PONTE ENTRE AS RELIGIÕES - Andréia Gardim [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a >> Boa tarde, queridos amigos da comunhão espírita de Brasília. Boa tarde a todos os ouvintes dos canais do YouTube, do Instagram. A todos esses que estão aqui no auditório, encarnados e desencarnados, tenham todos uma excelente tarde de sexta-feira. Então, meus irmãos, nessa tarde nós vamos conversar, vamos refletir um pouco sobre um tema muito importante no nossos dias de hoje, a ponte entre as religiões. E para nos harmonizarmos ainda mais, vamos fazer uma breve leitura do livro Pão Nosso, psicografado pelo nosso querido Chico Xavier, através do espírito Emanuel, o mundo e a crença. O Cristo, o rei de Israel, desça agora da cruz para que vejamos e acreditamos e acreditemos. Marcos, capítulo 15, versículo 32. Por isso que são muitos raros os homens habilitados à verdadeira compreensão da crença pura em seus valores essenciais. Encontramos os que injuriaram o Cristo para confirmá-lo. A mentalidade milagreira sempre nadou na superfície dos sentidos, sem atingir a zona do espírito eterno. E se não alcança os fins menos dignos aos quais se dirige, descamba para os desafios mordazes. E no caso do mestre, as observações não partem apenas da população. Asevera Marcos, que os principais dos sacerdotes com os escribas partilhavam dos movimentos insultuosos, como a dizer que intelectualismo não traduz elevação espiritual. Os manifestantes conservavam-se surdos para a boa nova do reino, cegos para a contemplação dos benefícios recebidos, insensíveis ao toque do amor que Jesus endereçava aos corações. Pretendiam apenas um espetáculo. o Cristo da cruz num passe de mágica e todos os problemas de crença inferior estariam resolvidos. O divino interpelado, contudo, não lhes deu outra resposta além do silêncio, dando-lhes a entender a magnitude do seu gesto inacessível ao propósito infantil dos
e crença inferior estariam resolvidos. O divino interpelado, contudo, não lhes deu outra resposta além do silêncio, dando-lhes a entender a magnitude do seu gesto inacessível ao propósito infantil dos inquisidores. Se és discípulo sincero do Evangelho, não te esqueças de que ainda hoje a situação não é muito diversa. Trabalha ponderadamente no serviço da fé. Une-te ao Senhor, dá quanto puderes em nome dele e prossegue servindo na extensão do bem, convicto de que o vasto mundo inferior apenas te pedirá maliciosamente distrações e sinais. Então, meus irmãos, convido a todos a fecharmos os nossos olhos e trazer a nossa tela mental o nosso mestre Jesus. Vamos agradecer a ele por mais um dia de vida. Vamos agradecer pela nossa saúde, pela saúde dos nossos familiares, dos nossos amigos. Vamos agradecer pelo nosso trabalho, não somente o trabalho material, mas o trabalho espiritual que nos foi concedido a fim de que pudéssemos evoluir nesta encarnação. Vamos agradecer por todas as benéces que chegam na nossa vida. Vamos agradecer, mesmo que ainda sem entender, pelos obstáculos, pelas pedras que passam pelo nosso caminho. E vamos nos lembrar que Deus, ele nos fortalece, nos nutre e nos proporciona meios para que adquiramos a fé, para ultrapassarmos da melhor maneira possível todos os obstáculos e as pedras que vêm no nosso caminho. Vamos agora, pedind somos, rogar pelos nossos irmãos que se encontram nos hospitais presos em seus leitos, necessitando de um exame, de uma cirurgia, necessitando de amparo físico espiritual. Vamos pedir ao Mestre Jesus que possa acompanhar a todos esses enfermos e dar a cura a quem for de cura e dar alento ao coração para que possam passar com resignação pelas doenças a que estão submetidos nessa existência. Vamos pedir aos nossos irmãos que se encontram nos presídios feminino e masculino. Vamos pedir aos idosos, para todos os asilos, para que os trabalhadores também possam ser amparados pela espiritualidade, a fim de dar o seu melhor. Vamos pedir as casas
resídios feminino e masculino. Vamos pedir aos idosos, para todos os asilos, para que os trabalhadores também possam ser amparados pela espiritualidade, a fim de dar o seu melhor. Vamos pedir as casas que cuidam das crianças que se encontram em estado de vulnerabilidade. Vamos pedir aos nossos irmãos em estado endogradição que andam pelas ruas porque ainda não conhecem o Mestre Jesus. e ainda não tem a força para pedir amparo e auxílio a Deus. Vamos rogar por aqueles que já saíram desta vida através do suicídio, para que a Virgem Maria possa envolvê-la com envolvê-los com seu manto e trazê-los para a luz uma possível reencarnação, a fim que possam passar por ela fortalecidos. E vamos pedir por aqueles irmãos que estão encarnados hoje ainda com ideação suicida, que a espiritualidade possa abrandar-lhes o coração e fazê-los entender que a morte não é o fim. E agradecidos que somos, vamos agradecer ao Mestre, a Deus por mais uma oportunidade de estarmos aqui nesta casa de bênçãos, de luz e de amor, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. Então, meus amigos, o nosso tema, né, que vamos dar uma pequena reflexão hoje, é a ponte entre as religiões. Vivemos num mundo marcado por diferenças culturais, sociais e religiosas. Cada religião, ela tem na sua forma uma busca de compreender o sagrado, o sentido da vida, a relação de Deus com o próximo. E aquelas religiões que não acreditam em Deus, mas acreditam na lei do universo. Não é porque uma religião ela não fala que acredita em Deus explicitamente, mas ela acredita numa força superior, que é uma força que nos traz o bem. Posso citar o budismo. Eu e minha família praticamos o budismo em Tirei Daonim por 27 anos e em nenhum momento tivemos um ensinamento sequer de desavença ao próximo. Quando nós praticamos este budismo maravilhoso de Nitirendaim, nós tínhamos o nosso mestre Dr. Daque Queda que foi um grande pacificador. em artigos, revistas, conversando com líderes do mundo inteiro, trazendo a paz para a humanidade, rogando pela paz
tirendaim, nós tínhamos o nosso mestre Dr. Daque Queda que foi um grande pacificador. em artigos, revistas, conversando com líderes do mundo inteiro, trazendo a paz para a humanidade, rogando pela paz entre os seres humanos, entre entendimento. Em 27 anos, eu não vi em nenhum momento sequer o Dr. Saqueeda falando mal de religião qualquer. ele se encontrava com o Papa, ele se encontrava, se encontrou com Nelson Mandela, se encontrou com várias outras eh outras outras personalidades religiosas e sempre tendo aquele diálogo paraa paz mundial. Ele não se preocupava se era o Japão, Estados Unidos. Ele tinha um amor muito grande pelo Brasil. Tinha não, né? Tem. que não é porque desencarnou, que acabou o amor. Ele sempre teve um carinho muito grande pelo Brasil, por nós brasileiros, mas sempre pediu por todas as nações, sempre mandou cartas de pacificação. Então, olha a magnitude desse sentimento, como esta casa que é uma casa religiosa, que também nunca ouvi retrucar sobre qualquer outra religião, o espiritismo vem nos ensinar para que tenhamos essa empatia, este amor. Por quê? Porque é o ensinamento cristão. Porque Jesus quando esteve aqui na terra junto conosco, ele não deixou para nós religiões. Ele nos deixou o amor e a caridade, o amor ao próximo, amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. Então, qual é a função dessas religiões que foram trazidas pelo homem? homens sábios, porque sabem que cada um de nós temos a nossa individualidade e ali eles foram criando as religiões para que nós pudéssemos trabalhar em favor da nossa evolução e do próximo da melhor maneira possível. Então, é essa a importância. Aí está o motivo porque Jesus nunca instituiu nem a igreja para que toda a humanidade pudesse seguir, porque nós temos o livre arbítrio. Então nós temos a a o caminho livre para praticarmos o bem aonde nós quisermos. E ali continuando, nós ainda temos, né, hoje em dia, muita discriminação, né, eh, muita falta de respeito com a religião do próximo. Eu
a a o caminho livre para praticarmos o bem aonde nós quisermos. E ali continuando, nós ainda temos, né, hoje em dia, muita discriminação, né, eh, muita falta de respeito com a religião do próximo. Eu já até citei uma vez aqui que todo final de ano a prefeitura, no caso, né, a os responsáveis pela prainha, vão lá, reforma, deixa tudo bonito pras entregas no começo do ano, né, as pessoas que t que pratica, são do da Umbanda, do candomblé, vão lá fazer oferendas, né, pra mãe manjá, para os seus santos que cultuam, eles deixam tudo arrumado, lindo, pois no dia Às vezes, até no dia primeiro mesmo, no dia 2 de janeiro, as pessoas que ainda têm essa ignorância vão lá e destróem como se fosse afetar a espiritualidade. A espiritualidade ela não se afeta com a nossa ignorância, ela simplesmente ela olha para nós e espera que nós possamos evoluir a fim de entender, de não discriminar, de não julgar. essas atitudes. E o espiritismo, ele nos convida a enxergar além da forma para que possamos compreender essa essência com amor e com carinho. E aqui na nosso diálogo, né, nós vamos falar também a questão da unidade espiritual da humanidade. No livro dos espíritos, na questão 643, Allan Kardec pergunta: "A adoração exige fórmulas?" Da mesma forma quando nós entramos lá no Evangelho Segundo Espiritismo, quando fala da oração, que nós não precisamos ficar falando palavras, né? Palavras elevadas, palavras cheias de pompas. Bastamos que possamos agir com a sinceridade do nosso coração. Se naquele momento a única coisa que nós conseguimos falar: "Deus, agradeço por tudo, mas me ajuda, eu estou precisando de amparo". É uma oração e a qualquer momento do dia. E ali continua com a pergunta do Kardec. E os espíritos responderam: "A verdadeira adoração é a do coração em todas as religiões e até aqueles que não têm religião, que são os ateus." Vejamos aqui que já existe uma pequena ponte nisso. Não importa a forma, o culto, o templo, o nome da religião. O que importa é a intenção do coração e a
ueles que não têm religião, que são os ateus." Vejamos aqui que já existe uma pequena ponte nisso. Não importa a forma, o culto, o templo, o nome da religião. O que importa é a intenção do coração e a prática do bem. Em todas as religiões, o que há de essencial? Deus e o bem. É isso. Jesus não fundou templos luxuosos, não estabeleceu ritos rígidos. Ele nos ensinou apenas a essência, a amar-vos uns aos outros como eu vos amei. A diversidade das religiões. Cada religião, ao seu modo, ela reflete um fragmento de cada verdade divina. No hinduísmo fala sobre a fraternidade universal. No budismo ensina a compaixão e a libertação do sofrimento. Através do manta que é recitado, né, em frente a um pergaminho, o que é nos orientado a visualizar o universo, a atrair as energias positivas, a pedir saúde, a paz do planeta. Olha a vibração. Então é uma vibração que nos traz tudo que é de bom, tudo que é pelo bem, pelo nobre, pelo reto, pelo digno. O judaísmo conserva a fidelidade em Deus. O cristianismo nos ensina o amor ao próximo e o islamismo, quando muitas pessoas falam assim: "Ah, religião islâmica". A primeira visão que algumas pessoas têm é o que tá acontecendo lá fora, né? Ah, não, eles eles lutam pela guerra. Não. A religião islâmica, ela vem destacando a entrega confiante na vontade divina. E o espiritismo, tem se impor, ele vem como o nosso consolador prometido, recordando que todos somos filhos do mesmo pai e que o amor é a lei suprema. Para tudo. Quando nós pegamos o evangelho para estudar, parece que são lições diferentes, parábolas diferentes, mas que a moral da história volta no amor ao próximo, a caridade. Fora da caridade não há salvação. Construindo pontes, o mundo de hoje pede pontes e não muros. Cada vez que nós discriminamos um irmão por ele ser evangélico, por ele ser um bandista, por ele ser candomblecista, por ele não acreditar ainda em Deus, nós estamos criando muros. Existe uma grande diferença quando nós conversamos amorosamente com o evangélico, não
r ele ser um bandista, por ele ser candomblecista, por ele não acreditar ainda em Deus, nós estamos criando muros. Existe uma grande diferença quando nós conversamos amorosamente com o evangélico, não eh debatendo a posição e o conhecimento dele, mas olha que que diferença. Eu vou conversar com o evangélico e ali ele começa a falar de como ele ele quer me converter. E ali eu pergunto para ele: "Como que a sua religião vê sobre a caridade? Como que a sua religião fala sobre Jó? O que que a sua religião fala sobre Moisés? Se a gente começar a virar chave e ao invés de debater, tentar entender como cada religião vê o pouquinho que nós conhecemos hoje, nós já vamos estreitar os laços. Então eles já vão olhar para nós com uma outra diferença e vão até querer entender. Suponhamos que eu sou evangélica. E aí eu pergunto, né, o Marcos Thiago que tá aqui assistindo aqui, meu irmão, ele é espírita e eu sou evangélica. Nós somos a mesma família e ali nós nos respeitamos. E aí eu tento entender, você espírita, como é a sua conexão com Deus, com Jesus, é a caridade. Como que você vê essa questão? A partir deste momento, nós estamos criando pontes de entendimento. Porque o que que é o julgamento e a crítica? É a nossa ignorância. Aí eu não sei do assunto, então eu vou julgar. Eu vou julgar a mediante o que eu estou enxergando. Mas nós não paramos para perguntar pro outro como é que funciona isso. Porque olha só, vamos mais longe. A partir da hora que eu sou evangélica e eu sento para dialogar sem julgar e sem criticar a religião do meu irmão que é espírita, eu vou falar para ele a mensagem que eu vou mandar. Eu estou falando para ele que eu tenho empatia com a religião dele, que eu quero aprender, porque eu ainda não sei. Nós não sabemos de tudo no mundo. Nós estamos aprendendo. Mesma coisa. A testemunha de Jeová, ele bateu na nossa porta. Qual é a nossa postura como cristãos? Ah, meu irmão, que bom que você esteve aqui. Eu sempre pego as mensagens e quando às vezes eu pego o jornal da
a. A testemunha de Jeová, ele bateu na nossa porta. Qual é a nossa postura como cristãos? Ah, meu irmão, que bom que você esteve aqui. Eu sempre pego as mensagens e quando às vezes eu pego o jornal da Universal, mas quando eu não vou, não tô afim de ler, eu falo: "Pô, irmão, muito obrigada pelo seu trabalho, mas dá para uma pessoa que realmente vai ler hoje eu não quero." Mas eu nem penso, eu nem penso nada. Às vezes quando nós estamos nos ônibus entram as pessoas, né, e começam a falar, é o modo que ainda elas sabem a querer converter as outras. Então, vamos tentar não julgar. É um exercício que eu estou tentando fazer comigo. É, incomoda, né? As pessoas tá gritando dentro do metrô que Jesus vai voltar, vai voltar, vai voltar, que Deus castiga, né? Mas eles também estão aprendendo do mesmo jeito que nós também estamos aprendendo. Então, nesta questão, nós começamos a ajudar a quebrar esse muro da ignorância. Porque é engraçado quando o evangelho, quando a gente para para conversar com o evangelho que a gente para para ouvir e às vezes, né, sempre perguntam: "E você é de que religião?" Eu falo assim: "Eu sou espírita, mas eu quero conhecer um pouco da sua, porque é neste momento que a gente quebra essa ignorância e vamos entender e lembrar que Jesus não deixou religiões. E é através do amor ao próximo que a gente vai acabar com essa guerra, com essa discriminação, com esse preconceito. São coisas que Deus não quer que nós façamos. E é assim que nós vamos ajudar que o próximo não faça, nem com a gente, nem com uma outra pessoa, nem com outro em outro país que ele estiver. É assim que nós quebramos os muros e e criamos essas pontes. Quando respeitamos a fé do outro, estamos vivendo a caridade. É por isso que eu falo que a caridade ela não é difícil de fazer. Quando buscamos o que nos une, não apenas o que nos separa, estamos contribuindo para a paz. Chico Xavier nos ensinava, toda a religião que nos leva a Deus, pelo caminho do amor, do bem, merece o nosso respeito.
amos o que nos une, não apenas o que nos separa, estamos contribuindo para a paz. Chico Xavier nos ensinava, toda a religião que nos leva a Deus, pelo caminho do amor, do bem, merece o nosso respeito. E aquelas que ainda não tem uma uma proposta firme, porque a religião é uma coisa, as pessoas que trabalham, que estão ali, é outra coisa. Nós precisamos também parar de generalizar, porque se um espírita faz mal para uma outra pessoa, já nós somos hábeis e falar: "Ai, mas o espiritismo não serve, o espiritismo não presta não." E assim para todas as religiões. Aí é um bandista, é porque tá fazendo macumba. Já tá errado, porque macumba é o nome de instrumento, já é errada a nomenclatura. Mas aí nós julgamos a religião e todos nós estamos aqui neste mundo maravilhoso aprendendo. Em todas as religiões vai faltar muito para que nós saibamos tudo. Mas é por isso que muitos de nós passamos por várias religiões, né, por várias filosofias a fim de aprender, de absolver o que há de bom. Se, se A, B ou C nos fez mal, é problema dele. O importante é que nós não façamos nem pensamento. Assim, a ponte entre as religiões não é feita de tijolo, nem de cimento. É feita de compreensão, de humildade e fraternidade. Eu peguei assim um exemplo que me veio à mente. Não sei se vocês que estão em casa e quem tá aqui no auditório já assistiu Frozen 2 e lá é é remetida ao passado e aparece que o vô da Frozen foi uma pessoa que criou muros entre a ancestralidade da floresta e entre o povo de Anindela. Então, para quem não assistiu ainda, vamos assistir. Muitas das vezes nós achamos, né, que desenho, filme, algumas músicas, elas não nos trazem nada da espiritualidade, mas se nós começarmos a ver com olhos de aprendizado, de tudo nós tiramos uma pequena lição. Então, eh, neste desenho, o povo da Mata, o povo ancestral, eles tinham muitas riquezas, mas o rei da época não queria ele. Então, ele criou um uma um muro matando o líder da região da dessa da mata. E ali criou-se um muro. A natureza fez criar uma barreira
l, eles tinham muitas riquezas, mas o rei da época não queria ele. Então, ele criou um uma um muro matando o líder da região da dessa da mata. E ali criou-se um muro. A natureza fez criar uma barreira que tirou de Anindela toda a energia positiva, tudo que essa mata poderia fornecer para eles. Então não vou contar o resto. Quem quiser assiste que o desenrolar e o final é muito bonito. E um outro exemplo que tá aqui falando eh mais ou menos, né, linca com a questão da da Frozen. De um lado estão diferentes povos com suas crenças, cada um lá com a sua crença. Vamos imaginar. Temos uma tribo budista, outra tribo umbandista, outra tribo espírita, outra tribo evangélica, testemunho de Jeová, católicos. Do outro lado do rio tem um objetivo comum. Aí do outro lado, lá embaixo, está Deus, amor e a verdade. Cada religião vai construir sua embarcação para atravessar o rio. Alguns vão fazer barcos, outros vão fazer jangadas, outros mais sofisticados, mas todos vão navegar em direção ao mesmo ponto. A ponte que precisamos construir é justamente essa, perceber que, apesar das formas diferentes, buscamos todos a mesma luz. Então, nós precisamos aproveitar esta encarnação que nós estamos para transformar o nosso coração a respeito deste ponto também, que é a tirar a discriminação, o preconceito. Eu vendo alguns TikToks e passou uma pessoa, o repórter falou assim: "Que religião que a senhora é? Ela falou assim: "Ah, eu sou eu sou espírita". Aí virou para ela e falou assim: "Qual religião a senhora não praticaria?" Ela falou assim: "Eu não seria um bandista". Aí forma uma interrogação enorme desse tamanho assim na cabeça. Ela forma um triplex, como o pessoal fala, né? Ela é espírita, mas ela não seria da Umbanda. Mas será que ela sabe o que que é Umbanda? São espíritos com missão igualmente aqui, porque o Dr. Bezerra de Menezes, ele está aqui, ele está aqui agora, ele tá em todos os centros que tem, que tá precisando de ajuda, ele tá em todos os países que precisa de ajuda, porque ele
te aqui, porque o Dr. Bezerra de Menezes, ele está aqui, ele está aqui agora, ele tá em todos os centros que tem, que tá precisando de ajuda, ele tá em todos os países que precisa de ajuda, porque ele é um espírito e tem uma pleia de anjos em volta dele que assessora, que ajuda. E do mesmo jeito que ele vem aqui, ele vai em um centro umbandista, ele se apresenta no centro candomblecista. Então é isso que nós temos que entender. A espiritualidade ela atravessa fronteiras. Ela ela tá aqui, ela tá no Canadá, tá no Japão, tá no Alasca, ela tá em todo lugar. Não importa se é branco, preto, índio, vermelho, azul. Não interessa. A espiritualidade ela tá em todo lugar. É para fazer o bem. Eles estão todo lugar, num palácio ou numa tapera embaixo da ponte. É um tema muito amplo, né? Teria aqui várias histórias para contar. Mas eu vou deixar essa questão dessa reflexão. Teve um dia, né, uma em um outro centro, não foi aqui, foi, se eu não me engano em Lus, eh estava tendo uma sessão de desobsessão e veio um espírito para ajudar e era um espírito de preto velho. E ali naquele momento, os médiuns e o dialogador que estava lá falou assim: "Ah, meu irmão, nós agradecemos muito a sua ajuda, mas eh nós pedimos para que você se retire, porque nós estamos fazendo um trabalho de obsessão". E o preto velho falou: "Não, meu irmão, eu só vim para ajudar, né, da forma como eles falam, né, porque é uma outro engano que nós temos que nós achamos que preto velho é tudo tudo negros, tudo preto e tudo foi escravo." Não, pretos velhos são entidades, alguns são entidades que escolheram vir naquela condição para ajudar, para est perto das pessoas que precisam, nos trazendo sabedoria, nos trazendo saúde, nos trazendo amor. E aí o preto velho fala: "Tudo bem, meu irmão, eu estou indo embora." Foi, passaram-se alguns minutos, continuou o trabalho e se manifesta mais um outro espírito e começa a falar tecnicamente sobre a atividade, falar como se fosse um médico, né, com palavras bonitas, né, não tão
aram-se alguns minutos, continuou o trabalho e se manifesta mais um outro espírito e começa a falar tecnicamente sobre a atividade, falar como se fosse um médico, né, com palavras bonitas, né, não tão rebuscadas, porque era um espírito elevado. E ao final, né, os médiuns, né, todos felizes, né, pela passividade, né, que foi dada naquele momento, alegres, né, e aí o espírito finaliza. Então, meus irmãos, eh agradeço a oportunidade de estar aqui com vocês, mas eu só venho lembrar que há minutos atrás vocês pediram para que eu fosse embora, porque eu vi, vim numa roupagem de preto velho. E eu gostaria de deixar para vocês só esse ensinamento, né? O espírito diz, a espiritualidade ela se apresenta de várias formas, em qualquer lugar. O que é importante é o amor de Deus, o amor de Jesus e a caridade que nós viermos fazer para o próximo. E ali ele se despediu e deixou uma lição de humildade e de amor para todos os médiuns daquela sala. Então, que nós possamos ser construtores de ponte, não de muros, que possamos ver em cada religião não um adversário, mas um irmão que está buscando como nós o caminho no bem. O espiritismo, ele nos convida a olhar para a essência e viver o evangelho em espírito e em verdade. E a essência é o amor. Que possamos, portanto, praticar o respeito, a tolerância, a fraternidade e, acima de tudo, o amor, lembrando sempre das palavras do mestre. Nisso todos conhecerão que sois só que sois meus discípulos. Se vos amardes uns aos outros. Foram palavras que Jesus deixou enquanto esteve aqui na terra conosco, para que pudéssemos nos amar. Porque somente assim é através do exemplo que nós conseguimos trazer aquela pessoa, que ela não fique espírita a vida inteira, que ela não fique católica a vida inteira, que ela não fique evangélica a vida inteira, mas que ela venha conhecer a nossa filosofia, a nossa religião, através do nosso exemplo de empatia, de amor, de atenção e de cuidado, porque depende de nós o que as pessoas vão falar. Tem um outro ditado que diz: "Falar de
cer a nossa filosofia, a nossa religião, através do nosso exemplo de empatia, de amor, de atenção e de cuidado, porque depende de nós o que as pessoas vão falar. Tem um outro ditado que diz: "Falar de Jesus todo mundo fala. Vamos agora ser exemplos do que o mestre nos deixou". Então, meus amigos, finalizando o nosso diálogo de hoje, vamos todos fechar os nossos olhos, aproveitando essa harmonia, essa essa paz, essa calma deste lugar de amparo. Vamos aproveitar esse banquete, esse tratamento espiritual que nós estamos recebendo nesta tarde de hoje. E vamos agradecer ao mestre Jesus. Pai nosso que estais no céu, santificado seja vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoai as nossas ofensas, assim como estamos aprendendo a perdoar a quem nos tem ofendido. E não nos deixes, Senhor, caímos em tentação, porque teu é o poder, o reino e a glória para todo sempre. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Queridos irmãos, todos os encarnados e desencarnados aqui presente, nossos irmãos que estão no YouTube nos acompanhando, recebam todo esse calor, Dr. Bezerra de Menezes, seu Passanufo, de Meimeix, Chico Xavier e aguardem para o passe virtual que vai acontecer daqui instantes. Um bom final de semana para todos. Até uma próxima vez. >> Sejam bem-vindos. a nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim,
e energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje.
Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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