PELAS SUAS OBRAS - Leila Parreira [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 31/05/2025 (há 10 meses) 46:06 355 visualizações

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Transcrição

Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprend toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição. Meus amigos, boa noite. Sejam todos muito bem-vindos. Nós hoje vamos ter a alegria de ter conosco a Leila Parreira, que nos traz o tema Por tuas obras. E ela nos pediu para ler especialmente um treço do Evangelho. Eu vou obedecer, né? Porque precisa pra palestra dela. É um trechozinho que está no capítulo 18, que é muitos chamados e poucos escolhidos. No evangelho é o item 16. E ele se chama, se intitula, pelas suas obras é que se reconhece o cristão. Isso em E aí o item 16. Nem todos os que me dizem Senhor, Senhor entrarão no reino dos céus, mas somente aqueles que fazem a vontade do meu Pai que está nos céus. Escutai essa palavra do Mestre, todos vós que repelis a doutrina espírita como obra do demônio. Abri os ouvidos que é chegado o momento de ouvir. Será bastante dizer a libré do Senhor para ser-se fiel servidor seu? Bastará dizer: "Sou cristão para que alguém seja um seguidor do Cristo?" Procurai os verdadeiros cristãos e os reconhecereis pelas suas obras. Uma árvore boa não pode dar maus frutos, nem uma árvore má pode dar frutos bons. Toda árvore que não dá bons frutos é cortada e lançada ao fogo. São do mestre essas palavras. Discípulos do Cristo, compreendei-as bem. Que frutos deve dar a árvore do cristian cristianismo? Árvore poçante, cujos ramos frondosos cobrem com toda a sua sombra uma parte do mundo, mas que ainda não abrigam todos os que hão de grupar em torno delas. Os da árvore da vida são os frutos da vida de esperança e de fé. Meus amigos, vamos então fazer a nossa prece. Vamos nos colocar de uma maneira

a não abrigam todos os que hão de grupar em torno delas. Os da árvore da vida são os frutos da vida de esperança e de fé. Meus amigos, vamos então fazer a nossa prece. Vamos nos colocar de uma maneira confortável e vamos então pedir ao nosso mestre Jesus que ele abençoe esse instante. Querido amigo, aqui chegamos com os corações buscando por algo mais. Cada um de nós traz as suas aspirações, as suas dificuldades, os seus sonhos. E pedimos, mestre Jesus, que sejamos durante esse trabalho fortalecidos, que possamos ouvir com atenção as palavras da nossa irmã e que elas possam calar fundo no nosso coração, se transformando em ferramentas de luz, para que possamos dar conta das nossas tarefas. Abençoa, Senhor, as nossas intenções. Abençoa a nossa vontade de crescer. Abençoa a nossa querida palestrante, para que ela envolvida pelo teu amor possa nos transmitir hoje aquilo que mais necessitamos ouvir. E assim, mestre Jesus, pedimos a tua permissão para o início dos nossos trabalhos. Graças a Deus. Então, meus amigos, com a palavra nossa querida Leila. Uma boa noite a todos. Que Jesus nos abençoe e nos conceda a sua paz. Hoje nós vamos refletir eh sobre uma sentença de Jesus. Ele disse certa vez: "Pelas suas obras os conhecereis". Então ele nos revela que nós ao nos expressarmos nos fazemos conhecer. Então, se eu ajo de uma determinada maneira para o bem, por exemplo, eu estarei refletindo o que trago no coração, no pensamento, no sentimento. Mas se eu ajo contrariamente, diferentemente do que a lei de Deus nos mostra, nos concita, então eu também estarei me revelando não como um seguidor de Jesus, que é o emissário divino, o mensageiro do Pai, o nosso irmão maior, que é modelo e guia dessa humanidade. Nós vamos nos revelando na medida em que expressamos os nossos sentimentos. O que vai no nosso coração, o que vai no nosso entendimento, nós nos revelamos ignorantes ou sábios de acordo com o nosso jeito de nos comportar, nosso jeito de ser. E é muito inteligente da nossa parte querermos realmente

ação, o que vai no nosso entendimento, nós nos revelamos ignorantes ou sábios de acordo com o nosso jeito de nos comportar, nosso jeito de ser. E é muito inteligente da nossa parte querermos realmente engrossar fileiras daqueles que foram convidados e aceitaram seguir Jesus lá na beira do monte, quando ele proferiu a palestra, o sermão do monte das bem-aventuranças, quando ele nos convoca a nos tornarmos simples, a nos tornarmos humildes, a nos tornarmos menos preconceituosos, menos orgulhosos. Então, ele coloca para nós desafios, não é? Porque muitas vezes mergulhados nesse ambiente terra, um ambiente que nos predispõe a nos iludirmos, a desenvolvermos uma conduta de facilidades, uma conduta do jeitinho mais fácil para nós e muitas vezes esquecendo do nosso semelhante, esquecendo da lei divina que nos rege a todos. e que tá escrita na nossa consciência. A lei divina não tá em nenhum livro, não tá na nossa consciência. Por isso, nós sabemos que para crescer, para evoluir, para alcançar, para galgar essa escalada de evolução, precisamos nos unir uns aos outros. Nós somos interligados, precisamos uns dos outros. Então, não podemos nos esquecer do nosso semelhante. Nós temos que desenvolver sentimentos fraternos de solidariedade, porque há um propósito em nossa vida aqui na Terra de novo. Já vivenciamos por aqui muitas e muitas vezes, mas Deus nos concede a todos a oportunidade de rever os nossos pontos de vista, de rever a nossa conduta, de oferecer bons frutos, porque somos todos convidados pela vida a produzir bons frutos. E para isso nós temos a nossa consciência que nos garante o entendimento, sim, daquilo que é bom, que nos eleva e daquilo que nos faz eh o desserviço, que nos faz esquecer da grandeza de filhos de Deus que devemos ter em nosso íntimo, que nos faz mediocrizar ao invés de nos elevar. Então, precisamos oferecer ao mundo, no tempo em que estamos aqui, bons frutos. E Allan Kardec, o codificador da doutrina espírita, que trabalhou muito, que abraçou de coração, com toda energia

levar. Então, precisamos oferecer ao mundo, no tempo em que estamos aqui, bons frutos. E Allan Kardec, o codificador da doutrina espírita, que trabalhou muito, que abraçou de coração, com toda energia e com toda força. Esse trabalho de missionário, ele desenvolveu e trabalhou incansavelmente junto com outros aqui encarnados, mas sob a orientação dos invisíveis, dirigidos, presididos pelo Espírito Verdade, que é Jesus, e desenvolveu todo esse conteúdo para iluminar a nossa mente, para aclarar o nosso entendimento a respeito do por estamos aqui. Qual o propósito que nos traz de novo nessa vivência uns com os outros? Não é à toa e não é por acaso aqui estamos para crescer em sabedoria, para aprender a amar melhor, não é só para nos quitarmos perante a lei que em algum momento do passado nós defraudamos. Não, estamos aqui sobretudo para aprender. É por isso que as lições que nos chegam sob a forma de sofrimento, de conflito, de desafio, devem ser encaradas como lições, a nos oferecer potenciais, garantias de produção melhorada da nossa qualidade humana. Estamos aqui para produzir bons frutos. E que quais seriam esses bons frutos? A capacidade de conviver harmoniosamente com nós semelhante, de desenvolver em nós a mansidão. Mansidão é passaporte para o reino dos céus. Então, é preciso cultivar a boa fala, os bons pensamentos, os bons sentimentos. Isso tudo é equipamento que a vida nos concede para essa frutificação. Mas nós sabemos todos que de acordo com as nossas escolhas, porque somos livres para escolher. E é uma prerrogativa humana tão somente. Nenhum animalzinho, nenhum outro ser vivo tem essa prerrogativa de poder escolher. E nós temos, podemos escolher aqui ou ali isso ou aquilo, e colheremos exatamente aquilo que semeamos, aquilo que escolhemos fazer ou realizar, teremos a consequência, o resultado, o retorno. É a lei da harmonia do universo. é a lei da ação e da reação, da causa e do efeito. Então, sejamos muito lúcidos e inteligentes no sentido de fazermos boas

emos a consequência, o resultado, o retorno. É a lei da harmonia do universo. é a lei da ação e da reação, da causa e do efeito. Então, sejamos muito lúcidos e inteligentes no sentido de fazermos boas escolhas para que nós, como árvores humanas, humanas possamos trabalhar na nossa intimidade, elaborando perspectivas novas, entendimentos mais abrangentes, percepções avançadas, Porque temos em nós o potencial de transcender, de olhar para cima, de crescer. É para isso que aqui estamos. Para realizar esse desenvolvimento humano, é impossível fazê-lo sem a atenta observação de nós mesmos. É preciso frequentar esse território íntimo, esse campo dentro de nós, através da reflexão, da meditação, do silêncio, do encontro conosco próprios. Não devemos fugir de nós. Somos obra prima do Criador. Temos um valor incalculável aos olhos de Deus. nosso pai, dono de tudo. Então, é preciso que a gente se alegre, que a gente se valorize, que a gente aproveite esse tempo em que aqui estamos juntos uns com os outros para poder nos desenvolvermos. A evolução pessoal não pode ser terceirizada. Por mais que nós admiremos Jesus, ele não poderá fazer por nós aquilo que nos compete realizar. Nenhum guru, nenhum papa, nenhum líder, nenhum pastor, ninguém poderá fazer por nós aquilo que nos compete. Daí é preciso entender a responsabilidade que cai sobre os nossos ombros em relação a aquilo que viemos realizar aqui. Aqui estamos por um propósito e esse propósito é adocicar os sentimentos, trabalhar pela nossa iluminação, porque a primeira e principal tarefa que temos somos nós mesmos. Herdamos da vida, das existências anteriores todo um cabedal de experiências. E somos convidados pela vida a fazer bom uso desses conhecimentos adquiridos. Então, é preciso ser coerente e fazer just aquilo que nos compete realizar. Será que é justo, nobre, elevado e bom nós nos comportarmos ainda instintiamente? nós nos permitirmos enraivecer, em brutecer, violentar circunstâncias, ambientes, pessoas, imprimir mágoa nos outros.

Será que é justo, nobre, elevado e bom nós nos comportarmos ainda instintiamente? nós nos permitirmos enraivecer, em brutecer, violentar circunstâncias, ambientes, pessoas, imprimir mágoa nos outros. Não, isso não é um comportamento próprio do ser humano nos dias de hoje, principalmente nós que já temos esclarecimentos muito oportunos em torno do que veio nos ensinar o mestre da humanidade. É claro que temos sofrimento, porque uma afirmação de base é essa: o sofrimento é inerente ao ser humano por causa da imperfeição. Ainda somos aprendizes, não alcançamos o aprimoramento total, mas estamos caminhando a passo e passo, adquirindo, se quisermos, todos os dias o hábito de desenvolver as nossas qualidades, as nossas virtudes, produzindo pequeninos frutos no começo, mas depois virará, com certeza, uma árvore muito bonita. uma árvore repleta de frutos luminosos. Basta que nós desenvolvamos aquelas qualidades que Jesus pede que tenhamos maior atenção por elas. Que qualidades são essas? foco que vem a ser a decisão. Se queremos mesmo evoluir como seres humanos, sair da animalidade para uma real humanidade a caminho da angelitude, para quê? Para alcançarmos total plenitude e liberdade. Quem é que gosta, que aprecia viver sobre amarras? freados nos vícios dependente. Ninguém gosta disso. Então é preciso alçar vou sair da animalidade, caminhar para uma uma humanidade mais digna real, a caminho de uma angelitude, alcançando patamares de espíritos felizes, desimpedidos, livres de quaisquer pesos, de quaisquer amarras, de quaisquer arrependimentos. Então, caminhar para a frente e para o alto é a nossa destinação. Mesmo porque Jesus afirmou que nenhuma das ovelhas do Pai se perderá, porque o ser humano é resgatável. Mesmo que a gente tenha cometido erros, mesmo que tenhamos nos desviado da lei divina, quando nos desviamos da lei divina, na questão 614 do livro dos espíritos, há uma revelação. Só nos tornamos infelizes e sofremos quando nos desviamos da lei divina. E a lei divina

iado da lei divina, quando nos desviamos da lei divina, na questão 614 do livro dos espíritos, há uma revelação. Só nos tornamos infelizes e sofremos quando nos desviamos da lei divina. E a lei divina é o bem. O bem é regra imutável do criador. O mal é transitório, é passageiro, mas muitos nos equivocamos e caminhamos lado a lado com o mal, penetrando no mal, tomando gosto pelo mal. Mas isso gera sofrimento mais cedo ou mais tarde, porque é uma desordem. E é preciso conservar a ordem, o cosmo, que quer dizer ordem, e não enveredar pelo caos, porque todo caos é fruto negativo. É a árvore que dá maus frutos. Conhece-se a árvore pelos frutos. Conhece-se o verdadeiro homem de bem. também pelos frutos, pelo resultado das suas ações e intenções, quando nos entregamos à tristeza profunda, quando não nos conformamos com o status qu da vida, que mostra para nós que todos sofremos porque ainda somos imperfeitos, não cabe Para quem entende o significado da vida, não cabe revolta. Se fizemos tudo para contornar as situações negativas e aflitivas, se buscamos numa enfermidade o médico adequado, se tomamos os remédios, se fomos incansáveis no tratamento, porém a doença não passa, é porque aquilo precisa ser vivenciado por nós, mas não com tristeza profunda. Ao contrário, essa aflição e esse sofrimento, muitas vezes é a oportunidade para que nós desenvolvamos qualidades e frutos que de outra forma não seria possível desenvolver. Então, muitos sofrimentos vêm como lições, como oportunidades para o nosso crescimento, para atendermos aquele objetivo de alcançar a sabedoria. e desenvolver sensibilidade, desenvolver a sensibilidade de encarar em nós o sofrimento que muitas vezes o outro está passando também. Então isso sofrimento nos aproxima, nos faz mais irmãos, porque não há diferença entre rico, pobre, bonito ou feio, culto ou inculto. Todos sofremos porque faz parte, é inerente a nossa condição de espíritos ainda não elevados, não aprimorados, mas estamos a caminho. E isso muito nos alegra. Por quê? A

ito ou feio, culto ou inculto. Todos sofremos porque faz parte, é inerente a nossa condição de espíritos ainda não elevados, não aprimorados, mas estamos a caminho. E isso muito nos alegra. Por quê? A doutrina dos espíritos não é uma doutrina que cultiva o sofrimento e a dor, não. Aqui cultiva-se a esperança, a alegria, o contentamento, a gratidão por estarmos compreendendo melhor o significado de tudo, tudo ao nosso redor e sobretudo em nós próprios. É por isso que no capítulo 17 do Evangelho Segundo o Espiritismo, num dos parágrafos, está registrado assim: "Conhece-se o verdadeiro homem de bem, verdadeiro espírita, o verdadeiro cristão pela sua transformação moral, pelos esforços que faz para podar as suas más inclinações." Então, vejamos, essa palavra é significativa. Ninguém vai progredir moral, espiritualmente, até intelectual ou materialmente sem esforço. É preciso que nós nos esforcemos. Mas Deus, quando nos criou, nos deu todo o instrumental, todas as ferramentas para que pudéssemos avançar. Se não usamos, fica com uma enchada que, por falta de uso, enferruja no campo e nada produz. Então nós que somos humanos, seres pensantes, criativos, que inventamos e reinventamos, que favorecemos o progresso. Outro dia eu assisti um documentário mostrando as catedrais construídas na Idade Média. É incrível aquela habilidade, aquela sensibilidade, aquele poder de criar, de colocar símbolos nas coisas, os aquedutos, todas as coisas feitas pelo homem, pelo ser humano. essa ligação que temos, a forma de comunicar com o plano espiritual, recebendo inspirações do alto, isso nos honra. Então, é preciso valorizar o nosso estágio aqui e fazer o melhor ao nosso alcance. Então, no Evangelho Segundo o Espiritismo, repetido também no Livro dos Espíritos, há um trabalho de Allan Kardec em que ele desenvolve o tema em torno desses seres humanos, árvores que produzem frutos do bem. Chama-se assim o homem de bem. O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei da justiça, do amor e da caridade na sua

envolve o tema em torno desses seres humanos, árvores que produzem frutos do bem. Chama-se assim o homem de bem. O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei da justiça, do amor e da caridade na sua maior pureza. Quer dizer, não será homem do bem aquele que não tem amor à justiça, aquele que quer tudo só para si. Aquele que não se indigna com leis injustas, ao contrário, adere, soma com elas, com as leis injustas, por interesses pessoais. Então, aqueles que se corrompem não são justos, não são criaturas do bem, terão que caminhar muito e terão que responder pelas suas escolhas. É ele próprio que produz a tristeza, o conflito, a dificuldade futura. Porque nós não somos o resultado dos nossos genes, não. Nós somos o resultado das nossas escolhas. A felicidade que sentimos hoje, a alegria que temos hoje ou a tristeza que temos, são subprodutos das nossas escolhas de ontem. Se queremos ter amanhã um futuro gostoso, um futuro bom, um futuro feliz e sorridente, preparemos as nossas escolhas de hoje. Nesse sentido, eu tive um mestre tempos atrás que repetia sempre: "O problema é não fazer compromisso com mal". É, é não fugir, não desviar do bem. Só nos encaminharmos paraa prática do bem, pro dever bem cumprido e paraa ligação com o sagrado. Porque precisamos frequentar o sagrado. É a nossa origem, a nossa ponte, é o nosso recurso, é o nosso abastecimento garantido. Como é que se faz isso? através de uma oração, de um Senhor, obrigado, gratidão pelo dia de hoje, Senhor. Estou aflito, acalma minha alma. Vamos conversar com o Pai como filhos, filhos que somos dele. Nem precisamos intermediário, mas Jesus é um ótimo intermediário e Maria Santíssima também. São poderosos por já providenciam emissários divinos que vêm em nosso socorro. Podemos acreditar e devemos confiar na providência divina que direciona para nós os recursos, aqueles recursos que nós nem esperávamos. Através do quê? de uma inspiração pra gente caminhar por esse caminho e não por esse, pra gente adotar essa ou aquela fala em determinada

ara nós os recursos, aqueles recursos que nós nem esperávamos. Através do quê? de uma inspiração pra gente caminhar por esse caminho e não por esse, pra gente adotar essa ou aquela fala em determinada situação. Então, se a gente tá ligado com a espiritualidade consagrado, as nossas intenções se tornam nobres e sentiremos o amparo que nós necessitamos. Por que necessitamos? Porque ainda não somos. ainda somos aprendizes, somos alunos nessa escola da vida. Então, é preciso que a gente se conscientize da nossa riqueza interior. Deus não quer nos sentenciar, não. Deus não pune. Ele oportuniza para nós tantas oportunidades quantas sejam necessárias para que a gente se desenvolva, para que a gente cresça em sabedoria, pra gente cumprir aquilo que nos compete. Continua Allan Kardec assim: Verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei da justiça, do amor e da caridade na sua maior pureza. Se ele interroga a consciência sobre seus próprios atos, a si mesmo perguntará se violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desprezou voluntariamente alguma ocasião de ser útil, se ninguém tem qualquer queixa dele, enfim, se fez ao outro tudo o que desejaria que ele fizesse. Essa é a regra áurea. E quando a gente segue essa regra, nós não erramos, simplesmente não nos comprometemos com o mal. Quando a gente faz ao outro que gostaríamos que o outro fizesse para nós, essa é uma medida importante, valiosa, para que a gente siga pra frente, para o alto, com leveza, desenvolvendo gentileza. cortesia, ética, descobrindo formas cada vez mais luminosas de nos tornarmos mais irmãos uns dos outros, mais humanos, portanto, porque esse tempo de agora é um tempo de transição. Todos vocês já ouviram que o mundo está passando por um tempo de transição. É preciso desconstruir tanta coisa, tantos hábitos antigos e perversos e construir novos hábitos, novos patamares para que esse mundo novo, o mundo de regeneração, tenha a nossa real contribuição. Somos convidados a colaborar com o nosso conteúdo próprio,

gos e perversos e construir novos hábitos, novos patamares para que esse mundo novo, o mundo de regeneração, tenha a nossa real contribuição. Somos convidados a colaborar com o nosso conteúdo próprio, porque se observarmos bem, não existe ninguém igual a ninguém. Nós somos frutos únicos, originais de Deus. E é isso, tá também a nossa riqueza. Somos únicos, cada qual as suas experiências únicas. o modo de ver único, o jeito de ser único. Precisamos valorizar isso e responder por aquilo que nos compete realizar. Eu penso que essa é a mensagem mais importante no sentido de que desenvolvamos a fé no futuro, porque Jesus é o mestre, veio, fez o que competia a ele, deixou-nos um legado brilhante e muitos outros trabalharam para isso. É preciso lembrar da irmã Dulce de Salvador, como ela caminhou livremente nas pegadas do mestre. É preciso lembrar de um rhatmand que caminhou livremente nas pegadas do mestre e ele nem era cristão, mas era um verdadeiro homem de bem. É preciso lembrar de Madre Teresa de Calcutá o quanto fez com seus exemplos, com a sua dedicação. É preciso lembrar do codificador da doutrina espírita e esse missionário de Jesus que trabalhou incansavelmente para que a gente pudesse desenvolver um melhor entendimento do significado da vida. E com essa lembrança desse missionário de Jesus, eu peço a vocês que leiam em casa e reflitam sobre essa página do Evangelho, quando fizerem o evangelho em casa, né? O homem de bem tá no capítulo 17 denominado Sede perfeitos é o convite de Jesus. E Jesus não fala bobagem e não fala palavras eh à toa. Se ele disse sede perfeitos é porque isso é possível. Então saiamos da condição de aprendizes, novos patamares e coloquemo-nos como espíritos maduros, altruístas e cooperadores no bem. Obrigada pela atenção. Que ele nos abençoe a todos. Nós agradecemos a Leila por essa por essas palavras, essa palestra que nos convida a apresentar o nosso melhor, né, convite tão importante. E vamos fazer então a nossa prece, já que nós contamos com esse

agradecemos a Leila por essa por essas palavras, essa palestra que nos convida a apresentar o nosso melhor, né, convite tão importante. E vamos fazer então a nossa prece, já que nós contamos com esse convite, vamos pedir o reforço, né, para que a gente consiga realizar essa tarefa. Então vamos pedir ao nosso mestre Jesus que ele nos abençoe. Mestre querido, trazemos no nosso coração tantas coisas ainda não descobertas, mas tu já conhecias as nossas potencialidades, já acreditavas na nossa possibilidade de florescer. nos abençoa, mestre, para que possamos fazer essa jornada rumo ao nosso coração, buscando essas qualidades e que ao encontrá-las não nos contentemos em guardá-las para nós, mas que tenhamos a coragem de dividir com os nossos companheiros de caminhada, nos auxilia, mestre, para que no nosso dia a dia possamos nos lembrar dessas lições, dessa lição do homem de bem que é tão preciosa ao nosso coração, que fala do esforço diário para vencermos as imperfeições, para oferecermos a nossa melhor compreensão, para oferecermos tantas vezes o nosso perdão, porque sabemos das nossas imperfeições. Então, mestre Jesus, nos fortalece nesse propósito. Pedimos, Senhor, que os nossos lares sejam abençoados, que os teus mensageiros de luz possam envolver os nossos familiares, nossos amigos queridos neste plano e no plano espiritual, que recebam todo o nosso amor, todo o nosso carinho. E pedimos, Senhor, por aqueles que se dizem os nossos inimigos, que eles sejam também abençoados, direcionados, como nós também precisamos ser direcionados ao caminho da paz, da luz e do crescimento. E assim, mestre querido, pedimos a tua permissão para encerrar o nosso trabalho de hoje. Graças a Deus, meus amigos, temos aqui recado, campanha do agasalho. Tá frio, né? A gente tá sentindo esse friozinho bom, mas para muita gente esse friozinho dói muito. Então contamos com a ajuda de todos para dar aquela revirada no armário e ver o que que a gente pode oferecer, um casaco, uma meia, uma toquinha, enfim,

mas para muita gente esse friozinho dói muito. Então contamos com a ajuda de todos para dar aquela revirada no armário e ver o que que a gente pode oferecer, um casaco, uma meia, uma toquinha, enfim, essas roupas de frio, né, agasalhos e entregar aqui no almoxarifado da nossa comunhão aqui ao lado. Se tiver tudo fechado, não tem problema. Pode deixar na portaria. Eh, é uma é um pedido que nos faz a nossa casa e nos lembrando que a comunhão atende 150 famílias e sextas-feiras a 40 moradores em situação de rua. Então, é muita gente e precisa da nossa ajuda. Eu desejo a vocês um excelente final de semana e vamos agora passar ao passe com a orientação da nossa amiga Evans. Obrigada. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas. mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os

bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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