NÃO SE PODE SERVIR A DEUS E A MAMON - Marcos Noronha [PALESTRA VIRTUAL]

Comunhão Espírita de Brasília 25/05/2025 (há 10 meses) 1:05:17 374 visualizações

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Transcrição

Boa tarde a todos os queridos amigos confrades, confreiras que estão reunidos nessa belíssima tarde desse céu maravilhoso de Brasília, nossa capital federal. Eu quero cumprimentar a todos muito fraternalmente, agradecer ao que aos que estão aqui assistindo agora eh ao vivo e aos que assistirão depois. a nossa conversa da tarde de hoje, 24 de maio, quando, conforme proposto, vamos eh trazer uma das mensagens evangélicas deixadas pelo nosso mestre Jesus. Como sempre, nas nossas reuniões, encontros mesmo reuniões administrativas que ocorre na doutrina espírita, eh, iniciamos com uma prece. Então, cada um eh pode fazer a sua concentração, rogar a Deus que é pai, pai de amor, pai de bondade. A gente até costuma dizer que Deus não pratica justiça, ele pratica essa bondade para todos os seus filhos. pedir as bênçãos de Jesus também, nosso mestre, esse espírito que fez a sua passagem de uma forma muito especial, muito humilde, rebaixando-se para poder servir a Deus, servir ao Pai e deixar um legado para a nossa humanidade, para toda a humanidade. Vamos também contar com as bênçãos da falange espiritual de Bezerra de Menezes, que é o mentor espiritual dessa casa abençoada aqui no Distrito Federal, Comunhão Espírita de Brasília. E com esse, com essas bênçãos, com essa rogativa, nós pedimos que sejamos iluminados, dirigidos pela espiritualidade superior na nossa conversa da tarde de hoje. Por isso, damos graças a Deus e graças a Jesus uma vez mais. Que assim seja. Então, nós vamos eh agora dar início eh à nossa apresentação na tarde de hoje, eh já com a nossa primeira tela aí. Espero que todos estejam vendo. Então, nossa proposta de hoje é falar sobre esse capítulo 16 do Evangelho Segundo o Espiritismo, com o título Não se pode servir a Deus e a mamã. Não sei se tão se as telas estão passando aí. Parece que tá parado na primeira. Tá, eu tô acompanhando aqui do meu celular, tô vendo que tá tendo algum probleminha aí. Deixa eu voltar aqui pra primeira tela. Vou esperar aqui um

estão passando aí. Parece que tá parado na primeira. Tá, eu tô acompanhando aqui do meu celular, tô vendo que tá tendo algum probleminha aí. Deixa eu voltar aqui pra primeira tela. Vou esperar aqui um pouquinho. Bom, nós sempre procuramos iniciar eh trazendo uma mensagem do nosso Emanuel, que foi o mentor espiritual do Chico Xavier e deixou uma quantidade enorme de livros. que foram psicografados por Chico Xavier. Então, eh foi nos trazido essa mensagem que onde Chico Xavier, eman diz que nenhum servo pode servir a dois senhores. Isso é uma passagem evangélica registrada por Lucas, no capítulo 16 versículo 13. E quando foi trazido para nós essa reflexão, o exame do versículo foi fornecido nessa mensagem por Emanuel um estudo e explicações muito claras, porque a gente às vezes tem um pouco de dificuldade de entender essa mensagem evangélica como outras de Jesus que nos fala eh de uma forma metafóica. e e realmente eh muit das vezes nos nos até nos nos confunde um pouco, né? Então, eh, no livro Caminho, Verdade e Vida, a mensagem 142, com o título Não, eh, um só senhor, ele nos traz uma reflexão bastante interessante. Vamos a ela não integralmente, né? Então, primeiramente, assim, num eh Emmanuel nos diz que se os cristãos de todos os tempos encontraram dolorosas situações de perplexidade nas estradas do mundo, é que depois dos apóstolos e dos mártires, a maioria tem cooperado na divulgação de falsos sentimentos com respeito ao Senhor e a que devem servir. Veja que eh os próprios cristãos, às vezes nós temos dificuldades de entender por causa dessa complexidade que que surge nas nossas vidas e e como é que nós devemos servir ao Senhor. Veja que ele não fala que nós vamos ter eh uma uma adoração eh cega, né, com eh com relação a Deus, ao Pai, mas é assim servir. Servir como aí ele fala, como o reino de Deus ainda não é da terra, não se pode satisfazer a Jesus e ao mundo a um só tempo, pois o vício e o dever não se aliam na marcha diária. Então, veja que nós já estamos começando

fala, como o reino de Deus ainda não é da terra, não se pode satisfazer a Jesus e ao mundo a um só tempo, pois o vício e o dever não se aliam na marcha diária. Então, veja que nós já estamos começando a entender que realmente eh quando se fala em servir a Deus e não se pode servir a mamã e nós vamos entrar explicar daqui a pouquinho, ele diz o seguinte, que o vício e o dever não se aliam na marcha de ária. Não há como a gente eh ter duas duas formas de trabalhar para duas pessoas diferentes, né? Não há como nós na vida não tomarmos uma posição. Nós temos presenciado muito eh na vida cotidiana, na vida atual eh aqui no Brasil em particular, mas não só aqui no Brasil, mas vamos falar muito essa questão que são que está muito politizada e dividindo dois lados, né? eh sem entrar no mérito, sem falar nada disso, que não é o objeto, que nem está dentro da do foco da doutrina espírita, eh uma pessoa não pode eh servir a um lado e servir ao outro ao mesmo tempo. É aquilo que que se diz coloquialmente, né? Não se pode ficar em cima do muro, tem que tomar uma posição. Ou fica pro lado de cá, ou pro lado de lá, ou fica à frente, ou fica atrás, ou fica à esquerda, ou fica à direita. Isso tá dizendo, essa mensagem, essa frase de Emanuel. Então, como é que como é que pode dizer de um homem que pretenda dirigir dois centros de atividades ou dois centros de atividade antagônica em simultâneo esforço? Não dá. Então, Emanuel traz essa reflexão pra gente eh com base na citação evangélica de Jesus, que foi trazida aqui nesse caso por Lucas, né? E eh como eu disse, a mensagem não está toda reportada, por isso essas reticências, mas eh diz Emmanuel que se somos servos dele, dele quem? de Deus, nós precisamos atender-les aos interesses sublimes com humildade. E para isso, eh, é necessário não fugir do mundo, nem das responsabilidades que nos servam, mas sim transformar a parte de serviço confiado ao nosso esforço no ciclo de luta em célula de trabalho do Cristo. e ele encerra essa mensagem. Eh,

do mundo, nem das responsabilidades que nos servam, mas sim transformar a parte de serviço confiado ao nosso esforço no ciclo de luta em célula de trabalho do Cristo. e ele encerra essa mensagem. Eh, por isso até destacamos aí alguma parte em e outra em vermelho, dizendo que a tarefa primordial do discípulo é, portanto, compreender o caráter transitório da existência carnal. Nós temos um uma existência carnal que é transitória. Aqui é uma vida transitória. A nossa vida é eterna, uma vida eh onde nós temos a parte espiritual e onde para onde vamos caminhar. Na última palestra que nós apresentamos há exatamente 9 dias, dia 15 de maio, falamos sobre o capítulo três, que há muitas moradas na casa de meu pai, disse Jesus. E ali é uma separação dos mundos, né? os primitivos, o de expiação em provas, que é onde nós estamos ainda no planeta Terra, quer dizer, o segundo nível. Depois nós temos os planetas de regeneração, a Terra tá caminhando, os planetas ditosos e os celestes. Então, nós vamos caminhar paraa perfeição. Ali é a nossa vida, a nossa existência definitiva, não a existência carnal. Mas nós devemos compreender esse caráter transitório e consagrar-se ao mestre como centro de vida, a Jesus, servindo a Deus e oferecer aos semelhantes os seus divinos benefícios. Com essa introdução, nós vamos começar a a debulhar, a falar um pouquinho mais eh desse capítulo 16 do Evangelho. É um capítulo bastante especial. Eu já disse aqui em outras ocasiões nas nossas conversas, eh, que o evangelho tem foi constituído, eh, primeiro, assim, dos 27 capítulos, o 28º de preces, 18 são baseados no sermão da montanha, que é uma base da mensagem evangélica da boa nova trazida por Jesus. E nesse capítulo que tem o título Não se pode servir a Deus e a Mam, nós temos de uma forma um pouquinho atípica seis parábolas eh que Jesus apresentou. Depois nós temos a interpretação dada pelo espírito de verdade e manifestação eh de alguns espíritos. Alguns se identificam, outros não se identificam. Então, eh quando ele começa

ue Jesus apresentou. Depois nós temos a interpretação dada pelo espírito de verdade e manifestação eh de alguns espíritos. Alguns se identificam, outros não se identificam. Então, eh quando ele começa eh eh e traz essa mensagem, não se pode servir a Deus e a mamão, faz-se necessário uma explicação para quem não tem esse conhecimento, o que o termo mamom ele quer dizer o como se fosse ele objetivo de dizer a riqueza do Deus da riqueza. pode servir a Deus e a riqueza ao mesmo tempo. Esse termo é um termo aramaico, que era a forma que mais Jesus se expressava. E essa palavra mamona, né, do aramaico, quer dizer riqueza, significa riqueza, significa dinheiro. E ela é usada, né, o termo mamon é usado em dois textos fundamentais dos evangelhos, né? Primeiro, não se pode servir a dois senhores, pois você odiará a um e amará a outro, ou se dedicará a um e desprezará a outros, né? E não se pode servir a Deus e a mamã, ao deus da riqueza. Mas assim, isso está citado por dois evangelistas. Mateus, que conviveu com Jesus, era aquele que sempre anotava eh tudo que Jesus falava. e Lucas, que não conviveu com Jesus. E as a o evangelho dele foi tirado de situações de eh conhecimentos muito trazidos por outras pessoas e principalmente por Maria, mãe de Jesus, com quem ele foi viver uma época exatamente para que ela retratasse as informações eh sobre a vida e a vinda de Jesus e a mensagem de Jesus e os exemplos de Jesus. Então, quando nós vemos isso, percebemos que não se tem condição, né? Se pensássemos na época das da escravidão, graças a Deus, abolida em todo mundo, eh, pelo menos teoricamente, nós falássemos como é que você pode ter um escravo que tem dois senhores? Não tem condição. Mas esse exemplo e certo, ele tem que seguir a um Senhor. Ele tem que servir a um Senhor. Então ele não pode seguir a um e outro. Essa é a mensagem evangélica. Mas vamos procurar interpretá-la eh à luz do que que Jesus quis nos dizer, né? Então aqui nós já temos assim um um conceito que o que que Jesus quis

seguir a um e outro. Essa é a mensagem evangélica. Mas vamos procurar interpretá-la eh à luz do que que Jesus quis nos dizer, né? Então aqui nós já temos assim um um conceito que o que que Jesus quis dizer com não podemos servir a dois senhores? E essa, eu já até adiantei, né, a questão do esposo não se pode servir a dois senhores, tendo sido, teria sido visto como absurdo impossível, pois ele levaria lealdades e prioridades conflitantes. E Jesus usa esse conceito familiar para listar a uma verdade espiritual, que é a impossibilidade de uma lealdade dividida quando se trata de servir a Deus. Então, eh, e servir é ajudar os que os que necessitam de auxílio. Todos que necessitam de auxílio, seja que tipo de auxílio que for, auxílio material, auxílio mental, auxílio fraternal, auxílio de afeto, né, nós devemos estar dispostos a servir. O serviço cristão, ele nasce de um amor genuíno, de amor incondicional. Esse amor é mais do que um sentimento, pois ele é altruísta. E quando a gente tem assim um amor pelo filho, né, um amor pela esposa, um amor pelo cônjuge, esse amor ele ele tá vinculado a um sentimento, né, que é o sentimento que nós temos por aquela pessoa. Mas o que provoca Jesus é a gente ter esse amor altruísta, que ele é muito mais do que um sentimento. Hum. Então, eh, quando nós amamos alguém, claro que nós fazemos tudo para ajudar essa pessoa. Todos nós servimos a uma pessoa, a essa pessoa, sem exigência alguma. E aí nós podemos lembrar que servir não é apenas uma ação, mas é uma resposta de amor e de gratidão a Deus que nos serviu primeiro. E Jesus, Jesus nos deu o maior exemplo de serviço. E quando ele, com muita humildade e com muito amor, lavou os pés dos seus discípulos. E aí essa seria a essência de servir, um grande exemplo que foi nos trazido pelo mestre Jesus. Então agora, eh, adentrando já as primeiras, eh, parábolas de que constante do capítulo 16 do Evangelho Segundo o Espiritismo, eh vamos ver aqui a parábola do jovem que indaga a Jesus o que fazer para adquirir vida eterna.

rando já as primeiras, eh, parábolas de que constante do capítulo 16 do Evangelho Segundo o Espiritismo, eh vamos ver aqui a parábola do jovem que indaga a Jesus o que fazer para adquirir vida eterna. Então essa essa parábola é muito interessante, que um jovem chega até Jesus e fala: "Mestre, eh, o que que eu preciso fazer para ter a vida eterna?" E ele falou: "Cumpra a lei que você assim terá a sua vida eterna". Ele falou: "Eu já faço tudo isso. Eu sigo todos os mandamentos de Deus. faço tudo isso aí. Jesus fala assim: "Então, vá, venda seus bens, doe para as pessoas carentes, para aqueles que são carentes e siga-me." Aí ele falou assim, um jovem saiu, né, e falou: "Eu eu não posso fazer isso porque eu tenho muitos bens. Eu sou muito rico". Aí Jesus eh eh disse, né, aos seus discípulos aquilo que nós já conhecemos, que tá citado em três evangelistas, por três evangelistas em Mateus, Lucas e Marcos, conforme tá aí no pé da página, né? E ele disse: "Digo-vos em verdade que bem é difí que bem difícil é que um rico entre no reino dos céus. É mais fácil que um camelo passe pelo buraco de uma agulha do que entrar um rico no reino dos céus. Essa frase de Jesus, primeiro, a gente tem que interpretar, eh, dizer o seguinte, que parece uma figura meia arrojada, né? Um pouco forçada. Jesus querer fazer uma uma conexão, uma dizer que um um camelo passar pelo uma agulha. que que o Camilo tem a ver com buraco de uma agulha. Mas eh aí nós temos uma explicação muito razoável para isso, né? Eh é que é o seguinte, a gente sabe que eh na língua que Jesus eh se manifestava, né, aramaic, como eu falei, e também em hebreu, essa palavra camelo, ela tem dois significados, né? Tanto era o camelo animal como o cabo feito de eh do do couro, né, da parte de de pelos do canelo. Então, o tanto cabo como Então, com certeza ali o que a gente tem que pensar é que talvez na tradução deram um significado que muito provável que Jesus, né, eh, não queria dizer, ele queria dizer um cabo, um cabo que é

o como Então, com certeza ali o que a gente tem que pensar é que talvez na tradução deram um significado que muito provável que Jesus, né, eh, não queria dizer, ele queria dizer um cabo, um cabo que é relativamente grosso, passar pel um buraco de uma agulha é mais difícil do que um reino, tá? Um rico entrar no reino dos céus. Então é uma retórica, né, como sempre fez Jesus, esse grande comunicador que passou pelo nosso planeta, para trazer a sua mensagem. Então veja o que que ele quis dizer aí, ó. Você não tem como servir a Deus com toda a humildade, com tudo isso e ao mesmo tempo eh eh servir a mamã, né, ao deus da riqueza, a riqueza. Mas não vamos interpretar isso, vamos eh procurar aprofundar, porque também nada pode ter uma dedução eh eh absoluta. Nós temos que eh entender o porquê, qual é a razão da riqueza, por a diferença de desigualdade, né, de riquezas, de bens materiais, de de finanças, né, eh, que determinadas pessoas têm. Por que que isso é permitido por Deus? Qual, quais são essas razões? Mas essa é a primeira eh parábola. Vamos então à parábola do avarento, né? A parábola do avarento eh eh é bastante interessante, né? Porque eh ele diz assim que no meio de um turbilhão de gente, de muita gente, principalmente naquele momento, aqueles momentos, eh, Domingo de Ramos, etc., que antecedeu a crucificação de Jesus, né? Ele tava passando por um determinado lugar e um homem eh disse assim para ele: "Mestre, eh, dize ao meu irmão que divida comigo a herança que nos tocou. Aí Jesus responde assim: "Eh, mas quem me designou para vos julgar ou para fazer vossas partilhas?", né? Então, ele fala isso, eh, e, e, e, e diz assim, e continua que tem todos devem ter o cuidado de preservar-se de toda a vareza. Olha que interessante isso, né? Eh, quer dizer, não há nenhuma nenhum impedimento que alguém acumule honesta eticamente, eh, com proceder moral, com proceder de respeito às leis, principalmente as leis naturais, que são as leis de Deus, acumular riqueza, mas ele não deve ser ávaro, né? Então ele

mule honesta eticamente, eh, com proceder moral, com proceder de respeito às leis, principalmente as leis naturais, que são as leis de Deus, acumular riqueza, mas ele não deve ser ávaro, né? Então ele fala que devemos nos preservarmos, ele tá dizendo nessa parábola, de toda a vareza, seja qual for a abundância em que o homem se encontra. Então aquele que tem muito dinheiro, muita riqueza, né? Eh, porque a sua vida não depende, disse Jesus, dos bens materiais que ele possua. E então ele ele começou a falar uma parábola, né, que havia um homem rico cujas terras teriam produzido extraordinariamente, muitos grãos, muitas. E que ele começou a pensar que como que eu vou fazer, né? Pois eu não tenho lugar para guardar tudo isso que eu vou colher. E e aí ele mesmo, o homem pensando consigo mesmo, aquele que teve uma extraordinária eh extraordinária colheita, né? Extraordinária eh plantação que gerou muitos frutos. E ele fala assim: "Eu vou demolir todos os meus celeiros, vou construir outros maiores e onde porei eh todos os os meus grãos e isso vai me preservar de qualquer necessidade pro resto da vida." Então eu posso dizer para mim mesmo que para repousar, para comer, para beber, para gozar, né? Eh, mas aí o que que acontece com esse homem rico, cujas terras tinham produzido extraordinariamente? Eh, a mensagem evangélica diz: "Que insensato és esta noite mesmo, tomartião a a alma." Quer dizer, ele ia fazer a partida, ia eh falecer. Para que servirá o que acumulaste? E tudo que acontece aquele que acumula tesouros para si próprio e que não é rico diante de Deus. Então Jesus trouxe que essa esse excesso, né, de de valorização do patrimônio material com avareza, realmente tira a qualquer possibilidade dele acumular tesouros no céu. Hum. Então, é é a segunda palestra e a parábola que traz o capítulo 16 do Evangelho Segundo o Espiritismo. E aí ele entra na terceira palestra esse capítulo falando da casa de de Zaqueu. Zaqueu publicano e muito rico. Publicano, ele era chefe dos publicanos.

capítulo 16 do Evangelho Segundo o Espiritismo. E aí ele entra na terceira palestra esse capítulo falando da casa de de Zaqueu. Zaqueu publicano e muito rico. Publicano, ele era chefe dos publicanos. Eram aqueles que cobravam os impostos e eram odiados pelos hebreus, né? cobrador de impostos. Então eles eram odiados. Então quando Jesus tava entrando nessa romaria que ele estava fazendo antes dessa crucificação em Jericó, hum, eh passava pela cidade e havia um homem muito rico, esse que é o Zaqueu, que era chefe publicano, e ele queria ver Jesus. Ele nunca tinha tido a oportunidade de ver Jesus, de conhecer. E Jesus já estava muito famoso, né, pelas suas eh pela sua prática de de perdão, de amor, de de caridade, de ajudar o próximo, né, de fazer aquilo que foi denominado como milagres, né, eh, que na verdade a gente sabe que que não eram, mas enfim. E ele já tava famoso. Então o Zaqueu era muito baixinho, ele era uma pessoa de estatura muito baixa. Então o que que ele fez? Ele correu na frente, subiu numa árvore para poder ver quando Jesus passasse olhar Jesus, né? E então eh quando Jesus chegou a esse lugar que estava Zaqueu, claro que Jesus já sabia que isso ia acontecer, né? por obra. Ele olhou para cima e falou: "Zaqueu, dá-te pressa em descer, porquanto preciso me hospedar hoje em tua casa." E o Zaqueu desceu, né? Eh, imediatamente e o recebeu muito jubiloso em casa. E quando todos viram isso, né? Que ele foi hospedar-se na casa de um homem considerado de má vida, né? com a vida, porque ninguém gostava dos publicanos, ninguém respeitava os hebreus, odiavam os os publicanos cobradores de imposto. Aí ele foi, Jesus foi altamente criticado. Então, eh, o que que ele foi lá, se hospedou na casa de Zaqueu, jantou e Zaqueu ficou extremamente sensibilizado com isso. Desculpem aí. E aí, eh, Zaqueu chegou para Jesus e disse: "Senhor, eu vou dar metade dos meus bens aos povos e se causei dano a alguém, seja no que for, indenizo com quatro tantos". Então, o que que Jesus

ulpem aí. E aí, eh, Zaqueu chegou para Jesus e disse: "Senhor, eu vou dar metade dos meus bens aos povos e se causei dano a alguém, seja no que for, indenizo com quatro tantos". Então, o que que Jesus respondeu? Esta casa recebeu hoje a salvação, porque também este é filho de Abraão, visto que o filho do homem veio para procurar e salvar o que estava perdido. Isso está em Lucas, capítulo 19, eh, versículo de 1 a 10. Então, veja que Jesus foi ficar com Zaqueu para influenciar, para fazer com que Zaqueu refletisse sobre a vida que ele estava levando e pudesse a partir daí fazer uma uma modificação, uma alteração, uma mudança na sua condição de viver, de respeitar o outro, de amar, de ajudar, de ter caridade e e de praticar aquilo que Jesus veio ensinar. É como Jesus dizia, né? Os médicos não precisam de sãos, então não adiantava ele ficar só com aqueles que já o seguiam. Ele tinha que exemplificar e buscar essa, né, convivência com aqueles que poderiam ser chamado de má vida para influenciá-los para o bem. Então, passemos à parábola do mal rico. Que havia um homem rico que vestia púrpura, linho, tratava, ele se tratava magnificamente todos os dias. em frente à casa dele, sempre tinha um homem que vivia lá, era um pobre chamado Lázaro, que era todo coberto de úlceras e e que muito estimaria mitigar a sede, a fome com aquilo que caísse, com as migalhas, né, que caíssem da mesa dos ricos, que é aquela casa que ele ia em frente aonde ele estava. Eh, mas ninguém lhe dava eh ninguém dava nada para ele e até os cães vinham lamber a suas feridas, né? Então, né, o que que aconteceu, né, que eh esse pobre, né, Lázaro, morreu, né, e foi levado. Isso é a parábola de Jesus, né? foi, tô falando mais de uma forma coloquial, pelos anjos para, né, para para o seio de Abraão. Mas o rico também morreu, hum, eh teve por sepulcro o inferno. Então, quando se achava nos tormentos, ele levantou, né, os olhos, esse rico, e viu longe Abraão lá em cima, junto com Lázaro, com viu o Lázaro junto com Abraão, né, no seio de Abraão.

lcro o inferno. Então, quando se achava nos tormentos, ele levantou, né, os olhos, esse rico, e viu longe Abraão lá em cima, junto com Lázaro, com viu o Lázaro junto com Abraão, né, no seio de Abraão. e exclamando, né, com as palavras, diz: "Pai, Abraão, tem piedade de mim, a fim de que eu mole a ponta do dedo na água para me refrescar a língua, pois sofro horríveis tormentos nessas chamas". Mas Abraão respondeu ao rico: "Né, meu filho, lembra-te que recebeste na tua vida teus bens e que Lázaro só teve males? Por isso ele agora está na consolação e tu nos tormentos. ao demais. Eh, existe para aqui um grande abismo entre nós e e de sorte que nós não podemos passar daqui para aí e nem podem você vir vocês que estão aí daí para aqui. Então, eh, disse o rico: "Então, eu te suplico, Abraão, meu pai Abraão, que mande a minha casa, onde eu tenho cinco irmãos, e dar testemunho do que que tá acontecendo, eh, para que eles também não repitam esse erro que eu que eu cometi." E, e Abraão lhe retrucou. Eles eh eh não eles têm a lei de Moisés, tem Moisés, tem os profetas e e então eles não não adiantaria enviar ninguém, né? Então termina essa essa parábola, né, que tá citada em Lucas também. Meu pai, Abraão, disse pro Rico: "Se algum dos mortos for ter com eles, eh, farão penitência", respondeu Abraão. "Mas se eles não ouvem a Moisés, nem aos profetas, eles também não acreditarão ainda mesmo que algum dos mortos ressuscitas." Então, essa parábola do mal rico vem dizendo que não tem problema ser rico, né? Mas veja que ele não nem sequer as migalhas, quer dizer, aquilo que ia por lixo, ele ofertava a Lázaro enquanto em vida. Então é o combate à avareza, a mensagem de Cristo. Ainda nós temos a parábola dos talentos, né, que a gente sabe que um homem rico e um homem muito poderoso, ele ia fazer uma viagem para fora do saí. Ele chamou três servos, né? e e falou pro que ele achava que era mais inteligente, ele deu cinco talentos e dois a um outro servo e um a um terceiro, um talento. Então, pro

ma viagem para fora do saí. Ele chamou três servos, né? e e falou pro que ele achava que era mais inteligente, ele deu cinco talentos e dois a um outro servo e um a um terceiro, um talento. Então, pro primeiro ele deu cinco talentos, pro segundo ele deu dois, pro terceiro ele deu um talento. E e e cada um ele falou que que esperava que eles cuidassem bem, né, daquele dinheiro que ele tava deixando eh com eles, né? Então, o que recebeu cinco, ele negociou, fez eh o dinheiro e ganhou outros cinco. O que recebeu dois, do mesmo modo conseguiu ficar com mais dois. Mas o que recebeu um, o que que ele fez? Ele fez um buraco na terra, escondeu o dinheiro do seu homem. Passado um longo tempo, o homem retorna e chama os três. E o primeiro, né, deu, recebeu cinco e deu 10 para ele, ó. Conseguir dobrar, né? O segundo igual igualmente, né? E mas quando ele recebeu do primeiro, o Senhor disse para ele: "Servidor bom e fiel, pois que foste fiel em pouca coisa, eu vou te confiar muitas outras coisas e compartilharia da alegria do seu senhor." Eh, mais ou menos ele disse o mesma coisa para o segundo que dobrou também, né? Conseguiu fazer dois. Aí veio o que tinha ficado com um talento e disse assim: "O Senhor, eu sei que vós sois um homem muito severo, que onde ceifas, onde não semeaste e colhes de onde nada puseste. Por isso, como eu temia, eu escondi o teu talento na terra, aqui o tens de volta". Hum. Aí o Senhor diz: "Eh, servidor mal e preguiçoso." Olha só. Então tá falando que a gente tem obrigação de trabalhar, de produzir, de gerar riqueza, de gerar algum ganho, né? Servidor mau e preguiçoso, se sabias que seif, onde não semeiei e que coho onde nada pus, devias pôr o meu dinheiro nas mãos dos banqueiros, a fim de que regressando, eu retirasse eh o que me o o conjuros o que me pertence. e fala: "Tira depois o talento que está com ele e de 10 talentos". E aí vem a a a famosa conclusão de de Jesus nessa parábola que fala que vai darciar a todos os que já t esses ficarão cumulados de bens. Quanto

ira depois o talento que está com ele e de 10 talentos". E aí vem a a a famosa conclusão de de Jesus nessa parábola que fala que vai darciar a todos os que já t esses ficarão cumulados de bens. Quanto aquele que nada tem tirará, hum, eh mesmo que parece ter, eh, e seja esse servo inútil lançado nas trevas. exteriores, onde haverá prantos e ranger de dentes. Então, veja bem, ele fala assim, a quem dado, né, que já tem, será dado mais a quem não quem pouco será tirado. Por quê? Porque ele não produziu, porque ele não trabalhou. Então, eh, a mensagem do trabalho que Jesus deixou, da necessidade da gente sempre fazer a nossa parte, né? Mas o que que o evangelho nos traz sobre a riqueza? né? Então, a gente, o Evangelho tem nesse capítulo uma citação muito interessante que é uma pergunta, né, que é que fala assim: "Por que que os homens, né, não são igualmente ricos?" E a resposta é muito, muito, muito objetiva, né? sem maiores delongas, diz assim, não são por uma razão muito simples. Eh, eles não são igualmente inteligentes, ativos e laboriosos para adquirir, nem sóbrios e previdentes para conservar. É, aliás, um ponto matematicamente demonstrado que a riqueza, se fosse repartida igualmente para todos, ela seria insuficiente para gerar, né, eh, a o avanço, gerar progresso, gerar evolução e mesmo assim, em pouco tempo, ela seria desfeita. Por quê? Porque alguns trabalham, são laboriosos, outros não, alguns são preguiçosos, eh alguns têm capacidade de fazer progredir. Então, a riqueza, ele tem esse condão, né, de impelir os homens paraas grandes descobertas, aos grandes empreendimentos, aos empreendimentos úteis. Veja, eh, hoje, ontem mesmo estava com um amigo na residência dele que nos convidou fraternalmente e ele dizia que como que antigamente as coisas eram mais difíceis. Se você lembrar nossos avós, né, minha avó, eh, por exemplo, uma terra querida vosquinha, minha madrinha já partiu, partiu em 90, em 85. Ela eh enquanto conviveu na fazenda, quantas horas que ela fazia, levava para

r nossos avós, né, minha avó, eh, por exemplo, uma terra querida vosquinha, minha madrinha já partiu, partiu em 90, em 85. Ela eh enquanto conviveu na fazenda, quantas horas que ela fazia, levava para fazer um almoço para preparar, começava a trabalhar 3 horas da manhã, né, para servir um almoço aí pela metade da manhã. Pois então, hoje em dia, com as facilidades tecnológicas, isso é feito rapidamente. Então, nós temos que entender o que que o evangelho nos traz sobre a riqueza. Primeiro ele fala sobre a utilidade providencial da riqueza, que foi isso que nós acabamos de falar, provas de riqueza e da miséria. Por que que existem isso? Também acabamos de falar a diferença eh de de envolvimento para que isso ocorra. aqueles que trabalham mais, aqueles que são mais laboriosos, aqueles que têm uma visão diferenciada, né? Por isso gera riqueza, desigualdades da riqueza. E a verdadeira propriedade é a gente ter desprendimento, porque você pode ter, claro que é mais difícil, um rico humilde e pode ter um pobre orgulhoso, né? Então, a verdadeira propriedade é o valor, o fato da pessoa ser rica. Mas se ele tem, não tem esse essa atitude de de avareza, ele vai repartir de acordo com a sabedoria dele, providenciar essa divisão da riqueza sem que aquilo seja feito eh materialmente para todos, né? E o emprego da riqueza e esse desprendimento dos bem terrenos. Então, o evangelho nos traz sobre a riqueza e essas informações, é a utilidade providencial da riqueza, as provas da riqueza e da miséria, o porquê das desigualdades, o qual que é a verdadeira propriedade, o o bom emprego da riqueza e o mesmo sendo rico, tendo o desprendimento dos bens terrenos. E mais assim, citando um um um do do que tá no evangelho, é o último item do evangelho também, de forma um pouco atípica, aqueles que já tiveram oportunidade de ler e reler e ler e ler de novo o Evangelho, que ele termina com o item 15 nesse capítulo 16, que é uma questão eh que São Luís responde sobre aib possibilidade de a transmissão da

ram oportunidade de ler e reler e ler e ler de novo o Evangelho, que ele termina com o item 15 nesse capítulo 16, que é uma questão eh que São Luís responde sobre aib possibilidade de a transmissão da riqueza, ou seja, de de de destinar aos seus filhos, né, prioritariamente, de acordo com a lei civil, aquilo que você eh angariou durante a vida. Então, ele a pergunta se existe, né, eh, a possibilidade, se dentro das leis divinas a transmissão da riqueza. E a resposta é: o homem pode perfeitamente transmitir por sua morte aquilo que ele gozou durante a vida. Hum. Eh, porque o efeito desse direito está sempre subordinado à vontade de Deus, né? E que a gente sabe que Deus pode tirar aí e eh a riqueza quando ele quiser, né? Quant quantas vezes a gente vê fortunas ruírem da noite pro dia e a gente fica até meio sem entender, né? Então ele pode tirar e até impedir que os descendentes, como temos visto, gozem daquilo que foi transmitido de acordo com a lei civil, né? Então não é outra razão, porque vemos essas fortunas que pareciam ser muito sólidas, sólidamente constituídas, desmoronarem, né? E e poi é importante que a vontade do homem para conservar eh em suas mãos eh ou nas mãos das dos seus descendentes, a fortuna que ele possui é lícito, né? Isso, entretanto, não priva o o do direito de transmitir o impresso que recebeu de Deus, uma vez que Deus pode retirá-lo quando julgar oportuno. Então, isso é o último item do Evangelho Segundo o Espiritismo, eh, do capítulo 15 segundo do Evangelho Segundo o Espiritismo, que é uma pergunta e que São Luís nos responde dessa forma. Trazemos aqui também eh uma reflexão da questão 811 do livro dos espíritos, que diz assim: "Será possível e já terá existido a igualdade absoluta das riquezas, o evangelho que foi, né, escrito, que foi trazido eh para os homens pela psicografia, um evangelho coordenado aqui nesse trabalho por Allan Kardec, ele, na verdade, ditado pelos espíritos do plano superior que se apresentou com o nome de espírito de verdade para Allan

pela psicografia, um evangelho coordenado aqui nesse trabalho por Allan Kardec, ele, na verdade, ditado pelos espíritos do plano superior que se apresentou com o nome de espírito de verdade para Allan Kardec. Ele responde que nunca houve possibilidade, né, de igualdade absoluta das riquezas. Ele fala: "Não, não é possível. A isso se opõe os diversos eh isso se opõe os diversos eh a diversidade das faculdades e dos caracteres. H há, no entanto, homens que julgam ser esse o remédio. Isso dentro da questão 811 foi feita uma subquestão que seria 811 que falar, no entanto, homens que julgam ser esse o remédio aos males da sociedade que pensais a respeito? Então, Kardec ofereceu essa pergunta ao espírito de verdade, que diz: "São sistemáticos esses tais ou ambiciosos, cheios de inveja e não compreendem que a igualdade com que sonham seria a curto prazo desfeita pela força das coisas? Combatei o egoísmo, que é a vossa chaga social, e não corrais atrás de quimeras". Então, veja que o livro dos espíritos, eh, que teve a sua primeira versão, sua primeira edição em 1857 e a segunda em 1860, escrito alguns anos antes do Evangelho, já trazia essa reflexão profunda da impossibilidade da igualdade absoluta das riquezas e algum e faz uma crítica àqueles que pensam que o remédio paraa sociedade seria dividir essa riqueza igualmente para todos, né? E fala que deve ser combatido o egoísmo, que é a chaga social, e não ficar correndo atrás dessas quimendas. E outras coisas, muito, ele diz também, né, que muitos daqueles que que criticam, né, e condenam aqueles que têm uma condição financeira melhor, podemos dizer uma riqueza, é porque eles são ambiciosos, cheios de invejas, mas muitas vezes são preguiçosos e não fazem a sua parte para alcançar esse objetivo. Claro que existem situações específicas de provas, de expiações, eh, que aprofundam um pouco, eh, vão além desse tema, eh, mas exclusivamente pensando no tema que não se pode servir a Deus e amar mão. Essa é uma mensagem muito muito intensa, muito forte, muito

ões, eh, que aprofundam um pouco, eh, vão além desse tema, eh, mas exclusivamente pensando no tema que não se pode servir a Deus e amar mão. Essa é uma mensagem muito muito intensa, muito forte, muito profunda do espírito de verdade. Aí a gente trouxe aqui um quadrinho eh para didaticamente também ampliar nosso entendimento sobre a riqueza. Então, a riqueza não é instrumento de perdição. A riqueza eh não é facilidade no caminho e não é fatalidade de perdição. Como eu disse há pouco, temos ricos que são humildes e temos pobres que são orgulhosos. Claro que a maioria dos ricos é difícil, é uma prova difícil a riqueza eh e ser rico ao mesmo tempo que ser humilde. Mas tem. Então não é a riqueza que é esse instrumento de perdição, que é essa fatalidade de perdição e que gera facilidade no caminho. Quais são os perigos da riqueza? Eh, ela é um supremo excitante do orgulho e do egoísmo e da vida sensual, né? A gente sabe que poder, dinheiro e sexo usado pro bem, usado de forma eh passimoniosa, equilibrada, eh são maravilhosos, mas também usados pro mal, né? Poder, riqueza e sexo são uma chaga terrível, né? Então, os perigos da riqueza é esse excitante, né, do orgulho, do egoísmo e da vida sensual. E a riqueza é sim um elemento de progresso, também, como nós dissemos, uma prova muito arriscada e um meio de salvação. Tudo depende do uso, né? Então agora meus prezados amigos confrades, confreiras, etc. Parentes, né? Tenho primos que com certeza devem estar assistindo a nossa a conversa de hoje, a nossa apresentação. Vamos entrando na conclusão, né? E quando a gente vai entrar, mais uma vez chamamos a atenção da utilidade providencial da abundância, da riqueza, da fartura, né? Ela é providencial. Hum. Eh, então, se ela é providencial, como é que nós podemos bem utilizá-la? Essa abundância, essa fartura, como é que ela deve ser usada? Primeiro, promover o bem-estar do próximo, promover o progresso da ciência, da saúde, promover o desenvolvimento tecnológico. Isso é de suma importância.

, essa fartura, como é que ela deve ser usada? Primeiro, promover o bem-estar do próximo, promover o progresso da ciência, da saúde, promover o desenvolvimento tecnológico. Isso é de suma importância. E daqui alguns anos, eu acredito que não serão muitos, nós vamos ter eh eh veículos eh aéreos, né, em vez de carros para deslocamento na cidade. Hoje já temos helicópteros, mas ainda é um pouco eh já não é usual, não é normal, é caro, requer muita muita eh muito preparo, muita infraestrutura para utilização, Lponta, etc. Mas esse desenvolvimento tecnológico vai propiciar. E claro, se a gente compara, eu eh completando 70 anos, né, e portanto 52 anos eu tenho habilitação para conduzir veículos. E eu vou lembrar lá do meu primeiro Fusquinha no ano de eh ano de 1968, né? Não, eh 73. 73. meu primeiro fusquinha no ano de 73, comparar com o veículo que eu tenho hoje, que é automático, tem ar condicionado, tem uma série de tecnologia incorporada, a gente vê a diferença abismal, né, que tem entre um outro. Outra utilização muito boa da fartura, da abundância da riqueza, é proporcionar a condição de trabalho, mas utilizá-la para necessidade de material do maior número possível de indivíduos. Então, a gente deve permitir e possibilitar, a gente tem que pensar muito seriamente, a gente vai ali comprar alguma coisinha, numa barraquinha, eh, desses, eh, que fazem aí suas barracas nas feiras, né, os feantes. Não dá para ficar eh tendo uma boa condição, regateando preço, R$ 1 a menos, R$ 2 a menos para determinada coisa. Eles precisam muito mais do que a gente. Então vamos utilizar essa necessidade material maior número. Você vai ali eh fazer um serviço, cortar um cabelo, por exemplo, com alguém, por que não gratificá-lo? Às vezes R$ 10 para ele faz diferença na compra dos pães paraa família e para você não faz diferença alguma. Então vamos bem utilizar essa fartura, essa riqueza. propiciando melhores condições para as pessoas que precisam mais, né? Eh, outra questão interessante, devemos nos eh

você não faz diferença alguma. Então vamos bem utilizar essa fartura, essa riqueza. propiciando melhores condições para as pessoas que precisam mais, né? Eh, outra questão interessante, devemos nos eh esforçar para desenvolver os menores princípios, né, de elevação que nos felicitem o caminho, buscando nas almas por onde aparentemente transviadas ou chamadas de almas transviadas ou infeliz que eh essa condição para para mitigar esse essa diferença, né? Os nossos recursos entre os grandes expoentes da do erro e e da maldade, da desódiem, da indisciplina, seria realmente essa questão que a gente presencia no nosso planeta Terra. E com aqui quando nós viemos temos a oportunidade, né, do nosso aperfeiçoamento e da nossa evolução. Então, quando o mestre ensinou que não se pode servir simultaneamente a Deus e a Mamon, eh, ele, em verdade ele não tava dividindo as criaturas, nem desejava isso. em dois campos, em campos opostos, ricos, pobres, bons, menos bons ou maus, que queira, justos, injustos, a se guerrearem na terra. Não, de jeito nenhum. ele tava realmente eh procurando eh que nós provocando em nós uma reflexão mesmo 2000 anos depois de como que a gente deve se servir eh dessa riqueza, servir a Deus que trouxe as leis naturais, que nos compere ao amor, que nos compere a praticar a caridade. Tanto que eh doutrina espírita diz que fora da caridade não há salvação e não sermos ávaros, né? E então a gente sabe que quando Jesus fala de servir a Deus, ele tá provocando que nós procuremos ser bondosos com o próximo, né? seja desculpa, seja os ausentes, seja os presentes, seja os os opositores, aqueles que nos provocam maldade, eh que nos caluniam, que nos difam, né? Então, a bondade, na verdade, é um é uma chave da simpatia e do conhecimento com que nós cerramos a passagem para as esferas superiores. Hum. Nós vemos aqui que eh uma conclusão de Emmanuel, né, bastante interessante, que ele diz que se realmente nos dispomos à aceitação do ensino do divino mestre, nós devemos usar a bondade em

riores. Hum. Nós vemos aqui que eh uma conclusão de Emmanuel, né, bastante interessante, que ele diz que se realmente nos dispomos à aceitação do ensino do divino mestre, nós devemos usar a bondade em todos os momentos da vida. E nós podemos eh complementar dizendo que servindo a Deus devemos servir ao próximo com bondade e com amor, né? E eh aí nós trazemos aqui eh essa também no item das nossas conclusões, né? que nós poderíamos afirmar que a mensagem de Jesus traduzindo para uma linguagem coloquial atual, e seria mais ou menos assim, que nós não podemos ficar em cima do muro. Aliás, eu disse isso no começo da nossa fala, né? Eh, não devemos deixar de ter posições em questões importantes que às vezes a gente quer não assumir responsabilidades ou não se expor à crítica para fugir de polêmicas. Nós não podemos agir assim. Nós temos que ter uma postura, que ter uma posição. Não se pode ficar em cima do muro, não se pode servir a um e a outro. Vamos ter essa essa consideração. E aí eu trago aqui a questão 932 do livro dos Espíritos, que para mim é uma questão emblemática, que é o Kardec perguntou assim ao espírito de verdade, por que que no mundo é miúde a influência dos maus sobrepuja dos bens, as dos bons? E a resposta foi peremptória, curta, grossa, usando uma linguagem. Por fraqueza destes, os maus são integrantes e audaciosos, e os bons são tímidos. Mas quando os bons quiserem, eles preponderarão. Muito importante essa essa mensagem. Esses foram as fontes que nós usamos. Evangelho Segundo Espiritismo, livro dos Espíritos, livros de Emânel, né, citados aí, Caminho, verdade e vida, o Evangelho de Emânel, anotações e reflexões pessoais. Então, nós estamos aqui na hora de fazer o nosso encerramento. Estamos com 2 minutos e vamos a uma reflexão final, trazendo uma vez mais uma mensagem do nosso querido Chico Xavier e ele disse assim: "Auxilia aos outros tanto quanto puderes. Cada pessoa que hoje te encontra, talvez seja amanhã, a chave de que necessitas. para solução de numerosos problemas. Auxilie

Chico Xavier e ele disse assim: "Auxilia aos outros tanto quanto puderes. Cada pessoa que hoje te encontra, talvez seja amanhã, a chave de que necessitas. para solução de numerosos problemas. Auxilie aos outros tanto quanto puderes. Cada pessoa que hoje te encontra talvez seja amanhã a chave de que necessitas para o solução de numerosos problemas. Eu agradeço a todos. Vamos fazer um encerramento mais uma vez sobre as bênçãos de Deus, nosso pai amantíssimo. E agradecemos a oportunidade dessa conversa, desse aprendizado. Toda vez que nos preparamos, quem mais se beneficia somos nós mesmos. Então, com essas bênçãos, com a graça de Deus, com a graça de Jesus, nossos mentores espirituais, encerramos a nossa conversa de hoje. Muito obrigado, meu pai do céu. Muito obrigado a Jesus, muito obrigado a Bezerra de Menezes. Muito obrigado Chico Xavier. Fiquem com Deus. Uma boa tarde. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons

essa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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