PAZ NA CONSCIÊNCIA: RESULTADO DO DEVER RETAMENTE CUMPRIDO - Wagner Alberto [PALESTRA VIRTUAL]

Comunhão Espírita de Brasília 21/02/2026 (há 1 mês) 1:01:51 281 visualizações

PAZ NA CONSCIÊNCIA: RESULTADO DO DEVER RETAMENTE CUMPRIDO - Wagner Alberto [PALESTRA VIRTUAL] 👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!

Transcrição

Olá, boa tarde. Sou Wagner Alberto. Estamos aqui para mais uma palestra online nesse sábado, 21 de fevereiro de 2026 aqui na Comunhão Espírita de Brasília. essa palestra que é já uma preparação para o nosso sábado, aonde às 17 horas teremos a palestra presencial e também online. Essa daqui é só online. Às 19 teremos a também presencial e online. Então já é uma preparação para esse momento aonde buscamos os ensinamentos de Jesus. E hoje, paz na consciência, né? Nós extraímos do Evangelho Segundo Espiritismo, né, que tá aqui. E do capítulo 17, Sede perfeitos, do item O dever, item sete, que é o nosso dever de nos mantermos bem. Mas para começar já esse dever, vamos fazer a nossa prece inicial para dar início ao nosso estudo de hoje, dizendo: Deus pai de infinita bondade, mestre amado Jesus, obrigado pela oportunidade de estarmos mais uma vez aqui com essa ferramenta, levando em torno do teu evangelho a luz da doutrina espírita, levando para todos os cantos onde alcanç que possamos ter clareza nos nas palavras, simplicidade nos pensamentos, as melhores intuições para levar o teu evangelho, ao mestre, os teus ensinamentos, os teus exemplos à luz da doutrina espírita. Essa doutrina que nos esclarece, que nos consola, que nos nos acolhe, que nos traz a imortalidade, imortalidade, a plidade dos mundos, as multiplicidades da vida, sendo que nesse esforço contínuo da evolução, do progresso do espírito, possamos ter como o teu evangelho à luz da doutrina espírita, esse teu evangelho que é o nosso guia e modelo e que possamos não só presenciar, mas vivenciá-lo na ação contínua do amor. Sim, mestre, te damos graças a Deus e pedimos permissão para dar início a mais essa palestra pública online da comunhão espírita de Brasília, dando graças a Deus e graças a Jesus. Queridos irmãos, estamos aqui para esse tema que nos convida a essa reflexão de hoje, a essa reflexão de falar da paz, né? Paz na consciência, resultado de dever cumprido. E o dever está na nossa ação, na nossa prática do dia a dia,

ra esse tema que nos convida a essa reflexão de hoje, a essa reflexão de falar da paz, né? Paz na consciência, resultado de dever cumprido. E o dever está na nossa ação, na nossa prática do dia a dia, pois é a única forma que vamos ter como levar a paz. É a nossa própria conduta, é o nosso próprio exemplo. E temos que começar dentro da nossa casa. Se não levamos paz para a nossa casa, não conseguimos levar paz para lugar nenhum. Muitas vezes a gente vê as pessoas falando: "Fulano, Beltrano me tirou a paz. Não se tira o que não tem. Se você não estar em paz é porque você não tem paz. E a paz ela é interior, ela não é externa. Eu posso estar num lugar aonde tá tudo ali desabando, mas se eu estiver em paz comigo, eu terei a fé e a confiança que aquele momento passará. E aqui no capítulo 17, em que Allan Kardec titula Sede perfeitos em que ele extrai isso de uma passagem que Lucas, Mateus registrou. está no capítulo 5, logo no início do seu evangelho, versículo 44, 46 a 48. É uma passagem em que Jesus está dizendo no sermão da montanha que ele começa dizendo assim: "Foram ditos que amem aos seus e odeiem os seus inimigos. Porém eu vos digo, aí ele vem dizendo, amai vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos perseguem e caluniam. Porque se somente amardes os que vos amam, que recompensa tereis disso? Pensemos, não faz assim também os publicanos? Somos nós, né? Nós só amamos aqueles que nós amamos. Se unicamente saudardes os vossos irmãos, que fazeis isso mais que os outros? Não fazem os mesmos pagãos? Pois vós, outros perfeitos, como é vosso pai celestial. Aí ele tá nos trazendo e nos colocando como filhos de Deus. Se somos filhos de Deus, se somos herdeiros de Deus, se como Jesus veio, nos tirou de servos de Deus para ser filhos de Deus. Quando ele diz que somos o sal da terra, que somos perfeito como o nosso pai celestial, que nós sejamos, né, perfeitos como nosso pai celestial, que possamos valer da nossa luz quando ele diz que somos luz. Joana deângeles sempre nos traz,

, que somos perfeito como o nosso pai celestial, que nós sejamos, né, perfeitos como nosso pai celestial, que possamos valer da nossa luz quando ele diz que somos luz. Joana deângeles sempre nos traz, tem um capítulo no livrinho Filho de Deus, capítulo 5, que ela fala que somos herdeiros de Deus e que possamos colocar em prática essa herança. E ser herdeiro de Deus é transmitir a paz, é praticar o bem, é tirar as nossas tempestades morais, como diz Rodrigo no livro Piletes Fraternais, que eu trouxe aqui para nós refletirmos um pouco também. Tudo isso é uma construção em que não será feito de um dia para o outro. É um esforço contínuo. É como subir uma escada. Você olha uma escada de 100 degus. Eu só vou chegar lá em cima se eu subir degrau por degrau e mesmo que eu me canse no meio do eu posso parar e descansar. Mas eu tenho que ter ser persistente. Eu tenho que ter a resiliência de que eu vou chegar lá em cima, porque lá em cima tem alguma coisa que me interessa. Um dia desse eu tava subindo mirante e eu falei: "Para que eu tenha a vista que tem lá de cima, eu tenho que subir, porque se eu ficar aqui embaixo, eu vou só ver as pessoas chegando e falando: "Nossa, que lindo, você viu as nuvens? Quase não se vê nem o peasco. Nossa, olha só, viu? O sol, a relva, a vegetação. Quer dizer, eu fico só lá embaixo preso no meu medo, preso na minha preguiça, preso estagnado e vejo só os outros trazendo as boas notícias. Aí até que eu tomo a decisão. Não, eu vou subir da minha forma. Posso não subir rápido como aquelas crianças, rápido como aqueles. Mas eu vou subir da minha da minha jeito. Subo 10 degraus, sento. Mas eu chego lá. A vida é isso. Cada um progride ao seu tempo. Cada um progride dentro da sua evolução, da sua necessidade. Tá lá na lei de progresso. Pode o homem querer não progredir? Não, não existe essa opção. Todos progredirão. Mas eles respeitam e dizem que cada um vai progredir ao seu tempo. E Deus sabe o tempo de cada um, assim como ele tem o tempo dele. Muitas vezes

ogredir? Não, não existe essa opção. Todos progredirão. Mas eles respeitam e dizem que cada um vai progredir ao seu tempo. E Deus sabe o tempo de cada um, assim como ele tem o tempo dele. Muitas vezes as coisas que o Wagner pede não serão alcançad ao meu tempo, mas ao tempo de Deus, porque ele sabe que naquele momento em que me entregar aquele meu desejo, eu vou estar mais preparado para não estragar. É como um brinquedo que você quer demais. Aí você põe aquele brinquedo na frente da criança, ele não sabe o que faz. Ele fica olhando ali, olha para você e fala: "É meu?" "É, é seu". Aí você começa, ó, tem a rodinha do caminhão. Ele faz assim, da mesma forma é a vida. Mas para isso eu tenho que estar com paz na consciência, para que eu tome as melhores decisões, façam as melhores escolhas. Faça daquele momento um momento de oportunidade de evolução, seja no sofrimento, na dor, seja na alegria, como Emmanuel falou para Chico Xavier, isso também passa. Quer dizer, isso também passa no momento de alegria, também passa isso, também passa o momento de dor. Tudo é passageiro. Mas o que eu faço daquele momento? Um momento de tormenta, um momento de sofrimento. Eu vou ter o luto da dor. Isso faz parte. luto da perda, de um emprego, o luto da dor de uma doença, seja sua, seja de um ente querido, seja de um amigo, o luto de uma decepção, o luto de uma traição, tudo é um luto. O luto é quando você se recolhe e você tem que passar por aquele momento de dor, daquela dor que te atingiu repentinamente ou que você já sabe que vai acontecer. Quantas vezes a gente vê as pessoas falando: "Eu sabia que isso acontecer. Eu devia ter me preparado para isso." Não é fácil. Ninguém tá aqui falando, chegando para vocês e dizendo que é fácil. Não é fácil. Nada é fácil. Tudo é uma construção contínua. Lembra da escada? Mas quando você chegar lá em cima, que você ter a vista maravilhosa, a contemplação daquele momento, todo aquele sofrimento que você teve na escada, o cansaço, às vezes que você parou,

mbra da escada? Mas quando você chegar lá em cima, que você ter a vista maravilhosa, a contemplação daquele momento, todo aquele sofrimento que você teve na escada, o cansaço, às vezes que você parou, que você viu todo mundo passando e você sentado ali no degrau pegando oxigênio, se restabelecendo, muitas vezes se hidratando, vai passar, você vai ver que tudo Valeu a pena. Eu cheguei, eu conquistei e para descer vai ser mais fácil ainda, né? Mas com a vida a gente não desce, a gente só sobe. Então é a gente participar dessa construção sendo o protagonista da nossa própria vida. E ser o próprio protagonista da nossa própria vida é nós tomarmos as nossas decisões, não deixar os outros tomar a decisão por nós de coisa simples, de uma roupa que eu quero vestir, de uma maquiagem que eu não quero fazer, de uma unha que eu não quero fazer, né? De um perfume que eu não quero passar. Eu tô falando de coisas simples, banais. Aí vamos para as decisões mais difíceis. Você tem que mudar de emprego ou você tem que buscar um emprego melhor. Você tem que mudar dessa casa, você tem que reformar a sua casa. Tá abandonado. Cara, nós temos mania de dar pitaco na vida de todo mundo, mas a nossa vida tá uma bagunça, tá uma desconstrução. Por quê? Porque não vivemos em paz. A pessoa que vive em paz consigo mesmo, ela não observa a vida do outro, não. Porque ela tá mais preocupada com ela, com o conhecer a ti mesmo. Ela não tá preocupada se ela emagrece e o outro não. Se ela engorda e o outro não. Ela já olha pro outro e fala: "Nossa, você tá gordo, hein? Você não tá bem. Por que essa testa sisuda? É eu me vendo. Quando eu me preocupo com a vida do outro, eu estou me vendo no outro. é vendo os meus defeitos e aí eu trago tudo para mim e descarrego nele. Porque eu não tenho coragem de me olhar no espelho e dizer: "Olha, Wagner, você tá gordo, você tem que melhorar, você tá com a testa cisuda, você precisa sorrir mais. Eu não olho para mim, eu vejo o outro, descarrego nele, porque eu não tô em paz com a minha

: "Olha, Wagner, você tá gordo, você tem que melhorar, você tá com a testa cisuda, você precisa sorrir mais. Eu não olho para mim, eu vejo o outro, descarrego nele, porque eu não tô em paz com a minha consciência. E aqui no dever comprido, no dever, no item sete desse capítulo 17, Allan Kardec ele começa dizendo: "O dever é a obrigação moral da criatura para consigo mesmo, consigo mesmo primeiro e em seguida para com os outros. O dever é a lei da vida. com o que deparamos nas mais íntimas particularidades, como nos atos mais elevados. Quero aqui falar apenas do dever moral e não do dever que as profissões impõem. O dever moral é servir, é amar. É três itens que o espírito da verdade trouxe: benevolência, indulgência e perdão. Aí vamos para o primeiro. Por que o primeiro benevolência? Por que o primeiro benevolência? Já nos atentamos a isso? Por quê? Tudo está no ser bom, no bem. Se eu sou bem, sou bom. Se eu trabalho o autoconhecimento, o autoamor, o auto cuidado, autoevolução, se eu busco a mim mesmo, buscar a ti, então eu sou bom. Se eu sou bom, eu sou indulgente com as imperfeições do outro. Eu perdoo. Então, tudo está no bem, na benevolência. Se eu sou bem, talvez eu nem tenha que ficar lendo indulgente e perdão, porque já vai ser uma coisa natural na minha vida. É isso que Allan Kardec está nos trazendo aqui nesse capítulo sede perfeitos. Eu já fiz umas algumas palestras só desse capítulo, porque eu acho esse capítulo e o Cristo Consolador de muita importância. Todos são importantes. Allan Kardec fez uma codificação maravilhosa. Ele que ele desmiçou ali a parte moral de Jesus, que é a parte, como está escrito lá na instrução, na introdução. O Evangelho segundo Espiritismo é a parte moral de Jesus Cristo. E a parte moral de Jesus, qual é? Não é os dogmas que a igreja colocou. Não é isso, não é aquilo, não. É o amor, é a essência sublime de Jesus. Porque tudo que a gente for falar da indulgência, do perdão, do servir, do dever, se eu não tiver o amor, como diz Paulo,

locou. Não é isso, não é aquilo, não. É o amor, é a essência sublime de Jesus. Porque tudo que a gente for falar da indulgência, do perdão, do servir, do dever, se eu não tiver o amor, como diz Paulo, nada seria. Sem o amor, nada seria. Quando o espírito da verdade nos traz, amai-vos e instruí-vos, sem o amor você não consegue. Você pode até ter a instrução, ser o cara mais intelectual do mundo, ser o mais sábio do mundo, mas a sua sabedoria sem o amor não vai se transformar em ação de levar conhecimento, de compartilhar. Não, você vai ficar na soberba, você vai usar aquela aquela inteligência, aquela sabedoria para esmagar o outro, para destruir o outro, para se colocar melhor que o outro. Pois o que nós mais ouvimos é quem é melhor, fulano ou belã? Nós vamos ouvir muito isso esse ano por causa de pontos de vistas. Em quem você vai votar? Quem é melhor? Fulano ou belutano? Temos que saber respeitar o ponto de vista do nosso irmão, não tentar convencer, tentar buscar um entendimento para que possamos viver melhor em sociedade. Quantos amigos, quantas famílias não estão se destruindo por política, religião. Tem um filme que eu acho fantástico, Cruzada. Ele fala do momento de dois dois líderes, um rei cristão e um rei muçulmano. Balduino, o rei cristão, um cara muito sábio e que usa a sua sabedoria para reinar no bem. e Saladino, um líder muçulmano, e todos em busca de Jerusalém. E tem um encontro desses dois reis que é muito, muito bonito. Há superioridade em números de homens. E Baldoíno pede para que Saladino se retire dali. Saladino fala que não vai se retirar. Baldoíno diz que eles vão se matarem ali e nenhum dos dois vai alcançar o objetivo. Só vai haver mortes, que aquele momento daquela batalha não tem que existir. E cada um tá buscando o seu ponto de vista. E eles fazem um acordo que eles gostam muito de falar no filme. Então, temos um acordo, temos um acordo e os dois exércitos se retiram. Mas tem um outro momento lá na frente também que é uma adaptação que ele que o

m acordo que eles gostam muito de falar no filme. Então, temos um acordo, temos um acordo e os dois exércitos se retiram. Mas tem um outro momento lá na frente também que é uma adaptação que ele que o autor faz dessa história, que é uma história real, mas tem as suas adaptações, que é o mais interessante das obras. e que ele diz, ele traz um filho de um ferreiro que vai até Jerusalém para buscar a sua fé e talvez se transformar num num templário. E ele tá conversando com um dos guardiões do templário. Ele já teve em Jerusalém e tá voltando. E no acampamento, esse homem vendo a sabedoria daquele ferreiro, que é um jovem ator muito conhecido, ele diz: "O que você encontrou em Jerusalém?" E ele diz: "Nada, eu acho que eu perdi a minha fé da minha religião, que a minha religião me abandonou". Ele fala: "Não diga isso. Por causa da religião, eu já vi os mais fanáticos matarem em nome de Deus, se destruírem em nome de Deus. a sua verdadeira religião. Aí ele toca nele, está aqui na sua mente e no seu coração. É o momento em de você ser útil. Ele tá dizendo assim: "Agir com a paz na consciência por aqueles mais necessitados que precisam da sua ajuda." Tem duas partes dessa cena que eu acho fantástica. é essa. E quando ele fala que através da religião ele viu os mais números de fanáticos matarem, julgarem, condenarem em nome de Deus. Muito diferente do mundo de hoje, né? Não. Quantas vezes o nosso fanatismo leva a gente matar? Sim. Pelo bul. Quando eu começo a ir lá na rede social condenar aquele irmão em que eu achei que ele não teve uma boa conduta, em que ele foi um herege, como a gente gostava de falar naquela época. A gente só não usa essa palavra, mas a gente crucifica, comete um erro, um único erro que pode ser uma tragédia, mas cometa um erro e apareça nas redes sociais. No outro dia, os maiores justiceiros vão estar aparecendo te colocando na lama. Não interessa se você tem uma família, se você tem um pai ou uma mãe, se você tá vivo, se você tá morto. Você está cancelado.

tro dia, os maiores justiceiros vão estar aparecendo te colocando na lama. Não interessa se você tem uma família, se você tem um pai ou uma mãe, se você tá vivo, se você tá morto. Você está cancelado. É o apedrejamento. Continuamos apedrejando. Só que hoje apedrejamos de uma forma mais online, de uma forma mais tecnológica. Não apedrejamos o corpo, mas apedrejamos a mente, a consciência. Levamos a pessoa à depressão, ao suicídio, a cometer crimes. Sim, Jesus nos pediu na sua primeira a bem-aventurança, ser pobres de espíritos, pacificadores, pacificadores. Aonde que Jesus levaria alguém a um tribunal? O que nós faríamos hoje com a a mulher que cometeu o adultério? Pelos princípios morais da família. Pensemos que nós vivemos numa comunidade pequena, como eles viviam, numa vila. E descobrimos que uma grande personalidade nossa cometeu um adultério em alguma parte da sua vida. Mas levamos ela ao apedrejamento ou levamos ele ao apedrejamento? Isso aqui eu não tô falando de A e de B ou de C, não. Estamos falando do ser humano, de todos como filhos de Deus. Cada um tem o direito de votar em quem quiser, torcer pro seu time de futebol, ter a sua religião. Tô falando de três coisas que a gente fala que não se comenta: futebol, política e religião. O não comentar é respeitá-lo. Se eu sou palmeirense, se eu sou corintiano, nós podemos viver em paz. Meu maior sonho é ir um dia pro estádio e ver palmeirenses e corintianos assistindo o jogo no mesmo estádio. Seja quem ganhou, sair corrindo do outro. faz parte do futebol, mas não, nós saímos hoje nos matando, apedrejando até o momento em que o Ministério Público teve que chegar e não ter mais torcidas adversárias, torcida única, porque não conseguimos conviver entre nós mesmos. Viramos gladiadores bárbaros. Isso é barbaridade. Isso não é o amor. Isso não é humanidade. Isso não é fraternidade. É porque não temos paz na consciência e queremos levar para o outro que somos, as nossas dores, aflições. Porque o próprio Jesus diz: "Vinde a mim todos

Isso não é humanidade. Isso não é fraternidade. É porque não temos paz na consciência e queremos levar para o outro que somos, as nossas dores, aflições. Porque o próprio Jesus diz: "Vinde a mim todos que estão aflitos e sobrecarregados, que eu vos aliviarei. O meu julgo é leve, o meu fardo, se o julgo dele é leve, se o fardo é br, se ele sabe que estamos cansados, porque nos cobramos e nos matamos tanto. Matamos por banalidade. não se mata por nada, muito mais ainda por banalidade. Não existe motivo. Um dia eu tava vendo uma matéria de uma pessoa que tinha cometido um crime. Com toda a inteligência do seu jornalista, ele começava a fala: "Qual o motivo que ele matou? Tem que ter motivo. Então temos motivo para matar. Tudo isso é falta de paz na consciência. Quando tivermos a paz, o dever perante a Deus das nossas obrigações, como ele diz aqui, não terrenas, mas nossas obrigações espirituais, as leis divinas, a lei de progresso, a lei de sociedade, a lei de amor, a lei de consciência. Esse é o nosso tribunal, a lei de consciência. Quando entramos em tempestade moral, é porque a nossa consciência não nos leva a essa tempestade moral, nos leva a turbulência do mar da vida, porque a nossa consciência fica lá, ai meu Deus, eu não devia ter feito isso, eu não devia ter feito porque eu fiz, porque eu fiz, porque eu fiz. e eu estouro. Percebe? E aqui o espírito Lázaro, ele vai nos trazer mais uma fala. O aguilhão da consciência, quando ele diz na ordem dos sentimentos, o dever é muito difícil de cumprir-se, porque se achar em antagonismo com atrações do interesse do coração, atrações do interesse do coração, o interesse material, ele vai dizer para nós, Nós não tem testemunhas as suas vitórias e não estão sujeitas à repreensão suas derrotas. O dever íntimo do homem fica entregue ao seu livre arbítrio, o aguilhão da consciência. O aguilhão da consciência é o que nos condena. Deus não nos coloca em umbral. Deus não nos coloca na escuridão, nas sombras, nas trevas. Nós nos colocamos

eu livre arbítrio, o aguilhão da consciência. O aguilhão da consciência é o que nos condena. Deus não nos coloca em umbral. Deus não nos coloca na escuridão, nas sombras, nas trevas. Nós nos colocamos pela nossa consciência do dever não cumprido. Quando eu tenho a oportunidade de servir ao bem e escolho não servir. Um bem que eu quero, esse eu não faço. Mas o mal que eu não quero, este eu faço. Quando Paulo nos trouxe essa epístola, ela é muito bem colocada. Porque ele tá dizendo que o homem foi criado à perfeição de Deus, criado na imperfeição, mas por um ser perfeito, para fazer o bem. Mas ele chega aqui, ele não quer mais fazer o bem, porque ele vê no mal as suas facilidades, como diz aqui do coração. Ele vê no mal o caminho mais fácil, mas aí lá na frente vai vir um aguilhão da consciência. Ai, é tudo isso que a paz na consciência pode nos evitar, o sofrimento. E Lázaro, nesse item sete, ele convido vocês a lerem o capítulo 17, sede perfeitos, que ele vai trazer que tá na na segunda parte que eu chamo desse capítulo, que são as instruções dos espíritos, em que ele vai nos trazer também que Deus criou todos os homens iguais para dor, pequenos ou grandes, ignorantes ou instruídos, sofrem todos da mesma causa, a fim de que cada um julgue em san consciência o mal que pode fazer. Duas vezes ele já tá falando da nossa consciência, o aguilão da oão da consciência. E aqui ele tá dizendo que a dor ele chega para o mais rico, para o mais pobre, para o mais inteligente, para o menos inteligente, para o mais bonito, para o mais tá dizendo isso daqui. A dor, ela não tem um endereço certo. Assim, desculpa a minha colocação, a dor ela chega para todos. O endereço certo que eu tô te falando é um público alvo. Eu vou atingir só ao pobre. Não. O rico também passa pela dor. Quantas situações a gente não vê. Quantos personalidades importantes a gente não viu cometer suicídio pela dor. O suicídio chega pela dor. A dor da alma, que é a pior dor, é uma dor silenciosa em que ela vai te corroendo e vai te

vê. Quantos personalidades importantes a gente não viu cometer suicídio pela dor. O suicídio chega pela dor. A dor da alma, que é a pior dor, é uma dor silenciosa em que ela vai te corroendo e vai te tirando o prazer do dom mais fabuloso que Deus nos dá, que é a vida. Porque a vida nos traz a evolução espiritual, as oportunidades de servir nesta carne. Por isso Deus Jesus se humanizou, o ser mais completo que esteve no meio de nós, como está lá no livro espírito, livro dos espíritos, ele se humanizou para mostrar para nós como é viver na carne e como vivendo na carne eu posso servir ao bem. Por isso ele se humanizou. Ele falou do sermão da montanha todas as bem-aventuranças. olhou para nós e disse: "Não estou entendendo nada do que eu disse, porém eu vou descer e vou exemplificar para eles." E desceu aquele monte e exemplificou todas as bem-aventuranças pela sua condulta, pela seu testemunho. Por isso, João registrou em 15:14, se eu não me engano, as obras que eu faço em nome do meu pai, essas testificam em mim. Quer dizer, tudo que eu falei no sermão do monte, que eu vim trazer a mensagem de Deus, a mensagem do sede de pacíficos, seja misericordiosos, sej brandos de espíritos, sejem humildes, sejem pobres de espírito, que é a primeira bem-aventurança que ele nos traz. Ele mostrou pelo seu testemunho. Ele foi tudo isso. Ah, Wagner, mas foi Jesus. Sim. Ele não é o nosso guia e modelo. Guia e modelo não tem que ficar só no discurso, não. Ele tem que ficar na no aprendizado e na prática. Não só presenciar. Eu vou passar por uma encarnição, a encarnação e dizer: "Eu presenciei a vinda de Jesus, os seus exemplos, eu presenciei". Mas vivenciou. Esse é o objetivo de Jesus, implantar o reino de Deus em vossos corações, para que implantado em vossos corações pela humildade, pela benevolência, pela indulgência, pelo perdão, eu colocar em ação na prática, na prática do bem. Mas tudo isso sem a paz na consciência eu não consigo. Porque a paz ela é uma ação interna. Pode ter que acontecer uma ação externa

ncia, pelo perdão, eu colocar em ação na prática, na prática do bem. Mas tudo isso sem a paz na consciência eu não consigo. Porque a paz ela é uma ação interna. Pode ter que acontecer uma ação externa para provocar a interna, mas ela vem de dentro para fora. É uma mudança. Quando você descobre um vazamento na sua casa, ou na parede, ou no chão, ou no teto, você tem que descobrir a origem. Você sai quebrando ali para descobrir a origem que tá vindo de dentro para fora. Você descobriu a origem, canalizou aquele vazamento, cobriu, tá tudo em paz. Do mesmo jeito, se eu não descobri a origem das minhas aflições, das minhas perturbações, da depressão, da ansiedade, eu preciso dos medicamentos para o corpo, para a mente, mas se eu não descobrir a origem, eu vou ficar 20 anos tomando remédio e não me trato. Mas quando eu trato a minha alma, o meu espírito, aquela dosagem daquele remédio pode diminuir, você vai continuar tomando por causa do seu corpo, mas você já tratou a metade, já diminuiu a dose em metade. Por isso a necessidade do tratamento do corpo e da alma. Nenhum centro espírita vai mandar você interromper o tratamento do corpo. Não, continue. Mas vamos aqui tratar a sua alma, tratar o seu espírito pela sua mente um bom diálogo fraterno que nós temos aqui na comunhão, um passe de desobsessão, muitas vezes desenvolver a sua mediunidade que você necessita desenvolver. Porque eu vi Jacob Strovão falar numa numa palestra agora no congresso da FEGO, que é a Federação Espírita do Goiás, que eu achei muito interessante. O médio, ele pede para ser médio. é uma necessidade que ele vê para trabalhar o seu espírito, porque é pela mediunidade que você serve a você mesmo. O maior benefício do médium é para ele mesmo. Ele traz um intercâmbio mediúnico. Ele é se põe à disposição para aquele irmão escrever, falar, pintar, mas é uma ajuda mútua em que eu tô trabalhando o meu espírito, instruindo, deixando o meu espírito desenvolver aquela mediunidade. No no no livro Missionários,

ra aquele irmão escrever, falar, pintar, mas é uma ajuda mútua em que eu tô trabalhando o meu espírito, instruindo, deixando o meu espírito desenvolver aquela mediunidade. No no no livro Missionários, o espírito fala que tem um um local lá aonde você que quer ser médium vai ser preparado para a próxima encarnação ser médio. Aí chega aqui você esquece, você não coloca em prática. Porque o médio, a mediunidade com Jesus é servir no evangelho de Jesus. É a prática. Mediunidade também é praticar o bem, perdoar, amar, servir, benevolência, indulgência, tudo isso é mediunidade. Não é 1 hora e meia que você senta numa sala e você vai embora e fala: "Desenvolvi minha mediunidade". Não, você é médio 24 horas. E ter a paz na consciência é uma das melhores ferramentas para você desenvolver a sua mediunidade. Você não consegue desenvolver a sua mediunidade sem a paz na consciência. Você não consegue conviver com as pessoas sem paz na consciência. Você não conv consegue conviver com você mesmo sem paz na consciência. Divaldo chega a dizer isso para Joana Deas no livro, no filme Divaldo, mensageiro da paz. Eu não tenho paz para viver, como eu vou atender aos outros? Porque ele está passando por um momento muito difícil. E ela diz para ele, Divaldo, meu filho, as pessoas, o mundo e os problemas não foram colocados diante de ti para que evolua como espírito. Percebe? As pessoas, os problemas imundo foram colocados diante de ti para que evolua como espírito, servindo, doando, amando, trabalhando da sua forma. Mas para isso você precisa amar e instruir mais uma vez o amor. Como disse Paulo, sem o amor eu nada faria. Porque quando eu não tenho amor, eu não tenho paz na consciência. Indo já para o nosso fechamento, o espírito Lázaro, ele diz: "A igualdade em face da dor é uma sublime providência de Deus que quer que todos os seus filhos, instruídos pela experiência comum, não pratiquem o mal, alegando a ignorância de seus efeitos. O dever é um resumo prático de todas as especulações morais. É uma bravura da

r que todos os seus filhos, instruídos pela experiência comum, não pratiquem o mal, alegando a ignorância de seus efeitos. O dever é um resumo prático de todas as especulações morais. É uma bravura da alma que enfrenta as angústias da luta. É austero e brando, pronto a dobrar-se as mais diversas complicações. Conserva-se inflexível diante das suas tentações. Aí, olha o que que ele vem alertar. O homem que cumpre o seu dever ama a Deus mais que as criaturas e ama as criaturas mais do que a si mesmo. É um tempo. É há um tempo juiz escravo em causa própria. Amarás a teu Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. É isso que ele tá falando. Eu não posso dizer que amo a Deus e quero o meu irmão morto, aniquilado. Eu não quero mais ele convivendo aqui no mundo porque eu acho que ele não tem recuperação, que ele é um bandido. Acabei de apedrejar. E quem não tem pecado que tire a primeira pedra. Quando eu digo isso, eu dou oportunidade para do outro lado o outro dizer o mesmo. O Wagner não merece, tá vivo. Ele errou porque eu não erro. E eu apedrejei. Apedrejar é isso. Nunca vamos terminar de apedrejar. Eu apedrejo, amanhã me apedrejo. E vai, e é um ciclo. E o que Jesus nos pediu? que encerrássemos esse ciclo pelo perdão, pela capacidade de ver o outro se reconstruir. Sim, que ele vai pagar as suas no tempo certo, mas não é eu que vou colocá-lo num tribunal, porque eu tenho paz na consciência. Eu sou a melhor versão, mas o meu irmão não é a melhor versão. Ele é um lixo. Ele não merece viver. Ele não merece a reconstrução da sua vida porque ele cometeu um crime. É, meus irmãos, todas as passagens de Jesus, parábolas são ensinamentos para a gente hoje. A palavra de Jesus, ela é atemporal. os seus ensinamentos atemporão. João nos traz essa mensagem: "Tudo passará, mas as suas palavras não passarão. Os seus ensinamentos não passarão. Nós estaremos daqui a 5.000 anos, 10.000 anos questionando ainda, buscando o que que esse homem nos ensinou dentro da sua simplicidade. Nós estamos

ras não passarão. Os seus ensinamentos não passarão. Nós estaremos daqui a 5.000 anos, 10.000 anos questionando ainda, buscando o que que esse homem nos ensinou dentro da sua simplicidade. Nós estamos falando de um único ser humano, de um ser celestial que se propôs a vir ao nosso planeta, trazendo a mensagem de Deus para que possamos ter paz na consciência. E eu quero finalizar essa leitura. Como Lázaro finaliza no último parágrafo, o dever cresce e irradia sobre mais elevada forma em cada dos em cada um dos estágios superiores da humanidade. Jamais cessa a obrigação moral da criatura para com Deus. tem esta de refletir as virtudes do Eterno, que não aceita esboços imperfeitos, porque quer que a beleza da sua obra resplandeça a seus próprios olhos. Lázaro, espírito protetor Paris 1863. Lázaro trabalhou com Allan Kardec na codificação e depois de desencarnado trouxe as suas mensagens. Olha que lindo. E aqui ele tá falando que mais celestial que a gente chegue ao melhor nível, sempre estaremos buscando o dever perante a Deus. Sempre buscando evoluir. É uma evolução contínua, não acaba. Você é celeste, você quer ser mais celeste. Você é iluminado, você quer ser mais iluminado pelo dever, pela consciência, pela paz na consciência. Pra gente fechar nesse livro Biletes Fraternais 2, Rodrigo nos traz: "Ninguém se exime as tempestades morais que, por necessidade evolutiva, cedo ou tarde atingem o ser humano." São momentos decisivos em que se deve enfrentar os resultados da própria imprevidência. o uso do livre arbítrio. Aí ele finaliza dizendo: "Busca dentro de ti os recursos indispensáveis para aproveitar seu concurso benefício benéfico. a certeza de que encarando-as seriamente conseguirás vencer os embates dolorosos de tua problemática moral, prosseguindo de consciência tranquila, Rodrigo. Os espíritos nos trazem os seus exemplos, nos trazem o esclarecimento, nos trazem um caminho, um farol. Cabe nós pelo nosso esforço, pela nossa conduta, pelo nosso testemunho, colocar em prática essa

Os espíritos nos trazem os seus exemplos, nos trazem o esclarecimento, nos trazem um caminho, um farol. Cabe nós pelo nosso esforço, pela nossa conduta, pelo nosso testemunho, colocar em prática essa instrução que se transforma em conhecimento. Mas se ficar só no conhecimento e não formos para ação, não teremos a paz da consciência, porque a tudo nos é dado, mas um dia seremos cobrado, porque a tudo nos foi dado. toda a instrução dos espíritos, toda a codificação dessa doutrina, todo o evangelho de Jesus, todas as oportunidades que eu dispensei, que eu deixei a vida me levar. O poeta, ele é muito bonito falar isto, mas isso é bonito na fala, na ação. Não podemos deixar a vida me levar. Temos que levar a vida pelo conhecimento, pela busca da transformação moral. E é isso que eu convido aqui. E tudo isso, só vamos ter paz na consciência com um dever cumprido. Dever perante a nossa consciência. parar de apedrejar, de condenar, de julgar e respeitar o ponto de vista do outro. que possamos colocar em prática isso neste ano, não entrar em embates, em brigas, sermos como Jesus pediu, os pacificadores, não os contedores. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações, que o amor de Maria e que possamos fazer a nossa prece de encerramento dessa palestra de Deus das 15 horas. Pai de finita bondade, que eu possa ter sempre a paz na consciência, o dever a minha consciência cumprido. Que eu possa buscar tudo isso no teu evangelho, Jesus em torno à luz da doutrina espírita, em torno do teu evangelho, à luz da doutrina espírita. pela minha atitude, pelas minhas ações, pelo meu testemunho, que eu não só seja cristão dentro do centro espírita, mas sim além dos muros do centro espírita, servindo, pacificando, amando, perdoando, sendo benevolente para conseguir ser indulgente. e poder perdoar. Assim seja. Até a próxima, meus amigos. Que a paz do Cristo. Se gostaram, deixem o seu like, ative as suas notificações, sigam as nossas páginas, se inscrevam para poder deixar aqui no chat os seus comentários

a. Até a próxima, meus amigos. Que a paz do Cristo. Se gostaram, deixem o seu like, ative as suas notificações, sigam as nossas páginas, se inscrevam para poder deixar aqui no chat os seus comentários e tem um sábado maravilhoso, um domingo iluminado com as vossas famílias. e venha para a comunhão sentir esta energia se precisarem de um atendimento fraterno, se precisarem conhecer um pouco essa doutrina que nos consola, nos acolhe e nos instrui pelo esclarecimento para que possamos levar a todos os cantos por essa ferramenta aonde chegarmos. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações. Até a próxima. Muito obrigado a Flaviana que nos proporciona esse esse momento, a toda essa equipe da Fernanda, com o Té e todos que trabalham aqui nesse estúdio. Muito obado a todos. Bom, um grande abraço. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir [música] a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, [música] rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons

] rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada [música] no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os [música] nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus [música] corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons [música] fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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