PILATOS E A VERDADE - Roberta Assis [PALESTRA ESPÍRITA]
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M. เ M. Boa noite, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós aqui do salão. Aqueles também que estão nos assistindo, que sejam bem-vindos e que essa paz também chegue até eles. Para começar esse nosso momento, vamos fazer uma leitura que tá nesse livro, é Filho de Deus. É a psicografia do Divaldo Franco pelo espírito Joana de Angeles e a lição 14 que fala tua harmonia. Para que vivas em harmonia com os outros e eles contigo, necessitas manter um programa pessoal, mínimo que seja, indispensável aos resultados felizes. A pessoa que vive bem com as demais conseguiu desenvolver um espírito de cooperação, grande naturalidade em dar como em receber. Pequenos e simples atos de consideração constitui a primeira regra para um bom relacionamento humano e social. Se desejas realmente viver, viver em harmonia, tenta ser paciente. A pressa é inimiga da amizade, gerando pressão em relação aos outros e descontrole em quem a cultiva. Deste, deste modo, organiza todos os seus momentos de forma que não necessites viver em agitação ou ansiedade, levando insegurança aos demais. Relaxa-te e confia que chegará o teu momento num instante apropriado. Ser caridoso, todos necessitam de ajuda. Usa a tua palavra para levantar os ânimos. deliberados, estimula as novas lutas. Não critiques nem leves ao ridículo a ninguém, nem mesmo quando um tom de brincadeira. Reparte gentilezas de acordo com as necessidades de cada criatura. Um coração caridoso é uma ilha onde a felicidade reside. Ser amoroso. O teu amor deve alagar-se, alargar-se e não restringir-se, diminuindo o campo de ação. Nem no mundo carente, toda baga ânimo é como raio de luz, dissipando a treva e apontando rumo. Rompe os teus bloqueios, teus receios e limites e deixa que o amor te conduza, fluindo de ti para os demais, cooperando e confiando no bem. Tens a diretriz para a tua própria harmonia e a todos os demais. É uma lição muito linda, não é? Com essa lição linda, nós agradecemos a Jesus. Gratidão por estar conosco, por estar conosco na hora de que o fardo
riz para a tua própria harmonia e a todos os demais. É uma lição muito linda, não é? Com essa lição linda, nós agradecemos a Jesus. Gratidão por estar conosco, por estar conosco na hora de que o fardo pesa, o desânimo aponta e nós não sabemos o que fazer. E Jesus fala: "Vem, vem que aqui eu estou". Ele fala isso para nós o momento todo das nossas vidas. Nós temos que abrir os os nossos ouvidos, os nossos olhos para enxergar e para ouvir esse vem. Então, a gente tá agradecido, mas ainda pedimos ele. Talvez pela nossa ignorância a gente fala: "Jesus, fala mais alto, eu tenho dificuldade de te ouvir". E ele vai falar mais alto. Por quê? porque ele não abandona nenhum de nós. Então, nesse momento onde nós estamos harmonizados para ouvir a fala da Roberta, nós agradecemos de novo que aqui estamos para aprendermos, aqui estamos para sermos melhores, aqui estamos para poder estar em paz conosco mesmo. Então, que essa doce paz permaneça esses momentos e e nós levamos ela para nossas casas e levamos ela para todos aqueles que nós formos encontrar hoje. Que assim seja. Bom, amigos, hoje nós temos a Roberta que vai falar de Pilates e a verdade. Eu tô bem curiosa para saber o que que ela vai falar desse moço, né? e d Paula com ela. >> Uma boa noite a todos, a todas. Eh, sempre uma alegria poder estar aqui com vocês e a gente poder conversar um pouco sobre o evangelho, beber nessas águas que matam a sede essencial de todos nós, a sede do nosso espírito por consolação e entendimento, não é mesmo? Porque uma vez que a gente compreende, a gente consegue aceitar e aceitando a gente consegue prosseguir e superar. É bom a gente lembrar, né, nas a gente vai falar sobre a verdade, né, e uma verdade eh absoluta sobre o nosso, a nossa palestra e sucessivamente o passe. Gostaria de lembrar que o nosso tratamento, o passe, ele se inicia antes mesmo da gente entrar nas cabines, né? cada um de nós assentadinho aqui ou cada um de nós conectado, eh, assistindo essa palestra onde quer que estiver,
nosso tratamento, o passe, ele se inicia antes mesmo da gente entrar nas cabines, né? cada um de nós assentadinho aqui ou cada um de nós conectado, eh, assistindo essa palestra onde quer que estiver, porque nós disponibilizamos esses encontros na internet. Em qualquer momento que nós nos conectemos, nós abrimos o nosso campo a atuação, a influenciação dos nossos mentores, daqueles que buscam nos auxiliar, que buscam nos reestruturar. Então, cada um de nós já tá sendo tratado. Quando a gente finalmente chegar ali na cabine de passe, será então a conclusão do nosso momento em que a gente veio aqui buscar energias renovadas. E por que que as palestras fazem parte do passe? Por que que vocês não chegam aqui, vão direto para o passe? justamente porque é necessário que a gente consiga abrir um pouco o nosso campo mental para reestruturar as nossas concepções sobre a vida para arejar a nossa mente, para que a gente consiga ânimo novo, porque é lógico que a misericórdia divina virá ao encontro de cada um de nós. Nós receberemos o auxílio que viemos buscar, mas ao mesmo tempo, a espiritualidade nos chama a renovação mais profunda, a reencontrarmos em nós a vontade de Deus, a reencontrarmos em nós a verdade divina. é um pouco sobre o que a gente vai conversar hoje. Toda vez que a gente mergulha no nosso mais profundo, toda vez que a gente se dispõe nessa viagem interior que vai exigir de nós bastante coragem, nós começamos a entrar nos mares da verdade profunda. verdade é diferente de instrução, mas a gente já conversa sobre isso. A gente vai conversar sobre a verdade partindo de Pilatos, do encontro de Jesus com Pilatos. É esse o convite que o Vinícius nos faz no livro Emorno do Mestre. Tem lá um capítulo e que ele chama esse capítulo de Pilatos e a verdade. Por que que a gente vai conversar sobre a verdade? Pegando como ponto inicial da nossa reflexão esse encontro de Jesus com Pilatos. Pilatos, como Judas, talvez esteja muito mais próximo de nós do que a gente gostaria de admitir.
ersar sobre a verdade? Pegando como ponto inicial da nossa reflexão esse encontro de Jesus com Pilatos. Pilatos, como Judas, talvez esteja muito mais próximo de nós do que a gente gostaria de admitir. Mas fazendo as pazes com estes símbolos, talvez a gente consiga estar em melhores termos com as nossas próprias sombras e inquietudes e assim sermos capazes de alterar esse contexto íntimo. Pra gente poder lembrar um pouco, né? Ah, Pilatos, ele era romano, ele que tinha que conduzir o julgamento e a eventual condenação de Jesus. Os ah os judeus, os sacerdotes judeus entregaram Jesus a Roma, que era quem cabia a execução, a crucificação. Mas Pilatos, ao encontrar Jesus é tocado pelo que ele sente, pelo contato com aquele que era a verdade absoluta, no sentido que um espírito que está em perfeita consonância com Deus, no sentido de que Jesus podia e pode a todo tempo dizer: "Eu e o Pai somos um". Não no sentido de que ele é Deus, mas no sentido de que é um espírito perfeito, onde a vontade do amor divino se expressa sem sobressaltos, ainda que exija deste mesmo espírito imensos sacrifícios. Mas o amor já fez uma morada profunda e uma compreensão plena dentro deste espírito que é Jesus. Nenhum de nós fica o mesmo após um encontro com o mestre. Também foi assim com Pilatos. Pilatos não conseguia compreender o porquê, afinal de contas, queriam condenar aquela criatura que estava diante dele. E Pilatos faz uma série de uma série de perguntas, né? Porque ele não entende, ele quer entender. E Pilatos fica tentando adiar aquilo. Então ele manda de volta, né? Ele tenta uma reconsideração, tudo para que não seja ele que tenha que condenar Jesus, porque ele não vê motivo e porque ele sente que está diante do amor pleno e ele não gostaria de ter que fazer o que acabou fazendo. E uma das perguntas que Pilatos faz a Jesus é assim: "És o rei dos judeus?" A gente conhece bem essas passagens. E Jesus responde: "Perguntas isso de ti mesmo ou os outros que querem saber?" E Pilatos responde: "Sou porventura
latos faz a Jesus é assim: "És o rei dos judeus?" A gente conhece bem essas passagens. E Jesus responde: "Perguntas isso de ti mesmo ou os outros que querem saber?" E Pilatos responde: "Sou porventura judeu? O teu povo e os principais sacerdotes é que te trouxeram aqui. Que fizeste? Então Jesus respondeu: "Não sou um rei terreno. Se o fosse, meus discípulos teriam lutado quando os judeus me prenderam. Mas meu reino não é ainda não é deste mundo." "Então és rei?", perguntou Pilatos. Jesus respondeu: "Tens razão em dizer que sou rei. De fato, foi para isso que nasci e vim para trazer a verdade ao mundo. Todos os que amam a verdade escutam a minha voz". Olha essa resposta. Todos que amam a verdade escutam a minha voz. Nós, assim como Pilatos, conseguimos ouvir a voz do Cristo e sermos tocados por ela. No momento evolutivo em que nós estamos aqui reunidos, nós amamos a verdade, nós amamos o Cristo. Mas é preciso que a gente consiga ter a coragem de realizar esse amor na nossa vida. Aí está o desafio. Depois que Jesus responde isso, todos que amam a verdade escutam a minha voz, Pilatos pergunta: "O que é a verdade?" Mas ele fica sem resposta. Jesus não responde. Torna a sair ao povo e anunciou. Ele não é culpado de crime algum. Todavia, é vosso costume pedir-me que solte alguém da prisão todos os anos pela Páscoa. E perguntou: "Então, não querem que eu solte o rei dos judeus?" Pilatos ainda tava tentando jeito dele, porque Pilatos não queria se comprometer tanto. Ele tinha muito emjogo na sua vida encarnada, mas ele tava tentando dar um jeito. É ou não é a gente, pessoal? A gente sabe o que é certo e muitas vezes a gente fica tentando comer pelas beiradas porque a gente não quer se comprometer. Porque nos comprometermos exigirá de nós toda uma série de consequências e uma mudança de rumos, hábitos e costumes aos quais talvez a gente ainda se apegue por puro egoísmo, que ainda tem bastante ah domínio sobre o nosso campo espiritual. E por isso nós sofremos tanto com medo do que esse essa entrega aquilo
umes aos quais talvez a gente ainda se apegue por puro egoísmo, que ainda tem bastante ah domínio sobre o nosso campo espiritual. E por isso nós sofremos tanto com medo do que esse essa entrega aquilo que nós sabemos no coração e não fazemos com medo de nos comprometermos, da gente perder privilégios, da gente não ser bem visto, a gente perde muito mais do que preserva. Podemos preservar posições sociais, cargos, mas a gente perde a nós mesmos. E Jesus, em outras passagens pergunta a cada um de nós: "De que vale ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a si mesmo?" É preciso que a gente se lembre que somos espíritos imortais. Essa nossa encarnação não é a única. Vivemos várias encarnações antes dessa e viveremos tantas outras após o túmulo do nosso veículo orgânico. No entanto, a gente comete a insensatez de permitir com que esqueçamos essa realidade. E nisso enfiamos os pés pelas mãos, porque muitas vezes nós desprezamos as conquistas espirituais em razão de favorecimentos materiais que vão ser tocados ao vento como a poeira do chão. Então, Pilatos ainda tá tentando porque Pilatos enxergou a verdade. Mas qual o nível de comprometimento que ele estava disposto a dar? E quando ele pergunta, a multidão pede que ele liberte Barrab. A gente sabe o fim dessa história, né? O fim não, né? o começo, porque a cruz não foi nenhum fim, foi um recomeço. E a gente tem a imagem que até hoje a gente usa, né? Ah, fulano lavou as mãos. Diante de um problema, podia fazer alguma coisa, mas como diretamente não estava implicado naquilo, não quis se envolver, lavou as mãos. A gente lava as mãos, mas a gente não será capaz de lavar a nossa própria consciência ou de ignorar em nós mesmos aquilo que o nosso coração conheceu. Inevitavelmente, essa culpa, ela vai residir ali no nosso mais íntimo até um momento em que nós nos responsabilizaremos por ela. O problema é que, como nós somos, além de egoístas muito orgulhosos, a gente tem um péssimo, uma péssima dinâmica com a culpa. Uma vez que a gente percebe que
que nós nos responsabilizaremos por ela. O problema é que, como nós somos, além de egoístas muito orgulhosos, a gente tem um péssimo, uma péssima dinâmica com a culpa. Uma vez que a gente percebe que a gente agiu equivocadamente, ao invés da gente entender, assimilar, e obviamente a gente vai ficar chateado, vai chorar umas lágrimas, mas ao invés da gente integrar este erro como parte de aprendizado, é, fiz, preferia não ter feito, mas fiz. E agora que eu fiz parte do problema, farei parte da solução. E este erro eu vou tentar não repeti-lo, eu vou seguir adiante. É a postura que a gente vê em Pedro e a gente vê em Paulo, que também tem momentos em que negam, em que vacilam, em que temem, em que perseguem o Cristo. Mas uma vez entendendo, falou: "Não, pera, vou reconstruir, vou seguir adiante. Ciente deste problema e uma vez consciente dessa dificuldade, desse problema, desse erro, eu posso lidar com ele." Mas a gente tá num lugar que a gente fica se ressentindo porque, ah, mas eu não podia ter feito isso. Ah, mas como que eu fiz uma coisa dessas? Gente, a gente fez, já fez, tá tudo bem, não tem como. O Chico, né? Uma das frases que a gente mais gosta do Chico é essa. Não há como eu voltar no passado e fazer um novo começo, mas eu posso todos os dias estruturar um novo final. A, o nosso futuro não está dado irrevogavelmente. O nosso presente determina o nosso futuro próximo e distante. Então, sempre é hora de recomeçar. Mas para isso a gente vai ter que, para melhorar de fato, pra gente melhorar de fato, a gente vai ter que fazer um compromisso conosco mesmos, de buscarmos em nós a verdade, de buscarmos Deus em nós, de buscarmos em nós aquilo que a gente já consegue compreender do que é bom, do que é justo, do que deve ser feito. A nossa consciência nos orienta. Um exemplo é o próprio, a própria recomendação do Cristo, né, que nos diz: "Amai os vossos inimigos e os espíritos no livro dos espíritos vão nos explicar que isso quer dizer que nós devemos respeito àqueles com quem nós temos
própria recomendação do Cristo, né, que nos diz: "Amai os vossos inimigos e os espíritos no livro dos espíritos vão nos explicar que isso quer dizer que nós devemos respeito àqueles com quem nós temos dificuldades, aos nossos inimigos. Certo que amar ainda é um passo mais adiante, mas amar os inimigos significa não prejudicá-los, significa, entendendo a oportunidade nós os auxiliarmos. Então vamos aqui a um exemplo, né? A gente tem aí uma desavença com alguém do trabalho. Não gostamos da pessoa, a pessoa não gosta de É bom que a gente lembre que essas coisas são recíprocas, tá? Porque a gente acha que intolerável é só o outro. E poucas vezes a gente para para pensar que para o outro intoleráveis somos nós. É difícil para outra pessoa lidar com a gente também. Nenhum de nós é isento de defeitos e especialmente os nossos inimigos vão poder traçar o as nossas piores características com mais exatidão do que os nossos amigos. Então, é bom que a gente consiga desenvolver a capacidade de ouvi-los até para fazermos um autoexame e melhorarmos. Mas no trabalho temos uma desavença e em determinado momento, por exemplo, a gente é dada a oportunidade de fazer a avaliação deste colega que pode receber uma promoção. Essa promoção não está aberta para nós. Ou a gente dá a promoção pro colega que a gente não gosta, ou ela vai paraa outra pessoa. Para nós isso não está aberto. O nosso coração sabe o que tem que fazer, não sabe. A gente sabe o que que a gente tem que fazer. Empreenchidos os requisitos para a promoção, a gente tem que promover o colega que a gente não gosta. É isso que o evangelho nos pede. Entendo a oportunidade de ajudar, ajuda. A nossa consciência aponta na hora, porque a verdade do Pai reside dentro de cada um de nós. Porque nós somos nascidos do amor. Nós não estamos sem bússola. O nosso coração sempre vai nos orientar sobre qual atitude tomar. Simples. A gente faz o que a gente deve. Para isso, a gente não vai precisar do outro. A gente vai precisar vencer uma batalha
ússola. O nosso coração sempre vai nos orientar sobre qual atitude tomar. Simples. A gente faz o que a gente deve. Para isso, a gente não vai precisar do outro. A gente vai precisar vencer uma batalha com nós mesmos. Mas sobretudo a gente vai ter que manter fidelidade à verdade que nós abraçamos de melhoria espiritual. A gente não aguenta mais esse estado de miserabilidade espiritual no qual nós nos encontramos, em que nem o básico da caridade a gente tá dando conta, a gente quer melhorar, a gente quer ter paz. Todos nós que estamos aqui hoje, nessa hora, fim do dia, cansados, a gente veio aqui antes de para casa, muitas vezes vindo do trabalho o dia inteiro, porque a gente quer um pouco de paz. Nossa, vou tomar um passo para ver se eu dou uma aliviada, não é? E os mentores sempre nos acolhem, nos auxiliam, estamos tendo as nossas energias renovadas, mas eles também nos convidam a que a gente consiga estabelecer um ambiente de permanência nessa faixa de equilíbrio do melhor. E Vinícius vem nos dizendo aqui no texto e chamando atenção para que a gente possa sair desse padrão do Pilatos que olha para uma situação, até pode fazer alguma coisa, mas não faz, porque um não tem ganho imediato para si mesmo. ou dois não quer, eu não quero confusão. Eu até podia, mas aí eu vou ter que é preciso que a gente largue essa preguiça existencial, gente. Se a gente pode fazer qualquer coisa, alguma coisa, por menor que seja, às vezes é só ouvir a pessoa que segue ao nosso lado, que pede a nossa atenção. Amos, porque foi esse o compromisso que a gente fez com a gente mesmo. Porque ao secar as lágrimas daquele que segue ao meu lado, estar disponível para a dor do outro, eu estarei disponível paraa minha própria dor. E muitas inúmeras vezes os nossos mentores vão aproveitar justamente esses momentos em que a gente se dispõe, por exemplo, a trazer consolação a um amigo, alguém que está sofrendo e a gente vai dar uma palavra amiga, qualquer que seja. Os nossos mentores não raro ou com muita frequência
que a gente se dispõe, por exemplo, a trazer consolação a um amigo, alguém que está sofrendo e a gente vai dar uma palavra amiga, qualquer que seja. Os nossos mentores não raro ou com muita frequência vão aconselhar duas pessoas ao mesmo tempo. Aquela com quem a gente tá conversando e a gente mesmo. Eles não perdem tempo. É bom que nessas horas que a gente se disponha a estar com o outro para ajudá-lo, que a gente preste bastante atenção no contexto e no que sai da nossa boca. Porque nesse momento nós estaremos inspirados pelos anjos do Senhor, que usam as nossas mãos para auxiliar os nossos irmãos, que usam a nossa voz para consolar aqueles que choram e fazem isso dizendo também o que nós precisamos ouvir. Um, uma das histórias do Divaldo, que ele um dia reclamou com a Joana, né, que ela não mandar mensagem para ele, né, poxa, mandar uma mensagem para mim, né, tá para mim. O que que é isso, Edivaldo? Toda mensagem que eu mando é primeiro para você. Os nossos mentores sempre estão próximos, trazendo da verdade absoluta do amor de Deus, que a gente ainda ignora em grande parte, em grande medida, porque a gente não tem nem estatura eh espiritual para compreender o que é Deus, por exemplo, mas a gente pode senti-lo, mas na medida da nossa possibilidade, parcelas da realidade, da verdade a gente pode conceber. E o guia para isso será sempre o nosso eu profundo. É preciso que a gente consiga ter momentos de autorreflexão, que a gente olhe para as nossas dores e pergunte: "Mas por que que eu tô tão chateado com isso?" para que a gente possa compreender quem somos, para que a gente saiba responder o que a gente gosta, o que a gente não gosta, quem a gente é, para que a gente possa começar a tatear na nossa autenticidade o que que é que me agrada, o que que me desagrada para que a gente possa ter a coragem, porque estarmos em contato com a verdade de quem somos nas nossas potencialidades e nas nossas fraquezas vai exigir coragem. E é por isso que Pilatos é um símbolo neste
ue a gente possa ter a coragem, porque estarmos em contato com a verdade de quem somos nas nossas potencialidades e nas nossas fraquezas vai exigir coragem. E é por isso que Pilatos é um símbolo neste momento de fraqueza diante de si mesmo. Não é nem perante o Cristo, é perante a ele mesmo. A traição nunca é o outro, gente. A traição é a gente mesmo, é a quem nós somos. É preciso que a gente saiba em que a gente acredita, o que a gente busca para que a gente possa ter coragem diante das circunstâncias de sermos fiéis a quem nós somos, de expressarmos a nossa autenticidade no mundo. Nós não precisamos ser iguais a ninguém. Nós precisamos respeitar uns aos outros. O que nós precisamos mesmo é ser quem somos. cada um de nós, um pequeno prisma onde a luz de Deus passa e se decompõe e expressa da sua maneira peculiar o todo que é o Pai. Deixar a nossa autenticidade fazer o bem do nosso jeito, do jeito que a gente dá conta, sendo quem a gente é. Ninguém é errado. Não existe ser humano errado. A gente comete equívocos. A gente faz atitudes trêlocadas as quais nós teremos que lidar com as consequências delas. Estamos lidando. Mas nós, em essência, em verdade somos a expressão do amor do Pai. Cada um de nós, filho, filha de Deus. Expressão amorosa do Pai. Tenhamos a coragem de sermos amorosos no mundo que nos desafia cada vez que a gente tem uma atitude desinteressada, amorosa, quer chamar a gente de trouxa, né? Mas será que é mesmo? É preciso que a gente arrime, ancore a nossa existência na verdade de quem nós somos. Jesus nos assegura que é o amor que vai nos redimir. Quem muito amou, muito foi perdoado. Pedro sublinha a mesma sabedoria. O amor cobre uma multidão de pecados. Nós estamos urgentemente querendo estabelecer um ambiente de paz nas nossas vidas, no nosso mundo íntimo. Tenhamos a coragem de amar. Diante das opções de atitude e resposta que nós temos perante a vida e perante os outros. Escolhamos a mais amorosa, a mais misericordiosa. Deus se incumbirá do resto.
imo. Tenhamos a coragem de amar. Diante das opções de atitude e resposta que nós temos perante a vida e perante os outros. Escolhamos a mais amorosa, a mais misericordiosa. Deus se incumbirá do resto. Que a paz faça morada em nossos corações. Uma boa noite. Sim, vocês não vão ouvir, né? Eu lembrei de uma música do Rully Glésias. Olha, faz muito tempo, né? Muito tempo. Ele disse que é mais feliz quem mais amou. E aí eu fiquei pensando, será que fui eu que mais amei na situação, em todas as situações? Será que sou eu que tem mais amado em todas as situações? Porque a gente gosta de amar, mas também ser amado, né? Eu te dou barganhando, né? barganhando. E Jesus nunca barganhou com ninguém. Ele amou todo mundo, independente se amou ou não, né? Então a gente fica pensando, né? O amor é um um sentimento muito puro e nós temos que caminhar para termos esse sentimento um dia puro, sem barganha, sem críticas e sem deixar que os outros tomam decisão por a gente, mesmo a gente querendo tomar uma decisão favorável como Poncio Pilates, né? Ele era um grande político e ele teve a jogada de político. Se eu falar não, não vai condenar Jesus, olha a plateia que tava ouvindo. Então ele preferiu lavar as mãos. E quantas vezes nós lavamos as mãos, né? Então é bom a gente pensar não para crítica, sabe? Não para ser um Pontos Pilatos da vida, mas naquela hora que eu lavei as mãos, eu volto atrás, espera aí, tá certo? Eu acho que nós estamos na hora. de começarmos a tomar consciência das nossas atitudes para depois a gente não realmente não chegar diante dele e falar: "Olha, diante daquele que nós lavamos as mãos, né?" E a gente não demora muito tempo para ficar diante dessa situação, não. É, é tudo tá sendo para amanhã. Se não é para hoje, é para amanhã. Não passa disso. Então, vamos abrir nossa consciência, né? nosso coração, que a gente fala coração, mas na realidade é a consciência para tomarmos as atitudes certa. Então vamos fazer a nossa prece final, agradecendo a Jesus, né, esse mestre
consciência, né? nosso coração, que a gente fala coração, mas na realidade é a consciência para tomarmos as atitudes certa. Então vamos fazer a nossa prece final, agradecendo a Jesus, né, esse mestre querido, que é só amor, né, só amor, não tem outra coisa. Tudo que ele fez foi por amar muito, muito. E nós podemos sim trabalhar esse amor puro dentro de nós. Vai gastar muito tempo. O tempo que for necessário, ele vai chegar na hora certa. Então, a gente agradece muito a esse irmão que nos acompanha o dia todo, o dia todo no nosso caminho e sempre falando: "Vem, vem que eu estou aqui, vem que eu te amparo, vem que eu te ajudo, vem que eu felicito junto com você dos seus sucessos, né, da sua mudança de comportamento para melhor." Então, vamos fazer o Pai Nosso, que foi a oração que ele nos deixou. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a sua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa, Pai, as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação e nos livre de todo mal. Que assim seja, amigos. Uma boa noite para vocês. Um beijo no coração os que estão aqui, aqueles que estão nos ouvindo agora. Nós entregamos todos vocês na mão generosa da nossa amiga que vai nos acompanhar para o passe. >> Agora sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de
. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal.
s hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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