POR QUE A DOR É NECESSÁRIA? - Clóvis Leite [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 16/05/2025 (há 10 meses) 50:26 1,286 visualizações

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Transcrição

que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigada. Boa tarde, meus irmãos. cumprimentar a todos com o nosso maior carinho, acolhendo a todos com alegria em nossa querida comunhão espírita de Brasília. E igualmente nós queremos acolher todos os irmãos desencarnados que aqui se encontrem. Muitos vêm para o aprendizado, outros para ajudar nos trabalhos da tarde. E vamos cumprimentar também aqueles que nos ouvem pela Rádio Comunhão, que nos assistem pela TV Comunhão, os que nos acompanham pelo YouTube e pelas demais pelos demais recursos disponíveis pela internet e os meios de comunicação da comunhão. E sejam todos muito bem-vindos, meus irmãos. Eh, agradecemos aos amigos espirituais aqui presente, como dissemos já, cumprimentando duas e aqueles amigos que se anteciparam, organizando aqui o nosso clima, nossa atmosfera espiritual. Vamos agradecer também o divino pastor de nossas almas, que nos tange pelas estradas da nossa evolução no estágio aqui na terra. Vamos agradecer ao Senhor do universo, nosso Deus, nosso divino criador, que nos atende a todos nós com a sua solicitude, a sua bondade eterna. Agradecemos a todos por este momento sublime e vamos fazer uma pequena leitura de uma página muito esclarecedora do Carlos Bacelli, que é o médium e o o espírito que de que ditou as mensagens deste livro Pai, perdoai-lhes eh o irmão José. Então, vejam só, depressão e ociosidade. Ainda que algum diagnóstico médico aponte para tal possibilidade, não admitas que estejas padecendo de qualquer estado depressivo. Então, a gente tem que reagir. Reaja com vigor a toda sensação de abatimento em teu mundo íntimo. Não deixes que esta ou aquela manifestação de tristeza cresça em teu espírito, transformando-se em apatia de

a gente tem que reagir. Reaja com vigor a toda sensação de abatimento em teu mundo íntimo. Não deixes que esta ou aquela manifestação de tristeza cresça em teu espírito, transformando-se em apatia de natureza crônica. Levanta-te e age, dando ocupação útil ao teu pensamento e à tuas mãos. Vamos trabalhar. Não te permitas sentir o próprio corpo na condição de fardo difícil de carregar, sem desconsiderar a necessidade de prescrição medicamentosa, sem desconsiderar a necessidade de remédios, a que sejas orientado por médico amigo e competente, não cruze os braços, porque toda depressão quando dela não nasce, se alimenta dela a ociosidade. Então, meus irmãos, vamos trabalhar a nossa saúde e as nossas companhias e os nossos pensamentos naturalmente. Vamos à prece inicial, meus irmãos. Quem desejar fechar os olhos para nós nos concentrarmos mais, por favor, façam-no. Senhor nosso Deus, derramai sobre todo o planeta Terra a luz divina do vosso infinito amor. Iluminai, Senhor, nossos pensamentos, nossas atitudes e nosso entendimento, a fim de que estejamos sempre seguindo as sublimes recomendações de Jesus. Abençoai-nos, Senhor, para que jamais nos esqueçamos de que nossa evolução espiritual é nossa grande responsabilidade neste bendito educandário, planeta Terra. E que nos lembremos sempre de que nesse nosso estágio aqui na Terra é de cunho absolutamente espiritual. Agradecemos pelas pessoas maravilhosas que nos acolheram aqui na terra quando chegamos. por todos que nos deram formação moral, nos revelando a maravilhosa presença de Jesus em nossas vidas. Agradecemos muito, Senhor, por havermos abraçado a bendita doutrina espírita que veio de Jesus para nós, edificada sobre o sobre o cristianismo primitivo, sem máculas, sem inserções, sem omissões. Por tudo agradecemos, Senhor nosso Deus, vos louvamos e vos bendizemos. Muito obrigada, Senhor. Meus irmãos, hoje nós temos o senhor Cloves Leite, que vai falar uma coisa que muito nos interessa. Por existe a dor, né? Porque temos que passar pela dor. Por

vos bendizemos. Muito obrigada, Senhor. Meus irmãos, hoje nós temos o senhor Cloves Leite, que vai falar uma coisa que muito nos interessa. Por existe a dor, né? Porque temos que passar pela dor. Por favor, seu Cloves. Boa noite, minhas irmãs. Boa noite, meus irmãos. Uma alegria muito grande nós estarmos aqui novamente. Sejam todos bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. Nós queremos também saudar a todos aqueles que nos acompanham através dos nossos canais, as nossas redes sociais. Uma gratidão por mais essa oportunidade. Hoje nós iremos estudar uma merrençagem registrada no livro Leis Morais da Vida, ditada pelo espírito Joana de Angeles através da psicografia de Divaldo Pereira Franco. É só pra gente lembrar aqui e não foi escolhido hoje esse tema que nosso irmão Divaldo Franco desencarnou dia 13, terça-feira, né? O semeador de estrelas com seu trabalho, com a sua divulgação, com amor da doutrina espírita, a gente dá um até logo para ele desse retorno à pátria espiritual. Então, nós saímos o texto com uma pergunta. A palestra é: a dor é necessária? Como nós poderíamos definir a dor? Nós encontramos duas definições. Vamos buscar. Primeiro é a sensação desagradável, penosa, de intensidade variável. E a segunda é quando ocorre uma situação mediada da estimulação das fibras nervosas que levam esses impulsos dolorosos para o cérebro. Nós estamos falando do aspecto físico, gerando naturalmente o sofrimento físico. Assim, a dor ela não surge apenas por estimulação periférica, mas também por uma experiência da alma, que é a nossa condição hoje, encarnados que reside no coração, que é o sentimento. Então, a pergunta fundamental, a dor é mesmo necessária? Quando nós refletimos tudo que existe nessa vida, nós podemos dizer que ela existe, ou seja, Deus a permite. É porque tem alguma necessidade, porque ela é necessária, porque ninguém gosta de sentir dor. Alguém gosta de sentir dor aqui? Assim nós indagamos como seria se não houvesse a dor. Vamos dar aqui um exemplo paraa gente poder nossos

, porque ela é necessária, porque ninguém gosta de sentir dor. Alguém gosta de sentir dor aqui? Assim nós indagamos como seria se não houvesse a dor. Vamos dar aqui um exemplo paraa gente poder nossos desdobrarmos aqui, desdobrarmos e entendermos essa mensagem. Hoje há uma doença chamada de insensibilidade congênita, pode ser que alguém não conheça, mas existe. Onde muitas pessoas não sentem a dor física, que é uma doença rara, raríssima e até incurável, que faz com que as pessoas não sinta nenhum tipo de dor, não perceba a diferença de temperatura. podendo se queimarem com facilidade, embora essas pessoas sejam sensíveis ao tato. Olha que interessante. Então, são incapazes de sentir a dor física e ficam propensos a graves lesões e até mesmo o esmagamento dos membros. Como a pessoa não sente dor, essas doenças progridem, se agravam. Dando esse exemplo aqui para dizer que a dor, gente, é um sintoma protetor, em que o corpo se utiliza para sinalizar que tem algo errado, não é assim? ou para proteger a integridade do organismo. A gente dá outro exemplo. Quando as articulações são utilizadas de forma extrema, a gente faz isso com os exercícios, né? Nós passamos a usar de forma indiscriminado os remédios da farmacologia. Na verdade, nós não damos a devida importância ao corpo e isso impacta o nosso crescimento moral e espiritual. E alguns creem que os próprios equívocos são menores do que os erros dos outros, que é prejudicial, pois muitas vezes mascaram doenças e enfermidades. Ou seja, é a sociedade do analgésico que nós vivemos hoje, onde o imediatismo impera. sentiu qualquer dor, tomar um analético, tomar um remédio aqui para passar dor. Então, gente, a dor é apenas um impecío. A gente considera dessa forma quando estamos nesse estágio que deve ser sanado o mais rápido possível. Eu não quero sentir dor, prorrogando e piorando um quadro que poderia ser tratado sem grandes danos. Pois bem, agora no âmbito das dores morais não é muito diferente. Dando aqui um exemplo simples

el. Eu não quero sentir dor, prorrogando e piorando um quadro que poderia ser tratado sem grandes danos. Pois bem, agora no âmbito das dores morais não é muito diferente. Dando aqui um exemplo simples também, quando nós utilizamos os medicamentos de crescimento dos nossos filhos, eu já vi que famílias já fizeram fizeram esse tratamento. Crescimento dos nossos filhos. Nós tratamos do aspecto físico e esquecemos a questão da educação moral. Não tô recriminando nada disso e os pais levar para os médicos para cuidar do crescimento das dos filhos que a ve precisam. Então é uma superproteção dos pais que fazem tudo para impedir qualquer decepção diante dos obstáculos da vida dos filhos. E na verdade nós privamos os filhos do exercício do aprendizado e quando chega a vida adulta eles não conseguem se posicionar e enfrentar a vida real. Então, ou seja, quando nós não entendemos a dor, ela nos dilacera e quando nós entendemos seu sim, ela nos aperfeiçoa. Vejam a diferença. Então, o objetivo do estudo de hoje que nós estamos fazendo é buscarem compreender a necessidade da dor nesse planeta, que é a nossa casa. nesse processo de evoluir e nos reeducarmos, viver em harmonia conosco mesmo e com a natureza que a gente esquece. Por isso que Jesus desenvolveu esforços para desfazer essa concepção de dor, castigo, quando ele diz: "Bem-aventurados aflitos, assinalando que o sofrimento seria a oportunidade de purificação da alma". Só que nós interpretamos a dinâmica da vida. de forma diferente. Porque nós, quando nós olhamos a história da humanidade, os homens, eles aplicavam a dor como instrumento de justiça, de opressão, submetendo os condenados a sessões de torturas públicas. acontecer dessa forma, acreditando que assim educaria o povo a obedecer as ordens emanadas do estado e também até da igreja. Só lembrar da Santa Inquisição. Por isso que a cultura judaicocristã, ela insistia que a doença era um castigo, uma forma de advertência ao povo pecador. Doenças incuráveis da época, por exemplo, como a

lembrar da Santa Inquisição. Por isso que a cultura judaicocristã, ela insistia que a doença era um castigo, uma forma de advertência ao povo pecador. Doenças incuráveis da época, por exemplo, como a lepra, que assolvam milhares de vida, enquadravam-se na visão de um Deus caprichoso, de um Deus vingativo, que refletia as características morais do homem medieval. E era dessa forma que não via as causas daqueles fragelos na falta de saneamento básico, não viam na alimentação inadequada e no descuido com a higiene pessoal. Portanto, na visão da doutrina espírita, a dor, como relata o espírito Emanuel na questão 241 do livro Consolador, diz que a dor é o trabalho para a nossa redenção individual ou coletiva. Então, a dor é sempre o elemento amigo e indispensável. É por isso que a redenção de um espírito encarnado na Terra, né? Porque a gente sabe que se alinha no no resgate de todas as nossas dívidas, gente, na aquisição de valores morais. É o que nós precisamos passveis de serem conquistados nas lutas planetárias. Situação é essa que eleva a personalidade espiritual. E no livro também entre a terra e o céu, obra de André Luiz, lá no capítulo 21, no item 2, ele diz assim: "A dor é a grande, é o grande abençoado, remédio, remédio, reeducando nossa atividade mental, reestruturando as peças de nossa instrumentação, que seria isso? a prática de medir, de controlar, ou seja, o polimento anímico nosso de que se vale a nossa inteligência. Então, para que nós possamos desenvolver nossa jornada evolutiva, tudo isso é necessário, gente. Depois do poder de Deus, depois do poder de Deus, a dor é a única força capaz de alterar o rumo do nosso pensamento. Começa por aí, compelindo-nos a indispensáveis modificações. Significa dizer que os planos divinos que dizem a nosso respeito é de cuja execução nós não iremos fugir. Nós não iremos fugir disso. É por isso também que no capítulo do Evangelho Segundo Espiritismo, lá no capítulo 17, item sete diz cada diz claramente que Deus é perfeito em todas

nós não iremos fugir. Nós não iremos fugir disso. É por isso também que no capítulo do Evangelho Segundo Espiritismo, lá no capítulo 17, item sete diz cada diz claramente que Deus é perfeito em todas as coisas. Porque Deus criou todos os homens iguais para dor, ignorante ou instruídos, a fim de que cada um pese o mal que fizer. Por isso, gente, não existe o mesmo critério para o bem, que é infinitamente mais variado nas suas expressões. Sim. Ou seja, igualdade em relação à dor. Isso é a sublime previsão de Deus. Gente, tô querendo dizer que Deus não faz replanejamento. Ele quer que os seus filhos sejam instruídos pela experiência comum e não cometa o mal culpando, desculpando-se. Desculpa, fazendo a situação aqui com ignorância dos seus efeitos. Ah, eu não sabia. Então, o sofrimento é a forma que expressamos a dor que sentimos. Mas o sofrimento ele é muito distinto. Pode ser tolerável para um, mas insuportável para outro. Isso, gente, é pela intensidade de cada um. Só que nós não temos como medir a intensidade, é de cada um. Por isso que Leon Denis no livro Problema do Serino da Dorá no capítulo 26 ele escreve as coisas que imaginamos que são. Podemos pela vontade domar, vencer a dor ou pelo menos fazê-la redundar em nosso proveito, fazer dela meio de elevação. Olha que interessante, é elevação, que é o nosso propósito aqui, porque a ideia que nós fazemos da dor, ela varia o infinito segundo a evolução individual. Então, o espírito que julga superior, ele demora na sua purificação, porque as glórias terrestres elas perturbam, elas corrompem. Por isso é muito difícil entender que o sofrimento é bom. Cada um quer fazer a sua vida, a sua vontade, com prazeres suaves, de preferência e prolongados, porque não há dor. Não existe, gente, ascensão sem esforço, porque a tendência geral consiste e ficamos num estreito ciclo do individualismo, do cada um por si. Ou seja, tudo está destinado a desenvolver-se, tudo está destinado a transformar, a modificar. Por isso que nós estamos aqui nesse

te e ficamos num estreito ciclo do individualismo, do cada um por si. Ou seja, tudo está destinado a desenvolver-se, tudo está destinado a transformar, a modificar. Por isso que nós estamos aqui nesse planeta para quebrar esse círculo, para que todas as virtudes ocultas se expandam. É necessária a dor. Então, gente, a forma de nós enfrentarmos a dor, sofrimento, ela denota a nossa evolução espiritual. Então, devemos, portanto, nos esforçar e entender o sentido da dor para desta forma aceitá-la como bênção, não como infortúnio. É sem revolta. Por isso que a dor ainda é necessária, ainda para que todas as virtudes ocultas se expandam. A luz brilha a vossa luz. Não é assim que diz Jesus que é o nosso destino. Isso não é perfeito. Então o primeiro movimento do homem que se diz infeliz é revoltar-se sobre os golpes da sorte. Eu não tive sorte. Porque quando o espírito se eleva, se contempla, ele vê o caminho percorrido de suas existências. Agora, se nas horas de provação soubéssemos observar o trabalho, o labor, a ação misteriosa da dor em nós, em nosso eu, em nossa consciência, nós compreenderíamos melhor a obra de Deus que rege a educação e o aperfeiçoamento, Porque Deus, gente, não cessa de trabalhar. O próprio Jesus diz isso. Meu pai não para de trabalhar enquanto não há aparar as arestas do nosso caráter. É por isso que nós voltaremos quantas vezes for necessária a carga aqui nesse mundo de expiação, novas resistências. Ou seja, todos teremos processos diferentes segundo a necessidade de cada um. Por como desenvolver a sensibilidade, a delicadeza, a bondade. Quanto mais a alma se eleva, quanto mais a dor se espiritualiza. Então, os maus vão precisar de numerosas existências. É assim, não é? Porque são árvores ainda com muitas flores, só que produzem poucos frutos. Porém, quanto mais o ser humano se aperfeiçoa, mais admiráveis se tornam nele os frutos. E é processo, né? Portanto, por trás da dor, há alguém invisível que dirige a nossa ação, que regula segundo as necessidades

mais o ser humano se aperfeiçoa, mais admiráveis se tornam nele os frutos. E é processo, né? Portanto, por trás da dor, há alguém invisível que dirige a nossa ação, que regula segundo as necessidades de cada um, como uma arte, uma sabedoria infinita, que é Deus, gente, trabalhando para aumentar a nossa beleza interior que nunca está acabada. É um processo contínuo de luz em luz, de virtude em virtude, até que nós tenhamos convertido em espíritos celestes. Isso é muito bonito, é maravilhoso. Assim, irmãs e irmãos, por mais admirável que possa parecer à primeira vista, a dor é apenas um meio que usa o poder infinito para nos chamar a si e ao mesmo tempo ser de forma mais rápida para alcançar a felicidade espiritual. Embora a felicidade seja determinismo das leis de Deus. Isso é amor que Deus nos oferece, sofrimento e aprendizado. Assim, alegrias raras, dores frequentes são para sentirmos que o nosso mundo é um lugar de passagem, não é ponto de chegada. gozos e sofrimentos, prazeres e dores. Tudo isso Deus distribui na existência de nós, na tela da sua obra prima, de qual nós fazemos parte. E no livro dos espíritos, na questão 257, Kardec menciona esse aí e faz uma pergunta interessante. O corpo é instrumento da dor? Olha, os espíritos respondem: "Se não é a causa primária desta, é pelo menos a causa imediata. A alma tem a percepção da dor e essa percepção é o efeito, gente. A lembrança da dor, a alma sempre conserva. Pode ser muito penosa, mas não vai ter ação física. Claro que determinadas coisas que nós vivenciamos aqui de dor são ainda necessárias. Ó, a palavra novamente ainda que fazem parte do nosso planejamento reencarnatório. E isso decorre dos nossos equívocos, do nosso passado, de nosso pretérito. Então, nós precisamos passar por essas situações. Olha a palavra passar. É por isso que recordamos de uma apreensão, de um mal físico, como se real fosse. E sabemos de inúmeros casos que acontecem, nós já vivenciamos isso, daqueles que necessita, por exemplo, de

ra passar. É por isso que recordamos de uma apreensão, de um mal físico, como se real fosse. E sabemos de inúmeros casos que acontecem, nós já vivenciamos isso, daqueles que necessita, por exemplo, de amputar os membros. O que que acontece? Eles costumam sentir no membro que ele diz falta certo que aí não está a sede da dor. Você quer o ponto de partida da dor. O que há apenas é que o cérebro guardou essa impressão. é o princípio da vida orgânica e não o da vida intelectual que reside no espírito. Sem fazer qualquer analogia liberto do corpo, o espírito pode sofrer. Mas esse sofrimento, gente, não é corporal, porque nós temos medo de morrer. E a gente pergunta sempre: vai doer? Não vai, gente. É exclusivamente moral. O aspecto é como remorço. A dor que sente não é, pois uma dor física propriamente dita. É um vago sentimento íntimo que o próprio espírito nem sempre compreende bem. na verdade é mais uma reminiscência do que uma realidade. Reminiscência, porém igualmente penosa, né? E algumas vezes, entretanto, há mais do que isso. E uma vez morto, o corpo nada mais sente, porque não existe nele espírito. Este, desprendido do corpo experimenta a sensação. Então, os sofrimentos porque passamos são sempre a consequência da maneira que nós vivemos. Então, gente, o nosso sofrer resulta dos laços que ainda nos prende a matéria. Sim, quanto mais livre esvermos da influência da matéria, mais desmaterializado, menos dolorosa é a sensação que experimentaremos. É por isso que o livre arbítrio é a faculdade de escolha entre fazer ou não fazer. Ou seja, nós precisamos nutrir de bons sentimentos, praticar o bem. Nós não podemos ficar ligados às coisas materiais desse mundo, que nós somos muito ligado ainda. Sabe por quê? Que nós não somos deste mundo. A importância agora é outra. Porque nós só estaremos libertos do julgo da matéria quando deixarmos esse invólucro e não mais sofreremos a sua influência. É por isso que o espírito emânico que eu mencionei antes lá no livro Consolador,

e nós só estaremos libertos do julgo da matéria quando deixarmos esse invólucro e não mais sofreremos a sua influência. É por isso que o espírito emânico que eu mencionei antes lá no livro Consolador, na questão 239, ele faz um interessante aqui, um comentário. Ele faz até uma pergunta entre a dor física e a dor moral, qual das duas faz profundamente o espírito humano? E ele responde: "Podemos classificar o sofrimento do espírito como a dor realidade? E a dor física, qualquer de qualquer natureza é a dor ilusão. Em verdade, toda a dor física é o instrumento para despertar da alma. É por isso que Joana de Anges, que nós mencionamos também lá no início, através de Edivaldo Pereira Franco, diz: "Diante dos nossos deveres, seja como expressão expiatória e diante das consequências dos nossos abusos, é uma advertência da natureza material ao dono de um organismo." Então, gente, toda a dor física é um fenômeno, enquanto a moral é uma essência. Daí a razão porque a primeira vem e passa. Porque só a dor espiritual promove, isso aqui é importante, ou aperfeiçoamento da redenção, como diz André Luiz no livro Ação e Reação através de Chico Xavier, ele fala de dor, evolução, é o nosso processo. Atua de fora para dentro, aprimorando o ser. a qual não existiria progresso. Nós estamos aqui para progredir. Lembramos a cura do cego, onde Jesus responde aos que ele desafiava o poder, quando ele curou o cego, que nem o cego, nem os seus pais haviam pecado, disse Jesus, para justificar sua condição de cego, de nascença, mas que ali estava que nele se manifestasse as obras de Deus. Estou dizendo que ninguém sofre sem estar em débito com a contabilidade divina. Se não era uma expiação do passado, era uma provação apropriada ao progresso daquele espírito. Portanto, Deus, gente, é justo e não impõe sofrimento sem utilidade. Porque caracterizadora evolução é o confronto com os responsáveis. É comigo mesmo que nos atinge de fora para dentro. que serve para estimular a nossa paciência, é a capacidade de

mento sem utilidade. Porque caracterizadora evolução é o confronto com os responsáveis. É comigo mesmo que nos atinge de fora para dentro. que serve para estimular a nossa paciência, é a capacidade de luta, porque poucos amadurecem efetivamente sem que experimente dificuldades e obstáculos de toda ordem. Por exemplo, a perda precoce de um ente querido vitimado vitimado por um acidente ou uma doença incurável são provações que deveremos enfrentar. com a resignação e confiança em Deus. Pergunta assim, ó, você acredita em Deus? Acredito, mas a gente não confia. Porque tem muitos espíritos sem karma, gente, que a lei de ação e reação que gera consequências, reencarnam na terra por amor a alguém, sabiam? submetendo-se às leis da matéria sofrem sem merecer. Assim são raros os registros que nos permite afirmar com convicção esse ou aquele caso. Mas o espírito Emanuel nos revela dois desses casos aqui que eu vou pedir licença para mencionar. Quem lê os livros Ave Cristo e renúncia vai entender isso que eu estou falando. Vai admitir que as dores, porque passaram quinto varro, que é o personagem aqui desse livro, quando ele solicita seu regresso à terra para auxiliar o seu filho na última existência. E o mentor dele diz, porque ele não tinha conseguido seguir Jesus, o filho dele, nessa existência. E a resposta do mentor dele foi: "Mas para quê? Por que que você quer ir?" Ele disse assim: "Ó, eu conheço o acervo dos seus serviços e mesmo que seja por amor, não será aconselhável o teu pedido de volta à carne." Mas ele voltou. E no livro Renúncia ao Sion, espírito de elevada hierarquia, prestando-se vista o sistema de sírios, dirige-se ao seu mentor e pede: "Ó, eu quero voltar ao planeta Terra para cooperar com polos, seu eterno amor." E depois de muito argumentar, não concordando com o retorno, seu retorno, o mentor disse que não acreditava que Polos, o seu grande amor, que ele não estava pronto. diz, recorda que as leis planetárias não afetam somente os espíritos em aprendizado ou

retorno, seu retorno, o mentor disse que não acreditava que Polos, o seu grande amor, que ele não estava pronto. diz, recorda que as leis planetárias não afetam somente os espíritos em aprendizado ou reparação, mas também os missionários da mais elevada linhagem. A gente lembra de Jesus, mesmo na sua condição de espírito perfeito, passou por dificuldade, sentiu dores. E ele diz assim, ó: "Você vai experimentar, sentir o mesmo desejo de compreensão e a mesma sede de afeto que palpitam em outros mortais. Diante dessas revelações, nós podemos concluir que a dor, gente, não é somente produto da consciência culpada, porque muitas vezes são simples provas buscadas pelo espírito para concluir sua depuração. Assim, a expiação serve sempre de prova, mas nem sempre a prova é uma expiação. mesmo tendo alcançado patamares elevados do progresso espiritual em nome do amor. Porque a dor, gente, fere somente, não fere somente os culpados. Em nosso mundo, o homem honrado sofre tanto como mal que é explicável. Em primeiro lugar, a alma virtuosa é mais sensível por ser mais adiantado no seu grau de evolução. Ou seja, almas só vem a este mundo para dar o exemplo. Foi o que Jesus fez. Nós não somos juízes de tudo o que se passa no íntimo das das almas. Não. Nosso destino, gente, é caminhar para ele sem nos demorarmos no caminho. Mas quando a demora é excessiva, vem a dor que nos impele para a frente, que vem de dentro para fora, marcando a criatura no caminho dos séculos. Detendo-nos em complicar dos labirintes de aflição perante a justiça divina. Então, por isso que a dor auxílio no decurso da luta humana, porque nós passamos, a nossa alma adquire compromissos nesse ou naquele sentido. E habitualmente nós logramos vantagens em determinados setores da experiência, perdendo em outros. E às vezes interessamos-nos pela sublimação do próximo, como fez Quinto Varro e Alione. Sublimação do próximo e esquecemos da melhoria de nós mesmos. E pra gente finalizar, por causa do tempo, tudo passa, tudo, exceto Deus.

-nos pela sublimação do próximo, como fez Quinto Varro e Alione. Sublimação do próximo e esquecemos da melhoria de nós mesmos. E pra gente finalizar, por causa do tempo, tudo passa, tudo, exceto Deus. Deus é o suficiente. Por isso que Chico colocou uma plaquinha na cabeceira de sua cama com os dizeres. Isso também passa, porque Deus, gente, é amor. Deus é sabedoria. Deus é suficiente. Muita paz a todos e meu muito obrigado. Meus irmãos, tenho dois avisos. O primeiro é pedir paciência, calma a no caminhar para o a sala de passe. Nosso irmão vai orientar cada um de nós. O segundo, o segundo aviso é que nós estamos fazendo a campanha do agasalho e que a sua doação é muito importante, aquece vidas. Então, as sugestões são eh cobertores, agasalhos, agasalhos femininos, masculinos, infantis, calçados, meias, toucas e bonés. Onde entregar? entregar aqui no tarifato da comunhão, sábado e quartas-feiras das 7 às 17:30 e demais dias das 7 às 19:30 ou entregar na portaria também. E isso é para que nós possamos atender no momento 150 famílias e a cada sexta-feira 40 moradores em situação de rua. Vamos ajudar, que é uma bênção a gente poder ajudar, não é, meus irmãos? Eh, vamos à prece então de encerramento. Quem quiser fechar os olhos, faça-o e vamos agradecer a Deus. O eh nós temos muito que pensar nos ensinamentos dessa tarde, desta palestra. Muito obrigada, viu, senhor Cláudius? Vamos falar com Jesus. Amado Senhor, abençoai-nos para que voltemos a nossos lares após o passe, com o coração repleto de luz e de bons propósitos para com todos. Que levemos a todos o nosso convívio, o bem-estar, a solicitude, atitudes de fraternidade e principalmente a caridade da delicadeza. Agradecemos a Deus, nosso divino criador, pai de amor e de bondade. Agradecemos ao divino amigo de todas as horas, que seguidamente derrama suas bênçãos sobre todos nós. Agradecemos aos amigos espirituais que nos amparam e a todos os os benfeitores que aqui trabalham. que nós todos nos comportemos sempre de maneira gentil e coerente com

a suas bênçãos sobre todos nós. Agradecemos aos amigos espirituais que nos amparam e a todos os os benfeitores que aqui trabalham. que nós todos nos comportemos sempre de maneira gentil e coerente com as recomendações de nosso mestre e senhor, o amigo de todas as horas, Jesus. Então, uma boa tarde, uma boa noite para todos, muita paz, muita luz em nossos corações. Vamos aguardar lá a chamada para o passe, meus irmãos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa

a que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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