Perdão das ofensas

TV Goiás Espírita 04/04/2025 (há 1 ano) 57:33 9 visualizações

Para mais informações sobre a FEEGO acesse o site: https://www.feego.org.br​ Instagram: https://www.instagram.com/feego_oficial/​ Facebook: https://pt-br.facebook.com/feego.oficial/

Transcrição

Solidária. ub Uma boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos a mais uma reunião pública aqui na Casa Espírita Estudantes do Evangelho. Uma boa noite também aos nossos irmãos que estão nos acompanhando pelo YouTube. É uma satisfação muito grande poder receber todos aqui em mais esse encontro. Hoje nós lembramos mais uma vez que o nosso Congresso Espírita do Estado de Goiás está começando. Estivemos lá no Centro de Convenções hoje. Tá muito bonito lá, viu? Vai ser muito legal. Amanhã então já começa o congresso, tá? Ainda dá tempo de adquirir. Estamos nas últimas inscrições, mas quem quiser aproveitar aí esse momento, tá? Teremos aí amanhã a abertura do congresso e as palestras e os eventos, né? E todos aqueles acontecimentos de todo o congresso aí durante sábado, domingo, tá? E também lembramos que a nossa livraria agora, livraria da Feg Ego, na verdade, está aberta aí todas as quintas-feiras, tá? a gente tem o hábito de vir paraa reunião pública, né? E aí a livraria ela não tinha o costume de ficar aberta, mas agora está. Quem quiser adquirir algum livro, eh, até o momento da reunião, a livraria fica ali disponível, tá? Para quem quiser. É isso. Bom, vamos então ao nosso sorteio, como nós fazemos todas as quintas-feiras. Quem pegou aí a mensagem lá na entrada? Essa mensagem tem um número. Nós já sorteamos alguns números previamente aqui, então já vou anunciar o primeiro, hein? Número seis, para quem chegou mais cedo. Número seis, não. Número 23. Ah, Ali é nossa ganhadora da noite. Eh, um evangelho segundo o espiritismo e uma pomada vovô Pedro. Parabéns. Bom, para a nossa preparação, vamos então ler uma mensagem do nosso livro. Vamos ver que livro nós temos aqui hoje. Hoje é o livro Coragem de Francisco Cândido Xavier com espíritos diversos. E hoje é uma mensagem de Emanuel, o capítulo 47, renovação e preparação. O homem na Terra prepara-se através do ensino para conseguir atestados de competência. organiza medidas adequadas para assegurar a eficiência administrativa, planifica a economia,

ovação e preparação. O homem na Terra prepara-se através do ensino para conseguir atestados de competência. organiza medidas adequadas para assegurar a eficiência administrativa, planifica a economia, imuniza-se contra doenças, dirige realizações, garantindo-nos contra aflições destrutivas e inúteis, urge a regimentar as próprias forças para sabermos faciar as renovações que a vida nos apresenta. Quanto no mundo físico, aspiraríamos a ver os nossos filhos detidos de modo permanente no encanto verde da infância, mas é preciso adestrar-nos em experiência, a fim de observá-los adultos com as provas e tarefas que hajam trazido a reencarnação. Ante as promessas de felicidade no casamento, quando na edificação conjugal, desejaríamos eternizar-lhes as alegrias do início. Todavia, é forço acolher, sem alarme as lutas e deveres que nos são impostos pelo Instituto Familiar. Estimaríamos manter inalterável as nossas afeições. Entretanto, a obra da evolução e o esforço de resgate variam de criatura para criatura, compelindo-nos muitas vezes a separações transitórias e necessárias. Insurgimo-nos habitualmente contra a desencarnação de pessoas queridas. No entanto, segundo as leis que nos regem na Terra, a saída do carro físico é diferente para cada um em particular. Compreendamos que nossas telas de serviço se modificam de maneira constante e atendamos as transformações da existência com espírito de aceitação e serenidade. Para isso, é preciso estejamos vivendo prontos a servir como e onde estivermos. Reconhecendo que Deus, pelo mecanismo das circunstâncias, nos oferece invariavelmente todos os recursos de que necessitamos e quanto ao que possamos receber, nos dá sempre o melhor. Emanuel. E assim vamos passar para a nossa prece inicial. Vamos apagando as luzes, nos colocando em posição agradável. Vamos respirando profundamente esses fluídos que os nossos benfeitores amigos prepararam para nós. É um encontro de aprendizado, mas este também é um encontro de oração, é um encontro de

ão agradável. Vamos respirando profundamente esses fluídos que os nossos benfeitores amigos prepararam para nós. É um encontro de aprendizado, mas este também é um encontro de oração, é um encontro de tratamento e cura, é um encontro de elevação e iluminação. E por isso agradecemos a Jesus. Muito obrigado, mestre amado, por nos permitir nos encontrarmos na tua presença, mestre, em mais uma noite, em nome dessa saudade imensa que sentimos do Senhor, das tuas lições, da tua paciência, da tua sabedoria, do teu amor, Senhor. Muito obrigado por isso. E reconhecendo a nossa pequenez, mestre, rogamos que o Senhor nos sustente, que o Senhor nos eleve, que o Senhor nos abrace, Senhor, que os seus bemfeitiros amigos possam nos inspirar aqui nesse instante, compartilhando com conosco aqui todos bons conselhos e esse abraço carinhoso que tanto precisamos, Senhor. Nós que temos o coração às vezes ferido, às vezes desanimado, que o Senhor possa, Senhor, nos encher dessa alegria, desse otimismo, dessa vontade de viver. Senhor, alimenta a nossa fé e a nossa esperança no futuro, mestre. nos trata aqui nesse instante, Senhor. É o que rogamos encarecidamente, Senhor. Abençoa essa casa e a cada um de nós. Muito obrigada e que assim seja. Enfim, hoje nós recebemos a nossa irmã Luciana, Luciana Pinelli, já oradora antiga da casa, amiga de longa data, né? Trabalhadora lá do Jecal, Grupo Espírita Caminheiros da Luz, é isso, né? E também lá da AM Goiás, e vai tratar conosco hoje mais um dos temas do Evangelho Segundo o Espiritismo, né? Seguindo a nossa rotina de estudos e hoje é o perdão das ofensas do capítulo 10. É isso. Bem-vinda, Luciana. Pode subir que a palavra é sua, minha irmã. Boa noite. Obrigada mais uma vez por confiarem a mim essa missão, especialmente de falar sobre perdão. Já deve ser a sexta vez esse ano que me chama a falar de perdão. Eu acho que a espiritualidade tá querendo me dizer alguma coisa especialmente, né? Eh, hoje a gente tá seguindo o Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 10, que

se ano que me chama a falar de perdão. Eu acho que a espiritualidade tá querendo me dizer alguma coisa especialmente, né? Eh, hoje a gente tá seguindo o Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 10, que tem como título Bem-aventurados Misericordiosos. E a inspiração para a nossa fala vem de dois textos, um de Simeão e um de Paulo Apóstolo, que tá lá a instrução dos espíritos. Dois textos belíssimos desse capítulo do Evangelho. E eu separei duas frases, cada uma de um desses eh autores espirituais, né? de Simeão, eu separei o seguinte. Ele diz assim nesse trecho: "Perdoai aos vossos irmãos como precisais que eles vos perdoem. Se teus atos pessoalmente vos prejudicaram, mais um motivo aí tendes para serdes indulgentes, porquanto o mérito do perdão é proporcionado à gravidade do mal. Nenhum merecimento teríis em relevar os agravos dos vossos irmãos? desde que não passassem de simples arranhões. Olha só, né? A gente não deve est aqui falando de perdão em relação a simples arranhões. Ele tá falando de coisa grande. E muitas vezes a gente fica, na verdade, tentando perdoar os pequenos arranhões que às vezes nos esbarrões da vida a gente apresenta. Mas fica essa primeira reflexão. Ele não tá falando aqui de simples arranhões. É suposto que de simples arranhões a gente já se livre facilmente. No texto de Paulo apóstolo tem uma frase que diz assim: "Ói daquele que diz: "Nunca perdoarei", pois pronuncia a sua própria condenação. É a própria condenação. Nunca perdoarei. Você tá pensando em alguém que te magoou, que te machucou e você está proferindo a sua condenação. Parece um contrassenso, né? Porque você quer a condenação do outro, mas quando você diz: "Não perdoarei". você tá pronunciando a sua própria condenação. Para falar de perdão, tem várias analogias, né? Tem uma analogia que eu vi uma vez num livro muito lindo do Aluí Elias e ele fala assim que a culpa ou a mágoa, ela é como se fosse uma farpa de tábua velha na estreiteza da unha. Alguém aí já enfiou uma farpa debaixo da unha?

uma vez num livro muito lindo do Aluí Elias e ele fala assim que a culpa ou a mágoa, ela é como se fosse uma farpa de tábua velha na estreiteza da unha. Alguém aí já enfiou uma farpa debaixo da unha? É duro, né? É duro. O perdão é tirar a farpa. Ai que alívio, né? Então essa ideia eu achei muito legal, muito interessante e fiquei pensando aqui numa reflexão. Imagina você, imagina, né? A gente trabalhando às vezes no final de semana, tirando os entúhos lá do quintal da casa e aí você e seu marido, né? Eu e meu marido lá tirando os entúos lá de casa, tal. Aí tira, pega uma madeira, tal, displicentemente, enfia aquele tanto de farpa na mão. Aí engraçado é que o seu colega que tá tirando ali, seu marido, sua esposa tá tirando também, também pegou na mesma madeira, as farpas também entraram, mas ele não sentiu nada. Mas você ficou doída, porque aquelas farpas entraram e uma foi debaixo da unha, as outras na mão, aquela agonia, aquela dor, né? Todo mundo já enfiou uma farpa aí na mão, queele trem é ruim, né? E aí você tem que tirar essa farpa. É o único jeito você te melhorar, melhorar essa dor. Não tem outro jeito. Arruma a pinça, procura a pinça, porque nessa hora sumiu a pinça, procura a pinça, acha onde é que tá, né? Abaixa os óculos, acha onde que tá, né? Vai doer um pouco mais, porque você vai encostar na danada da farpa, ela vai dar uma doidinha maior, mas aí você tira a farpa e alivia. O interessante é que seu colega que tava com a mão também com farpa, só tá rindo de você porque ele tem farpa na mão, mas ele não sente dor por algum motivo. A mão é mais grossa, talvez tem alguns calinhos, às vezes não sentiu dor, né? Aí você volta a trabalhar porque as madeiras estão lá ainda continuando, só que você fica um pouco mais cuidadoso, bota uma luva e vai agora com mais cuidado e termina de fazer a sua faxina que você queria. Eu queria que a gente pensasse o seguinte, vamos fazer essa essa brincadeira, essa analogia, né, com essa coisa bem comum da vida da gente, né? Essa madeira que te lascou umas

faxina que você queria. Eu queria que a gente pensasse o seguinte, vamos fazer essa essa brincadeira, essa analogia, né, com essa coisa bem comum da vida da gente, né? Essa madeira que te lascou umas farpas pode ser uma pessoa nessa analogia, uma pessoa qualquer, uma pessoa que por um ato ou por não ter um ato, por fazer ou não fazer alguma coisa, por um fato, te magoou, te causou um dano, né? Essa é a madeira, a farpa. Ela é esse fato, o que aconteceu, né? O algo que foi feito. A dor que você sentiu é a mágoa, é algo que vem de você, está em você. Retirar a farpa ou a pinça é o perdão. É tirar, é aliviar isso. Voltar e trabalhar com luva, agora tomando um pouco mais de cuidado, né? Até mesmo com luva é bom tomar um cuidado porque às vezes a luva não é, né? pode passar alguma farinha, tal, né? Aí pode ser várias coisas, né? Pode ser o orar e vigiar, pode ser a reforma íntima, né? Pode ser um cuidado maior, reflexão, meditação, autoconhecimento, né? Uma vigilância, pode ser muita coisa. Então, eu queria fazer uma conversa sobre essa faxina do final de semana, sobre essa pessoa, a madeira que te larga a farpa. Eh, na verdade, o principal assunto nosso aqui, quando a gente fala de perdão ou mágoa, na verdade, não tem muito a ver com essa pessoa. Não necessariamente tem a ver com essa pessoa, porque a mágoa ou quando a gente mesmo comete um engano e a culpa, né, o remorço. E o perdão, ele existe aqui dentro. Hum. Não tem a ver com a outra pessoa, tá aqui dentro. É um fenômeno que acontece aqui dentro, né? Eh, e a gente muitas vezes tem dificuldade de falar no perdão, porque a gente confunde uma coisa que eu queria deixar bem claro, que não é sobre isso que eu vou falar. Eu não vou falar de impunidade, não é isso. Quando a gente fala de perdão, a gente não tá querendo falar sobre impunidade. Eu eu acho que a primeira coisa para deixar claro aqui, eh, por exemplo, existem leis na nossa sociedade que proíbe o homicídio, que proíbe o roubo. E por causa disso, a gente tem um certo grau de descência na

o que a primeira coisa para deixar claro aqui, eh, por exemplo, existem leis na nossa sociedade que proíbe o homicídio, que proíbe o roubo. E por causa disso, a gente tem um certo grau de descência na sociedade. A gente consegue vir aqui para FEGO, quinta à noite, largar o carro em algum lugar com um certo relativamente uma segurança, né? Porque existe algumas leis, tal, né? Se alguém rompe essa lei, mata alguém ou rouba tal e é preso, perdoar essa pessoa não significa tirar a pessoa da cadeia. Entenderam? Tá? Perdoar essa pessoa é tirar daqui de dentro alguma coisa que tá me amarrando, me algem aquela pessoa que roubou meu carro ou que matou alguém muito querido meu. É tirar alguma coisa aqui de dentro. Não é impunidade, que isso fique claro também. Não é subvenção à violência. Por exemplo, se existe uma violência doméstica, uma mulher tá submetida a uma violência doméstica, perdoar o seu agressor ou seu esposo não quer dizer ter que ser submetida a vida inteira a essa pessoa. Não é sobre isso que a gente tá falando. É sim tomar as atitudes que precisa tomar, né? Eliminar dessa violência, OK? E tirar de dentro de si a algema que liga a essa história. É sobre isso que a gente vai falar, tá? Então não vou falar de punidade. Então a partir daqui que ficou claro o que que é. OK. O que é a farpa? A farpa é um erro de alvo. É só isso. A gente nasceu simples, imperfeitos e nós estamos fadados à perfeição. Doutrina espírita ensina isso pra gente, né? Nós somos fadados à perfeição, fadados a ser felizes. É lei, isso vai acontecer. Só que a gente nasceu simples e ignorante. A gente não sabe fazer as coisas, a gente não sabe se relacionar. A gente aprendeu a conversar há pouco tempo e às vezes a gente é grosso, é rude, a gente não sabe muito fazer as coisas. É como se a gente tivesse eh treinando arco e flecha. A gente pega um arco e flecha pela primeira vez e quer acertar o álbum de primeira vez. Não existe isso. Se você acertar a parede, tá bom demais. Então você vai jogar a

sse eh treinando arco e flecha. A gente pega um arco e flecha pela primeira vez e quer acertar o álbum de primeira vez. Não existe isso. Se você acertar a parede, tá bom demais. Então você vai jogar a flecha, ela vai acertar no teto, vai acertar no chão, aí de repente acerta a parede mais longe do alvo. Aí de repente começa acertar perto do alvo, começa a acertar até de repente você começa a acertar o alvo, né? Mas depois erra de novo, aí depois acerta o alvo. Até que você fica muito bom e vira professor daquilo, né? Mas para você chegar nisso, você teve que errar muito. Você acertou o pé de alguém, você acertou o próprio pé, né? Então, a farpa que a gente larga nos outros, que os outras pessoas largam na gente, na verdade é a gente tentando aprender a fazer as coisas. Isso é natural. E a gente tem que olhar pro outro com essa compaixão. Ele tá aprendendo, poxa, mas falou mal de mim pro chefe. A maledia de ciência é uma imperfeição. E aí a gente tem que compreender aquilo, resolver às vezes o problema, tal, né? esclarecer as coisas, mas entender que faz parte da imperfeição da Mas eu não sou maledicente. Hum. Tá, faz de conta. Então, você tá resolvido esse problema contigo, mas você tem outros problemas. Então, a farpa, ela é esse desvio da lei. E a lei divina, ela é imutável. A gente sai, a gente esbarra, a gente sofre. E aí, como a gente sofre, é da lei a gente sofrer, para que a gente saiba que tá no caminho errado, a gente pega e volta. voltou, acertou, você começa entender que você acertou o alvo. E essa lei, essa lei natural, ela tá escrita na consciência de todo mundo. O livro dos espíritos fala isso pra gente na questão, questão 621. A gente tem isso, só que a gente precisa aprender essa lição. E aprender é vivendo, né? Eh, às vezes a farpa é muito doída, às vezes a agressão é muito forte, às vezes nós estamos diante de uma situação que não é um arranhão, como o Simeão falou. A maior maior parte dos nossos dias e semanas a gente fica com raiva e magoado por coisa muito à toa, mas de vez em

vezes nós estamos diante de uma situação que não é um arranhão, como o Simeão falou. A maior maior parte dos nossos dias e semanas a gente fica com raiva e magoado por coisa muito à toa, mas de vez em quando a gente é submetido a algumas situações muito graves. E a gente é também convidado a perdoar inclusive nessas situações. Afinal de contas, aquele que nos inspira, nos ensinou a perdoar se for crucificado. E não é metáfora. Ele foi crucificado e nos ensinou que devemos perdoar mesmo nessas situações. Ele passou por tudo que podia passar de mais perverso naquela época e ensinou pra gente na prática, nas parábolas, no dia a dia e na morte dele e na vida dele que a gente precisava perdoar. Aí o André Luiz nos diz o seguinte: "Quando você topar com essas coisas grandes, é importante a gente refletir". que muitas vezes, né, a gente tem que compreender que a perversidade é loucura, que a revolta é ignorância e que o desespero é enfermidade. Para que a gente possa ver às vezes os desatinos que aconte que acontecem com compaixão. Quando a gente vê situações dramáticas de terror mesmo, e a gente faz oração pela vítima, não se esqueça de fazer oração pelo agressor. ele está envolvido numa loucura, numa enfermidade terrível e vai passar talvez centenas de anos para poder se recuperar. Então, a gente precisa fazer fazer vibrações e orações, inclusive para essas situações muito fortes. Mas a maioria das vezes, e que a gente reclama e que a gente se magoa são pequenos arranhões. E por que que eu me magou com tão pouca coisa? Esses dias meu filho tava falando de uma coisa desatinada que existe entre os jovens. A gente tava conversando sobre aquela série que surgiu que chama Adolescência. Ele já não é bem um adolescente, mas um eh eh convive, né? Então sabe um pouco. E ele me contou de uma situação muito, vamos compartilhar aqui, né? Um amigo foi eh tirar satisfação com ele. Porque que ele deixou de seguir uma outra amiga? Aquela amiga foi tirar satisfação com ele. Por que que o fulano

situação muito, vamos compartilhar aqui, né? Um amigo foi eh tirar satisfação com ele. Porque que ele deixou de seguir uma outra amiga? Aquela amiga foi tirar satisfação com ele. Por que que o fulano deixou de me seguir? tava magoadíssima porque o meu filho deixou de seguir ela. Eu falei assim: "Como assim no Instagram? Ela tá magoada porque eu deixei de seguir no Instagram. Ele não entendeu nem eu. Olha o com que as pessoas estão se magoando hoje nessa geração. Só que não é diferente da nossa geração. A gente também se magoa. Tudo bem que talvez a gente tem mais da minha geração aqui, né? Tem gente mais novo, tem gente mais velha. Os mais velhos do que eu, com certeza também não entendem como é que se magoa quando alguém deixa de seguir alguém no Instagram. Quem é mais novo talvez possa entender um pouco melhor, mas a gente se magou com coisa à toa, com alguém que fala alguma coisa, não me cumprimentou direito, não olhou para mim direito, tá olhado torto para mim, não sabe o que que a pessoa tá passando. E a gente fica magoado com coisa à toa. Por quê? Qual que é a base da mágua? O que que fomenta essa capacidade que a gente tem de ficar com raiva de alguém? É orgulho, é vaidade, é? É ciúme e é inveja. É tudo de ruim. Experimenta pensar em alguma coisa que você ficou com raiva hoje ou essa semana e tenta ser sincero contigo mesmo para saber por que você se magou. Por que que eu fiquei com raiva? Olha para dentro de você. Nossa, eu fiquei com raiva porque eu achei que eu sou melhor do que o outro e ele não podia fazer isso comigo. Quem pensa que quem ele acha que é? Então, muitas vezes o a mágoa é seu orgulho ferido. E essa é a base. Quando você tá no quintal lá e a sua mão se feriu na farpa, a mão do colega não se feriu, não sentiu dor. A farpa até entrou, mas não sentiu dor. Por que que uma pessoa tem dor, outra não tem? Por que que uma situação onde você se sentiu magoado, alguém que tivesse do lado poderia dizer assim: "Não, não percebi que ele foi agressivo contigo?" Não,

que que uma pessoa tem dor, outra não tem? Por que que uma situação onde você se sentiu magoado, alguém que tivesse do lado poderia dizer assim: "Não, não percebi que ele foi agressivo contigo?" Não, não, não percebi não. Porque talvez essa pessoa tenha menos orgulho, tenha menos vaidade, tem um pouco mais de humildade, tem um pouco mais de compaixão e não precisou nem lançar mão do perdão porque nem foi ofendido. Percebem? Olha o tanto que é legal. O legal é chegar nesse nível onde você não mais se ofende. Não precisa lançar a mão da pinça. Aquilo nem doeu. Aquilo nem te incomodou. você continua trabalhando ali, fazendo o seu serviço, não te incomodou. Esse é o nosso alvo, não precisar da pinça para não sentir dor. Mas eh às vezes a gente fica até encolerizado, acontece alguma coisa, você tá lá com a mão doen e em vez de pegar a pinça e tirar da nada da farpa, você começa a gritar com o outro, convidando o outro para vibrar na mesma vibração que a sua. E a pessoa fica convidada a fazer isso. Se ela topar, ela entra na mesma vibração. E agora são dois vibrando. E como diz a música, 1 mais um é sempre mais que dois. Um mais um vibrando. Embaixa vibração, acaba chegando mais alguém ao redor que vocês já sabem quem são, né? Os obsessores que chegam ao redor, os espíritos que gostam daquele tipo de bafão que tá acontecendo, aquela treta. Aí chega lá e pronto, tem companhia. E a partir dali a gente começa a ter um reforço daquilo que a gente tá vivenciando. Se a gente se deixa levar pela cólera diante de algum desafio, André Luiz nos diz que a gente sofre um curto circuito das forças mentais e a gente vai ser, a gente é arrojado ao passado. Olha só, uma frase pequenininha. Se você se deixa levar pela cólera, vocês já viram isso quando você fica, eu não sei, talvez a maioria de nós aqui já teve ataque de fúria. Eu já tive meus ataques de fúria. Quando você tem ataque de fúria, você fala assim: "Eu saí de mim, você se desconhece". Não, não, não era eu, era você, sim. Só que era o você de 400 anos

ue de fúria. Eu já tive meus ataques de fúria. Quando você tem ataque de fúria, você fala assim: "Eu saí de mim, você se desconhece". Não, não, não era eu, era você, sim. Só que era o você de 400 anos atrás. Pensa o que a gente era 400 anos atrás, gente. Se a gente hoje tá na melhor versão, o que era 400 anos atrás? A cólera nos joga no passado. Aí alguém faz uma coisa com você, você se magoa. Magoa porque é orgulhoso. Aí você comunica essa raiva, essa fúria, isso amplifica. O outro pode aceitar ou não o seu desafio, né? O outro pode aceitar ou não essa fúria, vibrar no mesmo nível ou dar um basta, né? Se ele aceitar, a coisa vai piorar. Se ele não aceitar, o problema não fica com ele. Mas você pode ficar remoendo e você remoendo dá na mesma. os obsessores vão chegar e vão te levar em pensamento a situações ainda mais profundas desse desfiladeiro. E você vai afundando nisso. Essa esse tipo de vibração mental, ele acaba contaminando o fluido espiritual que tá ao seu redor. Eu não sei se vocês sabem, mas tudo que é matéria tem uma origem no fluido cósmico universal. desde essa matéria que a gente toca e tá vendo aqui até a matéria que os espíritos manipulam, que a gente não vê, que é uma matéria, né, que tem essenciada a gente não vê aqui no plano encarnado, mas é a matéria também. Essa matéria forma o nosso perespírito, por exemplo, e o nosso perespírito é capaz de lidar com os fluídos espirituais que estão ao nosso redor e que são modificados pela nossa influência. Então, esses fluidos espirituais modificados pela nossa influência começam a ser influenciados por aquela sensação de ódio, de raiva, de mágoa que eu estou tendo de uma pessoa que nem sabe que eu existo e que tá sendo comunicado aqui aos espíritos obsessores que estão fomentando ainda essa guerra de mim, comigo mesma. E isso comunica meu perespírito. E meu perespírito começa a ficar encharcado daquelas ondas mentais deletérias, esfumaçadas que estão atrapalhando o funcionamento dos órgãos que tá sendo comunicado no corpo físico e assim eu

spírito. E meu perespírito começa a ficar encharcado daquelas ondas mentais deletérias, esfumaçadas que estão atrapalhando o funcionamento dos órgãos que tá sendo comunicado no corpo físico e assim eu adoeço e aí meu per espírito todo cheio daquela daquela daquela daquele veneno que eu criei para mim, ele precisa de um lugar para purgar aquilo e funciona que nem um furúnculo. precisa abrir uma fístula e ele abre uma fístula no corpo físico e aí eu começo a ter doença. É uma gastrite, é uma doença inflamatória intestinal, é uma doença autoimune. Eu fico mais suscetiva a infecções. Minha família inteira ninguém pega infecção, eu gripo que é um trem, né? Então a gente começa a ter doenças porque a gente tá que você faz para resolver isso? Vai no centro espírita, beleza, toma um passe, OK? Dá uma limpada no per espírito, mas se você continua fomentando a origem daquele pus, a coisa não vai se resolver. Então você precisa tratar isso, você precisa tirar isso de você. Agora pensa o seguinte, se você vai resolve o seu problema, resolve com o colega aquilo que aconteceu com você, tira essa mágoa do seu peito, beleza? Se você não tira e se você desencarna com isso, como que é desencarnar com isso? Quer dizer, eu tô com a farpa ainda debaixo da minha unha. Existe um um relato eh no livro da Ivone do Amaral Pereira, chama Dramas da Obsessão. O o caso chama Leonelos judeus. Ele retrata uma situação onde Jerônimo de Azambuja, que era um inquisidor, ele persegue, persegue muita gente, matou muita gente e perseguiu ali no na história conta a história de uma família de judeus que foram perseguidos pela inquisição. Sofreram todas as torturas e foram mortos na fogueira, eh, com com muita tortura, tal, não sei o quê. Uma das pessoas perdoou, seguiu adiante, né? Isso não exime o Jerônio de Azambuja de reencarnar no Brasil. reencarnou no Brasil, inclusive amigo do pai da Ivone. E aí ele passa, vai no processo obsessivo, lascado por conta dessa família que fica obsediando. E a Ivone vai tratar isso junto com Bezerra

asil. reencarnou no Brasil, inclusive amigo do pai da Ivone. E aí ele passa, vai no processo obsessivo, lascado por conta dessa família que fica obsediando. E a Ivone vai tratar isso junto com Bezerra de Menezes, vai tratar essa obsessão e conta pra gente no livro. O conto é maravilhoso, né? Que que a gente descobre? A menina que perdoou tudo é espírito de luz, tá avançado e volta para poder ajudar a família. A família ficou congelada 400 anos com a farpa debaixo da unha. 400 anos. Isso não quer dizer que se eles perdoassem o Jerônimo de Azambuja, que era o inquisidor, tava livre. Não, ele teria que passar pelo aprendizado que ele tem que passar, que aquilo que ele fez estava errado, mas eles não precisavam sofrer. A farpa tava debaixo da unha deles. Ela, a menina, tirou a farpa e foi embora. Então a gente fica congelado no tempo. Gente, enquanto a gente não tira essa farpa, não para de doer. Quanto tempo dura essa farpa doendo na minha mão? O tempo que durar, o tempo que eu demorar para poder pegar danada da pinça e tirar essa farpa de lá. Pode durar um dia, pode durar um milênio. E a decisão é nossa. Por isso que Jesus fala assim, ó: "Reconciliai-vos o mais depressa possível com o vosso adversário, enquanto estais com ele a caminho, para que ele não vos entregue ao juiz, o juiz não vos entrega ao ministro da justiça e não sejais metido em prisão. Digo-vos em verdade que daí não saireis enquanto não houverdes pago o último seitil. Gente, a gente não pode sair daqui com nenhuma encrenca. Essas encrencas grandes que a gente arruma na vida, vamos dar um jeito de desencrencar elas, tirar essa farpa debaixo da unha da gente aqui dentro do coração, para que a gente possa seguir adiante e livre. E o que acontece se eu consigo tirar essa farpa? Olha que delícia. Emanuel fala que saúde é a perfeita harmonia da alma. Olha que delícia. Perfeita harmonia da alma. Se eu tiro essa fárma, se eu não acumulo esse veneno dentro de mim, eu vivo mais feliz. A gente vive num mundo de provas, expiações, a gente vive num

alma. Olha que delícia. Perfeita harmonia da alma. Se eu tiro essa fárma, se eu não acumulo esse veneno dentro de mim, eu vivo mais feliz. A gente vive num mundo de provas, expiações, a gente vive num mundo corpóreo, bem denso, o nosso corpo vai adoecer e a gente vai morrer de qualquer jeito. Não tem saída, não temos notícia de nenhum espírito de luz que encarnou e que não morreu, né? Todos morremos, né? da lei, mas a gente vai viver melhor, a gente vai viver mais e vai viver melhor. E existem vários artigos científicos publicados em revistas médicas provando que pessoas que vivem com mais espiritualidade, ligadas mais à ideia de perdão, otimismo, altruísmo, vivem cerca de 20 anos a mais. E mesmo que diante de uma doença tipo um câncer, alguma coisa assim, que parece que as pesquisas não mostram que tem tempo a mais, mas tem qualidade de vida melhor do que se não tivesse. Então, vale a pena a gente buscar essa pinça. A gente tem que tirar essa essa farma. E aí quando eu volto para aquele lugar para poder trabalhar de novo, uma vez que eu comecei a fazer esse movimento de tirar essas farpas de mim e vou novamente entrar no mundo de relação, eu vou de novo me relacionar no trabalho, na escola, na família, eu boto uma luva e vou com cuidado, porque eu sei que tem farpas e eu sei que eu sou orgulhosa e que eu sinto dor. Porque se eu conseguir gerar em mim mais amor, talvez eu consiga nem sentir as farpas mais do caminho, né? Mas eu sei, eu me conheço, eu sei que eu ainda sou muito orgulhosa tudo mais. Então eu vou de luva. Que que é o luva? Vou orar e vou vigiar. Existe uma questão no livro dos espíritos, a 919, que Santo Agostinho dá uma dica pra gente. Ele fala: "Olha, pensa todo dia o que que você fez, se tem alguém com raiva de você, se você fez todo o bem que você podia fazer e planeja o seu amanhã de uma forma melhor". Na 909 do livro dos Espíritos fala assim, ó: "A gente pode domar nossas más inclinações. Eu queria tanto ser melhor, né? Eu quero ser melhor, mas é parece tão difícil. Eu

amanhã de uma forma melhor". Na 909 do livro dos Espíritos fala assim, ó: "A gente pode domar nossas más inclinações. Eu queria tanto ser melhor, né? Eu quero ser melhor, mas é parece tão difícil. Eu queria ser menos orgulhoso, menos orgulhosa, menos vaidosa, ter menos inveja. Eu queria tanto ser um pouco, a gente tanta coisa bonita, será que é possível? E aí os espíritos respondem: sim e normalmente com esforços insignificantes. O que falta é vontade. O tal do insignificante é meio um tapa na cara da gente, né? Porque fala que a gente pode modificar a gente de maneira substancial, com esforços insignificantes. O que falta é vontade. Ai, poucos de vós têm vontade, né? Então, tá faltando um pouco isso, né? Então, a gente vai orar e a gente vai vigiar. Na próxima vez que que vocês sentirem raiva de alguém, vamos fazer esse desafio. Vai sair daqui e batata, né? Alguém já vai passar por uma raiva hoje. Na hora que vocês sentirem uma raiva, para e pensa: "Por que eu tô com raiva? Qual que é o motivo de eu tá com raiva?" e tenta ver honestamente dentro de você porque aquilo te fez passar raiva e identifica dentro de você a imperfeição. O céu inferno fala pra gente assim, tem um tem uma parte céu inferno que chama Código Penal da Vida Futura. Não sei se vocês conhecem, Código Penal da Vida Futura. Super legal. Código Penal, que nem a gente tem, pouquíssimos artigos, funciona direitinho. Por que que a gente sofre? Porque a gente é imperfeito. Para cada imperfeição, a gente tem um sofrimento. Para cada virtude a gente tem um gozo. Pronto. Simples assim. Resolve suas imperfeições, acaba o sofrimento. É só isso, né? Então, se você saiu daqui e alguma coisa te fez sofrer, é porque você tem alguma imperfeição. Qual é ela? Descubra. Pode ser tanta coisa. E às vezes a gente tem que agir com compaixão com o outro. Tem uma situação que aconteceu essa semana com uma paciente minha, ela já é idosa e ela tá, ela passou uma situação a vida inteira muito difícil, ela já tá numa sobrecarga danada e agora ela tá

outro. Tem uma situação que aconteceu essa semana com uma paciente minha, ela já é idosa e ela tá, ela passou uma situação a vida inteira muito difícil, ela já tá numa sobrecarga danada e agora ela tá investigando uma situação que pode ser um câncer disseminado. Ela não tem muito apoio familiar, então ela tava suptando, dirige idosa, bem idosa, e dirige. Tava numa rua movimentada de Goiânia, se distraiu um pouquinho no semáforo. Semáforo abriu, ela se distraiu um pouquinho, alguém atrás buzinou. Ela falou para mim assim: "Meu sangue subiu". Falei: "Que que a senhora fez?" Eu abri a janela e xinguei tudo que eu podia xingar. Se você é uma pessoa espírita que acabou de sair da palestra da fé ego, você pode até abrir a porta como o cara fez. O cara saiu, era jovem, forte, saiu. Ela é uma senhora de 1,50 m. Ele saiu forte, chegou do lado dela. Você pode fazer isso, você sai, chega lá e fala assim: "A senhora tá bem?" No mundo perfeito seria isso, né? A senhora tá bem, porque não é normal uma buzinada que eu só quis acordar a senhora um pouquinho, tava um pouco extraída, a senhora fica tão brava desse jeito. Tá tudo bem, posso te ajudar em alguma coisa? Bota lá o triângulo, né? Tô fazendo aqui uma catarse aqui, gente, para o trânsito que eu vou dar um bate um papo aqui, uma DR aqui com essa pessoa precisando. Vocês se vira aí tem 63 85, se vira aí, nós vamos conversar aqui de boa. No mundo ideal a gente poderia olhar com compaixão. Essa pessoa não tá bem, gente. Que que o cara fez? Xingou ela mais do que ela tinha xingado. Ela fechou, saiu correndo com o carro, ele saiu atrás dela, perseguiu ela. Ela sabia que tinha uma delegacia por perto e foi pro rumo da delegacia. Aí ele sumiu, gente, por causa de uma buzinada. num semáforo que tava, sabe, gente? A gente tem que ter um pouco mais de compaixão. Por que que ela tava nervosa? Porque ela tá vivendo toda uma vida de desatino e agora tá vivendo uma suspeita de câncer. Ela tá com a vida por aqui, sabe? Ela tinha que abrir a janela e brigar. Não, ela não

e que ela tava nervosa? Porque ela tá vivendo toda uma vida de desatino e agora tá vivendo uma suspeita de câncer. Ela tá com a vida por aqui, sabe? Ela tinha que abrir a janela e brigar. Não, ela não tinha. Mas aconteceu com a gente, compaixão. Essa pessoa não tá bem. Agora que a gente sabe da história, a gente fica com dor dela, não fica? Mas se alguém fizer isso com vocês e vocês não sabem da história, vamos supor que seja essa a história e vamos agir com mais compaixão com o outro. E se por acaso a gente é que abriu a janela e xingou o outro? E agora você tá muito arrependido e envergonhado porque tudo que eu falei aqui serve também pro movimento de culpa. Quando a gente faz alguma coisa que é ruim e a gente precisa do perdão do outro. Afinal de contas, eu preciso treinar com outro porque eu mesma preciso me perdoar. Porque a gente vai ser julgado por nós mesmos. A lei de Deus está escrita na nossa consciência. É a gente que vai se julgar na hora que a gente precisar julgar. Então eu preciso treinar com perdão com o outro. Eu preciso perdoá-lo para que eu possa me perdoar das atinos que eu cometo. E se isso acontecer comigo, eu preciso ser capaz de entender por que eu fiz errado. Porque eu errei o alvo. Porque eu ainda sou imperfeito. Isso não me exime do esforço de tentar me melhorar. Não. Eu preciso reparar meu erro. Olha, eu acabei de te xingar aqui no trânsito, mas acabei de perceber que eu fiz besteira, senhor. Me desculpa, fiquei até com medo, senhor. Senhor, é grande, né? Tô com medo de apanhar aqui agora. Eu caí a ficha, né? Então, por favor, me desculpa, eu fiz errado, né? Desculpa, né? E segue adiante. Dá para reparar o erro que você fez? Ótimo. Não dá para reparar, pedir desculpas. Tenta reparar com outros. Tenta diluir os seus erros com coisas boas, com a benevolência. Não tem mais jeito. Eu fiz alguma coisa, dirigi no trânsito, causei um acidente, morreu alguém. Vou carregar essa culpa pro resto da vida. Tem jeito de você voltar atrás, trazer essa vida

enevolência. Não tem mais jeito. Eu fiz alguma coisa, dirigi no trânsito, causei um acidente, morreu alguém. Vou carregar essa culpa pro resto da vida. Tem jeito de você voltar atrás, trazer essa vida de volta? Não tem. Tem jeito de você trabalhar pela vida dos outros? Tem. Dilui aquilo que você tem de erro no meio de vários acertos. É assim que funciona. Joana deângeles fala isso pra gente diluir os nossos erros no meio de muitos acertos. E a gente pode fazer isso. E a ideia do perdão é uma ideia de Cristo muito poderosa e que naquela época, quando ele veio, naquela região do Oriente Médio, não existia a ideia do perdão. Existia em outros lugares da terra. Por exemplo, na Índia, nos livros dos Vedas, tem uma fala muito bonita, mas naquela região não tinha. E hoje a gente tem que ter clareza disso. Não existe a ideia de cristão, não existe a ideia de espírita sem a ideia de perdão. A gente precisa perdoar o tempo inteiro. Se a gente não é capaz de nem perceber a ofensa, que seria o grau ótimo, né, que eu nem sinto dor na farpa, mas se eu me magou, que eu seja capaz de eliminar essa coisa de dentro de mim para que a gente possa se dizer cristão, que a gente possa se dizer espírita. Jesus falou tanta coisa, né? perdoar 70 vezes, sete vezes, deu o exemplo da mulher adúltera, perdoou a gente na cruz, enfim, ele tem muitas citações sobre perdão e experiência sobre o perdão e a gente precisa vivenciá-lo a cada dia. Vou terminar com uma frase dos Vedas, que vem de missionários que Jesus mandou muito antes dele para poder preparar o terreno para ele e que diz o seguinte: "Seja como sândalo." Sândalo é uma árvore muito perfumada. Seja como o sândalo que perfuma o machado que o fere. A gente precisa ser esse sândalo. Obrigada, gente. Boa noite, noite a todos. Luciana, você foi feliz demais, mas que essa farpa doeu, doeu. Quem sentiu aquele tremor da farpa? Então é a mesma coisa com perdão, né, gente? Perdoar não é fácil não. Mas aí para completar a palestra linda dela, ela falou do

mais, mas que essa farpa doeu, doeu. Quem sentiu aquele tremor da farpa? Então é a mesma coisa com perdão, né, gente? Perdoar não é fácil não. Mas aí para completar a palestra linda dela, ela falou do sândalo. Olha que bondosa. Primeiro deu a espetadinha, né? Depois veio com a flor, com o cheiro da flor. Parabéns, Luciano. Foi linda sua mensagem. O perdão não é fácil não, né, gente? Mas nós estamos aqui é para isso, é para aprender. E é de outra coisa que eu assustei ela falar que hoje nós somos o melhor de nós. Imagina 400 anos atrás como que seria. Então a gente imagina tudo isso, né? aprender o perdão. Vamos agradecer bastante essa noite de hoje. Vamos nos preparar para o passe com a música suave, né, que os meninos vão colocá-la para nós e já vamos mentalizar Jesus, imaginar que ele tá perto de nós, abençoando cada um, carregando algum que tá precisando ser carregado, abraçando algum que esteja precisando de um abraço. Так. Vamos pedir que os médicos se preparem. Vamos nos deixando levar por essa música suave. Envolvendo nossos pensamentos, acalmando todo o nosso corpo. sentir a presença dos mentores espirituais, envolvendo cada um de nós, ouvindo os nossos pedidos, as nossas dificuldades e colocando remédio em nossa mente. em nossas energias. Vamos perceber que essa sintonia junto aos mentores espirituais é uma grande bênção. Temos o privilégio frequentando esta casa, receber todas essas energias. Temos o privilégio de ouvir essas mensagens do Mestre Jesus, imaginando que ele estaria conversando conosco, imaginando que ele calacaria a mão no nossos ombros para aliviar o peso das nossas lutas. E aí nós íamos receber aquele abraço maravilhoso daquele ser tão iluminado que não descuida de nós, que nos protege diariamente, encarnação a encarnação. E ele confia plenamente que um dia seremos espíritos felizes. Mas vamos começar por hoje, ouvindo essa lição maravilhosa do Evangelho sobre o perdão. Vamos trabalhar em nossa mente essa linda mensagem da noite. Que Deus possa abençoar todos

os espíritos felizes. Mas vamos começar por hoje, ouvindo essa lição maravilhosa do Evangelho sobre o perdão. Vamos trabalhar em nossa mente essa linda mensagem da noite. Que Deus possa abençoar todos nós, encarnados e desencarnados, levando para o nossos lares toda essa energia que aqui recebemos. Que assim seja. Boa noite a todos. Até a semana que vem.

Vídeos relacionados