Paulo e Estevão 2a parte Capítulo 9 17112025

Estudantes do Evangelho TV 18/11/2025 (há 6 meses) 1:18:39 54 visualizações

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Transcrição

A Casa Espírita Estudantes do Evangelho apresenta seminário sobre o livro Paulo e Estevão, obra ditada pelo espírito Emanuel, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, uma coprodução do GE. >> E vamos fazer uma leitura aqui desse livro. Palavras de vida eterna. Vamos ver o que que Emanuel quer nos dizer hoje. Lição número 33. Acalma-te. A Deus tudo é possível. Jesus. Evangelho de Mateus, capítulo 19, versículo 26. Seja qual for a perturbação reinante, acalma-te e espera, fazendo o melhor que possas. Lembra-te de que o Senhor supremo pede serenidade para exprimir-se com segurança. A terra que te sustenta o lar é uma faixa de forças tranquilas. O fruto que te nutre representa um ano inteiro de trabalho silencioso da árvore generosa. Cada dia que se levanta é convite de Deus para que lhe atendamos a obra divina em nosso próprio favor. Se te exasperas, não lhe assimilas o plano. Se te afeiçoas a gritaria, não lhe percebes a voz. Conserva-te, pois, confiante, embora a preço de sacrifício. De certo, encontrarás ainda hoje corações envenenados que destilam irritação e desgosto, medo e fé. Ainda mesmo que te firam e apedrejem, aquiieta-te e abençoaos com a tua paz. Os desesperados tornarão a harmonia, os doentes voltarão à saúde, os loucos serão curados, os ingratos despertarão. É da lei do Senhor que a luz domine a treva sem ruído e sem violência. Recorda que toda dor, como toda nuvem, forma-se em sombra e passa. Se outros gritam e oprimem, espancam e amaldiçoam, acalma-te e espera. Não ouvides a palavra do Mestre quando nos afirmou que a Deus tudo é possível e garantindo teu próprio descanso, refugia-te em Deus. Então vamos nos refugiar em Deus agora nesse momento. Todo momento é momento de oração e vamos elevar nossos pensamentos até esse Pai misericordioso que nos assiste, que nos protege. agradecer pela oportunidade de estarmos aqui reunidos sob o amparo e a proteção da espiritualidade amiga que em seu nome dirige esse grupo, int os facilitadores, trazem a boa explicação através

otege. agradecer pela oportunidade de estarmos aqui reunidos sob o amparo e a proteção da espiritualidade amiga que em seu nome dirige esse grupo, int os facilitadores, trazem a boa explicação através das vozes diversas que aqui se levantaram, cada uma preparando o seu trabalho para nos enriquecer no conhecimento. e na interpretação da vida. Agradecemos, Senhor, porque ao abrirmos aqui o nosso computador, ao fazermos a nossa leitura, ao entrarmos em sintonia, também as bênçãos que essa espiritualidade traz penetram o nosso lar. é nas linhas magnéticas do nosso pensamento, da força desses espíritos que trabalham em nome de Deus, nosso Pai, que essas energias se espalham pela nossa casa, entre as pessoas que dividem o espaço conosco, nossos familiares, próximos ou não, aquelas pessoas que moram conosco, que trabalham conosco, também são beneficiadas, todos, enfim, que partilham desse teto amoroso que recebe as vossas bênçãos, são beneficiados por essas energias de luz e de paz. Pedimos que nesta noite o Senhor inspire a nossa querida Fran, que com certeza tem uma infinidade de informações para nos trazer sobre as experiências de Paulo e assim, Senhor, sobre as bênçãos da espiritualidade. E com a vossa permissão, nós iniciamos o nosso estudo desta noite, dizendo graças a Deus e a Jesus. Muito bem, Fran, a palavra é sua e vamos lá estudar essa noite com a nossa querida aí. >> Então, boa noite, né? A gente vai dando andamento já finalizando aqui, né, a obra segunda parte, capítulo nove. Confesso que quase que eu chorei com Paulo estudando esse capítulo aqui. Então a gente nessa parte aqui do do no caminhar de Paulo, né, ele tá parado, né, estacionado ainda lá na na em Mísia, né, eles o barco tinha atracado. E aí Júlio, né, que foi um centurião bem prestimoso, assim dizendo, né, ele adquiriu um sentimento bem particular com Paulo, porque ele admirava a figura daquele homem, né, pelo tempo que ele já estavam em alto mar, né, e ele tinha feito uma pausa aí nessa nessa ilha para

ele adquiriu um sentimento bem particular com Paulo, porque ele admirava a figura daquele homem, né, pelo tempo que ele já estavam em alto mar, né, e ele tinha feito uma pausa aí nessa nessa ilha para que Paulo também pudesse pregar, né? Então assim, Júlio, né, ele ele representa nós na nossa caminhada quando a gente começa a conhecer um pouquinho daquilo que é renovador, que nos apresenta a verdade, né? Diria que se fosse nos tempos atuais, né, a gente poderia comparar Paulo, né, a doutrina espírita e Júlio, nós, né, que vamos lá buscar essa verdade restauradora, né? E aí Júlio teve essa sensação quando ele conheceu Paulo, né? Então ele coloca, né? Eh, Paulo de Tarso, né? Falava de Jesus. Aí assim, gente, Paulo ele era fantástico porque onde ele passava, ele cativava as pessoas por aquela pela boa nova que ele levava, né? E aí eu fiquei meio que tentando imaginar como seria estar com ele dentro daquele navio ali, né? E olha que ele não tava com pessoas, né? A viagem, né? estavam com prisioneiras, então ele tava cativando o sentimento ali. E aí naquele momento lá ele, né, Emanuel coloca pra gente, né, Paulo de Tarso falava de Jesus não como uma personalidade inatingível, mas como de um mestre amoroso e amigo das criaturas, a seguir de perto a evolução e redenção da humanidade terrena. Desde os seus primórdios, todos desejavam ouvir-lhe os conceitos relativamente ao evangelho e quanto a sua projeção no futuro dos dos povos. Paulo, ele tinha essa peculiaridade, né, assim, dizendo, essa essa facilidade dele, porque a gente já viu no transcorrer dessa obra, né, como que foi essa transformação de Paulo, como foi necessário ele passar, né, pelo deserto também, porque ele era uma pessoa que tinha muito conhecimento, foi convertido, né, de maneira muito repentina, assim dizendo, né, mas esse processo de transformação dele se deu eu, né, basicamente a gente nem me recordo quem falou do do momento dele ali, né, caminhando na na no próprio deserto, tentando se compreender, mas

, né, mas esse processo de transformação dele se deu eu, né, basicamente a gente nem me recordo quem falou do do momento dele ali, né, caminhando na na no próprio deserto, tentando se compreender, mas foi necessário que ele compreendesse a essência existente nele, né? Como que a gente decide propagar essa boa nova se a gente não entende aqueles que estão ao nosso lado, né? É fácil falar aquilo que eu sei, mas cativar as pessoas depende também do nosso exercício da humildade e de reconhecer a necessidade de cada um, né? Então assim, Paulo ele trazia essa essa pegada, né, essa forma dele de transmitir a mensagem de maneira muito acolhedora. E aí considerando, né, as pessoas que estavam com ele, inclusive, né, os soldados, né, inclusive o marinheiro, mas Júlio que a gente vê que ele cria essa afinidade justamente porque Paulo depois que ele compreendeu o que que era realmente transmitir a mensagem, ele já não selecionava se era para A, B e C. Ele tentava entregar aquela mensagem para todos de maneira muito acolhedora, né? E aí as pessoas de alguma maneira, né, se sensibilizavam e ele ia conseguindo transformar esses coraçõezinhos, né? E não só lá, porque nesse momento que eles estão nessa ilha, né, não somente os prisioneiros, mas algumas pessoas tiveram oportunidade de visitar, né? Porque eu fiquei pensando, né, como que as coisas caminham, né, para esses trabalhadores, né, porque para ele era simplesmente somente seguir um rumo, né, mas a espiritualidade ia proporcionando esses encontros também para que outras pessoas tivessem esse conhecimento, né? Júlio foi sensacional porque ele enxergava isso, né, ni Paulo. E aí, eh, continuando, né, ele coloca assim, ó. A figura de Paulo foi encarada com veneração. A tripulação do navio não podia esquecer o seu albitre. O piloto, o comandante estavam eh confundidos e o prisioneiro tornava-se alvo de respeito e consideração unânimes. O centurião, principalmente permanecia constantemente junto dele, crente que o ex-rabino dispunha de poderes sobrenaturais e

ndidos e o prisioneiro tornava-se alvo de respeito e consideração unânimes. O centurião, principalmente permanecia constantemente junto dele, crente que o ex-rabino dispunha de poderes sobrenaturais e salvadores. O abatimento moral e o enjoo espalharam o desânimo e o terror. O apóstolo generoso, no entanto, acudia a todos um por um, obrigando-os a alimentarem e confortando-os moralmente. De quando em quando, soltava o verbo eloquente e, com a devida permissão de Júlio, falava aos companheiros da Hora Amarga, procurando identificar-lhes as questões espirituais, espetáculo convulsivo da natureza, né? Que que tinha acontecido, né? Eles estavam lá nessa ilha e aí eles já estavam chegando numa época em que tinha muito vento, muitas ondas no mar. E aí Paulo, né, sabendo que poderia, né, acontecer alguma coisa ali adiante, ele foi e chamou o Júlio, conversou com o Júlio e olha, eu fiquei pensando assim, o Júlio ele tem muito da gente, né, quando a gente vai falar alguma coisa ainda fica com receio, né? E aí ele chama o Júlio e fala: "Olha, eh, tudo indica, né, que vem uma tempestade, é melhor a gente ficar atracada até, né, passar tudo isso." E aí o Júlio já tinha criado essa certa afinidade, né, com com Paulo. Ele vai e chega pro comandante e fala: "Olha, eh, Paulo lá, né, olha que ele conhece um pouquinho do mar, né, porque ele é amigo de Lucas, tal, eh, ele tá falando que vem uma tempestade aí, não seria melhor, né? E o e o marinheiro, né, ignorante, né, meio pesadão, fala assim: "Não, você tá doido, né? Você tá querendo levar, eh, você quer que a gente fique estacionado, parado aqui, enquanto, né, vem essa tal tempestade, né, porque ele já tava acostumado com essas questões do mar. Só que Paulo tinha falado para ele, porque além do barco ter mais de 270 pessoas, ainda tava muito pesado por conta do trigo, né, que tava dentro do navio. E aí o o comandante, né, o capitão do barco, vai e fala pra Júlio: "Olha, você, né, um representante da lei, você não pode, né, meio que ceder só para um

conta do trigo, né, que tava dentro do navio. E aí o o comandante, né, o capitão do barco, vai e fala pra Júlio: "Olha, você, né, um representante da lei, você não pode, né, meio que ceder só para um prisioneiro, né, mesmo sendo pau." E aí, Júlio, nós chega humildemente, vai e fala para Paulo, né? Olha, eu até tentei, mas não tive êxito porque o pessoal não aceitou, né? E aí meio que fica até com vergonha porque ele já conversava muito com Paulo, né? Então assim, ele ele prestava atenção nas coisas que Paulo falava ali. Então ele tinha eh receio, né, de talvez magoar ele naquele momento, mas Paulo, pela maturidade dele, sabendo a condição dele ali dentro do navio também, ele não ia se sentir, né, eh, magoado com aquilo ali, né? E aí acontece, né, de vir uma tempestade e aí todo mundo dentro desse navio, né, começa a ter essas sensações, como ele coloca, né, eh, medo, desânimo, passando mal, porque o navio, né, ficava balançando de um lado para outro e era uma tempestade muito severa, né? eles ali no meio do alto mar passando por tudo isso. E aí vem uma parte assim que eu achei muito bonita de Paulo com ele, né, quando ele começa a colocar. E aí eu vou lendo a íntegra e depois eu vou explicando. Gente, irmãos, dizia em voz alta para a assembleia estranha, né, que o ouvia transida de angústia. Creio que tocaremos em breve a terra firme. Entretanto, assumamos o compromisso de jamais ouvidar a lição terrível desta hora. Procuremos caminhar no mundo qual marinheiro vigilante que, ignorando o momento da tempestade, guarda a certeza da vida. A passagem da existência humana para a vida espiritual assemelha-se ao instante amarguroso que estamos vivendo nesse barco há muitos dias. E escutando a Lisiane Bahia, né, no congresso do Seja que teve esse final de semana, ela comenta, né, onde está Deus dentro de nós, né? Ela faz a pergunta pro pessoal, onde está Deus, né? E olha a confiança de Paulo quando ele coloca, né, que eh a passagem da existência humana para a vida espiritual semelha ao estante

ntro de nós, né? Ela faz a pergunta pro pessoal, onde está Deus, né? E olha a confiança de Paulo quando ele coloca, né, que eh a passagem da existência humana para a vida espiritual semelha ao estante amarguroso que estamos vivendo, né? Então assim, é necessário a gente passar pelas dores para que a gente consiga entender o real sentido da nossa existência, né? E as tempestades, né? As tribulações que a gente passa de alguma maneira ou outra são fundamentais pro nosso crescimento, né? Seria simplesmente só uma fala de Paulo aos prisioneiros, mas Paulo, ele convidava a gente a começar a meditar sobre tudo isso que a gente passa na vida, sobre essas tempestades, né? E aí a Joana de Angeles até no livro Convite, né, ela faz um convite realmente pra gente, pra gente meditar cada instante da nossa vida, seja no nosso relacionamento, no ambiente de trabalho, na casa espírita, numa reunião mediúnica, enfim, são vários convites que ela coloca a gente meditar sobre como eu estou me comportando diante disso, né? como a minha consciência me leva a pensar em todos os sofrimentos que eu passo. Tanto que no Evangelho Segundo o Espiritismo, né, quando a gente vai estudar sobre as aflições e Emmanuel, até no livro Emmanuel, né, Evangelho por Emmanuel de Mateus, no capítulo, né, que trabalha nos que trabalha sobre as aflições, são inúmeros, né? E aí é justamente para que a gente comece a pensar sobre tudo que a gente passa e como a gente tá sabendo lidar com tudo isso. Porque o convite de Paulo para aqueles prisioneiros ali, para pros soldados, né, inclusive para Júlio, pro comandante do navio, é que eles começassem a olhar com esse olhar agora, né, esse olhar do que eu estou, como eu estou desejando, né, passar esse momento da minha vida. Então, de tempestade para tempestade, né, todos nós passamos, né, e é necessário isso também, né? E aí ele coloca: "Não ignorais que fomos avisados de todos os perigos no último porto que nos convidava a estagiar, livres de acidentes destruidores, buscamos o Mar

né, e é necessário isso também, né? E aí ele coloca: "Não ignorais que fomos avisados de todos os perigos no último porto que nos convidava a estagiar, livres de acidentes destruidores, buscamos o Mar alto de própria conta. Também Cristo Jesus nos concede os celestes avisos do seu evangelho de luz, mas frequentemente optamos pelo abismo das experiências dolorosas e trágicas. lá atrás ele comenta, né, sobre vigilância, né, sobre vigiar, ter esse cuidado constante com tudo, né? E aqui ele vem colocar para eles o quê? Que foi uma escolha, porque eles estavam, né, atracados no lugar seguro. Ele já tinha a espiritualidade de certa maneira, né, tinha orientado ele. Tanto que na nessa eh nessa tradução, né, a gente vê Emanuel colocando que Paulo vai conversar com ele, né? Se a gente pega lá eh essa passagem na Bíblia, fala que o espírito veio conversar com com Paulo, né, para orientar ele sobre uma um possível problema, né, nessa viagem. E aí Paulo, nesse momento aqui, ele convida também a eles a o quê? se é uma escolha minha e eu preciso passar por isso, porque assim, não é que a gente reencarna, né, né, trazendo paraa nossa vida, né, essa mensagem, essa reflexão de Paulo, não é que a gente vai reencarnar e não vai passar por momentos de tormentas na nossa vida. Sim, a gente vai passar porque a gente precisa, né, eh, ter essa experiência. Porém, pode ser que o fardo ele seja muito mais leve se a gente tivesse ou busca na nossa caminhada, né, trabalhar tudo isso dentro da gente, assim, escutando aquilo que vem do céu, né? Mas aí, ah, como eu vou saber se o que eu estou recebendo de informação, né, de alguma maneira, é uma mensagem, né, dos céus, né, da espiritualidade amiga de Deus, né, tudo aquilo que nos coloca no caminho do bem. E aí nesse caminho aqui, Paulo ele tava tentando socorrer, né? Tava tentando auxiliar. E aí aqui ele já coloca pra gente essa necessidade, né, de vivenciar esse evangelho de luz. O amor que o Pai traz pra gente é justamente o quê? Eu tô aqui, eu vou segurar, né? E aí a gente,

auxiliar. E aí aqui ele já coloca pra gente essa necessidade, né, de vivenciar esse evangelho de luz. O amor que o Pai traz pra gente é justamente o quê? Eu tô aqui, eu vou segurar, né? E aí a gente, se a gente for até na boa nova, na passagem de Pedro no alto mar, quando Jesus caminha, né, sobre as águas e chega até Pedro e pergunta se ele confia nele, né? Então assim, o convite é o quê? Estamos passando por pelas nossas tempestades, sabendo, né, que foi uma escolha nossa passar por aquilo ali, que a gente confie e mantenha os pensamentos unidos, né, em conformidade com aquilo que a espiritualidade ou as palavras do evangelho t nos trazer para que a gente consiga lidar com esses momentos, né, de angústia e de sofrimento. E aí ele coloca, né, a ilusão como vento su parece desmentir as advertências do Salvador e nos continuamos pelo caminho da nossa imaginação viciada. Entretanto, a tempestade chega de repente. Essa ilusão, né, com o vento parece desmentir as advertências, né, e nos continuamos pelo caminho da nossa imaginação viciada. Primeiro, esse apego nosso a essas coisas materiais, essa forma como a gente vive no cotidiano, né? e a Joana de Angeles, né, nessa pegada dela, né, da gente olhar para dentro e entender o que que me aprisiona o mundo, né, porque eh até uma fala, né, da da das reflexões que a Lisiane ela trouxe, né, lá no SEJA, no Congresso, eu achei legal porque ela veio falar do Divaldo, né, que nós todos nós conhecemos, né, sobre essa as advertências que a gente que Divaldo recebia, né, talvez por um outra conduta necessária, né, pro aprendizado dele, mas que ele tivesse firme diante de todas as lutas que ele precisasse passar. E a gente vai ver isso não só na vida do Edivaldo, mas na vida do Chico, da Idon Voni, na nossa própria existência também, essas advertências, né, que a gente recebe, essa necessidade nossa de olhar mais para dentro e entender que algumas coisas vão acontecer de maneira arrepentida, mas não significa que aquilo ali vai ser,

sas advertências, né, que a gente recebe, essa necessidade nossa de olhar mais para dentro e entender que algumas coisas vão acontecer de maneira arrepentida, mas não significa que aquilo ali vai ser, né, até o fim. a as tempestades na nossa vida, as dificuldades que a gente passa normalmente, né, é são passageiras, né, como a tempestade que eles estavam aqui. E aí ele coloca, né, preciso passar de uma vida para a outra a fim de retificarmos o rumo ineludível. Começamos por aligiar o carregamento pesado dos nossos enganos cruéis, abandonando os caprichos criminosos para aceitar plenamente a vontade da augusta, a vontade augusta de Deus, né? Então, é preciso passar de uma vida para outra. A gente precisa vivenciar todas as nossas tempestades. E assim, como que a gente vai vivenciar tudo isso? reencarnando, aceitando as lutas que a gente passa aqui, que são extremamente necessárias, o fardo dela vai ter a medida do nosso esforço conforme aquilo que a gente tá recebendo. Então, olha só, Paulo ali dentro, ele tava com um monte de prisioneiro, com soldados que que perseguiam, né, os próprios cristões. Mas ali naquele momento ali, diante da tempestade, do medo, da aflição, ele tava querendo fortalecer a ideia do quê? que a gente fosse vigilante, que a gente confiasse na misericórdia de Deus, que os problemas eles vêm e vão, né? Porque ele ele é passageiro na nossa vida, mas também que a gente não se sentisse abandonado e nem esquecido, né? Porque Deus, ele tá ali a todo instante com a gente. E aí reconhecemos nossa insignificância e miséria, alcançando-nos em tédi imenso dos erros que nos alimentavam o coração, tal como sentíamos o do nada, que representamos neste arcabolso da de madeiras frágeis, flutuando no abismo tomados de de singular enjoo que nos provocava náuseas extremas. E aí ele coloca, né, que esses momentos, né, que ele coloca, reconhecemos nossa insignificância e miséria. Por muitas vezes, inclusive quando a gente até olha lá no Evangelho segundo o Espiritismo,

s. E aí ele coloca, né, que esses momentos, né, que ele coloca, reconhecemos nossa insignificância e miséria. Por muitas vezes, inclusive quando a gente até olha lá no Evangelho segundo o Espiritismo, as passagens em que Kardec coloca até sobre os falsos profetas, né, pra gente meditar sobre tudo aquilo que a gente fala, mas que não tem uma veracidade, né? E a nossa insignificância muito também, porque normalmente muitos de nós se acha muito maior do que tudo que nos acontece, porque que vem muito do nosso orgulho, do nosso egoísmo, né, dessa vaidade que a gente ainda tem muito dentro da gente. E aí tudo isso impede da gente vivenciar aquela experiência como aprendizado, né, como ele coloca, né, nos alimentava um coração tão tal como sentimos do nada representamos neste arcabolso de madeiras frágeis, né, flutuando no abismo, tomados de singelo, de singular enjoo, né? Então assim, toda a tormenta que eles estavam passando ali, era necessário que eles aproveitassem ali como aprendizado, não simplesmente ignorassem. E aí ele coloca, né, o fim da existência humana é sempre uma tormenta como esta. Está nas regiões desconhecidas do mundo interior, porque nunca estamos apercebidos para ouvir as advertências divinas e procuramos a tempestade angustiosa e destruidora pelo roteiro de nossa própria autoria. Então, a o fim da nossa existência é sempre uma tormenta como essa, né? Então assim, naquele momento ali diante da tempestade, né, poderia ser o fim deles. Claro que não ia ser o fim, né, porque Paulo também ele já tinha recebido informação que seria necessário passar por aquilo, mas que daria tudo certo no final. E nas regiões desconhecidas do mundo interior, né? E é isso aí. A Joana de Angeles volta novamente, né? Nos convidar a conhecer as nossas sombras, né? O que que passa dentro de mim que eu não conheço? né? Eu tava até meditando hoje sobre eh André Luiz, quando ele fala sobre os reflexos condicionados, né? Que André Luiz ele fala que tudo que nos atrai, né? U uma vibração atrai com a outra,

conheço? né? Eu tava até meditando hoje sobre eh André Luiz, quando ele fala sobre os reflexos condicionados, né? Que André Luiz ele fala que tudo que nos atrai, né? U uma vibração atrai com a outra, né? E aí vem pensamentos ou traz pro nosso semi eh semiconsciente as ideias que a gente nem imagina, os sentimentos de raiva, de fúria, o que for, mas tá tudo ali guardadinho. E aí esse esse fim da existência humana, né, esse encerrar um ciclo e começar um novo ciclo, né, dá muito dá traz-nos a ideia, né, de olhar para dentro, compreender o que se passa realmente dentro de nós, essa busca constante, como Santo Agostinho fala, né? Onde está Deus em mim? Aonde eu quero chegar, né? Aonde eu pretendo estar com ele, né? Porque se eu posso falar, eu tenho ele dentro de mim, mas como ele tá dentro de mim? Porque a gente fala, né, dentro da doutrina, sempre fala muito sobre a reforma, né? Eu gosto de trabalhar a transformação interior, porque como diz um célebre palestrante, né, tudo aquilo que a gente reforma uma hora precisa renovar, né? E a transformação não, uma vez que eu trago ela, né, de dentro para fora, todos os dias eu vou me costurando, me remendando, reconhecendo as minhas falhas, trabalhando todas aquelas mazelas que a gente tem dentro da gente. A gente vai se permitindo vivenciar uma experiência totalmente transformadora. E aí essa tempestade que a gente passou, ela vai nos trazer não o medo, a revolta, o fracasso, nada disso, mas ele vai trazer no final pra gente um novo recomeço, porque eu vivenciei aquilo ali, eu soube, né, carregar os meus problemas, né, com uma certa confiança, essa confiança que Deus, né, espera, né, que Jesus veio trazer. E aí, pela nossa ignorância lá atrás, a gente ignorou esse sentimento dele. Mas aí, né, a gente vê que teve personagens que teve essa mesma ideia lá atrás, como Paulo, né? E aí ele coloca: "Completemos o quadro do nosso sofrimento. Vede como o perigo ensina a fraternidade imediata". Quando isso aqui aconteceu, gente, ele já tinha

sa mesma ideia lá atrás, como Paulo, né? E aí ele coloca: "Completemos o quadro do nosso sofrimento. Vede como o perigo ensina a fraternidade imediata". Quando isso aqui aconteceu, gente, ele já tinha passado eh 14 dias, né, em alto mar, na tempestade, barquinho balançando ali, o povo já com fome. A, o trigo, né, que eles tinham colocado dentro do navio já tava todo né, então assim, não dava para aproveitar nada. E a tempestade tinha deixado todo mundo assim, né, meio com a cabeça para baixo, né, meio triste, meio deprimido pela situação, porque eles não via nem um sol por conta da situação da de como tava o tempo na época. E aí depois de tudo aquilo ali, né, Paulo vem e fala, né, completamos o quadro do nosso sofrimento vde como o perigo ensina a fraternidade. Porque esse V e aí para eles lá que, né, que tava todo mundo aprisionado, né, refém do tempo, né, nem sabia, né, Paulo já tinha essa confiança, mas os outros ainda tava adquirindo e saber que aquilo ali tava ensinando, mas também tava aproximando uns dos outros. Porque diante do sofrimento, tem pessoas que acham assim: "Eu vou viver sozinha, né? Eu vou passar por tudo sozinho. Não tem como a gente passar tudo sozinho. Normalmente a gente vai passar as nossas angústias, os nossos medos com alguém próximo de nós. Pode ser não tão próximo, mas tem alguém próximo e alguém que vai nos acompanhar. E essa fraternidade que ele coloca, porque diante, né, de tudo aquilo que tava acontecendo ali, foi legal porque pensa, Júlio, né, acompanhando tudo aquilo ali de perto e eles estavam todos mundo ali unidos venceremos, né? pega na mão um do outro ali, né? E vamos confiante, né? Até a mosquinha segura na mão de Deus e vai, né? Então assim, para eles era segurar na mão de Deus e seguir. E aí aquele sofrimento que eles estavam passando ali também ia ser dissipado, né? E aí ele coloca: "Embora diferentes uns dos outros perante perante Deus, a dor nos irmana os sentimentos para o mesmo fim de salvação e restabelecimento da paz". Paulo queria

bém ia ser dissipado, né? E aí ele coloca: "Embora diferentes uns dos outros perante perante Deus, a dor nos irmana os sentimentos para o mesmo fim de salvação e restabelecimento da paz". Paulo queria colocar para ele ali, ó, que independente de ser um prisioneiro, um centurião, um marinheiro, que fosse o chefe, né, que tivesse ali, todo mundo era igual perante Deus. Não existe diferença. Todo mundo era irmão, né? Todo mundo representava a figura de um Deus ali, né? Do nosso Deus. E aí naquele instante ali, ele queria mostrar para eles que no fim, né, novamente tudo ia dar certo. A gente vivenciou essa situação a basicamente 5 anos atrás, quando veio a pandemia, quando o mundo tava um caos, todo mundo aprisionado, né, sofrendo dentro de casa, mas aí assim o que ele sofrer que a gente sempre tinha uma ou tava morando com os pais ou ficava ali fechado dentro de casa, né, com os filhos e com esposo, enfim. Todo mundo tava um com o outro ali, um dependia do outro. Para quê? Para primeiro porque vinha o medo, né, a insegurança do como, né, lidar com tudo aquilo ali, que foi assim muito inesperado para todo mundo, né? E aí depois esse medo da perda de pessoas, porque a gente não tá acostumada a perder ninguém, né? A gente só tá acostumado a receber, mas perder passa longe, né? E Paulo tava nos ensinando agora a pouco, né? Sobre essa importância da gente se preparar para aquilo que vem. E aí depois esse sentimento, né, de restabelecimento dessa confiança, porque eu precisava confiar que algo ia ser feito. E aí naquele momento nosso de reclusão, de medo, de desespero, Deus tava lá. E aí Paulo vem aqui e fala pra gente, né, que embora, né, diferentes uns dos outros, perante a dor todos somos iguais. Então, todo mundo buscava a mesma solução, todo mundo buscava o mesmo refrigério na alma, né? Lidar com aquele sofrimento que a humanidade passava naquele momento, né? No caso, 4 anos atrás, em 2020, 2021. E aí ele coloca: "Não te impressiones. As opiniões do vulo são muito inconstantes. Tenho disso experiência

ofrimento que a humanidade passava naquele momento, né? No caso, 4 anos atrás, em 2020, 2021. E aí ele coloca: "Não te impressiones. As opiniões do vulo são muito inconstantes. Tenho disso experiência própria. Estejamos atentos aos nossos deveres, porque a ignorância sempre está pronta a transitar da maldição ao elogio e vice-versa. Então aqui, ó, estejamos atentos. É o convite que Paulo nos faz, porque do mesmo momento em que a gente é abraçada, a gente, né, passa por momento, é, aliás, no mesmo momento em que eu vivo um momento de glória, eu também vou viver os meus momentos de tormenta, né, e de medo, né? Então, assim, estejamos sempre vigilantes para que a gente esteja preparado para aquilo que for nos acontecer. Então, é extremamente normal, né, passar por alguma outra situação na vida. E aí ele vai e coloca, né, quiser eh quisera ser como vós um prisioneiro de Cristo. Mas isso aí na realidade, gente, quem vai colocar isso para ele, né, vai ser Júlio. Porque Júlio, né, depois que eles eh que que acontece, né, depois que eles passou esses 14 dias dentro do navio, né, que Paulo pregou para eles, que eles saíram e aí eh Paulo, né, simplesmente vai e fala para eles que já tava na hora, né, de que ia aparecer, né, alguma coisa ali para auxiliar eles, né, ele tinha essa confiança ali bem firme dentro do coração dele. E aí Júlio, né, vendo a confiança que que Paulo tinha, né, ele vai e fala, né, quisera ser como vós, né, um prisioneiro do Cristo. Porque Paulo durante a caminhada dele, a gente viu que assim, ele se entregou de corpo e alma, né, teve as patinadas no início ali, né, porque ele ainda tinha um pouco do ego dele ali. E aí depois do momento da tempestade dele, ele foi, né, que ele passou pelo deserto na realidade, né, que ele se reconheceu, entendeu a necessidade de toda transformação, o que que era a palavra, o que que era o ensinamento, o que que Deus tinha para ele, né? Então assim, quem era Deus dentro do coração dele, né? E aí agora, né, Júlio fica impressionado,

transformação, o que que era a palavra, o que que era o ensinamento, o que que Deus tinha para ele, né? Então assim, quem era Deus dentro do coração dele, né? E aí agora, né, Júlio fica impressionado, prisioneiro do Cristo, porque ele realmente tinha se entregado de corpo e alma aos ensinamentos que Cristo, né, depois que ele teve o encontro, que ele passou por toda essa transformação, ele de fato tava ali empregando aquilo que ele tinha aprendido, né? Assim como eu falei ainda há pouco, né, sobre Divaldo, sobre Chico, sobre Doniv e aí a gente vai ver que assim eh teve Azio da Gama, a gente teve Kardec, então assim eh a própria Joana de Angeles, né, quando ela reencarna como Clara de Assis lá defendendo Francisco de Assis, que esteve, né, em outro momento também com Jesus, assim como Clara, e todos eles, em todo momento em que estiveram diante, né, de oferecer a palavra, eles seram eram eles se tinham colocado como reféns, né? Eles trabalhavam e se entregaram de corpo e alma aquilo que Jesus tinha impresso, né, empregado, tinha falado para todo mundo ali há mais de 2000 anos atrás. Então eles vivenciavam, né? E Júlia ele ficou muito encantado com isso, porque ele não tinha coragem, né? E aí, se Paulo nos perguntasse, você hoje se tornaria refém, prisioneiro, né, do Cristo, né, você entregaria a sua vida, né, igual eu vi recentemente uma pergunta na internet, né, se Jesus chegasse na sua frente, o que que você faria, né? Algumas pessoas viraram a as costas e começou a chorar, né? Outras se ajoelharam, né, e pegaram na mão de Jesus. E aí só teve três pessoas, acho que de umas 40 que passou diante de Jesus que abraçou ele. E aí eu fiquei olhando, né, aquela pesquisa da internet ali e fiquei imaginando assim: "Se Jesus chegasse na minha frente, nem eu sei o que que eu faria. Não sei se eu estaria pronto, né, para me entregar de corpo e alma a tudo que Jesus ensinou, né? Mas o convite que o espiritismo faz é que a gente vá fazendo essa entrega, esse tendo esse compromisso aos poucos,

eu estaria pronto, né, para me entregar de corpo e alma a tudo que Jesus ensinou, né? Mas o convite que o espiritismo faz é que a gente vá fazendo essa entrega, esse tendo esse compromisso aos poucos, porque a gente sabe que não dá conta de lidar com tudo de uma vez, né? Os nossos companheiros aqui, eles passaram assim por, sabe assim, você é o nível hard, né? A pessoa ela conhece, mas a gente sabe que já tinha um um trabalho, né, no plano espiritual para esses espíritos, mas assim, a gente sabe que eles na hora que abraçaram a ideia não tiveram dúvida, né? Talvez Pedro ali no início, né, negou três vezes, mas ele foi. E aí a gente tá indo, né? Então assim, Pedro eh Paulo nos mostra, né, que a gente precisa trabalhar mais isso dentro da gente. Aí ele coloca: "Precisamos negar a nós mesmos e tomar a cruz", exclamou Paulo de Tarso, né? Compreendendo o rigor dos tempos. Então esse negar que ele faz o convite, né? é negar aquilo que ainda é muito supérfluo na nossa vida, aquilo que não faz não vai nos colocar numa busca de uma ascensão espiritual, né? Lidar com as nossas mazelas é muito difícil. Por isso que quando a Joana de Ângeles, ela nos convida a olhar a a olhar nós mesmos, né? Ter consciência de nós, né? E Santo Agostinho, né? Usa a fala de Sócrates, né? Eh, conhece a ti mesmo. É porque a partir do momento, né? Está lá no livro dos espíritos, né? na questão 919. Então assim, se eu vou lá e olho para mim, busco me compreender, eu estou colocando amostra todo a minha dor, todas as minhas mazelas, tudo aquilo que eu tenho ainda de pior dentro de mim. >> E aí eu tô pronta para vivenciar essa experiência de carregar a minha cruz, porque todos nós, todos os dias, temos uma cruz para carregar. seja um um a mais, né, um pouco mais leve ou um pouco mais pesado, mas todos nós temos, como ele colocou da sobre a tempestade, né? E aí essa tempestade que a gente tá vivenciando vai nos trazer essa reflexão, né? Pegar a nossa cruz, levar com maestria, com confiança, serenos, né? Sábios, né? De que tudo isso é

e a tempestade, né? E aí essa tempestade que a gente tá vivenciando vai nos trazer essa reflexão, né? Pegar a nossa cruz, levar com maestria, com confiança, serenos, né? Sábios, né? De que tudo isso é passageiro, mas que é necessário pra gente, né? Então, eh, se me perguntar hoje assim, você carrega a sua cruz, eu acho que eu carrego. Não sei peso dela ainda, né? Porque a gente vai aprendendo sobre o peso, o peso da cruz conforme a gente vai caminhando. Mas é interessante a gente parar e pensar, né, sobre precisamos negar a nós mesmos e tomar a nossa cruz, abrir mão daquilo que a gente, né, já foi. E aí a gente pode ir até lá no no na obraquio, né? do Kaibar Shutel, quando ele mostra lá as 17 reencarnações e olha aqui, homem danadinho, ele ficou umas sete, oito reencarnações estacionado. E aí a espiritualidade tão boazinha, né, foi lá, deu um jeitinho de colocar ele numa condição onde ele veio extremamente assim impossibilitado de fazer qualquer coisa errada. E aí nas outras reencarnações, ele até reencarna duas vezes como mulher, né, que é um processo de evolução muito grande, né, que permite o espírito. E aí depois sucessivamente ele vem já com um olhar totalmente diferente do que ele era. Então assim, na na caminhada de Eustáo, né, vamos usar assim, com ele, não foi todos esses nomes, ele foi adquirir no outros nas outras reencarnações, mas a gente vê que ao longo da jornada dele espiritual, né, tanto encarnado quanto espiritual, ele foi adquirindo e foi carregando as suas cruzes. E aí assim, lá no final, na última reencarnação dele, né, quando ele reencarna no Brasil e vai e volta pra Europa, a gente vê que ele pegou a cruz dele quando ele se torna médico e vai trabalhar nas fronteiras socorrendo o pessoal todo feliz lá, mas confiante do que ele tava fazendo, que ele precisava auxiliar o outro. Ele não tava preso no eu, né, médico, eu que tenho poder, não, eu tô, né, disposto à minha própria transformação e mudança. Eh, aí ele coloca, né, acusavam-nos de inimigos do Estado salopar-lhe as

ro. Ele não tava preso no eu, né, médico, eu que tenho poder, não, eu tô, né, disposto à minha própria transformação e mudança. Eh, aí ele coloca, né, acusavam-nos de inimigos do Estado salopar-lhe as bases políticas com ideias subversivas e destruidoras. A concepção de bondade do cristianismo dá aso que muitos interpretam mal e ensinamentos de Jesus. Os romanos abastados, os ilustres, não toleram a ideia de fraternidade humana. para eles. O inimigo é inimigo, escravo é escravo, miséria é miséria. E aí na hora que ele tava empregando isso aqui pro pessoal, né, é porque ele já tinha, né, já tinha eles já tinham descido, né, do navio, já estavam lá na na praia, eh, depois que passou a tempestade. E muitos daquelas pessoas que tinham ido depois atrás de Paulo, né, para escutar ele, eh, ficaram impressionados porque ele não colocava que a base para ele do cristianismo era da união, né? Jesus, ele nunca eh eh empregou a palavra, né, com distinção de pessoas, né, ele sempre acolhia todos. E aí naquela época essa perseguição tava porque assim tinha, né, vou usar o termo caças, mas não seria isso, né, assim, tinha os polos, as pessoas ali distintas, né, e eles enxergavam essa presença de uma maneira diferente. Para ele era bem eh Paulo, ele tinha um olhar diferente do nosso, né, assim. E aí ele coloca: "Não lhes ocorre abandonar um por um momento sequer o fechos prazeres fáceis criminosos para cogitar de elevação do nível social". E aí ele nos traz novamente a reflexão, né? Que muitos de nós quando criticamos, julgamos, né? Inclusive a fé do outro, a gente ainda tem muito disso, né? De olhar as mazelas, né? Colocar como pontos, né? não necessários, mas que isso não representa o que Jesus tinha ensinado a pessoas na época, né? E ele nos ensinou ao longo do tempo, né? Porque não lhes corre abandonar, né? Por um momento sequer o fecho. Então assim, abrir mão do eu, né? Abrir mão do nosso próprio orgulho, abrir mão do nosso do nosso próprio egoísmo, é muito difícil ainda para vivenciar essa experiência

Por um momento sequer o fecho. Então assim, abrir mão do eu, né? Abrir mão do nosso próprio orgulho, abrir mão do nosso do nosso próprio egoísmo, é muito difícil ainda para vivenciar essa experiência que Jesus tinha. E aí ele coloca, né, de culto livre em suas manifestações, o cristianismo passou a ser rigorosamente fiscalizado. Dizia-se que nossas células eram originadas de feitiçarias e sortilejos. E aí tinha acontecido uma coisa fantástica, porque depois que ele chegou lá na ilha, né, o povo, os índios, né, foi, tinha ido receber eles lá. E aí Paulo, ele era muito gentil. E aí é o os prisioneiros com fome, outros com frio, por conta, né, da situação que eles estavam dentro do navio. E aí Paulo vai juntando as madeiras ali, né, para fazer uma fogueira para esquentar o pessoal. E aí vem uma víbra, uma serpente pula no braço de Paulo, né, eh, ele e aí o povo, né, olha e fala assim: "Nossa, eh, ele vai morrer porque essa cobra é muito peçonhenta e ninguém sobrevive". E aí é é interessante porque assim, Paulo ele nenhum momento ele ficou preocupado com a cobra, só o povo que tava ao redor dele, os índios ali, todo mundo. E aí Paulo vai lá, continua fazendo o mesmo serviço que ele tava, né, de pegar a madeira, colocar lá no fogo, manter o povo quentinho, tranquilo, sereno ali, bem acolhido. E aí os índios, né, ficavam pensando assim, daqui a pouco esse homem vai morrer, né? Inclusive o os próprios prisioneiros que estavam com ele ali, o pessoal, né? Júlio que tava acompanhando o marinheiro, o pessoal da guarda, né, tava olhando pensando assim, gente, como é que esse homem tá lidando com isso, né? E aí Paulo, né, percebendo porque assim, ele tava sereno, né, confiante na misericórdia de Deus sobre ele, que ele tava ali a trabalho, eh, ele continuou fazendo o trabalho e aí o pessoal começou a pensar, né, será que esse homem é feiticeiro? E ele já sabia, gente, que ele pensava assim, quer ver que daqui a pouco eles vão achar que eu tenho algum poder sobrenatural sobre

aí o pessoal começou a pensar, né, será que esse homem é feiticeiro? E ele já sabia, gente, que ele pensava assim, quer ver que daqui a pouco eles vão achar que eu tenho algum poder sobrenatural sobre tudo que tá acontecendo aqui, né? E aí não era nada de sobrenatural, era porque a confiança dele era acima de tudo, né? A base sólida da caminhada dele, né? E aí faz a gente acreditar quando Divaldo lá no início do ano, né, quando ele foi falar da cura do câncer, né, que ele conversava todo dia com a célula dele, né, paraas células dele entender que ele precisava ficar bem. E aí ele conseguiu curar a doença do câncer, né, através dessa desse processo meditativo de reflexão e conversa com a células dele. E a gente vê hoje, né, nessas pesquisas aí que que a gente sempre tem, inclusive até um palestrante vai estar aqui na Casa Espírita dia 30, que ele veio aqui falar sobre a genética no eh uns meses atrás, a gente vê que assim, hoje a ciência nos prova, né, que através do nosso pensamento, da nossa confiança, coisas extraordinárias acontecem. Então, se lá Paulo foi curado, né, a gente vê que Divaldo também usou a quase o mesmo mecanismo de Paulo ali, né, nessa relação dele com essa confiança, né, em algo maior. E aí ele coloca, né, de a verdade é que não fui encarcerado por malvadez e nópia dos romanos desconhecedores de Jesus, mas por meus próprios irmãos de raça. E aí depois que eles passou para essa fase da cobra, né, do da serpente, do julgamento das pessoas, achando que ele era feiticeiro, Júlio arrumou uma casinha, né, para abrigar o Paulo, né, porque ele considerava que ele era uma pessoa muito boa. E aí, nesse momento em que Paulo tava lá conversando, né, aparece o Lucas para conversar com ele também e outros Felipe, depois a gente vê outros personagens. E aí na hora que ele tava conversando, ele não colocava a culpa de quem tinha aprisionado ele, mas as pessoas, né, da própria origem dele. Então, eh, quem mais vai nos condenar normalmente será aqueles que estão mais

ele tava conversando, ele não colocava a culpa de quem tinha aprisionado ele, mas as pessoas, né, da própria origem dele. Então, eh, quem mais vai nos condenar normalmente será aqueles que estão mais próximos de nós por não compreender a nossa fé, que é um desafio que a gente tem na nossa caminhada para viver com Cristo, né? Então, assim, todos nós merecemos essa convivência de luz, né? Todo mundo busca nessa comunhão. Mas Paulo ali ele mostra para eles que não era tão fácil assim. E aí ele coloca, né, para o ex indispensáveis os seus esforços remissores, os discípulos não puderam caminhar no mundo sem as marcas da cruz. E aí ele tinha feito, olha só, gente, tanto que Júlio era era diferente, né? a gente acha assim, julga, né, as pessoas, eh, vamos dizer, né, julga pela capa, né, mas a gente não olha a essência da pessoa, né, Júlio, depois que ele colocou eh Paulo, né, nessa casinha lá, nessa nesse local onde ele ficou retido lá por um tempo, ele sempre deixava Paulo, né, pregar para aqueles que chegavam lá. Então assim, chegava um grupo, né, de judeus, as pessoas vinham, né, de outras cidades para conhecer Paulo e ele dava oportunidade. E aí quando ele coloca, né, para o êxito indispensável dos seus esforços, os discípulos não poderão caminhar no mundo sem as marcas. Por que que ele coloca isso? Porque por mais que existisse boa vontade, eles não iam conseguir transformar ninguém se a pessoa não quisesse. E aí quando ele coloca, né, sem as marcas da cruz, porque assim, todos eles eh souberam, né, vivenciar essa jornada e sabem como foi pesada. E nós na nossa caminhada também eh muitos de nós já vivemos inúmeras experiências na nossa jornada. Muitos de nós talvez tentou, né, converter as pessoas ao nosso do nosso lado, né, converter não, né, porque é uma palavra meio pesada, mas assim, tentou convidar as pessoas a conhecer essa verdade que a gente foi convidada a conhecer em algum momento da nossa jornada. E aí a gente sabe como foi difícil chegar até onde a gente tá

ada, mas assim, tentou convidar as pessoas a conhecer essa verdade que a gente foi convidada a conhecer em algum momento da nossa jornada. E aí a gente sabe como foi difícil chegar até onde a gente tá agora, mas nem todo mundo tá disposto a abrir mão, né, da dos vícios, das vicissitudes da vida, né, das nossas próprias mazelas. Porque pra gente ainda, para muitas pessoas ainda é muito difícil. Se pra gente foi, né, um processo, porque como eu falei, né, a transformação ela é de dentro para fora. E aí toda essa transformação que os apóstolos vivenciaram com a palavra do Cristo, nem todo mundo ia ia vivenciar. E é interessante que assim, né, eh, o único convite que ele faz, né, pegue a sua cruz e vai, siga confiante, né, não desanima, né, diante das tempestades, não desanima diante da dor, só siga. E essa palavra de conforto que ele levava pros apóstolos ali era de bom ânimo, porque olha o tanto que esse homem já sofreu ele. E essa aqui não é a primeira prisão dele, ele já tinha sido preso outros momentos também, né? Ele foi ignorado, penso, né? o cara que tinha tava no poder, quando ele se converte ao cristianismo, todo mundo vira a cara para ele. E aí assim, virar a cara, ele teve que recomeçar a vida dele, né, praticamente do zero, né, eh, voltar a trabalhar com coisas que ele já não fazia muito tempo. Então, assim, para ele foi difícil e pra gente também, é, em vários momentos da vida, né, dá esse start, né, de um recomeço. E aí ele coloca, né, a palavra de Paulo de Tarso atuava, atuava como bálsamo de santas consolações. Os prisioneiros ganhavam novas esperanças e muitos se converteram ao evangelho, como Onésimo, o escravo renegado, que passou a história do cristianismo na carinhosa epístola a Filemon. E aí a gente vê, ah, e aí uma coisa interessante também, né? Na hora que que Paulo, né, tava lá ou termo psicografar, né, mais lle tava escrevendo na hora que ele tava escrevendo, né, as cartas lá, porque sempre tinha muita gente atrás dele, inclusive os apóstolos, né, sempre

Paulo, né, tava lá ou termo psicografar, né, mais lle tava escrevendo na hora que ele tava escrevendo, né, as cartas lá, porque sempre tinha muita gente atrás dele, inclusive os apóstolos, né, sempre buscavam. Então, Lucas, Timóteo, Felipe, né, sempre ia atrás dele, né, atrás de mensagem para continuar levando a boa nova pro pessoal. E aí teve um momento, né, que que ele tava escrevendo essas mensagens, né, e ele colocava todas as narrativas, tudo aquilo que o pessoal chegava também para compartilhar com ele, porque assim, tinha aqueles que iam realmente em busca, né, daquela palavra consoladora, daquela palavra que Jesus tinha transmitido, né, que isso tinha eh chegado, né, no coração de Paulo. Mas outras pessoas chegavam para ele, né, questionando e duvidando daquela experiência de transformação, né, sempre levava Moisés, né, mas Moisés não falou isso, né? E aí Paulo, ele tinha essa ideia totalmente diferente, porque assim, ele sabe o tão difícil que foi para ele chegar até aquele momento ali, né? E quando ele coloca, né, como onésimo, o escravo renegado, né, a pessoa que teve a oportunidade da própria transformação. Então assim, Paulo ele tava ali mostrando para todo mundo que não tinha distinção, só precisava que as as pessoas, né, que escutassem aquela boa nova ali, que fosse pela boca dele ou pela boca, né, dos apóstolos, das dos seguidores dele, né, que levavam essa palavra, que elas tivessem a boa vontade de enxergar essa mudança ali, né? Dói constatar quanto esforço dependes para vencer o espírito do judaísmo, porque como eles eram muito aprisionados ainda, né, aos ao Antigo Testamento, então a gente vê lá quando quem leu, né, há 2000 anos, né, na hora que narra toda aquela trajetória dos judeus perseguindo, mas se a gente for ler, né, buscar na literatura, conhecer antes, né, de chegar na fase do de Jesus já sendo perseguido, né, para ser crucificado, eram pessoas extremamente apegadas ao Antigo Testamento, aos as escrituras sagradas, né, que eles vinham, né, do

antes, né, de chegar na fase do de Jesus já sendo perseguido, né, para ser crucificado, eram pessoas extremamente apegadas ao Antigo Testamento, aos as escrituras sagradas, né, que eles vinham, né, do dos que eles recebiam, né, nas sinagogas lá. E aí, de alguma maneira ou outra, pela essa forma deles de enxergar, eles não estavam abertos ao novo, né? E como Jesus ele diversas vezes pregou, né? Ele falava em parábolas porque ele sabia que nem todo mundo ia entender. E os judeus no processo de transformação era a mesma coisa. Eles tinham eram muito apegados a um a um regimento, a uma lei, né? Uma forma de entender a religião. Aquela boa nova para eles ali era muito diferente, muito moderna, né? Vamos usar esse termo, né? nos tempos atuais, ela era muito transformadora e eles não estavam preparados para tudo aquilo ali, né? Então assim, eh, Paulo ele sentia porque assim, se Jesus esteve com todo mundo ali e ele não conseguiu cativar todos os corações, eh, e que era muito difícil quebrar tudo aquilo ali, né? desfazer. E aí a gente pega lá no no Elostáquio, quando no processo de transformação dele, né, na caminhada de das reencarnações, quando ele olha para aquilo que o cristianismo se torna, né, que se tornou e ele questiona muito, né, mas não é isso aqui, eu acho que tem algo mais além. E era isso. Então, assim, quando a gente, se hoje, nos tempos atuais, né, a gente fosse pegar eh essa essa frase, né, essa essa essa reflexão, né, do de Paulo e trazer esse proos tempos atuais, vamos falar assim: "Nossa, o cristianismo, né, como vencer esse espírito do cristianismo pregado hoje, né? Hoje a gente vê um cristianismo muito ainda diferente do que Jesus tinha apresentado pra gente, né, na ideia original ali, né, do que o pessoal tinha para trazer. E aí ele vai, né? Paulo de Tarso meditou alguns momentos e respondeu: "Sim, verificar a rebeldia voluntária da da enfadada ao coração. Contudo, a experiência do mundo tem me ensinado a discernir de algum modo a posição dos espíritos. Há duas classes de homens

respondeu: "Sim, verificar a rebeldia voluntária da da enfadada ao coração. Contudo, a experiência do mundo tem me ensinado a discernir de algum modo a posição dos espíritos. Há duas classes de homens para as quais se torna mais difícil contar o eh o contato renovador de Jesus. A primeira é a que vi em Atenas e se constitui dos homens envenenados pela falaciosa ciência da Terra. Homens que se cristalizam em uma superioridade imaginária e muito presumem de si mesmos. São estes, o meu ver, os mais infelizes. A segunda é que se é que conhecemos nos judeus recalcitrantes, que possuindo um patrimônio precioso do passado, não compreendem a fessem em lutas religiosas. petrificam-se no orgulho da raça, perseveram numa falsa interpretação de Deus. Então, assim, o primeiro é de um homem materialista, extremamente apegado às coisas materiais. Tanto que Sócrates, quando ele eh em uma conversa dele com Platão, ele falava muito dessa dificuldade dele, da interpretação sobre Deus, porque Sócrates, né, que antecede Jesus, no caso, vem muito tempo antes, né, inclusive, eh, Sócrates, ele tinha uma visão de que Deus era um ser supremo e que a humanidade, as pessoas precisavam encontrar essa essência dentro da gente e que essas as coisas materiais que tem o nosso lado, como na época lá, né, eles endeusavam, né, estátuas e tudo mais, na época grega, Sócrates, ele já não indeusava aquilo, ele não precisava de dessa dessa ligação. Para ele existia uma coisa muito maior. Mas quando Sócrates, ele foi questionado, foi perseguido, foi justamente por essa visão dele, né? Eu não preciso me sentir apegado a isso, eu preciso acreditar em algo muito maior. E aí quando ele traz do segundo, né, que é essa questão da religião, né, muito muito preso ainda, né, a conceitos do Antigo Testamento, né? E aí a gente vê que quando eu nem vou usar falar esse termo, né, mas o que minha língua ela trava, mas quando Moisés prescreveu lá 618 leis, né, no Alcorã, mas a gente conhece os 10 mandamentos, aí tem tudo aquilo

vê que quando eu nem vou usar falar esse termo, né, mas o que minha língua ela trava, mas quando Moisés prescreveu lá 618 leis, né, no Alcorã, mas a gente conhece os 10 mandamentos, aí tem tudo aquilo ali. Naquela época ali, eles ficaram muito presos aqueles regimes estabelecidos, né, por aquele povo pela forma como eles enxergavam a vida. E olha que assim, Moisés estava longe, né, da época de Jesus. Mas assim, ainda assim, as pessoas eram se sentiam aprisionadas aquele regime, aquela interpretação de fé, né? Então assim, só tem poder aquele que manda, né? E aí Jesus tira essa, né? Nos faz tirar essa venda, né? E entender que eu não precisava me apegar a bens, a esses bens materiais, né? A matéria, né? De alguma maneira, né? Me senti muito presa a tudo aqui, né? o mundo, as vivências do mundo, sem esque eh não dando importância às coisas espirituais, né, o que a o que realmente era importante. E essa fé, né, num Deus transformador, que não é um Deus punitivo, porque até então a gente só enxergava Deus como ser extremamente punitivo. E aí para Paulo naquele momento ali, era esses povos que ele tava se, né, que ele encontrava no meio do caminho dele e que era pessoas que não seria na primeira, né, na segunda, na terceira, quarta vez que um apóstolo fosse pregar, né, que eles iam compreender, né, e eu fico pensando assim, né, que seria igual o pessoal, né, do do dos do testemunho de Jeová, né, comando Quando ele bate na nossa porta, eu já vi muita gente ignorando e olha que ele bate uma vez, aí passa uma semana ele bate lá e sempre entrega umas mensagens bonitinha pra gente, né, sobre as passagens do evangelho. E raramente as pessoas dão importância à explicação deles sobre o evangelho, né? Ignoram, acha que aquilo ali é fútil, não tem importância, mas tem, porque eles estudaram para levar pra gente uma palavra, né? Eles tem a interpretação deles, mas ainda assim é um esforço deles, né, para nos fortalecer a luz do evangelho, né? E aí mesmo que Paulo coloque, né, petrificam-se, né, orgulho na raça,

a palavra, né? Eles tem a interpretação deles, mas ainda assim é um esforço deles, né, para nos fortalecer a luz do evangelho, né? E aí mesmo que Paulo coloque, né, petrificam-se, né, orgulho na raça, prescreve numa fala, numa falsa, né, interpretação de Deus, mas cada um enxerga Deus de uma forma. Mas Deus só existe um, mas que cada um consiga acolher, mas sem levar para uma figura de um Deus injusto. Porque a gente vê dentro da doutrina espírita eh até um dia eu escutei uma pessoa falar assim: "Mas a doutrina espírita eh quer afastar as pessoas, né, do evangelho, porque eles colocaram a Bíblia deles, né? E aí eu fiquei assim: "Meu Deus, que Bíblia é essa?", né? foi falar que a Bíblia do espírita, né, era um evangelho segundo o espiritismo. E eu pensei assim, se a pessoa tivesse a oportunidade de conhecer realmente a doutrina espírita e entender que não é uma Bíblia, né, é uma forma que a espiritualidade nos trouxe, né, uma leitura do evangelho mais clara pro nosso entendimento, para que nos ajudasse, porque realmente falar para uma pessoa, você já pegou a escritura para ler, né, o o segundo testamento lá, né, não. Então assim, de uma maneira a espiritualidade fez, preparou, compilou um material que fosse de fácil compreensão, mas o convite que a doutrina faz é que a gente conheça toda a literatura, conheça as palavras de Jesus, né, na sua e ele coloca, né, de tal arte entendemos melhor a palavra do Cristo, que classificou os simples e pacíficos da terra como criaturas bem-aventuradas. Poucos gentios, cultos e raros judeus crentes da lei antiga estão preparados para a escola bendita da perfeição com o divino mestre. De tal arte, entendamos, né, melhor a palavra do Cristo coloca Paulo, né? Eh, e aí o convite novamente dele, né, é para que a gente fosse naquilo que Jesus realmente tinha para nos trazer ali de ensinamento. Aí depois que ele tava nesse momento de lá, gente, de reflexões com os apóstolos, porque ele fez as epístolas, as cartas que ele tava mandando muito

realmente tinha para nos trazer ali de ensinamento. Aí depois que ele tava nesse momento de lá, gente, de reflexões com os apóstolos, porque ele fez as epístolas, as cartas que ele tava mandando muito reflexiva, né? porque ele ficou bastante tempo, era uma, era para ficar pouco tempo nesse lugar lá, só que ã o documento que e que era para fazer a a tramitação, né, deles de um do da cidade que ele estava para Roma, tinha ficado estacionado na mesa de um de um governador. E aí, nesse momento dele lá de reflexões, isso sempre ia pessoas, né, como eu já tinha colocado para escutar ele algum outro momento, o Júlio, né, levava ele ali nas redondezas para ele também fazer a preleção dele ou, né, ele ter esse contato direto com esse pessoal que que escutava ele como o Lucas, né, que ia lá para receber as mensagens. E aí ele vai para essa fase dele agora, né, que a gente já deve tá quase no finalzinho da apresentação aqui, quando ele coloca assim, ó. Irmãos, evitemos as contendas estéreas e ouçamos a voz da própria consciência. Continuai examinando a lei e os profetas, nos quais encontrarei sempre a promessa do Messias, que já veio. Desde Moisés, todos os mentores de Israel referiram-se ao mestre com o caráter de fogo. Não somos culpados da vossa surdez espiritual, invocando as discussões eh ferinas de Apoupos. Recordo a lição de Isaías quando declara que muitos hão de ver sem enxergar. e ouvir sem entender. São os espíritos endurecidos que agravando as próprias enfermidades, caluniam em tarde, em lutas desesperadoras para que Jesus possa mais tarde convertê-los e curá-los com o bálsamo do seu infinito amor. No entanto, podeis estar convictos de que esta mensagem será suspiosa, auspiciosamente recebida pelos gentios simples e infelizes, que são, na verdade, os bem-aventurados de Deus. E aí a gente vê aqui que quando ele tá falando isso paraas pessoas, né, ali em torno dele, né, que visitavam ele, que primeiramente, né, que a lei era da consciência, a consciência nos aproxima,

Deus. E aí a gente vê aqui que quando ele tá falando isso paraas pessoas, né, ali em torno dele, né, que visitavam ele, que primeiramente, né, que a lei era da consciência, a consciência nos aproxima, né, dessa verdade. E aí que muitas pessoas, né, como Jesus lá na na nos sermões, né, no sermão do monte, quando ele falava em parábolas e alguns apóstolos até perguntava para ele, mas será que a pessoa, né, as pessoas entenderam que o senhor tava falando e ele ia lá na simplicidade dele e falava assim, haverá um tempo em que eles vão compreender. Porque assim, falar de Jesus, né, Jesus ele ia lá e pregava várias parábolas. Tem parábolas que inclusive eu mesmo leio tem hora e ainda fico confusa. Aí depois eu procuro aí na literatura uma compreensão. Mas por que que é importante a gente ter essa lucidez? Porque vão nos falar muito sobre Jesus, seja dentro da nossa casa espírita, seja numa igreja católica, numa igreja protestante, enfim, qualquer outro templo. Só que a base de tudo é o amor, né? vai ter aquele que vai pregar de uma maneira mais endurecida, vai ter aquele que vai vai apresentar Jesus, né, de uma maneira mais eh amorosa. Vai ter aquele que vai usar do seu próprio da sua própria conduta, né, do seu próprio pensamento, do seu eu, né, que Kardec coloca como falsos profetas para traduzir a mensagem de Jesus. Mas o tocante é o quê? Qual que é a verdadeira essência de Jesus pra gente, né? O que que ele veio pregar pra gente? né? E sim, na nossa caminhada tem aquele que vai demorar muito tempo para entender o que que Jesus queria falar e tem aquele que simplesmente, né, num numa música, numa pequena fala, ele já vai sentir a essência de Jesus ali. Então ele vai entender que Deus, né, tá ali naquele momento ali, né? Porque é tão difícil pra gente, né, olhar pro mundo que a gente vive hoje, né? Em pleno 2025, a gente vê um monte de guerra no mundo, um monte de gente discutindo por coisas materiais e pouco se falando das questões morais, né, da nossa essência, né, porque falar em em espírito, né, o

no 2025, a gente vê um monte de guerra no mundo, um monte de gente discutindo por coisas materiais e pouco se falando das questões morais, né, da nossa essência, né, porque falar em em espírito, né, o que que eu alimento meu espírito diariamente, né, como que a minha essência se encontra nesse momento, né? São reflexões que a gente tem que levar pra vida, porque assim, Paulo lá atrás, ele tentou apresentar isso para as pessoas, né? Nossa, o que que você tá fazendo para você agora, né? É como se a gente tivesse se preparando, né? Todos os dias a gente se prepara paraa morte, né? Mas assim, se a gente estivesse se preparando agora, né, para se despedir daqui poucos dias, né, da matéria, o que que você tá colocando dentro da sua mala mais aquilo que você vai levar, porque casa, carro, eh, um documento, um passaporte, n, isso não vai, a gente não vai colocar dentro da nossa malinha espiritual, mas a essência da nossa convivência, do nosso exercício constante de transformação, o que que eu tô colocando dentro da minha bagagem espiritual, que era esse que era o que Jesus queria que as pessoas entendessem na época, né? É muito fácil a gente falar assim: "Ah, eu fiz boas ações, mas essa ação foi de coração, porque se ela não foi, ela não entra ali também na nossa bagaginha, né? Então assim, a gente tem que se preparar todos os dias para esse o que vem pela frente, né? Pelo por vir." Então assim, Jesus ele empregava o amor. Como que eu vou vivenciar esse amor? e como eu estou levando esse amor para os outros, né, que é um convite, porque é essas ações, né, que a gente consegue imprimir na nossa essência, né? E aí é uma coisa que quando eu li, quando eu lhe voltei, né, eu fiquei muito impressionada porque o Frederico Figner, né, ele exerceu um trabalho sublime, levando a palavra, né, como presidente de Federação Espírita e tudo mais. E ele naquele momento ele que era confrontado com a professora, o que faltava nele ainda era aquele sentimento mais puro ainda do amor dentro do

né, como presidente de Federação Espírita e tudo mais. E ele naquele momento ele que era confrontado com a professora, o que faltava nele ainda era aquele sentimento mais puro ainda do amor dentro do coraçãozinho dele. E aí é são essas pequenas coisas que a gente precisa compreender e levar pra nossa bagagem espiritual para que a gente consiga entender o que que de fato Jesus tinha ali e o que que a gente podia, né, aprender com aquelas pessoas que que aprender com aqueles que nos trazem a palavra de Jesus, né? E aí ele coloca, né, esta epístola aos hebreus, fiz questão de grafá-la, valendo-me dos próprios recursos, pois que a dedico aos meus irmãos de raça, e procurei escrevê-la com coração. E aí eu até coloquei na figurinha, nem sei se dá para vocês verem, ele chorando, porque na hora que ele narra essa experiência aqui, né, na Emanuel coloca, ele coloca, ele vai conversar com com acho que é com Timóteo ou com o Lucas. E aí ele fala que enquanto ele escrevia, ele chorava porque vinha os pensamentos, né, eh, para ele, né, de tudo aquilo que ele precisava falar. É como se quadros mentais se abrissem diante dos olhos dele sobre o que que as pessoas precisavam compreender sobre eh os ensinamentos de Jesus. E aí meio que ele tinha os insightes de como seria também essa essa receptividade, né, da das mensagens que ele tava transmitindo, porque ele sabia que nem todos os corações que receberiam aquilo ali estavam preparados ainda para essa boa nova, né? E aí eu fiquei pensando assim, gente, como deve ser lindo, né? pessoa deve ter sido muito bonito e precioso para ele, porque ele tinha dentro do coração dele a boa vontade de levar a palavra, mas ele já sabia que nem todo mundo ia ter a mesma sensibilidade que ele tinha de receber tudo aquilo ali, né? Então assim, ele colocava, né, para pros pros apóstolos, né, para para aqueles que caminhavam com ele ali, levando a boa nova, essa ideia de que não era só uma palavra. A palavra, ela tinha que ter um sentimento, tinha que

ava, né, para pros pros apóstolos, né, para para aqueles que caminhavam com ele ali, levando a boa nova, essa ideia de que não era só uma palavra. A palavra, ela tinha que ter um sentimento, tinha que ter uma verdade. E aí eu escutando o Dr. Sérgio Lopes, quando ele falava de sobre questão de falar sobre evangelho, ele falou assim: "A maior oportunidade que a gente tem de falar é falar sobre o evangelho, mas quando a gente fala do evangelho vivenciando o que o evangelho tem para nos apresentar." E ele aí ele fala assim: "Eu gosto de fazer palestra, fala do evangelho, das experiências que eu tive, que me fortaleceram justamente com aquilo que Jesus ensinou. E eu achei tão bonitinho a fala do Dr. Sérgio Lopes sobre isso, porque assim, é muito fácil a gente estudar toda uma literatura para falar de uma pessoa, de um personagem, como nós estamos falando de Paulo, né? Mas na íntegra pensar em tudo que ele viveu e e tudo que ele queria transmitir naquele momento ali, como que foi para Emanuel pegar tudo isso aqui e trazer pra gente, porque a gente lendo Paulo Estevo, a gente chora, assim como as outras obras, né, de os romances de Emana. Mas é essa essência que tem por trás da palavra, né? Então assim, Paulo ele levava todo o sentimento dele ali, toda aquela verdade que ele já tinha adquirido ao longo da experiência dele caminhando, né, como prisioneiro do Cristo. E aí ele vai conhecer, né, esse Acáio Domício aqui, que o ele tinha ficado cego, ele solta um acidente e e aí esse rapazinho aqui, ele vai ser o a pessoa responsável, né, pela por tirar Paulo, né, que tava estacionado lá na nessa ilha, né, e aí ele sofre um acidente, ele fica cego e ele fica sabendo que Paulo fazia milagres, né, e ele pensou assim: "Ah, entrando não sou bobo, eu vou atrás desse homem, né, para ver se ele opera um milagre na minha vida também". E aí Acácio, né, Domício, personalidade grande influência política, né, que de algum tempo tinha cegada em misteriosa circunstância. Paulo de Tarso o acolheu com bondade e

lagre na minha vida também". E aí Acácio, né, Domício, personalidade grande influência política, né, que de algum tempo tinha cegada em misteriosa circunstância. Paulo de Tarso o acolheu com bondade e depois de impor-lhe as mãos, esclarecendo sobre o que Jesus desejava, de quantos lhe aproveitavam as as munificiências, exclamou como eh comovidamente, né, irmão, agora convido-te a ver em nome de Jesus Cristo, do Senhor Jesus Cristo. E esse homem, gente, na hora que ele abriu os olinhos dele, ficou tão feliz porque ele pensou assim: "No, esse cara faz milagre mesmo". E foi assim, só uma palavra, né? E aí na hora que ele, muito grato, né? depois de voltar a enxergar, depois da cegueira, que ele já tava há um tempo, ele vai e pergunta, né, para Jesus, né, para para Júlio, né, o que que ele poderia fazer, né, para aquele homem ali que tinha feito isso tudo com ele e que ele sairia dali também para levar. E é tão interessante que quando ele vai conversar também com com Paulo, né, sobre isso, Paulo vai falar para ele, não, você pode ir, pode ir lá e falar, né, sobre o que aconteceu, sobre a sua experiência e ele vai dos mais feliz, né? E aí o que que acontece? Esse Acácio, ele tinha o ele como ele era um gestor, né, também como o documento de Paulo, né, para transferência para Roma tava estacionado, né, na no gabinete lá. E aí Júlio conversa com ele, ele fala assim: "Não, agora eu vou dar um jeito, pode ficar tranquilo que eu vou ajudar ele a sair daqui, né? Porque coitado, já tinha um tempão que ele tava lá, né? E aguardando para ser transferido para Roma, que ele tava ansioso para chegar. E aí, eh, esse acáo aqui vai ser o a figurinha, né, o auxílio que a espiritualidade acabou colocando, né, eh, na frente de Paulo para que ele pudesse agilizar esse processo dele, né, de para partir, né, para onde ele desejava. E aí ele coloca, né, de muito alimentava o desejo de visitar o extremo do ocidente e se fosse possível desejaria morrer convicto de haver levado o evangelho aos confins do mundo.

ra onde ele desejava. E aí ele coloca, né, de muito alimentava o desejo de visitar o extremo do ocidente e se fosse possível desejaria morrer convicto de haver levado o evangelho aos confins do mundo. E a gente vê novamente, né, que Paulo, eh, mesmo aprisionado lá tempos, né, já tinha ficado, eh, bastante tempo eh fazendo as mensagens, a, a, as cartas, né, que ele havia escrevido pro pessoal para sair levando, né, para paraas outras cidades. pregava para todo mundo ali, já tinha tocado o coração de muitas pessoas, né, inclusive de soldados, né, que foram se convertendo ali com ele, mas ele ainda sentia falta de continuar a jornada dele, porque ali não era o fim. E ele já sabia de alguma maneira que para ele, né, seria só mais uma parte da experiência dele, porque ele seria, né, levado eh para Roma posteriormente, né, seguiria o caminho dele. Mas Paulo, ele deixava para todo mundo ali o ensinamento, né, da confiança, da paciência, da serenidade, de que era muito difícil, né, e a caminhada, mas que quando ele, quando a gente confiasse, né, que ele deixa mensagem que quando a gente confia, né, em Deus, confia nos ensinamentos que Jesus nos apresentou, seria muito mais fácil lidar, né, mas que a gente nunca desistisse em ficar estacionado com aquilo que a gente já sabe, Porque muitos de nós t muito conhecimento, mas a gente não é um pouquinho de Paulo nesse momento, né? Porque Paulo ele tinha, ele tinha boa vontade, ele tinha se entregado, né, de corpo e alma a esse compromisso de apostolado, né, de levar os ensinamentos de Jesus, né, depois da conversão dele. Mas Paulo, ele não queria ficar só ali, né? Eu já sei, eu não quero fazer mais nada, né? Eu acho que eu já fiz o que eu podia, porque para ele, ele já tinha feito muito mesmo, mas não, ele olhava pro horizonte e ficava pensando assim, eu ainda preciso fazer mais um pouquinho, porque é esse pouquinho, né, que a gente acha que já não é mais suficiente, é que vai transformar inúmeras vidas, como Paulo foi fez, né? Então assim, daqui a para

nda preciso fazer mais um pouquinho, porque é esse pouquinho, né, que a gente acha que já não é mais suficiente, é que vai transformar inúmeras vidas, como Paulo foi fez, né? Então assim, daqui a para quem for apresentar já o último capítulo, né, já vai levar essa outra parte da caminhada dele. Mas é interessante a gente colocar na nossa existência, né, que todos nós temos um pouquinho de Paulo na oportunidade de propagar boa nova, mas que a gente não se estacione achando que já fez o possível, né, que a gente consiga olhar pro horizonte como o Paulo e falar assim: "Não, acho que amanhã ainda consigo fazer mais um pouquinho, depois de amanhã também, né? e sempre visualizando, né, que tudo que a gente faz, que mais tocante, né, que seja, eh, que seja para transformar a nossa alma, mas que a gente também consiga de alguma maneira, né, que a gente sabe que não vai transformar todo mundo, né, porque isso aí requer tempo, requer eh de cada um, né, o próprio esforço, mas que a gente consiga entregar, imprimir no coraçãozinho de cada alma que cruzar o nosso caminho, né, um pouquinho dessa verdade de Jesus, né? Essa essa verdade que a cruz ela é pesada sim, mas que cada um de nós consegue levar ela com muita tranquilidade quando a gente tá confiante e não só confiante, né, mas acreditando assim ó, de verdade, de corpo e alma, que a gente nunca nunca está sozinho, né, diante das nossas das nossas lutas, como foi o nosso jovem Paulo aqui, que o bichinho trabalhou muito, mas em nenhum momento ele pensou em desistir, né? E a gente também não pode, né? Porque dizem é por aí, né? Que essa é a nossa melhor reencarnação, né? Então assim, se para ele essa foi a melhor reencarnação para ele, né? Pra gente também essa tá sendo a nossa melhor reencarnação. Então que a gente consiga levar um pouquinho do evangelho, um pouquinho do sentimento, um pouquinho da verdade que a gente já adquiriu ao longo da nossa vida, né? Que de alguma maneira a doutrina também nos ensinou, né? Até chegar nesse exato momento que a gente

pouquinho do sentimento, um pouquinho da verdade que a gente já adquiriu ao longo da nossa vida, né? Que de alguma maneira a doutrina também nos ensinou, né? Até chegar nesse exato momento que a gente se encontra. Então, era isso aí. Semana que vem é a Gabriela, né, que vai apresentar o capítulo 10, né? Obrigada, Fran. Gente, vou estou comunicando vocês aqui, como eu disse que hoje eu ia comunicar oficialmente que o nosso livro de estudo para o ano que vem é Libertação de André Luiz, tá? Ele teve 19 votos contra 13 dos transtornos psiquiátricos e obsessivos. Então, quem quiser já começar a ler, tá? >> Manda abrasa, já vai lendo, já vai se preparando. Tem gente ali feliz na torcida porque votou no Paulo, né, no Libertação, tá? Então vamos eh já nos preparando, vamos ler. Tem ensinamento para caramba nesse livro. Então, hoje a Gabriela tá aqui, vai fazer a nossa prece de encerramento. >> Amado Pai, agradecemos pelas oportunidades que estamos tendo de aprendizado nesse grupo, na nossa casa, nas palestras que chegam até nós. Aprendemos o caminho da felicidade com teu filho e com todos aqueles que vieram antes e depois dele, trazendo as experiências de felicidade, as experiências não tão boas, que também nos ensinam bastante, que possamos, além de estudar esses livros e e toda a doutrina espírita que possamos colocar também esse esse aprendizado no nosso dia a dia, no nosso trabalho, na nossa família, no nosso trato com todos os irmãos que estão ao nosso lado. Pedimos para que os mentores espirituais desse grupo nos inspire durante essa semana, nos proteja, até mesmo nos proteja dos nossos próprios atos. eh não tão edificantes e que possamos nos transformar, igual a Fran disse, com todo esse conhecimento, que possamos utilizá-lo para nos transformar, principalmente. Que assim seja.

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