PODEMOS REPREENDER OS OUTROS? - Marcos Noronha [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 24/09/2025 (há 6 meses) 1:05:41 327 visualizações

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Transcrição

Não, todos somos espíritas. A doutrina espírita tem um essa característica de ser uma doutrina que não tem dogmas, ela é a dogmática. Eh, até algumas pessoas falam: "Ah, mas tem o dogma". Até em livro espírita eu já vi da reencarnação e não considero que o dogma que que a reencarnação seja um dogma porque nós temos comprovações partas na doutrina espírita, no pentateu cardeciano, especificamente no segundo livro, né, o livro dos médiuns, com mostra toda a parte científica daqueles queam corpo de carne no planeta, mostrando a lógica da reencarnação. Irmãos, pa, nós não temos ritual, não temos nada disso. Aliás, tivemos a oportunidade, a convite, a convocação da comunhão, falarmos aqui nesse auditório no dia 30 de de agosto sobra de Menezes, porque o aniversário de nascimento dele teria sido no dia anterior, dia 29 de agosto. E Bezerra de Menezes nos deixou uma frase que fala que eh ele gostaria que a doutrina espírita fosse passada, fosse vivenciada, fosse continuada do jeito que Kardec nos deixou, sem nenhum tipo de de dogma, sem nenhum tipo de profissionalismo, sem nenhum tipo de característica política, sem nenhum tipo de ritualística. Então nós sempre trazemos aqui reflexões para que cada um faça essa essa reflexão interna e possa tirar as suas próprias conclusões. Então a pergunta de hoje é: podemos repreender os outros? Vamos ver se a gente consegue ao final e ao cabo da nossa conversa eh chegar a uma conclusão. Nós sempre gostamos de começar com uma reflexão trazida por esse grande autor espiritual que é Emanuel na psicografia dessa pessoa que passou aqui no nosso planeta. nos deixou em 2002 com aproximadamente 450 livros cografados, mais de 10.000 1 cartas e com uma missão, com uma com uma vida belíssima de exemplificação, de amor, de caridade. Chico Xavier. Emânuel então nos trouxe várias mensagens que provocam na gente ou deveriam provocar essa oportunidade de reflexão. A mensagem que nós vamos trazer hoje, que é do livro, um dos livros de mensagens, né, dos seis, sete livros de

árias mensagens que provocam na gente ou deveriam provocar essa oportunidade de reflexão. A mensagem que nós vamos trazer hoje, que é do livro, um dos livros de mensagens, né, dos seis, sete livros de mensagens de Emânel, fora os os vários livros, outros que ele psicografou, o consolador, eh os livros de de romance que trazem eh, na verdade grande mensagem cristã é o livro Pão Nosso, na mensagem 14, com o título Página. Como todos sabem, esses livros de mensagens Fonte Viva, Pão Nosso, Caminho, Verdade, Vida, etc., Ele sempre traz uma passagem ou evangélica ou uma passagem raramente do Velho Testamento. Muitas passagens, muitas, muitos trechos das várias cartas que Paulo escreveu. O apóstolo Paulo, o antigo, primeiramente Saulo de Taro, depois Paulo de Taro. Então aqui é uma uma passagem de Tiago no capítulo 3, versículo 17. Então diz assim: "Mas a sabedoria que vem do alto é primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade e sem hipocrisia." Então, a partir dessa mensagem de Thago, o que que Emanuel nos faz? Emanuel nos traz uma reflexão, uma interpretação dessa mensagem. Nós temos muita dificuldade mesmo hoje, né, já no ano de 2025, quer dizer, praticamente dois milênios depois da passagem de Jesus de entender algumas partes evangélicas. Então, Emanuel vem interpretar pra gente essas mensagens às vezes um pouco veladas, um pouco metafóricas que foram trazidas. E aí, primeiro parágrafo, Emmanuel nos diz toda a página, então ele tá referindo à página, referindo a Thago, que fala que a sabedoria que vem do alto tem essas características, ser pura, pacífica, moderável, tratável, misericordiosa, que dá bons chutos, sem parcialidade, quer dizer, sem privilegiar a ninguém e também hipocrisia. Então o Emanuel diz: "Toda página escrita tem alma". Isso é uma verdade mesmo. Escritor, um poeta, eh aquele que compõe uma uma um uma letra, né? Uma música, uma a letra de uma música tem alma. A gente tem que procurar entender isso. E o crente

m alma". Isso é uma verdade mesmo. Escritor, um poeta, eh aquele que compõe uma uma um uma letra, né? Uma música, uma a letra de uma música tem alma. A gente tem que procurar entender isso. E o crente necessita ao escutável, ou seja, buscar, ouvir e entender a natureza dessa escrita. O exame sincero esclarecerá imediatamente a que esfera pertence. Então aquilo, o evangelho já nos fala quando diz o seguinte, que eh se os homens que estão cheios de defeitos, cheios de limitações, não entregam uma tropa para ser comandada, senão a um general experiente, competente, que tenha condições, que dirá Deus, pai perfeito, justo. Então, na verdade, eh, se a gente faz uma análise desse sincera, dessa escrita, a gente já vai saber a que esfera pertence, é evoluída ou uma esfera mais baixa, no círculo da atividade destruidora no mundo ou no centro dos esforços de edificação para vida espiritual. continua emano dizendo, e aí a gente destaca algumas partes em vermelho para chamar atenção. Primeiramente, o leitor amigo da verdade, quer dizer, aquele que está realmente lendo, sem nenhuma parcialidade e do bem, o leitor amigo da verdade do bem, analisar-sear as linhas para ajuizar da pureza do seu conteúdo. A gente tem que analisar isso que tá escrito. Isso tem tudo a ver com o que a gente vai falar hoje. Eu peço que façam essa conexão, compreendendo que se as expressões forem nascidas de fontes superiores, aí encontrará os sinais inequívocos de quê? Da paz, da moderação, da afabilidade fraternal, da compreensão amorosa e dos bronz frutos. Enfim, então a gente precisa de de ver isso. A gente tem aquele ditado popular que fala: "Me diga, né, com quem andas que eu direi quem sois." Então, se a gente vê uma pessoa que tá sempre eh trazendo boas informações, boas mensagens, um sorriso no rosto, uma vibração positiva diante de uma situação às vezes conflituosa e um pouco embaraçosa, ela procura ter uma palavra amiga, uma palavra de conforto. a gente já sabe que é uma pessoa que tá trazendo

o, uma vibração positiva diante de uma situação às vezes conflituosa e um pouco embaraçosa, ela procura ter uma palavra amiga, uma palavra de conforto. a gente já sabe que é uma pessoa que tá trazendo luz, que tá trazendo coisas boas, reflexões boas, como ele diz, paz, moderação, afabilidade fraternal, compreensão amorosa e bons frutos. Aí vem e fala: "Mas se a página reflete os venenos sutis da parcialidade humana, semelhante mensagem de pensamento não procede das esferas mais nobres da vida. Então, toda vez que aparece alguma mensagem pra gente, ainda mais hoje, né, com esse com essa facilidade da comunicação via redes sociais, nós devemos avaliar isso com bastante critério pra gente poder fazer essa seleção da forma bem imparcial. É bom ou não é bom? Vale a pena ou não vale a pena? E é isso que Emanuel nos traz. E aí ele fala, ainda que se origine da ação dos espíritos desencarnados, que supostamente superiores, ou a gente até poderia dizer supostamente poderiam ser considerados superiores, a folha que não faça benefício em harmonia e construção fraternal é apenas reflexo de condições inferiores e fala exam pois as páginas do teu contato com o pensamento alheio diariamente e faz companhia aquelas que te desejam elevação. Não precisa das que se te figurem mais brilhantes, mas daquelas que te façam melhor. Então, muitas vezes a gente se depara com pessoas que falam muito bem, que tem um vocabulário muito bom, um vocabulário extenso e um vocabulário realmente, vamos dizer assim, até um pouco rebuscado, pode ser brilhante, mas o que que ele tá trazendo pra gente? Às vezes aquilo que ele tá trazendo não é o que há de melhor. Às vezes a gente depara com pessoas que mal sabem falar, que ao falar comentem vários erros de português, pronunciam várias palavras de forma equivocada na boa linguagem, no bom português, mas ele tá trazendo luz, ele tá trazendo boas vibrações. Então, o Emanuel nos diz isso, que nós muitas vezes não precisamos das páginas mais brilhantes, mas precisamos das melhores.

no bom português, mas ele tá trazendo luz, ele tá trazendo boas vibrações. Então, o Emanuel nos diz isso, que nós muitas vezes não precisamos das páginas mais brilhantes, mas precisamos das melhores. Então, passado esse essa introdução com essa mensagem com o título páginas do livro Pão Nosso, nós vamos falar um pouquinho sobre esse capítulo 10 do Evangelho Segundo o Espiritismo, que tem o título: "Bem-aventurados que são misericordiosos, por obterão misericórdia." Isso tá em Mateus, capítulo 5, versículo 7. Eh, todo os capítulos 5 a 7 de Mateus, e Mateus todos sabem, foi aquele que foi o cobrador de impostos, né, que foi conviver com Jesus e ele era o anotador. Tudo que Jesus nunca escreveu nada, tudo que Jesus falava, ele anotava. Então, do capítulo 5, 6 e 7 de Mateus, ele tem tudo a ver eh extraído do sermão da montanha. E no Evangelho dos são 28 capítulos, mas o último é de preces. dos 27 capítulos, 18 são do sermão da montanha, porque é aquilo que nos traz realmente a essência da mensagem evangélica, da boa nova de Jesus, que vem provocar em todos nós, nos seres humanos, na humanidade, uma melhoria ou a busca da melhoria moral. Então, esse capítulo 10 fala de misericórdia e é um dos que tem por base o sermão da montanha. O que, como é que nós pretendemos apresentar o sumário aqui nesse encontro de hoje? Nós vamos fazer uma viagem, como eu disse, eh, no capítulo 10 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Mas se todos estão observando, vai ser uma viagem rápida, vai ser uma viagem um pouco superficial até chegarmos nesse item 7.3 que está destacado em né? O último item. Então vamos seguir a a distribuição do capítulo 10, o primeiro item sobre o perdão para que Deus vos perdoe. A reconciliação com os adversários, o sacrifício que é mais agradável a Deus, o argueiro e a trave no olho. Não julgueis para não seres julgados. Atire a primeira pedra aquele que estiver sem pecado. E aí vamos entrar naquela segunda parte de cada capítulo do livro do Evangelho Segundo Espiritismo, que é a parte dos das

para não seres julgados. Atire a primeira pedra aquele que estiver sem pecado. E aí vamos entrar naquela segunda parte de cada capítulo do livro do Evangelho Segundo Espiritismo, que é a parte dos das instruções dos espíritos. Primeira instrução é o perdão das ofensas, segunda, a indulgência. E a terceira, é permitido repreender os outros, notar as imperfeições de outrem, divulgar o mal de outro. Então, o nosso título da conversa de hoje, no nosso encontro, podemos repreender os outros, vai ser extraído desse item 7.3. E esse item interessante que com certa raridade no Evangelho Segundo o Espiritismo, ele termina com três perguntas. São os itens 19, 20 e 21. pergunta que Kardec fez e que foram respondidas pelo espírito daquele que em quando na encarnação anterior cham chamava Luís e a Igreja Católica deu o título de santo, São Luís. Então essas três perguntas são respondidas por São Luís, pelo Espírito de São Luís. E é, e elas é que vão nos permitir a refletir se nós podemos, ou até poderemos dizer, devemos ou não repreender os outros. Nós espíritas, como sempre buscamos, somos cristãos. cristãos, mas cristãos que têm oportunidade de refletir, de entender, pegando o Evangelho Segundo o Espiritismo ou o livro dos espíritos com suas 109 perguntas, fora algumas subperguntas dentro de algumas delas. E o Evangelho nos traz essa oportunidade de ver uma mensagem evangélica. Por isso que a maior parte do Evangelho Segundo Espiritismo é extraída do Evangelho de Mateus. e entender o que que Jesus quis dizer de forma metafórica por meio de parábolas que ele não falava claramente porque as pessoas não tinham condições de compreender. Mas agora nós já temos, já são passados 2000 anos. Então o evangelho vem nos dar essa luz, vem tirar o véu da mensagem crística pra gente interpretar. Então, nós vamos fazer essa viagem passando por esses itens e focando um pouco mais no item 7.3, que é as instruções dos espíritos. Então, na primeira parte, né, que é perdoai para que Deus vos perdoe,

ntão, nós vamos fazer essa viagem passando por esses itens e focando um pouco mais no item 7.3, que é as instruções dos espíritos. Então, na primeira parte, né, que é perdoai para que Deus vos perdoe, eh, nós temos que o seguinte, a síntese disso aí é falar da misericórdia. É falado no Evangelho sobre a misericórdia. Por isso que o título é bem-aventurados que são misericordiosos, porque receberão misericórdia. E a misericórdia significa o complemento da brandura. O que a gente vai procurar provocar é se a gente tem que sempre ser brando ou em determinados momentos a gente tem que ser um pouco mais rigoroso com quem a gente vai brando. Porque uma coisa é a gente ser tolerante, mas o excesso de tolerância pode levar a conivência. Então, nós temos que ter essa reflexão para tentar balancear com equilíbrio, falar até onde nós podemos ou devemos eh trabalhar para uma repreensão educada, uma repreensão amorosa, mas uma repreensão. Então, nós temos que a misericórdia é o complemento da da brandura. Por isso que Deus falou para que a gente perdoe para sermos perdoados. E aí o Evangelho dá uma síntese. Ai daquele que diz: "Nunca perdoarei". Então temos que tomar cuidado com algumas frases que nós colocamos para nós mesmos. A frase tem força, a palavra tem força. Cuidado. A nunca perdoarei. O que que nós estamos trazendo pra gente de responsabilidade, de vibração espiritual? Essa reflexão precisa de ser feita. Perdoai para que Deus vos perdoe. Mas o evangelho nos chama atenção de uma coisa. Como é que como é que a gente deve perdoar? Quais são os tipos de perdão que tem? Então ele diz que tem um perdão nobre, um perdão generoso, que não há pensamento oculto, mas há um outro tipo de perdão que o ofendido acaba impondo condições aquele que o ofendeu e acaba gerando para para o ofensor um peso, um peso na consciência, peso do seu perdão. que não pacifica, porque ele pede perdão, o outro perdoa, mas perdoa, usando a expressão, né, coloquial, da boca para fora. Ele não faz isso de coração.

so, um peso na consciência, peso do seu perdão. que não pacifica, porque ele pede perdão, o outro perdoa, mas perdoa, usando a expressão, né, coloquial, da boca para fora. Ele não faz isso de coração. Todo mundo sabe, nós sabemos quando uma palavra, né, ela é dita com base no coração, naquilo que realmente é generoso e quando a outra não é dita dessa forma, até porque a gente sabe que o corpo fala, então às vezes a gente fala uma coisa, mas o corpo tá falando outra e a gente consegue ter essa compreensão. O segundo item que nós eh vamos trazer desse capítulo é sobre a reconciliação com os adversários. E Jesus nos pediu que reconciliássemos, né? Ele ele disse assim: "Vamos eh procurar reconciliar nessa encarnação quando a gente ainda está a caminho, né, com o adversário, porque fica mais fácil do que deixar, tentar deixar para depois, né? Então Jesus nos conclama a essa reconciliação. Tudo isso evidentemente que nós temos que colocar sobre o qu da razão, porque muitas vezes existe uma coisa que fala assim, né? Eh, quando um não quer, dois não se reconciliam. Se um não quiser, o outro não vai ter êxito, mas ele tem que tentar. A tentativa tem que sair. E na prática do perdão, como em geral na prática do bem, não há somente um efeito moral, há também um efeito material. E aí, como nós falamos, reconciliar enquanto estamos encarnados, porque a morte não nos livra dos nossos inimigos. E quando alguém parte numa condição de inimigo porque sofreu alguma atitude nossa, ele leva isso principalmente se ele for um espírito ainda com nível de evolução espiritual muito baixo. Se for um espírito vingativo, ele vai perseguir desencarnado aquele que foi seu inimigo encarnado com ódio mesmo além túmulo. Então, é até muito pior, porque ele passa a ter uma possibilidade, né, de obsediar, eh, muito maior do que quando estava encarnado. Então, pra gente ser inteligente, vamos tentar reconciliar com os nossos adversários, como sugeriu nosso mestre Jesus. Aí, vamos ver qual que seria o

r, eh, muito maior do que quando estava encarnado. Então, pra gente ser inteligente, vamos tentar reconciliar com os nossos adversários, como sugeriu nosso mestre Jesus. Aí, vamos ver qual que seria o sacrifício mais agradável a Deus. é uma continuidade dessa frase de reconciliação com os nossos adversários. Aí Jesus fala como tinha aquela prática na época, né, que ele fez a passagem dele aqui no planeta Terra de levar oferendas ao altar, né? Tinha aquela oferenda do do do cordeiro, né? Inclusive na semana da Páscoa que tinha que molar um cordeiro e tinha que sacrificar colocando no altar. E Jesus fala: "Antes deportdes a vossa oferenda no altar, ide reconciliar-vos com vosso irmão. E antes de pedir perdão a Deus, é necessário ter perdoado." A gente tem a a a famosa oração, né, que Jesus nos deixou e que eh é uma oração praticamente universal. Eu já vi até quem não é cristão, budista citar essa oração. Então é que fala assim: "Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aqueles que nos têm ofendido, né? Então isso não é uma prática eh que às vezes se reverte de facilidade, mas nós temos que trabalhar isso, nós temos que fazer esse trabalho. Eu particularmente até gosto de de falar o pão nosso nessa paz, faldo as nossas ofensas, assim como eu tenho tentado perdoar aquele que me ofendeu. Porque não é fácil, né? Mas a gente tem que trabalhar isso e reparar o agravo que tenha feito a alguém. Muitas vezes, né, a gente tá falando de perdoar quem nos ofendeu, mas às vezes a gente é que cometeu a ofensa. Então Jesus diz que nós deveríamos, antes eh de oferecer o sacrifício no altar, o mais agradável a Deus seria reparar aquilo que a gente tenha feito para outrem. Aí vem o famoso o argueiro e a trave no olho. O argueiro todo mundo sabe, né? O argueiro é como se fosse um cisco, um pequeno cisco. E a trave seria como se fosse um pedaço de pau, né? Então fala assim: "Você vê o cisco no olho do seu irmão, mas não vê o pedaço de pau no seu, né? Então, como é que eh que vedes

co, um pequeno cisco. E a trave seria como se fosse um pedaço de pau, né? Então fala assim: "Você vê o cisco no olho do seu irmão, mas não vê o pedaço de pau no seu, né? Então, como é que eh que vedes aí essa frase eh totalmente de Jesus, por isso que tá entre aspas, né? Como é que vedes um argueiro no olho do vosso irmão quando não vedes uma trave no vosso olho? Então é é ter essa misericórdia, a gente não evitar de enxergar as limitações que o outro tem. A gente na prática fala defeitos. Como as palavras têm muita força, a gente tem que trabalhar eh no sentido de evitar pronunciar determinadas palavras. Por exemplo, em vez de falar defeitos, eu gosto de falar limitações. Outra palavra que a gente deve evitar é a palavra culpa. Às vezes a gente fala: "Ah, eu sou culpado disso, eu sou culpado daquilo". Não, não se culpe. Ah, mas eu errei. Quem não erra? Nós erramos. Op, pera aí. Eu fiz isso que eu não deveria ter feito. Então eu vou trabalhar para não repetir esse erro, para hoje eu ser melhor do que eu fui ontem e para amanhã ser melhor do que eu sou hoje. Então esse é um trabalho diário, é um trabalho rotineiro, é um trabalho que nós temos que fazer e evitar então ver essa limitação no outro, porque às vezes a nossa é muito maior. Então é o argueiro e a trave no olho que esse capítulo 10, bem-aventurados, o misericordioso nos chama atenção. Então uma das insensatez humanidade, por essa razão, é ver o mal de outrem antes de ver o próprio mal. Então a gente toda vez que for apontar um dedo pro outro, a gente lembrar simbolicamente que nós estamos apontando três pra gente. Eu aponto um pro outro e tô apontando três. Então o que que simbolicamente isso representa? Possivelmente aquilo que eu tô apontando de erro no outro, eu tenho três vezes mais do que ele. Então ter esse cuidado, né, da gente não ver o mal no de outro é antes de ver na gente mesmo. E por que que muitas vezes ocorre isso da gente não enxergar o mal em nós mesmos? a necessidade de evolução, a necessidade de corrigir, a necessidade

r o mal no de outro é antes de ver na gente mesmo. E por que que muitas vezes ocorre isso da gente não enxergar o mal em nós mesmos? a necessidade de evolução, a necessidade de corrigir, a necessidade de trabalharmos internamente para amanhã sermos um pouquinho melhor do que somos hoje. O orgulho, o orgulho é que induz o homem a dissimular, a gente fingir que não tem isso, né? Que não tem algum defeito, alguma limitação pra gente mesmo. E esse pode ser tanto moral quanto físico, né? Então, prestemos atenção a isso. Chama o Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 10, nos diz: "Antes de ver o mal do outro, antes de ver o cisco no olho do outro, veja se não tem uma trave no seu. Não julgueis para não serdes julgados". Então essa essa parte Jesus nos diz, serão julgados, nós seremos julgados conforme nós houvermos julgados os outros. Então temos que ter muito cuidado. Vejam que tudo isso vai numa sequência lógica e um tema eh sequencial ao anterior que nós falamos. Não vê o cisco no olho do outro. Então, ver o cisco é a gente, de certa forma emitir algum julgamento e esse julgamento no outro vai valer pra gente também. Então, serei, Jesus disse que nós seremos julgados conforme nós houvermos julgado outrem, né? E ele diz: "Epregar-sevos eh empregar-seá convosco a mesma medida que vós tenhais servido para com os outros". Então, veja bem, Jesus não tá proibindo que a gente julgue. A doutrina espírita que é cristã não proíbe de nada. Mas o que tá chamando não tá falando pra gente não julgar. tá falando que não julgar para não ser julgados. E da mesma forma que você eh julgará o outro, você será julgado. Então, veja bem, nós temos aquele famoso exemplo que outra parábola que Jesus contou da chamada mulher pecadora, né, que era Maria de Madalena quando ele a conheceu e o pessoal percorrendo atrás dela, todo mundo com pedra para tirar a pedra, que é a nossa próxima mensagem aqui do evangelho, desse capítulo. Mas o que que Jesus fala? Ah, aquele, né? Vamos passar já e a gente conecta os dois temas. Atire a

mundo com pedra para tirar a pedra, que é a nossa próxima mensagem aqui do evangelho, desse capítulo. Mas o que que Jesus fala? Ah, aquele, né? Vamos passar já e a gente conecta os dois temas. Atire a primeira pedra àquele que estiver sem pecado. E aí os mais idosos começaram a ir embora. Daí a pouco todo mundo foi. Jesus perguntou a ela: "Mulher, quer dizer aqueles que te culpavam, né? Porque ela era uma pecadora, era eh, né? Considerada prostituta. Todos foram embora. Aí ele fala para ela: "Vá e não tornes a pecar, eu também não a condenarei". Veja, Jesus julgou naquele que momento que ele falou: "Vá e não tornes a pecar". Ele já tava julgando. Olha, você pecou. E ele tinha moral para isso, né? Porque ele não cometia nenhuma falha. Ele era o Cristo. Então você pecou, mas mesmo você tendo pecado, eu não vou te condenar, eu tô te absolvendo, porque nós temos que ter o benefício, né, de podermos mudar a nós mesmos e evitar a repetição nos erros. Então veja que para não julgarmos diferentes como seríamos nós julgados e não e a gente tirar a pedra aquele que não tiver com pecado. Todos nós temos mais ou menos em maior ou menor intensidade. Então essa sentença de não atirar a primeira pedra é uma sentença que faz da indulgência. E a indulgência é o perdão por antecipação. É um perdão que a gente já sabe que potencialmente aquela pessoa pode cometer um erro, pode fazer alguma coisa errada e antes mesmo de fazer nós já estamos perdoando. Então é um dever para nós outros, porque ninguém há que não necessite para si próprio de indulgência. Todos nós necessitamos. Então, vamos evitar eh ameaçar simbolicamente, né, no século XX, a tirar uma pedra em alguém que esteja pecando ou que pecou. Agora, uma coisa importante é nós refletirmos sobre essa mensagem de Jesus. Por isso que eu falei, ele julgou, ele só não condenou, mas julgou. Ele disse, você errou, mas não tornes a pecar. Eu não a condenarei. Então, não é possível que Jesus haja proibido de combater o mal. Ele não não proibiu isso. Ele mesmo

le só não condenou, mas julgou. Ele disse, você errou, mas não tornes a pecar. Eu não a condenarei. Então, não é possível que Jesus haja proibido de combater o mal. Ele não não proibiu isso. Ele mesmo combateu. Quantos foram os exemplos quando ele entrou no templo e derrubou todos que tavam? Vocês estão fazendo da casa do meu pai um comércio. Tá tudo errado. Ele ele então ele coibiu, ele lutou contra o mal, né? Aliás, foi por isso que Jesus foi morto, né? foi sacrificado. Ele foi como um preso político. Jesus não morreu de doença, não teve uma parada cardíaca, não teve um acidente com camelo ali na esquina da de uma rua de Jerusalém. Ele foi condenado por questões políticas. Por quê? Porque ele censurava aqueles que estavam errado. Mas como ele disse, a autoridade para censurar está na razão direta da autoridade moral daquele que censura. Então, a gente tem que ter muita moral, muita condição de elevação espiritual para condenar o outro. Agora, privar-se do direito de repressão significaria conformar-se com o mal. E tá errado. Isso significaria a paralisação da sociedade. Agora, já entrando na última parte, que as instruções dos espíritos, perdão das ofensas. Daí Pedro chegou para Jesus e fala: "Quantas vezes eu tenho que perdoar meu irmão?" Aí Jesus respondeu: Ele falou: "Sete vezes". Porque tinha essa essa coisa lá da da época, né, de perdoar sete vezes. Ele falou: "Não, não sete, mas 70 vezes sete vezes". Ou seja, eh, indefinidamente, ilimitadamente, você vai perdoar sempre que for necessário. E com relação ao perdão das ofensas, há no Evangelho uma frase que diz que os que o esquecimento das ofensas é peculiar às grandes almas. O rancor é sinal de baixeza e de inferioridade. Ao final vou trazer uma outra frase e vou fazer uma conexão com essa, mas o mais importante é que a gente tem que evitar o rancor, porque ele representa baixeza no aspecto espiritual e inferioridade e só faz mal pra gente mesmo. Então, trabalhar o perdão, eh, mesmo sabendo e quando for necessário, repreendendo o mal, é

o rancor, porque ele representa baixeza no aspecto espiritual e inferioridade e só faz mal pra gente mesmo. Então, trabalhar o perdão, eh, mesmo sabendo e quando for necessário, repreendendo o mal, é necessário pro nosso próprio benefício. A segunda parte eh da instrução dos espíritos fala da indulgência, que é um sentimento doce e fraternal que deveríamos ter para com um irmão. não vê os defeitos de outrem, se os ver evitar de vulgá-los. A gente não pode deixar de ver os defeitos dos outros, mas aqui tá provocando que a indulgência seria evitar de ver e se não tivermos condição de evitar, pelo menos divulgá-los, se não vai fazer bem a ninguém. Não se ocupe com os maus atos de outrem, a menos que seja para pestrar um serviço. Ainda assim, ten o cuidado de atenuá-los. E agora entrando no tópico frasal da nossa conversa de hoje, ainda também dentro das instruções dos espíritos, a um item que está dividido no capítulo 10 do Evangelho Segundo Espiritismo com o seguinte título: é permitido repreender os outros, notar as imperfeições de outrem, divulgar o mal de outrem. Então, como é que foi a composição dessa parte do evangelho sobre a coordenação de Kardec? Kardec, como eu disse, excepcionalmente, tem mais algumas passagens do Evangelho também, outro capítulo que São Luís responde a duas perguntas, mas ele faz uma pergunta que é o item 19 do capítulo 10 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Bem-aventurados que são misericordiosos. A pergunta é a seguinte: ninguém sendo perfeito, nós em regra, né, aqui na terra, com exceção desses espíritos de luz, começando pelo próprio Jesus, nós estamos cheio de de imperfeição, cheio de limitações. Terra é um planeta ainda no segundo nível, de baixo para cima, conforme nos diz o capítulo trê do Evangelho Segundo Espiritismo, que há muitas moradas na casa do meu pai e onde o espírito de verdade divide em cinco níveis didaticamente os os planetas e o mais baixo são os primitivos e nós estamos no segundo mais baixo que é planeta de provas e expiações. Todos nós, mais ou

e o espírito de verdade divide em cinco níveis didaticamente os os planetas e o mais baixo são os primitivos e nós estamos no segundo mais baixo que é planeta de provas e expiações. Todos nós, mais ou menos, temos a maioria, né, quase a totalidade da humanidade, o mesmo nível eh espiritual, uns mais baixo um pouquinho, eh outros um pouquinho mais alto, mas temos o mesmo nível. Então ele disse, Kardec, que nós não somos perfeitos. E como nós não somos perfeitos, como sou imperfeito, eu não tenho direito de repreender o seu próximo, né, ou o meu próximo. A resposta para esse item é a seguinte, de São Luís. Certamente que não é essa conclusão a tirar-se, porquanto cada um de vós deve trabalhar pelo progresso de todos e sobretudo daqueles cuja tutela vos foi confiada. Então ele fala que não pode ser essa a conclusão, né, de dizer que nós, pela nossa limitação, não temos direito de repreender o outro. E chama muita atenção que por quê? Porque senão nós estaríamos atrapalhando e eh não dando oportunidade do progresso espiritual. e chama atenção com relação, principalmente aqueles que estão sob a tutela de cada um de nós, que são os filhos que nós recebemos, principalmente. Por isso mesmo, deveis fazê-lo. Então, quando a gente for repreender, São Luís diz que nós devemos fazê-lo com moderação, né, de uma forma eh eh que tenha um fim útil. Hum. Eh, muit das vezes nós eh vamos repreender o outro por prazer, com vontade de denegrir a imagem do outro. Então, nesse último caso, ele diz que a repreensão é uma maldade e que nós não podemos assim agir. Então, nós devemos agir no sentido de repreender o outro com moderação, com amor, com parcimônia, eh, de uma forma bem mais, eh, serena. E nos chama atenção também eh pros dias de hoje, cuidado que nós devemos ter quando repassamos alguma mensagem recebida, por exemplo, no WhatsApp com as fake news. Então isso tudo pode levar a maledicência, pode levar realmente a uma fofoca. Devemos ter muito cuidado com isso. Então nós podemos sim, né,

nsagem recebida, por exemplo, no WhatsApp com as fake news. Então isso tudo pode levar a maledicência, pode levar realmente a uma fofoca. Devemos ter muito cuidado com isso. Então nós podemos sim, né, nesse nessa primeira pergunta de Kardec, nós temos o direito de repreender, mas com a devida moderação. pergunta seguinte, que é a número 20, né? Kardec fala assim: "Será repreensível notarem as imperfeições dos outros quando daí nenhum proveito possa resultar para eles, uma vez que não sejam divulgadas?" E São Luís fala que tudo depende da intenção, né? que ninguém é proibido de ver o mal quando ele existe, porque senão a gente ia ficar sujeito a a a influência do mal sem nenhum tipo de repreensão, sem nenhum tipo de defesa própria. E isso não tá certo, né? mas que eh esse esse essa forma de agir também prejudicaria o progresso, chama ele atenção. Mas o erro está no fazer que a observação redunde em detrimento do próximo, desacreditando sem necessidade na opinião geral, igualmente repreensível. Deixa eu dar uma lida aqui que fica mais fácil. Fala. Eh, então seria inconveniente ver em toda parte só o bem e semelhante ilusão prejudicaria o progresso. O erro está no fazer que a obserção observação redude em detrimento do próximo, desacreditando sem necessidade na opinião geral. igualmente repreensivo seria fazê-lo alguém apenas para dar a expansão a um sentimento de malevolência e a satisfação de apanhar os outros em falta. Dá-se inteiramente o contrário, disse São Luís, quando estendendo sobre o mal um véu para que o público não veja, aquele que note os defeitos do público faça em seu proveito pessoal, isto é, para exercitar em evitar o que reprova nos outros. Então ele ele nos chama atenção que realmente nessa pergunta de CADEC será repreensível notar as imperfeições dos outros e tudo depende da intenção. Nós temos que sempre pesar na balança se nós estamos fazendo isso pro bem, para ajudar, ajudar aquele que tá eh provocando alguma atitude negativa, ou simplesmente para fazer com que ele seja

ntenção. Nós temos que sempre pesar na balança se nós estamos fazendo isso pro bem, para ajudar, ajudar aquele que tá eh provocando alguma atitude negativa, ou simplesmente para fazer com que ele seja visto na sociedade de uma forma eh totalmente eh indesejável, né, para provocar em relação a ele uma opinião negativa. Então, tudo depende da intenção. A última pergunta que Kardec fez, né, nesse título de se é permitido repreender os outros, notar as imperfeições de outros, divulgar o mal de outrem a pergunta que é o item 21. Haverá casos em que convenha que se desvende o mal de outrem? e São e São Luís vem e fala que isso é uma questão muito delicada e para resolvê-la nós eh deveríamos eh realmente apelar para a caridade bem compreendida. Se as imperfeições de uma pessoa, essa parte é muito interessante a nossa reflexão, se as imperfeições de uma pessoa só a ela prejudicam, então não teria nenhuma utilidade em divulgá-la. Nós poderíamos chegar e conversar com essa pessoa, fazer ou tentar fazer com que ela enxergue o erro que está cometendo, mas ficar ali a conversa entre os dois. Agora diz São Luís, mas se essa pessoa, se esse erro, se o que ela tá fazendo tá prejudicando a muitos, então nós devemos sopesar o interesse do maior número e, segundo as circunstâncias, desmascarar a mentira pode constituir-se um dever. Então, veja que São Luís nos chama atenção para isso, porque nos momentos que nós percebemos falhas alheias, primeiro que nós possamos olhar para nós mesmos, refletirmos se nós não cometemos as mesmas falhas ou os mesmos erros e ou semelhantes depois para que possamos entender e refletir em nosso coração se realmente devemos expor alguém e se a resposta for sim, que possamos fazer a nossa parte. O nosso dever, como nos disse o Espírito São Luís, é fazê-lo da forma mais caridosa possível e nos esforçando para não deixar que o nosso orgulho tome à frente do bem que estamos pretendendo fazer. Então, meus queridos irmãos, veja que realmente eh nos parece que o evangelho

caridosa possível e nos esforçando para não deixar que o nosso orgulho tome à frente do bem que estamos pretendendo fazer. Então, meus queridos irmãos, veja que realmente eh nos parece que o evangelho nos concita a essa reflexão e uma avaliação bastante equilibrada. Se nós podemos, ou até poderia dizer, se nós devemos, em determinadas circunstâncias repreender os outros com as atitudes maléficas dele em relação à sociedade, em relação a uma comunidade, em relação a uma família, em relação a um determinado local da nossa convivência, né? Pode ser um local de trabalho, pode ser um local de lazer, pode ser um local de convivência social. E aí a gente tem que pesar isso com muito equilíbrio, com muita serenidade, orando, vigiando, mas sobretudo pensando o que que eu devo fazer para beneficiar a maior parte das pessoas. E aí, caminhando para o nosso encerramento, nós trouxemos algumas frases de um livro. Eh, a gente na doutrina fala, nada acontece por acaso, né? Mas eu estava no Santo Espírita Paulo de Taro, final do ano passado, fui até a a livraria, comecei a olhar os livros, encontrei um único exemplar de um livro que tem o título de A Cinco Faces do Perdão. Esse livro é daquele bastante conhecido, espírita, ou pelo menos era espírita, não sei se continua sendo, Rossando Clingen, inclusive uma das frases que eu vou citar é dele mesmo, mas extraí essas frases desse livro, as cinco faces do perdão. Então ele, primeira frase é de Tertuliano. Tertuliano era um prolífico autor primeiras fases do cristianismo. E ele disse assim: "Se você quiser ser feliz por um instante, vingue-se. Mas se você quer ser feliz pela vida toda, por toda a vida, apenas perdoe." Então fica aí uma frase de bastante impacto para nós. Outra frase que eu trago de Jesus, mas que tá citado no livro do Rossando Cling que fala: "Vós sois deuses, fazer fazei brilhar a vossa luz". Então Jesus falou isso com a gente que a gente poderia fazer brilhar. Então nesse trabalho de perdoar, nesse trabalho de ser misericordioso, nesse trabalho de

deuses, fazer fazei brilhar a vossa luz". Então Jesus falou isso com a gente que a gente poderia fazer brilhar. Então nesse trabalho de perdoar, nesse trabalho de ser misericordioso, nesse trabalho de não julgar de forma diferente, que nós julgaríamos a nós mesmos nesse trabalho de reconciliar com os nossos adversários, Jesus diz que nós somos deuses e podemos fazer brilhar a nossa luz. Aí eu trago uma frase do próprio autor que é o Rossandro Clinge, como eu disse, que fala as pessoas. Isso, essa frase é uma frase também eh bastante interessante que fala que as pessoas mais difíceis de perdoar, quer dizer, as pessoas que a gente tem mais dificuldade de perdoar seriam aquelas que deveriam nos amar e não o fizeram. Então, é eh é é outra frase muito impactante, né? A gente realmente, se a gente eh fazer uma reflexão totalmente imparcial, nós vamos chegar à conclusão que nós temos mais dificuldade de perdoar aqueles que a gente acha que deveriam nos amar. Hum. Eh, a gente vai ter mais dificuldade de perdoar a um amigo. Até outro dia eu eu me deparei com uma frase que falou assim: "Eh, a maior lição que Judas deixou é que a gente não é traído por um inimigo, a gente é traído por um amigo, porque o inimigo a gente não tem nem contato, né?" Então ele fala que realmente ele, Rossando Clinge, que a gente tem um pouco mais de dificuldade de perdoar aqueles que deveriam nos ter amado e não o fizeram. Uma frase de Marat Magland, ele fala: "Os fracos nunca podem perdoar, porque o perdão é atributo do forte". Impactantes essas frases, né? De Emmanuel, né? que a gente citou uma frase do espírito Emmanuel, psicografia de Chico Xavier. Perdão exige paciência. E essa frase tá no livro das cinco fác. Perdão exige paciência, pois o tempo não respeita as edificações que não ajudou a fazer. Então, a gente precisa de ter o exercício da paciência para aprender a perdoar. Outra de Jesus: "Faze a tua parte que o céu te ajudará". Quando você perdoa de forma alguma muda o passado, mas com certeza mudará o

te precisa de ter o exercício da paciência para aprender a perdoar. Outra de Jesus: "Faze a tua parte que o céu te ajudará". Quando você perdoa de forma alguma muda o passado, mas com certeza mudará o futuro. Interessante que essa do apresentador de rádio dos Estados Unidos, Bernardo Meltser, citado no livro do Rossando Cling As cinco faces do perdão. E Marrato uma grande ué, mas aí repetiu: "Os fracos nunca perdou. Perdão é tributo do forte". Eh, outra fase de Emmanuel. Recolhe-te e enxergarás o limite de tudo que te cerca. Expande-te e encontrarás o infinito de tudo que existe. Como já tá na hora de eu encerrar, vou acelerar um pouquinho. Quem olha para fora, quem olha para fora sonha. Quem olha para si mesmo acorda. Do do Carl Jung, que é um psiquiatra suíço, fundador da psicologia analítica. E essa frase aí desse psiquiatra úngor, todas citadas nesse livro, que fala assim: "O estúpito nem perdoa, nem esquece. O ingênuo perdoa, esquece, e o sapo perdoa, mas não esquece". Então essa frase é chama muita atenção. Eu trago a fim de compartilhar, cada um faça a sua reflexão, porque eh tem muita gente que diz que quem perdoa de fato eh esquece e não tem isso. E aí tem uma passagem interessante de de de Marat Magand, né, que é uma jornalista que estava acompanhando já há umas duas ou três semanas. Ele tá numa praça, vem os soldados a cavalo e um tira uma espada, dá uma, bate com o cabo da espada e começa a sangrar. E ela que tinha botado o Gand num altar, né, num num pedestal, pergunta: "E aí, mestre? Você o perdoou?" E ele falou: "Não." Aí aquilo em fração de segundas, tudo que ela tinha pensado de bom ruiu, né? Gande não é o que eu esperava. Mas ele complementou, não perdoei porque eu não me senti ofendido. Então agora ele com essa frase aí fala, ele vai ficar com a cicatriz, né? Ele ficou com a cicatriz, então ele nem precisou de perdoar porque não sentiu ofendido, mas não ia esquecer porque cada vez que olhasse no espelho ia ver. E aí nossa reflexão final é uma frase que eu considero uma a pergunta, a

ntão ele nem precisou de perdoar porque não sentiu ofendido, mas não ia esquecer porque cada vez que olhasse no espelho ia ver. E aí nossa reflexão final é uma frase que eu considero uma a pergunta, a questão 932 do livro dos espíritos é emblemática e que vai como fecho dessa nossa provocação. Podemos ou devemos repreender os outros? A questão 932 diz o seguinte: por que no mundo Kardec fez essa pergunta pro espírito de verdade? Por que no mundo tão amiúde a influência dos maus sobrepuja dos bons? A resposta é curta. Usando uma expressão coloquial, curta e grossa, o espírito da verdade disse o seguinte: "Sabe por quê? Porque que os maus miúde sobrepujo os bons? Por fraqueza dos bons. Os maus são intrigantes, são audaciosos e os bons são tímidos. Mas quando os bons quiserem, eles preponderarão. Reflitam sobre essa pergunta 932 do livro dos espíritos. Eu os abraço muito fraternalmente e agradeço. Uma boa noite e sigam com Deus para os vossos lares. Como >> sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso

m o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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