QUAL O AMIGO IDEAL? - Flaviana de Souza [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 26/07/2025 (há 8 meses) 41:10 250 visualizações

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Transcrição

Qual o valor dessa missão? Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a todos. Sejam todos muito bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. É com a grande alegria que recebemos cada um de vocês aqui e também aqueles que nos acompanham pelos canais da comunhão, TV Comunhão, YouTube, eh sempre pedem pra gente falar o nome, né? Então eu vou falar, meu nome é Flaviana e vamos hoje falar um sobre qual é o amigo ideal e baseado no tema de Joana de Angeles, amigo ideal do livro Momentos de Coragem, cujo a psicografia é de Divaldo Franco. E antes de passarmos a palestra, a conversa, nós vamos fazer a nossa prece. E eu convido todos nesse momento para que todos nós para que possamos respirar fundo, nos conectando às benéces desta casa maravilhosa que que nos recebe a esse auditório, aos benfeitores desta casa, Dr. José de Menezes, que é o mentor da casa e que ao elevarmos o coração e o pensamento, vamos agradecer a Deus, nosso pai, a Jesus, nosso modelo e guia, aos mentores que nos acompanham, por cada oportunidade que nos chega. agradecer pelo dia de hoje, agradecer também pelos desafios, porque eles fortalecem nossa alma, nos fortalecem os músculos da virtude e pedir as bênçãos para cada um de nós, pros nossos entes queridos, para o nosso planeta e que assim possamos nos conectar e nos abrirmos aos ensinamentos de Jesus. Assim seja. Graças a Deus. Graças a Jesus. Então, amigos queridos, hoje esse tema, né? Quem é o nosso amigo ideal? Qual é o amigo ideal? Eh, essa semana até passou, né? Foi, teve o

inamentos de Jesus. Assim seja. Graças a Deus. Graças a Jesus. Então, amigos queridos, hoje esse tema, né? Quem é o nosso amigo ideal? Qual é o amigo ideal? Eh, essa semana até passou, né? Foi, teve o dia do amigo. Semana passada recebi um monte de congratulações dos meus amigos. a gente recebe, né, amigo, a gente sempre quer alguém, um ombro amigo, principalmente quando estamos em momentos de de desafios, quando a alma tá desassossegada, como é bom ter um amigo e a gente fala e fala e fala, mas às vezes o amigo também tá com problema, né? a gente tem as dificuldades dele, porque o que que acontece, né, Joana vai dizer aqui que a gente gostaria de encontrar alguém que fosse esclarecido o suficiente e que resolvesse os nossos problemas. Não é assim? Às vezes a gente quer que alguém resolva os nossos problemas, né? Você fala, abre o coração pro amigo, coloca tudo para fora e queria, ai, podia ele resolver esse problema para mim. Será que ele consegue resolver? Não, né? Claro que não, porque cada os nossos amigos também têm problemas e e às vezes nós também tem sentimos essa necessidade de termos afetos, pessoas para cuidarem de nós. faz parte também do nosso por mais autonomia que nós tenhamos, por mais que nós possamos eh vamos dizer assim, nos virar sozinho em algumas situações, nós gostaríamos de ter alguém para est ali segur ajudando, um amigo, né? Um sempre a gente sente essa falta. E aí a gente para, olha e vê tantas, principalmente na mídia, tantas pessoas que parecem ter tão felizes, sem nenhum problema. Vocês já perceberam que a gente olha às vezes as mídias assim, tá todo mundo numa foto de família bem bonita, todo mundo se divertindo ou aquela moça bonita ou aquele aquela família tão feliz no tempo. E eu vou entregar a minha idade, né? Antigamente a gente falava família margarina, né? Que era aquela família que aparecia toda bonitinha para propaganda de margarina. Então a gente olha tudo perfeito, é viagens, é isso. E a gente fala: "Nossa, podia ter essa vida, né? Eu podia ter a

é? Que era aquela família que aparecia toda bonitinha para propaganda de margarina. Então a gente olha tudo perfeito, é viagens, é isso. E a gente fala: "Nossa, podia ter essa vida, né? Eu podia ter a vida do meu amigo que tá ali, ó, parece que não tem problema. Olha, eu queria ser como aquela palestrante ou aquele palestrante que tá ali em cima. Olha, eles vem para cá fazer palestra, todo mundo com a carinha boa, feliz, não é? A gente às vezes olha vê e pensa que as pessoas estão num momento felizes, maravilhosos, perfeitos. que a vida deles é perfeita. Só que, né, isso é um engano. Nós estamos no mundo, nesse mundo, e um mundo que está em processo de transformação, mas é um mundo de provas e expiações. E nesse mundo de provas e expiações, a gente sabe que a felicidade completa não é aqui, é uma felicidade relativa. e que muitas vezes aqueles a quem nós olhamos e achamos que a vida é perfeita não é tanto, né? Tem muitos problemas e desafios também. Então a gente vai olha para uma uma celebridade. Nossa, queria ter a vida dessa celebridade. Será, né, que ela não passa pelo pelos percalços? Talvez não os nossos, mas os da própria eh escolha dela, né, de celebridade, que também tem problemas todo, né, a gente sabe que tem. ou aquele casal que parece, nossa, perfeito, tudo bonitinho, maravilhoso, mas não sabe o que que se passa por trás de tudo aquilo. Eh, ou os nossos próprios amigos ou pessoas que nós admiramos, falamos: "Nossa, aquela pessoa ali é". E aí não sabemos o que passa, né? E tem um eu gosto muito de poema, né? De vez em quando eu gosto de de ler algum, eu vou ler um dois hoje. Vou ler, não, vou comentar um e o outro eu vou ler, declamar. Um é do Maurício Correia ou do Raimundo Correia do parnazianismo brasileiro. E ele vai trazer falando isso, né? E lá na época do parnasianismo, ele vai dizer: "Se a cólera que espuma a dor que mora na alma e destrói cada ilusão que nasce, se tudo que punge, tudo que devora o coração no rosto se estampasse." Essa é a primeira

do parnasianismo, ele vai dizer: "Se a cólera que espuma a dor que mora na alma e destrói cada ilusão que nasce, se tudo que punge, tudo que devora o coração no rosto se estampasse." Essa é a primeira parte, né, do soneto. E a última, ele diz: "Quanta gente que ri talvez existe, cuja aventura única consiste em parecer aos outros venturosos". Então, muitas dores estão em todas as pessoas. Muitas situações de adversidades estão em todos. E é o que Joana vai dizer assim, que muitas vezes nós nos equivocamos ao achar que a vida do outro é perfeita. Eu olho aqui, vejo, né, a senhora que tá aqui, ah, ela deve ter uma vida perfeita, vem aqui, olha que horário bom, tomar, vem assistir uma palestra, tomar um passe, etc. Mas a gente não sabe o que que tá por trás, o que que tem, qual a dor que tem ali. Aqui também, né? Todos nós temos dificuldade, só atendente fraterna. E a gente atende muitas pessoas em dois sofrimentos e os sofrimentos estão escruciantes, não são fáceis, são difíceis. Hum. Mas às vezes a pessoa que tá ali não sabe que nós que estamos estamos ali também temos dores, temos problemas familiares, temos problemas de inúmeras montantes, né? E todos nós. Por quê? Porque a Terra é um planeta, é uma escola, ela foi criada para que nós progredíssemos e com e evoluíssemos. Então, todos nós que estamos aqui neste planeta, estamos para evoluir. Então, escola, a, o planeta Terra é essa escola que vai nos dar subsídios, que vai nos auxiliar, que vai promover o nosso crescimento. E como que acontece o crescimento? Como que nós crescemos? Como que nós aprendemos? Nós aprendemos através muitas vezes dos nossos erros, dos nossos equívocos, né? Se nós fizéssemos tudo certinho, o que que ia acontecer? Não ia ter o que aprender. E se quando nós errássemos não tivéssemos uma consequências dos nossos erros, nós também não iríamos aprender, porque nós iríamos achar que estávamos certo. Então, a terra é essa escola acolhedora que nos serve de morada. que é paraa nossa convivência com o outro e para nós

os, nós também não iríamos aprender, porque nós iríamos achar que estávamos certo. Então, a terra é essa escola acolhedora que nos serve de morada. que é paraa nossa convivência com o outro e para nós aprendermos e tirarmos dessa ilusão de acharmos que só o outro tem uma vida boa, que o outro que tá ali, que tá ali na internet, nas mídias, esse tem a vida perfeita e a minha é uma vida que não, que é horrível, né? Não, todos nós estamos aqui para aprender, todos. Então aquela moça que é linda, que a gente acha que não tem problema nenhum na vida, certamente ela tem seus dificuldades. Inclusive, né, a prova da beleza é uma prova muito desafiadora. Estávamos até comentando ali agora na produtora. a eh outros, a riqueza, segundo a doutrina espírita, né? a gente olha a pessoa rica, ai não falta nada na vida dela, tá perfeito. Mas sim, tem às vezes tem um filho, uma filha doente, uma pessoa na família, alguma situação adversa, uma pessoa que pensa na responsabilidade de alguém que é muito rico e que tem muitas pessoas sob sua responsabilidade. Então, quanto maior, né, nós temos, quanto mais nós temos, mais responsabilidade nós temos também. E a doutrina espírita nos explica que a prova da riqueza ela é muito mais difícil do que a da miséria. A gente pensa que não, né? Mas ela é muito cheia de, eh, vamos dizer assim, situações que podem fazer com que a eh nossa nossa evolução seja um pouco mais lenta por conta de tudo que ela proporciona. Então, a gente às vezes pensar: "Ah, a vida do outro é muito melhor do que a nossa, né? Eh, eu lembro de uma vez de uma história do Chico Xavier que eu ouvi há muito tempo, gente. Eu não não lembro direito das coisa, mas eu só não lembro do do acho que foi uma palestra ou foi um livro onde uma senhora falava pro Chico, reclamava, né, que a cruz dela era muito pesada. Ai, minha cruz é muito pesada. pede, eu que tenho que vir pedir paraa espiritualidade para ajudar, que minha cruz tá muito pesada, que a minha cruz tá muito pesada. Eh, daí

cruz dela era muito pesada. Ai, minha cruz é muito pesada. pede, eu que tenho que vir pedir paraa espiritualidade para ajudar, que minha cruz tá muito pesada, que a minha cruz tá muito pesada. Eh, daí o Chico falou: "Não, minha irmã, tá bom, vou conversar". E mandou mais ou menos assim, ela vai para casa e ela sonha e ela sonha com várias cruzes, de vários tamanhos e ela na, né, no sonho pedem para ela escolher uma cruz. E ela escolhe a menor de todas, né? A mais levinha, que mais, né? E daí quando ela escolhe, ela vê que a cruz era aquela era a cruz dela. Então, a cruz em relação aos outros não era tão pesada quanto ela achava que era. Embora claro, acolhendo a todos, quando nós estamos em dor, a nossa cruz parece mais pesada mesmo, né? Só que nós precisamos também sair da ilusão e te e sair também dessa situação de vítima que muitas vezes nós nos colocamos. E quando nós nos colocamos nessa situação de vítimas, muitas vezes a cruz fica mais pesada mesmo. Porque quando nós levantamos a cabeça e nos conectamos com Jesus, ela vai ficar mais leve, porque ele falou: "O meu julgo é leve, meu fardo é suave". Bom, continuando aqui, que que Joana? Vou ler um pouquinho o que ela traz para não ficar falando sozinha, como se fosse só eu. E é ela. Ela diz assim: "A aparência é capa luminosa ou sombria que ocupa que oculta a realidade? Quem te veja e desconheça o que se passa em teu foro íntimo, se não te queixares, terá a impressão de que viver vives bem aquiinhoados pela felicidade, enriquecido pelos favores dos prazeres. Então, ela vai dizer que da mesma forma como nós vemos o outro, o outro também nos vê. Às vezes, diante do nosso sorriso, da simpatia, as pessoas não sabem o que acontecem conosco, né? O que que passa na nossa vida, quais as situações que nós temos que enfrentar, não calça o nosso sapato, né, para saber como que ele é, se ele tá, né, no tamanho certo, porque cada um tem o seu. Mesmo que você vai emprestar o sapato, o formato do pé é diferente. Então, cada um tem a sua estrada, o seu

o, né, para saber como que ele é, se ele tá, né, no tamanho certo, porque cada um tem o seu. Mesmo que você vai emprestar o sapato, o formato do pé é diferente. Então, cada um tem a sua estrada, o seu caminhar. E da mesma forma como nós muitas vezes enxergamos, achamos que o outro não tem problema, o outro também pode achar que nós não temos. E só nós sabemos o que se passa conosco, não é verdade? Ninguém sabe. Por mais que a gente eh se, por exemplo, você chega para um amigo e conta, eu já aconteceu muitas vezes isso, né? Os amigos sempre às vezes chegam aí, querem dar conselhos pra gente, mas ele não sabe o que que nós estamos vivenciando, não é? Diz, eh, esses dias eu tava num num local e uma pessoa tava muito triste contando uma história para uma amiga, tava por perto, né? Acaba que a gente tá ali no meio de muita gente, acaba ali escutando e ela falando e a amiga dando conselho. Conselho, ela não, mas não é assim. Aí que que acontece, né? Cada um dá o conselho de acordo com a medida que que vive, mas a realidade do outro é diferente da nossa. Então, como eu vou dar conselho para alguém, né? Se eu não sei o que ela tá vivendo, mesmo que eu que eu tenha vivido algo semelhante, não é a mesma coisa. Eu não é a mesma pessoa, não é a mesma situação, mesmo que seja bem semelhante. Então, como que eu posso dar conselho para alguém? Tem até aquele ditado, né? Se conselho fosse bom, não era dado, era vendido. Então, a gente precisa saber que cada um tem a sua vivência de acordo com as suas necessidades. E às vezes a pessoa só quer chegar e falar, não quer conselho, não é assim? A gente só quer falar para colocar para fora, para limpar. E é isso que a gente, né, muitas vezes, claro, o atendimento tem as orientações dentro da do que é da casa espírita, mas às vezes a gente só acolhe aqueles que chegam com a sua dor e só de acolher já alivia, porque às vezes a própria pessoa já sabe qual é a decisão que vai tomar ou, né, a situação que tá vivendo. Ela só quer descarregar um pouco aquela cruz que já

com a sua dor e só de acolher já alivia, porque às vezes a própria pessoa já sabe qual é a decisão que vai tomar ou, né, a situação que tá vivendo. Ela só quer descarregar um pouco aquela cruz que já que tá tão pesada só para aliviar. E e é isso. E nós podemos ser, né, esse amigo que escuta sem dar conselho, né? E nem o outro que venha dar conselho pra gente, porque acontece mesmo, já aconteceu até comigo. Eu cheguei com a situação, eu só queria contar, eu não queria que desse conselho, porque eu já sabia o que eu tinha que fazer. Aí a pessoa, não, mas você tem que fazer isso, você tem que fazer aquilo. Quem é que gosta? ninguém, não é verdade? Então, esse acolhimento, esse entendimento e essa compreensão, entender que a sua medida é diferente da minha medida, porque cada um tem a sua experiência de vida, as situações o que passam. E qual é o maior amigo que nós temos? É Jesus. E de que forma que nós podemos estar mais próximo dele? E claro, agradecendo sim aos nossos amigos que eles estão aqui compartilhando com nosso, conosco. Muitas vezes esses amigos, esses amigos que nós temos conosco, que fazem parte da nossa caminhada, eles são irmãos e são reencontros e é muito pouco gostoso. Às vezes eles entendem a gente com os olhos, só pelo andar, só pelo chegar, só pelo sorrir. Já sabe, tá triste, tá contente, né? eh eh tá precisando de alguma coisa. Agora, essa questão de tem uns que são acolhedores, outros não, querem realmente palpitar, dar conselho. E às vezes também a gente precisa de uma palavra um pouco para chamar atenção, mas tem todo um cuidado para entender que cada um tem a sua medida, que na realidade a maior escolha quem vai fazer somos nós. Por quê? Porque quando nós escolhemos, nós somos os responsáveis. A gente, se a gente coloca diante de uma situação na mão do outro escolher para nós, que responsabilidade nós temos? A responsabilidade vai ser do outro. E aí vai ficar fácil, né? Ah, eu fiz isso porque você mandou. foi o fulano que me fez fazer isso.

a mão do outro escolher para nós, que responsabilidade nós temos? A responsabilidade vai ser do outro. E aí vai ficar fácil, né? Ah, eu fiz isso porque você mandou. foi o fulano que me fez fazer isso. E aí, né, tira a responsabilidade do nosso, mas não, nós somos responsáveis pelas nossas escolhas. E aí é Joana diz assim: "A legião de de felizes e infelicitados cresce diariamente e suas estatísticas são assustadoras, especialmente nas áreas das patologias da loucura, do vício e das fugas espetaculares. Há muitos, muito mais ilusão e sonhos tornados pesadelos do que imagina. Então, às vezes a gente sonha com algo e quando chega aquele algo, aquele a gente vê que aquilo não era realmente um sonho, era um pesadelo, não é? Porque as coisas, esse é um mundo de provas, expiações, passando para regeneração. Estamos aqui em processo de aprendizagem. Não vamos ser perfeitos aqui nessa nesse planeta, mas o importante é nós sermos melhores. Melhores hoje do que fomos ontem, melhores amanhã do que somos hoje. Aí ela diz, a visão azul do cosmo não é real. Se a gente a gente acha, olha, né, pro céu e vê é tudo azul, mas essa não é a realidade. Se nós, nós já sabemos, né, cientificamente não é azul. aqui azul por conta do do da atmosfera, do oxigênio. Então o planeta quando a gente olha a volta é azul. O céu é azul, mas o céu não é o cosmo não é azul. A terra é é do candário e não o jardim do Éden. A gente pensa que a Terra é o paraíso, não é? O paraíso não é aqui, não é? Aqui é um planeta de provas e expiações. É lindo. É um planeta lindo. É lindo. E de E podemos dar graças a Deus porque olha que que planeta lindo que nós temos, né? Quantas coisas lindas nós temos que nos é oferecida todos os dias. O sol que brilha, o ar que respiramos, a natureza à nossa volta, as flores, o jardim, os amigos. os irmãos, aquele quem nós amamos e até mesmo aqueles que nos servem de eh intensivão no amor, né? Aqueles que vão nos ensinar um dia a amar, que são os nossos adversários, porque com eles,

os amigos. os irmãos, aquele quem nós amamos e até mesmo aqueles que nos servem de eh intensivão no amor, né? Aqueles que vão nos ensinar um dia a amar, que são os nossos adversários, porque com eles, os nossos adversários, eles são aqueles que vão mostrar para nós quem nós somos. Por que que aqueles, os nossos amores, amigos, eles gostam da gente, mesmo com os nossos, nossas dificuldades. Às vezes até passa a mão na cabecinha da gente, né? Não, você fez certo. Mas aqueles que são os nossos inimigos, eles vão pegar no nosso ponto, nosso ponto fraco, é aquele que nós precisamos melhorar. Então, até esses nós temos, precisamos ser gratos. E como a terra é esse educandário, todo aprendizado exige esforço. Muitas vezes vamos nos deparar com um erro e precisamos aprender com esse erro, não para ficar na culpa. Ai, a culpa é ótimo. Sentir culpado é sinal de que, ó, sei que eu errei, mas não ficar ali preso. É dar um salto e continuar a caminhada. Agora eu vou tentar acertar o caminho que eu errei, né? A flecha que foi errada, o caminho que eu tropecei e caí. Tropeçou, caiu, levanta e continua a caminhada procurando não cair mais. Foi isso que Jesus falou. Então, nós precisamos também aprender a ter essa tolerância conosco. E assim, todas as vezes que nós nos depararmos com situações e obstáculos, lembremos que nós temos um amigo maior, que é o nosso amigo ideal, que ele é o modelo e guia dessa humanidade. E quando alguém chega até nós nos pedindo ou ajuda, né, lembremos não só das nossas dificuldades para falar, porque às vezes assim, que que acontece? O amigo chega e fala: "Nossa, eu tô passando, tô com problema de saúde, com a dor não sei aonde". Aí o outro fala: "Nossa, mas eu também tô. Mas a minha dor é muito maior do que a sua. Por isso, por isso não. Por isso. Se nós queremos estar na mesma sintonia que o mestre, buscando nos elevar, vamos acolher aquele que chega com dor, né? Esse é o o convite que Jesus nos faz, fazei brilhar a tua luz. E como que nós fazemos brilhar a luz?

ar na mesma sintonia que o mestre, buscando nos elevar, vamos acolher aquele que chega com dor, né? Esse é o o convite que Jesus nos faz, fazei brilhar a tua luz. E como que nós fazemos brilhar a luz? levando um pouco de alegria para onde nós formos, mesmo com as nossas dificuldades. Eh, eu sempre gosto de lembrar do Chico Xavier, porque e não vou trazer o Chico, vou trazer a irmã D também. O Chico ele tinha inúmeros problemas de saúde e muitos problemas familiares, inúmeros. Eh, era uma um irmão que morreu, que morreu e deixou uma cunhada com problemas mentais e que teve que ser internada, um sobrinho, né, com problemas eh de locomoção, com problemas também, né, cognitivos e mentais. E aí ele sozinho cuidando, cuidava daqui, cuidava dali e ainda fazia tudo que tinha que fazer e sorrindo com alegria. É, ninguém viu o Chico triste, um semblante triste. Quem fosse procurar sempre era recebido com acolhimento e com carinho e com amor. E a irmã Dulce também com aquele jeitinho dela, fazendo aquilo que que tinha, tudo que tinha que fazer dentro da sua, ela com muitos problemas, problemas, né, de respiratórios e ela tava sempre pronta para ajudar e acolher. Nós estamos aprendendo, não somos ainda uma irmã Dulce, não somos ainda um Chico, mas nós podemos fazer diferente um pouquinho a cada dia, acolhendo aqueles que chegam com tristeza, com dor, sem julgamento, porque ninguém sabe o que que passa com o outro. Como que nós vamos ficar julgando? A gente não sabe o que tá por trás do outro. Hoje em dia, tudo que se coloca na internet tem alguém ou para atacar ou para falar mal, mas a gente não sabe o que que o outro tá passando, porque o outro tomou uma decisão assim, por que o outro fez isso? Então, não julguemos, né? Vamos olhar com olhar que Cristo olharia. É um exercício que nós podemos fazer. Como Jesus pensaria sobre isso? Como Jesus agiria? E se Jesus, que é o modelo e guia da humanidade, às vezes tá tão distante, né? A gente fala, mas Jesus é Jesus, é o Cristo, né? Ele e o Pai eram um,

Como Jesus pensaria sobre isso? Como Jesus agiria? E se Jesus, que é o modelo e guia da humanidade, às vezes tá tão distante, né? A gente fala, mas Jesus é Jesus, é o Cristo, né? Ele e o Pai eram um, ele tá dentro de cada um de nós também. Então a gente já pode pegar aquelas pequenas pessoas que são pequenos, são luminares, como o Chico, né? Como que o Chico faria se fosse tivéssemos aqui? Como é uma irmã dulce? poderia faria se tivesse no meu lugar, será que ela agiria dessa forma, né? Então a gente vai fazer tentando aproximar um pouquinho do daquilo que Jesus nos ensina no evangelho, na boa nova. Eh, já chegando aqui nos momentos finais, vamos ver o que que a Joana traz aqui, ó. Ela diz assim: "Da mesma forma que anelas por um amigo que te pudesse ajudar na solução das tuas dificuldades, alguém te observa, supondo que o és para a necessidade dele. Mesmo que não sejas, esforça-te por tornares. Ao invés de dependeres, de pedires, passa a doar e socorrer. Começa mediante pequenas tarefas gratificantes do amor fraterno. Assume singelos deveres, gera alegria em tua volta, produz bem-estar, pensa em alguém com simpatia, supera o azedume, né, a irritação. Tentativas de renovação culminam em conquistas em e em realizações edificantes. Assim fazendo, tua mente abrirá espaço para ouvir a orientação anelada e os sentimentos renovados propiciarão a tua sintonia com o amigo ideal, que é Jesus, que espera somente que lhes conceda o ensejo de ajudar-te concedere a alegria que buscas. Então, quando nós ajudamos, fazemos a nossa parte, que é fazer brilhar a nossa luz, eh mudando pequenos comportamentos no nosso dia a dia, né? Sendo julgando menos, né? Julgando, sendo um pouco mais tolerante, olhando aquela às vezes até os nossos próximos mais próximos, né? Muitas vezes nós somos irritadiços com eles, com tudo que eles fazem. Tem gente que incomoda com tudo que o outro tá fazendo. Então, começar a olhar diferente, né? Olhar aquilo de bom a luz do outro. Às vezes a gente só olha aquilo que é

m eles, com tudo que eles fazem. Tem gente que incomoda com tudo que o outro tá fazendo. Então, começar a olhar diferente, né? Olhar aquilo de bom a luz do outro. Às vezes a gente só olha aquilo que é ruim no outro. Então a gente olha, procura a luz nesse outro. O que que ele tem de bom? Só tem ruim. Eu lembro que quando eu tava era estudante, né? Eu estudei para dar aula. Uma vez a professora fala, falou assim pra gente que era, né, a estudante, ela falou assim: "Gente, quando vocês forem fazer reunião com os pais, eh, não chega logo falando do das dos defeitos, dos problemas do aluno, não. Começa falando das coisas boas que ele tem." Isso eu nunca esqueci. Levei para minha vida toda em tudo. Primeiro olhar aí, às vezes a menina perguntava assim: "Mas professor, ele se o menino der muito trabalho, se ele der muito trabalho, se você não tem nada para nem um elogio para fazer, elogia pelo menos os olhos. Ai que olhos lindos e brilhantes que ele tem. Então a gente precisa fazer um treinamento de olhar e enxergar a luz do outro. E a gente pode fazer nas pequenas coisas, nas tarefas de casa. Às vezes aquela pessoa que irrita a gente, qual é a, qual é a luz que ele tem, qual é a virtude, qual a qualidade que essa pessoa tem, né? E começar a fazer brilhar a nossa luz. Por quê? É o que que Joana diz aqui, porque assim eu vou me elevar e, né, estar em consonância com o amor do Cristo. E quando eu precisar e pedir algo, de alguma forma isso vai chegar até mim, porque eu estou em consonância com o amor do Cristo. E é assim é quando a gente acontece muito, você tá assim, ai meu Deus, por que que isso tá acontecendo? Aí do nada você vai fazer o evangelho e vai ver. Ah, então é por isso. Não vem nada escrito aqui dizendo no seu ouvido, não é? De de dentro de você. Então vamos exercitar um pouquinho essa luz para que nosso amigo ideal, que é Jesus possa estar sempre em consonância conosco. Quando nós exercitamos nossa luz, ele entra em consonância conosco. Quando nós não exercitamos a luz, ficamos um

luz para que nosso amigo ideal, que é Jesus possa estar sempre em consonância conosco. Quando nós exercitamos nossa luz, ele entra em consonância conosco. Quando nós não exercitamos a luz, ficamos um pouquinho mais para cá, a gente, né, desconecta de Jesus, porque ele é a luz, nós precisamos nos conectar a ele. Ele tá aqui. Agora a gente precisa se conectar a ele. Tá bom, meus queridos? É isso, encerramos nossa conversa, nosso nossa reflexão de hoje. Agradeço a cada um, né, por estar aqui comigo. E vamos fazer a nossa prece de encerramento. Em seguida, eu convido todos para o passe virtual. Então, pai amado, querido Jesus, obrigada por mais esse momento de reflexão, que nós possamos a cada dia fazer com que a nossa luz brilhe mais, que nós possamos, se nós não podemos ser ainda o sol na vida de alguém, que nós possamos ser apenas um vagalume, doando o que nós temos de melhor, olhando e enxergando a luz que o outro tem e com isso aprendendo a amar como Jesus amou. Assim seja. Graças a Deus. Graças a Jesus. Fiquemos com o passe virtual. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que

samos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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