AMOR AO PRÓXIMO EM TEMPOS DE INTOLERÂNCIA - Andréia Gardim [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 29/07/2025 (há 8 meses) 38:46 275 visualizações

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Transcrição

Senhor, estou aqui para agradecer de cor a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor. dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa tarde, queridos amigos da Comunhão Espírita de Brasília. Boa tarde a todos os nossos ouvintes da rádio web, do YouTube, do Instagram. Sejam todos muito bem-vindos nessa tarde de segunda-feira. E também eh dar boas-vindas aos nossos irmãos desencarnados que foram trazidos pela espiritualidade nessa tarde para estar conosco fazendo essa pequena reflexão nesses 30 minutos. Então, meus amigos, nosso tema de hoje é o amor em tempo de intolerância. E para iniciar, né, a nossa nosso diálogo, vamos fazer uma pequena leitura do livro Gotas de Esperança de Lourival Lopes. Equilibre sua mente. Raiva, inflexão, inveja, ciúme, cobiça, falsidade, desejo de vingança, desequilibram a mente e produzem maléficas irradiações pela alma e pelo corpo. am doença, a velice e a morte. Levante seu pensamento. Fuja desses inimigos da paz e da saúde. Se aparecerem, reflita. Resolvem o seu problema ou agravam-no. Confie nas forças que você tem. Pense na bondade divina. Alivia a mente. Agradeça a Deus o momento que passa. Entregar o tesouro da mente ao egoísmo é enveredar pelo caminho que nos leva à dor. Então, meus irmãos, vamos aproveitando este clima maravilhoso, harmônico desta casa bendita e vamos tranquilizar nossos corações, fechar os nossos olhos e elevar o nosso pensamento a Deus, nosso mestre, o nosso mestre Jesus. E faremos hoje a oração de São Francisco de Assis. Senhor, fazei-me de mim um instrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor. Onde houver ofensa, que eu leve o perdão. Onde houver discórdia, que eu leve à união. Onde houver a dúvida, que eu leve à fé. Onde houver

nstrumento de vossa paz. Onde houver ódio, que eu leve o amor. Onde houver ofensa, que eu leve o perdão. Onde houver discórdia, que eu leve à união. Onde houver a dúvida, que eu leve à fé. Onde houver erro, que eu leve a verdade. Onde houver desespero, que eu leve à esperança. E aonde houver tristeza, que eu leve à alegria. Onde houver trevas, que eu leve à luz. Ó Mestre, fazei que eu procure mais consolar que ser consolado, compreender que ser compreendido, amar que ser amado, pois é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é morrendo que se vive para a vida eterna. Então, meus amigos, fazendo desta oração de São Francisco de Assis, à luz do nosso caminho, né, vamos ser esta essa pessoa que aonde estiver a discórdia, aonde estiver a desunião, vamos nós levarmos essa luz, né, do amor e do entendimento do nosso mestre Jesus. E dando continuidade aqui ao nosso a nossa reflexão de hoje, nós vamos iniciar falando o quanto é desafiador essa questão que nós temos que amar ao próximo, mas o mundo anda tão intolerante, nós também muitas vezes, não é, nos pegamos ali tão intolerantes, seja com os nossos filhos, no nosso trabalho, no dia a dia e até meso mesmo conosco. Muitas vezes não queremos estar com aquele sentimento de tristeza ou de mágoa e ficamos ali nos debatendo, ficamos brigando com o nosso eu. E aí surge muitas vezes também a intolerância. Mas na luz do evangelho, nós temos que sempre nos pautar pelos ensinamentos do Cristo, porque ao mesmo tempo que nós estamos evoluindo para as coisas maravilhosas que nos são foram prometidas, né, de um mundo regenerado, infelizmente essa ansiedade do mundo está nos travando e ao mesmo tempo nos tornando pessoas impacientes e intolerantes. algumas vezes percebo aqui no salão enquanto estamos, né, em tratamento, crianças que choram ou algumas crianças que realmente tem algum problema e já olhamos aquelas pessoas já virando para trás, furiosas com aquela situação e nos esquecemos que aquela mãezinha ou que aquela pessoa está aqui também como

rianças que realmente tem algum problema e já olhamos aquelas pessoas já virando para trás, furiosas com aquela situação e nos esquecemos que aquela mãezinha ou que aquela pessoa está aqui também como nós, em busca de Jesus, em busca de um tratamento. Mas já olhamos já com aquele ar de pega essa criança e sai daqui que está me atrapalhando. Outras vezes somos nós que dentro de uma sala de tratamento nem nos lembramos dos nossos irmãos e começamos a conversar desenfreadamente. E se alguém nos chama atenção, agimos com intolerância, ainda nos achamos na razão. Então, quando vem este tema tão desafiador para que nós pudéssemos compartilhar e reflexionar sobre ele, conseguimos analisar dentro de nós os pontos que também estamos agindo com intolerância no nosso dia a dia. Nesses tempos de muitos avanços, nós estamos debatendo com muitas, muitas fases da intolerância, seja no meio cultural, seja no meio social. no meio político. De uns tempos para cá, a intolerância política, ela adentrou os nossos lares. Antigamente não tinha muitas histórias de pessoas que ficavam sem se falar por conta de partido político. Aonde que nós estamos com a cabeça deixarmos de falar, nos desentendermos com um ente querido por conta de um partido político? Vamos trabalhar bem na base. Eles nem sabem que nós existimos. E nós estamos ali agindo com grosseria, com intolerância, querendo fazer descer guela abaixo o nosso partido, o nosso o nosso o nosso presidente ou nosso governador ou o nosso prefeito, porque ele é o melhor, sendo que nós teríamos muitas outras coisas tão importantes quanto mais do lado do amor, da tolerância, da paciência, do diálogo. Porque cada pessoa, ela pode ter o partido que ela quiser, ela pode ter a religião que ela quiser. Jesus, quando ele esteve conosco, ele não disse: "Você vai ser católico e você vai ser evangélico". Ele não criou religiões, ele não criou essa divisão. Nós é que ainda não aprendemos a agir com a tolerância, com a paciência. de entender o outro. Se o outro quer

católico e você vai ser evangélico". Ele não criou religiões, ele não criou essa divisão. Nós é que ainda não aprendemos a agir com a tolerância, com a paciência. de entender o outro. Se o outro quer torcer pro time de futebol, A, B, C, ótimo, eu torço pro meu, você torce pro seu. Mas nós não vamos nos desentender por isso. Mas não. Somos os primeiros a agredir verbalmente quando não fisicamente, seja pela raça, pela cor, pela política. E o pior, a intolerância religiosa. Todos os anos o GDF vai e deixa aquela praça dos Santos, a coisa mais linda no final do ano paraas oferendas, né, dos nossos irmãos umbandistas, candomblecistas. E o que que acontece ainda pessoas que não têm o conhecimento que Deus, que o Mestre Jesus está em todas as religiões, vai lá e destrói tudo. Ou então não antes do ano novo, depois, quando tem aquelas oferendas maravilhosas, flores, as coisas que as pessoas têm no seu coração de oferecer. Muitos de nós vamos lá e destruímos, chutamos com a maior falta de respeito. Chico Xavier em uma em uma vez que ele estava no Rio de Janeiro, ele quis andar pela praia e ali convidou a sua amiga, né, que estava hospedando ele e eles caminhando ali, curtindo, né, aquela a noite, a marezia, que é maravilhoso andar na praia à noite. Eu já tive essa oportunidade, é muito bom. E ali ele avistou uma moça que estava assim ajoelhada na areia e ele parou um pouco de longe e ficou prestando atenção. E a amiga dele falou assim: "O que que foi, Chico?" E quando ela olha pro Chico Xavier, Chico Xavier estava chorando. Ela falou: "Por que você tá chorando?" Ele falou assim: "Porque você não sabe a coisa mais linda que eu estou vendo? Os seres das águas estão saindo do mar em direção àquela moça que acendeu aquela vela para receber a energia daquela oferenda. E a moça ali fazendo aquela oração sentida, pedindo ajuda. Claro, né? como nós. Por que que é normal nós irmos à igreja? É normal a gente vir aqui numa casa espírita e não é normal uma pessoa acender uma vela ou fazer um uma entrega

ão sentida, pedindo ajuda. Claro, né? como nós. Por que que é normal nós irmos à igreja? É normal a gente vir aqui numa casa espírita e não é normal uma pessoa acender uma vela ou fazer um uma entrega com o que ela acha que é que para ela é válido, que ela está entregando ali de coração. Por que que nós não temos esse respeito com essas pessoas que são todos iguais a nós e que procuram Deus do mesmo jeito que nós? E ali Chico Xavier disse que as entidades do mar vieram para receber aquela energia, se abaixaram, pegar a energia da vela e voltaram para o mar. Chico relatou que foi a coisa mais linda que ele viu em toda a vida dele. E ali aquela moça com aquela fé se levantou, saiu e deixou a vela lá. Então, eh, o que vem a ser, né, essa essa intolerância nossa é a falta de conhecimento, é a nossa ignorância, que é o que nós temos que limpar esse vel da ignorância dos nossos olhos. Deus está em todos os lugares, até fora dos centros religiosos. Ele está na rua. Ele, Jesus está num mendigo, Jesus está num viciado, Jesus está numa mãe que está na rua pedindo uma ajuda com seu filho. Jesus está dentro do presídio, está dentro dos hospitais, dentro das empresas. Então, quando nós tratamos essa questão da intolerância, ela é muito abrangente, mas o que chega até nós, o que nos machuca, o que deixa que nós fiquemos em reflexão, é esta questão pontual da intolerância religiosa. Então, é algo que a espiritualidade ela vem sempre trazendo para que nós prestemos atenção na no conduzir da nossa vida. Às vezes nós falamos assim: "Ai, é uma entrega, vai lá e chuta." Tudo é energia. Tudo é energia e nós não respeitamos. E ali se acontece alguma coisa com a gente depois daquele daquele chute naquela oferenda, nós ficamos revoltadíssimos, mas também pela nossa ignorância não sabemos que foi a nossa própria eh atitude em desrespeitar aquela figura religiosa daquele momento. Trazendo aqui pro nosso evangelho, Jesus Cristo, ele nos deixou um mandamento muito claro que na realidade ele veio

a nossa própria eh atitude em desrespeitar aquela figura religiosa daquele momento. Trazendo aqui pro nosso evangelho, Jesus Cristo, ele nos deixou um mandamento muito claro que na realidade ele veio para reforçar esse mandamento, porque está nos 10 mandamentos de Deus. amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. E Jesus fala: "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei." Esse amor, ele não tem uma condição. Rossando Clisley nas suas palestras eles ele sempre nos orienta que Deus e que Jesus ele nos ama incondicionalmente. Eles eles não nos amam se nós fomos bons. Eles nos amam independente se nós fomos bons ou ruins. Ele ama quem está dentro da casa espírita e ele ama quem está lá no umbral. Tanto é que quando Jesus foi crucificado, ele aparece para Maria de Magdala e fala que ela não podia tocá-lo ainda, porque ele não havia subido ao pai. Ele tinha ainda que fazer uma visita a um amigo, porque naquele calor da emoção do dos acontecimentos, eles não sabiam que Judas Iscariotes tinha se suicidado. E Jesus, mesmo sabendo, desde quando Jesus agrupou o ministério sendo um apóstolo do Cristo, Jesus já sabia que ali, pela diferença das convicções de Judas e dos outros apóstolos e de Jesus, ele seria entregue aos fariseus por Judas Iscariote. E nem assim, em momento nenhum, Jesus deixou de amá-lo. Jesus deixou de lavar os pés de Judas nos últimos momentos da sua vida na terra. E com amor, com tolerância, com paciência e com amor e com tolerância e com a paciência. A Jesus ainda foi conversar com Judas, dizendo que ele queria o coração de Judas, mas que Judas precisava ter fé em seu ministério, que não era de guerra, que não era de espada, era do amor, da compreensão, da tolerância e da paciência. No Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 11, Kardec vem nos lembrar que fora da caridade não há salvação. E o que é essa caridade? Ele nos fala que é o amor em ação. Quando nós doamos uma cesta, quando nós damos um abraço, quando nós olhamos para aquele nosso

lembrar que fora da caridade não há salvação. E o que é essa caridade? Ele nos fala que é o amor em ação. Quando nós doamos uma cesta, quando nós damos um abraço, quando nós olhamos para aquele nosso colega ou para uma pessoa estranha e nós perguntamos: "Você está bem? Você está precisando de ajuda?" é a caridade. E o que que é isso? É a nossa manifestação de amor ao próximo. Quando nós tomamos cuidado em não levar o nosso pet à rua e deixar a sua sujeirinha ali que nós limpamos, é amor ao próximo. Nós estamos evitando que alguém suja o pé. Quando nós temos aquele cuidado, quando quebra algo em nossa casa de embalarmos ali no jornal, colocar um papel, um papelão e depositarmos pro lixeiro levar bem cuidadosamente, é amor ao próximo, porque ali nós estamos nos precavendo de acontecer um acidente com uma pessoa que talvez a gente nunca vai ver na vida. Olha como é fácil exercer o amor, como é fácil nós tratarmos essa questão da intolerância da nossa vida. Fora esses pequenos detalhes, amar ao próximo significa simpatizar, ter empatia, significa respeitar, ajudar, ouvir e até mesmo aqueles que pensam diferente de nós. Porque muit das vezes quando nós vemos que aqui uma determinada pessoa não tem, não comunga da nossa filosofia de vida, não comunga da das coisas que nós gostamos, nós temos preguiça de ouvir aquela pessoa. Estamos sendo o quê? Ah, não, eu preciso me preservar. Ótimo. Claro, precisamos nos preservar de muitas coisas, mas aquele que não comunga da nossa religião, aquele que não comunga das coisas que nós gostamos, pode estar precisando falar, está precisando pedir ajuda. E nós, como cristãos, precisamos estar ali exercendo o amor em ação que o mestre Jesus nos ensina. Emanuel, por meio de Chico Xavier, diz que a caridade é o amor em movimento, é a capacidade de entender o outro e aceitar as suas limitações, ajudar sem esperar o retorno. Mais uma vez temos o nosso professor, mestre Jesus, que ao fazer as curas sempre falou: "A sua fé curou, vá e não peques mais.

ender o outro e aceitar as suas limitações, ajudar sem esperar o retorno. Mais uma vez temos o nosso professor, mestre Jesus, que ao fazer as curas sempre falou: "A sua fé curou, vá e não peques mais. Ele não curava as pessoas, esperando que todos ficassem nos pés dele, fazendo tudo para poupá-lo de tudo que ele tinha que fazer aqui na terra. Ele curava e a e falava: "Vai, não peques mais. Se fôssemos nós, queríamos fazer da pessoas nosso serviçal. Ai, eu te curei, eu te dei isso, eu te dei aquilo. Você tem obrigação de me servir até o fim da vida. E ali ainda nós achamos que somos caridosos, né? A capacidade de entender o outro e aceitar e ajudar a intolerância dos tempos atuais. A intolerância ela nasce da incompreensão e do nosso orgulho. Quantas vezes já julgamos o outro por sua aparência religião, por suas escolhas ou até pelos erros mesmo? E esquecemos que o nosso telhado ele é de vidro, porque nós estamos sujeitos a errar, estamos sujeitos a sermos julgados, porque nós erramos a todo momento. E quando que Deus fica no nosso pé, olha, você errou. Olha, você e tá errado, olha, você fez aquilo errado, olha, você eh jogou o próximo. Quem de nós ouvimos isso? Nem a espiritualidade, nem quem é médio ostensivo que tem ali o seu mentor mais próximo, não fica ouvindo do mentor, você tá errando, você tá julgando, você tá mentindo, você tá roubando. Nem os nossos mentores ficam todo tempo exercendo essa pressão em nossa cabeça, agindo com intolerância. Eles estão ali a todo momento nos auxiliando, nos intuindo da melhor maneira que possamos agir perante a sociedade e perante a nós mesmos também. No livro Joana de Angeles, no livro Convites da Vida, ela afirma: "A intolerância é filha da ignorância e da presunção. Aquele que verdadeiramente ama não impõe, não acusa, não condena". Nós somos mestres, né? em fazermos isso. Vivemos tempos em que muitos gritam por liberdade, mas não aceita a liberdade do outro. Ou seja, nós queremos ser respeitados. Nós queremos que as pessoas

na". Nós somos mestres, né? em fazermos isso. Vivemos tempos em que muitos gritam por liberdade, mas não aceita a liberdade do outro. Ou seja, nós queremos ser respeitados. Nós queremos que as pessoas entendam, nos tolerem. Mas quando chega a nossa vez de exercer essa caridade, este amor em ação, nós nos perdemos no caminho da nossa evolução. A intolerância, ela endurece o coração e um coração endurecido, ele se distancia de Deus. Temos alguns exemplos de amor em meio à intolerância. Jesus nos deu o maior exemplo de amor de durante e diante da intolerância. Quando Jesus foi crucificado, Jesus perdoou a todos, todos aqueles que optaram por Barrabás ao invés dele, que curou, que levou o amor, que levou a paz, o ensinamento a multidões. E a mesma multidão o ajudou a crucificar, ajudou-o a ser crucificado. os apóstolos amedrontados. Pedro o negou três vezes. E quando foi que Jesus agiu com intolerância com Pedro? Nunca. Jesus conversou com a mulher samaritana no poço, indo contra todos os preceitos, os preconceitos da época. Então, ele não se importou. com que as pessoas iam pensar, iam dizer dele. Aceitou a companhia de publicanos e pecadores. Jesus, ele não impôs o amor, ele viveu, ele exemplificou a modo de que nós pudéssemos também fazer isso, porque nós temos este poder de exemplificar o amor somente na nossa postura. Nós não precisamos sair falando aos quatro ventos. Olha, eu sou caridoso. Olha, eu frequento a igreja. Olha, eu faço ações. Olha, eu oro pelas famílias. Não é preciso. Basta que a partir da hora que nós começarmos a executar estes planejamentos que já estão em nossa vida, tudo começa a mudar. A nossa energia muda. Jesus sempre foi como nós cristãos, que somos chamados a fazer o mesmo que ele, não com palavras bonitas, mas com atitudes de respeito, de escuta e compaixão. O espiritismo também ele vem com todos os espíritos imortais nos ajudar neste processo de aprendizado. Hoje discordamos, mas eles também já estiveram em nosso papel e também já passaram por isso. Mas

O espiritismo também ele vem com todos os espíritos imortais nos ajudar neste processo de aprendizado. Hoje discordamos, mas eles também já estiveram em nosso papel e também já passaram por isso. Mas com a evolução que nós estamos galgando, com o ensinamento, com tudo que está sendo nos ofertado para a nossa a evolução espiritual, um dia também nós chegaremos a este patamar de não discordarmos com as das pessoas, de não sermos intolerantes e de aprendermos, de estarmos nessa posição de ouvir aqui dentro do coração. No livro Nosso Lar, André Luiz nos mostra o quanto ainda nos carregamos, né, do orgulho, da vaidade e também faz com que aprendamos que através da regeneração vamos tendo a mudança deste olhar, olhando também o próximo com humildade, com misericórdia, como sempre somos olhados por Deus. Emanuel fala: "Ninguém evolui empurrando os outros para o abismo do desprezo." Foi como eu pontuei, né? Tem temos pessoas que somos assim simpáticas, pessoas que nós gostamos de estar perto dela. E tem aquelas que quando vem chegando a já fala: "Ai, já vem aquela pessoa chata ou já vem aquela pessoa negativista ou já nós temos, né, nome para tudo." E qual é a nossa posição enquanto cristãos? A pessoa está vindo, vamos ali dar aquele sorriso e ouvir o que aquela pessoa tem a dizer. Se for uma fofoca, vamos usar, vamos usar a técnica das três peneiras. O que você vai me dizer? É bom, é bondoso, tem utilidade? Pronto. Ali naquele diálogo fraterno, a pessoa já até esquece o que ela ia falar. Então, se nós formos estudarmos amorosamente, nós temos formas, né, de tratar cada assunto que às vezes nos chateia de uma forma mais amigável. Como praticar o amor em meio à intolerância diante da agressividade, vamos responder com serenidade. No TikTok, no Instagram, geralmente tem muitas, nós vemos, né, alguns memes que o tem o o leão ou macaco, geralmente eles colocam animais, né? estão ali discutindo e um tá gritando e o macaco só ali pleno olhando. Com certeza o macaco tá meditando e é um

mos, né, alguns memes que o tem o o leão ou macaco, geralmente eles colocam animais, né? estão ali discutindo e um tá gritando e o macaco só ali pleno olhando. Com certeza o macaco tá meditando e é um ensinamento para que a gente traga pra nossa vida. Se o outro, a esposa, o irmão, o chefe tá gritando, babuceando horrores, vamos a serenar o nosso coração, porque nós não podemos nos envolver na sintonia da pessoa. Quando a pessoa terminar de falar as nossas únicas palavras, você já terminou aí, o que que nó que que a pessoa vai falar? Já, já terminei. Tudo bem. Então, numa outra hora que você estiver mais calmo, nós vamos conversar melhor. E se retirem, porque se nós começarmos a entrar na sintonia da pessoa, a discussão não acaba e cada um vai, cada um vai se elevando. Não é aquela, aquele negócio, ai a pessoa discutiu, gritou comigo, eu respondi na mesma moeda, eu respondi à altura. O responder à altura é como Jesus nos ensinou. Se alguém bater em uma face, oferece a outra. Isso não é humilhação, isso é humildade e elev elevação moral. Finalizando aqui, né, o nosso nosso nosso diálogo, né, o nosso a nossa reflexão da tarde. Jesus Cristo nos ensinou: "Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra". em Mateus capítulo 5. E como dizia Chico, embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer o novo fim. Então, meus amigos, desejo a todos vocês uma excelente semana, que hoje é só segunda-feira, estamos começando, né, nossa semana maravilhosa, finalizando julho, já vamos entrar lá em agosto. Vamos fazer aqui uma prece, vamos fazer um Pai Nosso para envolver todo o nosso mundo em amor e aonde tiver intolerância, que a espiritualidade que Deus possa estar presente. Vamos fechar os nossos olhos. e mentalizar. Cada um mentalize o que quiser neste momento. Pai nosso que estais no céu, santificado seja vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa, Senhor,

ento. Pai nosso que estais no céu, santificado seja vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa, Senhor, as nossas ofensas, assim como estamos aprendendo a perdoar a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, porque teu é o reino, o poder e a glória para todo sempre. Graças a Deus e graças a Jesus e esta casa bendita de alimento pra alma, pro corpo e pro coração. Meus amigos, uma boa semana e até uma próxima vez. Sejam o passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a

s se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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