PESOS INÚTEIS - Flaviana de Souza [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]

Comunhão Espírita de Brasília 18/10/2025 (há 5 meses) 35:01 248 visualizações

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Transcrição

Olá, amigos queridos. Sejam todos muito bem-vindos à nossa querida Comunão Espírita de Brasília. É uma grande alegria estar com cada um de vocês aqui, aqueles que estão nos acompanhando nesse grupo de harmonização Chico Xavier, nesse horário onde nós refletimos sobre alguns temas interessantes para nossa jornada, para nós mesmos, não é? Então >> aqui, deixa eu dar uma pausa aqui no no que eu tô acompanhando para não dar ouvir a minha própria voz, o eco, né? Eu tava acompanhando vocês aqui. Mas meus queridos, me digam uma coisa. Vamos, antes de começar a nossa reflexão, que é dessa obra maravilhosa, Renovando Atitudes, a psicografia de Francisco do Espírito Santo Neto, o nosso pelo espírito ham. Então, vamos mais a uma. Tô querendo mutar aqui, mas não tô conseguindo. Pronto, mutei. Bom, então vamos lá. Vamos fazer a nossa prece. Então vamos respirar fundo, nos conectar à espiritualidade, aos nossos amigos espirituais, ao Chico Xavier, que é mentor desse grupo de reflexão, de harmonização, para agradecer por mais um dia, agradecer pela vida, agradecer pelo ar que respiramos, pelas belezas e bences que nos chegam a cada dia, através da natureza, através das pessoas que chegam até nós, dos nossos amigos, dos nossos afetos. Agradecer também as oportunidades de crescimento que chegam através de aprendizados, at nos desafia, através das situações às quais nos deparamos, das vicissitudes, da transitoriedade dessa existência e que tudo isso fortalece a nós mesmos, que tudo isso Isso nos auxilia na nossa caminhada, que tudo isso nos faz, nos convida, né? é um convite da vida a construirmos as nossas virtudes. E assim, queridos irmãos, eu peço a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso mestre, a espiritualidade Chico Xavier, que abençoe cada um de nós, que nós tenhamos as inspirações para este trabalho e que vocês sintam nesse momento esse campo que é o campo do Cristo, campo do amor, campo do consolo. E vamos a nosso tema de hoje. Tema de hoje é pesos inúteis. Quando eu, todas as vezes que eu recebo, eu já já

sintam nesse momento esse campo que é o campo do Cristo, campo do amor, campo do consolo. E vamos a nosso tema de hoje. Tema de hoje é pesos inúteis. Quando eu, todas as vezes que eu recebo, eu já já falei isso para vocês, um tema, esse é a Rute que escolhe para nós, a Rutinha. Não sei se ela tá aqui acompanhando. Então, todas as vezes que a gente recebe o tema da rotinha, eu vejo o título. E aí logo eu quero saber o que que esse título quer dizer, que pesos são esses inúteis que nós carregamos. Eu fico perguntando que que peso é esse, né? Qual é o quais são esses pesos inúteis? Antes de ler o tema, sem saber qual é o tema. E aí lendo, né, vou estudar para fazer essa reflexão, fui ler para saber sobre o que trata. E nós vamos e é um tema interessante, né, muito importante paraa nossa vida. O Ramed, ele pega textos do Evangelho e traz, né, a a reflexão. E o texto que ele tirou é do capítulo 5to, bem-aventurados os que sofrem, o item 21. E diz assim: "Se perscrutásis melhor todas as dores que vos atingem, nelas encontraris sempre a razão divina, razão regeneradora, e vossos miseráveis interesses seriam uma consideração secundária que relegarias ao último plano. Aí é um tema bem complexo, né? Porque o que que ele traz aqui? Que se nós focássemos naquilo que é maior, não é, naquilo que está além da do do dos nossos interesses, nós poderíamos perceber que aquilo que é do nosso interesse é secundário, que existe algo muito maior para além. Então, um exemplo prático dessa situação, eu gosto de trazer exemplos de crianças porque eu dei aula muito tempo, né? Então, uma criança, uma criança pequena, uma criança pequena não quer tomar vacina, não é verdade? Porque a vacina dói, não é assim? Mas nós que temos uma visão um pouquinho melhorada, nós sabemos que aquela vacina é importante para que evite que ela tenha uma doença pior, né? Uma coisa aconteça algo pior com ela. O que que ocorre? A criança não tem essa visão. Ela vai tomar vacina, não quer. Ela não quer, vai chorar, né? vai

ara que evite que ela tenha uma doença pior, né? Uma coisa aconteça algo pior com ela. O que que ocorre? A criança não tem essa visão. Ela vai tomar vacina, não quer. Ela não quer, vai chorar, né? vai pernear porque vai questionar porque que tem que tomar isso. Mas nós sabemos que a vacina é o melhor para ela, não é? Então, se nós fôssemos focar no interesse da criança, nós não daríamos a vacina. Sim, assim também são as situações que ocorrem conosco e que muitas vezes nós achamos que é muito ruim, não é verdade? situações que nós muitas vezes eh onde nós nunca muitas vezes pensamos: "Meu Deus, por que que tem que fazer isso? Por que que eu tenho que passar por isso? Por que que aconteceu isso?" Não é? Mas nós não temos a dimensão maior para compreender além. Então, por isso nós ficamos nesse nesse questionamento. Se nós tivéssemos essa compreensão, nós entenderíamos, né? Para que que Ramed traz essa lição? Porque ele vai falar sobre as perdas. Que perdas? As perdas quando biologicamente falando e estudando a natureza, como nós no dia a dia, eu dava aula na quarta série, o tema era os seres vivos, né? O que que, como que que acontece com seres vivos? Os seres vivos nascem, se desenvolvem, né? Crescem, se reproduzem e morrem. Não é assim que a gente aprende que todos os seres vivos e biologicamente falando, nós sabemos que faz parte da natureza essa transitoriedade da de cada existência. o corpo físico, aquilo que é material, ele vai se deteriorar, ele vai de alguma forma, não é, cumprir com a sua tarefa aqui. É, é o que todos nós sabemos, tá tudo aqui. E a morte, a morte do corpo físico, ela faz parte dos processos, de todos os processos que nós vivenciamos, faz parte da nossa vida, não é assim? Nós não sabemos. E aí Ramed vai dizer, ó, quanto mais a ciência biológica estuda as estruturas íntimas dos seres vivos, mais claramente constata que os fenômenos de nascimento e morte são etapas de um processo natural da vida. Mas nós ainda, né, nos nos apegamos a essa ideia

studa as estruturas íntimas dos seres vivos, mais claramente constata que os fenômenos de nascimento e morte são etapas de um processo natural da vida. Mas nós ainda, né, nos nos apegamos a essa ideia de que a morte é o nosso adversário, que a morte é algo ruim, né? Por que que nós pensamos, né? Por que, de onde vem isso aí? É um estudo que eu também já fiz lá em algum tempo atrás sobre por nós tememos a morte. Tem isso no no livro do Leondeni, né? Porque tememos a morte. Então nós nos agarramos de que nós nós nos queremos ser separados da natureza. Nós gostaríamos de ser imortais no sentido de que esse corpo é imortal e que a morte é o nosso inimigo, é um inimigo a ser combatido. Então nós temos, trazemos essa ideia conosco que nós temos problema com a perda, temos a a questão da perda. Então, para nós significa muito a perda, perda de um ente querido, a perda de um de pessoas próximas e as inúmeras perdas que acontecem na nossa existência, que não são só perdas no sentido de eh partida para o plano espiritual, né? Então, nós temos essa dificuldade ainda, nós somos apegados. Então aí ele ele diz assim, ó, não nos auxilia em nada considerar a morte um adversário, porque mesmo assim ela continuará fazendo parte da nossa existência e ao tentar nelgá-la, estaremos nos distanciando ainda mais da realidade integral. Então, se nós sabemos que a morte do corpo é algo que faz parte da natureza como um todo, né, nós, por que que nós ainda nos deixamos envolver por esses sentimentos de tristeza muitas vezes profunda, de dor e muitas vezes não conseguimos superar as perdas, né? É algo a que podemos refletir, já que a morte faz parte da natureza e assim a gente se depara no dia a dia com pessoas que falar em morte é uma coisa louca, uma coisa absurda. Mesmo com pessoas idosas, às vezes próximas, né, a família em casa às vezes fala assim: "Ah, ó, ah, meu brinco caiu". A vovó, a fulano tá perto de partir, a gente tem que se preparar. Que isso? Isso é um absurdo. Não se pode, não se pode falar. Parece que é alguma

sa às vezes fala assim: "Ah, ó, ah, meu brinco caiu". A vovó, a fulano tá perto de partir, a gente tem que se preparar. Que isso? Isso é um absurdo. Não se pode, não se pode falar. Parece que é alguma coisa que não, que é tão ruim que não se pode falar, né? Então é algo que nós precisamos refletir. Agora, significa que nós não vamos provar esse sentimento de perda. Significa que então nós temos que ser eh uma vez alguém falou que, né, pessoa coração de pedra, frios diante das perdas? De jeito nenhum, né? De jeito nenhum. Por quê? Porque nós desenvolvemos afeto. Nós desenvolvemos, faz parte do ser humano, o desenvolver, né, do afeto, do amor, do carinho, a convivência. E quando nos deparamos com as situações de perda, elas são válidas. Sim, é ficar triste, a gente precisa colher isso. Existem as fases do luto, o luto, a perda, a perda dos sonhos, a perda da convivência com aquele ente querido, né? Então, é válido sentir a dor dessa perda. Jesus, conta-se no evangelho que quando Lázaro, né, morreu, ele chorou a perda do amigo. Então, é válido. É válido, sim. É uma despedida. Uma despedida, né, que a gente não sabe quanto tempo que vai durar. No entanto, é importante nós nos lembrarmos de que nós fazemos parte de um todo, que nós fazemos parte desse todo e que nada, nada, nada, né? eh que aconteça, vai acontecer que não que não seja necessário acolher a dor, a tristeza, a falta daquele ser, daquele ente querido. É importante nos acolhermos. O que acontece muitas vezes é que nós nos deixamos envolver demais por essa dor, muitas vezes nos anulando, anulando os outros que estão à nossa volta, eh esquecendo que faz parte dessa essa existência, as partidas. Ora, somos nós que partimos primeiro, ora são os outros que partem primeiro. Hum. Então, vamos ver o que que o Ramed vai trazendo aqui. Aí ele diz: "Em verdade, a morte física não nos tira a vida, mas simplesmente faz com quepassemos a transitar por novos caminhos. E como não temos a posse sobre os outros, ou melhor, as pessoas não nos pertencem, a

m verdade, a morte física não nos tira a vida, mas simplesmente faz com quepassemos a transitar por novos caminhos. E como não temos a posse sobre os outros, ou melhor, as pessoas não nos pertencem, a vida maior constantemente nos coloca à disposição, situações e lugares novos nos mais diversos planos existenciais, para que possamos nos reenriquecer com as múltiplas experiências. Então tudo existe um significado. E se o nosso tempo ou tempo de alguém encerrou aqui, existem as múltiplas existências. Ele vai aprender em outro plano. Porque há muitas moradas na casa do meu pai, disse Jesus. Há muitas moradas na casa do meu pai e são oportunidades de aprendizado, são experiências que nós precisamos para o nosso crescimento e que cada um precisa. Porque o que que acontece? Nós, como disse Ramed aqui, somos seres, né? E temos nossa autonomia, temos a convivência com o nosso próximo, que é onde nós vamos nos conhecendo e ele também vamos trocando experiências. Mas eu não sou dono de ninguém e nem o outro é meu dono. E todos temos oportunidades e cada um uma oportunidade de um vai partir antes, como nós dissemos, vai vivenciar experiências em outros planos para se fortalecer. Esse for o caso voltar. Nós temos a eternidade porque aí sim nós somos espíritos imortais. O espírito ele é imortal. O corpo acaba a o a o fim, esse corpo, ele vai se deteriorar, né? A gente que vai chegando numa certa idade, a gente vai percebendo como que o corpo, né? vai necessitando de pegar mais leve, porque é natural com o tempo. Aí vocês falam: "E as mortes prematuras? Existem mortes prematuras?" Não, gente. A gente fala que é prematuro. Por quê? Porque uma criança, a gente acha que é uma criancinha pequenininha, ah, é muito difícil, é um inocente. Nós sabemos que somos espíritos imortais. Temos experiências nessa vida e aqui é a oportunidade de experimentarmos, não só aqui, como em todos os planos. E quanta multiplicidade de experiências nós podemos experimentar, né, diante da nossa partida ou de um

cias nessa vida e aqui é a oportunidade de experimentarmos, não só aqui, como em todos os planos. E quanta multiplicidade de experiências nós podemos experimentar, né, diante da nossa partida ou de um ente querido. Agora, é válido, igual ele ele fala aqui que a às vezes ficamos inconformados com a perda. Por quê? Porque muitas vezes nos sentimos culpados também. A culpa nos faz ficar presos àela ideia fixa nos faz ficar presos à ideia, né, de chorar, de ter que chorar. Se não chorar, as pessoas vão pensar que eu não tô sentindo. Tem pessoas que pensam assim: "Ah, eu tenho que chorar porque se eu não chorar, vão pensar que eu nem gostava do meu da desse ente querido, né? Porque nós ainda nos preocupamos muito com os julgamentos externos. O que importa é o que tá aqui, é o sentimento. E às vezes nós espíritas também, ah, não, eu sou espírita, não vou precisar vivenciar, não, não vou chorar essa perda porque eu sei que a vida não, nós também sentimos a perda. Como eu falei, Jesus sentiu a perda do do amigo. Ora que é Jesus, né? Que num pensamento ele encontra, a gente encontra também com pensamento. Nós nos ligamos com os outros através do pensamento. E aí vamos lá. Aí Ramed ele vai trazer algumas situações que nos fazem eh ficarmos presos a essa ideia, né? e acabamos nos apegando, né, que é a culpa, né, a culpa, o remorço, a dependência, a codependência, eh o medo e a não aceitação. Tudo isso nos faz ficar apegados, né? E tudo tem a ver com o quê? com os interesses. Por isso que Hamed traz aqui o capítulo quinto, né, onde ele fala dos miseráveis interesses que vos consideram. Então, esses nossos interesses, eles são secundários. Quando nós ampliamos a nossa visão de mundo, quando nós temos um, buscamos uma visão maior do que aquilo que nós poderíamos eh eh imaginar, né? que mesmo que nós não não saibamos, conhecendo a doutrina, estudando, nós sabemos que a vida continua, que a vida não acaba, não cessa aqui, que a vida tem uma continuidade. Então mesmo para nós ainda é um pouco

ue nós não não saibamos, conhecendo a doutrina, estudando, nós sabemos que a vida continua, que a vida não acaba, não cessa aqui, que a vida tem uma continuidade. Então mesmo para nós ainda é um pouco difícil compreender as separações, mas aos poucos quando nós vamos ampliando a nossa visão, isso vai nos auxiliando e vai nos confortando também, né, para nos libertarmos daqueles que são os pesos inúteis, os pesos da culpa. Então, os pesos inúteis são o quê? O apego, a culpa, o remoço, tudo são pesos inúteis. Então, eh, olha o que ele vai dizer aqui. Nossos sentimentos resultam dos processos de nossas percepções, emoções e sensações acumuladas ao longo das vidas pretéritas da vida atual. E é através deles que temos toda uma forma peculiar de sentir e agir. A medida que nós vamos amadurecendo, nós vamos trabalhando melhor isso e vamos aprendendo a nos desapegar. desapegada aquilo que é inútil, né? Por enquanto, quanto mais apegados nós somos, menos nós desenvolvemos esse senso. Então, é o momento de nós olharmos para nós e nos questionarmos, nos perguntarmos, né, como como eu posso vivenciar isso de uma forma saudável, essa dor que eu tô sentindo dessa perda, de que forma que eu posso, né, vivenciar de uma forma mais saudável e o esclarecimento, o propósito de mudar, né? né? O propósito de se colocar na direção de mudar, o fazer o bem, o ajudar, tudo isso vai nos auxiliando a nos descontactarmos dos apegos dos eh desses desse sentimento, né, de interesse ainda que fica voltado lá pro nosso ehinho, pro nosso ego, egoísmo, né? E aí ele diz: "Lembremo-nos, porém, das palavras de Paulo. E quando este corpo mortal se revertir da imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a vida, tragada foi a morte na vitória. Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Porque se a vida continua, se nós vamos, se nós que trabalhamos dentro, né, com a espiritualidade, quem trabalha aqui na doutrina espírita está em contato com os espíritos, então nós podemos nos conectar mentalmente com os

nua, se nós vamos, se nós que trabalhamos dentro, né, com a espiritualidade, quem trabalha aqui na doutrina espírita está em contato com os espíritos, então nós podemos nos conectar mentalmente com os nossos entes queridos. Claro que não vai se tornar uma obsessão, mas num sentido de sentir, né, que eles estão aí, os espíritos estão em todos os lugares, estamos, né, mergulhados numa multidão, como diz Paulo. Então, a vida continua, a faz parte da natureza, né, o a morte. Então, podemos ir aos poucos trabalhando em nós esse desapego, retirar esse peso de carregar culpas, remoços, fazer o nosso melhor, aquilo que nós podemos fazer de melhor com aqueles aquelas aqueles seres que estão conosco na caminhada, para que quando chegar a hora da partida, nós possamos falar: "Sim, eu fiz o meu melhor. Combati o bom combate, convivi bem com essa pessoa, dei tudo que eu podia de bom". Era isso que eu podia dar e eu dei e não ficar, ai por que que eu não fiz isso? Por que que eu não fiz aquilo? Sá se eu pudesse ter feito daquele jeito? Porque geralmente as dores maiores estão com por conta do remoço da culpa. Então, que nós possamos trabalhar em nós isso, trabalhar em nós essa ampliação e esse conhecimento que já faz parte da vida de que a situação aqui nós vamos vai chegar um momento em que nós vamos nos separar, porque o corpo ele vai, seja na infância, seja na adolescência, seja na idade adulta, seja na na velice, uma hora nós vamos nos separar dos entes que nós, das pessoas, dos nossos entes queridos e que tudo isso tem um sentido, não é algo sem sentido. E o sentido sempre é o aprendizado, o sentido é sempre o autoaperfeiçoamento, o sentido é sempre buscar nos melhorarmos, aprender e fortalecer em nós o amor, fortalecer em nós as virtudes, tá bom? E aí, Ramed, para terminar aqui, ele fala assim: "Façamos dessa forma uma transubstancia de nossos padecimentos e pesares, apartando todos os pesos inúteis, descartando-os e substituindo-os pelas doces brisas dos ensinos da vida

qui, ele fala assim: "Façamos dessa forma uma transubstancia de nossos padecimentos e pesares, apartando todos os pesos inúteis, descartando-os e substituindo-os pelas doces brisas dos ensinos da vida eterna". Agindo assim, veremos abrandar em pouco tempo o nosso coração turvado e pesaroso, que depois se tornará verdadeiro, verdadeiramente aliviado e translúcido. Então, com o conhecimento que a doutrina espírita nos traz, com as leituras, nós vamos trabalhando em nós esses bons pensamentos de vida eterna para que nós possamos ir, né, diluindo esses pesares, esse sentimento pesaro de perda, porque nós vamos reencontrar, nos reencontrar os nossos entes queridos, nós vamos reencontrar os laços de afetos que nós criamos, eles não são laços que vão se quebrar e partir, não. Eles vão ser o quê? Cada vez mais nós vamos aumentando esses laços, fortalecendo esses laços, tá bom? E é isso, meus queridos. Fiquemos agora com o passe virtual. Até a próxima. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso

o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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