PERDA DE TEMPO? - Mário Augusto [PALESTRA ESPÍRITA]
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A paz [canto][música] dentro de mim que encontrei [canto][música] na comunhão. Foi nessa casa [canto] que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando [canto] amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. >> Senhor, mesmo [canto] tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui [música] eu [canto] entendi qual o valor dessa [música] missão. >> Olá, pessoal. Boa noite. Sejamos bem-vindos a mais um momento de comunhão, literalmente de comunhão espírita nessa noite de 28 de maio de 2026. Para quem esteja aqui pela primeira vez, receba o nosso abraço de boas-vindas. Sejamos todos bem-vindos. Para quem está passando por um processo de tratamento espiritual, vai dar certo, não nosso tempo, mas no tempo de Deus. E a gente vai refletir um pouco aqui durante os próximos 30 minutos sobre o tempo, sobre a importância do tempo para quem é imortal. Então, a nossa reunião pública, ela se divide em três momentos, que é a prece inicial, a palestra propriamente dita e a prece final. Então, vamos aqui paraa nossa prece inicial. Prece é a mesma coisa do que oração. É um ato de adoração a Deus que, segundo ensina a doutrina espírita, se bifurca em três pilares: louvar, pedir e agradecer. Então, para quem quiser fechar os olhos, fique bem à vontade. Particularmente, eu estou de olhos abertos. que possamos abrir os nossos corações e as nossas mentes para tentarmos, não que vá conseguirmos ter um momento de serenidade, ter um momento de calmaria, ter um momento de conexão com o nosso anjo da guarda, que é um espírito protetor, que nos intui diariamente e que está sempre conosco. para nos ajudar, para nos incentivar e também para nos socorrer. Amado Mestre Jesus, que eu possa nos caminhos em que tateio o teu evangelho, me fortalecer, me unir com as palavras de vida eterna. que você, mestre amigo, se propõe a me ensinar na certeza de que enquanto um ser imortal, as questões que eu passo na atual reencarnação oportunidades para o espírito que é inquebrantável, aprender, se fortalecer e consequentemente
õe a me ensinar na certeza de que enquanto um ser imortal, as questões que eu passo na atual reencarnação oportunidades para o espírito que é inquebrantável, aprender, se fortalecer e consequentemente evoluir. Assim, com essa prece, damos por iniciados os trabalhos da noite de hoje. Quem está conosco no YouTube, Breno Rafael, Camila Guimarães, se puder dizer de onde é pra gente fazer uma interação. Também nos assiste Leonardo Formiga, que é um amigo meu de Natal, que eu tava conversando há pouco com ele sobre as inúmeras questões da vida. E o tema proposto paraa noite de hoje é uma pergunta: perda de tempo. Porque muitas vezes quando a gente se vê em erro, não da boca para fora, mas quando a gente se vê em erro intimamente, a gente passa uma vergonha, a gente tem uma perspectiva de arrependimento e vem esse questionamento: "Meu Deus, quanto tempo perdido! Porque eu não consegui observar isso durante muito tempo na minha vida. E tudo que eu quero agora é mais uma oportunidade para voltar no tempo. E aí a gente se se equivoca quando a gente quer voltar no tempo, porque o que passou passou. A vida é daqui paraa frente e nós, aos trancos e aos barrancos, diante das nossas dores, diante das nossas angústias e aflições, nós vamos sobrevivendo. Cada um como pode, cada um como conseguir se ajustar e continuar aí a nossa jornada imortal. registra a questão 171 de O [limpando a garganta] livro dos Espíritos, a qual particularmente eu sou cliente VIP, sobretudo nos meus processos, que a reencarnação é uma grande oportunidade que Deus nos dá para a gente ir se ajustando, para a gente ir se adequando, cada um com o seu tempo. E é importante, e é isso que eu refletia com o meu amigo Leonardo Formiga lá em Natal, aqui pelo WhatsApp, a importância de respeitarmos o nosso tempo, o nosso tempo de dor, o nosso tempo de aprendizado e o nosso tempo de se levantar. A vida ela não é imediata e as nossas questões não se resolvem em estalar de dedos. A depender a depender da situação que nós temos, nós podemos inclusive ir
prendizado e o nosso tempo de se levantar. A vida ela não é imediata e as nossas questões não se resolvem em estalar de dedos. A depender a depender da situação que nós temos, nós podemos inclusive ir para um processo terapêutico para tentar ajustar o nosso cognitivo com um profissional da psicologia. A depender do nosso processo, nós podemos procurar um centro espírita sério, como é a comunhão espírita de Brasília, para fazermos um atendimento chamado atendimento fraterno. O que que é isso? Para quem porventura não saiba, atendimento fraterno é quando a gente passa por uma dor, uma dor incrível, que de tão incrível ela não consegue ser falada, ela não consegue ser descrita. É uma dor da alma que dói em todo canto e a gente não consegue nem imaginar o nascedouro e nem a sua dissipação. E a gente fica cansado e sobrecarregado. E temos uma estratégia cristã de visitarmos o vind de Amim. Quando Jesus convida os cansados e sobrecarregados, porque eu vos aliviarei. Meu fardo é leve e o meu julgo é suave. E a depender da crença, nós podemos procurar uma casa espírita. E não nos enganemos, nem nos assustemos, que dentro de uma casa espírita não existe nada, absolutamente nada de fantasma agórico. O que pode acontecer, e é lá numa reunião mediúnica, que é um ambiente muito seguro, é algo como se fosse um desabafo de algumas entidades que já desencarnaram e ainda não conseguem diluir as suas dores, as suas mágoas e os seus rancores. Mas no centro espírita sério que se propõe a divulgar o pensamento de Allan Kardec, nós temos ambientes seguros de acolhimento. Certa vez, um plano de trabalho da Federação Espírita Brasileira, que dura 4 anos, ele trouxe como um tripé uma perspectiva da divulgação espírita. Consolar, acolher e esclarecer. Cada um com seu tempo, cada um com o seu cada qual. Se eu estou passando por um processo de sofrimento, de angústia, de aflição, uma sensação de tempo perdido e procura um centro espírita, a equipe vai em um primeiro momento acolher. A gente acolhe as dores
estou passando por um processo de sofrimento, de angústia, de aflição, uma sensação de tempo perdido e procura um centro espírita, a equipe vai em um primeiro momento acolher. A gente acolhe as dores porque a dor de Maria, muito embora não seja igual à dor de Mário, ela é semelhante. Porque enquanto espíritos gravitando na órbita da questão 101 de o livro dos espíritos, espíritos ainda no estado psíquico barra cristão da imperfeição moral, a gente vai se assemelhando, a gente vai se diferenciando em relação aos pensamentos por um fiozinho bem fininho de cabelo. E quando a gente passa por um processo difícil, aqui na comunhão, por exemplo, a gente procurar, pode procurar a recepção na pessoa de Bárbara, não Bárbara Brito, a palestrante, mas tem outra colega chamada Bárbara, e pedir como se fosse uma regulação para um tratamento espiritual, para, na verdade, para um atendimento fraterno. A gente vai, conversa com a pessoa e a pessoa vai estabelecendo algumas diretrizes cristãs, algumas diretrizes espíritas. E se tem uma diretriz que o espiritismo reflete sobre os nossos processos de dores, é um sentimento chamado paciência. E por incrível que pareça, quando a gente passa por um processo de dor, um dos sentimentos mais difíceis que nós temos para executar é a paciência. Por quê? Porque enquanto criações divinas, intimamente falando, nós sabemos que não fomos criados para o sofrimento. É por isso que a gente chora, porque o choro do espírito, o choro da alma, que às vezes nem lágrima tem, é um momento em que ele convive com um conflito interno na perspectiva de que é uma obra de Deus, criada por amor e para o amor, e também na perspectiva de algumas desiluições que a gente vai vivendo, que a gente vai se deparando, que a a gente vai tropeçando ao longo do nosso processo de execução do planejamento reencarnatório. Porque todos nós aqui, individualmente falando, passamos por um processo de planejamento. No espiritismo não existe aquela fofoca da cegonha, não existe. Nós passamos por um processo
o reencarnatório. Porque todos nós aqui, individualmente falando, passamos por um processo de planejamento. No espiritismo não existe aquela fofoca da cegonha, não existe. Nós passamos por um processo bem meticuloso, pelo laboratório de Deus, que não tem um caldeirão assim com a grande colher de pau que nem era a bruxa lá do desenho pica-pau, fazendo ali alguma manipulação, alguma alquimia. O laboratório do planejamento reencarnatório que nós passamos, ele é conduzido por mentores, por espíritos queridos, amigos e amados que torcem muito pelo nosso desenvolvimento. E quando a gente volta, a gente tem uma perspectiva para cumprir. Nós não escolhemos especificamente as espécies das provas e das expiações que vamos vivenciar. Nós escolhemos de uma maneira genérica, como, por exemplo, vou reencarnar no Brasil. E dentro do meu processo, processo de execução do planejamento reencarnatório, eu vou atravessar conviver com o flagelo destruidor que a cada 100 anos ciclicamente acontece no planeta. Nós estamos passando, nós somos sobreviventes de mais um flagelo destruidor, que foi a pandemia do COVID-19. Quem tem olhos para ver e veja que há 6 anos, há 6 anos atravessava o mundo. A gente tava no primeiro mês da pandemia, sem saber o que seria. E aqui estamos reencarnados e desencarnados, sobreviventes e sobreistentes. E a gente vai tendo mais uma oportunidade de moratória divina para aprendermos, para nos fortalecermos. Mas como o habitante do mundo de provas e expiações é um pouco teimoso e a depender do sujeito é mais teimoso ainda. Mesmo tendo o modelo e guia da humanidade registrado na questão 625 do livro dos espíritos, que é Jesus Cristo, mesmo tendo um horizonte literário, que é a obra de Allan Kardec, ele vai se equivocando, ele vai errando, ele vai caindo. Mas esse é o processo, porque não existe não existe amadurecimento fácil. Muito embora a vida seja bela, ela não é fácil. É tanto que Deus nos proporciona, além de inúmeras religiões, um anjo da guarda, que é a nossa babá espiritual.
existe não existe amadurecimento fácil. Muito embora a vida seja bela, ela não é fácil. É tanto que Deus nos proporciona, além de inúmeras religiões, um anjo da guarda, que é a nossa babá espiritual. E quando a gente erra, que a gente tem essa sensação de tempo perdido, às vezes vem um peso à consciência. E aí, meu amigo? E aí, minha amiga? É uma vergonha indritível. Quem passa a mão na cabeça assim: "Meu Deus, eu não consigo acreditar". Aí eu acho que Deus deve falar assim: "Meu amigo, acredite e para além disso, acredite que com o tempo você se ajusta". Tem uma música cantada por um conjunto chamado Capital Inicial. Primeiros erros que eu tenho, uma amiga chamada Laurinha, que recentemente cantou com Dinho Ouro Preto. Se um dia eu pudesse ver meu passado inteiro e pudesse parar de chover nos primeiros erros. O meu corpo virar e a sol, minha mente virar e a sol, mas só chove, chove. Aí o cantor e não Laurinha começa a chorar de arrependimento. Mas só chove, chove. Ali a proposta daquele conjunto é refletir sobre o nosso processo de amadurecimento. Porque se a gente pudesse ver as consequências dos nossos erros, muito provavelmente nós nem sequer erraríamos. E o grande norte da vida é que nós não estamos preparados. Viver é uma grande, uma grande experiência enriquecedora sobre a qual precisamos tomar decisões sem sabermos se vai dar certo. Tem até um meme. Vai lá, tá com medo? E se der certo? E se não der certo? E se der errado, mas vai dar certo. A gente vai tentando os nossos processos. E às vezes pode ser que as nossas iniciativas não sejam tão frutíferas. E quando a gente se depara com um processo de colheita amargo, nós temos uma oportunidade de comer, de provar, de degustar o fruto, de fazermos uma reflexão a respeito da estrutura do pensamento que nos levou à colheita. E quando a gente reflete sobre a estrutura de pensamento da nossa colheita, o ponto é nós não irmos à colheita e sim à semeadura. Tem um jargão de pensamento espírita que é um clichê. Quem planta cenoura não colhe alface.
ete sobre a estrutura de pensamento da nossa colheita, o ponto é nós não irmos à colheita e sim à semeadura. Tem um jargão de pensamento espírita que é um clichê. Quem planta cenoura não colhe alface. Mas é muito fácil falar a respeito de uma decisão a qual nós não sabemos os bastidores, que às vezes é os nossos processos de julgamento em relação ao outro. Mas todos nós temos um momento de bastidor, um momento de video show bem específico, bem específico. Nós somos seres tão complexos, mas tão complexos, que nós trazemos a bagagem da imortalidade. E na atual reencarnação, a psicologia nos ensina que muito do adulto de hoje é uma criança ferida, que é a nossa estrutura do inconsciente, que são sentimentos que a gente não consegue ainda digerir. E quem escreve sobre isso vem propor uma perspectiva de recon de reconhecermos duas estruturas cognitivas que nós temos, o pensamento e o sentimento. E é o pensamento, a massa de modelar, a grande moldura do sentimento que nós temos. A vergonha, por exemplo, o sentimento da vergonha, ele vem de um pensamento, ele é secundário, ele é decorrente de um pensamento de que nós poderíamos ter acertado. A gente erra, aí passa uma vergonha. A mágoa é um sentimento decorrente, derivado secundário de um pensamento que queremos ser acolhidos. E um dos grandes desafios da vida adulta é a gente tentar observar efetivamente a nossa psique por intermédio de um espelho. Não no viés abre aspas. O que é que eu fiz para merecer isso? Fecha aspas. Mas se na perspectiva, segundo propõe Jean Paul Sartre, o que é que eu posso fazer a respeito do que atualmente eu vivo? São as nossas estruturas neurológicas que se propõe a mudar toda uma conjuntura de vida. Porque ao final e ao cabo nós somos espíritos. Esse corpítio vai aí se acabando e o espírito aprendendo. E da mesma forma que quando a gente cai, a gente sente uma dor física, não sei se vocês já torceram um pé. Eu já torci um pé, o pé esquerdo. Eu pensei que nunca mais ia andar. Aí coloquei uma
endendo. E da mesma forma que quando a gente cai, a gente sente uma dor física, não sei se vocês já torceram um pé. Eu já torci um pé, o pé esquerdo. Eu pensei que nunca mais ia andar. Aí coloquei uma bota de gesso. Passei uns 15 dias, comprei uma amuleta que pela minha altura não cabia em mim. Eu fiquei me adaptando. Aí 15 dias depois tirei a bota de gesso e tive a incrível, a incrível ideia de dar um pulo e me apoiar no meu pé esquerdo. Outro tombo. Meu Deus, que dor. Foi uma das piores dores que eu senti na vida. Mas registra a questão 255 de O Livro dos Espíritos que a dor do espírito não é a dor física, não é a dor física, é a dor moral. É uma dor associada à culpa. É uma dor associada ao arrependimento. É uma dor associada a uma incrível vontade de fazer diferente. No livro Céu Inferno, que é um livro às vezes esquecido na literatura espírita, esse livro, só um parênteses, ele é dividido em duas partes. A primeira é uma construção teórica de Allan Kardec no sentido que não existe céu e inferno. Essas questões são dos nossos pensamentos e da órbita que gravita a nossa psicosfera. E na segunda parte, Kardec traz um inventário de categorias de espíritos e tem um capítulo intitulado espíritos endurecidos, que um espírito, um coleguinha vem dar uma comunicação e a equipe mediúnica pergunta: "Como é teu nome?" Olhe, me chamo de aborrecido. Sério? Sério. Por quê? Porque eu desencarnei e passei muito tempo aqui dando sopa, dando bobeira, sem me ver como protagonista da minha existência. Aí o dialogador questiona, mas foi quanto tempo aproximadamente? Aí o espírito responde: "Tu quer saber?" Quero, senão não teria perguntado. Aí o Espírito Santo responde: "Olhe, para você aparenta ser muito tempo, mas para mim é pouquíssimo tempo, porque eu não estou habitando a carne". E é pouquíssimo tempo. Aí o delogador se volta pro espírito. Se ele fosse natalense, ele diria: "Homem, deixe de fofoca". Me diga logo quanto tempo, porque eu sou ansioso. Aí o Espírito Santo responde: 160 anos.
simo tempo. Aí o delogador se volta pro espírito. Se ele fosse natalense, ele diria: "Homem, deixe de fofoca". Me diga logo quanto tempo, porque eu sou ansioso. Aí o Espírito Santo responde: 160 anos. Como é 160 anos? E agora, qual é a tua percepção? Aí o espírito vem responder: "Olhe, a minha percepção é que não há perda de tempo. Eu estou aborrecido porque eu estou constrangido. Mas a misericórdia divina é tamanha, é tamanha que eu tenho a eternidade para me ajustar. Porque a depender do nosso pensamento, a gente pode se enraizar nós reencarnados, tá? Em um momento que dure dias, semanas, meses ou anos. Segundo registra José Herculano Pires, o tempo é um lugar. Então, às vezes a gente fica com lembranças reminiscentes de algumas pessoas que seguiram os seus caminhos e a gente fica preso no tempo, preso a uma sensação que a gente não consegue se libertar. A Kardec vem trazer uma reflexão incrível no capítulo 8 do livro A Gênese intitulado Uranografia geral, salvo me engano, item quatro vem dizer o que é o tempo. Nós temos o tempo cronos do relógio e nós temos o tempo do espírito imortal, que é uma sucessão de atos. E muito cuidado quando a gente tem esse viés da perda do tempo, porque essa não é a proposta do pensamento espírito. Ó o dedinho. A proposta dos do pensamento espírita é nós temos nós termos um tempo de despertar, um tempo de aprendizado. Quer ver um exemplo? Quem aqui porventura já passou por um processo de tratamento espiritual? Quem é aqui já teve alta? Quem é aqui já repetiu? Wagner, boa noite, meu amigo. Você quiser sentar aqui para fazer a prece final. Quando a gente vai para um processo de tratamento espiritual, no começo a gente chega com a cabeça fora de órbita, aí aos poucos vai ajustando. Era aqui, mas se quiser sentar aí, exerce o seu livre arbítrio. A gente vai ajustando, a gente passa aí, vai assiste a palestra que aqui na como é um espírito é lá em cima num salão intitulado Eurípenes Barçanufo. Aí vai pro passo, a depender são quatro semanas.
. A gente vai ajustando, a gente passa aí, vai assiste a palestra que aqui na como é um espírito é lá em cima num salão intitulado Eurípenes Barçanufo. Aí vai pro passo, a depender são quatro semanas. Aí sai assim tinindo, meu amigo, agora eu sou apóstolo de Kardec, agora ninguém me segura. Ninguém me segura. Aí nada melhor do que o tempo, porque as nossas estruturas de pensamento, elas vão modulando o nosso comportamento e vem os nossos erros. E errar é natural. Natural. Naná tuturaral. nobrar o espírita, porque a vida é complexa, a vida é dinâmica. E na lei de sociedade ensinada na terceira parte do livro dos espíritos, quando a gente vai conviver com o outro, a gente não tem ingerência na decisão do outro. Aqui eu tive êxito com meu colega Wagner, meu amigo Wagner, que ele quis sentar ali, não suba aqui. Mas e se não tivesse subido? A gente teria dois conflitos, talvez um de Mário. Rapaz, Wagner me fez passar uma vergonha aqui em público, não subiu. Ou um de Wagner. Mário me fez passar uma vergonha em público. Cheguei na frente de todo mundo, ele me pediu para subir. O grande ponto, pessoal, e a gente já se encaminha pro final que a gente não tem ingerência, não tem gerência no poder decisório do outro, assim como o outro não tem gerência no nosso livre arbítrio, ele pode influenciar, ele pode influenciar, mas a decisão, a decisão é nossa. Tem um psicólogo chamado Carl Gustavo Jung. Ele tem um livro A psicologia do inconsciente e ele vai atravessar um momento do livro falando do poder do eu, não do eu de dor. Pode ser também, né? Mas o poder do eu da pessoa, qual o nosso poder? Poder de Wagner, poder de Mário. Lá no desenho do capitão planeta são cinco poderes: terra, fogo, água, mar e coração. E o melhor é o coração. Aí no finalzinho, o capitão planeta fala: "Pela união dos seus poderes, eu sou o capitão planeta". Aí no final ele devolve a autonomia para as pessoas. O poder é de vocês. Na psicologia do inconsciente, Yung, ele vem tratar essa questão do poder do eu na perspectiva que nós temos
capitão planeta". Aí no final ele devolve a autonomia para as pessoas. O poder é de vocês. Na psicologia do inconsciente, Yung, ele vem tratar essa questão do poder do eu na perspectiva que nós temos de querer submeter o outro às nossas vontades. E muito cuidado com isso, porque o outro é livre. E às vezes quando o outro não se submete à nossa vontade, a gente fica com raiva, a gente fica magoado. A depender, como a gente chama, por exemplo, lá em São João de Sabugi, que é o interior do Rio Grande do Norte, a gente fica com cara de sapo, que é um cara bem inchado assim, né? Mas no nosso processo de escolha, na lei de sociedade, a gente tá aprendendo diariamente. E dentro da estrutura cerebral, nós temos a caminhada da imortalidade e nós temos a construção do nosso inconsciente na atual reencarnação. Tá acabando. Deixa eu ver se tem alguma pergunta. Breno Rafael de Jard Mangueiral, Mali Carvalho, Camila de Niterói, Anderson Lima de Barroso, Minas Gerais, Juliana lá dos programas Episódios Diários, ó que ela colocou aqui, a dor que visita a alma é um convite aos processos que precisamos enfrentar. Então, nessa perspectiva do tempo perdido, de uma interrogação, a gente tem que ter em mente o que nos levou ao nosso processo decisório, porque tem muito de lucidez, mas tem muito de estrutura de inconsciente. Yung, nesse livro da psicologia do inconsciente, ele vem falar que Saulo, para se transformar em Paulo, ele tinha um pouco de Paulo na sua psique. E o que era o pouco de Paulo que ele tinha na sua psique? A lei de adoração a Deus, que ele tinha um viés da lei hebraica, mas quando se depara com o Cristo, ele muda a rota. E aqui vai um recado para quem passa por uma situação que pensa que o tempo está perdido. Não está. Nós temos em Jesus, conforme registra Paulo na carta aos Tessalonicenses, vou até falar de novo, porque durante muito tempo a língua travava. Tessalonicenses, Tessalonicenses. E a gente tem que ser otimista que a vida dá certo. Hoje em dia eu falo sem
a aos Tessalonicenses, vou até falar de novo, porque durante muito tempo a língua travava. Tessalonicenses, Tessalonicenses. E a gente tem que ser otimista que a vida dá certo. Hoje em dia eu falo sem travar a língua. Fico num orgulho. Tessalonicenses. Paulo na carta aos Tessalonicenses, ele vem dizer que Jesus é o nosso único salvador. E Jesus vem falar no tempo, na parábola do semeador. O semeiador saiu a semear, não foi a colher. Todos nós temos um bastidor específico que as pessoas julgam. Mas as pessoas efetivamente não conhecem. Só quem conhece da nossa história somos nós. E do mesmo jeito que Paulo atravessa um deserto, nós também atravessamos os nossos. Aí vem cantar Zeliand Duncan numa música chamada Catedral. O deserto que atravessei, ninguém, ninguém me viu passar. estranha e só nem pude ver que o céu é maior. Muitas vezes nos nossos processos a gente pensa que está sozinho, porque quando a gente tá no turbilhão, a gente só consegue ver o turbilhão. Mas na órbita de turbilhão, nós temos o nosso anjo da guarda, nós temos espíritos familiares e nós temos Jesus. Independente da dor que estejamos passando, vai curar. Não é no nosso tempo, é no tempo de Deus. Porque o nosso tempo é o tempo do despertar, do despertar paraa nossa dor. E aí, Laurinha, Nando Reis canta numa música chamada Por onde andei? Não sei se você conhece, por onde andei enquanto você me procurava. E o que eu deixei é tudo aquilo que me faltava. Talvez quem compôs tenha um encontro com Cristo, porque quando a gente se depara com Cristo, o coração é consolado e a gente se vê em atraso. Aí vem a música no começo, desculpe, estou um pouco atrasado, mas espero que ainda dê tempo de dizer que andei errado e que eu me lembro. As suas queixas são justificáveis e a falta que eu fiz no final de semana, coisas que pareciam óbvias até para uma criança. Por onde andei enquanto você me procurava? E o que eu te dei é tudo pouco ou quase nada. No nosso encontro de Jesus, com Jesus, não nos questionemos por onde andemos,
ciam óbvias até para uma criança. Por onde andei enquanto você me procurava? E o que eu te dei é tudo pouco ou quase nada. No nosso encontro de Jesus, com Jesus, não nos questionemos por onde andemos, porque Jesus não cobra isso. Ele ensina isso lá na parábola do filho pródigo. Não é por onde andei, sim onde eu vou contigo a partir de agora. Muito obrigado. >> Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia [música] no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra,
o for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado [música] seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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