POR QUE AS AFLIÇÕES NOS VISITAM? - Patrícia Torres [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 03/09/2025 (há 7 meses) 48:00 1,451 visualizações

👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!

Transcrição

Teresa Camasmi Sementes. Vamos ver. Ela fala pra gente da lei de igualdade. Para a providência divina não há privilégios para ninguém, posto que estamos sob a guarda da lei da igualdade. Todos somos filhos de Deus e para o Pai não existem preferidos. O que existe são criaturas em aprendizado e somos uma delas. Portanto, ninguém nasce com vantagens sobre ninguém, nem tem que vencer seu irmão em coisa alguma. Cada um de nós experiencia o que é necessário para o próprio desenvolvimento espiritual. Vamos guardar então essa mensagem pra gente ver o acaso dela com o nosso tema dessa tarde. Deixei até separado aqui pra gente voltar a ela. Então vamos fazer a nossa prece, buscar a figura do nosso querido irmão mais velho, do meigo e querido Rabi da Galileia, da forma como nós o concebemos, que nós possamos nos recolher um pouquinho aqui conosco, sentindo as boas vibrações desse ambiente, as boas energias prepar adas pela equipe espiritual que cuidou para que cada um de nós estivéssemos aqui nessa tarde, encarnados e desencarnados. E que nós possamos nos colocar disponíveis ao cuidado e ao amparo da espiritualidade amiga. Querido mestre Jesus, aqui nos encontramos reunidos entre irmãos. para buscar em ti, na tua presença, nas tuas orientações, nos teus ensinamentos, as orientações, os conselhos, o consolo, o esclarecimento para tudo isso que aqui dentro de nós busca por respostas, busca por litivo. E o Senhor que nos sonda sabe exatamente o que viemos fazer nesta casa, nessa tarde. Então, nos ajude, nos ajude a estarmos receptivos para acolhermos em nós todo o cuidado que foi preparado. mestre, nos ajude também a bem compreender as reflexões que aqui serão compartilhadas e que a equipe espiritual que cuida deste momento que a preparou com tanto carinho, nos ampare, nos ajude a ter discernimento e nos ajude a colaborar com os trabalhos que acontecem nessa casa ao longo dessa exposição. doutrinária, oferecendo a nossa energia, oferecendo o nosso bom pensamento, oferecendo a nossa gratidão

ento e nos ajude a colaborar com os trabalhos que acontecem nessa casa ao longo dessa exposição. doutrinária, oferecendo a nossa energia, oferecendo o nosso bom pensamento, oferecendo a nossa gratidão por estar aqui nessa tarde. E assim, sob o teu amparo, na tua presença, nós pedimos a permissão para iniciarmos este encontro desta tarde, te pedindo que permaneça conosco. Que assim seja. O nosso tema dessa tarde, ele não tem nada de original, é um tema recorrente e aqueles que por vezes têm estado aqui nas atividades doutrinárias já ouviu falar dessa temática por diversas vezes por outros irmãos, inclusive mais habilidosos nesse conhecimento. E é uma temática que por vezes nos pega. É um tema que se apresenta para nós uma forma de pergunta. Então a proposta é: por que as aflições nos visitam? Nós podemos fazer de outra forma essa pergunta. Por que há tanta dor no mundo? Por que há tanto sofrimento? E uma outra forma de perguntar, porque quando esse sofrimento é atroz, quando essa dor é dilacerante, muitas vezes nós indagamos, porque é que Deus permite que essas coisas aconteçam? É sobre isso que nós vamos voltar a falar aqui nesses breves minutos, no esforço de compartilhar um pouco das nossas reflexões para nos unirmos ao que vocês pensam sobre o assunto para ver de que forma nós podemos ir encontrando respostas a essas questões. Em algum momento, muitos de nós já nos perguntamos se Deus existe, se ele é justo, por que ele permite que os maus tenham sucesso e os bons sofram? E as crianças, por que é que Deus permite que crianças em tão terra idade sofram, passem por dificuldades como às vezes nós vimos passar? E aquelas que mal nasceram já desencarnam. Que sentido nessa vida, nessa breve passagem, dessa breve existência? Em outros momentos, nós nos perguntamos: "Por que comigo? Por que não com o vizinho? Por não com o outro, né? Por minha casa, por com a minha família? Por que com os meus entes queridos? E aí nós já podemos aqui aproveitar a orientação da espiritualidade

go? Por que não com o vizinho? Por não com o outro, né? Por minha casa, por com a minha família? Por que com os meus entes queridos? E aí nós já podemos aqui aproveitar a orientação da espiritualidade que não nos permite o acaso. Quando nós abrimos aqui nessa lei de igualdade, na mensagem que nós lemos, e aí nos é relembrado que Deus é pai de todos nós e que não existe para ele filhos preferidos. Ora, se não tem filhos diletos, por é que a vida é tão diferente? Ela é tão fácil para uns, tão difícil para outros. Há tanta dor para uns e tantas facilidades para outros. João Evangelista registrou que Jesus fez uma afirmativa. Jesus nos disse o seguinte lá no Evangelho de João, no capítulo 14, nos versículos 15 a 26. Jesus disse que nos enviaria outro consolador, porque ele próprio é o consolador de nossas vidas, mas ele nos enviaria outro e esse outro consolador permaneceria eternamente conosco. E esse outro consolador nos ensinará todas as coisas e nos fará lembrar de tudo o que ele próprio tinha nos dito. Então Jesus disse: "Olha, eu vou enviar outro consolador a seu tempo para que ele esclareça aquilo que não foi possível esclarecer agora e que relembre a vocês tudo que eu disse, porque ao longo da nossa existência a gente foi se esquecendo." Tá lá, lá no Evangelho de João, lá na Palestina do século Io, no século XIX, o mundo recebe por meio do trabalho dedicado de Allan Kardecos, do mundo que os nossos olhos humanos não enxergam, que os nossos sentidos materiais não percebe o mundo dos espíritos. E por meio desses irmãos que não mais habitam um corpo físico, um corpo material, eles nos falam de todas as coisas que Jesus já havia dito. Eles nos relembram daquilo que Jesus havia dito e nos ajudam a tirar o véu sobre aquilo que ainda ficara obscuro, ficara subentendido. Os espíritos eles nos trazem ao conhecimento a justiça. Vejam, meus irmãos, a justiça da pluralidade das existências. Os espíritos vão nos dizer que nós que estamos aqui na carne, precisamos retornar a essa experiência

nos trazem ao conhecimento a justiça. Vejam, meus irmãos, a justiça da pluralidade das existências. Os espíritos vão nos dizer que nós que estamos aqui na carne, precisamos retornar a essa experiência na carne, porque nós muitas vezes não damos conta de fazer tudo certo numa única experiência. E quando eles nos falam da reencarnação, Kardec vai dizer lá no Evangelho Segundo Espiritismo que o mundo estremece pela segunda vez. A primeira foi quando Jesus disse e nos ensinou sobre a lei do amor. E ele fala que nós devemos amar, perdoar, retribuir o mal com o bem. O mundo estremece pela primeira vez. E novamente há um estremecer no mundo, metaforicamente, quando os espíritos nos trazem a informação de que nós passamos pela experiência no corpo físico várias vezes e nos falam da pluralidade da existência. Estar novamente na carne para quê? para que aquele espírito que não alcançou a perfeição durante a vida no corpo possa acabar por evoluir. Está lá na questão 166 do livro dos espíritos. E eles ainda nos alertam lá na letra B dessa questão. Aqueles que dizem o contrário, aqueles que dizem que a reencarnação não existe, pretendem manter-nos na ignorância em que eles próprios se encontram. Porque a pluralidade das nossas existências nos traz consolo e esclarecimento. Vamos tentar compreender isso. Se nós vivêsemos uma única existência nesse mundo, nascemos com diversas limitações materiais, com diversos adoecimentos e limitações físicas por esses adoecimentos. Ou vivemos uma vida cheia de violência familiar, doméstica e morremos aos 30, 40, 50 ou até 100 anos. E depois da morte nada mais. Por que a limitação financeira? Por que a doença? Para que a violência na minha vida? É um capricho de Deus. Para uns, ele dá uma vida de facilidade, sem essas dificuldades. Para outro, para outros, essa vida dura, difícil. Ora, mas os nossos irmãos nos relembram que existe uma lei de igualdade no universo, como nós lemos aqui na mensagem inspiradora, e que não que Deus não tem filhos diletos,

s, essa vida dura, difícil. Ora, mas os nossos irmãos nos relembram que existe uma lei de igualdade no universo, como nós lemos aqui na mensagem inspiradora, e que não que Deus não tem filhos diletos, que ama a todos igualmente. Qual a justiça desse desse raciocínio, dessa lógica? E as crianças, crianças que desde o nascimento sofrem e passam por dificuldades, por cirurgias, por câncer, ou até vem a falecer por essas doenças. Qual o sentido da vida delas? E muitas vezes, vivendo essas experiências atrozes e não encontrando respostas, muitos dos nossos irmãos se afastam do relacionamento, da convivência com Deus. Nós não estamos falando aqui de religião, nós estamos falando da convivência. Eu tenho certeza que alguns de vocês conhecem pessoas que dizem: "Deus não existe se existisse, ele não permitiria que essa dor tivesse alcançado a minha vida". E eu vou lhes dar um exemplo. Dizem que a gente não deve dar exemplo pessoal, mas aqui no grupo de dependência química, no qual eu participo com muita alegria, nós aprendemos que a gente só pode falar de nós mesmos. Então, eu não posso falar das experiências de vocês, eu posso falar das minhas. Eu tenho um tio e ele é médico e um determinado momento, há cerca de mais de 40 anos, ele ainda estava no início da medicina, se não me engano, ou estava no processo que ele fez vestibular, muitos anos da época que tinha vestibular. A minha avó, mãe dele, minha avó paterna, teve um câncer de intestino. E a minha avó era uma pessoa, do que eu me lembro, né? Nós tínhamos uma verdadeira gratidão pela generosidade dela, alegre, bem humorada, não tinha, não me recordo de ouvir minha avó reclamar de nada, nada, nada. Teve um marido rude, teve uma vida trabalhosa, teve os desafios e sempre feliz e uma alegria verdadeira, genuína. E ela teve um câncer de intestino que foi descoberto no início do ano, do que eu me lembro, eu era criança. E em setembro, tá bem pertinho do aniversário de desencarne dela, ela desencarnou. um ser humano desse tamanhozinho assim

tino que foi descoberto no início do ano, do que eu me lembro, eu era criança. E em setembro, tá bem pertinho do aniversário de desencarne dela, ela desencarnou. um ser humano desse tamanhozinho assim na cama de tanto que ela foi, ela era bem magrinha, ela foi se encolhendo. Então, desde que descobriu até o desencarne, foram poucos meses. E esse meu tio se dedicou arduamente à medicina para fazer aquilo que Deus não poôde fazer pela minha avó, pela mãe dele, evitar que ela morresse. Esse meu tio era muito dedicado na pastoral da juventude e ele então se divorciou de Deus. Essa é a história que eu vivi na minha família. Não sei vocês das experiências de pessoas que viveram essa dor e que não conseguiram respostas e consolos para essa ação de Deus na vida. Meu pai costumava, me lembro meu pai no velório da minha avó, ele dizia para mim, eu era criança, ele dizia assim: "Você não tem noção, filha, do que é perder uma mãe? É um pedaço de mim que vai embora. Foi a primeira vez que eu vi meu pai chorar." Qual o sentido disso? Os espíritos vão nos informar por meio dos registros de Kardec no livro dos espíritos e das obras da codificação, que o espírito é imortal, algo sobrevive a esse corpo físico. E é por isso que eles se comunicam. Quando Kardec pergunta: "Quem são vocês?" Eles dizem: "Nós somos os espíritos daqueles que já viveram na carne. São eles que se intitulam espíritos. Não foi Kardec que falou que eles eram espíritos. Eles disseram. Então eles já passaram por aqui e sobreviveram. Então eles nos dizem os o espírito é imortal. Somos todos espíritos imortais, vivendo num corpo material que perece. E esse espírito retorna ao corpo a reencarnação tantas vezes quantas forem necessárias para aprendermos, para melhorarmos. Porque às vezes vivemos uma existência, encontramos o grande amor da nossa vida, 20, 30 anos, não dá conta. Precisamos voltar para reencontrar, para consolidar esse amor. Outras vezes passamos por aqui e nos desentendemos, por vezes dolorosamente.

amos o grande amor da nossa vida, 20, 30 anos, não dá conta. Precisamos voltar para reencontrar, para consolidar esse amor. Outras vezes passamos por aqui e nos desentendemos, por vezes dolorosamente. Ferimos, matamos, agredimos, violentamos, enganamos. E pela justiça do Pai, nós precisamos retornar para pagar nada. Para acertar conta com Deus, nunca não devemos nada a ele para acertar e acalmar a nossa consciência devedora. Porque quando nós fazemos errado, nós sabemos que fizemos errado e algo nos incomoda. Quanto mais consciência nós vamos tendo das leis de Deus, mais nós vamos tendo consciência e responsabilidade com as nossas dívidas. Quem é aqui? Não precisa se apresentar, só pensa. Quem aqui já pediu uma nova chance para aquele com quem já cometeu um erro? Quem aqui nas suas preces já não pediu: "Deus, me dá uma nova oportunidade?" Deixa eu tentar de novo. É assim a reencarnação é a oportunidade de tentarmos novamente. Só que quando nós voltamos, nós trazemos juntos a colheita daquilo que fizemos outrora. Ora, se eu os feri, matei, roubei, violei, essas minhas ações tiveram consequências naqueles a quem eu agredi e em mim própria, na minha consciência. Então, ao retornar, trago essas consequências, a colheita dessas ações de uma só vez, não, porque a gente não ia dar conta, bem devagarzinho, bem aos poucos. É por isso que lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, obra que nos é trazida por Allan Kardec em 1857, existe um capítulo dedicado à dor, ao sofrimento, às dificuldades, que ele chama de aflições. E nós vamos encontrar diversas formas de falar: dor, sofrimento, aflições, dificuldades, vicissitudes. Então, no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 5, bem-aventurados os aflitos, Kardec e também com orientação dos espíritos nos vai trazer diversas informações, esclarecimentos acerca dessas nossas dores, dessas aflições que nos visitam. E ele vai dizer que nós temos dois celeiros. Há as aflições que nos visitam pelo por aquilo que estamos fazendo hoje na nossa

clarecimentos acerca dessas nossas dores, dessas aflições que nos visitam. E ele vai dizer que nós temos dois celeiros. Há as aflições que nos visitam pelo por aquilo que estamos fazendo hoje na nossa existência atual nessa jornada. E há aquelas aflições que nos visitam fruto dessas experiências do passado, as de hoje. E aí eu vou novamente usar um exemplo pessoal. Eu tenho um avô materno que foi alcista e veio a óbito por problemas circulatórios, fruto do uso abusivo do álcool. Os sofrimentos que ele teve em decorrência dos problemas circulatórios, as dificuldades que ele vivenciou, foi fruto das escolhas do caminho que ele encontrou com o álcool nessa existência. Um outro exemplo, meu marido tem um um colega, ele era casado, tinha um filho especial, tem um filho especial. Num determinado momento desse relacionamento, ele conheceu uma outra pessoa e teve uma relação fora do casamento. E não só a relação fora do casamento, mas terminar com esse casamento para ir viver com essa outra pessoa se deu de uma forma muito desrespeitosa pra primeira esposa. Desrespeitosa materialmente, desrespeitosa emocionalmente. foi viver com essa outra pessoa, se casou com essa outra pessoa, ajudou essa outra pessoa a se organizar no mundo, a ter uma profissão, comprou alguns bens materiais, num determinado momento da vida, essa outra pessoa também o traiu e separou-se dele de uma forma extremamente desrespeitosa, com problemas financeiros, com compromissos materiais. é de outra existência ou é fruto da maneira como ele se relacionou nessa vida, das escolhas que fez. Ele tá vivendo lá as dificuldades dele em função dessa situação nova, dessa separação e dos problemas financeiros que isso trouxe para ele de outra existência ou escolhas de agora. Então, nós temos dores e dificuldades que nos visitam fruto das nossas escolhas dessa existência atual, dos caminhos que escolhemos nessa existência. Nós falamos aqui de alguns exemplos materiais, mas os exemplos morais, a violência que ainda mora em nós, que

das nossas escolhas dessa existência atual, dos caminhos que escolhemos nessa existência. Nós falamos aqui de alguns exemplos materiais, mas os exemplos morais, a violência que ainda mora em nós, que se manifesta em nós pela intolerância. E por vezes nós criamos dificuldade dentro da nossa casa e achamos, não foi Deus que planejou. Como se a violência tá em mim, se a maneira desrespeitosa de lidar com a minha família vem de mim? Como colher um relacionamento amoroso e respeitoso se a se o meu comportamento é de intolerância, é de desrespeito? Então, e as nossas questões, as nossas aflições morais que geram dores nas nossas relações, na nossa jornada aqui, fruto das escolhas e dos caminhos que percorremos nessa existência. Nós também vamos lembrar que Kardec explica que além das escolhas que temos nessa existência, das dores que vamos recepcionando, fruto das escolhas que fazemos nessa existência, lembrando, né, a lei do universo, toda ação tem uma reação de mesma força em direção contrária, não é isso mais ou menos que nós vamos dizer a lei da ação e reação. Ou nós vamos dizer a lei áurea do evangelho e das das revelações, porque isso tá também no Antigo Testamento, a cada um segundo suas obras. Então aquilo que eu faço impliquem consequências em mim e nos outros. Quando eu vou colher, quando eu vou herdar, eu vou herdar as consequências e a herança do que eu plantei, do que eu semei. Então, é aquilo que nós vamos cultivando na nossa existência. Em Minas a gente diz: "Quem semeia vento colhe tempestade". Muitas vezes nós estamos nessa jornada semeando o vento e estamos passando pela tempestade que semeamos nas nossas próprias vidas. Por que que as aflições nos visitam? Porque há momentos que nós escolhemos caminhos tortuosos, caminhos sombrios pela nossa ignorância, pela nossa vaidade, mas escolhemos. Há também aquelas situações outras. Minha mãe teve quatro filhos. O quarto nasceu, viveu algumas horas e veio a óbito. Qual o sentido disso? Qual foi a ação dele para que ele viesse a desencarnar com

Há também aquelas situações outras. Minha mãe teve quatro filhos. O quarto nasceu, viveu algumas horas e veio a óbito. Qual o sentido disso? Qual foi a ação dele para que ele viesse a desencarnar com algumas horas? Aí vamos lembrar, nós falamos que nós já passamos por aqui, né? Então a gente olhava para ele, aquele bebezinho, mas ali é um espírito de longa data. Qual o sentido paraa nossa família o desencarne daquele serzinho? E aí Kardec, com o auxílio dos espíritos nos esclarece que há dores, há aflições que nós vivemos fruto de outras existências. Nunca, meus irmãos, como castigo de Deus, nunca para pagar nada. Se alguém ensinou a vocês ou os ajuda a pensar que o espiritismo faz reverência ao sofrimento, apologia que nós sofremos para pagar, não é isso que o espiritismo nos ensina. O espiritismo nos ensina que a dor tem uma causa. E como a causa primária de todas as coisas é Deus, e Deus é justo, bom e misericordioso, ainda que nós não entendamos, essa causa é justa, é boa, é soberanamente misericordiosa. Ainda que naquele momento que nós estejamos vivendo aquela dificuldade, a gente não consiga entender isso. Eu gosto muito, e eu peço desculpa se eu já fiz esse comentário aqui em outras ocasiões da passagem do filme A Cabana, não sei se vocês já assistiram exatamente quando perguntam a Deus por que é que você deixa que tanta coisa ruim aconteça no mundo? E ele olha para aquele pai que tá vivendo aquela experiência do personagem principal, né, da filha que foi morta de uma forma muito violenta. Ele olha para ele e diz: "O mal não é fruto da ação de Deus, porque o que é bom é bom. O mal não é fruto da ação de Deus. O mal nasce da nossa ignorância, da nossa imperfeição. Mas Deus que é justo, vê na nossa atitude equivocada a oportunidade de crescimento. Aquilo que o outro tá fazendo de errado, de equivocado, pode trazer algum bem a outros? pode. Então, Deus permite que aquela situação difícil se manifeste para que possa trazer um benefício. E quando nós somos visitados pela dor e

de errado, de equivocado, pode trazer algum bem a outros? pode. Então, Deus permite que aquela situação difícil se manifeste para que possa trazer um benefício. E quando nós somos visitados pela dor e nós falamos aqui que as origens podem estar em experiências passadas, não quer dizer que é da encarnação passada, porque Deus é misericordioso. E Emanuel, o espírito que orientou a jornada de Francisco Cândido Xavier nessa vida, diz que Deus ele fica olhando pra gente, ele olha atentamente e quando ele percebe que nós estamos maduros, que nós estamos um pouquinho mais crescidinhos moralmente, aí ele fala: "Agora eu posso permitir que aquela dor visite esse irmão, porque agora Ele tem condições de transformar essa dificuldade em algo em seu proveito. Se nós não conseguimos realizar em algo a nosso proveito porque ficamos com raiva, nos rebelamos, nos revoltamos, é uma escolha nossa. Mas Deus só permite que essa dor nos visite quando nós estamos em condições de transformarem algo de melhor para nós outros. No entanto, Jesus diz que nos enviaria um outro consolador. E muitas vezes isso que nós estamos refletindo aqui não é suficiente para acalentar o coração de uma mãe, de uma família que tá vivendo o desencarne, a partida de um ser querido, de forma violenta, de forma abrupta. E aí nós temos uma história de Chico Xavier que foi procurado, como era procurado por mães lá em Uberaba. Um certo dia, ele já havia atendido cerca de quase 200 mães e uma mãe chega para ele empranto e de estico. Dói muito a partida do meu filho querido. E ela chora convulsivamente. Chico a abraça e chora com ela. Aqueles que estavam ali no centro aguardavam, Chico, falar das causas das aflições, das causas presentes, das causas passadas, que tudo é projeto de Deus, que tudo tem um sentido. E ele abraça e chora e aquela mãe se acalma, se aquiieta, olha para ele e diz: "Eu nunca me senti tão consolada". Vai ter momentos que nós vamos precisar chorar profundamente em função das aflições que nos visitam.

chora e aquela mãe se acalma, se aquiieta, olha para ele e diz: "Eu nunca me senti tão consolada". Vai ter momentos que nós vamos precisar chorar profundamente em função das aflições que nos visitam. E nós vamos chorar e contaremos com a presença e com o cuidado de irmãos encarnados e desencarnados para estar conosco e nos lembrar lá no fundo do nosso coração, que ainda que naquele momento nós não entendamos, Deus cuida de todos nós. Vai haver um momento que nós vamos precisar chorar profundamente, ter contato com essa dor que dacera o nosso coração, porque é no contato com ela que nós vamos nos tornar pessoas melhores. Quando Pedro negou a Jesus e o galo cantou pela terceira vez, Pedro sai da casa do Caifás e vai chorar amargamente. Tá escrito, registrado no Evangelho. Pedro chora amargamente. Uma dor profunda por ter negado o querido amigo. E naquela dor, ele sentiu, ele reconheceu que cair, que equivocar-se é do ser humano. E Pedro começa a olhar os seus irmãos de jornada. com mais compaixão, com mais amorosidade, porque ele sentiu a dor da queda moral. Ele começa a permitir que aquela dor o eduque, o transforme, o renove. Então, as dores que nos visitam tem o propósito divino de nos renovar. Lá no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 11, se não me engano, no item que fala da paciência, tá escrito que a dor é a bênção que Deus envia aos seus eleitos. Quando essa dor bater a nossa porta, porque ela é nossa, que nós possamos vivê-la. com respeito, com serenidade, recebendo a bênção que Deus nos enviou como eleitos deles que somos, para realizar em nós um projeto que é divino, que é misericordioso, que é abençoado. E mesmo que a gente não entenda naquele momento o sentido que a gente possa se entregar a ele totalmente. Conta-se que Francisco de Assis ia visitar um convento na Itália acompanhado de um irmão e era um inverno rigoroso naquela região, naquela época. Chegando no convento, ele bate, alguém abre aquela janelinha, ele diz: "É Francisco, queremos entrar". Que

to na Itália acompanhado de um irmão e era um inverno rigoroso naquela região, naquela época. Chegando no convento, ele bate, alguém abre aquela janelinha, ele diz: "É Francisco, queremos entrar". Que Francisco nada. Fecha a janelinha e aquele que acompanhava o Francisco de Assis senta e começa a chorar. Agora nós vamos morrer. Nós não temos comida, nós não temos mais água, estamos aqui nesse frio, agora a gente vai morrer. E Francisco de Assis começa a pular. Saltitar feliz. E aquele que acompanhava Francisco não entende nada e diz: "Como assim, pai Francisco, nós vamos morrer aqui?" Ele disse: "Meu filho, agora eu estou na condição que eu queria estar há muito tempo. Como assim? Nós vamos morrer agora. Nós estamos 100% nas mãos de Deus. que nós um dia possamos ser tão robustos moralmente quanto Francisco, para entender que quando dói em nós, nós estamos 100% nas mãos de Deus. Que Jesus os abençoe, os proteja, que vocês tenham uma excelente semana. E para agradecer, vamos fazer a nossa prece de agradecimento a Jesus por ter nos trazido aqui nessa tarde e ter acolhido as nossas inquietações, as nossas dores e cuidado de nós. Muito obrigada, Senhor. abençoe cada irmão, cada irmã aqui presente no retorno aos seus lares e que eles possam levar consigo a certeza da sua eterna presença em suas vidas. Que assim seja, meus irmãos. Eu quero pedir que durante o tempo que nós vamos aguardar pro passe, a gente possa se manter em silêncio, o celular desligado, mantendo essa sintonia com o plano superior. E eu quero convidar a todos paraa nossa mostra de arte e cultura que vai acontecer na casa no próximo final de semana, sexta, sábado e domingo. É o nosso nono ano da nossa querida Massis e são todos convidados. A programação se encontra disponível no site da comunhão, nos canais da comunhão, no Instagram. Então, vão ser momentos de música, poesia, teatro, contação de história, artesanato, além da possibilidade de nós nos confraternizarmos com as nossas disponibilidades aqui gastronômicas, encontrando amigos, então

er momentos de música, poesia, teatro, contação de história, artesanato, além da possibilidade de nós nos confraternizarmos com as nossas disponibilidades aqui gastronômicas, encontrando amigos, então podendo alimentar o espírito nas atividades que acontecerão nesse salão e também o corpo nas atividades ali com as nossas barracas. Então, estão todos convidados para sexta, sábado e domingo estar conosco na Massis. E aquele que dói, que tá em sofrimento, que precisa conversar, que precisa falar, tem a possibilidade de nos procurar aqui no atendimento fraterno. A casa também disponibiliza esse serviço aqui no primeiro andar. E nós temos atendimento fraterno de segunda a quinta, de manhã de 8:30 às 10:30 e à tarde até à noite a partir das 15:30. Sexta-feira nós também temos atendimento fraterno no horário um pouco maior. À tarde começa 1:30, além de sábado e domingo. Os horários estão disponíveis lá na nossa recepção, aqui no balcão e os nossos colaboradores também podem orientar aquele que necessitar. Uma boa tarde, obrigada pela parceria e até uma próxima oportunidade. Fiquem com Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios. por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores

anquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

hos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

Vídeos relacionados