AS FRAQUEZAS DA ALMA - Patrícia Torres [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, [música][canto] estou aqui para agradecer [canto] de coração a paz dentro [canto] de mim que [música] encontrei na comunhão. Foi [música] nessa casa que aprendi. Boa noite a todos e a todas que nos acompanham pela TV Comunhão, pelos nossos irmãos e irmãs presentes aqui no nosso auditório Bezerra de Menezes, encarnados e desencarnados. Sintam-se todos bem-vindos, recepcionados a essa casa de Jesus. Para que nós possamos começar a nossa reflexão desses minutos que estaremos juntos, vamos fazer aqui uma leitura para que a gente continue nessa vibração que a música nos traz, né? para que a gente continue harmonizado. E essa mensagem é um convite à fidelidade à consciência. Ser fiel à consciência é uma mensagem do Espírito Rodrigo registrada no livro Bilhetes Fraternais, no volume 3. Eh, a mensagem começa com o registro de Emanuel. Cada homem é uma casa espiritual que deve estar por deliberação e esforço do morador em contínua modificação para melhor. E Rodrigo nos esclarece: "Mantém-te fiel à tua consciência que contém a diretrizes sublimes da vida. Não te deixes aturdir pelo momento que passa, com as dificuldades ou os apelos traiçoeiros da emoção em desequilíbrio. São instantes fugazes ante a eternidade da vida. Não te percas assim no emaranhado das ilusões. Busca a serenar o coração, inspirando-te na grandeza das leis divinas e prossegue confiante rumo aos novos horizontes que já se revelam diante de ti. Sabes que a existência carnal é passageira e que deves perseverar no bem e nos ideais superiores, caminhando tranquilo na expectativa das alegrias espirituais, que sempre alcançam aquele que se mantém fiel à consciência no meio das lutas evolutivas. Busca dentro de ti os recursos para venceres o mal onde ele se encontrar, trabalhando sempre em prol do teu próximo e de ti mesmo. Fidelidade à consciência é fidelidade a Deus que habita em nós, aprimorando-nos através da consciência para as conquistas paulatinas da perfeição espiritual. Então, envolvidos por essa mensagem do
mo. Fidelidade à consciência é fidelidade a Deus que habita em nós, aprimorando-nos através da consciência para as conquistas paulatinas da perfeição espiritual. Então, envolvidos por essa mensagem do Espírito Rodrigo, vamos fazer a nossa prece, elevar o nosso pensamento a Jesus, esse irmão querido de jornada, que amorosamente cuidou para que nós estivéssemos aqui nesse fim de tarde, no dia de hoje. Querido mestre, aqui nos encontramos nesta casa de Jesus agradecidos. Agradecidos pelo amparo que nos fez chegar até aqui. Agradecidos pela inspiração que nos fez mobilizar à vontade para que aqui nos encontrássemos. E pedimos o amparo da espiritualidade amiga para que bem possamos aproveitar esses minutos entre irmãos, buscando refletir nas partilhas que serão feitas, nas reflexões que nos serão trazidas, buscando as diretrizes, as ferramentas necessárias paraa nossa jornada aqui neste mundo terreno, para que saibamos viver cada dia com gratidão, com alegria, com dignidade, com cristandade que tentamos fazer frutificar em nossos corações. Com a sua permissão e com o seu amparo, nós iniciamos este encontro este entre irmãos neste fim de tarde, te pedindo, mestre, ser conosco. Que assim seja. Mais uma vez, uma boa noite. Nós estamos assim encerrando, né, mais uma semana de lutas, de vitórias, de conquistas e de muitos aprendizados. E a reflexão que nós trazemos para esse inicinho de noite não é um assunto novo. Ele tem várias roupagens, se apresentam para nós de várias formas e com certeza muitos de vocês aqui já ouviram falar sobre esse tema. E nós voltamos muitas vezes a a diversos temas porque nós precisamos aprender e aprender em nossos corações, não é? Então nós vamos mudando um pouco a forma de falar ou mudando os irmãos que aqui vêm ter e fazer a sua exposição doutrinária para que a gente possa revisitar temas que nos são extremamente importantes para essa caminhada aqui na terra. E hoje nós vamos falar um pouquinho nesses minutos que estaremos juntos sobre as dores da alma.
ue a gente possa revisitar temas que nos são extremamente importantes para essa caminhada aqui na terra. E hoje nós vamos falar um pouquinho nesses minutos que estaremos juntos sobre as dores da alma. E quem é que não as tem, não é? E quem acredita não tê-las, é um bom convite pra gente fazer aí todo um movimento de mergulho interno para poder identificar dentro de nós essas dores que ainda nos marcam e que não são de forma alguma castigos, punições, de forma alguma. Por vezes, né, nós ouvimos alguns irmãos falar: "Ah, eu preciso passar mesmo por isso, é meu karma". Então, é importante nós entendermos com amorosidade aquilo que Allan Kardec codificou por meio dos ensinamentos trazidos pelos espíritos, que a doutrina dos espíritos não é uma doutrina de ode ao sofrimento e à dor. É uma doutrina que nos ajuda a compreender o sentido e o propósito da dor em nossa vida e o quanto nós podemos atribuir a essa dor um grande sofrimento. Porque às vezes, vamos fazer aqui um dar um exemplo. Eu essa semana tava com uma dor de dente e o dente estava doendo, mas ele só estava doendo. Não havia em mim sofrimento por conta dessa dor. Então, vamos pensar isso em outras dores que às vezes dóem, nos visitam, nos ensinam. Entretanto, sofrer é uma maneira de que cada um tem de se comportar diante da experiência da dor. E lá no no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 5, Kardec nos traz a reflexão sobre o bem e o mal sofrer. E nós podemos pensar que o mal sofrer pode significar esse sentimento de sofrimento que muitas vezes nós, pelas nossas experiências, pelas nossas habilidades ou pelas nossas poucas habilidades, atribuímos a experiência da vivência da dor. E quando nós falamos, né, que alguns irmãos falam, eu tenho que vir aqui passar por isso mesmo, é karma. É importante também nós nos lembrarmos que o conceito de karma não está postulado na doutrina dos espíritos. Karma é um conceito que nós nos apropriamos para tentar dar eh sentido a lei de causa e efeito da dos ensinamentos orientais, mas ele
o conceito de karma não está postulado na doutrina dos espíritos. Karma é um conceito que nós nos apropriamos para tentar dar eh sentido a lei de causa e efeito da dos ensinamentos orientais, mas ele não é doutrinário, né? karma não é um ensinamento doutrinário, mas é uma forma de nós atribuirmos a responsabilização que nós temos sobre os nossos atos. Então, e às vezes nós atribuímos karma como se fosse algo negativo e não o é. É karma. Se eu faço algo bom e colho algo bom, é cármico. Esse é o sentido de karma na doutrina oriental. é eu colher aquilo que eu plantei, é eu receber aquilo que eu estou oferecendo ao mundo. E aí nós vamos reconhecer um pouco de afinidade quando nós, à luz da doutrina dos espíritos, vamos aprender que toda causa tem um efeito e que nós somos responsáveis por aquilo que geramos e que em geral moramos no mundo que criamos. Feitas esses comentários, para que eles fiquem em nossos corações, para além das nossas mentes, vamos navegar um pouquinho nesse terreno das dores das da alma, que são muitas e se apresentam de diversas formas, porque dor, dor é uma mensageira fisicamente. Quando nós sentimos uma dor, eu comentei aqui que essa semana me deu uma dor de dente. precisei ir ao dentista para ver o que tava acontecendo. Então, tava havia um sinal de que havia algo que eu precisava olhar, assim como outras partes do corpo, quando às vezes nos sinalizam que há algo fora da normalidade do funcionamento do corpo por meio da dor. É a única forma do corpo da dar da mensagem, não existem outras, mas essa é uma forma de nos sinalizar. Olha, algo precisa ser observado. Então, a dor é uma mensageira. A dor da alma também nos traz uma mensagem. Ela também é uma mensageira. e os estudiosos, em especial a benfeitora Joana de Ângeles. Joana de Ângeles, para aqueles irmãos que não conhecem, é o espírito que orientou quando encarnado, a trajetória aqui na terra do nosso irmão Divaldo Pereira Franco. Adivaldo Pereira Fran foi um médium, um expositor espírita
queles irmãos que não conhecem, é o espírito que orientou quando encarnado, a trajetória aqui na terra do nosso irmão Divaldo Pereira Franco. Adivaldo Pereira Fran foi um médium, um expositor espírita importantíssimo dentro do movimento que desencarnou há bem pouco tempo, que trabalhava o responsável junto com o tio Nilson do trabalho da obra assistencial da mansão do caminho, que alguns já ouviram falar. Então, Joana de Angeles é esse espírito que conduziu o trabalho, orientou o trabalho de Divaldo aqui na Terra. Um espírito inclusive que participou da codificação. É um espírito que junto a outros espíritos superiores contribuíram e orientaram com o trabalho de Allan Kardec. A benfeitora, assim como outros espíritos, nos dão a informação e a orientação de que a dor da alma sinaliza pra gente que há uma desharmonia do espírito com as leis divinas. Vamos nos lembrar que nós somos espíritos imortais, quer nós acreditemos ou não. Nós somos espíritos imortais. Fomos criados por Deus pelo seu imenso amor, um amor que nós não sabemos descrever. E por termos sido criados por Deus, temos registrados em nós todas as leis do Criador, que são as leis soberanas da vida. Por isso que muitas vezes quando nós fazemos algo que agride a lei divina internamente, nós sabemos que estamos fazendo algo errado, porque elas estão registradas dentro de nós. Os espíritos esclarecem a Kardec que elas estão registradas na nossa consciência. E às vezes nós achamos que a consciência está no cérebro e não, a consciência está no espírito. Aonde? em todo o espírito registrado em nós, nós sabemos bem o que diz as leis divinas. E em síntese, nós sabemos que essas leis falam de amor, essas leis falam de justiça, essas leis falam de misericórdia. E toda vez que no uso da nossa liberdade de escolha, do nosso livre arbítrio, da nossa capacidade de tomar decisões sobre os caminhos que vamos escolher, quando nós usamos dessa liberdade em desacordo, em desencontro com essas leis soberanas da vida, dói na nossa
ivre arbítrio, da nossa capacidade de tomar decisões sobre os caminhos que vamos escolher, quando nós usamos dessa liberdade em desacordo, em desencontro com essas leis soberanas da vida, dói na nossa alma. E essas dores se expressam e se apresentam de variadas formas, porque é importante nós lembrarmos que a dor ela é singular, seja a dor física, seja a dor da alma. Então, a minha dor de bater a mão num em algo que machuca minha mão, a minha dor de dente, ela não é igual à dor de dente de vocês. Cada um de nós vive a experiência da dor de forma singular. Assim o é também quando a nossa alma dói. A forma, a experiência dessa dor é única. Ainda que nós tenhamos passado pela mesma experiência, não é da mesma forma, porque dizem que Deus tem um defeito, né? Deus só sabe contar até um. Então, ele fez uma Patrícia, ele fez um José, um João, ainda que os nossos nomes se repitam, mas nós somos únicos, nós somos singulares. E nas nossas vivências, nós também somos únicos e singulares. E por que que é tão importante a gente lembrar disso? Porque quando dói na minha alma, dói profundamente. E eu espero que o mundo compreenda isso. E quando dói na alma daquele que caminha comigo, ele também espera que eu compreenda isso. E às vezes aquilo que a mim parece ser algo muito pequeno para aquele irmão, para aquela irmã, tem um sentido, tem um significado diferente. Portanto, meus irmãos, o convite do Evangelho do Cristo e dessa abençoada doutrina é que nós nós saibamos nos colocar diante daquele que está em dor com respeito, sem julgamento, seja qual for a dor pela qual aquele irmão está passando. Porque nós falamos aqui que dor e sofrimento tem uma diferença. Atualmente eu trabalho num espaço de saúde e nós recebemos pessoas com várias formas de adoecimento físico e também moral e espiritual. E às vezes aquele irmão que tem uma dor da unha encravada está em sofrimento muito maior do que aquele que tem uma dor pelo adoecimento de um câncer. E não me cabe fazer esse julgamento. Olha pro outro lá. Só é um câncer. Você
e tem uma dor da unha encravada está em sofrimento muito maior do que aquele que tem uma dor pelo adoecimento de um câncer. E não me cabe fazer esse julgamento. Olha pro outro lá. Só é um câncer. Você reclamando dessa unha encravada? O exemplo é um pouco esdrúchulo pra gente entender que diante da dor daquele que caminha conosco, a nossa postura, se queremos seguir ao Cristo, se estamos nessa casa em busca de encontrá-lo, a nossa postura diante daquele que sofre deve ser uma postura de respeito, porque as dores são singulares. E a dor da alma, ela tem algumas origens. Novamente nós vamos nos utilizar da benfeitora Joana de Ângeles, que vai nos dizer, fazendo referência à doutrina dos espíritos, que as dores podem ser, as dores da alma podem se originar por experiências do nosso passado espiritual. E no Evangelho Segundo o Espiritismo, Kardec vai falar isso sobre as causas das aflições. Uma outra forma de nós falarmos sobre as dores da alma, as aflições, que as causas podem ser anteriores a essa nossa existência, podem, fruto das experiências que vivemos e que não fomos bem-sucedidos e que nos marcaram profundamente. Outra causa pode ser a nossa eterna luta entre a personalidade que eu sou e o ser divino que eu quero ser, que eu quero dar expressão total, né? Porque nós somos seres divinos e estamos aprendendo a permitir que essa divindade se manifeste em nós. Mas muitas vezes nós estamos numa guerra, num conflito, porque o ser divino que há, que habita em nós, que é nossa nosso DNA, nos convida a alguns comportamentos que a personalidade não admite. exemplo, o da humildade, o da tolerância, o da indulgência, o da paciência, o da pacificação. E muitas vezes a minha personalidade é beligerante. Eu quero ter sempre razão. Eu quero conduzir tudo. Quero que tudo esteja da minha maneira, do meu modo, porque é a maneira correta, porque é assim que tem que ser. é a guerra da minha personalidade com o meu divino, com o Deus que habita em mim e que me convida a ser indulgente, a ser paciente. E muitas
porque é a maneira correta, porque é assim que tem que ser. é a guerra da minha personalidade com o meu divino, com o Deus que habita em mim e que me convida a ser indulgente, a ser paciente. E muitas vezes nesse conflito interno surgem essas dores que marcam a minha alma. Uma outra causa das dores das da alma pode ser aquilo que nós ainda não conhecemos a nosso respeito. E queung, aquele médico que desenvolveu a psicologia analítica, né, foi discípulo de Freud, num determinado momento se romperam, fizeram caminhos diferentes. E Yung traz pra gente o conceito, a compreensão que na nossa estrutura psíquica existe algo que ele denominou sombra, que é tudo aquilo que eu não conheço a meu respeito. E às vezes as pessoas acham que é tudo de ruim que eu tenho, não é o que eu não conheço a meu respeito. Pode ser ruim, mas pode ser bom. Se eu sou um ser que tem um DNA divino, eu tenho muita coisa boa em mim. ou principalmente em potencialidades de se tornar bom a depender das minhas escolhas. Então, aquilo que eu não conheço em mim, por eu não conhecer e não acessar, muitas vezes me comanda, me domina, dirige a minha vida. Por isso, conhecer-me é um processo, é um dos recursos terapêuticos para eu tratar da dor da minha alma, para que aquilo que eu não conheço e que por vezes me comanda, eu possa passar conhecer, dialogar e permitir fazer a escolha se vai me comandar ou não. Por exemplo, às vezes numa conversa alguém faz um comentário que me desagrada e a forma de fazer me faz relembrar um episódio de alguma experiência que alguém fez um comentário que me ofendeu, que me humilhou e eu como não percebi, não trabalhei, guardei aquilo lá no meu baú que eu não tenho acesso. A mesma experiência do desrespeito que eu vivi lá atrás, eu vivo agora com um comentário de alguém inocente que fez um comentário que eu não gostei. E a minha maneira de reagir é agressiva, é desproporcional, é colérica, porque na verdade o que tá me comandando, o que tá me conduzindo é esse sentimento que eu guardei, que eu
rio que eu não gostei. E a minha maneira de reagir é agressiva, é desproporcional, é colérica, porque na verdade o que tá me comandando, o que tá me conduzindo é esse sentimento que eu guardei, que eu coloquei lá no baú, que eu não acessei e que eu deixei lá sem acesso na sombra. e que agora tá me conduzindo e que me adoece. Por isso, colocar luz nesse baú que nós temos guardado é extremamente importante. Falado dessas possíveis causas, são só essas, Patrícia? Não existem tantas outras, mas o nosso tempo nos permite pensar algumas para que a gente, aqueles que tiverem interesse em se aprofundar ao assunto, existe uma série de conteúdos pra gente refletir e estudar. disponível, seja no YouTube, seja no canal da comunhão. Considerando essas causas, quais são então as principais dores da alma que nós podemos considerar na atualidade e nós as conhecemos bem, senão em nós, em alguém muito próximo. Uma delas é a solidão. E aqui nós não estamos falando de ausência de pessoas. Nós estamos falando da falta de conexão consigo mesmo. Porque, meus irmãos, Deus Deus nos fez completos. Nós não precisamos de ninguém para nos completar. E quantas vezes nós assistimos irmãos adoecidos porque o relacionamento se rompeu, porque o parceiro ou a parceira foi embora, porque ali naquele outro estava o meu símbolo, a minha, o meu objetivo de felicidade, de completude, por que que eu atribuo isso ao outro? Um dos motivos por estar muito desconectado de mim mesmo, porque tudo que nós precisamos, nós temos internamente. O que nos falta é acessar. E nós precisamos acessar para que nós possamos ser plenos na nossa relação uns com os outros, que é aí que nós nos completamos no propósito maior da nossa existência. Mas quando nós falamos daqueles que estão adoecidos pelo sentimento da solidão, nós estamos falando desse sentimento, dessa desconexão consigo mesmo, desse não reconhecer-se, porque somos nós que vamos nos acompanhar por toda a eternidade, não é isso? Quem vai estar comigo por toda a
estamos falando desse sentimento, dessa desconexão consigo mesmo, desse não reconhecer-se, porque somos nós que vamos nos acompanhar por toda a eternidade, não é isso? Quem vai estar comigo por toda a eternidade serei eu. Terei apoio, terei amigos, terei companheiros que vão me incentivar, vou me estimular. É verdade. Mas muitas vezes sou eu comigo mesma. Então aí nós vamos encontrar uma um outro adoecimento, né, uma outra dor da alma, que é a não aceitação de si mesmo. E não é aceitar-se, não é a Patrícia aceitar-se como Patrícia, não. É a Patrícia aceitar-se como um espírito imortal, filho de Deus. Porque se eu sou filha de Deus, eu sou filha do criador. Eu tenho acesso à sua herança. Eu tenho acesso a seus bens e tenho todas as suas habilidades potenciais dentro de mim. E quando eu não me aceito, eu me permito ser egoísta, vaidosa, ciumenta, intolerante, porque filha de Deus, eu tenho dentro de mim a potencialidade da humildade, da paciência, da compreensão, que vão exigir esforços da minha parte para que essas potencialidades se materializem na minha vida. Mas como eu não me aceito, ainda vivo a experiência da imaturidade, eu sofro e adoeço por isso. E dói, dói no meu espírito esse afastamento, essa inaceitação. Uma outra dor da alma na atualidade e que muitos de nós conhecemos também é a ansiedade. Querer controlar o futuro com a dificuldade imensa de viver o aqui e agora. O que é que nós temos senão este momento presente? É isso que nós temos. E se nós estamos aqui pensando que preciso voltar para casa porque eu tenho que fazer isso, fazer aquilo, deixei aquilo, deixei, eu estou perdendo a oportunidade desse momento único na minha vida que não vai voltar. E a possibilidade dos aprendizados e da experiência que esse momento traz na minha vida. Esse é o processo daquele que tá lá na frente preocupado com as coisas lá do futuro que nós não sabemos se vai chegar. com fantasmas de calamidades e catástrofes, porque nós temos uma habilidade enorme de alimentar o mal em nós, né? Eu falo
rente preocupado com as coisas lá do futuro que nós não sabemos se vai chegar. com fantasmas de calamidades e catástrofes, porque nós temos uma habilidade enorme de alimentar o mal em nós, né? Eu falo pro meu filho caçula, eu não sei se todas as mães são assim, mas quando ele sai e não diz onde tá, eu falo: "Meu filho, mãe é assim, ó, saiu, já acha que aconteceu um acidente, meu filho tá no meio, não sei o quê, aconteceu tudo de ruim com ele, né? Então você precisa me dizer onde você tá para eu poder amenizar essa essa essa ansiedade em mim, porque eu não tenho controle sobre a vida dele e menos ainda tô ali querendo controlar o futuro, olha, pensando na catástrofe, no acidente. E ele tá vivendo o momento dele presente. Isso adoece quem vive nessa condição, 24 horas. Os estudiosos vão dizer que no fundo desse adoecimento existe uma emoção ali a ser trabalhada profundamente que é a dona raiva. E fica para cada um de nós pensar se esses estudiosos têm razão ou não. Uma outra dor da alma que também conhecemos ou em nós ou em alguém muito próximo é o vazio existencial. Eu disse em alguns momentos que eu tive oportunidade aqui no atendimento fraterno, uma certa ocasião, eu recebi uma jovem, muito jovem, e ela olhou para mim de uma forma tão intensa e disse para mim: "Eu tenho um buraco aqui dentro". Eu não sei para vocês, mas a mim impactou profundamente de alguém com pouco mais de 20 anos olhasse e dissesse: "Tem um buraco e a minha vida não tem sentido nenhum." Porque o vazio existencial é esse vazio do propósito da vida. Que que eu tô fazendo aqui? Quando eu levanto cedo, me arrumo para ir pro meu trabalho, qual é o sentido de eu estar naquele trabalho? Qual é o sentido das coisas que eu sou convocada a fazer? Do documento que eu produzo, da pessoa que eu atendo, do ambiente que eu limpo? Qual o sentido disso paraa minha vida como espírito imortal nessa experiência? E para quem não parou para pensar sobre isso, eu faço um convite no canal da comunhão. Tem uma uma reflexão da Ana
limpo? Qual o sentido disso paraa minha vida como espírito imortal nessa experiência? E para quem não parou para pensar sobre isso, eu faço um convite no canal da comunhão. Tem uma uma reflexão da Ana Teresa Camasmi, o dia que ela teve ano, ela teve conosco ano passado aqui na casa e no domingo ela falou sobre propósito da nossa existência. Então quem tiver oportunidade assista, porque é importante nós entendermos e identificarmos qual é o propósito da nossa existência. Porque muitos de nós estamos em profunda dor e sofrimento por não ter reconhecido esse propósito. E quando nós não identificamos o propósito, o processo da vida parece ser sentido. Qual o sentido dessa dificuldade? Qual o sentido dessa limitação? Qual o sentido desse desafio? Se eu não consigo compreender o propósito, né? É isso que Nit falou. Quem entende o propósito consegue passar pelo processo. E depois Víor Frank fala algo semelhante do seu livro Em Busca de sentido. Aqueles de nós que entendemos o propósito, identificamos o sentido de existirmos, vamos ter a força e a coragem de vivermos as estações de outono e de inverno que nos visitam e nos desafiam. Com qual propósito? De alcançar o grande sentido da nossa existência. Diante dessas dores, fazemos o quê? O que que nós podemos fazer, não é? Nós temos algumas possibilidades terapêuticas e terapêutico é tudo aquilo que tem o propósito de nos curar. E quais são essas possibilidades? a luz da doutrina dos espíritos, já que vocês estão aqui numa casa espírita e o nosso olhar é a luz dessa doutrina alicerçado no evangelho de Jesus. À luz dessa doutrina, uma das maneiras de nós nos curarmos dessas dores, nós já sinalizamos lá atrás, é o autoconhecimento, conhecer quem somos, o que é que nós guardamos no baú que ainda nos governa, que ainda conduz os nossos atos. uma outra, um outro caminho, né, de cura. Se nós falamos que a não aceitação nos adoece, a aceitação nos cura. E a aceitação passa pelo abençoado processo do conhecimento, do autoconhecer-se.
os atos. uma outra, um outro caminho, né, de cura. Se nós falamos que a não aceitação nos adoece, a aceitação nos cura. E a aceitação passa pelo abençoado processo do conhecimento, do autoconhecer-se. Existe uma outra terapêutica que todos nós conhecemos, já ouvimos falar e muitas vezes falamos e falamos da boca para fora. O amor como terapêutica. Amar é profundamente terapêutico. E Jesus nos ensinou isso quando nos ensinou o valor da caridade, quando nos ensinou a ir ao encontro daquele que sofre. Hoje, no atendimento fraterno com uma pessoa que estava em outro estado, ela falou, contou um pouco da história dela, eu disse para ela: "Obrigada, porque a sua história ajuda a curar as minhas feridas". É assim que a gente vai se curando. À medida que nós temos contato, nós nos permitirmos, nos permitimos ser remédio na vida do outro, nós vamos aprendendo a curar as nossas próprias feridas. Quando nós visitamos a dor e a dificuldade alheia, a caridade moral e a caridade material são recursos terapêuticos para aqueles que estão adoecidos, seja no ambiente religioso ou não. Quantos ateus estão engajados em processo e projetos riquíssimos de altruísmo, de cuidado com o outro, de promoção na vida do outro, de bem-estar na vida do outro. Isso é uma conduta terapêutica. E eu costumo brincar que os espíritos não me ouçam, que às vezes a gente faz isso por interesse até a gente aprender a consolidar esse aprendizado em nós e passar a fazer por bondade. Porque o Emanuel, o espírito que orientou a vida de Chico Xavier na Terra, ele fala que antes da espontaneidade da bondade em nós, é necessária a disciplina. Então nós vamos repetindo por disciplina, por hábito, até que isso se incorpore em nós. Então a gente inicialmente começa a fazer o bem porque tem interesse em se curar até que isso esteja tão consolidado em nós que nós passamos a fazer em favor do outro. E aí vem o verdadeiro bem que cura, que sara as nossas dores. Dentro da casa espírita, nós temos outros recursos. Esse que vocês vão receber daqui a
em nós que nós passamos a fazer em favor do outro. E aí vem o verdadeiro bem que cura, que sara as nossas dores. Dentro da casa espírita, nós temos outros recursos. Esse que vocês vão receber daqui a alguns breves minutos, que é o passe. O passe é uma outra terapêutica, é a troca de energia, é recebermos as energias bemfazes que a espiritualidade preparou para cada um de nós. Na prece inicial, nós agradecemos aos amigos espirituais que nos ajudaram a estar aqui, nos acompanharam ao longo de toda a semana, ouviram os nossos clamores, os nossos desejos, ouviram as nossas dificuldades. E amorosamente, pela misericórdia do Pai, pelo amor de Jesus e pela intercessão de tantos irmãos que estão do outro lado da vida torcendo por nós, trabalharam para que nós estivéssemos aqui e trabalham com as equipes desse grupo que vocês vão receber o passe para que vocês recebam a energia que cada um necessita de forma singular, porque é assim que a espiritualidade trabalha. Cada um aqui quando entrar na cabine de passe vai receber exatamente aquela energia que necessita. E cada um vai fazer o bom ou mau uso dessa energia de acordo consigo mesmo. Essa é uma outra terapêutica, é um outro recurso de tratamento para as nossas dores. A outra maneira que vocês estão fazendo aqui é a evangelização do pensamento. É disciplinar o nosso pensamento à luz do que Jesus nos ensina. Evangelizar o pensamento para evangelizar o sentimento, para evangelizar o nosso agir, transformando-nos. Essa é uma outra forma de curarmos as nossas doenças da alma. E o cultivo das nossas emoções, não brigar com elas. Hoje me enraiveci com alguém no trabalho. Para, respira, reconheça que você está com raiva. Busca olhar para você e ver o que é que foi que provocou essa raiva em você. Não finja que ela não exista. Não se coloque numa posição que você não é, que você não está. Tenha contato com essas emoções. E ter contato com as emoções não quer dizer que eu tenho direito de utilizar da minha raiva para agredir o outro, não. Mas eu tenho o dever para
é, que você não está. Tenha contato com essas emoções. E ter contato com as emoções não quer dizer que eu tenho direito de utilizar da minha raiva para agredir o outro, não. Mas eu tenho o dever para comigo que estou no processo de transformação e aprimoramento, de reconhecer que há raiva em mim, que habita muita raiva em mim, outras tantas emoções e que elas necessitam ser evangelizadas, que elas necessitam ser orientadas, que elas necessitam ser canalizadas, porque a raiva me dá energia, me dá disposição, me dá vigor, que eu posso usar essa energia, esse vigor em favor do outro. Porque nós dissemos aqui que a caridade é terapêutica. O colocar-me a serviço do outro é terapêutico. Como diz Paulo de Tarso, o gastar-me, deixar-me gastar é terapêutico. E para isso eu preciso saber manejar tudo e todos que habitam dentro de mim e que habitam dentro de mim me oferecendo experiências para que eu seja uma criatura melhor, para que o divino que há em mim possa se manifestar em plenitude à medida em que eu me permitir evangelizar-me, que eu me permitir conhecer-me, que eu me amar e que eu usar esse amor que eu tenho por mim e multiplicá-lo em favor de todos aqueles que caminham ao meu redor. Então, nós podemos dizer que as dores da alma são estações que, por vezes, muitos de nós visitamos num convite para que nós nos tornemos pessoas melhores. Porque muitas vezes se nós não formos visitados pela dor, nós ficamos estagnados. Então, um dos recursos que o criador tem para nos fazer caminhar rumo à casa do Pai, de volta paraa casa do pai, é por meio da dor. Todos são assim? Não, alguns de nós não fizemos essa trajetória, colhemos outro caminho, mas a grande maioria de nós escolhemos e pedimos a Deus todo dia, por favor, me mande a professora Dor para me ensinar a voltar pro caminho da comunhão, da retidão, da vivência com as leis soberanas da vida. que nós possamos alimentar em nosso coração a certeza, a convicção absoluta de que ainda que doa e doa muito em nós, essa dor vai passar e ela vai passar no
da vivência com as leis soberanas da vida. que nós possamos alimentar em nosso coração a certeza, a convicção absoluta de que ainda que doa e doa muito em nós, essa dor vai passar e ela vai passar no momento em que ela realizar em nós a mudança que ela se propôs a fazer nas nossas vidas, que nós tenhamos a coragem, o bom ânimo e a alegria de viver essas estações de outono e inverno na nossa jornada, com a confiança de que Jesus é o serineu que nos acompanha. E quando fica pesado demais, quando fica difícil demais, é ele que nos ajuda a conviver com isso que ainda dói e dói profundamente dentro de nós. Que Jesus os fortaleça, os guarde e os ampare nas suas jornadas de todos os dias. E para fazer a nossa prece final, tinha um livrinho de prece ali em cima do livro do da mesa e eu abri aqui. Então é do irmão José A prece, a psicografia de Carlos Patielli e ele fala pra gente da vitória. Olha que bom, nós lemos a mensagem inicial da consciência, do nosso esforço pela transformação moral. E agora então vamos pedir a Jesus que nos fortaleça na nossa vitória de consolidar essa transformação das nossas vidas. Mestre, induz-nos a lutar e a lutar sempre pela vitória de nossos ideais. Não nos deixes desertar do campo de batalha, onde o espírito se enobrece. Que possamos honrar todos os nossos compromissos e cumprir com todos os nossos deveres. Por mais difícil a peleja, não batamos em retirada, empreendendo fuga de nós mesmos. Que cada dia seja para nós oportunidade de testemunhar a fé que depositamos em ti. Que não nos rivalizemos com nenhum de nossos irmãos e nem os consideremos na condição de adversários a vencer. Os limites a superar estão dentro de nós. Auxilia-nos, Senhor, a combater o bom combate com as armas do bem e da paz. Sob o teu estarte augusto e soberano, venceremos. Que Deus nos abençoe, nos guarde hoje e sempre. E eu peço que enquanto vocês aguardem nossa irmã chamar pro passe, se mantenham em oração, mantenham os celulares desligados para que não haja nenhum desconforto incômodo de tocar
uarde hoje e sempre. E eu peço que enquanto vocês aguardem nossa irmã chamar pro passe, se mantenham em oração, mantenham os celulares desligados para que não haja nenhum desconforto incômodo de tocar dentro da cabine e continuem de mãos dadas com os amigos espirituais que os trouxeram aqui para bem receber todo o cuidado que os nossos irmãos estão preparando na cabine para cada um de vocês. Uma boa noite. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. [música] Entrando em sintonia com o [música] nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao [música] reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra,
Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do [música] Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos [música] se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. [música] Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas [música] dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, [roncando] graças a Jesus e assim seja.
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