PodCast Espiritismo em Movimento: EDUARDO VIEIRA
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Meus queridos irmãos, paz e luz a todos vocês. Nós estamos aqui na Federação Espírita do Estado de Goiás, iniciando mais um programa de divulgação espírita, Espiritismo em Movimento. E hoje nós temos aqui o nosso companheiro Eduardo Vieira, que é o vice-presidente da Federação Espírita do Estado de Goiás, está nos dando a honra aqui da presença. Olá, Eduardo, como é que você está? Olá, Hio. Olá as pessoas que nos assistem pela rede de computadores. Uma satisfação estar aqui com todos vocês. >> É uma alegria recebê-lo aqui e hoje nós vamos falar sobre o plano de trabalho para o movimento espírita brasileiro. Mas antes disso, Eduardo, vamos convidar os nossos companheiros para iniciar com uma prece aqui, né? Então vamos elevando os nossos pensamentos, entrando em sintonia com os espíritos superiores que nos assistem, agradecendo pela oportunidade de servir. Mestre amado, nesse momento, Jesus, nós rogamos para que a tua paz e a tua fraternidade, que ela possa envolver todos os lares, sobretudo aqueles lares mais necessitados. Que a tua energia de amor se espalhe, envolvendo todos os cantos do nosso planeta, onde haja dor e sofrimento. E na certeza da tua presença amiga entre nós, nós iniciamos a nossa atividade de reflexão e de divulgação e difusão da nossa amada doutrina espírita. Que assim seja. Eduardo. E aí, como é que você está? >> Tudo bem, com você? >> Maravilha. Hoje, como é que tá esse o nosso movimento espírita? Eh, Goiano, você que é o vice-presidente da nossa federação, o que que você nos diz assim de uma forma mais ampla? Bom, Hio, o nosso movimento tem desenvolvido inúmeras atividades importantes paraa difusão do espiritismo em Goiás. Quando a gente fala da palavra difusão, ela envolve o estudo e a prática, né? a vivência do espiritismo. E a federação hoje na sua estrutura federativa, né, com os órgãos, as instâncias que nós temos, eh o esforço tem sido grande para levar o espiritismo aqueles que são simpatizantes, que querem conhecer a doutrina, para os próprios
rutura federativa, né, com os órgãos, as instâncias que nós temos, eh o esforço tem sido grande para levar o espiritismo aqueles que são simpatizantes, que querem conhecer a doutrina, para os próprios colaboradores, né, das casas espíritas, as famílias, enfim, atendendo desde o bebê, né, até a idade adulta, idosa. E obviamente falando de centro espírita também o intercâmbio espiritual, né? >> Muito bem, Dan. Me parece que já tem todo um movimento eh de organização do Congresso Estadual de 2026, né? >> Como é que tá esse esse movimento? Você como vice-presidente faz parte da Comissão Central, né? Como é que tão como é que estão os ânimos, como é que estão as as expectativas para 2026? Bom, o nosso congresso de 2026, como você bem comentou, nós temos a comissão central, as comissões também específicas já estão trabalhando. A expectativa nossa é que a gente consiga fazer um congresso sustentável. A diretoria tem feito um trabalho, né, com os espíritas do nosso estado, aqueles que podem, têm condições e interesse em colaborar. a a dire a diretoria tem proposto uma inscrição mais acessível, né, a manutenção do centro de convenções, isso é uma referência no nosso congresso estadual, é um local que já acolhe a família espírita há muitos anos, tem uma estrutura interessante paraa realização do evento e a gente também tem para o ano que vem a manutenção de grandes nomes do espiritismo, né? Enfim, o evento promete eh e será a continuidade dos congressos que a gente já tem feito ao longo dos anos, que a federação está à frente desse trabalho e que é um congresso referência, né, no Brasil e no mundo. >> Afinal de contas, são 42 anos de congresso. >> 42º >> 42º. E esse congresso de 2026, ele trará como tema central Jesus e Kardec para os tempos atuais. Olha aí que que delícia, né, que serão esses conteúdos do congresso. >> A base, né, a nossa base é Jesus e Kardec. Maravilha. Aqueles que não fizeram as inscrições ainda, as inscrições estão lá no site da federação, como disse bem aqui o
o esses conteúdos do congresso. >> A base, né, a nossa base é Jesus e Kardec. Maravilha. Aqueles que não fizeram as inscrições ainda, as inscrições estão lá no site da federação, como disse bem aqui o Eduardo, né, preços acessíveis. Então, procure o site e faça também a sua inscrição para o Congresso de 2026. Eduardo, você tem uma experiência longa, né, principalmente nos tempos de juventude a nível de movimento espírita brasileiro, não é isso? também, também é, eu já colaboro na federação tem alguns anos, já estive em várias >> funções, né, colaborando em várias frentes. A gente percebe que o nosso movimento vem se estruturando paulatinamente de maneira que o centro espírita, né, seja a nossa referência. ali é a base, né, onde as atividades são desenvolvidas, onde as pessoas se beneficiam da luz, né, trazida pelo espiritismo. Então, ah, nós tínhamos, para se ter uma ideia, até alguns anos atrás, nós tínhamos 34 coordenações regionais, né, ou ser coordenação espírita regional. Agora, numa reformulação e tínhamos 15 comissões regionais, então o estado 246 municípios divididos em 15 grande comissões, né? Agora com a mudança que teve, nós reduzimos para 28, né, coordenações espíritas regionais e temos cinco comissões regionais. Isso inclusive foi possível em razão da efetivação de um trabalho de mais de 20 anos, né? Então, a gente teve que dar uma capilaridade grande no início desse trabalho pelos ídos de 2000, 2001. E como o trabalho foi crescendo e ganhando força, hoje a gente conseguiu eh aumentar, diminuir o número de regiões, mas aumentar a pujância do movimento, né? E esses 28 companheiros e companheiras que são os coordenadores compõe o Conselho Federativo Estadual, que é o órgão dentro do nosso estatuto da Federação, responsável por deliberar acerca das ações, as diretrizes, as atividades que vão acontecer no nosso movimento espírita Goiânia. E a exemplo, você tava falando em âmbito nacional, né? A exemplo do nosso Conselho Federativo estadual, nós temos em âmbito nacional o
atividades que vão acontecer no nosso movimento espírita Goiânia. E a exemplo, você tava falando em âmbito nacional, né? A exemplo do nosso Conselho Federativo estadual, nós temos em âmbito nacional o Conselho Federativo Nacional da FEB, Federação Espírita Brasileira, que é composto pelos presidentes das federativas estaduais. A gente vai observando então que desde o centro espírita, né, passando pelas entidades federativas estaduais, a nossa própria Federação Espírita Brasileira e pensando também no Conselho Espírita Internacional, entidade federativa de âmbito internacional, o movimento espírita do Brasil e no mundo se estrutura como uma rede, né, uma grande teia de colaboradores naquela perspectiva, né, de Jesus, de que ninguém faz nada sozinho. a gente precisa valorizar a participação, a o tomar parte, né, de da parte da todos aqueles que se interessam por esse trabalho, que é muito importante. OK? >> Então, na realidade, a ideia de movimento espírita eh é de repente conscientizar a casa espírita de que sozinha ela não produz tanto. É essa ideia sistêmica, né? Exato. Uma analogia interessante, é aquela da lareira, né, dos carvões ali, a chama, né? Enquanto eles estão juntos, os o carvão junto ao outro, ele se mantém aquecido e aquela chama ali, se a gente retira um e isola, ele se mantém por algum tempo, depois ele vai se apagando, né? Ele não se beneficia do calor dos demais. Então, quando a gente observa, fazendo essa breve analogia da união dos espíritas, né, e unificação do nosso movimento, isso favorece, né, a esse trabalho em rede e não aquela ideia de uma ilha, né, isolada, enfim. Então, a Casa Espírito que participa do movimento, que busca também estar nas atividades, renova suas energias, troca experiências, né, fortalece os propósitos, realmente o trabalho em conjunto. E foi assim, né, que o nosso mestre nos ensinou. Jesus não fez nada sozinho, inclusive iniciou o trabalho com aquela pequena assembleia dos 12 apóstolos, né? Isso se multiplicou depois, vem se multiplicando ao longo
, que o nosso mestre nos ensinou. Jesus não fez nada sozinho, inclusive iniciou o trabalho com aquela pequena assembleia dos 12 apóstolos, né? Isso se multiplicou depois, vem se multiplicando ao longo dos séculos. Então, é esse espírito, né, de união e de unificação. Eh, eu ia dizendo em âmbito nacional do Conselho Federativo Nacional, quando a gente fala em movimento espírita, existem documentos interessantes, né? Não sei se a gente vai abordá-los aqui, mas tem muita coisa interessante de estrutura pro centro espírita também. >> Maravilha. Eh, hoje nós vamos nós temos a oportunidade de discutir o plano de trabalho para o movimento espírita brasileiro aqui com o nosso companheiro Eduardo. Mas só pela introdução, né, que nós fizemos nesse primeiro bloco, vocês perceberam eh o quanto o nosso amigo Eduardo Vieira tem a nos informar acerca dos documentos da FEB. E hoje nós vamos ficar especificamente no plano de trabalho para o movimento espírita brasileiro. Então nós vamos para um breve intervalo. Daqui a pouco nós voltamos e mas enquanto isso vamos ver o que que tem de novidade na livraria da Federação Espírita do Estado de Goiás. Até daqui a pouco, >> amigos. Estamos em mãos aqui um livro extraordinário que deve fazer parte das nossas leituras, das causas primárias, escrito pelo nosso grande amigo Otaciro Rangel Nascimento. Otaciro é doutor, professor, sênior de física da Universidade de São Paulo e é um grande trabalhador do movimento espírita do Brasil. Com essa obra, ele nos facilita a compreensão de questões científicas que às vezes temos dificuldade. Nós preocupamos muito com as questões práticas da vida, as questões de relações emocionais e deixamos às vezes de visitar obras como esta que nos facilita a compreensão até mesmo dessas questões que a vida nos traz. Olha que interessante, ele traz aqui questões sobre os elementos gerais do universo, sobre Deus da criação, o princípio vital. Olha o que ele fala em relação à nossa reflexão sobre Deus, que é muito difícil entender Deus enquanto pensarmos
estões sobre os elementos gerais do universo, sobre Deus da criação, o princípio vital. Olha o que ele fala em relação à nossa reflexão sobre Deus, que é muito difícil entender Deus enquanto pensarmos como homens e mulheres, mas será mais fácil buscar Deus como espíritos imortais que somos. Outra questão interessante também que nos traz sobre o pensamento, ele diz assim: "Ainda não sabemos de todas as formas de energia que existem na natureza. Nada sabemos da energia radiante gerada pelo pensamento, pois que não desenvolvemos medidores do pensamento. Olha só. Então são coisas muito importantes para a nossa compreensão da própria vida. Recomendo a todos. Está à disposição na livraria da Federação Espírita do Estado de Goiás, editado pela própria FEGO e é uma recomendação nossa que não pode fazer estar distante da vida de todos nós. Então, boa leitura a todos. Irmãos queridos, então nós voltamos para o nosso segundo bloco e vamos aqui aproveitar a presença do nosso companheiro Eduardo. Eduardo, eh, como que é essa estrutura do plano de trabalho para o movimento espírita brasileiro, segundo essa proposta do CFN? Ah, muito bem, ah, até um pouquinho antes do próprio plano de trabalho, é importante a gente rememorar eh um fato muito importante do movimento espírita brasileiro. Existem inúmeros, obviamente, eh, inclusive o Dr. Bezerra de Menezes assumindo a presidência da Federação Espírita Brasileira lá ainda no início do século praticamente. Mas em 1949, em outubro de 49, é assinado o Pacto Áureo, né? que é o pacto de ouro, vamos dizer assim, dos espíritas no Brasil. Várias lideranças, instituições, juntamente com a direção da Federação Espírita Brasileira no Rio de Janeiro, assinaram esse documento, essas lideranças. E dentre as diretrizes do Pacto Aure está a criação do Conselho Federativo Nacional. Então, a gente percebe que não é uma criação eh alheia aos acontecimentos. Então, os próprios espíritas em reunião específica, buscando essa unificação do movimento, no Pactuório previu a criação do
. Então, a gente percebe que não é uma criação eh alheia aos acontecimentos. Então, os próprios espíritas em reunião específica, buscando essa unificação do movimento, no Pactuório previu a criação do Conselho Federativo Nacional. E o Conselho Federativo Nacional desde então vem funcionando, né, dentro da estrutura da Federação Espírita Brasileira, mas com uma composição plural, com a participação de companheiros também das federativas dos demais estados. O Conselho Federativo Nacional, então em âmbito nacional, obviamente, né, no nosso país, é essa instância que congrega as lideranças espíritas, os dirigentes, né, das nossas federativas nos estados. São 26 estados e o Distrito Federal, né? Então essa é a composição do Conselho, além da de alguns membros da diretoria da Federação Espírita Brasileira, inclusive o nosso presidente, né, da FEB, o Conselho tem essa prerrogativa de unificar o movimento, né? Eu digo prerrogativa eh estatutária, né, dentro dessa pactuação, né, dessa troca de de ideias, enfim, e de participação coletiva, né? Então, o conselho tem estabelecido várias eh estratégias para a difusão do espiritismo no Brasil. Eh, dentre elas, nós temos, por exemplo, a criação das comissões regionais, que inclusive tem inspirado as comissões regionais também os estados. Acabamos de falar agora a pouco, né? >> Eh, em âmbito nacional são quatro grandes regiões. Então, o Brasil é dividido em quatro grandes regiões, né? Norte, Nordeste, Centro e Sul. Eh, e essas regiões realizam uma vez por ano as suas comissões, né, regionais do Conselho Federativo Nacional. E ali no Conselho Federativo Nacional, nós temos as grandes áreas de atuação. Então, nós temos a área da infância, juventude, a área da menudunidade, a área da comunicação social espírita, dentre outras, né? Então, essas áreas em âmbito nacional repercutem também nos estados com as áreas estaduais, né, e também de certa forma no centro espírita, fazendo, compondo essa rede. E além de estruturar essas áreas, documentos de orientação
o nacional repercutem também nos estados com as áreas estaduais, né, e também de certa forma no centro espírita, fazendo, compondo essa rede. E além de estruturar essas áreas, documentos de orientação pro centro espírita, né, que são inúmeros também já editados, publicados, nós temos um documento que é de organização estrutural do movimento, das ações do movimento, que é o plano de trabalho, né, para o movimento espírita brasileiro. Não é um documento, vamos dizer, da FEB, é um documento do movimento espírita brasileiro, >> né? A FEB é a nossa instituição maior do movimento que congrega a todos nós, mas estou dizendo isso porque o próprio nome assim eh estabelece, né? Uhum. >> Diretrizes para o movimento espírita, né, do Brasil, >> eh, brasileiro. E esse documento ele é composto por várias eh é um documento muito singelo, até porque não pode ser muito extenso, né? Eh, diretrizes são linhas gerais, sem tolher a autonomia das federativas estaduais, do próprio centro espírita. Não existe essa hierarquia, né? Bom que se diga. Eh, o movimento ele é estruturado na participação ativa e no princípio de universalização e fraternidade entre os espíritas, né? >> E aí dentro desse documento tem uma introdução, Enion, eu não sei como tá nosso tempo, tem uma introdução e tem diretrizes, né? Que é a proposta do documento. São 11 diretrizes, né? Eu vou fazer o seguinte, sim. >> Eu vou ler rapidamente essas diretrizes porque >> talvez você não vai abordar todas, né? >> Mas pelo menos o pessoal tem uma passa a ter uma noção geral do que são essas diretrizes, né? >> É isso. E se você se nós tiver, eu faço uma introdução e você lê as diretrizes, porque as diretrizes é uma da uma das composições do documento. Pode ser? Fica bom. >> Po, ser claro. >> Beleza. É, eu acho que até para dizer do documento em si, né? >> Uhum. Ah, o plano de trabalho pro movimento espírita brasileiro, ele vem à luz em 2007, >> certo? >> Pelo Conselho Federativo Nacional, né? Então, reunidos eh em Brasília, os
o documento em si, né? >> Uhum. Ah, o plano de trabalho pro movimento espírita brasileiro, ele vem à luz em 2007, >> certo? >> Pelo Conselho Federativo Nacional, né? Então, reunidos eh em Brasília, os presidentes das federativas, ou seja, o conselho, né, ali devidamente composto, veio a ideia, obviamente, de publicação deste plano de trabalho e diretrizes é no sentido de criar os trilhos, né, para que a locomotiva, os vagões, vamos fazer essa analogia, possam seguir o caminho, né? >> Eh, e veja, não é um documento que vem de cima para baixo, né? Eh, as federativas trazem as demandas dos seus estados, dos centros espíritas e ali no âmbito do Conselho Federativo Nacional são discutidos os temas que são mais relevantes, né? Então, ah, o que, como, aonde, quando nós vamos realizar os trabalhos, né? Os trabalhos do movimento. Então, surge em 2007, o primeiro é de 2007, é que, né? Bom que se diga, de 5 anos. O primeiro, então, de 2007 a 2012. Um fato curioso no CFN de 2007 foi a a mensagem deixada pelo Dr. Bezerra de Menezes, né, na pelo Divaldo, que estava na reunião, dizendo que aquele era um caminho viável paraa estruturação do trabalho do movimento espírita no país, né? Então, a mensagem belíssima. Inclusive, ao final do documento, esse que está vigente, temos lá também a essa fala do Dr. Bezerra, né? Então, 2007, isso veio então sendo consolidado, nós temos, né, 2013, 2018 e depois nós temos ah, 2000 e não, 2007, 2012, né? Eh, porque um ano antes de encerrar discuta se vai renovar, né? Então é, então 2007, 2012, aí nós temos 2013, 2017, mais 5 anos. Depois nós temos 2018, 2022 e agora vigente nós temos 2023, 2027. Então, até daqui 2 anos, o plano de trabalho está vigente. E se a gente for verificando essas versões do documento, a gente percebe que eh ele vem crescendo, né, paulatinamente. Eh, temas de relevância vão surgindo. Eu sei que você vai ler para nós as diretrizes agora, mas, por exemplo, né, um tema que tá muito em voga agora, que é a nossa diretriz 11, tá falando de
inamente. Eh, temas de relevância vão surgindo. Eu sei que você vai ler para nós as diretrizes agora, mas, por exemplo, né, um tema que tá muito em voga agora, que é a nossa diretriz 11, tá falando de inclusão e acessibilidade, né? Nós estamos aí com autismo, eh, síndrome de Asperger, ah, a própria síndrome de D, as deficiências intelectuais, a gente tá falando muito de inclusão, né, da pessoa com deficiência. Eh, e aí também as outras deficiências, deficiência física, né, a deficiência visual. Então, quer dizer, eh, há 20 anos atrás, L tinha muito essa percepção. Hoje, como vem avançando as políticas públicas e a legislação nesse sentido, nós não, o movimento espírito não pode ficar alheio, né? Então a gente percebe que no início eram sete salvando, oito diretriz, nós estamos com 11, né? Os temas estão sendo inseridos. E é interessante quando você fala essa questão, né, das políticas públicas, tem uma diretriz aqui que inclusive orienta a participação espírita, do movimento espírita na sociedade, né? >> Então vou vou passar aqui rapidão, né? >> Perfeito. >> Eh, então a primeira diretriz é sobre a difusão da doutrina espírita. A diretriz dois é a preservação da unidade e universalidade dos princípios da doutrina espírita. A diretriz três, ela fala sobre a integração das áreas funcionais. A diretriz 4, ela fala sobre a adequação dos centros espíritas para o atendimento, as suas finalidades e multiplicação e e implantação de novos centros espíritas. A diretriz cinco, ela fala sobre a promoção da sustentabilidade doutrinária, ética, sociopolítica, cultural, ambiental, econômica e espiritual do movimento espírita brasileiro. A diretriz seis, ela fala da união dos espíritas e unificação do movimento espírita. A diretriz sete, ela fala da formação continuada do trabalhador e das lideranças espíritas. A diretriz oito, ela fala da promoção do livro espírita como elemento essencial ao cumprimento da missão do espiritismo. A diretriz nove, ela fala da participação do espírita na sociedade. A
spíritas. A diretriz oito, ela fala da promoção do livro espírita como elemento essencial ao cumprimento da missão do espiritismo. A diretriz nove, ela fala da participação do espírita na sociedade. A diretriz 10, ela fala sobre a orientação e engajamento da juventude nas atividades do Centro Espírita e do Movimento Espírita. e a diretriz 11, que fala da inclusão e acessibilidade nas atividades do centro e do movimento espírito. >> São muitas, né? Não sei se a gente vai ter um pequeno intervalo, mas aí a gente poderia entrar em algumas delas pra gente fazer aqui uma reflexão, tá? >> OK. Então nós vamos para um breve intervalo. Em seguida, você já entra nas diretrizes, né? E enquanto isso, vamos ver aqui o que que tem de novidade lá na nossa livraria espírita. O que é Deus? Deus é inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. Essa é a primeira pergunta do livro dos espíritos. E essa e outras obras da codificação você encontra aqui na livraria da FEGO. A livraria da Fégo tá aberta de domingo a domingo e especialmente no domingo nós temos uma roda de conversa com música e com café mais do que especial para te receber, para que você possa conhecer e adquirir essa e muitas outras. Meus queridos irmãos. Então, nós estamos novamente, estamos retornando com o programa Espiritismo em Movimento. Hoje recebendo aqui o vice-presidente da Federação Espírita do Estado de Goiás, o nosso companheiro Eduardo Vieira, que tá abordando para nós sobre o nosso plano de trabalho para o movimento espírita brasileiro. Eduardo, então é com você. >> Muito bem. Bom, você acabou de nos apresentar, né, Hor? São 11 diretrizes. O documento tem outras partes, mas o foco são as diretrizes, né, para esse plano de trabalho. Compondo esse plano de trabalho, você leu 11, né? Vou fazer alguns destaques, até porque isso demandaria talvez até um seminário, né? >> Isso, >> né? Mas partindo da primeira, a diretriz número um, que trata da difusão da doutrina espírita, né? Eh, essa é a nossa grande missão, né? Do movimento,
mandaria talvez até um seminário, né? >> Isso, >> né? Mas partindo da primeira, a diretriz número um, que trata da difusão da doutrina espírita, né? Eh, essa é a nossa grande missão, né? Do movimento, vamos dizer, uma das, né? Mas ah, naquela recomendação que recebemos de que uma das grandes caridades que a gente pode fazer em favor do espiritismo, né, da doutrina espírita é a sua divulgação, ou seja, sua difusão, para que as criaturas possam ter acesso, né, sem qualquer pretensão de violentar consciência, de convencer as pessoas, né, mas a pessoa tendo acesso, fazendo ali o estudo e dentro da sua linha consciencial, da sua compreensão de vida, de mundo, né? Eh, e livremente refletindo, né? Com a fé raciocinada, ela vai assimilando. Se sim, sim, se não, não. E tá tudo bem, né? Então, mas se ela não tem acesso, né? Aí é que há, no nosso entendimento, ah, uma certa anemia, né? uma carência do nosso trabalho, porque o nosso trabalho é a difusão, né, da doutrina, colocar o consolador prometido por Jesus à disposição, né, da humanidade. Então, essa diretriz um, ela traz ali uma série de elementos bem relevantes para esse trabalho de difusão aí, não só no centro espírita, como também, né, no nosso movimento espírita. Eh, ela é quase que, ah, vamos dizer assim, um foco de luz, né, clareando caminhos pra gente conseguir avançar, né, dentro daquela proposta do ID e pregai, né, ou seja, levai a mensagem, né? >> Inclusive, o Dr. Bezerra fala que sem comunicação não há caminho, né, entre >> a comunicação é essencial, né? Bom, essa diretriz um, a diretriz dois, ela também tem uma relevância muito grande, que é a preservação da unidade, né? Ah, o que nos une são os princípios, né? Porque como a gente não tem dogma a ser seguido propriamente dito, então os princípios são muito importantes porque eles norteiam as nossas ações, né? Eles fazem convergir os nossos interesses, né? eh e o nosso fortalecendo o nosso trabalho. Eh, devemos até lembrar um outro fato relevante do nosso movimento, depois nós
norteiam as nossas ações, né? Eles fazem convergir os nossos interesses, né? eh e o nosso fortalecendo o nosso trabalho. Eh, devemos até lembrar um outro fato relevante do nosso movimento, depois nós citamos aqui a assinatura do Pacto Aurem 49, né? Surge a caravana da fraternidade no ano seguinte, justamente com a perspectiva de fortalecer outras regiões do país também. Então, Leopoldo Machado e muitos outros companheiros saíram, né, e passaram eh meses viajando pelo norte, pelo nordeste, pelo norte do país, visitando os companheiros espíritas. Para se ter uma ideia, naquela época tinha-se ainda muitos bons espíritas que defendiam que o espiritismo era só, né, uma ciência e uma filosofia que não tinha esse aspecto religioso. >> Eh, então, veja, isso é uma questão de princípio, né? Então, hoje já se consolidou, já se unificou a ideia dentro dessa questão da preservação da unidade de que é um tripé. Espiritismo é ciência porque busca a verdade, é filosofia porque prega a liberdade de pensar e é uma religião porque visa também a ligação criatura a criador, né? >> Então é preservação dos princípios. Essa é a nossa diretriz dois. Se a gente pode citar a três também nessa depois a gente dá um saltozinho, né? A diretriz 3 ela trata da integração das áreas funcionais. Então isso é importante porque o papel da do centro espírita é atender a família como um todo, né? Desde a gestante que vai compor ali o espírito que tá chegando, o bebê, enfim, né? Até o idoso lá na outra ponta, o centro tem que estar preparado para atender a família, né? Ele está inserido numa comunidade. A comunidade precisa ser atendida. Quem tiver interesse em conhecer a doutro espírito, nós temos que colocá-la à disposição das criaturas, né? Então, quando a gente fala de integração das áreas funcionais, a comunicação dialogando com a juventude, a juventude dialogando com a infância, né? a própria assistência e promoção social dialogando com a mediunidade, eh, a juventude com a mediunidade, temos visto aí processos
dialogando com a juventude, a juventude dialogando com a infância, né? a própria assistência e promoção social dialogando com a mediunidade, eh, a juventude com a mediunidade, temos visto aí processos bem precoces de manifestação de mediunidade, muitas vezes a família, os pais com dificuldade dessa orientação. Então, essa integração das áreas é muito importante. É a nossa diretriz três, né, do plano de trabalho. Eh, a diretriz seis, vou dar um saltozinho, né? eh, trata da união dos espíritas e a unificação do nosso movimento espírita dentro daquilo que a gente falou da difusão, né? Eh, ou da, desculpa, da preservação da unidade. Tá muito nessa questão da união dos espíritas, né? Nós enquanto filhos de Deus, irmãos dos outros, né? Eh, às vezes temos dificuldades para promovermos essa união entre nós, precisamos superar esses desafios, né? e a unificação do movimento. E veja, não se diz uniformização, né? Não é todo mundo fazer a mesma coisa, né, uniformizada, mas os princípios que nos unem eh convergem para que a gente tenha ações, ainda que garantida a autonomia do centro, das federações, nada que venha resvalar no princípio, né? Ou seja, essa unificação do nosso movimento. Isso é muito caro, porque Jesus, inclusive, ele não trabalhava com regrinhas fechadas. O mestre nos ensinou a trabalhar com princípios, né? Por que que o evangelho é sempre atual, né, Hélio? Porque são princípios universais, porque a norma, a regra, ela muda. Vamos imaginar, né? É tanto que quando foram tentar Jesus sobre a questão dos pães ali, que ele estava se alimentando sem lavar as mãos, aí que que ele responde? Não é o que entra, né? Mas é o que sai da boca do homem que o torna impuro, né? Então, mas era uma regra social. Não estamos questionando a necessidade da higiene pessoal, não é isso, né? Mas ele estava falando de princípios que são mais universais. Então, vamos imaginar no Brasil mesmo, na década de 50, 60, eh, a mulher para ela estabelecer ali, formalizar um negócio jurídico, por
né? Mas ele estava falando de princípios que são mais universais. Então, vamos imaginar no Brasil mesmo, na década de 50, 60, eh, a mulher para ela estabelecer ali, formalizar um negócio jurídico, por exemplo, vender o carro que ela mesma comprou, o marido tinha que assinar junto, a chamado autógussória, senão o negócio jurídico poderia ser invalidado. Agora disse para um adolescente, para uma jovem hoje, que ela vai trabalhar, comprar o carro dela e amanhã o marido tem que autorizar ela vender. >> Não faz sentido, né? Ou seja, a regra vai mudando, ela vai evoluindo, né? Eh, mas o princípio não, o princípio ele antecede a norma, a regra, >> certo, >> né? Então, quando a gente fala em unidade de princípio, porque às vezes pode ter alguma divergência em alguma prática, mas o que que a gente tem que superar? Dizer, olha, o que divide, vamos deixar para depois, vamos trabalhar o que une, né? O que unifica. Esse é o espírito da nossa diretriz seis, né? a diretriz 10 que trata da orientação e engajamento à juventude. Esse é um tema caro. Você dizia agora a pouco, a gente teve sim uma participação em Amplo Nacional. Eu estive como coordenador nacional da juventude, né, pelo Conselho Federativo Nacional da FEB. Viajamos o Brasil inteiro, né, isso pelos ídos de 2011 até 2013. Eh, mas as coisas não mudaram muito de lá para cá. Eh, em alguns pontos até estabeleceram mais paradigmas ainda. Você falou da comunicação. O grande desafio hoje é a gente conseguir se comunicar com essa juventude, né? O mundo hoje a informação veloz, muito veloz, as atividades muito diferenciadas, né? Como conseguir nos colocar olho a olho, coração no coração, né? Com a juventude. E Jesus nos acenou, né? Dos 12 apóstolos, praticamente 10 eram jovens. a importância da força da juventude, né? Essa diretriz 10 vem falando dessa orientação e engajamento do jovem. É uma necessidade, né? Não adianta nós dirigentes dizermos assim: "Ah, o jovem não quer, o jovem não dá conta, ele não tá preparado ainda." Não
10 vem falando dessa orientação e engajamento do jovem. É uma necessidade, né? Não adianta nós dirigentes dizermos assim: "Ah, o jovem não quer, o jovem não dá conta, ele não tá preparado ainda." Não é por aí, né? O jovem não é o futuro do nosso movimento. O jovem é o presente, a força realizadora agora. E ele está querendo, né? E se a gente não tiver essa preparação para lidar com esses anseios da juventude na atualidade, eh, a gente tem refletido quantas gerações nós já perdemos no nosso movimento espírita na década de 50, 60, 70, 80, 90, os anos 2000, tá aí, né? Eh, a gente precisa pensar nisso e essa diretriz vem fortalecer essa situação, né, essas questões. Vou citar uma última aqui, né? Citei a um, a 2, a3, a se a diretriz 10. Agora, eh, vou finalizar com a 11, né, que trata da inclusão e acessibilidade nas atividades do Centro Espírita e do nosso movimento espírita. Eu dizia agora a pouco, né, essa é uma das últimas, né, que ingressou no plano, que é a da inclusão. Hoje nós vivemos numa sociedade em que os direitos, né, das pessoas com deficiência têm sido amplamente reconhecidos, né? saímos daquela situação que quando uma criança, um bebê nascia com deficiência e era jogado nos penhascos dentro dos rios. Hoje não, né? Então hoje se busca com os avanços das políticas públicas, da legislação, da compreensão nossa, né? E nós espíritas precisamos dar essa contribuição com mais intensidade ainda, porque a gente sabe que apesar de algumas limitações físicas, psíquicas, do equipamento psicobiofísico, né, ali tem um espírito, né, é uma experiência que tá sendo vivenciada e isso precisa ser respeitado e com dignidade, né? Agora, como que o Centro Espírita vai atender a, por exemplo, os meninos com autismo que estão aí, né? O último CDC que saiu nos Estados Unidos tá dizendo para nós que a cada 36 crianças nascidas nos Estados Unidos da América, uma é autista. E isso há alguns anos atrás era eram 42 crianças, eram 50. Ou seja, parece-nos que o que que tá acontecendo?
endo para nós que a cada 36 crianças nascidas nos Estados Unidos da América, uma é autista. E isso há alguns anos atrás era eram 42 crianças, eram 50. Ou seja, parece-nos que o que que tá acontecendo? Até conversando recentemente com o companheiro orador espírito também, ele dizia: "Olha, pelo índice de autismo que nós estamos vivenciando na nossa sociedade, parece-nos, parece-nos que eles vêm para inclusive auxiliar na modificação do equipamento físico. O nosso cérebro precisa mudar em alguns elementos, porque os espíritos que vão vir habitar o planeta nesse processo de transição são espíritos diferentes, né, com outras propostas de vida, sem desmerecer as nossas propostas no nosso mundo de expiações e provas em processo de transição, né? Mas quer dizer, tudo isso a gente tem que não podemos ficar alheio, né? Então, a na evangelização, a as evangelizações precisam ter uma formação específica para lidar com essas crianças, né? Então, tem o Tod, tem o Teia, eh, tem o TDAH e você que é da área, né, da psicologia, você sabe, os consultórios estão cheios, abarrotados, assim, as pessoas buscando, né, algo para se equilibrarem na caminhada da vida. Então, quando a gente fala inclusão acessibilidade no centro e no movimento espírita, é um desafio grande nosso. E quando a diretriz vem pro nosso plano de trabalho como orientação ampla pro movimento, isso facilita as nossas atividades, né? é um convite para que todos eh acessem o documento, né, conheçam. É um livrinho simplesinho, né, pouco mais de 10, 15 páginas, mas com um conteúdo muito robusto, né? E aí pro dirigente, principalmente, não dá para um dirigente nosso do movimento espírita não conhecer o nosso plano de trabalho. E é o que a gente tem feito, né? a federação, a diretoria junto com os membros do Conselho Federativo Estadual. Estamos viajando há muitos anos pelo estado todo, realizando os encontros nas comissões regionais, levando essas diretrizes, né, trocando experiência entre os centros. Eh, naquela linguagem
Estadual. Estamos viajando há muitos anos pelo estado todo, realizando os encontros nas comissões regionais, levando essas diretrizes, né, trocando experiência entre os centros. Eh, naquela linguagem poética, cada centro espírita é uma pérola no nosso estado, né? E a federação nada mais é do que aquele fio que perpassa por entre as pelas pra gente formar essa grande joia, né? Ou seja, dá um sentido, né, ainda maior pros nossos trabalhos, as nossas ações, principalmente, né, levando o evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita. >> Maravilha. Então, olha só, nós tivemos lá a campanha da fraternidade e a caravana da caravana da fraternidade, né, cara. Eh, aqui nós somos chamados a um segundo momento dessa caravana, né, que é de levar esse plano de trabalho, porque embora não seja um processo de uniformização, é um um projeto muito rico, né, >> sim. É, dizemos inclusive que as a caravana nunca se dissolveu, né? o espírito que no que que nos alimenta para que a gente vá pro interior, por exemplo, no Conselho Federativo Nacional, viajando o Brasil inteiro, reunindo as lideranças, os dirigentes espíritas, é o espírito, né, da caravana da fraternidade, que também, por outro lado, vamos dizer, né, nada mais é do mesmo espírito que alimentou Paulo, né, nas suas andanças, na criação das igrejas na época. Eh, e o próprio trabalho de Jesus, né, na região onde ele estava, ele buscou ali, né, Jericó, Jerusalém, a Galileia como um todo, Carfana, ou seja, ele caminhou entre, né, as criaturas levando a mensagem, né, esse é um incentivo que a gente tem até hoje, né? E aí daí a denominação do trabalho que a gente realiza, né, movimento e o e o o nome e o nome do nosso programa aqui, né, >> Espiritismo em Movimento. E é interessante, né, Eduardo, assim, já pra gente ir caminhando paraas suas palavras finais, quando você citou aquela aquela caridade permanente que o Espiritismo nos cobra, que é a sua própria divulgação, né, o, nesse parágrafo, o Emanuel, ele coloca, né, lembra-te deles, os quase loucos de
quando você citou aquela aquela caridade permanente que o Espiritismo nos cobra, que é a sua própria divulgação, né, o, nesse parágrafo, o Emanuel, ele coloca, né, lembra-te deles, os quase loucos de sofrimento e trabalhe para que o espiritismo lhes estenda socorro oportuno. Então ele fala das pessoas em sofrimento que estão aí precisando ser incluídas e ao mesmo tempo eh falando da divulgação espírita, né? Então é é isso mesmo, é um caminho muito bonito que nós temos aí pela frente. >> Isso mesmo, >> né, Eduardo? Nós te agradecemos, né, a participação. Esperamos contar com a sua presença aqui outras vezes, não só nesse programa, mas em outros que nós teremos. E vamos então paraas suas palavras finais. >> Muito bem. Bom, ele é de agradecimento, né? agradecer pela oportunidade da gente tá aqui trocando ideias, né, informações. Parabenizar toda a equipe nossa, da equipe de comunicação da federação, você, na condição de nosso coordenador, a comunicação tem feito um excelente trabalho, isso é muito importante, ainda mais hoje na era, né, da informação. A informação tá em tempo real nas nossas mãos e nós espíritas não podemos ficar para trás, né? precisamos acompanhar tudo isso e a nossa equipe tem feito um excelente trabalho. Dizer também, né, que a diretoria da federação está à disposição dos nossos dirigentes espíritas. A federação ela é uma servidora, né, da Casa Espírito, do nosso movimento. Eh, e contem sempre comigo, né? Estou sempre em Goiânia, enfim, sempre que tiverem eh interesse e e a gente tiver disponibilidade, eu tô à disposição. Para mim é uma alegria estar aqui com vocês. Muito obrigado, né, pelo convite e parabéns pelo importante trabalho que vocês estão realizando. >> Valeu. Então nós agradecemos a toda a equipe da comunicação e em especial nós queremos agradecer aqui o nosso companheiro Andrei Renato, né, que agora firma compromisso conosco aqui e agora a coisa vai, né? >> Muito bom, >> porque Andrei entende muito. Muita paz a todos vocês. Lembrem-se do congresso,
o nosso companheiro Andrei Renato, né, que agora firma compromisso conosco aqui e agora a coisa vai, né? >> Muito bom, >> porque Andrei entende muito. Muita paz a todos vocês. Lembrem-se do congresso, né? O Congresso Espírita de 2026. E pensem também no programa Amigos FEGO. Entrem no site da Federação Espírita e busquem se informar sobre o programa Amigos Fego. Até a próxima. Fic fiquem todos com Deus. Muita paz. Obrigado, Eduardo. Obrigado, Andrei. >> Até a próxima. เฮ