O IDOSO E O ENVELHECIMENTO ATIVO - Patrícia Torres [2º SEMINÁRIO SOBRE ENVELHECIMENTO]

Comunhão Espírita de Brasília 23/10/2025 (há 5 meses) 1:11:25 563 visualizações

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Transcrição

Por estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando a ti. Obrigada. Comunhão espírita de Brasília. >> Boa noite, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós aqui do salão. Aqueles que estão nos assistindo pelos meios de comunicação da comunhão, sejam todos muito bem-vindos. Nós estamos no segundo seminário do sobre o envelhecimento. Que coisa boa, né? A gente poder falar desse envelhecimento nosso, né? que é envelhecimento de todos nós. Então vocês sejam muito bem-vindos a esse nosso momento. E para começar, nós vamos fazer nossa prece para poder pedir a Jesus, a Deus, a Dr. de Menezes para que ele possa nos abençoar e mandar uma chuva de boas energias paraa Patrícia, que ela é a palestrante de hoje e para aqueles todos que tá sofrendo da solidão da velice ou aqueles que estão já sofrendo porque já acha que estão ficando velhos, né? Às vezes teve alguém que falou assim: "Ah, eu tô muito velha. Quantos anos?" "4 anos. quer dizer, e eu quer dizer, mas cada um tá achando, tá na sua idade achando se tá muito ou pouco, né? Mas como o nosso palestrante de segunda disse, o Maurício, eh, a gente nasce e já começa a envelhecer e quando chega mais no final a gente já tá preparando para ficar novo de novo. Eu fiquei tão feliz com isso que vocês nem imaginam, porque eu já estou naquela faixa de preparar para ficar nova. Quer dizer, então a gente todos os momentos a gente tem que aproveitar, né, eh, nesse processo de envelhecimento e com a certeza de que daqui a pouco nós estamos voltando novos, novos, novos com dois meses, três meses, um ano. Então, tá, que a gente possa aproveitar o momento que nós estivermos aqui para fazer o melhor, para sermos o melhor enquanto estamos

os voltando novos, novos, novos com dois meses, três meses, um ano. Então, tá, que a gente possa aproveitar o momento que nós estivermos aqui para fazer o melhor, para sermos o melhor enquanto estamos tendo essa oportunidade. Então vamos fazer nossa prece, mas a gente vai convidar uma pessoa para fazer a prece por todos nós, que é a diretora do diretoria de atendimento e orientação, Evani Bueno. Tá com você, Vani. Boa noite a todos. É com uma imensa alegria que estamos no segundo ano do seminário do envelhecimento pela nossa diretoria de orientação e atendimento. Então vamos agradecer ao pai e pedir a Jesus. Divino Mestre, pousa tuas luz sobre nós, teus irmãos menores. Abençoa os nossos passos, perdoa as nossas fraquezas, enriquece-nos com os fluído de amor e paz. Que possamos ser melhores a cada dia que passa, mais humildes, mansos e generosos, e que saibamos perdoar. para que um dia possamos conhecer a dádia do amor. E nesse momento, querido Jesus, envolva todos nós, os nossos familiares, a família universal nesse aconchego, nesse acolhimento, trazendo para nós esse bem-estar, esse otimismo de continuar trilhar a nossa jornada. rumo à pátria maior e que jamais desistimos, seja em que anos estejamos no ano físico, no ano da terra, pois sabemos que vamos continuar, que vamos retornar novamente e que estejamos num aprendizado e que esse esse aprendizado possa nos fazer melhor, que possamos ter e sentir com alegria de quando a gente tinha 20, de quando a gente tinha 30. Então, que nós possamos hoje estar na melhor idade, mas com vigor no nosso espírito divinte de alegria, de otimismo, de resiliência. Então, por isso pedimos Jesus ser conosco hoje e sempre. Muito obrigada. Bom, amigos, o tema de hoje, nosso, esse nosso evento começou segunda. Segunda foi Maurício Core. Ontem foi do José Carlos e hoje é a Patrícia Torres, trabalhadora da casa. Ela vai falar para nós o idoso e o envelhecimento ativo, envolvimento social e auto e autonomia. Então, a palavra tá com ela.

Ontem foi do José Carlos e hoje é a Patrícia Torres, trabalhadora da casa. Ela vai falar para nós o idoso e o envelhecimento ativo, envolvimento social e auto e autonomia. Então, a palavra tá com ela. Obrigada. Boa noite. Eh, é motivo de imensa alegria estar aqui nessa noite compartilhando com vocês uma um mergulho. Então, nosso convite para quem está aqui no salão, pros desencarnados que aqui também estão conosco e para aqueles que nos acompanham pela TV Comunhão, aqueles que vão nos acompanhar oportunamente, é que nós possamos respirar profundamente e partir pro mergulho que nós vamos fazer nesses breves minutos. Ao longo do tempo de preparação do convite até o dia de hoje para que nós estivéssemos aqui, nos foi dada a oportunidade de ter contato com algumas reflexões que nós trazemos aqui para partilhar com vocês. E essas reflexões elas são permeadas de emoção. Nós vamos falar aqui com vocês de alma para alma e nós vamos por várias vezes fazer referência a C Gstav, que quando ele fala que a gente domine as teorias que for, mas quando a gente estiver em contato com outro ser humano, que seja alma com alma. E é esse esforço que nós vamos fazer aqui de ter esse contato próximos uns com os outros, falando daquilo que tá fundo no nosso coração, que nos propõe aqui refletir. Flávio, se você achar que tá batendo muito a minha respiração, pode consertar que tá dando um barulho, né, que tá tá incomodando, então não fica bom para vocês. E aí a gente pede socorro lá pros meninos para nos ajudar, pra gente não perturbar. Aí melhorou, né? Acho que melhorou. Bom, então nós vamos falar da emoção desse estudo e é essa partilha que nós vamos mostrar aqui. Eu acho que melhorou, Flávio. Eu acho que deu uma melhorada, não foi? O som acho que melhorou. Parou de bater. É. Então vamos lá. Você diz o que eu tenho que fazer. Eu faço. >> Pode continuar. >> Posso continuar? Beleza. Então, nós vamos falar hoje da vida. O nosso tema aqui é para falar da vida e de uma vida que flui, de uma vida que corre, de uma vida que

azer. Eu faço. >> Pode continuar. >> Posso continuar? Beleza. Então, nós vamos falar hoje da vida. O nosso tema aqui é para falar da vida e de uma vida que flui, de uma vida que corre, de uma vida que segue, de uma jornada. É isso que nós vamos falar aqui, dessa jornada que flui como o rio, como o mar, como a estrada e numa referência que nós ouvimos na segunda e ontem, as estações, assim é a nossa vida. E é disso que nós viemos falar aqui hoje, dessa vida que não é possível reter. Já pensaram como reter o tempo? Ao longo dos estudos que nós fizemos para compartilhar aqui com vocês hoje, nós nos deparamos com com essa condição, como reter? Há momentos em algumas outras fases da minha vida que eu cheguei a pensar assim: "Ai, seria tão bom se eu tivesse 20 anos, se eu voltasse a ser criança?" E aí nós ficamos pensando, já imaginaram se Jesus quando esteve aqui conosco, tivesse parado na infância? Já imaginaram? Chico Xavier parado nessa fase da vida, se a gente não tivesse podido conviver e aprender com ele tudo que a Jornada da Maturidade trouxe, Divaldo Pereira Franco, se não tivesse continuado a jornada do espírito. E aí, nessa caminhada, Yung, se Jung não tivesse aos 85 anos começado a escrever alguns registros do livro vermelho, escreveu até cerca de 15 dias antes de desencarnar. E Osvaldo Montenegro. E aí aqui eu trouxe algumas alegrias da minha alma, alguns afetos. Esse artista que eu admiro profundamente, não sei se vocês compartilham comigo, mas o que seria da arte, das mensagens, das expressões dos do espírito que o Osvaldo Montenegro nos oferta por meio das suas canções? Como reter o tempo? como nos paralisar. Eu queria ter colocado aqui a minha foto criança. Aí meu filho falou: "Mãe, você não vai fazer isso não? Você não vai fazer isso não? Mas e se eu tivesse parado lá na minha infância? As experiências que eu deixaria de ter vivido, as oportunidades de crescimento que eu não teria experimentado na minha vida? Então essa é a vida que nós não podemos reter,

parado lá na minha infância? As experiências que eu deixaria de ter vivido, as oportunidades de crescimento que eu não teria experimentado na minha vida? Então essa é a vida que nós não podemos reter, que precisa fluir. E ela flui de um jeito, como diz o Osvaldo nessa música. Ele diz que hoje, ah, hoje eu me tornei mais leve, sabendo que não importa mais o que o mundo pensa do que eu penso, dispenso o que ficou para trás. Só quero que os novos sorrisos, só quero que os novos sonhos ajudem a quem eu quero bem. E sem o peso da vaidade, a gente pode ir mais além. Como é que alguém se desprende da vaidade se não pelo aprendizado de cada dia das experiências? Olha só esse artista falando paraa nossa alma. Hoje sei que meus começos só vêm se eu aceitar o fim e as flores que voaram dos meus sonhos vão crescer noutro jardim, porque a gente oferece a experiência, oferece o aprendizado. Hoje eu ando sem as mágoas que pesam na hora de andar. Porque aprendi e a dor que não passou, passo adiante. Porque na vida tudo vai passar. A quem eu amo e vejo triste, agora eu só posso dizer, garanto que o melhor da vida ainda vai acontecer. Esse é o asfalto falando pra gente dessa jornada que a doutrina dos espíritos nos diz, a jornada do espírito imortal. dessa forma, nos lembrando que não é para reter. A vida é para fluir, a vida é para seguir. As estações da vida são para acontecer, são para seguir em frente. E aqui se falou muito na segunda com o Maurício, como a Rute falou ontem, o José Carlos, por vários momentos, eles falaram pra gente sobre esses ciclos da vida. E nós não vamos retomar o que eles falaram para convidar a todos a voltar lá e ouvi-los, tá? Lá no YouTube, pra gente poder ir juntando tijolinhos dessas reflexões acerca da proposta do envelhecimento que esse seminário traz. Mas a Ana Teresa Camasmi, que esteve aqui na nossa casa em agosto e também tá lá no YouTube para quem quiser se aprofundar no que nós vamos brevemente comentar aqui, ela trouxe pra gente que a logosofia,

a Ana Teresa Camasmi, que esteve aqui na nossa casa em agosto e também tá lá no YouTube para quem quiser se aprofundar no que nós vamos brevemente comentar aqui, ela trouxe pra gente que a logosofia, e aí nós vamos trazer um pouco da perspectiva da psicologia analítica ou a psicologia e a doutrina dos espíritos convergem na assertiva de que a vida possui ciclos ou fases. por exemplo, a logosofia. E ela vai nos explicar lindamente, tá lá no YouTube, na nossa nosso encontro sobre família, dessas quatro fases da vida que a Logosofia nos apresenta e vai dizer que nós vivemos ao longo da nossa vida, da nossa existência, nós vamos viver quatro grandes crises que a primeira crise vai do da primeira infância. até os 21 anos, que é a crise da identidade, onde nós, muitos de nós aqui já passamos por ela, onde nós vamos construindo quem nós somos, onde a gente se pergunta quem eu sou no mundo. Meu filho, há um tempo atrás, com 15, 16 anos, meu filho mais velho, um dia ele me fez a seguinte pergunta: "Mãe, como é que eu sei o que é meu e o que é de vocês? O que eu quero e o que eu quero porque vocês querem para mim é a construção de quem sou eu. Eu vou me constituindo como indivíduo. É o ego, esse soldado que nos protege se organizando e se estruturando. Nós temos uma outra grande crise que é dos 21. E essas idades, gente, elas são didáticas, tá? Elas são só pra gente se organizar, não é algo matemático, apesar de que a matemática não é tão exata assim, mas não é algo tão eh fixo, não é rígido essas datas, mas é pra gente ter uma noção. Então, dos 21 aos 28 anos, nós vivemos uma outra crise. É a crise dos talentos. Qual é o meu talento, né? Qual é o meu dom? Qual é a minha habilidade? E é uma fase de definições também. Crise, eu tenho uma amiga que diz, é só tirar o S que a gente entende que crise é criar. Então é momentos de processos de mudança para que a gente crie, para que a gente renasça, para que a gente se constitua. Uma o terceiro momento da crise seria dos 28 aos 35 anos.

de que crise é criar. Então é momentos de processos de mudança para que a gente crie, para que a gente renasça, para que a gente se constitua. Uma o terceiro momento da crise seria dos 28 aos 35 anos. Aí a logosofia vai nos falar que é a crise da autenticidade. O que que é verdadeiro para mim? Depois nós vamos ter uma outra crise a partir dos 40 anos, a crise existencial, uma virada interna, não necessariamente uma mudança fora, mas é uma mudança dentro, uma virada de chave, uma mudança de rota. Alinhar a rota aos desígnios divinos. É uma fase de amadurecimento moral. Aqui o ser humano entendeu o que veio fazer nesse mundo. A psicologia analítica. Para alguns o símbolo é um iceberg, para outros essa cebola em camadas, porque essa é a proposta que a gente vá se desvendando das camadas. Paraa psicologia analítica. O Yung vai dizer isso. Na primeira metade da vida, nós somos energia, vivemos para o mundo fora, construindo a nossa a nossa organização do mundo. A exemplo do que a Logosofinha falou de de identificar a profissão, a identidade pessoal, profissional, sexual. E na segunda metade da vida, que Yung chama de metanoia, é a fase da virada de chave, é a fase do voltar para si. E eu tenho uma professora e eu vou mencionar algumas reflexões deles, é o casal, a Simone e o Valdemar Magalde, que são unguianos e nos propõe algumas reflexões e eles falam sobre envelhecimento. E a Simone fala que essa fase que Jung denomina metanoia é o início do processo da individuação. Até a metanoia, nós somos voltados pro mundo externo. A partir da segunda metade da vida, a gente se volta para dentro, buscar o si mesmo, realizar o si mesmo. Sabe aquele ego que se constitui na primeira crise, da primeira jornada do zero aos 21 anos? O soldado a partir da segunda metade da vida que se inicia entre os 40 e 50 anos, esse soldado está a serviço do selfie, está a serviço da divindade. Esse eu voltar-se para dentro. voltar-se para si, transmutar os valores da existência do ter e parecer para o ser.

os 40 e 50 anos, esse soldado está a serviço do selfie, está a serviço da divindade. Esse eu voltar-se para dentro. voltar-se para si, transmutar os valores da existência do ter e parecer para o ser. É aquela virada de chave em que chegar a velice pleno de si mesmo, cheio de si mesmo, mas o si mesmo a serviço da divindade. E a luz da doutrina dos espíritos, o que é que nós vamos ter como fases da vida? Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre. Essa é a jornada do espírito imortal. Também foi uma grande alegria aprender com o Maurício que nós estamos nos preparando pro novo. A medida que evolui a a idade cronológica, nós vamos nos preparando pro renascer, no entanto, progredindo sempre, porque essa é a lei. E aí este que entendeu que a jornada é de progresso, que a jornada é do ego a serviço do selfie, é estar cheio de si, é transmutar o ter e o parecer pelo ser. A vida nos convida a nos constituir como a figura arquetípica da da psicologia analítica. do velho sábio. Quem é o velho sábio? O velho sábio é aquele que na jornada da vida foi angareando experiências, foi angareando conhecimentos, foi angareando conteúdos que o permitem transformar essas experiências, esses conhecimentos em sabedoria. Então é aquele que nessa jornada, no a serviço da divindade é paciente, é conselheiro, orienta. Quando nós pensamos no arquétipo do velho sábio, nós lembramos do pai da parábola do filho pródigo. O filho volta para casa, o pai olha aquele filho vindo correndo. E aquele ancião que anda calmamente, que é paciente, tem um impulso de energia e corre para receber aquele filho e o aponta, não angareou experiências para se dar conta de que aquele que ainda está no início da estrada cai, se equivoca, por isso é paciente, por isso compreende. O processo da nossa caminhada é para que nós possamos realizar isso. Senão nós nos tornamos aquele caricato que aos 60, 70 anos é a caricatura do adolescente, né? descolado das experiências porque não reconhece a beleza da da do ciclo da

que nós possamos realizar isso. Senão nós nos tornamos aquele caricato que aos 60, 70 anos é a caricatura do adolescente, né? descolado das experiências porque não reconhece a beleza da da do ciclo da vida que está vivendo. E nós não estamos aqui para romantizar esse momento do envelhecimento, como a Rute comentou, que começa desde o nosso processo de maturação no útero da mãe, não? Qual é a melhor fase da vida? é a que nós estamos vivendo, cada um na sua fase. Mas o propósito desse seminário é nos fazer pensar como o tema central do seminário, que envelhecer é o coroamento da reencarnação. Alguns não passam por esse processo, não nessa jornada. E outros de nós estamos tendo a oportunidade de passar por ele com esse convite de nos tornarmos, de construir em nós o arquétipo, materializar em nós do velho e da velha sábia, o educador, o conselheiro, o orientador, aquele que na casa espírita reconhece o momento de orientar os mais jovens, de desapegar-se da tarefa, de orientar os que estão chegando e passar o bastão. O nosso irmão Aroldo Dutra Dias, o expositor espírita de Minas Gerais, ele fala que a vida nós vamos, é como aquela corrida de obstáculos que a gente tem um bastão e nós vamos passando porque a vida flui e nós vamos passando. nós vamos compartilhando a nossa experiência e outros vão agregando mais experiência e aí nós vamos realizando o nosso propósito reencarnatório. Então, o velho sábio também sabe a hora de recolher-se, deixar ir desapegando-se, né? Eu sou o dirigente do grupo mediúnico e não daqui ninguém me tira, eu sou o trabalhador. E por vezes não permite que a vida se transmute, se renove e que o tijolinho seja incorporado ao trabalho para que outras experiências cheguem. Esse é o velho sábio. É o nosso desafio. Esse é o ego a serviço do self. na proposta de construção. E aí, nesse com essa esse com esse olhar, com esse contexto, nós podemos propor, convidar a pensarmos o envelhecimento como uma bênção. Muitas vezes nós encontramos pessoas que têm medo.

e construção. E aí, nesse com essa esse com esse olhar, com esse contexto, nós podemos propor, convidar a pensarmos o envelhecimento como uma bênção. Muitas vezes nós encontramos pessoas que têm medo. Nós já ouvimos aqui, acho que a Rute vai lembrar quando nós pensávamos ano passado esse esse esse seminário, alguém diz: "Ah, eu nem vou lá porque eu não tenho nada a ver com isso. Eu não tô envelhecendo, sou velho, >> não sou velho, nem vou lá, sou velho." O envelhecimento é uma bênção. Então, a alimentar em nós o medo ou a tristeza é enfraquecer o nosso a nossa bateriazinha, como o Zé Carlos falou ontem, né, dessa desse nosso tempo, dessa nosso nosso fluido, dessa nossa energia para essa jornada. Muitos tememos as rugas, as limitações, as perdas. E aqui até o Maurício comentou nada contra as cirurgias plásticas. E aí eu volto pro Magalde, pro Valdemar Magalde, quando ele diz: "Nada contra realmente as cirurgias plásticas, mas nos atenhamos para aqueles rostos plastificados, porque o plástico não permite a troca. Aí nós não somos mais alma trocando com alma, porque o plástico é impermeável. Vejam o simbolismo disso. Então eu me paraliso no processo de fluir. Então nada contra a cirurgia. Mas observemos que a vida flui, as rugas aparecem, sim, as transformações acontecem. Chegue em casa, olhem lá as fotografias anteriores de vocês. É o processo da vida. E o espiritismo nos convida a pensar que envelhecer é sim uma bênção. É o sinal de que tivemos tempo para aprender, amar, servir e amadurecer. O corpo envelhece sim, ele se transforma. Mas o espírito, o espírito permanece sempre aprendendo e evoluindo. E nós vamos voltar rapidamente lá na questão 83 do livro dos espíritos. Kardec pergunta assim para os espírit para os espíritos: "Os espíritos têm fim? Compreende-se que o princípio que eles emanam seja eterno. Ou seja, o princípio é eterno, é Deus, a inteligência primária. Mas o que perguntamos, que Kardec tá explicando a pergunta, né? é se a sua individualidade terá um termo e

que eles emanam seja eterno. Ou seja, o princípio é eterno, é Deus, a inteligência primária. Mas o que perguntamos, que Kardec tá explicando a pergunta, né? é se a sua individualidade terá um termo e se num dado tempo mais ou menos longo, o elemento que são formados vai se desagregar e não retornará à massa que saiu, como acontece com os corpos materiais. É difícil compreender que uma coisa que não teve começo, uma coisa que teve começo, não tenha fim. Isso é Kardec, viu, gente? curioso, investigativo, querendo compreender. E esse deve ser o nosso comportamento também diante de tudo que nos fala, querendo compreender, submeter à luz do nosso discernimento. E aí os espíritos respondem para Kardec: "Há muitas coisas que vocês não compreendem, porque a vossa inteligência é limitada, mas isso não é razão para que repilas, para reperir as verdades. O filho não compreende tudo que o pai compreende, nem o ignorante tudo que o sábio compreende. Nós te dizemos que a existência dos espíritos não tem fim. Então, não somos nós que estamos inventando. Os nossos irmãos do outro lado da vida estão nos dizendo: "Olha, nós tivemos um começo, mas não temos fim". E aí Kardec pergunta: "Mas a alma pode, ela é independente do princípio vital?" Lá na questão 136. E os espíritos respondem: "O corpo não é mais que o involtório". Nós estamos repetindo aqui o que o Maurício e o Zé Carlos falaram ontem. O corpo é a veste, é o envoltório. Mais um questionamento de Kardec. Unindo-se ao corpo, o espírito se identifica com a matéria? Eles repetem pacientemente: "A matéria é apenas o envoltório do espírito, como o vestuário o é do corpo. Unindo-se a este, o espírito conserva os atributos da natureza espiritual. Então, vai chegar uma hora. Ontem o Zé Carlos fez a metáfora do corpo com a roupa e o Maurício fez com o computador, com o hardware. Chega uma hora que desgasta, que se transforma, a roupa vai pro ir, o computador já não flui, já não responde, a tecnologia já mudou, já avançou e é preciso trocar de roupa. E

putador, com o hardware. Chega uma hora que desgasta, que se transforma, a roupa vai pro ir, o computador já não flui, já não responde, a tecnologia já mudou, já avançou e é preciso trocar de roupa. E aí nós deixamos esse corpo e vamos usar uma nova veste, um novo corpo. Esse é o processo, o envelhecimento. É por isso que nós falamos que envelhecer é do corpo, da matéria que se transforma. Porque os espíritos dizem isso para Kardec, tudo aquilo que nos parece destruição ou degradação, como é algo que a gente vê na explicação sobre envelhecimento ao nível molecular, é uma degradação. Tudo isso que nos parece degradação, os espíritos vão dizer, não é mais que transformação. Podemos nos pensar em refletir sobre isso se a gente visitar lá o capítulo quarto da segunda parte do livro dos espíritos, que todos estão convidados a ler. O desgaste físico e orgânico, o envelhecer são processos do corpo físico que é material e tá sujeito a essa transformação. Mas ao longo das experiências na carne, ao longo das nossas jornadas aqui nesse corpo material, nesse nosso ir e vir, o espírito vai adquirindo experiências. É a fase das colheitas. E nós vamos citar aqui, como Maurício fez na segunda-feira, Jesus conversando com Simão o Zelote, que era um dos mais velhos dentro do colégio apostólico. E num determinado momento os jovens, né, estavam lá falando da da força, da vitalidade deles para fazerem algumas coisas e meio que provocando lá aqueles que eram mais lentos, que não tem pressa de andar, velho sábio que sabe que não precisa correr. E eles provocavam ali no colégio apostólico, dentre os 12. E Jesus lá no livro Boa Nova, registrado por Humberto de Campos, vai dizer assim: "A vida, a vida na sua expressão terrestre é como uma árvore grandiosa. A infância é a sua ramagem. A mocidade se constitui de suas flores perfumadas e formosas. A velice é o fruto da experiência e da sabedoria. Olha o velho sábio aí de novo. A ramagem é uma esperança, a flor é uma promessa e o fruto é a realização.

stitui de suas flores perfumadas e formosas. A velice é o fruto da experiência e da sabedoria. Olha o velho sábio aí de novo. A ramagem é uma esperança, a flor é uma promessa e o fruto é a realização. É por isso que nós dissemos que envelhecer é a realização da reencarnação. A velice não é o fim, ela é o período final da encarnação, a transição natural, a preparação pro retorno à vida espiritual e depois para a vida corporal, numa nova existência, nesse ir e vir. Esse é o sentido central do nosso seminário. Envelhecer não é parar de viver, é mudar o modo de viver. É trocar o ritmo da pressa pelo compasso da sabedoria. é olhar para trás com gratidão e paraa frente com serenidade. O idoso que reconhece a sua missão e continua se dedicando ao bem é uma luz viva no mundo e ele mostra que a vida é eterna e o amor, o amor não envelhece. E aí, se nós estamos pensando o envelhecimento como bênção, e a nossa proposta aqui é um envelhecimento ativo, e nós estamos falando que nós aprendemos sempre, nós vamos e voltando, nós estamos nesse processo de maturação. O que que é o envelhecimento ativo se não permanecer em movimento? se não permanecer mobilizando-se. E aí alguns podem pensar assim: "Mas Patrícia, eu tenho as minhas fragilidades motoras, Patrícia, eu já não posso, eu já eu tenho algumas eh fragilidades cognitivas." E aí nós vamos convidar a todos a conhecer uma figura que no meu coração é muito cara, que é Jerônimo Mendonça. Jerônimo Mendonça, chamado Gigante Deitado no Movimento Espírita tinha uma doença e então ele não se movimentava do pescoço para baixo. Além disso, ele tinha uma doença que elevava muito a temperatura dele. Ele tava sempre com ventiladorzinho ligado perto. E ele era filho, ele tinha alguns irmãos, eu não vou me recordar o número exato agora. E uma certa feita, a mãe dele virou para ele e falou assim: "Meu filho, você é o único paralítico dentre os meus filhos e você é o único que não para dentro de casa. Eu nunca sei por onde você anda. E aí ele diz: "Mãe, a minha paralisia é do

ele e falou assim: "Meu filho, você é o único paralítico dentre os meus filhos e você é o único que não para dentro de casa. Eu nunca sei por onde você anda. E aí ele diz: "Mãe, a minha paralisia é do corpo, não é do espírito. Jerônimo, e eu quando tive numa casa lá no Riacho Fundo, uma senhora sentada falou assim: "Eu conheci Jerônimo Mendonça, vim aqui pra rodoviária de Brasília numa comb. Ele era trazido numa combi, preso ali numa cama. Ali ele atendia as pessoas, ele falava das aflições da vida, das dificuldades. Por que que nós estamos falando disso? Porque sim, é possível manter-se ativo em movimento se nós transcendermos o nosso entendimento e olharmos pro que nós estamos falando aqui e pensarmos como espíritos imortais que somos. Muitos de nós talvez tenhamos sim limitações físicas, cognitivas e fazem parte do que o Maurício Zé Carlos falou ontem, do nosso projeto reencarnatório, do nosso processo de nos acertarmos com a consciência cósmica. No entanto, essas limitações são do corpo, como disse Jerônimo Mendoza, não do espírito que pode e deve permanecer-se ativo. E é aquele que não vive nessa jornada nas limitações físicas e cognitivas. O convite é engajar-se. Engajar-se em muitas atividades para as quais são verdadeiras paraa sua alma. Ontem o Zé Carlos falou: "Olha, nós não nos aposentamos na vida porque as pessoas acham que envelhecer é aposentar, não é aposentar-se da vida. Há tanto que fazer." E aí nós podemos perguntar: "O que é que nós podemos fazer?" Uma certa feita, a minha terapeuta comentando comigo que tinha visto uma uma matéria de um senhor que aos 90 anos tinha concluído o curso de medicina e o repórter com uma certa indelicadeza perguntou para ele assim: "Mas por que que o senhor nessa altura da vida, foi fazer medicina?" E ele responde pro repórter: "Porque eu devia isso à minha alma. O que que nós estamos devendo à nossa alma? Façamos. Se nós não estamos vivendo os desafios das limitações cognitivas e físicas e motoras que nos impedem a fazer alguns

que eu devia isso à minha alma. O que que nós estamos devendo à nossa alma? Façamos. Se nós não estamos vivendo os desafios das limitações cognitivas e físicas e motoras que nos impedem a fazer alguns movimentos, atendamos aos chamamentos das nossas da nossa alma. Ela nos convida aquela virada de chave ao encher-se de si mesmo na sintonia com a divindade. Esse é o processo do envelhecimento ativo. É na atividade cultural, é na atividade social, é na atividade religiosa. Existe uma escritora que eu gosto muito, que é uma escritora do Rio Grande do Sul, falecida há alguns anos, a Lia Lft. Lia Luft foi reconhecida como escritora, tornou-se famosa a partir dos 50 anos. E se nós formos buscar, né, nós formos fazer pesquisas, nós vamos ver quantos artistas intelectuais desabrocharam a partir da metade da vida. após angare experiências, deixar esse conhecimento, essa experiência maturar para ser capaz de dar vazão a ela de uma forma com sabedoria. Esse é o processo do envelhecimento ativo. Mas o nosso tema também fala da construção da autonomia. E o que que é autonomia? Autonomia no dicionário fala que é a capacidade de governar-se pelos próprios meios. Filosoficamente, pro Kant, ele vai dizer que a capacidade da vontade de autodeterminar-se. E na origem etimológica da palavra, a autonomia é o direito de reger-se segundo as leis próprias. Do que nós estamos falando à luz da doutrina dos espíritos? que a autonomia é o nosso exercício dentro da limitação da nossa encarnação, do nosso livre arbítrio. Então, a nossa capacidade de fazer as nossas escolhas submetidas à sabedoria consolidada e do aproximar-se das leis divinas que nos regem. Então, não nos governa mais as demandas do mundo. Ou esta é a meta do espírito em processo de maturação. Não era o ter, mas essencialmente o ser. As limitações físicas são recursos de crescimento interior. Sim. E quando nós as temos, é necessário fazer adaptações. Mas o espiritismo vai nos lembrar que ninguém é inútil. Ninguém é inútil. Nada na criação divina está relegada à

sos de crescimento interior. Sim. E quando nós as temos, é necessário fazer adaptações. Mas o espiritismo vai nos lembrar que ninguém é inútil. Ninguém é inútil. Nada na criação divina está relegada à inutilidade e nenhum de nós. No entanto, essa pode ser uma escolha equivocada do espírito. Todos nós temos o nosso valor. Todos nós temos algo a oferecer. Por isso nós convidamos de novo, vamos olhar pro colégio apostólico. João, seu irmão, Pedro mais maduro, Simão Zelote. Jesus os reúne nos mostrando o quanto essa convivência é rica e nos permite aprendizados. Há anos atrás, nós morávamos em Salvador e nós fazíamos parte de um trabalho com pessoas com deficiência e uma instituição que nós acompanhávamos desenvolveu um projeto lindo, que foi um projeto de trabalho entre gerações. Então, nós tínhamos os nossos adolescentes com deficiência trabalhando sob a orientação dos nossos idosos. Os idosos que estavam lá não possuíam deficiência. A clínica era para adolescentes e crianças. Então, os adolescentes e crianças tinham as suas deficiências as mais diversas. E os adultos nesse projeto os orientava em diversas atividades. E era fantástico a troca. O que aqueles velhos sábios, porque adquirir experiência não é achar que sabe tudo da vida. Já sei tudo, não tem mais nada, já sei como tudo funciona. Não. E aí nós voltamos a Sócrates, né? A sabedoria é reconhecer que não se sabe tudo. E é por isso que nós vamos e voltamos nessas experiências como peregrinos que somos para irmos aprendendo. Então, nessa experiência eles aprendiam muito com aqueles adolescentes e com aquelas crianças e diziam isso pra gente e orientavam aquelas crianças e aqueles adolescentes nas suas impulsividades, no nervoso de fazer alguma coisa. Eles diziam: "Calma, respira, espera, vamos tentar de novo, vamos fazer de novo." Essa é a riqueza da nossa vida, de nós podermos aprender e de ensinar e reconhecer que nós estamos sempre aprendendo e estamos sempre ensinando, seja em qual fase da vida nós estivermos.

zer de novo." Essa é a riqueza da nossa vida, de nós podermos aprender e de ensinar e reconhecer que nós estamos sempre aprendendo e estamos sempre ensinando, seja em qual fase da vida nós estivermos. Então, a autonomia pode sim a qualquer tempo ser construída ou reconstruída para que nós tenhamos a condição de escolher o bem. Esse é o projeto do espírito imortal na nossa jornada escolhermos o bem. Ferramentas para isso, as mais diversas. Nós vamos ter atividades cognitivas, atividades físicas, alimentação saudável e aí não nos falta recurso para nos ajudar nesse processo de envelhecimento ativo e construção da autonomia. E aí nós vamos pensar na terceira fase do nosso tema que é o envolvimento social do idoso, o engajamento. Ora, se está se estamos em movimento, se estamos fazendo uso do nosso discernimento para o bem, estamos buscando estar envolvidos, a nossa vida, a nossa jornada é conjunta. Nós falamos aqui, é uma jornada de fraternidade. E um dos maiores desafios de muitos processos de envelhecimento é vencer o isolamento, é vencer o sentimento de inutilidade. Muitas vezes estar sozinho no mundo faz parte do processo reencarnatório daqueles, daquela pessoa, daquele ser humano. Mas nós não precisamos nos manter em condição de isolamento, de restrição, de convívio com os outros, alimentando a ideia de que não temos mais o que compartilhar ou mais o que aprender. Vamos lembrar desse senhor que em resposta aos pedidos da sua alma foi fazer a faculdade de medicina. E hoje nós temos vários, né, vários depoimentos aí aos montes na internet para quem tiver interesse de procurar daqueles que a partir da virada da vida foram buscar atender aos se as suas seus desejos, as suas necessidades, aos convites do divino que há em nós. Então, vamos sim aproveitar as oportunidades para nos engajar e compartilhar as experiências. Aqui na nossa casa nós temos a Diretoria de Promoção Social e aqui numa salinha aqui perto nós temos a central de voluntários. Lá existe um cardápio, um portfólio

gajar e compartilhar as experiências. Aqui na nossa casa nós temos a Diretoria de Promoção Social e aqui numa salinha aqui perto nós temos a central de voluntários. Lá existe um cardápio, um portfólio de trabalhos para aqueles que são convidados a todo tempo. Vem trazer o seu conhecimento, a sua experiência para compartilhar conosco em algum trabalho. E aí ali tem opções as mais diversas, porque vão ter aqueles que terão tendência para um determinado trabalho, outros em outra direção, lá não falta opção. Isso aqui na nossa casa. Em outras casas também são assim. Em atividades outras que não sejam vinculadas a atividades religiosas também. E aí nós vamos fazer o convite de Jesus. Procura, mexa-se, envolva-se, reconheça a tua função, a tua utilidade no mundo e ofereça ao mundo a tua experiência. Não faltam, não faltam possibilidades, não faltam opções. E aqui na casa eu convido aqueles que se sentirem tocados para conhecer a nossa central de voluntários e quem sabe se engajar em alguma atividade. E lembrando que nessa nossa jornada de movimento, a doutrina vai nos lembrar que a velice não é o fim da vida. E aí nós vamos fazer uma referência ao que a Ana Teresa Camazmi falou aqui nessa casa. Ela disse assim: "A vida, a finalidade da nossa vida não é nos defender da vida. Deus não nos investiu das habilidades e dos talentos. Deus não investiu em nós para que a gente fuja das desgraças da velice, para que a gente fuja de doenças, para que a gente fique juntando dinheiro para pagar o cuidador, juntando dinheiro para pagar o plano de saúde. Nós que estamos fazendo isso, estamos nos desviando da nossa encarnação. Somos espíritos reencarnantes, somos peregrinos. Chegamos, vamos voltar e ao tempo possível retornaremos. Somos espíritos reencarnantes para cumprir o nosso propósito reencarnatório. E ontem o Zé Carlos falou muito disso, de acertar com a consciência cósmica daquilo que nós nos equivocamos e de contribuir com o criador. Então, nós somos espíritos reencarnantes para cumprir o nosso propós processo

los falou muito disso, de acertar com a consciência cósmica daquilo que nós nos equivocamos e de contribuir com o criador. Então, nós somos espíritos reencarnantes para cumprir o nosso propós processo reencarnatório e não para nos defender das instabilidades da vida, da impermanência da vida, porque nós não podemos retê-la, ela precisa fluir. E Jesus afirma, a velice não é a meta do espírito, e sim a experiência que se edifica o amor e a sabedoria. E aí eu penso que Jesus já estava e Yung vai lá na experiência do Cristo para nos falar que o propósito de constituirmos a sabedoria é edificar o bem em nós, o amor em nós, como Jesus falou. É por isso que com o passar dos anos, com a vida que flui, a gente pode andar mais devagar porque já correu muito. A gente já sorri um pouco mais. porque já chorou. A gente compreende que a vida, a vida tem que seguir em frente. Então nós deixamos aqui pra gente como reflexão final essa mensagem que o próprio o próprio artista diz que foi uma psicografia, um presente paraa nossa alma, para que a gente possa compreender a reflexão dessa noite. E aí ele fala: "Ando devagar porque já tive pressa e levo esse sorriso porque já chorei demais. Hoje me sinto mais forte, mais feliz. Quem sabe só leva a certeza de que muito pouco eu sei. Eu nada sei conhecer as manhas e as manhãs o sabor das massas e das maçãs. É preciso amor para poder pulsar. É preciso paz para poder sorrir. É preciso a chuva para florir. Penso que cumprir a vida seja simplesmente compreender a marcha, ir tocando em frente, como um velho boiadeiro levando a boiada. Eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou. Estrada eu sou. Conhecer as manhas e as manhãs, o sabor das massas e das maçãs. É preciso amor para poder pulsar. É preciso paz para poder sorrir. É preciso a chuva para florir. Todo mundo ama um dia, todo mundo chora. Um dia a gente chega e no outro vai embora. Cada um de nós compõe a sua história e cada ser em si. carrega o dom de ser capaz, de ser feliz. Esse é o convite da vida pra gente.

dia, todo mundo chora. Um dia a gente chega e no outro vai embora. Cada um de nós compõe a sua história e cada ser em si. carrega o dom de ser capaz, de ser feliz. Esse é o convite da vida pra gente. Vivamo com alegria e esperança, como nos falou Zé Carlos ontem. Um beijo nos seus corações. Fiquem em paz. Eu acho que todos nós queríamos cantar bem alto, né? Bem alto, mas fica para outra hora, né, Patrícia? A gente canta. Bom, Patrícia falando, eu lembrei e citou que o Maurício falou da plástica, né? Eu falei: "Nossa, eu consero essas três ruguinhas aqui porque cada uma tem uma história. Cada uma tem uma história. Eu acho que as nossas rugas, alguma outra coisa que aparece, ela tem uma história. E se a história não for bonita, a gente faz ela bonita. a gente faz ela importante, porque se apareceu aquela ruguinha, se apareceu aquele cabelo branco, né, que hoje não é apareceu fora de hora não, porque eu tenho um neto que com 4 anos ele tinha cabelo branquinho, né, entendeu? Algum, aliás, vários fios brancos, é porque tem uma história, né? E essa história ela tem que ser bem lembrada, bem lembrada. Bom, a gente agradece imensamente a Patrícia, né? pela exposição. Agradecemos vocês por aqui estar compartilhando conosco nesse nosso momento do segundo seminário sobre envelhecimento, que é tão importante que nós todos vamos chegar lá e vamos voltar e vamos chegar e vai ser um um tal de ir e vi e que vai ser muito bom, mas a gente tem que terminar por hoje, né? Não tem como. Amanhã continuamos. Amanhã não para ainda. Só vai parar no sábado e depois nem vai parar porque nós vamos rever as palestras. Vamos ver onde nós encaixamos, onde a gente tem que fazer diferente. Amanhã nós temos com a Dra. Amanda Caldas, o ela vai falar sobre o sentido especial da longevidade. Então, cada dia nós temos uma surpresa. O resto vai ser surpresa que amanhã vocês vão saber quem é que vai ser depois, até porque não tem o painel lá para vocês verem qual a palestra até o final. Então, tem que vir amanhã para

uma surpresa. O resto vai ser surpresa que amanhã vocês vão saber quem é que vai ser depois, até porque não tem o painel lá para vocês verem qual a palestra até o final. Então, tem que vir amanhã para poder saber a de sexta-feira. Depois tem que vir sexta para saber de sábado, né? Eles pintaram e ti tiraram o painel, mas também deve estar lá nos meios de comunicação avisando. E para terminar nós vamos fazer o agradecimento e que nós vamos chamar o Tomás, né, que é o conselheiro da diretoria de atendimento e orientação para fazer a prece final por todos nós. Mas eu já me despeço de vocês com um beijo no coração, um grande abraço vocês aqui do salão, vocês que estão nos assistindo pelos meios de comunicação. Uma boa noite. >> Boa noite a todos. É com muita alegria que nós assistimos esta apresentação da Patrícia, né? tanta alegria. E eu gosto de lembrar porque que se chama melhor idade, porque a gente olha para trás e vê o que que a gente fez. Que fez de bem, vamos manter. O que não foi muito bom, nós podemos ainda ir consertando. Então fica esse lembrete. Temos sempre oportunidade de melhorar. Então, elevamos nosso pensamento a Jesus para agradecer sempre por essas oportunidades de crescimento. Agradecer a toda essa espiritualidade amiga que prepara sempre o melhor para todos nós. Prepara os nossos trabalhadores que com tanta boa vontade participal de Jesus. Agradecemos a nossa diretoria de atendimento e orientação na figura da Evania, vice diretora Rute, a nossa palestrante de hoje, Patrícia Torres e tantos outros trabalhadores que estão cumprindo a tarefa de forma tão magnífica, com boa vontade, carinho, dedicação. Que nós possamos, então, Jesus aproveitar todas essas mensagens que chegam até nós como resultado de um trabalho no bem, trabalho de boa vontade, que certamente ajuda a muitas pessoas. Que nós possamos, então, mestre, continuarmos sintonizados com o teu amor, lembrando que o bem permanece entre nós, que o bem sempre vence. Muito obrigado a todos. e pedimos permissão para encerrar o

Que nós possamos, então, mestre, continuarmos sintonizados com o teu amor, lembrando que o bem permanece entre nós, que o bem sempre vence. Muito obrigado a todos. e pedimos permissão para encerrar o nosso encontro, dizendo: "Graças a Deus e graças a ti, Jesus. Que assim seja, Patrícia Torres. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de

e encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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