O NASCIMENTO DE JESUS EM NOSSO CORAÇÃO - Wagner Alberto [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 16/12/2025 (há 3 meses) 47:50 290 visualizações

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Transcrição

Aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, [música] buscando [música] a ti. Obrigado a comunhão [música] espírita de Brasília. Senhor, [música] estou aqui. Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília, aqui presencialmente no auditório Bezerra de Menezes e a todos que nos escutam através dos nossos canais, não esqueçam de ativar as notificações, curtir, seguir a nossa página para que consiga lá no chat deixar as suas vibrações, seus pedidos. Estamos aqui mais uma segunda-feira às 18 horas final de tarde, início de semana, já nos aproximando das festas de final de ano, aonde muitas vezes ficamos agitados, ficamos calmos, ficamos esperançosos, ficamos na expectativa de que a festa mude alguma coisa em nossa vida. E hoje, nesse convite que fizemos para falar de Jesus e do seu nascimento aqui na terra, sugerimos esse essa esse tema, o nascimento de Jesus em nossos corações e que possamos refletindo sobre esse tema que vamos conversar aqui nessas nessa meia hora, fechar os nossos olhos e fazer a nossa prece inicial. dizendo: "Pai amado, mestre Jesus, queridos amigos espirituais e trabalhadores desta hora, desta casa, a Dr. Bezerra de Menezes, diretora espiritual dessa casa, que nos conduz, que nos orienta, que prepara cada cantinho aqui, sabendo aonde vamos estar, que sabem das nossas aflições, dos nossos desejos, das nossas conquistas, do nosso bom ânimo de estar aqui nesse final de dia, refletindo do que fizemos hoje e do que podemos melhorar para amanhã. Ó mestre amado, queridos amigos espirituais, peço intuição, que possamos levar o teu evangelho com clareza nas palavras, com amor no coração. Essa tua mensagem que deixastes para nós, nos dando este caminho de evolução e de aprendizado. Pedimos permissão para dar início, dando graças a Deus e graças a Jesus. Nós buscamos como referência o evangelho que nunca pode faltar, o Evangelho Segundo Espiritismo do capítulo O Cristo Consolador Prometido, capítulo 6, Cristo

cio, dando graças a Deus e graças a Jesus. Nós buscamos como referência o evangelho que nunca pode faltar, o Evangelho Segundo Espiritismo do capítulo O Cristo Consolador Prometido, capítulo 6, Cristo Consolador. E viemos nessa obra aqui de Francisco Cândido Xavier, ditado por espíritos diversos. E essa daqui é ditada pelo irmão X. Item 53, Simeão e o Menino, nessa obra Antologia mediúnica do Natal, editada pela FEB, em que aqui o irmão X, ele vai nos trazer o encontro de Simeão com o menino Jesus. Por isso, esse despertar do nascimento de Jesus em nosso coração, em nossos corações, quando que Jesus nasce em nossos corações? Só no Natal. Nós comemoramos no Natal o quê? O nascimento de Jesus. E depois fazemos como dia dos pais, dia das mães, esquecemos completamente aquela data. Não, Jesus, irmão X aqui, ele vai nos convocar que Jesus tem que nascer todos os dias quando acordamos, todos os dias quando despertamos. Porque dentro da imortalidade da alma, nas multiplicidades da vida que temos, nós temos essa oportunidade desse contato com o evangelho de Jesus. E temos uma responsabilidade maior. Sim, o nome é este, porque nós estamos reencarnados depois de codificado o espiritismo e claro depois da vinda de Jesus. Não temos desculpa de dizer que não sabemos porque estamos aqui da onde viemos e para onde queremos ir. Porque a proposta de Jesus é esta. Quando nós falamos o nascimento de Jesus em nosso coração, quando ele disse, "A morada de meu pai tem muito, estou indo preparar um lugar para vocês nas moradas do do meu pai. Nas moradas. Por que o espírito precisa de tantas moradas? Porque cada um prepara a sua morada, cada um prepara o seu caminho. Sim, a misericórdia de Deus em que Jesus nos trouxe foi isso. Eu tenho a oportunidade de escolher para onde eu vou. Nós quando vamos entrar de férias com a nossa família, a gente não escolhe para onde quer viajar. O hotel que vai ficar sempre busca o lugar mais confortável, mais tranquilo, para que possamos comungar ali com a família.

rar de férias com a nossa família, a gente não escolhe para onde quer viajar. O hotel que vai ficar sempre busca o lugar mais confortável, mais tranquilo, para que possamos comungar ali com a família. Então, a nossa caminhada espiritual é semelhante a isso. O nosso retorno à pátria espiritual, para onde vamos, depende somente de nós, não depende de outra pessoa. Deus nos dá essa oportunidade de escolher para onde, qual morada que eu quero ir. Por isso que Jesus, no seu último momento já em espírito, falou para os seus discípulos: "Estou indo preparar uma das moradas do meu pai". E até hoje a gente se pergunta, olha para as estrelas e nos colocamos como se fosse os únicos moradores dessa constelação, dessa galáxia. Achamos que estamos sendo invadidos pelos extraterrestres. Nós somos apenas um planeta minúsculo e habitado por seres encarnados em evolução, em aprendizado. Há planetas muito mais evoluídos do que o nosso. E aqui nós temos as nossas leis morais, em que entre as 10 leis morais, eu sempre gosto de falar para mim, todas são importantes, mas a que mais mexe conosco. lei de sociedade. Vivemos uma individualidade pregando o nosso ponto de vista, mas nós temos uma lei de sociedade, aonde essa lei de sociedade rege a lei de amor. E dentro de a lei de amor, se buscarmos o respeito, já estamos dando um grande passo. Se não conseguimos amar, possamos pelo menos respeitar. Porque o respeito é eu olhar para o meu próximo com olhar amoroso e ver que ele não é meu adversário, que ele não é o meu opositor, que ele não é menor nem melhor do que eu. Ele é meu irmão de caminhada, filho de um Deus. único, o Deus de amor, de justiça e de caridade, que aqui Simeão vai ter esse encontro com Jesus. E pra gente ir pro nosso bate-papo, quando falamos do nascimento de Jesus, é natural que nossa mente se dirija à cena singela do pres do presépio, a manjedora humilde, aos pastores simples, aos anjos anunciando a boa nova. Sim, a boa nova. Porque João diz: "O verbo se fez carne". E qual é o verbo?

te se dirija à cena singela do pres do presépio, a manjedora humilde, aos pastores simples, aos anjos anunciando a boa nova. Sim, a boa nova. Porque João diz: "O verbo se fez carne". E qual é o verbo? Amor se fez carne, habitou entre nós, porque Jesus é amor, Jesus é perdão, Jesus é fraternidade, Jesus é acolhimento, é consolo, é esclarecimento. A palavra de Jesus tem todos esses significados. Tanto é que está no livro dos espíritos. Qual o ser mais completo que habitou na terra? Jesus. Uma palavra. Jesus de Nazaré, o nosso mestre, que nós batemos no peito e dizemos: "Nosso guia e modelo, mas parece que só falamos, porque na hora de exemplificar é tudo muito difícil". Ah, não, ele era Jesus. Eu não sou Jesus. Quantas pessoas não falam isso? Nós falamos, mas eu não sou Jesus. Não tenho obrigação. Por que não tem? Ele veio no sermão da montanha, proclamou as bem-aventuranças, disse o que fazer e dentro da sua bondade ainda falou assim: "Eu não vou só falar, eu vou fazer também". e exemplificou no seu caminhar tudo que ele proclamou no sermão da montanha. E Gande lá na frente vem e diz: "Sim, Gand falou, a gente tem que ter muito cuidado hoje em dia falar: "Ah, o fulano falou isso, mas eu fui pesquisar e Gand disse isso. Que se os cristãos, e não era cristão G, mas que tinha uma admiração e um respeito imenso por Jesus. E ele dizia: "Se os cristãos, porque naquela época a Índia sendo invadida pela Inglaterra." E ele falava: "Vocês cristãos, se seguem só o que o Mestre falou de vocês no sermão da montanha, já bastaria, mas ele aindaou para vocês. Ele exemplificou para todos nós. Tudo que ele falou lá no sermão da montanha, quando ele desceu, ele cumpriu lá embaixo. Ele foi misericordioso, ele foi pacífico. Vinde a mim todos que estão aflitos e sobrecarregados, que eu vos aliviarei, pois o meu jugo é leve e o meu fardo é brando. Se o jo é tão leve, por que o nosso é pesado? Por que nos chicoteamos tanto? Porque nos falamos sempre: "Ah, somos imperfeitos. Eu não estou pronto? Eu

, pois o meu jugo é leve e o meu fardo é brando. Se o jo é tão leve, por que o nosso é pesado? Por que nos chicoteamos tanto? Porque nos falamos sempre: "Ah, somos imperfeitos. Eu não estou pronto? Eu não consigo não. Não dá agora. Por quê? Se o no seu último exemplo ele lavou os pés dos discípulos. Pedro ficou desesperado. Mestre não buscou uma bacia também e quis lavar. E ele não, eu vim ao mundo para servir o filho do homem, como ele tinha que dizer na época, mas ele é filho de Deus como nós. Porque ele nos diz: "Valei-vos da vossa luz. Sois o sal da terra. Sois deuses. Sois deuses. Filho de Deus é Deus. Somos Deus na nossa santidade, na nossa inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. Olha o que que os espíritos perguntaram e responderam para Allan Kardec. O que é Deus? Inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. O nosso próprio irmão X diz, os espíritos poderiam ter respondido, é a única inteligência suprema. Não é inteligência suprema. E se somos filhos de Deus, temos inteligência. E por que não usamos essa inteligência ao nosso favor? Usamos contra nós, usando o livre arbítrio. É a nossa muleta. Eu tenho livre arbítrio, né? é a minha muleta, eu posso errar porque Deus me permitiu. Sim, você pode errar, mas também você pode acertar, você pode praticar o bem, você pode ser útil. É isso que é nascer Jesus em nosso coração. E dentro dessa história, eu achei muito interessante, porque aqui o irmão X ele narra, dizem que Simeão, o velho, Simeão, homem justo e temente a Deus, mencionado no Evangelho de Lucas, tá lá no Evangelho de Lucas. Após saudar Jesus a criança no templo de Jerusalém, conversou nos braços acolhedores de velho à distância. Nesse capítulo 53, que é fininho, olha, uma página do outro lado e acaba. Ele narra mais ou menos o seguinte. O velho Simeão era um fariseu que ele vivia de plantão no Sinédrio. Aqui, como nós temos o atendimento fraterno, ele tava ali para acolher e chegar aqueles que precisavam de uma palavra. E ele já era bem idoso.

meão era um fariseu que ele vivia de plantão no Sinédrio. Aqui, como nós temos o atendimento fraterno, ele tava ali para acolher e chegar aqueles que precisavam de uma palavra. E ele já era bem idoso. E diz a escritura que ele falava que ele só ia morrer depois que ele visse o Messias. E Maria, no seu último ato, já indo pro Egito, já depois de perseguidos, já Herodes tendo proclamado a morte do menino Jesus, já tinha matado um monte de menino. Percebam no jumento indo para ou no camelo, né? indo para para pro Egito fugindo, que a gente sabe que Jesus viveu lá até os 13 anos. Ela olha para José e fala: "Eu não posso ir sem apresentar meu filho na sinagoga, no sinédrio, que é a sinagoga." E ele e ele, José, ela para olha para ela e fala assim: "Se a gente entrar lá, nós estamos mortos". É isso que ele narra aqui. Nós estamos mortos a gente entrar lá. Não, mas o anjo Gabriel falou que eu posso ir. Você já pensou? Você tá fugindo. Aí vem um anjo e fala: "Não, você pode ir lá. Foi o que falaram paraa Maria. E Maria vai, José obediente, como todo homem a sua mulher, né? Minha mulher quando fala vai, eu tenho que ir. E ele vai, tudo bem, Maria, vamos lá, né? E entram. E essa cena é linda. O irmão X nos narra aqui e entra. Quando ele entra, tá o velho Simeão sentado com seu assistente lá na cadeira. O velho Simeão já liga as antenas, sente uma energia diferente e o assistente chega: "Mestre, mestre, professor, professor, tem uma senhora aí com a criança, ele deixe vinho, vem até mim". E o velho já bem levanta da sua cadeira, vai até o meio do caminho e encontra Maria e diz que os olhos dele brilhavam. Ele se aproxima de Maria, como tá escrito aqui, e me fala: "Me dê a criança". Você já pensou? Seu filho é perseguido e é sabendo quem é? E ela confiante em Deus, não naquele Senhor, mas em Deus, na sua proteção, sabendo que ele tem ali o salvador da humanidade no colo. No colo, ela entrega no colo. Irmão X nos narra aqui que naquele momento ele olha no olho do menino e eles têm uma conversa mental e a

oteção, sabendo que ele tem ali o salvador da humanidade no colo. No colo, ela entrega no colo. Irmão X nos narra aqui que naquele momento ele olha no olho do menino e eles têm uma conversa mental e a conversa começa assim. Ele disse: "Como nasceste? Eh, celestes meninos?", perguntou o patriarca. "Por que não preferistes? Por que preferistes a palha humilde da manjedoura, já que vens representar os interesses do eterno senhor da terra? Como não vestisse a púrpura imperial? Como não nascestes ao lado de Augustos, o divino, para defender o fragelado do povo de Israel, longe dos senhores romanos, como advogarás a causa dos humildes e dos justos? Porque não viestes ao pé daqueles que vestes a toga dos magistrados? Então podereis ombrear com os patrícios ilustres, movimentar-te ei entre os legionários e tribunos, gladiadores e pretorianos, atendendo-nos à libertação. Por que não chegastes como Moisés, valendo-se do prestígio da casa do faraó? Que será de ti, sem lugar no sinédrio? Samuel mobilizou a força contra os fariseus, preservando-os à superioridade. Saú guerreou até a morte por mantermos a dominação. O falto do poder, Salomão prestigiado. E aí ele vai, cadê os seus exércitos, o seu ouro, sua riqueza? Porque ele olha uma criança frágil no colo de uma mulher mais frágil ainda, caminhando com um carpinteiro, nasceu numa manjedoura no meio da palha, porque Jesus já começou a ser renegado na barriga da mãe, desde sua concepção até a sua ascensão na cruz. Ele foi renegado, mas nunca nos renegou. Nunca nos renegou. José bateu de porta em porta porque sua família, sua esposa estava com a barriga com a criança para nascer e todos fecharam suas portas. É quando fechamos as nossas portas para Jesus. Quando fechamos os nossos corações para Jesus. com palavras, com ações, com não ações e não palavras, quando não acolhemos os pequeninos, quando não damos de comer a quem tem fome, quando não vestimos a quem não tem roupa, quando não damos remédio, a quem tem dor, quando não acolhemos aquele amigo que

quando não acolhemos os pequeninos, quando não damos de comer a quem tem fome, quando não vestimos a quem não tem roupa, quando não damos remédio, a quem tem dor, quando não acolhemos aquele amigo que chega sofrendo, E dizemos para ele: "Nossa, sua situação é mais complicada do que eu esperava." Como dizia minha avó, acabou de jogar a última pai em cima do rapaz. É isso que ele está falando. E esse homem Simeão, pegado ainda à matérias, ao poder, ele proclama, ele pergunta: "Por que essa essa criança é o Messias? Cadê o seu exército, o seu ouro? Como ele vai defender o povo de Israel?" E diz que o menino Jesus só olhava para ele. Tá narrado aqui. Leiam. Capítulo 53. Antologia mediúnica de Natal. E o menino Jesus não responde naquela hora. Só com um gesto. Narra Humberto de Campos que o menino em pensamento levanta a sua mão e bate no peito do velho. Porque ele pergunta: "Aonde está o seu reino?" Porque Jesus veio para ser rei na concepção do humano, um rei de coroa, de espada, de anel no dedo. E aí o velho fica decepcionado. Narra Humberto de Campos que ele deve faz aquele ritual ali, abençoa a criança, entrega para sua mãe e volta para o seu trono desalentado, porque ele queria uma resposta ali naquela hora. E Maria vai, segue com o menino e ele fica olhando e ele sabe que aquela criança é o Messias e diz: "Nesses instantes, aproximou-se Maria e recolheu nos braços maternos. Somente após a morte do corpo, Simeão veio saber que o menino celeste não o deixara sem resposta. Dias depois, meses depois, o velho Simeão, como já era bem idoso, deixa seu corpo físico. E chegando no plano espiritual, o infante sublime no gesto silencioso, aquele gesto que bateu em seu peito, quisera dizer que não vinha representar os interesses do céu nas organizações respeitáveis mais efêmeras da terra. Jesus não andou em palácios, não subiu em púlbito, vinha da casa do pai justamente para representá-lo no coração dos homens. Jesus respondeu ao velho Simeão: "Quer saber aonde está o meu reino?"

erra. Jesus não andou em palácios, não subiu em púlbito, vinha da casa do pai justamente para representá-lo no coração dos homens. Jesus respondeu ao velho Simeão: "Quer saber aonde está o meu reino?" aqui em vossos corações. Por isso o título, quando Jesus nasce em nosso coração, quantas vezes somos o velho Simeão que ficamos perguntando e ficamos vivendo como se o nosso mundo fosse só daqui? Queremos conquistar, queremos ter e não ser. Sim, precisamos ter roupa, precisamos ter uma casa, apesar que grande parte da humanidade não tem roupa, não tem casa, mas tá lá no livro dos espíritos, o supérfulo e o necessário. O que eu preciso para viver? O supérfulo ou o necessário? Ou às vezes o necessário é supérflo, porque o necessário para mim é tão grande, eu quero tanto conquistar o mundo, ter o melhor emprego, ter a melhor roupa, ter o melhor carro, é, é sempre o melhor. O melhor. Eu gosto muito de futebol, meu amigo Celso, que tá aqui sabe. E um dia desse eu assisti num programa esportivo que eu gosto, é o único que eu gosto. E eu já desliguei. Minha esposa falou: "Por que que você desligou? Você gosta tanto desse programa?" Eu falei: "Eu não gostei da tiragem". Tavam analisando dois jogadores de futebol. Quem é melhor, fulano ou belrano? Quem é melhor? Até nisso nós olhamos. Por que não olhar aqueles dois jogadores? Os dois são bons, mas cada um na sua característica, cada um defendendo a sua camisa. Mas eu tenho que saber quem é o melhor, porque eu vivo assim. Eu quero ser sempre melhor do que o outro, porque eu não vim ao mundo para ser melhor. Não. Você veio ao mundo para servir, evoluir e ser melhor do que você mesmo, melhor do que a última versão. Joana Deâeles fala numa conversa com Divaldo Franco. Quando Divaldo Franco, muito jovem, ele pergunta: "Eu tô aqui já servindo na casa espírita, saí da minha casa lá em Feira de Santana, morando em Salvador, de favor, e vocês não me protegem? As pessoas chegam perto de mim, me pedem ajuda, mas ninguém me pergunta como eu

indo na casa espírita, saí da minha casa lá em Feira de Santana, morando em Salvador, de favor, e vocês não me protegem? As pessoas chegam perto de mim, me pedem ajuda, mas ninguém me pergunta como eu estou. Eu não aguento mais isso. É problema em cima de problema. E ainda tem um obsessor que segue ele, que zomba dele e ela diz, ela escuta ele serenamente, Joana sendo Joana, e ela olha para ele e diz: "Divaldo, meu filho, ele não sabe nem o nome dela ainda, tá lá no filme. Essa cena é linda." E ela diz: "As pessoas, os problemas e o mundo nunca foram como tu os via. Foram colocados diante de ti para que evolua como espírito." Aí ele fica e ela finaliza fantasticamente que eu sou suspeito de falar que eu sou apaixonado por Joana. Quando chegar o último dia desse corpo aqui na terra, verás que o problema nunca foi com o outro, foi entre você e você mesmo. Que a luta que ela fala, não é problema. A luta nunca foi contra o outro, foi entre você e você mesmo. O maior problema da criatura humana é a própria criatura humana. Eu não venho para disputar com o Antônio Espaço, com o Celso, com a minha esposa, com minha filha, com o colega de trabalho, mesmo aquele que a gente acha que é chato. Quando eu tô olhando para ele e vendo ele como chato, eu tô dando o direito dele me ver como chato. Não, as pessoas, o mundo e os problemas foram colocados diante de ti para que evolua como espírito, para que progrida, para que possamos na lei de sociedade, na lei de progresso, caminharmos juntos. Cada um ao seu progresso. Tá lá na lei de progresso. Pode o espírito querer não progredir? Não, todos progredirão, porém cada um ao seu passo. Eles nos respeitam. Porque o verdadeiro espírita, que eu gosto de falar, o verdadeiro cristão é aquele que se esforça a cada dia nas suas más inclinações para ser um ser humano melhor. Isso é nascer Jesus em nossos corações. É eu não olhar somente para o verbo, é eu praticar o verbo de amor. É eu não só dizer por todos os cantos guia e modelo, é eu exemplificar, porque

umano melhor. Isso é nascer Jesus em nossos corações. É eu não olhar somente para o verbo, é eu praticar o verbo de amor. É eu não só dizer por todos os cantos guia e modelo, é eu exemplificar, porque Jesus disse: "As obras que eu faço em nome do meu pai, estas testificam em mim". Quer dizer, ele não só trouxe a mensagem de Deus, ele deu o testemunho. Wagner, você tá num sarrafo muito alto. É Jesus. Sim. é o nosso exemplo, é o nosso guia, é o nosso modelo, é o maior espírito que andou na humanidade encarnado. Não teve ninguém maior do que ele, maior em grandeza, em exemplo, em simplicidade. E falamos em simplicidade, em maior, em humildade, em amor, compaixão, solícito, tudo que nós somos, né? Somos solícitos, amorosos, fraternos, somos benevolentes, indulgentes e perdoamos. O nascimento de Jesus marca a chegada do espírito mais puro que a terra já recebeu. Conforme nos ensina Allan Kardec em a Gênesis. O Evangelho Segundo o Espiritismo nos esclarece que o Cristo é o modelo e guia da humanidade. Logo, o seu nascimento verdadeiro acontece quando os seus ensinamentos começam a ganhar espaço em nossa intimidade espiritual. A humildade vence o orgulho, o perdão supera o ressentimento, o amor a substituir o julgamento. Jesus não escolheu palácios, nasceu numa manjedoura. Isso nos ensina que o Cristo não exige corações perfeitos. Ele não tá atrás de perfeição, mas coraçãos disponíveis, que estejamos sempre disponíveis, aberto conhecimento. Às vezes pensamos: "Ainda não estou pronto, tenho muitos erros, minha vida é confusa demais". palavras que usamos para nos defender. Deixamos cair as máscaras, aceitamos nossas fragilidades, paramos de fingir forças e aprendemos a confiar em Deus. Aí eu trouxe uma mensagem final aqui para lermos. Meus queridos irmãos, Cristo continua batendo a porta do coração humano, como ele bateu naquele velho Simeão. Ele não pede luxo, não exige perfeição, não cobra santidade imediata. Ele pede apenas recolhimento sincero e esforço, bom ânimo diário na transformação.

ão humano, como ele bateu naquele velho Simeão. Ele não pede luxo, não exige perfeição, não cobra santidade imediata. Ele pede apenas recolhimento sincero e esforço, bom ânimo diário na transformação. No mundo tereis bons bereis aflições, porém tem um bom ânimo. Eu venci o mundo. Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ele quis dizer aquilo que ele não é uma porta que se passa por ele e purifica. Não é o seu evangelho, é o caminho, a verdade e a vida. Porque quando eu coloco o evangelho de Cristo como meu caminho, eu tô me esforçando para ser melhor. Que possamos a partir de hoje preparar melhor a manjedoura da nossa alma, retirando o orgulho, o egoísmo e o medo e colocando amor, humildade e esperança. Ensina-nos a preparar em nosso coração o espaço simples, mas sincero para a tua presença. Que o teu nascimento em nós seja luz nas nossas sombras, paz nas nossas lutas e consolo nas nossas dores. Ajuda-nos a viver o teu evangelho não apenas com palavras, mas com atitudes e ações. Quando o Cristo nasce em nossos corações, só dia 24, aonde sou mais amoroso, só na casa espírita que eu mudo até a voz. Oi, meu irmão, tudo bem, minha irmã? Tudo em paz? Tudo tá tudo bom? Ou é no dia a dia que Jesus nasce em nossos corações. Ficamos com reflexão quando Jesus nasce em meu coração e que possamos buscar isto no esforço contínuo de nos conhecer a nós mesmos. Muito obrigados a todos. uma boa noite e que a paz do Cristo esteja em vossos corações. Que possamos fazer a nossa prece final para o nosso irmão Antônio chamar para o passe. Deus, pai de infinita bondade, mestre amado Jesus, que possamos, à luz da doutrina espírita compreendermos que a dor não é castigo, mas instrumento educativo da alma. Quantas vezes é no momento da dor que passamos a orar com mais sinceridade e sentir mais empatia a buscar mais a Deus? Assim Cristo, que frequentemente nascem nossos corações no silêncio das lágrimas, no recolhimento da dor, na pausa obrigatória, que possamos ser doadores do suor todos os dias, aqui, ali e aos

a Deus? Assim Cristo, que frequentemente nascem nossos corações no silêncio das lágrimas, no recolhimento da dor, na pausa obrigatória, que possamos ser doadores do suor todos os dias, aqui, ali e aos que nos procuram, devedores da fiança terrena, buscando sempre a paz. o amor e a fraternidade. Sim, mestre Jesus, te agradecemos por mais este momento, pelo mais o bom ânimo, por esta casa de oração, comunhão espírita que nos acolhe, nos traz o esclarecimento, o consolo e o acolhimento, para que possamos, à luz da doutrina espírita codificada por Allan Kardec, no Evangelho, em torno do Evangelho de Jesus de Nazaré, seguirmos a nossa caminhada. de evolução e aprendizado, sempre servindo e sendo útil. Assim, mestre, te agradeço e damos por encerrado mais essa etapa, dando graças a Deus e graças a Jesus. Obrigados a todos meus irmãos. Que tenham um feliz Natal, uma festa de ano com os seus familiares e que a paz do Cristo esteja em vossos corações. Muito obrigado a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre

us de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade [música] e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas [música] dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos

mamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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