Por que SOFREMOS? - Cláudia Piva [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 01/06/2025 (há 10 meses) 1:10:04 925 visualizações

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Transcrição

Sejam todos muito bem-vindos, né? Uma boa tarde também aos nossos irmãos desencarnados que foram trazidos pela espiritualidade nessa tarde de hoje para estar conosco neste ambiente de refazimento espiritual e físico para que nós pudéssemos compartilhar dessa palestra maravilhosa de hoje com a nossa palestrante Cláudia Piva. Antes da nossa leitura de harmonização, vamos aqui para alguns recadinhos. Eh, como todos sabem, estamos, né, num num clima muito frio. Estamos fazendo a campanha do agasalho, né, o que que podemos estar doando, né, pros moradores? Atendemos, né, são 150 famílias e toda sexta-feira atendemos aos moradores de rua. São 40 moradores em situação de rua que vem até a nossa casa à procura, né, de uma coberta, de um alimento, de palavras amigas. Então, o que do ar? Cobertores, agasalhos femininos, masculinos, infantis, calçados, meias, toucas, boné. Aonde todos nós podemos deixar, né, esses itens na no homoxerifado da comunhão. Quando nós saímos aqui, é só entrar aqui à esquerda tem o almoxarifado. De 7 da manhã às 17:30, de sábado e quarta-feira. Eh, são os dias que eles recebem este material. Então, peço encarecidamente para quem tiver algo que esteja lá em bom uso, que possa estar trazendo, né, para para que a gente possa estar doando para esses nossos irmãos. Outro recado maravilhoso que amanhã é a festa junina do nosso lar. Nós estamos com as nossas irmãs vendendo, né, as cartelas bem aqui na entrada do Bezerra de Menezes e também lá na recepção, na segunda recepção da entrada, onde fica o atendimento fraterno. Vamos adiantar para chegar amanhã e não pegar fila. Lembrando que a nossa festa junina inicia-se ao meioodia em ponto. Ah, e tem uma novidade, esse ano vamos ter quadrilha e vai ter até um grupo de forró lá, então vai dar pra gente se divertir bastante. E lembrando que as quartas-feiras foi iniciado o passe, eh, naquela palestra presencial, né, às 13 horas, o passe inicia-se ao meio 30, encerrando às 14 horas. Então, quem quiser vir, tiver na casa, as

lembrando que as quartas-feiras foi iniciado o passe, eh, naquela palestra presencial, né, às 13 horas, o passe inicia-se ao meio 30, encerrando às 14 horas. Então, quem quiser vir, tiver na casa, as quartas-feiras, temos o passe já. Vamos agora paraa nossa leitura do livro Gotas de Esperança de Lourival Lopes. Não se julgue superior. Ninguém é inferior a você. Todos são iguais perante Deus. Quem o serve agora, espera servindo por outrem e depois. Você agora é servido, mas tem o dever de servir daqui a pouco. O mestre Jesus disse: "Eu vim para servir e não para ser servido. Servir é mais valioso do que ser servido, principalmente o servir desinteressado. Sorria para quem o serve. Agradeça. Isso fará sentir-se feliz e será estímulo para continuar o trabalho. Ninguém pode ver a face de Deus se não aprender a servir. Então, meus irmãos, convido a todos vocês para nos acomodarmos, tranquilizarmos o nosso coração. Convido também aos nossos irmãos que estão pelo YouTube a fechar os olhos e elevar o nosso pensamento ao nosso mestre Jesus. Agradecendo pela semana maravilhosa que nós tivemos, agradecendo pela proteção de Deus a nós e a todos os nossos familiares. E pedinte que somos, vamos levar essas energias benfazjas de amor e de saúde para todos nossos irmãos que estão na rua. Aqueles irmãos que estão perdidos ainda por meio da drogadição, vamos levar o nosso amor, nosso sentimento a todas as pessoas que estão nos hospitais, aquelas que não podem nem sair da cama para ver o sol, para ver o dia, para ver as estrelas. Vamos pedir por essas pessoas que estão aguardando uma cirurgia, que o socorro se chegue até elas o mais rápido possível. Vamos pedir às crianças, aquelas que ainda se encontram nos orfanatos ou nas casas que cuidam delas, aos nossos idosos que muitas vezes são deixados nos no nas casas de cuidadores. Vamos pedir também aqueles irmãos que estão nas casas de recuperação tentando sair dessa vida de vícios que nós sabemos que é muito doloroso. Vamos pedir também para os

nos no nas casas de cuidadores. Vamos pedir também aqueles irmãos que estão nas casas de recuperação tentando sair dessa vida de vícios que nós sabemos que é muito doloroso. Vamos pedir também para os nossos governantes, vamos vibrar a melhor energia que nós temos para a nossa atmosfera, que seja influída de amor, de carinho, de paz e tolerância. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Passo a palavra agora para a Cláudia Piva. Boa tarde, amigos, amigas, a todos que se encontram aqui no nosso salão. Dr. Bezerra de Menezes, encarnados e desencarnados, a todos também que nos acompanham pelas redes sociais, pela eh Rádio TV Comunhão também, que a palestra, as palestras são transmitidas. Hoje nós seria o dia do nosso programa Reforma Íntima na Prática. O nosso querido Pedro Paulo está em viagem e não vai poder comparecer. Então nós estamos substituindo aqui com a palestra Por sofremos. Pesquisamos em alguns livros, vocês sabem que eu gosto de trazer os livros aqui, né? com base no livro Jesus e o Evangelho à luz da psicologia profunda. É um livro de de Valdo Franco psicografado e o espírito é Jana de Angeles. Alguns outros livros também, mas eu gostaria de citar esse livro aqui que é pouco conhecido, é um livro mais antigo, Rindo e Refletindo com Chico Xavier. É um livro de Richard Simonete, não é psicografado, ele é muito bom, traz muitas histórias do nosso querido Chico. E obviamente o nosso Evangelho Segundo Espiritismo, lá no capítulo 5to, itens 3 a 6. Quero citar aqui também que na pesquisa trouxe um artigo da Eugênia Minkovski da revista Latinoand e um pequeno trecho pra gente trazer também esses conceitos materiais sobre o sofrimento, sobre a dor e sobre porque estamos aqui na Terra. Mas vamos começar aqui com o livro Crônicas de Além Túmulo. Lá no capítulo 22 tem uma lenda muito bonita que Humberto de Campos Espírito nos traz. Lembrando, lembrando que Humberto de Campos foi jornalista na Terra, né, um cronista também, e que ele tinha um senso de humor muito grande. E mas aqui

bonita que Humberto de Campos Espírito nos traz. Lembrando, lembrando que Humberto de Campos foi jornalista na Terra, né, um cronista também, e que ele tinha um senso de humor muito grande. E mas aqui ele traz uma lenda, uma lenda das lágrimas e nos ajuda a entender de forma um pouquinho didática o porquê do sofrimento. Então a história, essa lenda, ela diz que quando o criador, né, quando Deus concluiu a obra de criação da terra como um bom chefe, né, de uma estrutura, de uma empresa que era Terra, ele dividiu em departamentos e colocou os anjos ali para tocarem a criação. Como um bom líder, ele esperou passar um tempo e quis saber depois de um determinado tempo como é que tava. reuniu então esses anjos, né, e perguntou para saber justamente como é que estava a terra. Ele tinha criado, deixado ali, delegou, né, para os seus líderes, que são os anjos, alguns anjos aqui, e convocou essa reunião para saber como é que estava a terra. Então, ele começou pelo anjo das luzes. Perguntou pro anjo das luzes como é que estava as luzes aqui na terra. E o anjo respondeu que tava tudo ótimo, né? as luzes estava, o sol iluminava toda a terra, continuava refletindo as bênçãos de Deus, eh trazia vida, trazia, vitalizava, trazia muita energia para todos os seres vivos, tava tudo correndo super bem. Aí Deus agradeceu, chamou o anjo das da terra e das águas. Esse anjo veio feliz, né, dizendo que tava tudo muito bem também, que a terra continuava produzindo, trazendo alimento, farto para as criaturas humanas e as águas circulavam matando a sede dos seres vivos e trazendo vida também pros seres vivos. Deus agradeceu, chamou o anjo das árvores e das flores. E o o anjo das árvores e das flores veio muito alegre, muito feliz com estava ali, né, aquela área sobre a sua responsabilidade, aquele aquele ser e sobre a sua responsabilidade e disse: "Nossa, tá tudo muito bem. Os vegetais continuam produzindo pro homem, cumprindo com sublimidade e dedicação a tarefa que nosso pai criador, que Deus

aquele ser e sobre a sua responsabilidade e disse: "Nossa, tá tudo muito bem. Os vegetais continuam produzindo pro homem, cumprindo com sublimidade e dedicação a tarefa que nosso pai criador, que Deus os confiou, né, aos vegetais, as árvores, além de produzir sombra pro descanso, né, dos animais e dos homens, eh também supre as necessidades de alimentação, tá tudo muito certinho, eles cumprem com as designações que Deus lhe deu. Deus agradeceu feliz porque tava tudo indo bem, chamou o anjo dos animais. Esse veio mais feliz ainda, porque os animais, né, estavam além de cumprindo com a sua eh com as suas tarefas, além de acatar com humildade o que Deus lhe determinou. Todos eles, né, acataram com com humildade o que Deus lhe determinou, cumpriam suas tarefas. Alguns ainda se colocava ao lado dos homens para servi-los e ajudá-los na sua evolução, ajudá-los nos seus problemas, nas suas nos seus desafios, nas suas tarefas e tava tudo certo. Então, Deus chamou por fim aquele anjo mais importante, que era o anjo dos homens. É, coitado, né? Esse anjo tava arrasado. Diferente dos demais, ele tava cansado, tava chateado, tava deprimido, tava angustiado, tava estressado, porque diferentemente de todos os outros anjos, esse anjo dos homens, tudo tava difícil aqui, porque ele, os homens estavam daquele jeito terrível. E ele tava lá, ai mim, né, senhor? Nossa Senhora. todos os outros aí trazendo boas notícias, felizes, alegres, não precisam interferir em quase nada. Eu aqui não tenho boas notícias, aliás, tenho trágicas notícias. Os homens estão perdidos, esqueceram de ti por causa do seu livre arbítrio, que é a grande diferença que eles tem de todo o resto da criação. Eles estão criando motivos de infelicidade para si próprios e se esquecendo totalmente da da onde eles vêm, da sua criação divina e do seu criador. E ele tava realmente muito desesperado. Deus então o interrompeu com delicadeza e falou docemente então para esse anjo, né, que a situação seria remediada naquele momento. Então ele

e do seu criador. E ele tava realmente muito desesperado. Deus então o interrompeu com delicadeza e falou docemente então para esse anjo, né, que a situação seria remediada naquele momento. Então ele cria no ar, né, uma fonte de água, coloca num vaso, num vaso limpo e aquela água límpida cristalina entregou para esse anjo dos homens e disse: "Volta à terra e dissemina, derrama sobre todos os homens essa água. Essa água, ela é muito pura, muito límpida, mas ela é de um sabor muito amargo. Ela se chama a água das lágrimas. E a partir daquele momento, Deus criou a lágrima nos homens, o sofrimento, porque os homens estavam perdidos a partir da lágrima, a partir do sofrimento, vertida por conta do sofrimento que veio em função de que os homens se esqueceram de Deus. Então o homem passou a lembrar do seu criador quando desviado dos caminhos que Deus lhe traçou como criado simples e ignorante para o sucesso espiritual de um dia ser anjo também. E desde esse dia, diz essa lenda, o nasceu o sofrimento, nasceram as lágrimas para que o homem pudesse lembrar da sua origem divina e lembrar de retornar a essa origem divina. Então é uma lenda, mas ela reflete também, está refletida na Bíblia, está refletida na nossa criação de espíritos que somos criados simples e ignorantes, como está lá no livro dos espíritos, na Gênese. E acabamos esquecendo dessa origem divina. E a dor, o sofrimento vem nos trazer de volta para o caminho, para o caminho da perfeição, para essa estrada divina da evolução espiritual, intelectual, que todos estamos aqui para isso. É sobre isso que a gente vai falar um pouquinho hoje. E pra gente, vamos reflexionar juntos um pouquinho. Vejamos, meus amigos, é muito importante a gente refletir sobre o sofrimento, sobre a dor para entendê-lo e para que ele faça sentido e para que a gente consiga tirar o proveito deste sofrimento pra nossa evolução. Reflitamos um pouquinho. Alguém conhece e sabemos que a resposta já é não. Alguém que não sofre, não sofreu ou não está sofrendo alguma coisa

siga tirar o proveito deste sofrimento pra nossa evolução. Reflitamos um pouquinho. Alguém conhece e sabemos que a resposta já é não. Alguém que não sofre, não sofreu ou não está sofrendo alguma coisa na terra, encarnado e desencarnado, todos sofremos. Então, do do da campanha do agasalho, então mesmo o frio para quem consegue se agasalhar é um tipo de sofrimento. Frio para quem consegue se agasalhar é um tipo de sofrimento, sim. Então, vamos desde esse tipo de sofrimento até os sofrimentos morais. E é isso que nós vamos falar um pouquinho. Então, o primeiro ensinamento que a gente pode tirar das reflexões de hoje é: todos sofremos. E não há aqui que se falar de intensidade de sofrimento. Cada um tem o seu limite de dor. Então, muitas vezes nós julgamos: "Nossa, essa pessoa aí não passa por nada". Não sabemos. o limite dela pode ser muito menor ou muito maior do que o meu. Então, temos situações drásticas, por exemplo, no Japão, que lá no Japão tem um bosque do suicídio em que jovens vão para essa esse esse bosque, essa pequena floresta cometer o suicídio porque não alcançam as metas intelectuais impostas por seus pais lá na escola em que eles frequentam. Então aquele sofrimento, talvez para mim tirar enquanto adolescente, tirar uma nota baixa, não é sofrimento. Eu reprovo, reprovo, aí depois vou fazer um supletivo. Aqui no Brasil tem todas essas opções, mas lá não. Na Coreia do Sul depende muito da cultura. Aqui no Brasil, eu lembro de um relato de um professor de ensino médio aqui de Brasília, em que ele é professor de história e de um de escolas de uma escola privada aqui que prepara pro vestibular do ensino médio naquela época. E ele se ficava muito angustiado com os alunos, porque em um situação específica que ele ficou até mais apavorado com a situação, ele entregou a prova e na hora que ele entregou a prova, o aluno se jogou no chão e começou aluno do ensino médio, não era criança, um adolescente, se jogou no chão, se não me engano, era do segundo ano do ensino médio, se jogou

ra que ele entregou a prova, o aluno se jogou no chão e começou aluno do ensino médio, não era criança, um adolescente, se jogou no chão, se não me engano, era do segundo ano do ensino médio, se jogou no chão, começou a gritar e chorar, dizendo que ele não tinha condições de fazer aquela prova, porque tudo que ele tinha estudado não estava ali. A grande maioria das coisas que ele tinha estudado não estava nas questões da prova. Então, olha o tamanho do sofrimento para esse espírito, para essa um pouco mais que criança. Então, é o tamanho do da dor é proporcional à intensidade do que nós conseguimos sofrer, seja ela física, seja ela moral. Então, esse é nosso primeiro ensinamento. Todos sofremos na Terra dores físicas, morais e espirituais. E diante deste momento atual, gente, que a gente tá vivendo na sociedade, que ele é muito mais desafiador do que todas as épocas da humanidade, tanto os espíritos nos dizem isso, quanto a ciência, quanto filósofos, tanto até políticos falam isso, estamos passando por um momento de intensos sofrimentos, angústias, adversidades, desafios nunca antes enfrentados pela humanidade. Então, estamos enfrentando um momento ímpar na história da humanidade de forma geral, mas também na nossa história espiritual, na nossa história enquanto espíritos imortais que somos. E é o momento em que nós precisamos entender então o porquê desse sofrimento, o porquê dessa dor. E é o primeiro grande passo, entendendo isso, é o primeiro grande passo para o nosso progresso. Rapidamente vamos falar o que é sofrer sobre diversas diversos conceitos. Tiramos aqui tem muitos conceitos do dicionário Micaeles. O que que é sofrer aqui? que ele diz, é ser atormentado por dores físicas ou morais, padecer de alguma doença geralmente grave ou crônica, aguentar algo com conformação e paciência, ou seja, também eu aguentar algo ali por muito tempo que eu não concordo com aquilo é sofrimento. Isso é no dicionário Micaeles, a gente nem entrou aqui nos conceitos dos espíritas. Ser alvo de algo, alguma

a, também eu aguentar algo ali por muito tempo que eu não concordo com aquilo é sofrimento. Isso é no dicionário Micaeles, a gente nem entrou aqui nos conceitos dos espíritas. Ser alvo de algo, alguma crítica, algum golpe, uma pancada, algo físico ou moral. ter danos ou perdas de qualquer natureza. Nesse artigo da Eugênia Minkovski, que é um artigo que fala sobre dor e sofrimento, ela nos diz que um artigo, portanto, escrito por um por uma estudiosa intelectual, mas material, né, não tem conceitos espirituais aqui. Ela diz que o sofrimento é uma parte integrante da existência humana. Mais que uma parte, a dor marca, a dor posiciona o ser humano naquele momento de vida. E muitos de nós ficamos parados naquele momento daquele sofrimento, seja encarnado ou desencarnado. Por isso que muitas vezes os desencarnados ficam presos lá a 100, 200, enfim, muitos anos para trás. naquele às vezes reencarnam, mas ao desencarnar novamente voltam lá para aquele momento de grande sofrimento de séculos passados porque fica preso lá. Então a ciência comprova isso. Nosso cérebro se prende no sofrimento. Se nós não entendemos o sofrimento como uma mola propulsora para o nosso progresso. Ele machuca e dói como uma dor física. E nesse aspecto é importante verificar que hoje uma simples ressonância magnética já comprova isso. Ressonância magnética comprova que quando nós sofremos uma dor física, um uma certa parte do nosso cérebro, ela aciona ali a dor, aquele aquele aquilo tudo no nosso cérebro que vai as reações que nós vamos ter mediante a dor física. ressonância magnética vai lá e vê o desenho do cérebro e tá traça lá todo o movimento do cérebro mediante uma dor física. Pois pasmem o sofrimento. Quando a gente tem um sofrimento de uma grande decepção, por exemplo, uma traição, uma relação muito cara que se rompe, a dor de uma morte física, quando nós não estamos preparados ou mesmo com preparação, ainda sofremos muito com a dor de uma morte física, uma perda financeira muito grave. Essa dor que nós

e se rompe, a dor de uma morte física, quando nós não estamos preparados ou mesmo com preparação, ainda sofremos muito com a dor de uma morte física, uma perda financeira muito grave. Essa dor que nós sofremos no cérebro, o cérebro se comporta da mesma forma que uma dor física, que uma dor como se eu tivesse dado uma pancada num braço, arrancado um, tivesse com corte profundo na carne. O, o movimento do nosso cérebro é o mesmo, comprovado pela por uma ressonância magnética. Então, a dor física e a dor moral, nós sentimos da mesma forma. E o espiritismo nos diz o quê? A gente trouxe aqui alguns alguns alguns alguns conceitos do livro nas fronteiras da loucura. A dor resulta do desrespeito do homem à ordem estabelecida. Ninguém foi programado para o sofrimento. Então aqui já começa alguma começam algumas desconstruções. Muitos de nós achamos e até por conta de crenças religiosas e filosóficas antigas que o homem nasceu para sofrer. O homem ou a mulher, né, o homem enquanto espírito imortal nasceu para sofrer. Não, o homem nasceu para ser feliz. Mas pelo nosso o que o Espiritismo diz, pelo nosso desrespeito à ordem estabelecida, nós sofremos. do livro Problema do ser do destino e da dor do nosso grande Leon Deni. Ele, né, coloca lá: "Dor segue todos os nossos passos, espreita-nos em todas as voltas do caminho. E diante dessa esfinge que nos fita com seu olhar estranho, o homem faz a eterna pergunta: por que existe a dor?" E ele mesmo nos responde nesse trecho do livro, fundamentalmente considerada, a dor é uma lei de equilíbrio e educação. Joana de Angeles romanticamente nos fala que a dor é um buril, né, um martelo, um instrumento que lapida as nossas imperfeições dos minerais duros e dos vícios mais arraigados que temos. Chico Xavier foi e perguntaram para Chico qual era a postura espírita diante da dor. Aí Chico, né, no seu bom humor fala o seguinte, que o sofrimento ele faz parte da essência humana. Então esse, como a gente falou, nosso primeiro ensinamento, a gente vai sofrer, a gente

iante da dor. Aí Chico, né, no seu bom humor fala o seguinte, que o sofrimento ele faz parte da essência humana. Então esse, como a gente falou, nosso primeiro ensinamento, a gente vai sofrer, a gente tem que aprender a lidar com o sofrimento. Por isso, continuando aqui, Chico Xaverno respondeu: "O espírito consciente chore escondido, depois lava o rosto e vai atender sorrindo a multidão." E a gente vai ver por Chico falou isso. Para melhor a gente desenvolver aqui o nosso pensamento, nós vamos trazer um um exemplo aqui, eh, que eu até citei na minha palestra de quarta agora, me perdoem, quem estiver assistindo e repetindo, vai ser um exemplo repetitivo, da Ana Maria Camesmi, ela é, eu não conhecia ela, ela é uma palestrante que veio aqui no último congresso espírita, né, do Distrito Federal. A minha filha foi nesse nesse congresso e me falou dessa dessa palestrante, disse: "Ah, mamãe, ela tava lá autografando uns livros e eu não conheço, nunca tinha ouvido, não conheço a palestra e e a minha filha jovem, né, ela disse assim e eu também não prestei muita atenção, não sei dizer se a palestra era boa ou ruim e e mas ela me perguntou se eu queria o livro e como eu faço palestra. Eu gosto de ter muito livro para ter repertório, para trazer histórias para vocês. E eu disse: "Vamos comprar o livro". Compramos o livro, a minha outra irmã, essa foi a minha filha, a minha irmã me mandou uma uma palestra de que eu achava que era de Divaldo. Tem a figura de Divaldo, uma palestra do YouTube, a figura de Divaldo, e diz assim: "Meu filho, Divaldo trouxe notícias do meu filho que morreu." Aí eu fui achando que era uma palestra Divaldo, assisti meia hora. Ela era a Ana Maria Camesmin estava falando sobre o sofrimento dela. Ana Maria é uma palestrante espírita, como eu já falei. Ela realmente eu não conheci, ela é carioca e ela é espírita de nascimento. E nós pensamos assim: "Nossa, né, uma pessoa que nasceu no espiritismo, é claro que ela vai enfrentar o sofrimento, vai tirar de

realmente eu não conheci, ela é carioca e ela é espírita de nascimento. E nós pensamos assim: "Nossa, né, uma pessoa que nasceu no espiritismo, é claro que ela vai enfrentar o sofrimento, vai tirar de letra, vai qualquer sofrimento ela vai enfrentar da melhor forma possível." E ela relata nesse nessa palestra que foi recente agora, Divaldo já tava ainda estava vivo, mas já estava bem debilitado, que ela teve a perda de um filho. O filho tinha 20 anos quando faleceu e ela espírita achava que, né, assim, eh, nunca pensou que nós temos essa ilusão, né, Andreia, que a gente não vai sofrer, né, porque a gente tá por aqui no espiritismo e que a gente vai sofrer menos. E muito antes, pelo contrário, não é? Estamos, entre aspas, mais preparados para o sofrimento. Deveremos estar. E ela então perde esse filho. Ele teve uma parada cardíaca, fulminante, morreu com 20 anos e ela obviamente não se revolta, ela não não tem assim reações de depressão profunda, mas ela passa por um sofrimento muito grande, um sofrimento que ela jamais, ela relatando, né, que ela jamais imaginou que poderia passar. E realmente eu acho que é um dos maiores sofrimentos que alguém pode passar é a morte física, né? ainda é muito forte para nós a a separação pela morte de um familiar, principalmente de um filho, de um de um de um de um querido familiar, uma pessoa muito próxima a nós. Então ela nessa angústia ela se perguntava muitas vezes sabendo, espírita, sabemos que todo sofrimento tem uma causa. Nós vamos ver aqui, mas qual seria a causa de o filho dela tão jovem, tão eh e ela relata que ele tinha muito eh muito amor pela vida, muito cuidado com a vida, né? Era uma pessoa muito disciplinada, muito dedicada. Então ela ficava pensando e tentando entender e ela fazia algumas palestras lá na Mansão do Caminho junto com Divaldo em outubro de 2024, agora então bem recente, numa num fórum, num painel que ela fez na Mansão do Camim, que ela respondeu algumas perguntas, ainda com aquela angústia, com aquele

nho junto com Divaldo em outubro de 2024, agora então bem recente, numa num fórum, num painel que ela fez na Mansão do Camim, que ela respondeu algumas perguntas, ainda com aquela angústia, com aquele sofrimento, com aquela coisa por dentro que só quem passou por um grande sofrimento sabe, a gente dorme, possivelmente em espírito, nós encontramos o consolo. dos nossos amigos espirituais, o repouso real. Aqui entendemos o porquê do nosso sofrimento. Aí quando a gente acorda, a gente lembra e e o nosso coração aperta de novo, o sofrimento recomeça de novo quando é um sofrimento muito grande. Então ela ela continuava com essa angústia e sendo chamada para palestras e sendo chamada para fazer, ela faz um trabalho, né, junto a mães que perderam seus filhos. E ela perguntava, senhor, por que essa prova? Por que essa essa eu eu estou passando por tudo isso? E em outubro de 24, após essa palestra, ela sempre perguntava para Divaldo, né, alguma notícia do meu menino e nunca tinha. Nesse dia Divaldo falou: "Sim, temos". E foi algo simples, mas segundo ela mudou significativamente o seu sofrimento. A partir daí ela deixou de sofrer e passou a entender os motivadores daquele daqu da da de tudo aquilo que aconteceu. O seu filho, segundo, né, eh, o relato do Divaldo a ela, em alguma reencarnação vivida, foi um suicida. quando ele se se suicidou, faltavam 20 anos paraa frente de vida que ele teria, de vida física. Então, quando ele veio agora, ele precisava viver esses 20 anos e no auge da sua juventude ter, né, aquele sentimento de perder a vida física, porque a desperdiçou em outra oportunidade. Ela conta que a partir daquele momento, ela conseguiu entender os motivadores e acalmou. Não mais acordar com com coração angustiado, não mais perguntar os porquês e não mais se questionar se fez certo, se fez errado, que onde que ela errou, aonde que ela acertou. simplesmente aceitar, entender, compreender e tirar o proveito, os ensinamentos do seu sofrimento pelo qual ela ela tinha passado.

certo, se fez errado, que onde que ela errou, aonde que ela acertou. simplesmente aceitar, entender, compreender e tirar o proveito, os ensinamentos do seu sofrimento pelo qual ela ela tinha passado. Então, dito, feito esse essa introdução, a gente vai lá pro Evangelho de Jesus para relembrar o que Jesus nos falou sobre o sofrimento. Então, em Mateus, no capítulo 5, versículos 4, 6 e 10, Jesus nas bem-aventuranças nos disse: "Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados". Por que será que Jesus falou isso, gente? Porque Jesus nos deixou uma carta, nos deixou um roteiro, nos deixou um guia da nossa felicidade e evolução espiritual. Então ele nos disse: "Bem-aventurados os que choram, pois que serão consolados. Bem-aventurados os famintos e sequiosos de justiça, pois que serão saciados. Bem-aventurados os que sofrem perseguição pela justiça, pois que é deles o reino dos céus". E aí lá em Lucas, no capítulo 14, versículo 27, ele também fala: "Aquele que não carregar a sua própria cruz e vier após mim, não pode ser meu discípulo". Tem outras passagens, mas nós preferimos ficar nessas aqui em que Jesus deixa tácito explícito que passaremos pelo sofrimento. E no livro dos espíritos, Kardec sabiamente faz a pergunta: "Então, se o sofrimento me faz evoluir, eu posso buscar o sofrimento de forma voluntária?" Tanto lá no livro dos espíritos, nessa pergunta direta que Kardec faz aos espíritos, quanto no próprio Evangelho Segundo Espiritismo, que nós vamos explorar aqui neste capítulo 5to, nos itens 3, 4, 5 e 6, os espíritos nos dizem que não, não busquemos mais sofrimento, porque o nosso sofrimento é proporcional às nossas forças. Nós temos um planejamento espiritual e viemos aqui com uma cota de sofrimento, mas somente aquela cota pela qual nós conseguimos passar. E cada um de nós tem um limite, como a gente já falou. Então, o limite da Cláudia diferente do limite da Andreia, diferente do limite do João, da Maria, do Pedro e assim sucessivamente. Então, só vale o

cada um de nós tem um limite, como a gente já falou. Então, o limite da Cláudia diferente do limite da Andreia, diferente do limite do João, da Maria, do Pedro e assim sucessivamente. Então, só vale o sofrimento para nosso proveito, esse sofrimento que foi já preparado no plano espiritual para nós passarmos, a exceção daquele sofrimento que a gente faça em prol do próximo. Essa semana, por exemplo, faleceu um rapaz de 42 anos lá no Rio Grande do Sul, que ele teve um papel fundamental no resgate de diversas vítimas, pessoas, animais, quando teve as enchentes do Rio Grande do Sul o ano passado, né, em no início de, acho que foi início de de maio, né, desse do de 24, que que teve todo aquele aquela situação bem difícil lá no Rio Rio Grande do Sul. E gente, lá nesse desastre, como em vários outros desastres, né, não teve mais mortes porque tiveram pessoas assim que abriram mão, né, do do do seu conforto, das suas facilidades e foram lá fazer resgates de pessoas e de animais. E esse rapaz, ele sofria de um de um câncer, se não me engano, e já sofria de um câncer aquela época, há um ano atrás, já fazia tratamento. E mesmo assim ele pegou todo o seu equipamento, ele ele fazia algum tipo de atividade física eh que que era compatível aí com entrar na água e e e salvar as pessoas. pegou, se não me engano, foi jet ski e resgatou diversas pessoas, principalmente idosos. Gente, assim, eu sou do interior do Rio Grande do Sul, da região do Vale do Taquari. Só quem mora lá e que foi a região mais afetada sabe a quantidade de idosos que tem nessa região. Então quando quando aconteceu tudo aquilo, a gente sabe que um idoso, uma pessoa de maior vulnerabilidade, é mais difícil dela ter mobilidade ou até tino para conseguir sair. E ela quer ficar para salvar seu bicho, seu bichinho, salvar suas coisinhas, salvar suas fotos e ela também não tem muita mobilidade. Então, essa rapidez em tirar essas pessoas nos momentos de grandes tragédias é imprescindível para salvar a vida física dessas pessoas. E esse rapaz, então, ele

e ela também não tem muita mobilidade. Então, essa rapidez em tirar essas pessoas nos momentos de grandes tragédias é imprescindível para salvar a vida física dessas pessoas. E esse rapaz, então, ele mesmo em tratamento contra o câncer, ele foi lá e salvou diversas vidas. Então esse tipo de sofrimento, sim, ele vai nos dar não sei quantos bônus horas, como se chama, né, o o salário que o espírito recebe quando faz boas ações. Muitos bôus horas, porque se sacrificou e teve vários sofrimentos físicos, né? água fria, água com cheiro ruim, o risco de doença infecto contagiosa muito alto. Muitas pessoas tiveram sim diversas doenças leptospiros e tudo que a gente pode pode imaginar do que possa ver dessa água suja. Mas então ele buscou esse sofrimento que talvez não, que com certeza foi voluntário. E sim, esse tipo de sofrimento os espíritos nos dizem é válido porque foi em prol de outras pessoas, de outras vidas. Quantas vidas ele salvou, não sabemos. E acumulou sim muitos bôus, horas, muitas bênçãos. Só que ele desencarnou agora essa semana eh justamente do câncer que ele enfrentava. Outro exemplo de de sacrifícios que podemos fazer em prol do próximo, Chico Xavier nos traz também. Ele tinha uma amiga que sofreu a perda de um filho jovem também na adolescência, só que esse em função do suicídio. E essa mãe, então, muito sofrida, orava pelo filho, orava pelo filho e foi perguntar a Chico que mais que ela podia fazer, porque ela era espírita, acreditava, né, na vida após a morte. que mais que ela poderia fazer pelo filho que havia desencarnado de de uma das formas eh piores que se pode desencarnar, que é por meio do suicídio. E Chico então fala para ela que era para ela fazer o bem e indicava qual o bem a fazer para ela levar alguns gêneros alimentícios em um asilo que estava muito necessitado naquela época. Ela e e Chico então se disponibilizou a ajudá-la. Ela junta alguns alguns víveres ali, alguns alimentos, vão juntos os dois, levam até o asilo e na no momento da entrega,

to necessitado naquela época. Ela e e Chico então se disponibilizou a ajudá-la. Ela junta alguns alguns víveres ali, alguns alimentos, vão juntos os dois, levam até o asilo e na no momento da entrega, Chico relata ela que viu que nesse momento em que ela fazia a entrega desses gêneros alimentícios no asilo, neste momento, o seu filho recebia um raio de luz na região de sofrimento em que ele se encontrava. E pela primeira vez, após o ato do suicídio, ele sorriu porque ele sentiu um alívio muito grande. Então, o bem, esse sacrifício que ela fez, porque ela era uma pessoa com poucos recursos materiais, então ela se sacrificou, né, abriu mão de benefícios para si para levar para o próximo, um próximo que ela não conhece, que eram os idosos desse asilo, reverberou diretamente no seu filho. Esse tipo de sacrifício são os sacrifícios mais agradáveis a Deus. Esse tipo de sofrimento, sim, são válidos quando abrimos mão do nosso conforto, dos nossos benefícios em prol do próximo. Lá no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 5, no item três, Kardec vem elaborando, né, a justiça das aflições. E na sua lógica perfeita, eu vou me permitir ler para que a gente entenda e veja o o quão racional e o quão perfeitas são as explicações que são trazidas do porquê do sofrimento. Ele começa dizendo que dificilmente se compreende a conveniência de sofrer para ser feliz. Então, realmente, né, eu preciso sofrer para ser feliz e principalmente se eu preciso sofrer para ser feliz, por que que um sofre mais do que os outros? Então, então por que que o sofrimento não é igual para todo mundo? E ele vai fazendo essas perguntas, porque uns nascem na miséria, outros na opulência, sem justificativa para isso, pelo menos que a gente saiba. E ele ainda coloca uma questão que parece angustiar a todos nós ainda hoje. Ele coloca assim: "Todavia, o que ainda menos se compreende é que os bens e os males sejam tão desigualmente repartidos entre o vício e a virtude, que os homens virtuosos sofram ao lado dos maus que

. Ele coloca assim: "Todavia, o que ainda menos se compreende é que os bens e os males sejam tão desigualmente repartidos entre o vício e a virtude, que os homens virtuosos sofram ao lado dos maus que prosperam". Ainda hoje é assim. E ainda hoje, muitas vezes, essas dúvidas vêm na nossa cabeça. E ele diz, né? A fé no futuro, ela pode consolar, infundir paciência, mas não explica essas anomalias. Realmente eu posso ter uma fé no futuro, mas não explica essas anomalias que vêm a ser explicadas por todo esse processo de reencarnação, por todo esse processo de evolução espiritual dos nossos espíritos que são imortais, que essa não é a única experiência que nós vivemos. E ele diz, além disso, é eh para mim pessoalmente este capítulo é o capítulo cinco, é o maior capítulo do evangelho, o maior número de mensagens. de lições. Eh, é o capítulo mais consolador, é o melhor capítulo que nos explica o porquê do sofrimento e só por ele nos bastaria para que a gente conseguisse viver e sobreviver na nossa luta, nas nossas vidas cotidianas aqui na Terra. E aqui vem uma lógica perfeita que explica racionalmente o porquê dos sofrimentos. Ele diz assim: "Desde que se admita a existência de Deus, então nós partimos da premissa que todos nós acreditamos em Deus. Quem não acredita, então não é válido esse raciocínio, mas todos que estamos aqui aprendendo, nos dizemos espíritas ou cristãos, acreditamos em Deus e ninguém o pode conceber sem o infinito das suas perfeições. Deus é perfeito. Ele necessariamente tem todo o poder, toda justiça, toda a bondade, sem o que não seria Deus. Logo, os sofrimentos da vida derivam de uma causa. E pois que Deus é justo, justa há de ser essa causa. Isso o de que cada um deve bem compenetrar-se. Ou seja, meus queridos, todo espírita, todo cristão, todo aquele que crê em Deus e sua justiça parte dessa premissa. E esse é o segundo grande ensinamento de hoje. O primeiro é: Todos nós que estamos na terra sofremos. Mais ou menos sofremos encarnados e desencarnados. Segundo grande

ua justiça parte dessa premissa. E esse é o segundo grande ensinamento de hoje. O primeiro é: Todos nós que estamos na terra sofremos. Mais ou menos sofremos encarnados e desencarnados. Segundo grande ensinamento das reflexões na tarde de hoje, todo sofrimento tem uma causa e toda causa justa e proporcional a esse sofrimento. Então, se Deus é justo e ele é, eu sofro porque eu preciso sofrer. E essa causa desse sofrimento é uma causa justa. E lá, continuando no no Evangelho Segundo Espiritismo, só que agora nos itens quatro e 5, Kardec nos esclarece mais ainda sobre as causas atuais das aflições e no capítulo seis sobre as causas anteriores, a das reencarnações passadas. E aqui também é perfeito o raciocínio quando ele nos diz que se remontando à origem dos males terrestres, nós reconheceremos que muitos são consequência natural do caráter e do proceder dos que o suportam hoje. Ou seja, muitos dos nossos sofrimentos eles vêm de hoje. Quantos homens hoje dessa reencarnação presente aqui? Quantos homens caem por sua própria culpa? Quantos são vítimas de sua imprevidência, de seu orgulho e de sua ambição? Quando se arruínam por falta de ordem, de perseverança, pelo mal proceder ou por não terem sabido limitar os seus desejos. Quantas uniões desgraçadas porque resultaram de um cálculo de interesse ou de vaidade e nas quais o coração não tomou parte alguma? Quantas dissensões e funestas disputas se teriam evitado com um pouco de moderação e menos suscetibilidade. Quantas doenças e enfermidades decorrem da intemperança e dos excessos de todo gênero? Quantos pais são infelizes com seus filhos porque não lhes combateram desde o princípio as más tendências? por fraqueza ou indiferença, deixaram que nele se desenvolvessem os germes do orgulho, do egoísmo e da tola vaidade, que produzem a secura de coração. Depois, mais tarde, quando colhem o que semearam, admiram-se e se afligem da falta de deferência com que são tratados e da ingratidão deles. E aqui abrimos um parêntese para as casas geriátricas,

ção. Depois, mais tarde, quando colhem o que semearam, admiram-se e se afligem da falta de deferência com que são tratados e da ingratidão deles. E aqui abrimos um parêntese para as casas geriátricas, antigamente chamadas de asilo, que estão cada dias mais repletas de pessoas, de idosos não tão idosos assim. É só a gente ir fazer uma visita de pessoas em plena capacidade de tanto física quanto mental, porque seus filhos colocam esses idosos nessas casas e se apropriam indébitamente de seus recursos financeiros. Inúmeros, inúmeros, muitos, muitos. E às vezes, meus amigos, não é de outras vidas esse sofrimento. Às vezes é dessa mesma. Por isso aqui, porque enquanto pais não cuidamos da educação e da educação no sentido amplo. Não a educação somente cultural, material, intelectual, a educação dos bons hábitos, a educação do respeito, a educação de trabalharmos esses espíritos para o bem, para a sociedade, o que a gente quer. Porque às vezes nós somos muito contraditórios. E Kardec diz isso nessas lições aqui, que nós queremos um mundo bom. melhor, mas a gente quer que os outros ajam assim e nós esquecemos de propósito ou não, por conveniência ou não, da nossa cota parte, aquilo que nos cabe fazer, aquilo que eu preciso fazer para esse mundo no futuro. Nós pais educadores ou que não temos responsabilidade direta sobre caracteres que se formam, eh, somos exemplos. Somos exemplos para os outros, adultos ou não, somos exemplos. Então, temos a responsabilidade com esta sociedade que nós queremos nesse futuro, com menos sofrimento, com menos dor, com mais compreensão, com mais igualdade, com mais respeito, é, somos nós que vamos construir. E aí, se a gente constrói agora, vejamos que a lei de reencarnação ela tão bela e tão maravilhosa que daqui a pouco, se nós assim fizermos, usufruirmos as usufruiremos as consequências dos nossos bons atos, renascendo novamente aqui nesse planeta sob condições muito melhores. Então, Kardec vem nos dizer que grande parte dos nossos sofrimentos

ruirmos as usufruiremos as consequências dos nossos bons atos, renascendo novamente aqui nesse planeta sob condições muito melhores. Então, Kardec vem nos dizer que grande parte dos nossos sofrimentos são dessa encarnação. Quantas doenças nós acumulamos hoje? Eh, os médicos trazem aí, né, tanto a questão da saúde mental, mas também a questão dos bons hábitos, os bons hábitos alimentares, de dormir bem, de repousar, de comer bem. E tudo isso faz parte de um futuro melhor e com menos sofrimento para todos nós. E Emanuel vem nos falar, né, que nós temos compromissos, que nascemos aqui não necessariamente também de sofrimento, mas outros compromissos. Então, nós temos deveres, deveres que trazemos para conosco mesmo, para com a nossa família e para com a sociedade em geral. E ele diz que não é tão fácil nós vencermos esses compromissos. Então, vamos dar pequenos exemplos. Se nós não cuidamos da nossa higiene bocal, a gente pode desenvolver algum tipo de infecção e podemos ter consequências graves, sérias, arrancar um dente, febre, enfim. Mas não foi porque eu arranquei o dente de escravos lá na outra reencarnação necessariamente, é só porque eu não cuidei mesmo da minha higiene bucal. É isso que Kardec quer dizer. Se eu não levo meus filhos paraa escola, então meu compromisso com a minha família, se eu deixo meus filhos, né, ah, não quer fazer a tarefa, não quer acordar cedo, troco de turno porque ele tá não, enfim, talvez esse meu filho quando chegar no ensino médio não vai, a gente sabe que hoje o ensino médio tem uma carga pesada, principalmente no ensino médio tem uma carga pesada de deveres, ele não vai conseguir vencer lá na frente. Mas não é porque ele realmente tem dificuldades ou ele realmente foi alguém que fez muito mal intelectualmente para alguém e que nessa vida então ele tem menos. Não, não é nada disso. É só porque eu enquanto pai não dei a disciplina necessária. Emanuel também então vem reforçar isso com relação ao nosso sofrimento. E então ele nos diz que eh

ão ele tem menos. Não, não é nada disso. É só porque eu enquanto pai não dei a disciplina necessária. Emanuel também então vem reforçar isso com relação ao nosso sofrimento. E então ele nos diz que eh ele e Joana deângeles também nessas nessas lições que nós vivemos então crucificados aos problemas que nós mesmos elaborando elaboramos via de regra nessa própria na nessa própria reencarnação. Mas tem também os sofrimentos de outras reencarnações, via de regra, sofrimentos graves, profundos, de doenças sérias, de problemas de nascença, que trazemos sim esses compromissos de outras encarnações, porque não somos tão santinhos assim, aliás, não somos nada santos, por isso estamos aqui, por isso estamos num mundo em que ainda o sofrimento é regra e não exceção. E com essa, como que nós podemos então gente, nos encaminhando pro final aqui, como que nós podemos, primeiro compreendendo tudo que nós já compreendemos sobre o sofrimento, que o sofrimento ele é uma forma. Tinha um presidente de uma casa espírita que a gente frequentou lá no Paraná, em Curitiba, ele dizia que a dor é o cajadinho do pastor que nos puxa pro rebanho de volta. Então, a gente tava lá no rebanho, bonitinho, seguindo. Aí a gente sai, aí a dor vem e nos puxa de volta. Lembra da lágrima? Deus colocou a lágrima, o sofrimento, para que nós venhamos para o caminho de luz, de evolução, de sucesso espiritual, que é esse o nosso caminho. Só que a gente se desvia e aí a gente busca o sofrimento. Então nós entendendo isso, entendendo essas premissas, o terceiro grande ensinamento de hoje é todo sofrimento, todo sofrimento que nós passamos, ele nos traz uma oportunidade de desenvolvimento e uma oportunidade de aprendizado. Então, o que eu preciso aprender com esse sofrimento? O que Deus está querendo me ensinar? O que eu ainda preciso aprender? Se eu estou sofrendo, vamos lembrar de tudo que a gente viu aqui nesses nesses minutos. Se eu estou sofrendo, seja o sofrimento que for, não cabe aos outros julgar o tamanho desse

da preciso aprender? Se eu estou sofrendo, vamos lembrar de tudo que a gente viu aqui nesses nesses minutos. Se eu estou sofrendo, seja o sofrimento que for, não cabe aos outros julgar o tamanho desse sofrimento. Se é mais ou menos o sofrimento é meu, eu que estou sentindo. Se eu estou sofrendo, ele tem uma causa e essa causa é justa e eu tenho que aprender algo com ele. Então, perguntemos pro nosso anjo da guarda: "O que que eu tenho que aprender com esse sofrimento? Meu Deus, me ajuda a entender que que é que eu tenho que aprender para que eu não volte a passar por esse sofrimento de novo, para que eu não volte nesse mesmo ciclo J de Ângeles, espírito nos fala, os espíritos nos dizem, os palestrantes espíritas nos dizem, quando a gente não aprende, a gente vive ciclos de sofrimento similares. Por quê? Porque não aprendemos. Então, alguns de nós, hum, talvez a maioria de nós, porque ainda somos refratários ao sofrimento, nós muitas vezes nos perguntamos: "Poxa vida, por que que eu estou sofrendo de novo isso? Por que que eu estou vivendo exatamente a mesma situação sobre outro cenário?" Muitas pessoas que mudam de cidade, muitas pessoas que mudam de bairro, mudam de escola. Vocês já repararam que às vezes tem um ciclo similar de sofrimento? é porque a gente não tá aprendendo. Então vamos fazer essa reflexão como está lá no último capítulo do Evangelho Segundo Espiritismo, nos nos modelos de prece que Kardeculo 28, alguns modelos de prece e tem uma prece assim pro nosso anjo da guarda. Me ajuda a entender o meu sofrimento, me ajuda a entender, compreender, aprender. E a partir disso eu superei aquela prova, eu superei aquele defeito, eu superei aquilo que eu precisava aprender. Agora serão outros desafios e aí quem sabe nós passaremos, então sairemos desta reencarnação melhores do que quando aqui chegamos. Esse é o nosso objetivo, gente, é sair daqui melhor. Quando a gente nasce pequenininho, igual esse menininho lindo ali que tá coisa mais linda do mundo, eh, a gente vem com

o que quando aqui chegamos. Esse é o nosso objetivo, gente, é sair daqui melhor. Quando a gente nasce pequenininho, igual esse menininho lindo ali que tá coisa mais linda do mundo, eh, a gente vem com esse objetivo todos nós. Eh, e fazendo um parênteses aqui, eu sou passista, transmito passe, né? E quando a gente dá passe a uma criança, a gente pede, né, para que aquele aquele serzinho que tá ali, que vai ser um adulto amanhã, que ele seja protegido, que ele seja iluminado, que ele se conecte à sua família espiritual para que consiga de fato seguir a sua jornada terrena, em especial as crianças, porque estão começando uma página em branco nessa vida. Nós adultos já temos uma caminhada, algumas cicatrizes, mas podemos sim com passo, com a oração, com água fluidificada, com o nosso esforço, entendendo o que esses sofrimentos querem nos dizer, irmos nos remodelando, sendo melhores. Acredito e tenho certeza disso, que todos nós que estamos aqui hoje somos muito melhores do que éramos ontem. Esse ontem, se a gente lembrar lá no início de nossas vidas, imaturos, procuramos alguns sofrimentos dessa vida, como Kardec nos ensina, e hoje somos melhores, mas podemos sim fazer da nossa caminhada muito, muito melhor ainda a partir desses esclarecimentos que temos aqui. Então, que nós possamos utilizar o nosso sofrimento da forma que ele é para ser, que é trazer esse crescimento espiritual, esse crescimento intelectual, para que saiamos dessa encarnação melhores, para que também demos exemplos para esses pequenos ou não tão pequenos, mas que vão nos olhar e vão sim nos seguir. os exemplos bons, os exemplos não tão bons, que o sofrimento faça sentido e que lembremos sempre de que todo sofrimento é uma causa, que essa causa é justa e que temos então que entender o que temos que aprender com esse sofrimento, que temos que melhorar, o que que Deus está me pedindo, qual é o recado de Deus para mim. que nós possamos a partir disso compreendendo essa rota, essa evolução que estamos aqui enquanto espíritos imortais, né?

que melhorar, o que que Deus está me pedindo, qual é o recado de Deus para mim. que nós possamos a partir disso compreendendo essa rota, essa evolução que estamos aqui enquanto espíritos imortais, né? Não é esse corpo aqui. Eu tive um antes de chegar aqui, terei um depois, que esse depois, como dizem os espíritos, o que plantarmos hoje, colheremos amanhã. Então, se não plantarmos hoje coisas boas, continuaremos nesse ciclo vicioso do sofrimento. Que possamos hoje plantar as sementes do bem. Claro que não vai ser, ah, hoje eu vou ser Amado Teresa de Calcutar. A gente já falou isso várias vezes, mas a gente pode sim ir se melhorando, ir compreendendo, ir se aceitando e se trabalhando. Lembrando sempre que eu só consigo me melhorar a partir do momento que eu consigo compreender esses erros, esses sofrimentos, esses motivadores, que nós possamos entender isso e que possamos fazer da nossa vida futura melhor. Mas hoje já, né? Hoje já, seja na parte material, com a boa alimentação, como na lição aqui Emanuel fala, não trabalhando tanto, dormindo mais, sendo mais paciente, sendo mais compreensivo e às vezes a gente vai se irritar mesmo, mas de 10 vezes que eu me irritava, se eu me irritar 9 amanhã, eu já tô num processo evolutivo, que a gente se aceite também, se compreenda que é gradativo esse esse crescimento, não nos impedindo, não nos limitando e nos aceitando para que lá na frente, quando a gente olhar para trás, tiver lá no nosso último dia na de encarnado, vocês já pensaram sobre isso? Nosso último dia de encarnado, nossas últimas horas aqui na terra, não vai ser fácil não. Não foi fácil para Edivaldo. Ele fala isso na numa palestra, né, que ele não foi fácil para ele, mas que a gente possa dizer, tá bom, eu fiz muita coisa errada, mas, ó, fiz muita coisa boa também. Eu acredito firmemente nisso. Eu espero que todos nós consigamos sim sair daqui melhores, deste processo reencarnatório melhores. E que quando a gente voltar aqui na Terra, daqui algumas reencarna, daqui alguns algumas centenas de anos,

ero que todos nós consigamos sim sair daqui melhores, deste processo reencarnatório melhores. E que quando a gente voltar aqui na Terra, daqui algumas reencarna, daqui alguns algumas centenas de anos, numa próxima reencarnação, a gente vai estar tão melhor, tão melhor, e esse planeta vai ser bem melhor, formado por nós mesmos. Porque vamos lembrar que aqueles que hoje estudam e compreendem e põem, principalmente põe em prática o evangelho de Jesus, serão aqueles que habitarão a terra no futuro, a terra remodelada, a terra melhorada, aquela terra, aquela sociedade que a gente tanto quer que nós possamos entender este ciclo do sofrimento, mas naqueles momentos de dor, naqueles momentos de angústia, naqueles momentos que a gente tá lá na nossa cama, no nosso quarto, no escuro, chorando, sem conseguir elevar um Pai Nosso. Eu já aqui nesta palestra de sábado já falei sobre essa música Lerry B de Paul Mcartney. Vou lê-la de novo, porque lembrando, né, o McCartney quando fez essa música, ele eh traz da sua mãe, da sua mãe física, né? Ele tem um sonho com ela, só que ela era desencarnada, ele tem um sonho com ela. E a mãe dele, ele passava por um momento muito de um sofrimento muito grande, de um sofrimento muito intenso. E a mãe dele fala: "Ler be" para ele ou seja, deixe passar, né? Isso também passará, como Maria falou para Chico, Chico Xavier, quando sofria todos aqueles horrores que Chico sofria. Maria, né, manda o recado pro Dr. Bezerra de Menezes a Chico Xavier dizendo que isso também passará. E então na música L be que eu vou ler aqui para nós, é essa música que Pacartnei faz a partir da inspiração de sua mãe desencarnada, que nesses momentos de sofrimento, se a gente não conseguir essa conexão, se nós não conseguirmos o Pai Nosso, nós não conseguirmos superar, a gente põe essa música, lembra da letra que diz: "Quando eu me encontro em tempos difíceis, mãe Maria vem até mim falando palavras de sabedoria, deixe passar, vai passar. E nas minhas horas de escuridão, ela está

ssa música, lembra da letra que diz: "Quando eu me encontro em tempos difíceis, mãe Maria vem até mim falando palavras de sabedoria, deixe passar, vai passar. E nas minhas horas de escuridão, ela está de pé bem diante de mim, falando palavras de sabedoria. Vai passar, deixe estar, isso também passará. Quando a noite está nublada, ainda uma luz sobre mim, brilhando até amanhã. Acordo com o som da música. Mãe Maria, vem até mim, sussurrando palavras de sabedoria. Não haverá sofrimento. Não haverá sofrimento. Deixe estar. Vai passar. Isso também passará. Uma boa tarde a todos. Um bom final de semana. Deus Jesus nos abençoe e que todo e qualquer sofrimento, meus amigos, passa, passa e que nós consigamos aprender com ele. Tudo de bom para todos nós. Ufa, que palestra, né? Aqueceu nosso coração e com certeza vai nos direcionar da melhor maneira possível. em todos os nossos obstáculos, as nossas dificuldades. Então vamos também, né, quando começarmos ali esquecer, vamos lá no YouTube ouvir novamente essa palestra da Claudinha, né, para que a gente possa se fortalecer e nunca esquecer que realmente Virgem Maria Santíssima, mestre Jesus e acima de tudo, né, Deus está sempre conosco. Então, retomando nos nossos recadinhos de hoje para quem chegou depois, a casa está fazendo a campanha do agasalho, que está atendendo no momento a 150 famílias, né? E a cada sexta-feira os 40 moradores que vem para os mãos estendidas, né? que são as moradoras de rua e vem aqui passar uma manhã conosco. Então, quem tiver cobertora, agalhos feminino, masculino, infantil também, calçados, meias, toucas e boné, vai entregar aqui no Amorxerifado da comunhão no sábado e na quarta-feira de 7 às 17:30, tá? E também nos demais dias eles eh recolhem de 7 às 19:30. Podem deixar na portaria e direção falar que é para lá para deixar no amxerifado que o pessoal da portaria também entrega. Lembrando do nosso novo horário do paz as quartas-feiras que está tendo a palestra presencial às 13 horas. O nosso passe inicia ao

á para deixar no amxerifado que o pessoal da portaria também entrega. Lembrando do nosso novo horário do paz as quartas-feiras que está tendo a palestra presencial às 13 horas. O nosso passe inicia ao meiodia:30, finaliza às 14 horas, todas as quartas-feiras. E nossa festa junina que é amanhã, estamos em contagem regressiva e os convites estão sendo vendido ali. Os convites não, né? Porque a entrada é gratuita, as cartelas para o consumo lá dentro. Então divulguem, coloquem no status que amanhã meio-dia nossa festa junina tá lá, tá de arrasar, gente. Tá muito bonito e as comidas maravilhosas. Tudo certo? Então agora nós vamos fechando os nossos olhos e agradecer por este banquete espiritual que nós recebemos da espiritualidade amiga através da nossa irmã Cláudia Piva. Vamos agradecer por cada palavra, por cada gesto, por cada tratamento que houve neste salão no dia de hoje. Vamos agradecer a oportunidade de estarmos aqui enquanto tantas pessoas não conseguem chegar a uma casa religiosa. Pai de infinita misericórdia, agradecemos do fundo do nosso coração por iniciarmos o nosso fim de semana com esta palestra maravilhosa que tocou o nosso coração e vai nos direcionar durante a nossa semana, durante o nosso mês. Pai, Senhor, que sempre lembremos de ti nos nossos momentos mais tristes, que possamos lembrar da sua mãe, Virgem Maria Santíssima, que sempre está a nos escutar. Que tenhamos fé para mover céus e terras, para a nossa vitória, para a nossa reforma, pela nossa família, pelos nossos amigos, pela nossa saúde, pela regeneração do mundo. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Queridos amigos, nós teremos daqui a pouquinho a tia Norma e o Paulo César fazendo a harmonização do nosso ambiente. Peço para que todos aguardem em silêncio, que já serão chamados para o passe. Muito obrigada. Tenha uma boa noite, um excelente retorno para casa. Fiquem todos com Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a

ada. Tenha uma boa noite, um excelente retorno para casa. Fiquem todos com Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para

a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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