao invés de se limpar o interior da própria alma. Buscavam lavar as mãos e limpar o exterior dos pratos, mas se mantinam tais quais túmulos caiados, brancos por fora, mas cheios de podridão e rapinas por dentro. Jesus não veio só curar corpos, mas curar o nosso íntimo, o meu também. o de cada um de nós, porque todos nós temos limitações morais, arestas morais a aparar e a vencer. Então ele vira para aqueles homens e aquela multidão e diz que as minhas ovelhas me conhecem e ouvem a minha voz e eu sou a porta que as levará ao redilegurança. Eu sou o pastor. Aqueles sacerdotes aguardavam um rei que atearia fogo aos inimigos, que ergueria a espada perante aqueles homens. E Jesus se colocava na verdade como pastor de almas. E eles não entendiam, não conseguiam compreender a beleza e a bondade do mestre, que se enradiava tal qual o sol e aquecia os corações daqueles que eram justos e também dos injustos que, arrependidos buscavam a própria correção. Cada um de nós tem a oportunidade de ouvir a voz do mestre no âmago do próprio coração, naquele momento do quarto guardado, a qual ele se refere, quando ele nos diz, "Vai a teu quarto e ore em silêncio, deixe as lágrimas virem, deixe com que essas emoções venham. Coloque para fora as suas dores. Aceite os seus limites, o sentimento
e se refere, quando ele nos diz, "Vai a teu quarto e ore em silêncio, deixe as lágrimas virem, deixe com que essas emoções venham. Coloque para fora as suas dores. Aceite os seus limites, o sentimento menos feliz que esteja naquele momento para poder enxergar esta sombra, iluminá-la e se liberar dela. Porque é assim, reconhecendo os nossos limites íntimos, mas tendo coragem para avançar, não se mantendo no erro, não se mantendo no equívoco, não passando o recibo de ofensas recebidas de uma boca acostumada a escarnecer, é que nós conseguimos nos equilibrar, é que conseguimos alcançar no nosso nosso tempo paulatinamente, esse equilíbrio necessário para vivermos a nossa vida com a presença de Jesus na nossa casa mental, casa esta que estará edificada sobre a rocha se estiver com o evangelho de Jesus, se estiver pautado nas bem-aventuranças, se compreender que é no amor, que encontramos respostas mais adequadas para as soluções mais difíceis dos nossos problemas que nos angustiam e que nos fazem temer ou sentir dores inúmeras. entender que nenhum de nós está ao desamparo, tão poucos nossos entes amados, porque cada qual possui o seu livre arbítrio, a sua jornada pessoal, mas consegue também se soerguer pelas potências íntimas desenvolvidas. E para isso é preciso escutar esta voz interna, porque ao estarmos conectados com Jesus, estejamos na tempestade que for, no mar encapelado que considerarmos, num luto sem nome, num momento de limitação material que jamais esperávamos. enfrentar num momento em que não esperávamos a conduta de uma pessoa, em que investimos muito do nosso tempo, do nosso amor, mas às vezes não recebemos um olhar caricioso ou simplesmente há um rompimento e não conseguimos compreender naquele momento. que aí parece nos faltar o chão, parece nos faltar tudo. E eis que a voz de Jesus nos diz que conhece cada um de nós pelo nome, sabendo que somos suas ovelhas. diz mais, como disse também em outra época, na idade média, aquele que era chamado poverelo ou pobrezinho de Assis,
Jesus nos diz que conhece cada um de nós pelo nome, sabendo que somos suas ovelhas. diz mais, como disse também em outra época, na idade média, aquele que era chamado poverelo ou pobrezinho de Assis, quando ele diz: "Francisco, reconstrói a minha igreja que está em ruínas. Tem instantes na nossa vida que precisamos nos reconstruir por dentro, amalgamando com amorosidade. Não é com condenação à nossa postura, não é com um chicote a nós mesmos, não. aquelas fendas, aquelas rachaduras dos traumas, aquelas circunstâncias que insistem em ruminar na nossa casa mental e que precisamos afastar da nossa mente, construir pensamentos novos de esperança, edificantes. Francisco sai na direção de São Damião, acreditando que a igreja seria literal. e passa a construir novamente a capela pedra por pedra, até ele entender no íntimo e no auge da sua alegria, porque ele era deprimido, porque estava distante da sua essência. Então, precisamos observar se também não estamos imensamente tristes ou nos sentindo com um vazio existencial imenso, porque estamos distantes daquilo que nos é essencial, daquilo que nos é importante e faz sentido ao nosso ser. E é algo digno, edificante, que nos faz bem e nos constrói para melhor. Porque não é na fuga pelos vícios e pelas paixões que encontraremos resposta, mas é na vivência do amor que almagalmamos, que fazemos com que essas fendas internas sejam vedadas e passamos a construir o nosso próprio templo interior, em que passamos a habitá-lo com amor e ele Esse amor por nós mesmos enradia-se, esparge, diz Amélia Rodrigues, em direção ao próximo, em direção àqueles que nos cercam, porque nós temos um olhar diferente para com a vida. Nós mudamos o ponto de vista existencial, que já não se aferra mais da matéria, mas entende que só há vida, porque o contrário de morte não é vida, é nascimento, renascimento, porque estamos sempre na vida, ou na vida encarnada, ou na vida desencarnada, no plano espiritual. Então, compreendemos as coisas de uma maneira que podemos sóer a nossa fronte,
cimento, renascimento, porque estamos sempre na vida, ou na vida encarnada, ou na vida desencarnada, no plano espiritual. Então, compreendemos as coisas de uma maneira que podemos sóer a nossa fronte, que podemos ser intuídos para as soluções, que podemos buscar o nosso alimento espiritual e reequilíbrio íntimo, porque possuímos essas potências da alma. E a fé é essa alavanca poderosa que nos conduz ao seu erguimento. Mas é necessário estar aberto a ouvir Jesus para que se abra a primavera em pleno inverno. É aquele momento em que mesmo na dificuldade a gente observa que surge uma flor na frincha da rocha. Ela perseverou, ela saiu da escuridão. A semente é lançada no solo e nasce na direção da luz. Se esforça e entende que o seu destino é se ampliar e se abrir, é produzir frutos, é crescer na ascendente da vida em direção à luz. E cada um de nós pode também desenvolver esta consciência desperta para crescermos em espírito e verdade e entendermos que também podemos acender em direção à luz. Então, o que é, meus irmãos, esta primavera em pleno inverno? é o acesso ao evangelho de amor. É a compreensão de que Jesus caminha conosco e sabe das nossas dores, sabe das nossas ansiedades. É por isso que ele diz: "Meu pai sabe que necessitais das coisas, mas ó observai os pássaros dos céus e os lírios do campo, nem Salomão em toda tua em toda a sua riqueza se vestiu de tal forma." E entendendo isto, que trazemos essa prática das bem-aventuranças para a nossa vida e percebemos que ela vai se tornando mais suportável, mais leve, mais plena de sentido existencial e nos afastamos da tristeza, começamos a sair das amarras, da melancolia. Começamos a cultivar uma esperança melhor, reconciliar com os adversários, entender que estamos aqui para evoluir moralmente e as derrotas existenciais não são um fim, não são um ponto em nossos sonhos, mas a oportunidade de aprendermos e recomeçarmos mais uma vez, de insistirmos no direcionamento do bem, de não desistirmos jamais de nós mesmos.
iais não são um fim, não são um ponto em nossos sonhos, mas a oportunidade de aprendermos e recomeçarmos mais uma vez, de insistirmos no direcionamento do bem, de não desistirmos jamais de nós mesmos. E é assim que Jesus nos envolve, nos ampara. É desta maneira que o mestre mantém conosco essa luz interior. E é por isso que ele convidou também na Idade Média o paisinho de Assis a realizar essa transformação de resgatar a igreja em ruínas para edificar algo novo. mais uma vez disse há mais de 2000 anos e realmente veio quando o mestre nos diz que eu vos legarei um consolador e no século XIX, final do século XVI para o século XIX parecia que o ceticismo tinha tomado conta da terra. Então, os espíritos vêm trazer suas mensagens também para nos esclarecer e dizer que não há morte, mas somente vida. Então Jesus nos traz os ensinamentos sobre a imortalidade. E é por isso, meus irmãos, que fica o convite a cada um de nós para mesmo diante do inverno rigoroso que parece se aproximar da Terra em transição diante dos desafios da vida que temos, jamais se esquecer que Jesus nos acompanha e que há sim flor. no caminho e que podemos seguir confiantes com o Mestre, porque ele nos ampara continuamente e que, conforme nos diz Dr. Bezerra de Menezes, não devemos temer jamais. Eu agradeço a atenção de cada um dos senhores, das senhoras. para realizar agora a prece de encerramento e nos guiarmos para as demais atividade. Jesus meigo rabi da Galileia, Senhor, mentalmente genoflexos. Colocamos-nos diante de ti para que nos ampare, nos fortaleça intimamente o nosso emocional. Ilumine os nossos sentimentos, Jesus, para termos olhos de ver e ouvidos de ouvir, para olharmos para os nossos semelhantes como irmãos diante das limitações de cada um, porque também, Senhor, nós temos as nossas limitações. Jesus auxilia-nos a caminhar contigo diariamente, porque muit das vezes caímos no fogo, na água das nossas indecisões, dos nossos conflitos íntimos, Senhor. auxilia-nos Jesus a entender que é melhor sem ser bem-aventurado
aminhar contigo diariamente, porque muit das vezes caímos no fogo, na água das nossas indecisões, dos nossos conflitos íntimos, Senhor. auxilia-nos Jesus a entender que é melhor sem ser bem-aventurado do que ofender. Que é melhor, Senhor, sofrer algum apodo ou alguma injustiça do que fazer uma injustiça. Auia-nos Jesus a entender que o amor é o guia seguro para os nossos passos e que tu és o timoneiro da terra, Senhor, o guia da humanidade, a porta de salvação, mas que devemos buscá-lo também. com sinceridade de coração e bater as portas. Bater, porque a porta se nos abrirá se estivermos dispostos a entender os teus ensinos, Jesus. Agradecemos, Senhor, por mais esta noite de aprendizados e bênçãos. Permanece conosco, Jesus. Guia-nos uma iluminação interior, porque queremos, Senhor, fazer sim brilhar a nossa luz. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Muito obrigada a todas. Uma boa noite. Muita paz. Licença. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual.
horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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