Podcast com Marcus Ribeiro, Rafael Papa e Luís Hu | Congresso Espírita Juiz de Fora MG
Sábado – 16/08 - Tarde | Podcast com Marcus Ribeiro, Rafael Papa e Luís Hu Tema: Sou médium. E agora? Realização: CONECTA ESPIRITISMO Acesse: https://www.conectaespiritismo.com.br/ Transmissão e Gestão de imagens: TV IDEAK-RJ Conheça o IDEAK: https://institutoideak.com.br/
Olá, pessoal. Nós estamos aqui em mais um podcast do Conecta Espiritismo em Juiz de Fora para mais uma conversa sobre espiritismo e mediunidade. E hoje o tema desse podcast é: Sou médium e agora? Quem nunca passou por isso, né? A vivência da mediunidade sempre nos convida a aprendizados, a reflexões. Muitas vezes somos pegos de surpresa, seja para própria pela própria experiência ou pela experiência de alguém que convive conosco. E nós vamos buscar entender um pouquinho sobre o aprendizado e as vivências que a mediunidade pode nos trazer a partir das reflexões espíritas. Kardec nos aponta que todos somos médiuns, mas nós vamos entender na prática do dia a dia que existem eh ostensividades, formas de viver a mediunidade de diferentes aspectos. E hoje nós estamos aqui com o Rafael Siqueira e o Rafael Papa pra gente conversar um pouquinho sobre isso. E eu queria já começar com a pergunta que define o tema desse podcast. Sou médium, Rafael. E agora? >> Olá, olá, minhas queridas amigas, meus queridos amigos. Estamos aqui diretamente de Juiz de Fora, do nosso Conecta Espiritismo. Quero cumprimentar você, Chará, Rafael Papa, você, meu querido Marcos, sou médium e agora a mediunidade é um convite para nós estudarmos a nós mesmos, refletirmos sobre o nosso papel na vida e seguirmos em frente. A mediunidade é um convite ao trabalho. Quando abrimos o livro dos médiuns, no capítulo 14 do médium, lá está escrito que todos nós somos médiuns porque percebemos num grau qualquer a presença dos espíritos. Qual de nós xará que não tem um sonho, que não tem uma percepção, um calafrio, num momento que você se depara com uma pessoa, puxa vida, senti algo, sentir algo diferente, mas usualmente Kardec faz uma uma segunda definição que nós chamamos de médiuns, aí surge uma outra denominação que são ostensivos aqueles em quem a faculdade é mais bem caracterizada, porque são capazes de reproduzir a voz dos espíritos. são os médiuns psicofônicos ou reproduzir através da caligrafia dos escritos psicografia porque conseguem
em a faculdade é mais bem caracterizada, porque são capazes de reproduzir a voz dos espíritos. são os médiuns psicofônicos ou reproduzir através da caligrafia dos escritos psicografia porque conseguem registrar através das palavras ou os médiuns psicoptógrafos através da pintura. Quando nós nos depararmos com alguma situação da nossa vida em que registramos o mundo espiritual, não é pra gente se apavorar, não é para nós, será que tá acontecendo alguma coisa de anormal comigo? Eu acho que a primeira resposta para essa pergunta é a seguinte: a faculdade mediúnica é normal? Ela existe desde que o homem conseguiu organizar o seu psiquismo, porque é a capacidade de nós registrarmos aqueles que morreram, mas estão vivos. E isso acontece não só na doutrina espírita, porque católicos são médiuns, protestantes são médiuns, ateus são médiuns. Então é um convite para nós começarmos a meditar, estudar e entender que que eu faço agora. E esse o que que eu faço agora? Eu diria paraas pessoas para que nós começássemos a entender através da doutrina espírita que é um excelente maneira de nós estudarmos a mediunidade porque ela já existia antes do espiritismo. Mas cob Allan Kardec a partir do século XIX codificar. E nós temos um livro notável chamado O Livro dos Médiuns, que é um verdadeiro manancial para que a gente possa estudar a mediunidade, desenvolver a mediunidade, sobretudo educá-la. Muito bem. E dentro dessa perspectiva, você deve estar pensando aí que tá nos acompanhando, né, que talvez vivencia aí sua experiência também sobre a mediunidade, seus desafios, as suas questões, sobre o quanto isso tem trazido convites novos à suas próprias vivências. Eu queria trazer essa questão pro Rafael poder falar pra gente um pouquinho, né? Qual é para você, Rafael, o maior aprendizado que a experiência mediúnica trouxe paraa sua vida? Boa tarde, meus amigos. Novamente aqui meu xará Marquinho. A a mediunidade é um divisor de águas, né? Muitas vezes a gente não aceita, né? Depois que o Rafa deu essa explanação
trouxe paraa sua vida? Boa tarde, meus amigos. Novamente aqui meu xará Marquinho. A a mediunidade é um divisor de águas, né? Muitas vezes a gente não aceita, né? Depois que o Rafa deu essa explanação inicial, né? Muito bem posta, muito bem colocada, aí é a fase da aceitação, né? Porque muitas vezes a pessoa chega na casa espírita, e eu percebo isso muito entre os jovens, principalmente com jovens, porque eu sou apaixonado com médiuns jovens, né? Porque eles estão chegando na casa espírita, então eu me preocupo muito com isso. E eles acham que tão não são normais, né? Que ninguém vai compreendê-los, que que aquilo ali eh que eles não vão ter uma vida, né? Então isso tudo é muito preocupante de fato, né? Então, o primeiro primeiro passo é aceitação do processo e a aceitação veio do conhecimento. É, obviamente que tem alguns casos que a pessoa a pessoa chega muito desestabilizada com a mediunidade. Aconteceu isso comigo, eu sei que também com o meu amigo aqui do lado, ele pode até falar também sobre as questões dele. E quando você chega desequilibrado numa casa espírita por conta da mediunidade, é, é necessário antes da aceitação o equilíbrio dela, tratamento, equilíbrio, os passes, a bioenergia do passe, o estudo, né, o estudo sério, mas também que que a mediunidade ela consiga ter um tom de naturalidade, né? Eu acho que eh vendo a vida de Chico, de Kardec, a Dra. Marlene, né, que eu sou apaixonado pela nossa amiga Dra. Marlene, que sempre fala da naturalidade da mediunidade, né, da naturalidade que que ela precisa se expressar, né, em cada um de nós vai se expressar de uma forma. No Rafa, ela se expressa de um jeito. Em mim, nesse momento, ela se expressa de outra maneira. E somos subjetivos, né? Se a gente pegar a revista espírita, tem uma senhora chamada Desir, não é isso? Desir, esse é o nome chique. E ela está 8 anos desenvolvendo diversas faculdades mediúnicas. E no final foi posto que a mediunidade que ela focaria naquele recorte da vida seria a mediunidade de
isso? Desir, esse é o nome chique. E ela está 8 anos desenvolvendo diversas faculdades mediúnicas. E no final foi posto que a mediunidade que ela focaria naquele recorte da vida seria a mediunidade de cura, né? como médium de cura Kardec, eh, como um estudioso na revista, porque a revista espírita é um laboratório para revistas, né, para codificação. Então, ao estudar essa média, ele percebeu que ela tinha diversas medias de unidades, mas teve um recorte naquele momento, naquela vida. Se a gente for observar o Chico, ele começou com a psicografia, mas quando ele completa as primeiras obras, as aquelas que toca os nossos corações, os trabalhos principais foram materializados, ele se destina à sua força, ao seu fluido, o seu psiquismo, né? A sua energia sexual também, que envolve também o processo mediúnico para as cartas, as mães consoladoras. Então a gente vive também em fases, né? Eu, por exemplo, hoje vivo a fase da psicografia. Dou ectoplasma, mas não de uma forma ostensiva como o Álvaro Modery, né, que é um médio de efeitos físicos, mas nesse momento eu tenho foco, um recorte. Então a gente vai estudando, a gente vai aprendendo, vai se autoconhecendo, né? Vai, vai lendo. Eu quarta-feira, eu vou vou assumir aqui. Quarta-feira eu fui abrir o livro dos médiuns. Fazia algum tempo que eu não abria. Aí falava até de caligrafia, né? Que que o que um espírito apareceu para mim uma vez e disse: "Você precisa fazer a caligrafia". Está lá no livro dos médiuns, >> treinar a letra, porque quando você termina, olha, que que tá escrito aqui? Não tô entendendo nada, né? E e mas acho que o mais bacana é a gente tentar conciliar a teoria com a prática, né? Não não é não é pegar o médico já jogar numa mesa mediúnica, numa tarefa, mas que ele consiga ser um observador da mediunidade para que ele eh ele leia e consiga ver na realidade o que está acontecendo, a gente assimila muito melhor dessa forma. Então eu tenho para mim esses primeiros conceitos aqui que eu tenho para mim em relação à prática
ele leia e consiga ver na realidade o que está acontecendo, a gente assimila muito melhor dessa forma. Então eu tenho para mim esses primeiros conceitos aqui que eu tenho para mim em relação à prática mediúnica, né? O que e agora, né? Eu eu acredito que não há receita de bolo para um médium, né? Porque a gente sabe que o mundo espiritual é que coordena isso. Então, eh, não tem receita mediúnica e deve ser tratado de uma forma muito subjetiva, muito natural, com a naturalidade, mas com responsabilidade. Não pode ser uma anarquia também, né? Naturalidade anárquica, não tem que ter estudo, tem que ter um trabalho sério, a confiança da espiritualidade, tem que ter pessoas, por exemplo, quando eu escrevo, eu tenho pessoas que são muito mais experientes que eu. Eu já até perguntei por eu, poxa, tem tantas pessoas mais espírit que eu aqui, né? Ah, porque você é o o endividado, >> você é o compromissado com com o processo, né? Então é isso, é e e essas pessoas, eu sempre gosto dos médiuns anônimos, eles nos ensinam muito, muito. É uma coisa interessantíssima para mim. Eles deixam o legado que que as pessoas deveriam ser menos anônimos pela pelo exemplo, né, que eles são. >> Muito legal. E você aí de casa deve estar se perguntando, fazendo várias questões, negações. A gente vai tentando passar pelo assunto de uma forma geral, mas a gente vai entender que a mediunidade é uma predisposição biopsicoespiritual. Dessa perspectiva, a gente vem com esse convite ou com esse compromisso assumido para que através do exercício dessa tarefa a gente possa aprend No entanto, a mediunidade ou o médium, ele não é médium só no momento que ele tá na reunião mediúnica, na hora que ele tá dando passividade a espíritos, na hora que ele tá psicografando, né? E aí eu acho que fica uma questão super importante pra gente pensar, né? E o médium fora da casa espírita. E o médium quando ele não tá dentro do trabalho, quando ele não tá dando manifestações, qual é ou quais são, acho que no plural talvez a pergunta caiba mais, os
, né? E o médium fora da casa espírita. E o médium quando ele não tá dentro do trabalho, quando ele não tá dando manifestações, qual é ou quais são, acho que no plural talvez a pergunta caiba mais, os desafios ou os convites da vida pro médium fora da casa espírita? >> Vamos lá. Eu tive a grande alegria, Marquinhos, de começar a educar minhas faculdades mediúnicas na Sociedade Espírita Fraternidade em Niterói e tive como um excelente professor, um grande amigo e também referência, Raul Teixeira. E o que que ele sempre falou para mim? Meu filho, mediunidade não é qualquer coisa para incitar a sua vaidade. Mediunidade é um convite para que você trabalhe com Jesus durante todos os momentos. Nós somos almas que nos desgastamos pelas vidas pretéritas e renascemos com o compromisso da mediunidade para poder fazer o bem, nos elevar enquanto espíritos imortais e servir tanto quanto nos seja possível. Então ele sempre me pediu, estude todos os dias, estude a si mesmo e faça esse compromisso com Jesus. Há um capítulo no livro dos médiuns, que é o capítulo de número 20 da influência moral dos médiuns. E lá está escrito o seguinte: "Sendo a mediunidade uma predisposição orgânica, é uma faculdade do espírito, mas que está radicada no nosso organismo. quer dizer que ela, por si só, ela é neutra, porque uma pessoa ruim pode ser médium, uma pessoa muito boa pode ser médium, mas os bons espíritos dizem pra gente que o que distingue a mediunidade é o uso que se faz dela. Então, todos podemos ser médiuns, mas bons médiuns são aqueles que, tendo a parte moral elevada, conseguem trazê-la para o caminho do bem, para o caminho do Jesus, para caminho de fazer bem ao seu próximo. Então, o grande compromisso de todo medianeiro, de todo trabalhador espírita, é, olhe para si mesmo, verifique as arestas que precisam ser trabalhadas para que nós nos tornmos bons instrumentos na mão dos bons espíritos. Eu me lembro de uma frase de Madre Teresa de Calcutá, um excelente médium, e ela costumava dizer: "Meu
ue precisam ser trabalhadas para que nós nos tornmos bons instrumentos na mão dos bons espíritos. Eu me lembro de uma frase de Madre Teresa de Calcutá, um excelente médium, e ela costumava dizer: "Meu filho, eu sou apenas um lápis. Deus escreve, a minha função é estar sempre afiada". E a gente parando para pensar o que é estar afiado. Se eu sou uma pessoa preguiçosa, que eu me predisponho ao trabalho. Se eu sou uma pessoa vaidosa, que eu procure ser mais humilde. Se eu sou uma pessoa que tenho muitos vícios, que eu procure ser uma pessoa que trabalha em mim em virtudes. Porque, por exemplo, se o Dr. Bezerra de Menesas, que é um grande espírito chamado Médico dos Pobres e o Kardec brasileiro, se apresentar numa reunião mediúnica, ele vai se utilizar de que aparelhagem mediúnica? Aquela que tenha mais sintonia. E para que nós tenhamos sintonia com Bezerra de Menezes, quais vão ser os aspectos? A bondade, o serviço ao semelhante? Então Raul sempre me disse: "Meu filho, não é apenas um compromisso de uma hora, 7 dias na semana, porque você é médium quando você é pai, você é médium quando está lá no Banco do Brasil, porque eu sou do Banco do Brasil trabalhando. Você é médium quando tá no meio da rua e um carro te dá uma fechada e você fica com vontade de xingar. É ali que você tá exercendo a sua mediunidade, é ali que você está sendo observado. Então, acostume-se a procurar a sua transformação, porque quanto mais a gente se transforma, lembrando o exemplo de Madre Teresa de Calcutá, mais a gente se torna habilitado para trabalhar com os bons espíritos. E no mesmo capítulo 20, Kardec indaga aos imortais qual aquele que nós podemos considerar um bom médium. E o espírito erasto responde: "Olha, médiuns excelentes tem de muitos poucos, mas podemos considerar bons médiuns aqueles que têm sido menos enganados pelos maus espíritos e aqueles que conseguem, pelas suas virtudes morais aproximarem-se dos bons espíritos." Ou seja, mediunidade é um compromisso com a nossa reforma, mediunidade é um
menos enganados pelos maus espíritos e aqueles que conseguem, pelas suas virtudes morais aproximarem-se dos bons espíritos." Ou seja, mediunidade é um compromisso com a nossa reforma, mediunidade é um compromisso com o estudo, mediunidade é um compromisso com o trabalho, mediunidade é um compromisso com a vida, com o serviço ao semelhante. Então eu digo para aqueles que estão nos ouvindo, não pensem que nós, os médiuns, somos missionários. Não. Nós somos trabalhadores iguais a todos os outros. Às vezes as pessoas têm um relacionamento com os médiuns de incensar, de endeusar. Isso atrapalha quem sensa e atrapalha o próprio medianeiro. Somos todos trabalhadores nos mais diversos campos da vida. Sigamos juntos, porque a mediunidade com Jesus é hoje a nossa melhor resposta. >> Muito legal. E o Rafael Siqueira trouxe um ponto super importante da gente pensar, que é esse aprendizado que a mediunidade vai nos fazendo ou vai construindo. E trouxe uma pergunta que ficou aqui na minha cabeça, né, nessa perspectiva da gente criar essa sintonia com os espíritos superiores e buscar uma não conexão, uma afinidade com os espíritos que ainda estão necessitados de carinho, atenção e aprendizado, assim como todos nós. E aí eu queria fazer uma pergunta pro Rafael Papa nesse sentido, né? Quais são, Rafael, ou quais as ferramentas que você acha que a gente poderia utilizar para que nós eh não nos afinizássemos dentro do trabalho da mediunidade ao todo tempo com aqueles irmãozinhos ainda que estão mais vinculados aos pensamentos mais negativos, que ainda estão ali na intenção pura do mal. Como que eu posso me blindar disso ou como eu posso me proteger disso? >> É excelente pergunta, né? Eu acho que eh o médium humilde, ele sabe que ele não está imune. Nenhum de nós, né? O médium não tá imune. Então todos nós vamos passar em algum momento por oscilações, né? Acontece alguma coisa com a família, um cachorro que adoece, um problema, relacionamentos, né? Eh, a questão dos relacionamentos afetivos afeta muito a vida do médium.
lgum momento por oscilações, né? Acontece alguma coisa com a família, um cachorro que adoece, um problema, relacionamentos, né? Eh, a questão dos relacionamentos afetivos afeta muito a vida do médium. Então, a gente tem que saber muito bem quem com quem a gente está compartilhando a vida para até pra pessoa entender o seu compromisso, né? Isso não são questões que não são tão simples. Então, eh, é natural a gente oscilar. E o bacana desse processo é que você tenha humildade para dizer que errou em algum momento, né, que você eh porque eu costumo dizer que os médiuns eles podem dizer coisas lindas, né, frases maravilhosas, mas também pode chutar o pau da barraca. Então eu posso dizer para vocês que o autoconhecimento, né, porque quando a gente sabe, por exemplo, eu sei quais são os meus pontos fracos, digo a vocês um, quando alguém, por exemplo, tem um processo de julgamento injustiça, eu fico bravo, né? Então eu já sei. Então quando alguém me julga, aí eu tô fazendo processo de respirar e e só observar, porque se eu julgar, se eu entrar naquela sintonia, eu vou me desestabilizar e eu abro uma brecha para isso. Então é o conhecimento. É você, eu faço terapia, sabe? Eu acho que todos nós médiuns deveríamos fazer terapia pra gente se conhecer, porque a gente só vai conhecer as nossas vulnerabilidades a partir do momento que você se abre a conhecer-se, né? O conhece-te a ti mesmo não é só uma frase, é uma profundidade muito grande. Então, quando você sabe, por exemplo, esses dias de congresso, a gente sabe que tem muita muita coisa vindo, né? Eles tentam desestabilizar. você faz um grande, fez um grande congresso lá em São Paulo, né? Chega de toda parte, né? Então você tem que tá muito muito vigilante, muito vigilante perto da atividade, no dia da atividade, mas e no e mesmo quando você está vigilante, veio para alguém de fora, para um familiar, alguém de fora. Então eu eu costumo não me culpar muito porque eu sou imperfeito ainda. Eu estou construindo virtudes. Nós estamos todos aqui construindo
e, veio para alguém de fora, para um familiar, alguém de fora. Então eu eu costumo não me culpar muito porque eu sou imperfeito ainda. Eu estou construindo virtudes. Nós estamos todos aqui construindo virtudes. Então, se eu errar com alguém, eu vou lá e peço desculpa, porque o objetivo não é ser perfeito, é como o Rafa colocou, é nós sermos um instrumento afiado. Por exemplo, a parceria com o espírito Ramed eh é um espírito que aborda questões psicológicas, interseção entre psicologia e espiritismo. Então, ele apareceu exatamente quando eu estava próximo a formar na em psicologia, né? Eh, então, ao estudar a psicologia, eu me torno esse instrumento afiado, com autoconhecimento. Mas eu eu sou muito sincero ao dizer, eu oscilo. E quando eu oscilar, eh, eu eu busco pedir desculpas, né? Rever as coisas, rever os meus pontos, como Santo Agostinho pede, né? Uma vez eu fui na casa de um amigo, não sei se vocês conhecem, o Sérgio Chers. Então eles acordavam fazer o pressa. Aí na hora do almoço era pressa, era de tarde era pressa. Gente, você faz pressa o dia inteiro. Depois que eu fui me conscientizar a importância da conexão com a espiritualidade, o que o que estava acontecendo ali, porque eu eu era apenas uma pessoa ignorante no sentido de desconhecimento. E eles faziam sete, oito preços por dia. Eu falei, gente, por que faz tanta pressa? Aí eu aí hoje percebo que a gente precisa sim fazer essas preças e com naturalidade você vai gerando uma conexão que você não oscila tanto teu estágio vibratório, né? Então é é interessante porque você vê uma pessoa fazendo oito, nove preços por dia, falou: "Meu Deus, que exagero, né?" Não, mas por quê? é o hábito. Se você tem o hábito da prece, aquilo se torna natural. Então, naturalmente, quando você sente uma oscilação, você se eleva e se conecta, conecta espiritismo. Então, você se eleva e se conecta. Então, são algum alguns aprendizados que eu tenho, né, que e hoje eu estou na fase de fazer prece, não me considero alguém plenamente conectado o tempo todo, né?
mo. Então, você se eleva e se conecta. Então, são algum alguns aprendizados que eu tenho, né, que e hoje eu estou na fase de fazer prece, não me considero alguém plenamente conectado o tempo todo, né? Nós estamos estamos evoluindo, né? Muito bom. E nesse processo de aprendizado, né, que a gente vai vivendo, vai crescendo, vai evoluindo, se entendendo, às vezes a gente vai sendo convidado a exercer tarefas importantes ali na mediunidade, importantes no sentido como oportunidade de aprendizado, não de importância pessoal. E às vezes a gente se depara com alguns colegas, irmãos, que no exercício da mediunidade acaba justificando algo no sentido, por exemplo, de que eu faço a mediunidade, meu trabalho é mediunidade, tô lá no centro da semana e aí você faz um convite. Ah, mas vamos ali entregar um pão? Não, meu trabalho é na mediunidade. Vamos ali fazer uma suprafaterna? Não, meu trabalho é na mediunidade. Vamos fazer a caridade. A minha caridade é na mediunidade. E aí, a partir do momento que nós somos chamados a exercer a tarefa da mediunidade como um convite e um trabalho, nós estamos isentos de outras formas de ajudar ou elas também são essenciais, inclusive para que o trabalho da mediunidade aconteça de uma forma cada vez mais límpida, mais clara com aquilo que ela deve ser. >> Excelente pergunta. Eu tô usando até da estratégia do meu xará aqui e eu vou usar até de uma palavra que pode soar mais forte, mas é num tom pedagógico. É um equívoco nosso achar que o médium é apenas médium. Na verdade, o nosso trabalho é com Jesus. Então, nós estamos aptos a todas as tarefas da casa. Ou seja, quanto mais a gente trabalha nas tarefas simples, que são os trabalhos do Cristo, mais a gente afina os nossos canais mediúnicos para estar a serviço dos bons espíritos. Eu me recordo, Raul Teixeira uma vez estava fazendo uma palestra e uma pessoa chegou para ele e perguntou: "Pergunte pro espírito Camilo, que é o guia de Raul, qual o propósito da minha vida?" E a gente sempre quer saber qual o propósito da
ava fazendo uma palestra e uma pessoa chegou para ele e perguntou: "Pergunte pro espírito Camilo, que é o guia de Raul, qual o propósito da minha vida?" E a gente sempre quer saber qual o propósito da nossa vida, né? E usualmente esperando que venha algo grandioso, porque as pessoas, será que eu tenho a oratória do Divaldo? Será que é essa a minha tarefa? Será que eu vou ter a mediunidade do Chico? E o Camila aproximou-se e respondeu assim: "Diga para esse irmão que quando ele estava vindo pra casa espírita, ele parou num sinal. Tinha um deficiente visual que pediu: "Você pode me ajudar a atravessar a rua?" Mas ele disse: "Eu estou atrasado paraa palestra hoje, eu não posso." Diga que a missão da vida dele é todas as vezes que alguém pedir para ajudar, atravessar o sinal, que ele pare e ajude. Afinal de contas, já estava atrasado pra palestra, que custava atrasar mais dois minutinhos e ajudar o irmão. Então, nós estamos no trabalho espírita para distribuir cesta básica, para distribuir mensagem na porta da casa espírita, para fazer aqueles trabalhos que ninguém vê. O próprio espírito Emanuel escrevendo naqueles livros que nós chamamos livros de páginas, ele tem uma lição chamado servicinhos. E é uma lição preciosa porque diz: "Todos nós queremos as grandes coisas, mas nos abstemos dos servicinhos. Colocar água para fluidificar, acolher uma pessoa que chega pela primeira vez e perguntar: "Qual o seu nome? De onde você vem? Por que que você tá chegando à nossa casa espírita?" Então veja, Emanuel diz que quando a gente grangeia as grandes coisas, talvez o que nos mova seja a vaidade. E a vaidade hoje é um dos maiores escolhos. Tô usando um termo do livro dos médiuns, que hoje a gente nem usa mais. O termo >> escolho seriam obstáculos. Eu vou colocar de uma forma bem popular. Pedra. Hoje, uma das maiores pedras no exercício da mediunidade chama-se vaidade, porque ah, mas eu sou médium, eu recebo o Bezerra de Menezes. Nós sabemos que o Bezerra de Menezes a gente recebe de vez em quando, porque grande
s pedras no exercício da mediunidade chama-se vaidade, porque ah, mas eu sou médium, eu recebo o Bezerra de Menezes. Nós sabemos que o Bezerra de Menezes a gente recebe de vez em quando, porque grande parte do nosso exercício mediúnico é com suicida, é com obsessor, é com gente que perdeu um membro. Então, as pessoas têm uma falsa ideia do que seja a mediunidade. Mediunidade é serviço, gente. Mediunidade é renúncia. Mediunidade é entrega. Divaldo Pereira Franco viveu 98 anos e as pessoas acham que ele só recebia Joana de Angeles e as reuniões mediúnicas que ele recebia e sentia no corpo, espíritos sofredores, suicidas, ele se correspondia com suicidas no além. Ele orava por eles. Então, nós precisamos entender que todo o trabalho é útil e nós precisamos nos capacitar para todo o trabalho. Tem uma pessoa que tá me vindo à cabeça, eu preciso reverenciar o meu sogro Luís Eduardo Araújo. Ele ia para as Comeges com fraternização das mocidades espíritas do estado do Rio de Janeiro. E ele, qual o seu serviço? Lavar banheiro. Auxiliar de serviços gerais. É Luí, lavar privada Luiz, alguém precisa fazer. E foi uma das pessoas mais bondosas que eu conheci, um dos espíritos mais nobres que eu conheci. Eu tenho hoje a grata satisfação de ter sido o genro dele. Médium é para lavar privada. Médium é para recolher como Simão Pedro recolhia os leprosos que chegavam na casa do caminho. Médium é para fazer o que Divaldo Pereira Franco fazia com aqueles pobres do bairro dos alagados na Bahia. Médium é aquele que vai até um hospital de rancenianos. Médium não é apenas aquele que vai para uma sala de reunião mediúnica, liga o ar condicionado, eu tô falando isso com todo o respeito do mundo, e começa a dar os tremeliques. Ah, estou vendo o espírito. Isso é uma parte da mediunidade. A mediunidade no seu todo e o que a torna mais bonita é quando a gente brilha os olhos para atender aquele que sofre, porque aí a gente entendeu o real sentido da mediunidade. >> Muito legal, né? Eu acho que isso é um
seu todo e o que a torna mais bonita é quando a gente brilha os olhos para atender aquele que sofre, porque aí a gente entendeu o real sentido da mediunidade. >> Muito legal, né? Eu acho que isso é um grande convite a todos nós para que a gente siga nessa trajetória de aperfeiçoamento. E te ouvindo, eu lembrei de uma historinha, né, que eu não vou saber a referência, mas eu vou tentar traduzir nas minhas palavras, que fala de um grande expositor espírita que se colocava na casa todos os dias falando, falava lindamente sobre o evangelho e fazia as declarações mais exuberantes possíveis. E nessa mesma casa, sempre ao fundo, um senhor humilde, vestido aí a modas de quase de um andarilho, com suas sandálias todas rasgadas, sentava lá no final, às vezes cochilava ali, pescava no fundo da sala. E assim foi durante 50 anos da vida de expositor desse espírito. E ao desencarnar, ele se depara, então, sendo recolhido e amparado por aquele senhorzinho que se encontrava lá no fundo. É uma coisa assim, eu não lembro a referência. E aí ele pergunta: "Mas como assim?" Eu tava lá falando, ele dormia lá no fundo, era, não parecia que fazia nada. E a espirituidade visa fala para ele, né? Enquanto você falava, ele fazia. Enquanto você declamava, ele colocava em prática no dia a dia, né? E aí eu queria usar dessa história para te colocar essa pergunta para vocês, né? Eh, como colocar em prática no dia a dia essa vivência da mediunidade no sentido que o Rafael já já pontuou aqui o tom como médiuns de Deus, né, da vontade do divino assim nas nossas vidas? >> É uma pergunta, é uma pergunta difícil, né? Ela é muito subjetiva para cada um de nós. Por exemplo, a espiritualidade, a quando eu quando eu iniciei isso há 2 anos e meio, né? Porque a mediunidade para cada um, ela vem num tempo, né? Eh, e ela veio assim de uma forma mais ostensiva o convite há 2 anos e meio. E os espíritos sempre me diziam: "Você só vai conseguir ser um bom instrumento quando você perdoar o seu pai", né? Aí foi interessante, né? Porque
uma forma mais ostensiva o convite há 2 anos e meio. E os espíritos sempre me diziam: "Você só vai conseguir ser um bom instrumento quando você perdoar o seu pai", né? Aí foi interessante, né? Porque essa é minha missão. É >> que é fiel no pouco, é fiel no muito. Como é que eu vou perdoar as pessoas por aí se eu não consigo perdoar meu próprio pai, que inclusive está aqui no evento. Eh, e o Dr. Frederico Vonstá, em certa feita, né, botou numa parede, né, ele é bravo. Só perguntar o Paulo frutuoso que ele falou assim: "Você sabia que seu pai é alto. Nunca tinha pensado nisso, cara. Que que quando ele se sentia rejeitado, ele ele atacava autoconhecimento. Aí eu comecei a ter um pouco mais. Só que Frederique foi mais duro comigo. E você com TDH é um neurodivergente, não é? Sim. Você vai fazer o quê? Você não atende bem os seus pacientes que são neurodivergentes e o seu pai não. E você como neurodivergente, como gostaria ser tratado? Aí ele me deixou branco, azul, preto, roxo, né? Então, eh, e ali se tornou um grande objetivo da minha vida, né? me deslocar mais ao Rio de Janeiro, ficar menos J de Fora para acompanhar minha mãe que tá adoecida, o cachorro. E por grande potencial mediúnico nosso fica preso, porque a gente tá na mágoa, a gente tá vibrando no perdão, né? Não que seja fácil um perdão, é um processo de amadurecimento. Mas quando a gente perdoa, quando a gente eh busca se melhorar e verifica que também machucou, que a gente só acha que foi magoado, nós também machucamos. Então, a tarefa de execução no dia a dia, ela é ela é ela é pequena. É o grão de mostarda, né? Mas esse grão de mostarda, ele te libera um potencial muito maior de você sentar em paz para fazer sua atividade mediúnica, né? Eu tomei uma puxada de orelha do Dr. Fritz, foi lá em São Paulo. Aí eu eu só tomo puxado de orelha, cara. Aí eu fui fui conversar, participamos na materialização da casa do do Cisco de Luz do Álvaro Moderai, né? E Dr. Fritz me pegou, botou uma cambuca na minha cabeça, começou a sacudir minha cabeça.
cara. Aí eu fui fui conversar, participamos na materialização da casa do do Cisco de Luz do Álvaro Moderai, né? E Dr. Fritz me pegou, botou uma cambuca na minha cabeça, começou a sacudir minha cabeça. Falei: "Que que é isso? Coisa estranha, né?" Falei: "Ó, o senhor tá fazendo trabalho bom, bom, só bom, tá? Só bom, mas eu não vejo você distribuindo sopa aos pobres, não vejo você entregando uma cesta básica. Pô, precisa ser na frente de todo mundo. Uma galera assim junta, né? Falei: "É verdade, né?" Então assim, muitas vezes a gente tem que se dedicar a alguns trabalhos porque fortalece o nosso senso de serviço. Porque muitas pessoas e aqui eu falo de coração com vocês, acho que estão fazendo um favor ao espiritismo. Na verdade, nós estamos fazendo um favor a nós mesmos em reparar o nosso passado com um corpo saudável, né, através da mediunidade. E como diz o espírito Dr. Ludvig, que é trabalha muito com Sérgio, né? As mãos que faziam guerra hoje impõe as mãos. Só que essas mãos precisam estar pacificadas. Nosso trabalho também é pacificar. E quando você conhece pessoas que estão doentes, né, na temos aqui um novo psicólogo, né, na Chegou, né? >> Cheguei. >> Chegou. Então a gente começa a ver algumas realidades, né? Quando a gente entrega, a gente começa a ver a realidade, você sai um pouco da do seu mundo, né? Você começa a ver que existem coisas que são muito mais importantes. Então é é meio que por aí para mim. >> Muito legal. Nosso papo tá muito bom, né? A gente tá aqui trazendo várias reflexões, mas eu queria deixar e convidar vocês para uma mensagem final dirigida a aqueles que estão nos acompanhando aqui por esse por esse podcast de que estão vivenciando de alguma forma agora, né? se chamaram, sentiram chamado no exercício da mediunidade, estão passando por alguma fase ainda tormentosa do período inicial, que às vezes é muito difícil, desafiador, ou buscaram em eh por eles mesmos o desejo de estudar e desenvolver, porque tinha alguma sensibilidade, alguma percepção ali já
tormentosa do período inicial, que às vezes é muito difícil, desafiador, ou buscaram em eh por eles mesmos o desejo de estudar e desenvolver, porque tinha alguma sensibilidade, alguma percepção ali já diferente. Qual a mensagem que vocês direcionariam a eles eh em relação a esse momento? Assim, >> bom, quero falar de coração para coração. Sabe, Marquinhos, eu vejo o espírito desde os 4 anos de idade, desde que eu me conheço por gente na atual encarnação. Só que para mim não eram espíritos, porque mamãe dizia que eram coisas da minha cabeça, que crianças fantasiam como ninguém. E eu fui católico até os meus 18 anos. Eu me confessava com o padre e o padre dizia: "Meu filho, você não tá vendo espíritos? O que você vê são manifestações do Espírito Santo. Mas, padre, me explica isso, porque eu vejo o Espírito Santo dos mais variados jeitos. Eu vejo parecido com pessoas. O Espírito Santo tem forma de pessoas? Não, meu filho. Você tá vendo o Espírito Santo se apresentando de determinadas formas, como eram insistentes, ele começou a trabalhar aquilo como manifestações do diabo e aquilo foi me assustando. O tempo foi passando, eu fui crescendo e fui ao psiquiatra e recebi o diagnóstico clássico da esquizofrenia. Foram dias muito difíceis, precisei tomar remédio. Então, eu conheço a sua dificuldade, eu conheço o que você passa. Sei que muitas vezes nós não consegu conseguimos distinguir qual é o limiar da mediunidade, qual é o limiar da enfermidade psíquica que todos nós estamos sujeitos a ela. Mas eu quero trazer uma mensagem de esperança para vocês, porque em verdade hoje a medicina avançou bastante. Nós temos recursos pros mais variados problemas que acometem a nossa mente. E nós temos um consolador prometido chamado espiritismo, que desde o século XIX vem trazendo para nós que nós somos espíritos imortais. E nessa condição é um processo natural registrar os espíritos, conversar com eles, assim como eu conversava. Eu cheguei à conclusão, Marquinhos, que eu não era esquizofrênico, que eu não
tos imortais. E nessa condição é um processo natural registrar os espíritos, conversar com eles, assim como eu conversava. Eu cheguei à conclusão, Marquinhos, que eu não era esquizofrênico, que eu não estava vendo o diabo e que eu registrava o meu avô, registrava pessoas que tinham morrido, desencarnado, este é o termo, mas eram pessoas vivas e que eu precisava educar aquilo que estava acontecendo comigo. Foi quando eu cheguei na casa espírita e cheguei por primeiro na no grupo da fraternidade espírita Humberto de Campos em Itapiruna e depois na sociedade espírita Fraternidade em Niterói, quando muito jovem fui chamado para compor os trabalhos mediúnicos e recebi algumas cartas do benfeitor Camilo. E na primeira carta ele disse assim: "Meu filho, Jesus te espera. É por meio do trabalho mediúnico sério, compromissado com o bem. que você compreenderás que nasceu para essa vida com essa responsabilidade. Quanto mais tu te dedicares aos sofredores, quanto mais tu te dedicares ao trabalho na doutrina espírita, mais você te altearás, equilibrando-te e servindo aqueles que são os necessitados do mundo. Então, hoje eu digo para vocês, pensem na mediunidade como um convite que Deus faz a cada um de vocês, um convite ao despertar. Paulo dizia na epístola aos Efésios, desperto, ó tu que dormes. Despertar quer dizer, nós somos espíritos. Nós não estamos no mundo por um passatempo. É um grande compromisso. Se você ouve vozes, se você registra espíritos, num primeiro momento, você tem que fazer um trabalho de observação. Porque eu não olho pro Marcos e faço um diagnóstico. E Marcos, você é médio, hein? Não existe isso. Kardec diz que mediunidade é a ciência da observação e quem melhor se observe é o próprio medianeiro. Então observe se o que você está vendo é de fato uma visão, é de fato algo que você está ouvindo se não tem nenhum componente médico ali envolvido. Porque se tiver, gente, tem tratamento. O espírito Manuel Filomeno de Miranda diz que nós precisamos buscar a nossa saúde integral, olhar para cada
o se não tem nenhum componente médico ali envolvido. Porque se tiver, gente, tem tratamento. O espírito Manuel Filomeno de Miranda diz que nós precisamos buscar a nossa saúde integral, olhar para cada um de nós sabendo que eu sou um espírito, mas também tenho processos emocionais e processos físicos em cuidando do corpo, em cuidando da mente. Se eu for médium, que eu procure o amparo de uma casa espírita, procure estudar o espiritismo, procure estudar a mim mesmo e comece a trabalhar na mediunidade. Detalhe, trabalhar na mediunidade não é apenas ir na reunião mediúnica, porque todo trabalho que eu faço é um trabalho mediúnico. Eu posso aplicar um passe, eu posso ouvir alguém num atendimento fraterno, eu posso fazer uma sopa, porque se eu sou médium, dou fluidos naquela sopa. E que nós sigamos ao encontro de Jesus, sigamos a cada dia dando o nosso melhor. Lembrando de de um encontro muito formoso ocorrido em 1931 no Riacho do Capão, na cidadezinha de Pedro Leopoldo, quando o menino Chico Xavier, que contava 21 anos de idade, ele deparou-se com um padre, um sacerdote que vinha ao seu encontro. Eu sou Emanuel e venho te convidar ao exercício da mediunidade. Que que eu preciso fazer? três coisas: disciplina, disciplina e disciplina e mais fidelidade a Jesus e a Kardec. Se qualquer dia eu te disser qualquer coisa que seja contrário a Jesus e a Kardec, fique com Jesus, fique com Kardec e me abandone. Ou seja, nós somos convidados a ser os trabalhadores da nova era. Nós somos médiuns, vocês são médiuns. E ainda que não sejam de uma forma ostensiva, trabalhemos no bem. Sirvamos que possamos dar o nosso melhor. E se a ostividade mediúnica nos visita, que possamos usar essa mediunidade, não para ficar famosos, não para receber curtidas nas redes sociais ou ter milhões de seguidores, que essa mediunidade seja a força do amor, passando por nós e indo ao encontro do sofredor. Muito obrigado por essa conversa e que você possa continuar conosco no Conecta Espiritismo versão 2025 em Juiz de Fora, Minas
ade seja a força do amor, passando por nós e indo ao encontro do sofredor. Muito obrigado por essa conversa e que você possa continuar conosco no Conecta Espiritismo versão 2025 em Juiz de Fora, Minas Gerais. Beijo grande Rafael. Rafael Papa, né? >> É seu meu xará. É o que eu diria é que o primeiro ponto é que você encontra uma casa espírita que te acolha. Nem sempre é muito simples. Os tempos contemporâneos. Então, procure uma casa espírita te acolha. E eu eu costumo dizer que quando a gente procura alguma coisa, sabe aquela casa que você quer morar e você vai olhando, você de repente você chega no lugar e fala: "É aqui, né? É aqui, né? Não sei como qual a percepção de vocês, mas pelo menos isso foi comigo." Então, não desista, né? Procurem casas espíritas sérias, com trabalhadores sérios. Primeiro, estabilizem sua mediunidade, né? Eh, muitas vezes a gente trabalha muito com o inconsciente, com a mediunidade, então, eh, busquem estabilizar essa mediunidade para que isto até não se resulte num transtorno mental mais grave, que é muito sério. A gente tem visto muito isso por aí. Então, o primeiro passo é estabilizar essa mediunidade, assistir as palestras, participar de grupo de estudos. Às vezes eu vejo algumas situações que a pessoa chega muito deprimida, com a medidade muito desequilibrada e ela é só colocada no grupo de estudo, mas falta aquela estabil estabilizar, né, aquela mediunidade que tá desorientada. Então, primeiro passo é esse, é você buscar estabilizar essa mediunidade, eh, ficar em paz consigo mesmo, eh, e achar que você não é o X-Men, né? Você não é o mutante, né? Como o Rafa que colocou, né, que via os espíritos. É, isso é gravíssimo, né? Conheço muitas pessoas, minha gente, que 19 anos eu a mediunidade, foi internado e até hoje tem dificuldades por conta disso, né? O Rafa, graças a Deus, conseguiu superar isso, mas tem muitas pessoas por aí que, infelizmente, agora a gente trata pelas cirurgias espirituais, pela desobsessão para tentar revigorar esses circuitos neurais
graças a Deus, conseguiu superar isso, mas tem muitas pessoas por aí que, infelizmente, agora a gente trata pelas cirurgias espirituais, pela desobsessão para tentar revigorar esses circuitos neurais que foram afetados por processos obsessivos. Então, eh, não tenham medo da mediunidade, não tenham medo. Isso tudo vai ser comprovado. Temos aqui um, um cientista, né, que faz parte de um grande grupo, né, que com certeza no futuro vão mostrar a realidade do espírito mortal. Então, não desistam, né? Não desistam. Procure uma casa espírita que vocês tenham afinidade. Vocês falam: "É aqui onde você é bem acolhido". mesmo que seja uma casa pequena, né? Não, não, não busquem casas grandes, busca o seu propósito, seu coração, aquilo que aquilo que pulsa dentro de vocês, né? E quando vocês encontram esses lugares, deixar acontecer, se tratar, se equilibrar, para que depois, futuramente a espiritualidade possa dirigir os trabalhos para que o trabalho com Jesus ele ele se manifeste de uma maneira efetiva nas nossas vidas. >> Muito obrigado. Queria agradecer muito o Rafael Siqueira, Rafael Papa, dois grandes amigos. agradecer vocês que ficaram conosco aí nesse podcast, contribuindo, participando, emanando as suas vibrações e seus pensamentos e convidar vocês para que vocês possam se conectar ao Conecta Espiritismo 2025, Juiz de Fora, para que vocês possam aí se inscrever no canal, ativa o sininho, dá o seu like, porque coisas boas a gente precisa divulgar e talvez essa informação possa chegar em algum coração que precisa estar refletindo junto com a gente, essa informação possa auxiliar. Foi um prazer ter vocês aqui conosco, fazendo parte desse encontro. E fica de olho que tem mais programação aí durante o dia todo com outros outros participantes, novos podcasts e a gente vai estar aqui junto com vocês. Tchau, tchau e até o próximo. No.
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