Pedro Soares | JESUS CRISTO, O CRISTO HISTÓRICO (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 02/03/2020 (há 6 anos) 42:03 2,023 visualizações

Palestra "JESUS CRISTO, O CRISTO HISTÓRICO", realizada na Comunhão Espírita de Brasília, por Pedro Soares. Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. https://www.youtube.com/c/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 #ComunhaoEspirita #PalestraEspirita #Espiritismo Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básicos.

Transcrição

Queridos irmãos e irmãs, sejam todos bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. Se sintam acolhidos com muito amor. Se houver alguém que tá está vindo pela primeira vez, se sinta em casa. A casa é de todos. Aqui é um local de acolhimento, de ajuda e todos aqui estão estamos na mesma condição, aprendizes do evangelho de Jesus. Então, aproveitemos o máximo para que levemos a os conhecimentos que hoje vamos receber, a reflexão que será feita pelo nosso irmão Pedro e com certeza vai acrescentar muito a todos nós. Hoje nós temos também o prazer de contar com a nossa irmã Débora, que sempre que possível ela vai participar também da mesa. Como você sabe, a nossa querida Salete tá temporariamente afastada, mas com certeza ela retornará. E assim faremos uma leitura inicial que está neste livro, Palavras de Vida Eterna. São mensagens maravilhosas ditadas pelo espírito Emanuel e psicografia do nosso querido Chico Xavier. E o título é Na exaltação do reino divino. E faz uma citação do Evangelho de João, capítulo 15 versículo 8. Nisto é glorificado o meu Pai, em que de em que deis muito fruto e assim tornar-vos eis meus discípulos. Agora a mensagem do Emmanuel. Glorificarás o Senhor supremo e serás discípulos do grande Mestre. Contudo, não apenas porque te mostres entendido nas divinas escrituras, não somente porque saibas apregoar os méritos da sublime revelação, como a quem te ouve, não apenas por guardares de cor as tradições dos antepassados, não somente por te sustentares assído, no culto externo, não apenas pelo reconforto recebido de mensageiros da vida superior, não somente por escreveres páginas brilhantes, não apenas porque possuas dons espirituais, não somente porque demonstres a levantadas aspirações, a palavra do Evangelho. é insofismável. Glorifiquemos a Deus e converternos emos em discípulos do Cristo, produzindo frutos de paz e aperfeiçoamento, regeneração e progresso, luz e misericórdia. A semente infecunda, por mais nobre, é esperança cadaverizada no seio da terra.

s emos em discípulos do Cristo, produzindo frutos de paz e aperfeiçoamento, regeneração e progresso, luz e misericórdia. A semente infecunda, por mais nobre, é esperança cadaverizada no seio da terra. Assim também, por mais ardente a fé que não se exprime em obras de educação e de amor, redenção e bondade é talento morto. Se se te dizes seguidor de Jesus, segue-lhe os passos, ajuda, ampara, consola, instrui, edifica e serve sempre. Façamos algo na extensão do bem de todos. Somente assim cresceremos para o céu na construção do reino de Deus. E neste momento rogamos a Jesus, a Bezerra de Menezes, mentor desta casa, que intua e inspira o nosso irmão Pedro, que nos dirá o tema que está no capítulo um do Evangelho e as fontes das quais ele se utilizou, que Jesus o amparo hoje e sempre. Muita paz para todos. Boa tarde a todos. Acho que eu só ouvi os desencarnados. Vamos tentar nós aqui. Boa tarde a todos. Boa tarde. Agora sim. Estamos junto. Ah, tá. Fiquei até arrepiado agora. Falou: "Ué, será que eu já desencarnei? Não tô sabendo, né? Então, já que estamos juntos, vamos mais uma vez agradecer ao nosso pai maior, a Deus, aquele que nos deu a vida. agradecer o nosso anjo da guarda Bezerra de Menezes, aos nossos amigos espirituais que nos acompanham há muito e muito tempo porque acreditam em nós e sabem que nós vamos prosperar. agradecer a todos eles porque eles nos ajudaram nessa tarde para que a gente viesse, conseguisse chegar até aqui. Alguns provavelmente ainda estão no trânsito em algum lugar, mas nós conseguimos. E vamos agradeccê-los porque é uma oportunidade de estarmos aqui para falar de nós, né? falar dos evangelhos de Jesus, falar da doutrina espírita, falar da nossa vida, porque a casa espírita é uma casa de socorro, é uma casa de abraçamento, é um lugar onde a gente encontra pais, a gente encontra amigos e a gente fala com Deus e mergulha um pouco. dentro de nós. O Emanuel, ele tem um livro chamado Estude e Viva. E nesse livro, Emanuel recomenda que nós espíritas

encontra pais, a gente encontra amigos e a gente fala com Deus e mergulha um pouco. dentro de nós. O Emanuel, ele tem um livro chamado Estude e Viva. E nesse livro, Emanuel recomenda que nós espíritas estudemos a doutrina espírita, mas focado nos evangelhos de Jesus. E que desse estudo que a gente faça, o que a gente aprenda nesse estudo dos evangelhos, da doutrina espírita, a gente tire da mente, põe no coração e jogue em nossas mãos para utilizá-los através das nossas atitudes, do nosso dia a dia, da nossa palavra, dos nossos exemplos, das nossas ações. Nesse nesse mesmo capítulo, o Emanuel diz que a doutrina espírita, quer dizer, o espiritismo, ele solicita de todos nós, solicita de todos nós uma espécie de caridade permanente. E que caridade é essa? é a caridade da sua própria divulgação. Quer dizer, a caridade de nós divulgarmos a doutrina espírita. Essa é uma caridade solicitada permanentemente. E aqui estamos nós, todos nós, divulgando a doutrina espírita. E nós sempre falamos: "Ah, mas você tá em cima, você tá divulgando". Não, quem escuta também divulga. Isso é importante. Quem faz o evangelho no lar em casa, tá divulgando a doutrina espírita. Quando nós encontramos um amigo na rua e comentamos a respeito da nossa da comunhão ou de uma outra casa espírita, nós estamos divulgando a doutrina espírita. Ah, mas eu faço evangelho sozinho, certo? Mas como diz Paulo, mas tem uma nuvem de testemunha esperando pelas suas palavras. Por isso que é importante que o evangelho do lar seja feito em voz alta, porque ainda tem espíritos que não aprenderam a a a ler pensamentos, precisam da nossa voz para que eles possam aprender. E aí nós estamos divulgando a doutrina. Quando a gente vai num bar, num clube e encontra alguém que é espírita e comenta alguma coisa, pois é, mas você viu aquela fala, você viu aquele, nós estamos divulgando, nós estamos falando de coração da doutrina espírita. Então, sempre que pudermos e for cabível, vamos divulgar a doutrina espírita. O capítulo de hoje que nós vamos, o tema

ele, nós estamos divulgando, nós estamos falando de coração da doutrina espírita. Então, sempre que pudermos e for cabível, vamos divulgar a doutrina espírita. O capítulo de hoje que nós vamos, o tema de hoje é Jesus Cristo e ele tá no livro que é o Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo primeiro, onde o título principal é: "Não vim destruir a lei". Especificamente nos itens três e quatro. Então vamos pedir a Jesus, né, nosso irmãozinho mais velho, que a gente possa na noite de hoje, na tarde de hoje, na nossa conversa, a gente aprender o máximo que a gente puder para que a gente possa sair daqui e executar algo que a gente escutou, que a gente aprendeu para melhorar a nossa caminhada. Eu sempre falo para mim, inclusive que se de uma palestra, de um livro eu conseguir executar apenas uma frasezinha, uma palavra, já é um ganho fantástico para nós que somos espíritas. O Herculano Pires, que é um filósofo, estudador, tradutor, educador, ele é escritor de vários livros espírita, um pesquisador fantástico. Ele fala que cada fase da humanidade, cada fase da evolução da humanidade, ela finaliza, ela se encerra com uma síntese bem conceitual do que aconteceu naquela fase, na evolução daquela fase. E ele diz que a Bíblia, por exemplo, ela é a síntese da antiguidade, porque a Bíblia foi codificada como sendo a primeira revelação, a primeira aliança de Deus com os homens. Por isso que ela é a primeira revelação e tá individualizada, tá fortificada em Moisés. Essa é a primeira revelação. E ele fala que a segunda revelação é o evangelho. O evangelho que sintetiza a aquela fase do do Império Romano naquele povo grego, judaico, e que o evangelho foi codificado como sendo a segunda revelação na figura. do Jesus Cristo, a segunda aliança com Deus. E aí ele fala que o livro dos espíritos é a do mundo moderno, que o livro dos espíritos é a codificação da terceira revelação, mas que não tá representada por nenhuma individualidade, por nenhum grupo. O livro dos espíritos, como diz Kardec,

a do mundo moderno, que o livro dos espíritos é a codificação da terceira revelação, mas que não tá representada por nenhuma individualidade, por nenhum grupo. O livro dos espíritos, como diz Kardec, ele foi codificado pelos anjos do céu, pelas pelas virtudes do Senhor. Então, não tem nenhuma especificidade, nenhuma individualidade no livro dos espíritos, porque é uma doutrina dos espíritos e é considerado a terceira revelação. Por isso que nós estamos acostumados a escutar que o Espiritismo é o consolador prometido por Jesus, que ele fala no Evangelho de João, capítulo 14, e é a terceira revelação. E quando a gente fala em Jesus na doutrina espírita, a gente vai na questão 625 do livro dos espíritos, que a maioria de nós já conhece, senão todos. Quando Kardec pergunta aos espíritos qual foi o ser mais perfeito que Deus entregou aqui na terra para que nós, homens pudéssemos segui-los como guia, como modelo? E a resposta, eu creio, é uma das mais resumidas do livro dos espíritos. Qual é isso aí? Jesus. E Kardec diz que Jesus foi a o homem com exemplo de perfeição moral. Perfeição moral mais elevada que é nossa e nós, né, humanos, a humanidade tem a pretensão de chegar aqui na terra. Foi o mais puro espírito que já apareceu aqui na terra. Agora nós vamos falar de Jesus Cristo. Mais importante a gente deixar claro de quem é que nós vamos tratar aqui, de é de quem é que nós estamos falando, porque nós podemos tratar Jesus, mostrar Jesus de várias formas, de várias maneiras. Por exemplo, o Jesus real, aquele Jesus de carne e osso, podemos dizer aquele que tem uma identidade, tem um CPF e até mesmo um CEP de correspondência. Esse é o Jesus real, homem. possui dor de uma palavra muito docificante, cativante, divulgador de ideias revolucionárias, mas que acabou morto e crucificado pelo imperador romano Pôncio Pilatos, como um malfeitor qualquer desse Jesus que nós acabamos de falar, muito pouco nós sabemos. Nós temos muito pouca informação a respeito desse Jesus, desse Jesus real,

o imperador romano Pôncio Pilatos, como um malfeitor qualquer desse Jesus que nós acabamos de falar, muito pouco nós sabemos. Nós temos muito pouca informação a respeito desse Jesus, desse Jesus real, mas aí tem o Jesus Cristo, que é o filho de Deus, ungido, filho único, cujo nome tá associado a uma grande, a uma vasta bibliografia, literatura teológica, dogmática e que é muito cultuado nos templos, nas igrejas, nas lapinhas, do mundo inteiro. Este é o Jesus Cristo. Temos também o Jesus histórico. O Jesus histórico é aquele que tem uma imagem construída com base em estudos feito na Palestina do primeiro século há muito tempo atrás. E é uma imagem hipotética. É bom que a gente deixe claro isso. É um Jesus histórico. É um Jesus que foi criado. É um personagem construído numa visão de como uma pessoa daquela época poderia ser influenciado de uma maneira A, de uma maneira B, ter vivido num sítio, numa fazenda, numa casa, numa cidade. E por último, nós temos o Jesus pessoal, aquele Jesus que é da nossa crença, da crença de cada um de nós. e que esse Jesus, sendo particular, ele pode coincidir com um desses Jesus que nós falamos ou até conflitar em uma dessas formas da gente ver, porque ele é particular, ele é da nossa crença. Porém, na fala de hoje, a gente vai focar, vai se direcionar mais para o Jesus histórico, aquele da história. Jesus que foi criado a partir de estudos de uma cultura de um povo judeu do século que viveu no mundo que todos nós sabemos, dominados pelos romanos, um mundo que castigava truculento. Foi nesse mundo que Jesus viveu e ainda com a influência muito grande de uma cultura grega. E ele foi construído em base de informações a pessoa de vários estudiosos reais, estudiosos reais que eram seus contemporâneos. A maioria dos acadêmicos, dos estudiosos, dos teólogos, dos exegetas e até mesmo nós, eles concordam que Jesus existiu. Ponto. Jesus existiu. Foi um pregador judeu. Nasceu, viveu, nasceu, viveu como judeu na Galileia. Isso tudo no primeiro século

teólogos, dos exegetas e até mesmo nós, eles concordam que Jesus existiu. Ponto. Jesus existiu. Foi um pregador judeu. Nasceu, viveu, nasceu, viveu como judeu na Galileia. Isso tudo no primeiro século e que continuava com aquela fala que todos nós conhecemos, a fala cativante, doce, foi batizado por João Batista. João Batista batizava com o discurso de arrependei-vos, porque o reino de Deus está chegando. Na verdade, não é arrependei, é transformai-vos que o reino de Deus está chegando. Só que ele foi crucificado, Jesus crucificado por ordem de Pôcio Pilatos. Então, a teologia desse Cristo que nós falamos, ressuscitado, que foi crucificado, morto, crucificado depois da Páscoa, né? Depois da Páscoa, essa teologia, esse conhecimento, ele contaminou e muito o conhecimento que se tinha do Jesus antes da Páscoa, aquele Jesus real que nós falamos. E essa contaminação deixou muito difícil os estudos, as definições para saber realmente quem era o Jesus real, quem era o Jesus histórico. E aí é nesse clima, nesse contexto que a fé cristã, que a nossa fé foi forjada, foi construída a partir de um Cristo teológico, o Cristo póscoal e não aquele Cristo Jesus Cristo, homem. Quando nós pegamos o Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo um, nós vamos verificar de imediato a fala de Jesus, que é: "Não vim destruir a lei". Isso tá em Mateus, capítulo 5. Quando Mateus começa a falar, quando Jesus fala das bem-aventuranças, isso capítulo 5. "Eu não vim destruir a lei, mas vim cumpri-la". Ou seja, ele veio da execução à lei existente, não veio modificá-la, veio dar um sentido verdadeiro, apropriado e adequar essa lei. Isso é mais importante que Jesus veio fazer, adequar essa lei ao povo, aos homens que viviam naquela época numa Palestina do século Io. E assim como Jesus disse isso, olha, não vim destruir a lei, nem os profetas. A doutrina espírita, o espiritismo também diz: "Não vim destruir a lei cristã, mas eu vim dar-lhe execução". O espiritismo não ensina nada diferente, nada contrário,

m destruir a lei, nem os profetas. A doutrina espírita, o espiritismo também diz: "Não vim destruir a lei cristã, mas eu vim dar-lhe execução". O espiritismo não ensina nada diferente, nada contrário, olha que legal, do que Jesus ensinou, mas ele desenvolve. Ele executa, completa, explica de uma maneira tranquila, fácil, simples, como diz o popular no português rasteiro, para que todos os homens entendam o que Jesus falou naquela época por necessidade, por alegoria e por parábola. Assim, o espiritismo não veio destruir a lei cristã. Por isso que o espiritismo, meus irmãos, é considerado o consolador prometido por Jesus, que tá no capítulo de João, tá em João capítulo 14 versículo 5, 15, não é porque eu decorei, porque tá escrito aqui, tá? E ele diz no capítulo de João, se me amais, observarei meus mandamentos e rogarei ao Pai e ele vos dará, vos enviará um novo Parácleto para que convosco permaneça para sempre. E a doutrina espírita vai ficar conosco para sempre. Que a gente queira o não. Nós vamos nascer, renascer, nascer, renascer. e vamos ter a doutrina espírita sempre presente em nós. E ele continua dizendo, Jesus, por quê? Porque esse parácito, em verdade eu vos digo que esse parácito que meu pai vai enviar para você, ele vai ensinar tudo e recordar tudo aquilo que eu vos disse. E é exatamente isso que a doutrina faz. A doutrina ela pega, fala de Jesus e explica de uma maneira saudável, tranquila para todos nós. Tira esse vel que colocaram na nossa na nossa face por muito tempo e ensina tudo. No nosso ponto de vista, qualquer problema, qualquer dificuldade, qualquer indagação. Eu aí, eu agora vou ainda não vi nenhuma falta de resposta pela doutrina espírita, por qualquer problema que seja. Então, quando Kardec foi lançar o Evangelho Segundo Espiritismo, que é o terceiro livro da codificação, temos cinco livros, já tinha lançado o livro dos espíritos, já tinha lançado o livro do médium e agora chegou a hora dele lançar o Evangelho Segundo o Espiritismo, que é a parte moral.

da codificação, temos cinco livros, já tinha lançado o livro dos espíritos, já tinha lançado o livro do médium e agora chegou a hora dele lançar o Evangelho Segundo o Espiritismo, que é a parte moral. dos ensinamentos de Jesus, não fala das predições, dos milagres, nem nada. Fala só da parte moral. E o livro dos espíritos traz o quê? Traz toda a filosofia da doutrina espírita, toda a base. O livro dos médiuns é um livro técnico que trata do intercâmbio mediúnico como deve ser, como não deve ser. E o terceiro que ele lançou foi o Evangelho Segundo o Espiritismo. E nós precisamos prestar muita atenção. É aqui eu tenho certeza, nós temos certeza que o quadro todos já leram Evangelho Segundo Espiritismo, mas se der uma olhadinha no primeiro capítulo, a gente vai perceber ali, a gente começa a perceber a lógica do Kardec, o quanto ele tem um bom senso, é sensato, o quanto ele explica de uma maneira clara. o que ele escreve e também traz nesse capítulo essa essa reflexão profunda de Jesus quando ele diz que não veio destruir a lei, mas sim dar cumprimento a ela. E é nessa passagem que Jesus mostra quais são os deveres do homem para com Deus e quais são os deveres do homem para com o próximo. Esse capítulo é fundamental. Primeiro, então quando Jesus diz: "Não vim destruir a lei". Que que lei que ele tá falando? Da lei mosaica. Ele tá falando da lei de Moisés. Jesus era um judeu, viveu na, né, com com o povo judeu. Todos os seus apóstolos, 12, eram judeus. Ele pregava para um povo judeu. Então é, ele estava falando da lei judaica antiga, era uma lei confusa. Tava falando da primeira aliança que nós falamos lá atrás. Era uma lei conflituosa, transitória, truculenta. Então ele veio adequar essa lei, como nós falamos no início, a necessidade da época dos homens, porque ele não construiu. Jesus não deixou nenhuma lei. Ele não disse: "Olha, deu um bilhetinho pros apóstolos, tá vendo aqui? Essa lei aqui a partir da semana que vem que vai ficar valendo. Não, não escreveu nada disso.

ruiu. Jesus não deixou nenhuma lei. Ele não disse: "Olha, deu um bilhetinho pros apóstolos, tá vendo aqui? Essa lei aqui a partir da semana que vem que vai ficar valendo. Não, não escreveu nada disso. Assim como também ele não inventou, não criou nenhuma religião. Ele comentou, adequou bastante as leis, mas relembrando o tempo todo, sempre falando, desde que começou a sua pregação até sua morte, ele tava lembrando, readequando a lei mosaica, lei de Moisés. E isso fica muito bem claro quando no Evangelho de Mateus, o cinco, né, que tá falando da bemaventurança, que tem vários itens, tem um item que ele fala da lei, do cumprimento da lei. Olha o que ele fala. Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas, não vim revogar, mas dá-lhes o cumprimento. Porque em verdade vos digo que o céu e a terra não passará antes que essa lei seja cumprida na sua totalidade, em todos os seus detalhes. Então, existe algumas falas do nosso mestre Jesus que muito de nós atribuímos a ele. Na verdade não é dele algumas, porque já estavam no Antigo Testamento. Por exemplo, se a gente vai em Lucas, em Mateus 22, tem uma ocasião em que os fariseus perguntam para Jesus: "Mestre, qual é o maior mandamento da lei?" tá no primeiro capítulo do do Evangelho e ele responde: "Amarás ao Senhor, teu Deus de toda a tua alma, de todo o teu coração, de todo o teu espírito?" Este é o primeiro mandamento. Ele fala: "Ainda tem um segundo que é semelhante a esse: "Amarás o próximo como a ti mesmo." E nesses dois estão aí, ó, embutida contida todas as leis e todos os profetas que já passaram por aqui. Isso tá em Deuteronôimos, tá em Levíticos, em outras passagens da Bíblia. Então Jesus veio trazer, como nós falamos, os deveres do homem para com Deus, quando ele diz: "Amará teu Deus toda a tua força e os deveres do homem para com o homem." Quando ele diz, "Amarás o próximo". Isso mesmo, como a ti mesmo. Mas é bom a gente perceber que a vinda de Jesus, ela veio num momento de uma expectativa muito grande do povo judeu,

para com o homem." Quando ele diz, "Amarás o próximo". Isso mesmo, como a ti mesmo. Mas é bom a gente perceber que a vinda de Jesus, ela veio num momento de uma expectativa muito grande do povo judeu, expectativa muito grande, muito pulsante na época dos romanos, que eles achavam que o Messias vinha para restaurar a casa do Davi e tudo era se adequava para que Jesus fosse o Messias. E eles achavam que Jesus vinha libertá-los, tirar dos romanos e dar liberdade ao povo de Abraão, aos filhos de Abraão, como ele chama. Jesus foi um revolucionário, podemos dizer. Por quê? Porque ele lutava contra as injustiça. Jesus lutava contra os preconceitos, principalmente os preconceitos contra a mulher. Ele viveu, ele viu, ele sentiu o sofrimento do povo daquela época na Palestina do Primeiro século, que era o tratamento dado pelos romanos. Ele percebeu o preconceito do povo samaritano e lutava contra isso. Ele percebeu e lutou contra os leprosos, os preconceitos contra os leprosos. Então ele tinha essa esse approche de procurar a justiça para todos. Ele viu como é que os romanos, os romanos faziam a repressão a qualquer grupo que se rebelasse contra eles. Então, foi nesse contexto histórico que Jesus viveu e não pregou em um momento nenhum nada de violência. Ele não pegou, não pregou a violência em instante algum e momento nenhum. Por isso que ele fala da justiça superior no Mateus, na mesma mesmo capítulo 5, que é da bem-aventurança, ele fala que a justiça superior, a justiça tem que ser superior à justiça antiga. Ele diz: "Em verdade vos digo, vos asseguro que se a justiça, se a justiça não exceder a justiça dos escribas, dos fariseus, não entrarei no reino dos céus, nem no reino de Deus". Que é a mesma coisa. Reino do céu reino de Deus. E Jesus veio, ele fala que veio para quê? Para pregar o reino de Deus. João Batista pregou dizendo que olha, se arrependam, se transforme, porque o reino de Deus está chegando. E Jesus chegou e disse: "Arrependei-vos, transformai-vos, que o reino de Deus é

reino de Deus. João Batista pregou dizendo que olha, se arrependam, se transforme, porque o reino de Deus está chegando. E Jesus chegou e disse: "Arrependei-vos, transformai-vos, que o reino de Deus é chegado." E ele anuncia em Lucas, dizendo: "Olha, é necessário que eu anuncie em outras cidades o reino de Deus, porque essa é a minha missão." Ele fala isso porque os apóstolos estavam com medo que ele começassem a andar por ali, descer até Jerusalém e acabar no que acabou, ele sendo morto, crucificado. A maioria dos pesquisadores, nós, simples leitores, teólogos, concordam plenamente que a pregação de Jesus até a sua morte, ela veio baseada numa pregação onde ele vai girar em torno de uma noção básica do reino de Deus ou do reino dos céus, porque ele não pôde falar tudo como ele mesmo disse. Porque a gente porque eles não era possível na despedida dele na na Santa Ceia, ele fala: "Não vou poder falar tudo para vocês que vocês não vão entender". Então você ele e ele estabeleceu essa meta do reino de Deus como sendo a sua meta básica, principal, onde todos seus objetivos, seus anseios, suas angústias, seus esforços, sacrifícios, ele ia investir como investiu e realmente deixou em nós implantado o reino de Deus. Jesus Cristo, a Joana de Angeles no livro Jesus e o Evangelho, a luz da psicologia profunda, que faz parte, esse livro faz parte daquela psicologia da Joana de Anjo, né? Não tem um um livro isso, uma série que ela tem, são 17 livros. E nesse livro ela diz que Jesus não foi, ó o que Jonas de Anângeles fala, ele diz que Jesus não foi um biótipo de um legislador convencional, não foi. Ele veio, na verdade, ele não veio submeter à humanidade, não veio se submeter a lei nenhuma vigente na época. E aí ela diz, ele era portador de uma revolução, uma revolução que tem por base o amor na sua essencialidade mais excelente, sutil e que se adotada transforma os aliceces do indivíduo e da sociedade. Então ele foi portador de uma fala revolucionária baseada no amor, revolução do amor.

r na sua essencialidade mais excelente, sutil e que se adotada transforma os aliceces do indivíduo e da sociedade. Então ele foi portador de uma fala revolucionária baseada no amor, revolução do amor. Toda a doutrina de Jesus, todo o seu ensinamento tem como pano de fundo, tem como base o amor. E foi isso que ele veio trazer pra gente. E aí ele disse que transformará os aliceces morais do indivíduo e da sociedade. E a doutrina espírita no livro dos médiuns, no item 350, Kardec diz que se a como a doutrina veio anunciada para transformar a humanidade, mas não assim, chegou, transformou, ela diz que esse efeito de transformação vai se dar passo a passo, tempo a tempo e vai produzir na massa consequências de aperfeiçoamento moral do indivíduo. Então, veja que a Joana de Ângeles e a doutrina espíritas e Jesus estão de acordo com essa transformação. E o Cristo Consolador foi uma fala de Kardec muito feliz. Porque ela indica o quê? Quando é Cristo consolador, que ele vem de acordo nos mostrar o consolo de todas as misérias, desgraças, dores físicas, perda de entes queridos, amados que vão encontrar no Consolador prometido, que a doutrina de Jesus na fé do futuro, confiança na justiça de Deus, consolar lá e ser consolado. E Jesus disse o quê a esse respeito que Kardec falou? Em Mateus capítulo 11, olha o que Jesus fala. Tiramos da Bíblia de Jerusalém. Vinde a mim todos que estão estão cansados e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu julgo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e encontrarei descanso para vossas almas, pois o meu jo é suave e meu fardo é leve. Aí você vê Kardec e Jesus numa simetria de amor muito grande. Então é desse Jesus que nós estamos falando hoje. Portanto, meus irmãos, vamos pedir que esse mesmo irmão, o irmão Jesus, mantenha a sua paz em nosso coração, nossos pensamentos e que nós saímos daqui melhores do que chegamos. É isso que nós tínhamos para falar hoje. Muito obrigado e boa noite a todos. Agradecemos ao nosso irmão Pedro Soares

nosso coração, nossos pensamentos e que nós saímos daqui melhores do que chegamos. É isso que nós tínhamos para falar hoje. Muito obrigado e boa noite a todos. Agradecemos ao nosso irmão Pedro Soares pela reflexão. E neste momento nós vamos pedir a nossa irmã Débora que faça a oração. Jesus nos abençoe hoje e sempre. Aqueles que se sentirem à vontade, quiserem fechar os olhos, vamos orar. Mestre Jesus, querido amigo, aqui nos encontramos hoje num outro movimento, mestre amado, no movimento daqueles que verdadeiramente desejam seguir os teus passos. Ressoa em nossos corações, em nossos psiquismos, o teu convite amoroso vinde a mim. Todos vós que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Somos nós, mestre, essas criaturas cansadas de caminharem em trajetórias que só levam aos desencontros que nos distanciam de tua condução amorosa. Nesses instantes, Jesus, humildemente queremos rogar. Ajuda-nos nesse desejo sincero. Excelso amigo, os nossos propósitos de endireitarmos as nossas veredas debaixo da vossa proteção, envoltos no vosso infinito amor. Amor, que assim seja. Graças a E assim, queridos irmãos, aguardem a chamada para o passe e vamos nos manter assim em silêncio nesta paz, nessa energia maravilhosa do amor do Cristo que só faz bem a todos nós. Fiquem com Deus. Eu tenham todos uma boa noite.

Vídeos relacionados