POR QUE SOFREMOS? - Denizard de Souza [PINGA LUZ]
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vibrando luz buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda beleza. de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viverando. >> Muito boa noite a todos que nos assistem, que nos ouvem pelas redes sociais vinculadas à Comunão Espírita de Brasília e aos presentes ao Auditório Bezerra de Menezes para mais uma atividade da casa. Sejam todos abraçados. pela comunhão espírita, essa casa que com tanto carinho nos acolhe. Hoje, todas as sextas-feiras, terceira sexta-feira, não é isso? Nós temos o Pinga Luz com o nosso irmão Denizar de Souza, que nos falará sobre esse tema que é uma pergunta: por que sofremos? Então, ao final será disponibilizado a quem quiser fazer perguntas. Então, distribuiremos o papel e façam as perguntas. Para a nossa harmonização, eh, escolhemos um texto: "Sigamos a paz do livro Fonte Viva pelo Espírito Emanuel", na psicografia do nosso querido e saudoso Chico Xavier, e diz assim: "Busque a paz e siga". Tá em Pedro, primeira carta a Pedro, capítulo 3, versículo 11. E Emanuel desenvolve esse tema da seguinte maneira: Há muita gente que busca paz. Raras pessoas, porém, tentam segui-la. Companheiros existem que deixam a tranquilidade por todos os meios e suspiram por ela, situando-a em diversas posições da vida. Contudo, expulsam-na de si mesmos, tão logo lhes confere o Senhor as dádivas solicitadas. Esse pede a fortuna material, acreditando, seja portadora da paz ambicionada. Todavia, com o aparecimento do dinheiro farto, tortura-se em mil problemas por não saber distribuir, ajudar, administrar e gastar com
fortuna material, acreditando, seja portadora da paz ambicionada. Todavia, com o aparecimento do dinheiro farto, tortura-se em mil problemas por não saber distribuir, ajudar, administrar e gastar com simplicidade. Outro roga a bênção do casamento, mas quando o céu lhe concede, não sabe ser irmão da companheira que o pai lhe confiou, perdendo-se através das exasperações de toda a sorte. Outro ainda reclama títulos especiais de confiança em expressivas tarefas de utilidade pública, mas em se vendo honrado com a popularidade e com a expectativa de muitos, repele as bênçãos do trabalho e recua espavorido. Paz não é indolência do corpo, é saúde e alegria do espírito. Se é verdade que toda criatura a busca a seu modo, é imperioso reconhecer, no entanto, que a paz legítima resulta do equilíbrio entre os nossos desejos e os propósitos do Senhor na posição em que nos encontramos. recebido o trabalho que a confiança celeste nos permite efetuar, nos permite efetuar receber o trabalho que a confiança celeste nos permite efetuar, é imprescindível, saibamos usar a oportunidade em favor de nossa elevação e aprimoramento", disse Pedro. Busque a paz e siga-a. Todavia, não existe tranquilidade real sem Cristo em nós, dentro de qualquer situação em que estejamos situados. E a fórmula da integração da nossa alma com Jesus é invariável. Negue cada um a si mesmo. Tome a sua cruz e siga-me. Sem essa adaptação do nosso esforço de aprendizes humanos ao impulso renovador do mestre divino, ao invés de paz, teremos sempre renovada a guerra. dentro do coração. Lembrando a todos que coloque os seus celulares no modo avião ou desligue. O meu estava no modo avião, mas a a inteligência artificial ouviu falar e já quis me responder. Então, vou desligá-lo. São as perturbações que às vezes acontecem e temos que manter a tranquilidade e a paz em todas elas. Convido a todos para a nossa prece inicial. Aqueles que desejarem fechar os seus olhos, o façam e elevemos o nosso pensamento ao pai criador. Essa
mos que manter a tranquilidade e a paz em todas elas. Convido a todos para a nossa prece inicial. Aqueles que desejarem fechar os seus olhos, o façam e elevemos o nosso pensamento ao pai criador. Essa inteligência suprema, causa primária de todas as coisas, agradecendo pela oportunidade dessa encarnação, a oportunidade da vida, a oportunidade de estarmos reunidos nesta casa abençoada, Senhor. Obrigado por tudo. Abençoe-nos a todos. Visitem a nossa tela mental, Senhor. Visite também os nossos lares, os nossos locais de trabalho, Senhor. E ajude-nos. Ajude-nos a entendermos por sofremos, Senhor. E abençoe também o nosso irmão Denizar nessa reflexão que fará junto conosco. Graças a Deus e graças a Jesus. Palavrão. >> Obrigado. Meus amigos, minhas amigas, uma vez mais sejamos todos fraternalmente acolhidos pela comunhão espírita de Brasília, fazendo os votos de uma noite de significativo aprendizado para todos nós, estendendo esses votos de fraternidade e boa acolhida aqueles que participam conosco tanto no Auditório Bezerra de Menezes quanto pelas redes e veículos de comunicação da nossa comunhão, notadamente o YouTube, Facebook e outras redes. A todos os nossos votos de muita paz. Nesta noite nós vamos estudar juntos e falamos estudar porque a ideia do pingaluz é que seja um modelo de seminário, de aula que nos oportuno, o necessário e fecundo diálogo entre os temas da atualidade, não é? Nada mais atual que o sofrimento humano, o sofrimento psíquico, o sofrimento emocional que a humanidade enfrenta nesses dias que correm. Os temas da atualidade em diálogo com aquelas ciências que temos frequentado, que temos estudado, né? as neurociências, a psicologia clínica, a psicanálise. Esse diálogo é muito importante entre o espiritismo e a ciência. E nós convidamos vocês a participar desse aprendizado também fazendo perguntas. Então, vamos usar ali 40, 45 minutos no máximo e deixaremos esses minutos finais para que vocês possam fazer perguntas. Essa é a ideia. E não se intimidem, fiquem à vontade com
mbém fazendo perguntas. Então, vamos usar ali 40, 45 minutos no máximo e deixaremos esses minutos finais para que vocês possam fazer perguntas. Essa é a ideia. E não se intimidem, fiquem à vontade com as perguntas, perguntem o que quiserem. Ali está o nosso amigo já à disposição com papel, caneta, prancheta à disposição de vocês e perguntem que ao final nós vamos responder. E nessa ideia de estimular o debate, nós sempre começamos fazendo de nossa parte algumas formulando algumas questões na forma interrogativa, né? Então, a primeira é qual a diferença entre sofrimento e dor? Como veremos a pergunta central, por que sofremos? Quais são os sofrimentos contingentes e evitáveis? E aqui devo fazer uma nota chamando atenção que nós, os espiritistas, notadamente os reencarnacionistas e os religiosos de modo geral, muita vez falamos muito dos sofrimentos inevitáveis, aquilo que também chamamos sofrimentos cármicos, sofrimentos incontornáveis, não é? Só que nós vamos chamar atenção e debatermos hoje sobre o sofrimento evitável, aquele que é da ordem do da contingência humana. E veremos qual a diferença e como distinguir os sofrimentos contingentes dos sofrimentos inevitáveis. Quais são os sofrimentos que são incontornáveis? Eles existem e eles estão na existência humana desde sempre, como veremos. E o que é o sofrimento humano? Uma conceituação. Então, nesse primeiro slide, nós temos aqui a pergunta central. Afinal, por que sofremos? Porque a ecologia corporal é suscetível à dor. Então, nós habitamos uma corporeidade, uma fisicalidade, uma indumentária carnal que é sensível a estímulos ambientais, eventos extremos, adoecimento, crises climáticas, extremos climáticos. A nossa ecologia corporal é frágil, suscetível, que vai desde uma simples topada ou tropeção aí que machuca o dedo, até uma unha encravada, até uma dor de dentes. E aí estamos falando uma dor de dente, estamos falando de algo universal do território da dor que diz respeito a nossa ecologia corporal, a nossa suscetibilidade
unha encravada, até uma dor de dentes. E aí estamos falando uma dor de dente, estamos falando de algo universal do território da dor que diz respeito a nossa ecologia corporal, a nossa suscetibilidade pelo sistema nervoso periférico aos estímulos aversivos dolorosos, não é? Então, esse é universal, tem a ver com a constituição e fragilidade da matéria que nos constitui. Depois, por que sofremos? Porque somos seres das perdas. O ser humano ele atravessa a existência perdendo. Ele perde a infância e em algum momento pode se lamentar por isso. Na adolescência ele atravessa a adolescência com a explosão dos hormônios e a alegria dos jovens e depois ele lamenta que perdeu a adolescência. Ele tem perdas na fase adulta quando ele está no auge do seu desenvolvimento, maturidade, desenvolvimento cognitivo. E de repente ele se vê atravessando os anos 40, 50 anos e se aproximando daquilo que se convencionou chamar a terceira idade. Somos seres das da perdas, das perdas, perdas emocionais, perdas de entes queridos. todo tipo de perda, né? Perda de habilidades mediante acidentes traumáticos, perda de possibilidades econômicas ou financeiras, às vezes com a aposentadoria, perdas de afetos mediante o divórcio e a dissolução de relacionamentos. Somos seres da perda. E à medida que perdemos por um lado, ao longo da nossa existência, ganhamos por outro. Não é? Se perdemos o vigor dos anos da juventude, ganhamos as habilidades cognitivas da plena maturidade ali nos 30, 40 anos em diante, não é? Mas existem perdas e perdas necessárias, perdas incontornáveis, perdas de afetos, fins e relacionamentos e por fim o envelhecimento, que é a perda natural do vigor físico. E somos ser da seres da perda, das perdas. Então isso é um sofrimento incontornável que tem a ver com o modo como nós nos desenvolvemos na vida. Porque a ecologia mental ou psíquica não controla integralmente o cérebro. Essa é uma descoberta que as neurociências nos apontam, que a nossa, o que nós chamamos de mente, alma, subjetividade é muito refém do cérebro,
mental ou psíquica não controla integralmente o cérebro. Essa é uma descoberta que as neurociências nos apontam, que a nossa, o que nós chamamos de mente, alma, subjetividade é muito refém do cérebro, né? É refém do cérebro nas doenças neurodegenerativas. As pessoas às vezes estão tendo que se aver com o Paxon, o Alzheimer e a demência, muitas vezes começando aos 60, 65 anos de idade. Mas essa é uma questão da natureza do nosso cérebro. E quanto mais longeva é a nossa existência, maior a intensidade do risco das doenças neurodegenerativas. Mas nós somos reféns do nosso cérebro em muitos outros níveis. hipertiroidismo, hipotiroidismo, que simula os sintomas da depressão. E nós somos os reféns do nosso cérebro, porque a maioria de nós, não dispondo de mediunidade para normalidade, clarevidência, percepção psíquica, percepções espirituais, que a parapsicologia chamará de percepção extrassensorial, além do cérebro, além dos sentidos, nós só nos conhecemos na corporeidade que dispomos. Não sei se já se perguntaram alguma vez, será que eu me conheço em espírito? Será que eu tenho uma autopercepção da minha imortalidade? Será que eu sou capaz de me perceber como ser interdimensional através dos sonhos, através das percepções mediúnicas? O fato é que o cérebro, sistema nervoso central, com as suas estruturas, põe a mente, põe a casa mental refém dele na maioria dos nossos casos, na maioria das situações da existência humana. Isso é uma fonte de sofrimento. Primeiro porque o cérebro só conhece a sua existência biológica. E toda mente não treinada, toda alma não treinada em atividades espirituais, tão somente se conhecendo na ecologia corporal, terá razões de sobra para morrer de medo de morrer. Porque só se conhecendo e percebendo a realidade nos limites do cérebro, jamais teve qualquer entrada na vida espiritual. Porque essa matéria grosseira, já nos advertia Kardec a Gênese, funciona como uma espécie de neutralização das faculdades psíquicas mais profundas, limitações neuroquímicas, não é? Queda
a espiritual. Porque essa matéria grosseira, já nos advertia Kardec a Gênese, funciona como uma espécie de neutralização das faculdades psíquicas mais profundas, limitações neuroquímicas, não é? Queda na produção de hormônios. Isso é neurofisiologia, gente. Vai acontecer com todo mundo lá depois da menopausa e andropausa, teremos a necessidade, muitas vezes, ah, no lado feminino da reposição hormonal, no lado masculino. E isso afeta humor e sono, né, a partir da menopausa. Isso é cérebro, isto não é alma. Atenção, falamos muito do espírito, mas precisamos admitir que enquanto seres encarnados somos reféns de uma neurofisiologia e tanto mais aprendamos a viajar pelas por estados de consciência que vão além do cérebro, inclusive através dos sonhos e da mediunidade, tanto menos prisioneiros a essa a esta herança que é resultado de milhões de anos de evolução, não é? Então você tem alterações nos hormônios, alterações nos neurotransmissores associados ao morro, os chamados neuromoduladores do morro, glutamato, serotonina, noradrenalina. Se qualquer desses desses neurotransmissores diminui a sua carga de intensidade, nos dará uma predisposição ao rebaixamento do humor, por exemplo. E isto é cérebro. Como é que isso se relaciona com a nossa casa mental? Como é que cérebro se relaciona com mente? É a pergunta de milhão de dólares que todos estamos investigando há mais de 100 anos. Mas o fato é que o cérebro ele tem uma realidade de per si. E sendo refém de uma matéria tão grosseira, ele é central em nossa existência. Por que por que sofremos? Porque desconhecemos a origem de sofrimentos subjetivos. E por que desconhecemos? Porque esses sofrimentos são de natureza inconsciente, espiritual e não está de imediato acessível à consciência de vigília. Estados mentais aflitivos, humor cronicamente deprimido, nunca soube o que é alegria. Quantos pacientes da clínica, cronicamente deprimidos, quando recuam através da anamnese, na percepção de sua própria história, formulam esta frase:
ronicamente deprimido, nunca soube o que é alegria. Quantos pacientes da clínica, cronicamente deprimidos, quando recuam através da anamnese, na percepção de sua própria história, formulam esta frase: "Nunca soube o que é alegria?" Porque o sujeito é portador de humor cronicamente deprimido. Ansiedade não explicável por fatores ambientais. Não sei o que é a calma. A pessoa se sente destituída dessa necessidade imperiosa da serenidade, da calma, do estar no aqui agora, de não viver transitando entre a angústia do passado e as expectativas exageradas do futuro. E tudo isso sem explicação objetiva no ambiente. angústia de perda, já falamos disso, medo de deixar de ser amado ou perder a estima social. Este foi um dos medos mais poderosos que Sigmon Frod apontou na psicanálise. O medo de perder afetos, o medo de perder pessoas amadas, o medo de deixar de ser amado e no limite o medo de cair em perda de estima social. Raiva crônica. Por que sofremos? Porque sentimos raiva crônica. Sinto raiva de quase tudo. Esse estado de irritabilidade, de raiva, de indisponibilidade ao outro, de uma frustração sem fim, é fonte de muito sofrimento psíquico. Comportamento compulsivo, a atração compulsiva pelo objeto. Quantos milhões de pessoas têm compulsão alimentar, compulsão alcoólica, compulsão sexual, compulsão por substâncias psicoativas, drogas em geral e dependência digital. Isso é o tipo de situação que nos habita. É um estado mental, é uma condição subjetiva. A pessoa diz: "Eu não controlo eu não sei de onde é que vem isso". E vai ao ambiente da terapia. Medo exacerbado, pavor de envalhecer, humor de das de multidões, que é a fobia social, medo de ser traído, traída, medo de tudo na vida, medo de tudo que voa. Porque não sabemos como lidar e o que fazer com o que sentimos. Não sabemos como lidar, não sabemos de onde provém esse sofrer profundo e nem sempre explicamos. Sujeito avalia existências, não. Até que o emprego tá bem, tô ganhando relativamente bem, tenho estabilidade financeira, a família está funcional,
provém esse sofrer profundo e nem sempre explicamos. Sujeito avalia existências, não. Até que o emprego tá bem, tô ganhando relativamente bem, tenho estabilidade financeira, a família está funcional, mas o mal-estar não me desabita. Porque a educação no Ocidente moderno está voltada sobretudo ao intelecto e não ao comportamento emocional. Quantos de nós aprendeu a lidar com as emoções destrutivas durante a existência na escola? Quantos de nós aprendemos a lidar com a raiva, com o medo, com a tristeza, com o desânimo, com ressentimento, com ódio, com rancor? Quantos de nós aprendemos na escola a lidar com o nosso próprio comportamento emocional? A maioria de nós certamente dirá: "Não, não aprendemos porque é uma escola voltada ao desenvolvimento intelectual e não à inteligência emocional, ao desenvolvimento cognitivo e não ao desenvolvimento adequado das emoções. E não fazemos isso muitas vezes dentro de casa também. Essa é uma fonte de sofrimento. A diferente dos animais, das outros mamíferos e mamíferos sociais, nós somos uma espécie que portamos emoções que nos torna a inadaptativos à vida de relação. Sentimos raiva e nem sempre sabemos lidar com ela. Sentimos tristeza e angústia. Temos sensação de abandono. Mesmo quando não fomos abandonados. Sentimos melancolia. saudade de um tempo perdido, sem saber explicar o sentido da saudade. Isso tudo é o mundo das emoções que não sabemos lidar com elas, porque a sociedade organiza o cotidiano a serviço do fazer e não do ser, não é? Então, eh, temos uma uma civilização e uma sociedade que nos põe a trabalhar e é o mundo do fazer, mas não aprendemos o ser cooperativo, solidário, ao invés de egoísta, porque não nos sabemos espíritos imortais, nem dispomos as práticas espirituais no cotidiano. Gente, olha só que interessante. Pergunte se nós tratamos isso no nosso livro, né, que em breve será lançado na comunhão, cotidiano e espiritualidade. Ou seja, quantos de nós aprendeu aprendeu a desenvolver práticas espirituais no cotidiano?
se nós tratamos isso no nosso livro, né, que em breve será lançado na comunhão, cotidiano e espiritualidade. Ou seja, quantos de nós aprendeu aprendeu a desenvolver práticas espirituais no cotidiano? Quantos de nós conseguiu descobrir-se espírito interdimensional e imortal, não é? que vai além da corporeidade. Na hora que eu não sei eu não me percebo como ser multidimensional, eu estou sob a ege de umaidade e não consigo desenvolver práticas espirituais no cotidiano. Por que o passado espiritual é prevalentemente de débitos com a consciência, carecendo existências que preponderem o mérito espiritual. Agora sim, nós estamos falando de um sofrimento oriundo do passado. Doenças hereditárias de natureza genética, acidentes graves, que que gera lesões físicas irreversíveis, não causados pelo próprio indivíduo. Porque há uma parte dos acidentes todos os dias. que não deixa sequelas físicas, mas deixa sequelas emocionais, que resulta do nosso comportamento no trânsito. Nada tem a ver com passado espiritual e tudo tem a ver com o estilo de vida que temos em uma correria sem fim para lugar nenhum, porque o passado espiritual está repleto de débitos com a consciência, carecendo existências que preponderem o mérito espiritual. Porque o acidente moderno é uma civilização predatória ao meio ambiente, regida pelo materialismo, porque a sociedade solidária Reino dos Céus ainda não foi instalada nas sociedades humanas. Qual a diferença entre sofrimento e dor? Aliás, eu vou fazer o seguinte. Vamos fazer o seguinte. Vamos separar aqui os sofrimentos que são contingentes evitáveis, perfeitamente evitáveis, dos sofrimentos incontornáveis. Bom, perdas incontornáveis, morte ou desencarnação, a morte de um ente querido que nos antecipa, o filho, o neto, face ao qual muitos dirão e repetirão: "Eu trocaria com Deus a minha vida pela vida do meu neto. Eu trocaria com Deus a minha vida com a vida do meu filho, que se foi, porque não eu e foi ele. o sofrimento incontornável, não é? Faça o luto do filho ou filha que
a minha vida pela vida do meu neto. Eu trocaria com Deus a minha vida com a vida do meu filho, que se foi, porque não eu e foi ele. o sofrimento incontornável, não é? Faça o luto do filho ou filha que fez a passagem antes dos pais. Luto com a perda de membros amputados ou habilidades perdidas após acidentes graves. Sujeito se comportou de forma adequada, fez tudo o que deveria, tomou todas as providências cabidas e recomendáveis para um trânsito civilizado e do nada apareceu alguém a 140 por horas em uma via urbana fazendo racha. estourou o carro naquela pessoa e ela perde uma perna, duas pernas ou movimento dos membros inferiores para sempre. Do ponto de vista daquela pessoa afetada de forma irreversível, aquela experiência estava no horizonte dos eventos do seu destino, senão teria sido evitada. E aconteceria de uma maneira ou de outra. No aborto espontâneo, o luto do filho não é esperado. Família, o casal espera o filho, espera o neto e no sexto, sétimo mês a criança não vinga. Enorme sofrimento para os pais, grande sofrimento para os avós, doloroso sofrimento para todos, com todas as providências cabíveis tomadas no aborto espontâneo. enfrentado pelo paciente e família face às doenças neurodegenerativas. Minha mãe se foi com Paxon e a nossa família, minha família lutou por 20, 23 anos numa doença neurodegenerativa que evoluiu até a desencarnação. E naturalmente eu sei testemunhar o que foi esse luto de ver alguém perder as suas habilidades cognitivas, perder os seus movimentos e culminar com a sua desencarnação. Há luto nessa experiência, sendo espíritas ou não, há luto pelas perdas que aquela criatura vai tendo e você participa delas. No Alzheimer, a pessoa pede a memória completamente. Sofrimentos incontornáveis de natureza, doença genética, hereditária e doença que por enquanto ainda não tem cura. Sofrimento contingente, agora sim, aquele que pode ser evitado. Atenção agora nós reencarnacionistas espirituais, sofrimento evitável. Atitudes que podem evitar o sofrimento
quanto ainda não tem cura. Sofrimento contingente, agora sim, aquele que pode ser evitado. Atenção agora nós reencarnacionistas espirituais, sofrimento evitável. Atitudes que podem evitar o sofrimento contingente, duvidoso, evitável, resultado das nossas experiências demasiada humanas. Falar menos e ouvir mais. Quanto sofrimento evitaríamos na vida se falássemos menos e ouvíssemos mais? A arte de escutar. A maioria de nós, eu não vou pedir para ninguém levantar a mão, nem eu mesmo, porque a maioria de nós, se perguntar e lembrar agora quantas vezes se envolveu em conflitos desnecessários, em confusões familiares, em discussões estéreis, por se autorizou a falar quando deveria apenas calar. Calar é uma arte poderosa de gestão emocional. Fazer silêncio quando o outro, desequilibrado, sem controle de si, fala para se arrepender. É uma arte multimilenar de sabedoria. A maioria de nós já gerou sofrimento para si, porque não deu conta de calar. Só por isso, se calasse, a situação teria sido outra. Se sair mais cedo para o trabalho, escola ou compromisso, inadiável, evitando assim o caos do trânsito às punições previstas no ambiente de trabalho educacional para quem descumpre horários. Só isso. Saí mais cedo. Abre aquela batidinha de carro totalmente evitável, não tem nada a ver com karma. Não tem nada a ver com o passado. Resulta de um estilo de vida acelerado, de movimentos não adequados no trânsito, resulta do nosso comportamento imprevidente, só isso. Não tomar decisões no calor das emoções destrutivas, evitando o sofrimento existencial desnecessário. Chico Xavier falava da técnica de colocar água na boca. E aqui nós falamos da técnica da terceira onda, que é a mesma coisa. Na primeira onda, o que vem são pensamentos automáticos, obsessivos e inconscientes. Pensamentos que nos sequestraram emocionalmente. Deixa a primeira onda passar e não fala nada, não faz nada. Deixa a segunda onda passar, que nós na terceira onda, vamos agir com sabedoria. Essa onda aqui é mental. A primeira onda
am emocionalmente. Deixa a primeira onda passar e não fala nada, não faz nada. Deixa a segunda onda passar, que nós na terceira onda, vamos agir com sabedoria. Essa onda aqui é mental. A primeira onda é periférica. é do estado menos consciente da nossa realidade existencial. Não tomar decisões na primeira onda nunca vai dar errado. Não dispondo de sabedoria, vai dar errado. E a responsabilidade será toda nossa. Não se guiar por pensamentos automáticos e semionscientes, como dissemos, que nos faz interpretar a realidade de forma distorcida. Ouvimos uma palavra, entendemos outra. Ouvimos uma expressão, interpretamos de forma envezada. Checar os acontecimentos, fatos ou informações e avaliar criticamente para não se deixar enganar. Imagina o que é na era fake news a gente acreditar em tudo que nos chega e na era da inteligência social que distorce tudo. Tudo que a inteligência social quer fazer, faz hoje e distorce a realidade. Desacelerar pensamentos e respostas emocionais, evitando escalar conflitos e praticar violências. Desconstruir ambições, desejando menos. Quem deseja pouco sofre pouco. O que esperar do futuro? Espere pouco e trabalhe muito se quiser. Quem espera muito vai se desapontar. Quem espera pouco não se desapontará. Nós somos criaturas materialistas e ambiciosas. E a nossa ambição não tem limite. Temos uma casa de praia, queremos duas. Temos duas, queremos um apartamento em Nova York. Temos um apartamento em Nova York, queremos um em Paris. Temos um em Paris, queremos um em Manhattan, queremos um nas ilhas gregas e por aí vai. Não tem limite essa expectativa do futuro que é a ambição desmedida, é fonte de sofrimento evitável, totalmente contingente e muitos praticarão crimes para obter tais realizações ou conquistas materiais. Fazer atividade física diariamente, além de evitar diversas doenças, promove a saúde e ainda traz poupança corporal, evitando pressão arterial alta, artrose, perda muscular, inflamação dos órgãos internos e externos e prevind transtornos mentais.
itar diversas doenças, promove a saúde e ainda traz poupança corporal, evitando pressão arterial alta, artrose, perda muscular, inflamação dos órgãos internos e externos e prevind transtornos mentais. A atividade física hoje é terapêutica e preventiva para todas essas patologias. Não fazemos atividade física, não fortalecemos a estrutura óssea, por mais que todos os especialistas tivessem nos alertado. E passamos dos 50 anos com artros, com obesidade, com problema de pressão material e sem poupança física para vamos cair muito mais. Sofrimento contingente. E aí depois vamos ficar caindo, caindo e dizendo que é o karma. O karma não tem nada a ver com isso, só porque a gente não fez atividade física suficiente. Construir e manter relações de amizade, evitando a solidão. À medida que o tempo passa, as amizades se vão, os relacionamentos desaparecem e nós vamos ficando sozinhos. E depois os filhos se emancipam e a gente acusa de ingratidão porque não cultivamos relações de amizade. Nós não cultivamos. E a solidão é um desafio para poucos. Poucos convertem solidão em solitude. A maioria viverá a síndrome dos do ninho vazio e enfrentará a ausência dos filhos ou dos netos como uma dor terrível. Solidão só é factível, suportável sem se transformar em solitude. Solitude é a capacidade de introspectar e ter uma existência interior autossuficiente. Coisa muito rara. Coisa muito rara. praticar a meditação, oração e alguma fé essencial para a vida interior, para o cultivo da vida interior. Dentre as infidáveis atitudes de prevenção, sofrimento contingente. O tempo da palestra tá praticamente cerrado. Vamos rapidamente aqui para eu abrir para vocês perguntas. Quem quiser fazer pergunta a hora agora pergunte o que quiser. Peça a caneta e o lápis tá ali, ó. É a hora de perguntar, gente. Vamos lá. Enquanto vocês perguntam, o que é o sofrimento humano? É o sofrimento demasiado humano, não é redundante. É o sofrimento resultado de uma condição inelutável. Somos seres que não conhecemos a
amos lá. Enquanto vocês perguntam, o que é o sofrimento humano? É o sofrimento demasiado humano, não é redundante. É o sofrimento resultado de uma condição inelutável. Somos seres que não conhecemos a imortalidade. Somos seres que só conhecemos a nós mesmos através da corporeidade. Somos seres mergulhados em uma civilização materialista. Somos seres demasiadamente frágeis do ponto de vista das emoções. Os animais têm muito menos suscetibilidade emocional que os sábios. Porque sabemos que existimos, sabemos que morremos. Porque sabemos que existimos, sabemos quando um casamento terminou. Raros são os animais que são monogâmicos e que sofrem no abandono do seu parceiro. Raros são as espécies. A espécie humana sofre o tempo inteiro, de forma demasiada humana pela sua fragilidade emocional. é a condição psíquica do ser humano. O que é psiquê? Responderá o filósofo Chopenha. É sofrimento. Sofrimento porque o pensamento vai para um lado e o desejo para o outro. Contradição. Como dizia Lacan, pensamos em um lugar e sentimos em outro. Nosso pensamento diz não faz e o desejo diz faz. é o resultado das relações dialéticas dos seres humanos entre si com a natureza. Atenção a isso, que a humanidade estáu destruindo os recursos ambientais. É uma herança da história econômica e espiritual. Temos um passado. Temos um passado. Todo coletivo tem um passado. O Brasil tem uma história. Israel tem uma história. Estados Unidos tem uma história. E como nós somos seres mergulhados em memórias coletivas individuais, sofremos por causa dessas memórias. É o ponto de convergência. Este momento aqui agora no auditório Bezerra de Menezes é um tipo de presente associado a um tipo de passado e a um tipo de futuro. A teoria das cordas diz que haveria muitas possibilidades de tempo nesse momento presente que estamos. Poderíamos fazer, estar fazendo umas 30 coisas. Então é um ponto de convergência. Parte do sofrimento é da ordem do contingente. Temos que aprender isso. Poderia ser evitado. Outra parte é da
estamos. Poderíamos fazer, estar fazendo umas 30 coisas. Então é um ponto de convergência. Parte do sofrimento é da ordem do contingente. Temos que aprender isso. Poderia ser evitado. Outra parte é da ordem do karma, não é isso? Aquilo que em do passado espiritual são os modos como interpretamos as dores, os revés, as decepções, os fracassos. A maneira como se interpreta uma dor vai falar da dor que vamos sentir. Uns interpretarão o sofrimento de uma maneira muito mais ampla, compreendendo-se como ser reencarnacionista. E o outro perguntará: "Por que comigo? Porque fui eu a vítima no sofrimento incontornável do karma?" São os modos de estar no mundo, incrementados pelos valores da materialidade, gerador de sofrimento humano, competição predatória na empresa, egoísmo exacerbado, orgulho racial, dominação de gênero e religiosa, resultado de valores que geram sofrimento todo dia em todas as relações humanas. É o resultado de histórias de vida. Claro que tem uma história de vida, abandono desamparo na infância. Quantos pacientes relatam que se sentem abandonado e foram desamparados na infância? A ausência de cuidadores na adolescência abandona desamparo do estado da sociedade devidas atravessadas por guerras. Imagina as duas guerras vigentes e como essas vidas ficarão e o resultado disso é o efeito da miséria neurótica. não tratada, não ouvida e não cuidada. Bom, eu vou parar por aqui. Se não tiver pergunta, a gente continua aguardando as perguntas de vocês, que podem fazê-los, podem fazê-lo sem medo, sem receio e com muita coragem de perguntar, porque é através da pergunta que tiramos dúvidas e esclarecemos nossas questões. Leia, por favor. O nosso irmão fez a seguinte pergunta ou irmã, não sei. Todas as doenças neurodegenerativas são consideradas incontingentes? E segue com exemplo, uma pessoa que se manteve orgulhosa durante toda a vida poderia passar por uma doença neurodegenerativa para se desvencilhar do orgulho por necessidade, dependência. Vamos lá. As doenças neurodegenerativas,
ssoa que se manteve orgulhosa durante toda a vida poderia passar por uma doença neurodegenerativa para se desvencilhar do orgulho por necessidade, dependência. Vamos lá. As doenças neurodegenerativas, como o próprio nome já informa, elas têm antes de mais nada um fundamento genético. Os especialistas, o neurologista, o psiquiatra, os neurocientistas, darão o percentual genético de probabilidade daquela doença hereditária. Parkson e Alzheimer não são doenças contingentes, são doenças hereditárias. O que poderemos nos perguntar é outra coisa. Irmãos, patrimônios genéticos, alguém desenvolve, o outro não. O que é que foi no campo do comportamento emocional que hoje tem estudos científicos ligados ao câncer, não à doenças neurodegenerativas? em relação ao câncer, leucemia, formação tumoral, câncer ósseo, não causados pelo tabagismo. A medicina fala em 50% a 60%, fica ali 58% no máximo fundamento genético. E o percentual restante distribui-se, segundo os oncologistas, por comportamento emocional, estilo de vida, inclusive alguns comportamentos emocionais claramente delineados. Eu não falei e tava estava na outra slide, o comportamento emocional do ressentimento, do rancor. Tem estudos da oncologia que mostraram isso e os oncologistas tratam disso e orientam o paciente. Agora, as doenças neurodegenerativas, elas têm uns fundamentos genéticos e não há estudos científicos para nos falar sobre esse outro lado. Do ponto de vista espírita, nós podemos sim, agora sim, do ponto de vista espiritual, nos perguntar sobre as doenças hereditárias, como, quando e em que contexto elas surgirão em nossas vidas. uma hereditariedade que nos predispõe a uma doença óssea, uma doença na coluna cervical totalmente hereditária, quando, como, em que contexto elas aparecerão e em qual intensidade? Agora sim, qual o nosso caminhar existencial? Quais as nossas escolhas emocionais? como está o nosso comportamento que nós chamaríamos de desenvolvimento de uma meritocracia espiritual? Como é que nós
Agora sim, qual o nosso caminhar existencial? Quais as nossas escolhas emocionais? como está o nosso comportamento que nós chamaríamos de desenvolvimento de uma meritocracia espiritual? Como é que nós respondemos ao próprio fato da doença? Agora sim, agora nós podemos falar de uma resposta existencial a uma possibilidade genética muito forte, mas a doença em si, ela tem fundamento genético, porque ela ela vai fazer uma degeneração do sistema nervoso central no área na na no caso do parxo, no cerebelo. Cerebelo é uma estrutura do cérebro responsável pelo equilíbrio corporal, pela controle do movimento voluntário involuntário, por todo a questão do controle dos músculos que vão colapsar num auge do Parkson, musculatura dos órgãos da fala, musculatura da laringe, musculatura da faringe, musculatura pulmonar, os músculos que sustentam esses órgãos que vão vão sendo comprometidos e todo o equilíbrio corporal até a pessoa perder a capacidade de andar. No Alzheimer, células que começarão a se desarranjar e vai comprometer a memória no longo prazo e gerar um comportamento de demência. Por que que o Alzheimer está começando cada vez mais cedo? Pergunta interessante. O que que esta, este caráter mais cedo do Alzheimer tem a ver com alimentação, ausência de atividade física, comportamento emocional? Mas o fundamento dessa doença é essencialmente hereditário. E aí, nesse sentido, já está no gen e se está na genética, na visão espírita, é uma doença de natureza cármica, porque já veio no corpo espiritual e foi transferido para o corpo físico na operação do corpo espiritual ao selecionar aquele gên que vai determinar aquela doença hereditária, que pode ser uma cardiopatia grave. que pode ser o câncer. Aí haverá um percentual que é colocado na conta da genética, no caso do câncer, mas não tem estudos científicos que demonstrem como já foi, como tem no câncer, que é uma doença muito mais estudada e há muito mais tempo em relação ao comportamento emocional. Então aqui não estamos falando de uma
udos científicos que demonstrem como já foi, como tem no câncer, que é uma doença muito mais estudada e há muito mais tempo em relação ao comportamento emocional. Então aqui não estamos falando de uma doença meramente evitável, mas ficará sempre aquela questão que nos convoca o evangelho, não é? O amor supera a multidão de pecados. O bem que fazemos hoje elimina o mal que fizemos ontem. O que fizemos do tempo que dispunha, na existência que temos, quais são as nossas respostas? Uma coisa eles possam desassegurar, uma pessoa que descobre o câncer e faz um rebaixamento de humor significativo, agora sim, o rebaixamento de humor que trará a depressão àquele sujeito, aliado ao câncer, a depressão, que é um fenômeno de natureza psicopatológica, o rebaixamento grave do humor vai afetar a imunidade do sujeito e a imunidade caindo as células Os cancerígenas se multiplicarão muito mais facilmente. Por que que o rancor é tão poderoso na emergência do câncer? Porque o ressentimento e o rancor, o ódio preservado e as mágoas ruminadas vai gerando um prejuízo muito grande no sistema imunológico. O sistema imunológico hoje ele é assim, ó. Vou dar o nome da disciplina na faculdade de medicina. Psiconeuroimunoendocrinologia, psiquê ligado à neurologia, neurologia ligada à parte endócrina, endócrina, endocrinologia ligada à parte imunológica, tudo interligado, porque a visão hoje é sistêmica. Então a questão, por exemplo, né, de diversas outras doenças, então podemos dizer isso, são doenças Parxson e Alzheimer hereditárias, fundamento hereditário e não contingentes. >> Obrigado, Tendizar. Uma outra pergunta. De que modo estamos numa casa espírita falando para espíritas? De que modo a doutrina espírita pode nos auxiliar quanto aos sofrimentos evitáveis? De todas as formas, vou lhes dar exemplos práticos. A Comha Espírita de Brasília tem uma atividade quase que diária de palestra e oração na parte da manhã, 8 horas da manhã, assiste-se uma palestra até os 30, depois toma-se passo, se faz
plos práticos. A Comha Espírita de Brasília tem uma atividade quase que diária de palestra e oração na parte da manhã, 8 horas da manhã, assiste-se uma palestra até os 30, depois toma-se passo, se faz uma prece. Uma pessoa que faz uma prece e se faz de modo consciente e profundo, ela desacelerou as ondas cerebrais, assim como as atividades meditativas. Logo, a oração contemplativa, a prece, o passe, a meditação são atividades que desaceleram as ondas cerebrais, esvaziam pensamentos e você vai notar que você vai pegar o seu carro e você vai sair um pouco mais devagar. Faça a autoobservação, faça a meditação e depois observe o seu comportamento do trânsito. Você vai andar de forma muito mais cuidadosa. A sua cuidade, que é a atenção plena, mindfulness, atenção focada no presente. Eu estou aqui a lhes falar e a vê-los. tão somente a lhes falar e a vê-los, a pensar e a processar o pensamento. Quando eu estou mergulhado no presente, minha consciência fica absolutamente focada. Na hora que eu estou no presente, eu amplo minha atenção plena, eu observo todos os eventos e eu estou conectado às possibilidades desses eventos. Logo, eu evito estas contínuas acidentes de trânsito que são resultado de desatenção, olhando no zap, conversando no celular, me permitam a expressão mais popular com a cabeça no mundo da lua, somente porque eu não estou centrado no único presente que interessaria, que seria a atividade da direção e da condução do veículo. Então, a D. espírita nos dá demancheias, atividades de desaceleração e alteração do estado de consciência voltado a esses estados nobilíssimos, completamente diferenciados e já já estudados pelas neurociências. Oração contemplativa, prece, meditação pós reunião mediúnica que o indivíduo sai, se ele viveu a mediunidade segura e sadia, lúcida e construtiva, em contato com as altas ondas mentais dos espíritos amigos, ele sai relaxado, profundo, desacelerado e com doses de equilíbrio emocional preparado para muita coisa. Poderíamos até incluir aí
strutiva, em contato com as altas ondas mentais dos espíritos amigos, ele sai relaxado, profundo, desacelerado e com doses de equilíbrio emocional preparado para muita coisa. Poderíamos até incluir aí não julgar, perdoar. Evitaria tantas dores, não é isso? Tanta confusão dentro da família principalmente, né, Denis? todos os comportamentos que nos tornam emocionalmente inteligentes. Autoperdão, por exemplo, que se fala menos, não apenas perdoar ao outro, mas consciente das próprias limitações, fazer o auto perdão necessário para não desenvolver a culpa depressiva. Nem podemos ser aquela criatura que não somos, que é muito rara, que não desenvolve qualquer culpa, que é o psicopata. Ele tem um bloqueio na relação entre a consciência moral, a capacidade de ajuizar o comportamento próprio. E aí ele não desenvolve qualquer culpa e ele banaliza todo e qualquer ato destrutivo. Não podemos estar nessa estatística, cada 100.000 1 pessoas um psicopata, mas também não podemos estar nos extremos de nos culpar a ponto de não nos perdoar a nós mesmos. O autão, o perdão às limitações dos outros, considerando a evidente fragilidade de todos, a resiliência em relação ao sofrimento, não é? Porque sofremos buscar as explicações profundas que estão em a mente humana e na vida espiritual. Vamos alertar uma coisa que o espírito Joana de Angeles escreveu sobre nas suas obras psicológicas. Ao contrário do que se imagina, 70% do sofrer humano é resultado das nossas ações, do que fizemos e do que deixamos de fazer. 30% sobra e tem, porque são sofrimentos tão singulares, tão profundos e às vezes tão difíceis espiritualmente falando. Repito, a perda de um filho amado no sentido dele ter nos antecipado a jornada de volta à vida espiritual. É uma dor inenarrável, não é? a doença grave, hereditária, imprevista, o acidente completamente fora do nosso controle, que gerou sequelas físicas e perdas de habilidades e outros tantos sofrimentos, né, os karmas coletivos, seja uma situação como a do Rio Grande
evista, o acidente completamente fora do nosso controle, que gerou sequelas físicas e perdas de habilidades e outros tantos sofrimentos, né, os karmas coletivos, seja uma situação como a do Rio Grande do Sul, seja outras situações relacionadas a eventos climáticos. em parte e resultado da ação humana, em parte resultado daquele contexto coletivo de sofrimento. >> Mais um >> denizar. O sofrimento também pode ser considerado um meio de se criar débitos espirituais. Por exemplo, alguém que nasceu na miséria e na violência e comete um crime. OK? Imaginemos a responsabilidade de alguém que aos 16 anos de idade naquela comunidade abandonado pelo estado, porque há comunidades abandonadas pelo estado, na qual a escola pública não se fez presente, na qual o posto de saúde não se fez presente, na qual a geração de emprego e renda não se deu por décadas, por décadas e por décadas. E ali naquela comunidade se instalou o crime organizado, o narcotráfico que mobiliza adolescentes e jovens, alguns deles com 15, 16 anos de idade para funcionar como avião de traficante. Este, nessas condições, vai e em confronto com a polícia ou entre facções criminosas desencarnam os 16 anos de idade. Qual é a parte que diz respeito a ele? Qual é a parte que diz respeito à sociedade? Nunca nos esqueçamos disso. Nós somos seres implicados uns com os outros. Tudo que fazemos e deixamos de fazer implica-nos uns aos outros. Então, avaliemos esse tipo de situação que é de sofrimento, gerando mais sofrimento. E avaliemos também aquele outros que estão em condições confortáveis, renasceram em boas condições materiais, dispõe da melhor escola e ainda assim se consorciarão para o crime ou praticarão o abuso o abuso das drogas que os levarão ao suicídio inconsciente, tendo tido todas as melhores escolas e às vezes até um ambiente familiar adequado. Quanta responsabilidade proporcional para cada lado. Eu vou terminar por aqui dizendo para vocês que essa é a ideia, que dialoguemos, que estudemos e que reflexionemos à luz da doutrina espírita
uado. Quanta responsabilidade proporcional para cada lado. Eu vou terminar por aqui dizendo para vocês que essa é a ideia, que dialoguemos, que estudemos e que reflexionemos à luz da doutrina espírita e das informações que as ciências nos traz de maneira lógica, nunca de forma dogmática. O tempo terminou. Agradeço a atenção de vocês e até novembro, a terceira sexta-feira de novembro, quando traremos um novo tema em um novo pingaluzo. Um bom passe, uma boa noite e até a próxima oportunidade. Nós é que agradecemos a essa, não foi um pingaluz, foi uma chuva luz. Tantos ensinamentos que realmente vão fazer com que nós possamos nessa noite já refletirmos. Vamos à nossa prece final, elevando o nosso pensamento ao Pai e fazendo a oração que nos torna irmãos. Quando Jesus nos ensinou, Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como nos céus. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas dívidas, assim como nós perdoamos os nossos devedores. E não nos deixeis cair quando em tentação, mas livrai-nos de todos os males. Graças a Deus e graças a Jesus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo
o os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus,
e, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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