Mário Augusto | NO DESERTO DA DÚVIDA (PALESTRA ESPÍRITA)
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aqui. Boa noite, queridos amigos da Comunhão Espírita de Brasília. Boa noite a todos os nossos telespectadores, nossos ouvintes aí das nossas redes sociais, YouTube, Instagram. Sejam todos bem-vindos. Sejam bem-vindos também, né, os nossos irmãos desencarnados que foram trazidos pela espiritualidade na noite de hoje para aprender um pouco mais com a palestra do nosso irmão Mário Augusto. Então, meus amigos, a leitura de hoje para a nossa harmonização é do livro Gotas de Esperança. Nas mínimas ações, você se engrandece. Não discuta. Discutir é impor pontos de vista. Dialogue. O diálogo s engrandece você, faz brotar soluções, nascer esperanças. Durante qualquer conversação. Reconheça-se diante de seus semelhantes. Respeite-os. São filhos de Deus como você. Necessitam das da sua opinião. Evite a malediciência. Exalte as qualidades aleheias. Plante uma semente de otimismo em cada assunto que tratar. Ponha Deus no meio da sua conversação. Semear otimismo é a melhor forma de servir a Deus. Então, depois dessa leitura edificante, vamos todos nós fecharmos nossos olhos, acalmarmos o nosso coração e nos sintonizarmos com as energias. fazejas desse salão maravilhoso, sintonizarmos com os nossos mentores, os nossos amigos espirituais e elevar o nosso pensamento a Deus, ao nosso mestre Jesus, agradecendo pela semana maravilhosa que nós tivemos, agradecer por todas as bênçãos derramadas sobre nós, sobre nossa família, sobre o nosso trabalho, nossos amigos e por todas as oportunidades que nós tivemos de fazer o bem e que com certeza fizemos. E pedindo que somos, vamos rogar, ó Pai, que possa olhar por todos os nossos irmãos que se encontram nas ruas, nos asilos, nos hospitais, nos albergues, as crianças que estão desamparadas nas creches, aquelas que ainda estão nos lares, que são maltratada, que os que possa chegar o socorro a essas crianças. Vamos pedir aos nossos irmãos com ideação suicida que já partiram dessa vida, pedir que a espiritualidade possa envolver a todos eles, se regenerando para uma próxima
hegar o socorro a essas crianças. Vamos pedir aos nossos irmãos com ideação suicida que já partiram dessa vida, pedir que a espiritualidade possa envolver a todos eles, se regenerando para uma próxima oportunidade em uma próxima existência. E aqueles que estão encarnados com depressão, com a ideiação suicida, que possam ser amparados grandemente pela Virgem Maria Santíssima. Meus amigos, vamos agradecer por tudo e também por essa grande oportunidade de estarmos nesta casa de bênção, de luz e de amor. Que assim seja. Graças a Deus. Então, meus amigos, passo agora a palavra para o nosso palestrante Mauro Augusto. Boa palestra, meu amigo. Tudo bem, Lucas? Boa noite a todos nós aqui presentes em qualquer dimensão da vida eterna, da vida em abundância, na qual nós momentaneamente estamos imersos. Boa noite também para Dedé de Tony, acho que Dedé do Ceará tá no YouTube. Larissa que é de Belém, Glória Regina, Juliana e Judite desde a Espanha. Muito obrigado, André. A comunhão sempre se propondo em levar a mensagem do Cristo para tentar apaziguar os nossos corações, independente da tempestade que porventura eles estejam passando. Eu tenho um texto no livro chamado roteiro, intitulado Na Gleba do Mundo, em que ele vem dizer que a experiência reencarnatória é mais um germinar, é mais um momento de semeadura para todos nós que não estamos prontos. Nesse texto, o espírito benfeitor vem fazer um registro sobre a paciência que nós temos que ter em relação aos nossos processos. Ele faz uma reflexão bastante lúcida no sentido de termos ponderação com os nossos processos e entendermos que nós não fomos criados para o sofrimento. Mesmo quando a cabeça pese, mesmo quando o desânimo tome conta, mesmo quando nós estamos indecisos, a vida é um constante caminhar, a vida é um constante aprender e a vida é muito dinâmica. Há quem diga, por exemplo, que a vida é como se fosse uma roda gigante. Às vezes a gente tá em cima, às vezes a gente tá embaixo, mas nunca nós estamos estacionários, porque sempre a roda da
dinâmica. Há quem diga, por exemplo, que a vida é como se fosse uma roda gigante. Às vezes a gente tá em cima, às vezes a gente tá embaixo, mas nunca nós estamos estacionários, porque sempre a roda da vida vai girando. Durante muito tempo eu validei esse pensamento, mas o estudo do ESD, como eu tava falando com Andreia aqui, do estudo sistematizado da doutrina espírita, proporciona outra reflexão no sentido de que a vida é dinâmica. E me desculpe dizer em quem com quem compactua essa ideia da roda gigante. Para mim a vida é uma montanha russa que às vezes a depender dos nossos pensamentos, sentimentos, como por exemplo rancor, mágoa, a gente fica em um constante looping, em um constante espiral. nos alimentando daqueles tipos de sentimento. A mágoa e o rancor está para o espírito, assim como o açúcar está para o diabético. É bom, mas faz um mal danado. E nós nos nossos processos, na gleba do mundo em que nós estamos semeando, mais uma jornada, mais uma rodada, nós estamos um pouco mais amadurecidos. Para quem porventura também seja espírita, provavelmente é a nossa primeira reencarnação espírita. Para quem porventura não seja espírita, com todo respeito, não sabe o que tá perdendo. Porque o espiritismo vem nos dar um abraço, como se dissesse: "O sofrimento é ruim, dura, porém não é para sempre. Porque o sofrimento ele não é um presente de Deus. O sofrimento não é um ato de vingança. Quando nós nos colocamos efetivamente dentro do pensamento imortal, nós podemos ter a percepção de o cor que o corpo vai padecendo diariamente. E o espírito inquebrantável vai continuando aos trancos e aos barrancos. Nós vamos aí continuando os nossos processos. E quando nós estamos imersos em um problema, em um processo de de arrependimento, tudo que nós queremos é que o tempo passe logo. Porque no fundo, no fundo, a gente sabe que aquele sofrimento que porventura estejamos passando não é para sempre. No fundo, no fundo, nós sabemos que enquanto criações divinas, esse tipo de situação vai
que no fundo, no fundo, a gente sabe que aquele sofrimento que porventura estejamos passando não é para sempre. No fundo, no fundo, nós sabemos que enquanto criações divinas, esse tipo de situação vai passar. O próprio Cristo nos avisa no sermão do monte, numa das frases mais sem sentidos do Evangelho. Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados. Porque quando a gente passa por uma dificuldade, a última coisa que essa frase faz é sentido. Porém, é preciso pensarmos um pouco a respeito das bem-aventuranças. A proposta do Cristo no capítulo 5 do Evangelho de Mateus, quando ele sobe ao monte e fala aquele sermão para as pessoas escutarem, não um sermão em uma perspectiva de reprovabilidade, mas como se fosse um conselho. Ele vai falando sobre os estados da alma, sobre os estágios da evolução. E a bem-aventurança, ela vem a ser um processo em que nós mergulhamos dentro de si. Porque bem-aventurança é um processo de desbravamento. Bem-aventurança é como se fosse uma trilha que nós fôssemos percorrer. E nas bem-aventuranças a gente se encontra perante o tempo. Tempo de aprendizado, tempo de semear. Porém, no nosso processo imediatista, nos é característico querermos somente colher. Enquanto espíritos imperfeitos, só queremos colher coisa boa. Aí às vezes a gente colhe um limão azedo, faz uma careta maior que eu. Mas a proposta que a doutrina espírita nos apresenta em relação aos nossos processos é pensarmos em uma perspectiva mais macro. Esse registro está na questão 921 de O Livro dos Espíritos, quando Allan Kardec questiona se nós conseguirmos, conseguimos atingir a felicidade na Terra. Sinto muito, mas a resposta é não. Porque a Terra, o planeta em que nós momentaneamente estamos morando de aluguel é um planeta de provas, espiações. Espiritismo fala muito sobre isso. Provas, expiações. Provas, expiações. Parece que nos coloca de cabeça para baixo e nos chaqualha assim. Mas afinal, qual é a diferença de prova para expiação? O espírito de Emanuel faz um registro no livro O
expiações. Provas, expiações. Parece que nos coloca de cabeça para baixo e nos chaqualha assim. Mas afinal, qual é a diferença de prova para expiação? O espírito de Emanuel faz um registro no livro O Consolador, que ele vem fazer uma dissociação. Elas são como se fosse primas, primas fofoqueiras do nosso passado e que vem fazer com que nós resgatemos quem efetivamente nós somos. A prova significa um teste que nós precisamos passar para saber se efetivamente estamos maturados. Por exemplo, quem é uma pessoa avarenta tem acesso à renda. Por exemplo, quem é uma pessoa vaidosa tem acesso a uma posição de púlpito, por exemplo. É para testar o espírito se ele realmente está validado. Antigamente a gente fazia provas bimestralmente e a depender do aluno ainda tinha a prova final, a recuperação e o conselho de classe. As provas dentro desse viés espírita da questão 921 livro dos espíritos, elas são um percurso natural que nós temos que conseguir conviver e superar. Por exemplo, quem tem problema com horário que chega atrasado nos cantos, mas a responsabilidade é sempre do trânsito, é do sinal, é da pessoa que tá no carro à frente que a gente vai buzinar, como se a buzina fosse resolver os nossos problemas de horário. Quem tem problema com horário tem uma prova a ser surperada para conseguir acompanhar a palestra espírita desde o começo, porque o horário espírita é pontual. E eu nesta atual reencarnação, graças a Deus, tô quase superando essa prova. Às vezes chega na palestra em cima da hora que o di gente tá com coração na boca. Cada um de nós tem o nosso próprio processo. Por outro lado, a expiação é completamente diferente. A expiação é assim: "A misericórdia divina passa um petscan na gente. Na nossa última reencarnação, por exemplo, coloca numa máquina. Esse exemplo é alegórico, tá pessoal? Nos coloca numa máquina aí puxa a nossa ficha, conforme aqui em Brasília fala, puxa capivara. Aí tá lá, Mário matou Andreia, envenenou Pedro e por causa de um pedaço de terra mandou matar uma
pessoal? Nos coloca numa máquina aí puxa a nossa ficha, conforme aqui em Brasília fala, puxa capivara. Aí tá lá, Mário matou Andreia, envenenou Pedro e por causa de um pedaço de terra mandou matar uma família. Aí a misericórdia divina no planejamento reencarnatório olha e diz: "Meu Deus, é muito débito". Vamos fazer o seguinte. Esse pobre coitado tem uma lista de antecedentes e em uma única reencarnação ele não consegue dar conta. Não vamos lhe atribuir uma responsabilidade que ele não consegue, porque a misericórdia divina é pontual. O Espiritismo nos ensina que aquela frase que a gente aprende porque a cruz é tão pesada, não é bem assim. Aí quando sai o exame que puxa lá o diagnóstico assassino de Mário, aí escolhe. Não, vamos escolher aqui porque ele tá tendo uma perspectiva de desenvolvimento cristão. Livro dos espíritos foi lançado em 18 de abril de 1857. Se ele não se perder de novo, ele pode se encontrar com essa obra. Então, vamos fazer o seguinte. desses 10 que ele matou, vamos permitir que um seja seu filho. Só um. Aí Mário vem, aí tem um filho que o filho praticamente não olha no rosto dele. É um tensionamento que Mário não sabe de onde é. Aí ele descobre no ESD que relações antipáticas no âmbito familiar podem ser reencontros de espíritos antipáticos. Em outras palavras, para quem tem um pouco de leitura espírita, estamos falando na reencarnação de Sérges Mundo, que André Luiz registra lá no livro Missionários da Luz. Então, nós temos um acerto de contas para fazer conosco. E às vezes essa questão de prova, de expiação, de sofrimento, a gente sempre tem uma tendência de colocar responsabilidade no outro. É como André leu na leitura preparatória, para nós diante de um combate tentarmos escutar e não somente falar. A comunicação não violenta, por exemplo, nos ensina a modular as nossas emoções. No lugar de falarmos que estamos com raiva, podemos falar: "Não estamos em um dia bom". O sentimento é o mesmo, mas a questão é expressão linguística. Aí a gente aprende, por
odular as nossas emoções. No lugar de falarmos que estamos com raiva, podemos falar: "Não estamos em um dia bom". O sentimento é o mesmo, mas a questão é expressão linguística. Aí a gente aprende, por exemplo, que é imortal. Aí uma pessoa começa a discutir com a gente, aí fala algo sobre o nosso comportamento que dói lá no perespírito, lá no epicentro do perespírito. Abre aspas, mas você é muito complicado. Fecha aspas. Aí nós temos duas possibilidades. ou soltarmos o nosso dragão a ele cuspir uma labareda na pessoa ou aplicarmos o ensinamento espírita, porque o ensinamento espírita passa longe de ser cinco livros, por exemplo, passar longe de ser capítulos, grifos, marcações. é só uma parte. O ensinamento espírita é no nosso processo de socialização. Aí quando uma pessoa nos chama, são tantas características que eu esquecia que eu tinha dito de complicado. Você é muito complicado. Aí em uma perspectiva de comunicação não violenta espiritismo, nós podemos falar: "Meu irmão, minha irmã, sou sou tanto e a minha minha complicação é milenar, vem de inúmeras reencarnações e eu tô aqui para continuar errando. a pessoa provavelmente não vai entender, mesmo sendo espírito. Por quê? Porque quando um conflito nos chega e nós absorvemos, processamos e refletimos para responder, nós desarmamos as pessoas, nós implodimos as pessoas. Da mesma forma o contrário. Exemplo, quando a gente tá discutindo com a pessoa e eleva o tom de voz, aí a pessoa fala: "Calma, fale baixo". A gente grita mais ainda, mas eu tô falando baixo porque os nossos processos eles nos levam a como se fosse uma competição com outro. A gente compete quando observa somente os defeitos no outro. A gente compete quando somente critica o outro. A gente compete quando, por exemplo, não desculpa o outro. A gente compete quando espera que o outro nos peça desculpas. A vida não é uma competição, mas nós estamos em uma gincana espiritual, porque a qualidade do espírito imperfeito ainda é essa proposta reativa do ser.
te quando espera que o outro nos peça desculpas. A vida não é uma competição, mas nós estamos em uma gincana espiritual, porque a qualidade do espírito imperfeito ainda é essa proposta reativa do ser. Porém, nós temos, conforme Paulo escreve na carta aos Tessalonicenses, Jesus como o nosso único Salvador. Duas observações sobre essa passagem. Durante muito tempo, eu travava a língua quando falava Tessalonicenses. Quem nunca escutou, tenta falar, mas quando chegar em casa, não agora. Bem rápido, trava. Eu não tinha o hábito de estudar. Aí comecei a estudar. Comecei a estudar, comecei a trazer paraa tribuna, a língua continuou travando, porque o nosso processo de imperfeição, ele demanda tempo para ser curado e deporado, até que um belo dia saiu e eu não acreditei. E em uma carta de Paulo, vou encher a boca agora aos Tessalonicenses, ele fala o seguinte: "Em tudo dai graças. que é outra coisa que não tem sentido nenhum. A gente passa por uma dificuldade em tudo dá graças. Tá atrasado para receber o passe do tratamento espiritual, pega o engarrafamento em tudo e dá graças. Meu Deus, espírito vão me abandonar, vão repetir o tratamento espiritual. Mas antes dele chegar, aquela parte tem todo um contexto. Aquela parte somente o clímax. Paulo vem falar o seguinte. Olhe, embora andemos nas sombras, embora desacreditemos de si, tenhamos fé. Na verdade, ele fala, tenhamos a couraça da fé. que não fosse escudo assim. Tenhamos a a coraça da fé e lembremos de Jesus, o nosso único Salvador e tenhamos no amor do Cristo a nossa salvação, porque nós somos filhos da luz. Aí ele vem falar a parte sem graça e sem nexo, mas que tem todo um nexo. Em tudo dai graça. Por em tudo dai graça para o espírito imortal, cujo corpo vai padecer de novo. A experiência reencarnatória é um aprendizado. A experiência reencarnatória é um desafio. A experiência reencarnatória é um reencontro que nós temos com a misericórdia divina. Estamos falando na questão 171 de o livro dos espíritos. Em que dogma se baseia a
cia reencarnatória é um desafio. A experiência reencarnatória é um reencontro que nós temos com a misericórdia divina. Estamos falando na questão 171 de o livro dos espíritos. Em que dogma se baseia a reencarnação? As espíritas não responderam. A resposta é longa, a gente meio que abrevia. Olha, a reencarnação, o dogma, a lógica dela se baseia para nós nos reencontrarmos conosco perante a justiça divina. Porque Deus, em toda a sua plenitude de bondade, justiça e amor, sempre abre novas portas para quem precisa. E a lei de Deus é a lei de justiça, amor e caridade. Vou falar de novo. Justiça, amor e caridade. Não é vingança, é justiça. A lei de justiça, por exemplo, vem nos inserir em convívios familiares que às vezes são desestruturados. que o diga, por exemplo, quem porventura é órfão ou órfão de pai e mãe vivo. A justiça divina vem colocar dois irmãos em pé de guerra para aprenderem o que é amar. A justiça divina vem colocar filhos abre aspas ingratos. E que a e que para para quem porventura conheça alguém nesse contexto, tem uma mensagem nesse livro, O Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo intitulado Honrai vosso pai e vossa mãe é a última mensagem ditada pelo espírito de Santo Agostinho intitulada Ingratidão entre pais e filhos. Aí ele vem escrever um textaço que a gente recomenda ler até o final do próximo ano por causa da profundidade do texto. Aí ele vem falar nas relações antagônicas. Aí ele vem falar nos desafios domésticos, nos desafios familiares. Aí tem uma parte que ele fala assim: "Pai, mãe, se você faz de tudo, de tudo para educar o seu filho, para dar amor para o seu filho e não recebe nós nada em troca, só reflete conflito, só recebe conflito, eventualmente ingratidão, tenta olhar no olho dele ou mentalizar a seguinte frase". frase: "Filho, filha, eu não sei o que aconteceu conosco na outra reencarnação, mas eu sei que a justiça divina nos deu uma oportunidade de reencontro e de aproximação para nós tentarmos reaver os tempos de outrora. Santo Agostinho vem dizer uma teoria a
co na outra reencarnação, mas eu sei que a justiça divina nos deu uma oportunidade de reencontro e de aproximação para nós tentarmos reaver os tempos de outrora. Santo Agostinho vem dizer uma teoria a respeito da consciência tranquila. Porque no nosso processo de socialização, às vezes a gente faz de tudo, de tudo para ajudar uma pessoa, mas às vezes a pessoa não quer e a gente não entende. Da mesma forma o contrário. Quando nós estamos em uma posição externa de passividade, só olhando de longe e se aproximando, só para criticar. que eu diga, por exemplo, não sei se alguém aqui conhece, uma estrutura familiar que envolva drogadição e alcoolismo, que às vezes o pai faz de tudo, de tudo para trazer aquele filho de volta e não consegue. E quem não vivencia aquele ambiente familiar, só critica. Mário, não tem jeito. Não sei porque a mãe dele, Andreia, tanto insiste com ele. Só um choque para dar um jeito em Mário. Só uma internação para dar um jeito em Mário. E Andreia, uma mãe amorosa, vem dizer: "Mas é o meu filho". E eu sei que meu filho tem jeito. É da mesma forma, por exemplo, quem tem um um filho, criança com problema de socialização, que todo mundo critica. E aqui um destaque para o choro silencioso das mães. Chico Xavier tem um pensamento no sentido de que a prece de uma mãe arromba as portas do céu. É um pensamento de Chico. O espírito André Luiz, no livro Nosso Lar, ele descreve em dois capítulos distintos o que é o amor de uma mãe. No começo do livro, ele se encontra com a sua mãe lá na colônia espiritual de nosso lar. E naquele encontro, André Luiz, cheio de dúvidas ainda, recém lúcido, depois de passar 8 anos no umbral, depois de passar pelas câmaras de retificação, descobre que pode ter a oportunidade de encontrar com a sua mãe, que há muito tempo tinha desencarnado. E naquele encontro, a mãe vai pontuando que está em uma colônia espiritual muito muito acima da colônia de nosso lar e fala: "Meu filho, mas eu tô tão ligado com você. Agora não temos mais uma relação
E naquele encontro, a mãe vai pontuando que está em uma colônia espiritual muito muito acima da colônia de nosso lar e fala: "Meu filho, mas eu tô tão ligado com você. Agora não temos mais uma relação de mãe e filho. Agora temos uma relação de afinidade fluídica que é muito, muito mais forte. Aí, André Luiz fica com coração todo aquecido. O livro continua e lá no finalzinho tem um capítulo que às vezes é esquecido chamado serviços de mulher. André Luiz em sonho. Ó como a gente é dorminho dorme até no mundo espiritual. André Luiz no sonho encontra com sua mãe e a mãe veio dizer: "André, tem um babado para lhe contar. É um babado tão forte que é um babado espiritual." E André fala: "O que foi, mãe? Vou reencarnar." Andé, eles têm um susto, quase que acorda, mas o sonho segue. Como assim? Minha senhora vai reencarnar. Vou André. Aquela entidade que foi seu pai tá passando por maus bocados, tá passando por um processo obsessivo duplo. E eu pedi e a misericórdia divina me concedeu reencarnar para ser a mãe dos três. Aí André Luiz deve ter coçado a cabeça. Se ele falasse Natal, você diria: "Senhora, é doida?" É. Se fosse de Belém, falaria: "Té doida". É. Se fosse lá do Rio Grande do Sul, falaria capaz. São os regionalismos da linguagem que nós temos. Mas no mundo espiritual o que importa é o sentimento. E a própria mãe de André na dúvida. E o tema da palestra é no deserto da dúvida. A própria mãe de André na dúvida se aquilo daria certo. Aí fala com André Luiz sobre isso e complementa. Mas André, eu tenho muita fé porque tudo que eu for fazer é por amor. Aí, meu amigo, minha amiga, quando tem amor na fofoca, não tem jeito de não dar certo. Mas o amor que se fala aqui é o amor cristão. Não é o amor da boca para fora, não é o amor da postagem que posta eu te amo e depois começa a corrigir, mastiga de boca fechada. Pera aí, não deu tempo nem ninguém curtir a postagem. Vamos tentar conviver um ambiente aqui de harmonia. E André, ele também fica na dúvida, porque todos nós temos dúvidas.
, mastiga de boca fechada. Pera aí, não deu tempo nem ninguém curtir a postagem. Vamos tentar conviver um ambiente aqui de harmonia. E André, ele também fica na dúvida, porque todos nós temos dúvidas. E quando a dúvida é muito intensa, a gente fica num deserto, num deserto que aparenta ser solidão, num deserto que aparenta ser desespero. É como se a gente falasse: "Meu Deus, e agora? O que é que eu faço?" Mas sinto muito em dizer, vamos descruzar os braços porque Deus não vive a nossa vida. Ele manda emissários. É quando nós podemos, por exemplo, entrar em sintonia com o nosso anjo da guarda para pedir um conselho, entrar em sintonia para quem frequenta a comunhão espírita de Brasília com a equipe espiritual da casa. E é só esperar que os conselhos começam a chegar. Kardec escreve isso no capítulo do livro a Gênesis, quando ele vi falar sobre Deus, no finalzinho tem um texto chamado providência. E nas nossas dúvidas, nós temos que ter em mente que somos cerceados por espíritos bons, por espíritos que querem o nosso progresso. E aí a gente pode ter uma espécie de cagoete espírita, que é o seguinte: "Olhe, você tá falando aí, o Espiritismo tá falando aí que todo mundo vai ser perfeito. É muito bonito esse papo furado de que ninguém sofre, que tudo é um aprendizado, que o corpo padece, o espírito continua. Mas e as minhas dores? Que que eu faço com elas? Se Deus é infinitamente bom, justo e misericordioso, cadê ele que me abandonou? Se eu tenho um anjo da guarda, por onde é que ele tá dormindo que eu tô sozinho aqui? Aí vem a questão 620. 620 de o livro dos espíritos. Quando Kardec, na terceira parte do livro dos espíritos, começa a escrever sobre a lei natural e ele vem fazer essa pergunta, equipe do espírito de verdade, olha, vocês estão falando aí que a vida continua, que Deus é bom, que todas essas leis morais a gente vai saber um dia que um dia ninguém vai mais sofrer. Mas por que a gente não sabe disso logo agora? para colocar em prática. Aí vem a resposta sobre a
e Deus é bom, que todas essas leis morais a gente vai saber um dia que um dia ninguém vai mais sofrer. Mas por que a gente não sabe disso logo agora? para colocar em prática. Aí vem a resposta sobre a importância da reencarnação. É quando os espíritos respondem: "Olhe, alto lá", como diria minha avó, alto lá. A lei de Deus está na nossa consciência. Nós sabemos dela, mas nós precisamos desbravá-la. É como, por exemplo, se a gente tá aqui, sabe que o eixão é, sei lá, daqui a 2 km. Eixão, para quem não é de Brasília, é uma avenida bem longa que tem aqui na frente da comunhão. A gente sabe que o eixão tá lá, mas para nós chegarmos, nós temos que nos levantar e caminhar. Para nós chegarmos, nós temos que escolher a lei do trabalho, por exemplo. E trabalho é toda ocupação útil. E se tem uma ocupação útil que nós temos para desenvolver, é a fé. Ainda mais nossos processos de dificuldade, ainda mais quando nós estamos imersos nossos desertos da dúvida. Paulo passou 3 anos. Eu tenho tanta dúvida que eu não consigo ficar com mais nenhuma por semana. São os processos do espírito. E nesse processo a gente pode ter na oração, oração a mesma coisa que pref, mesma coisa, um socorro. A oração não resolve o nosso problema. Tem um texto no Evangelho Segundo Espiritismo intitulado Eficácia da Prece Lá no capítulo Pedter, que é um dos mais bonitos do evangelho. Pedi e obtereis. Jesus nos fala isso no Evangelho de Lucas. É muito sério isso. Pedi e obtereis. Batei a porta e ela se abrirá. Normalmente quando a gente vai para aquela passagem, a gente só quer bater a porta para ela se abrir. Mas no pedir obtereis, nós precisamos saber o que nós pedimos. Por exemplo, isso aqui é filosofia espírita, introdução de o livro dos espíritos. Quando a gente passa por um processo de sofrimento, o que é que a gente pede pro sofrimento passar? Mas pro sofrimento passar, nós precisamos aprender porque nós estamos sofrendo. Que é que nos trouxe? Que é que nos fez cair? O que é que nos leva à dúvida? Viver não é fácil.
e pro sofrimento passar? Mas pro sofrimento passar, nós precisamos aprender porque nós estamos sofrendo. Que é que nos trouxe? Que é que nos fez cair? O que é que nos leva à dúvida? Viver não é fácil. Kardec tem um texto no item um do capítulo 2 do Evangelho Segundo do Espiritismo intitulado A vida futura, que ele vem falar que a gente sempre se preocupa com futuro, mas o futuro nada mais é do que uma sucessão de atos. Tem gente que tá em 2024, mas presa em um processo de mágoa lá em 2000. No texto, ele vem dizer das nossas ponderações e ele vem jogar luz em relação ao espiritismo. Dizer: "Olha, o espiritismo ele vem nos ensinar as consequências dos nossos atos e ele vem nos ensinar que nós nos reencontraremos conosco." Aí ele continua o capítulo no item cinco, o ponto de vista, que esse capítulo, esse texto é uma sugestão de ser visitado ou revisitado quando a gente tá imerso em uma dúvida. A dúvida paralisa porque a dúvida às vezes traz medo e o medo paralisa. O medo ou paralisa ou nos torna agressivo. Isso é psiquê, não é espiritismo. E muitas vezes o medo nos paralisa, mas nós devemos pensar que não estamos sozinhos. Ninguém nasce pronto. É pelos nossos erros que a gente aprende. Que o diga Lulu Santos em uma música intitulada Tudo Bem, que certamente eu não vou cantar. que ele vem falar o seguinte: "Quem tá dormindo, presta atenção. Quem tá se encaminhando pro final, quem trouxe alguém de convidado, dá uma catucada assim: "Já não tenho dedos para contar. Vi quantos barracos despenquei e quantas pedras me atiraram e quantas eu atirei. Tanta farpa, tanta mentira, tanta falta do que dizer. Nem sempre é fácil se viver. Aí ele vem falar aqui já não tenho tenho cinco, mas ele canta aqui e eu concordo. Quer dizer, tenho tenho 20. Já não tenho dedos para contar de quantos barracos despenquei. Ele vai falar. Aí ele vem falar: "Eu amor, mas o teu amor me cura de uma loucura." É o amor de Jesus pra gente. Tomé, que é aquele do ver para que para crer. Quando começaram as aparições de Jesus, aí Tomé
ai falar. Aí ele vem falar: "Eu amor, mas o teu amor me cura de uma loucura." É o amor de Jesus pra gente. Tomé, que é aquele do ver para que para crer. Quando começaram as aparições de Jesus, aí Tomé começou: "Hom, isso é fofoca, que conversa! Que morto vive, isso é papo furado, vocês estão alienados. Jesus se foi, já era. Igual aquela música cantada por Bel Marques, valeu, foi bom a Deus. E Jesus começa a aparecer e a fofoca começa a se espalhar. Um belo dia Tomé tava sozinho. E Jesus aparece. Pela lei do esquecimento, eu acho que eu não tava na hora, mas eu fico pensando no constrangimento de Tomé, olhando, quem conta isso é João evangelista, olhando as chagas, estático, sem fôlego, eufórico, feliz por dentro. Se fosse sertanejo, teria dito: "Não é que é verdade? Aí ele fala: "Jesus, bem-aventurado é o Senhor." E aqui uma frase de Jesus para Tomé, pra gente nos nossos processos de desertos da dúvida, que a gente pensa que tá sozinho, mas não tá. Aí Jesus responde para Tomé. Quando Tomé fala, Jesus, bem-aventurado é o Senhor. Aí Jesus responde, Tomé, bem-aventurados os que não viram, mas creram. Jesus está no outro. Jesus está dentro da gente. Jesus está no nosso erro. Jesus está no erro do outro. Jesus está nas nossas dúvidas. Como se dissesse o que é? Tem a fé que é igual a filha de Jairo, a fé dela curou. No Evangelho segundo Espiritismo, no texto eficácia da prece, tem um ensinamento de Allan Kardec que fala assim: "Olhe, a prece não resolve nossos problemas. Sinto muito em dizer, pessoal, não resolve, mas abre aspas. Pela fé, Deus nos dá coragem. Coragem para suportar as nossas dores. Coragem para suportar as nossas dúvidas. Coragem para suportar as nossas mágoas. Coragem para suportar os nossos conflitos. Deixame ver se tem alguma dúvida aqui no canal do YouTube que a gente tá chegando ao final. Boa noite, Andreia. Luí, muito obrigado, Luiz. Maria Marques, Cláudia Fernandes, Aldo, Cíntia Maira. Obrigado, Cíntia. E para finalizar, para quem passa por um deserto de
a gente tá chegando ao final. Boa noite, Andreia. Luí, muito obrigado, Luiz. Maria Marques, Cláudia Fernandes, Aldo, Cíntia Maira. Obrigado, Cíntia. E para finalizar, para quem passa por um deserto de dúvida na família, no trabalho, em uma relação conjugal, se pensa, se termina ou não a relação conjugal, numa dor de cotovelo, se pensa, se liga ou não, pedindo mais uma chance. Tentemos mentalizar o amor, porque a lei do amor vem nos ensinar que ninguém é dono de ninguém. A lei do amor vem nos ensinar que nós não temos o controle do outro, que o outro não foi feito para nos servir no deserto da dúvida. E a dúvida sempre envolve uma relação social no deserto da dúvida. Foquemos no amor e lembremos de uma frase cantada por Herbert, por Herbert Viana do conjunto Paralamas do Sucesso. Saber amar é deixar saber alguém te amar. No deserto da dúvida, não percamos a nossa essência. Porém, contudo, entretanto, todavia, mais saibamos quem nós somos. E a gente descobre quando é, quem é, a gente descobre quem nós somos quando a gente erra. Na dúvida, não nos preocupemos em acertar na dúvida, e aqui a gente encerra. nos preocupemos em vivenciar o evangelho. O resto, assim como está sendo até agora, vai ser história contada pelos nossos atos e pensamentos. No deserto da dúvida, tenhamos fé. Muito obrigado. Excelentes reflexões que nosso irmão Mário trouxe para nós nessa noite de sábado, né, meus meus irmãos. Então, vamos fechando os nossos olhos e agradecer a Deus por essas palavras que balsamizaram o nosso coração, a nossa mente, que nos esclareceram em mais um momento onde temos a dúvida que devemos procurar por Jesus e agir com amor conosco, com o nosso próximo, com os nossos familiares, com as pessoas que vierem a ter conosco. Mestre Jesus, agradecemos profundamente do nosso coração a tudo que nós recebemos, que nós ouvimos, pelo tratamento que foi nos dado nesse salão maravilhoso, nessa casa de amor, de carinho, de saúde, tratamento. E peço a Mestre Jesus que mais pessoas tenham a
tudo que nós recebemos, que nós ouvimos, pelo tratamento que foi nos dado nesse salão maravilhoso, nessa casa de amor, de carinho, de saúde, tratamento. E peço a Mestre Jesus que mais pessoas tenham a oportunidade, estando no seu deserto, de encontrar contigo. Que todos nós tenhamos um excelente final de semana e possamos refletir em cima dessa palestra, naqueles momentos em que nós estamos sozinhos, solitários, com as nossas dificuldades. Vamos agradecer sempre. Então, meus irmãos, tem um excelente retorno para suas casas. Que Deus acompanhe a todos e lhes conceda uma excelente semana, início de semana com o mestre Jesus, a espiritualidade protegendo a todos nós, os nossos familiares. Eu peço agora que as pessoas que vão tomar o passe que aguardem. Quem pegou a ficha vão ser chamados e peço que faç sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força
ficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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