Bom combate

Estudantes do Evangelho TV 19/01/2026 47:30

Com Juliano Fagundes

Transcrição

Olá, boa noite. Como é que vocês estão, meus irmãos? Hoje, dia de mais uma palestra, reunião pública virtual da nossa casa espírita Estudantes do Evangelho. Bom, gostaria, antes de mais nada convidar a todos os nossos irmãos que estão aqui conosco nesse horário a nos concentrar para esse início, para essa prece inicial que nós vamos realizar, para que nós possamos harmonizar não apenas os nossos espíritos, mas harmonizar também o nosso lar, a nossa casa. esses momentos de reunião pública virtual, onde temos essa palestra, é momento também que representa um culto paraa nossa família, paraa nossa casa, né? Então, vamos todos eh respirar profundamente, fechando os nossos olhos, acalmando os nossos espíritos, buscando nos desligar dos problemas domésticos ou onde quer que estejamos, porque agora é momento de conexão com Jesus, é momento de conexão com Deus, é momento de ir serenando para trazer Jesus à nossa casa, a nossa vida. Muito obrigado, amado mestre, pela oportunidade que nos concede, Senhor, de estarmos reunidos mais uma noite em teu nome, mestre, mais uma noite em nome das tuas lições, do teu evangelho, na busca, Senhor, pela sabedoria maior, na busca por essa elevação que nos tira do terra a terra e nos coloca em sintonia com os nossos benfeitores amigos, mirando ao alto. Esteja conosco, Senhor, hoje, agora e sempre. Abençoa os nossos lares. Abençoa as nossas vidas, Senhor. Abençoa a vida de cada um aqui presente, Mestre. Abençoa todos esses lares que estão conectados nesta live, Senhor, hoje, amanhã e depois, nos dias seguintes, Senhor. Que este momento aqui sirva de encontro ao nosso bem maior, Senhor. Que possamos tirar todos daqui lições valiosas para a nossa vida, Senhor. Muito obrigado pela oportunidade do aprendizado. Que assim seja. Bom, conforme nós programamos hoje a nossa temática, ela é uma temática extremamente profunda, mas que precisa ser avaliada passo a passo para que a gente possa absorvê-la, entender a melhor maneira de aplicá-la, né? Quando nós falamos do bom

temática, ela é uma temática extremamente profunda, mas que precisa ser avaliada passo a passo para que a gente possa absorvê-la, entender a melhor maneira de aplicá-la, né? Quando nós falamos do bom combate, temos que pensar. Paulo de Tars nos traz essa reflexão profunda sobre o bom combate, onde ele vai dizer: "Olha, eu realmente eu combati o bom combate, eu lutei esse bom combate e eu trilhei o meu caminho e eu guardei a minha fé". Então, é uma série de reflexões profundas que Paulo de Tarso nos traz quando ele vai falar desse bom combate. Essa semana, refletindo a respeito dessa lição, eu comecei a vê-la sobre um ângulo um pouco diferente. Cada carta que Paulo escreve, ela vem emaranhada num contexto de vida um pouco diferente. Paulo de Tar, ele escreveu durante muitos anos, ele escreveu durante décadas até. E cada carta vai representando o momento da sua vida. Quando ele então escreve a Timóteo, é a segunda carta a Timóteo, ele já escreve uma carta não mais num tomão, mas num tom de fechamento de ciclo. Nós estamos falando de um Paulo de Tarso já maduro, já é uma carta tardia, é uma carta escrita por um Paulo de Társo, que ele já viveu assim quase tudo que ele tinha que viver. Era um Paulo que não se impressionava mais facilmente com quase nada, que já tinha visto de tudo quanto há nesse mundo afora. Era um Paulo de Tarso que conhecia toda a Palestina, Jerusalém, conhecia toda aquela região onde viviam os judeus. Era um Paulo de Tars que conhecia a Grécia, já tinha viajado por Roma. Era um Paulo de Tars que já conhecia a Ásia e era um Paulo de Tars que já havia se comunicado e conversado com praticamente todas as comunidades, né, que ele teve a oportunidade de visitar durante a vida. Então é uma carta que ela já tem aquele tom de fechamento de ciclo, de conclusão, né? E ele vai falar: "Ó, eu vivi, né? Eu lutei o bom combate." Agora, eu fiquei pensando de uma maneira de trazer isso paraa nossa vida, que não seja apenas expor o que que é o combate que Paulo Tarso? Mas eu fiquei com

: "Ó, eu vivi, né? Eu lutei o bom combate." Agora, eu fiquei pensando de uma maneira de trazer isso paraa nossa vida, que não seja apenas expor o que que é o combate que Paulo Tarso? Mas eu fiquei com vontade de tratar dessa trajetória até o Paulo chegar nessa conclusão de que ele havia lutado o bom combate. Porque na verdade, eh, pessoalmente, eu acredito que Paulo de Tarso, ele é um um foi um cristão que ele soube nos transmitir a sua vida de maneira muito intensa e ao mesmo tempo muito humana. dos personagens bíblicos, talvez o que mais se afinize conosco, seja Paulo de Tarso, os desafios que ele passou, a sua transformação, são muito próximas à nossa realidade, talvez mais próximos, é, do que outros personagens, né? Entre os 12 apóstolos, raramente nós vemos essa identificação fácil quando a gente pensa assim: "Gente, eles andaram com Jesus, conheceram Jesus, conversaram com Jesus. Nós não necessariamente, né, ou não nos lembramos disso. Talvez tenhamos até encontrado Jesus em outras encarnações, né? Mas Paulo é um personagem muito próximo, porque ele não era cristão. E de repente ele, de posse desse momento transformador com o mestre, ele veio então a a mudar o seu posicionamento, né? Mas vamos lá. Gostaria de convidar a todos então para fazer essa jornada até a época em que viveu Paulo de Tarso, para que a gente possa compreender como é que foi essa transformação. Eu tenho certeza absoluta que tratando dos pontos principais que levaram Paulo de Tarso a chegar à conclusão de que ele havia lutado o bom combate, nós vamos nos encontrar, cada um de nós, num momento muito parecido com a vida de Paulo de Tarsa, até ele chegar nessa conclusão. Ele passou por muitas fases de amadurecimento até chegar nessa conclusão. E cada um de nós pode estar vivendo uma dessas fases. Já chegará um momento em que nós iremos também olhar paraa nossa vida e quando esvermos conversando com alguém, nós vamos falar assim: "Olha, eu vivi o bom combate nessa vida, viu? Tinha um caminho para trilhar, eu trilhei esse

e nós iremos também olhar paraa nossa vida e quando esvermos conversando com alguém, nós vamos falar assim: "Olha, eu vivi o bom combate nessa vida, viu? Tinha um caminho para trilhar, eu trilhei esse caminho e olha só, ainda tô com a fé aqui ainda. Tô com a fé aqui ainda, que foi a conclusão que Paulo chegou quando escreveu para Timóteo. Mas vamos lá. Paulo nasceu Saulo. Saulo de Tarso. Tarso é uma cidade que ficava numa numa região que hoje é a Turquia. Ele nasceu lá. Então ele era aquele tipo de judeu, o judeu helenístico, que era aquele judeu que não nasceu necessariamente lá na Galiléia ou na Judéia, naquelas regiões ali, não. Ele já havia nascido na extensão do império romano, mas era judeu, foi enviado a Jerusalém para estudar e ele acabou se tornando um fariseu, né? É o famoso doutor da lei. A, o Novo Testamento, sobretudo o Evangelho, trata muito, né, dos fariseus. eram aquelas pessoas que buscavam conservar a lei judaica. Embora nós tenhamos muitas críticas, pelo menos os cristãos tenham muitas críticas contra os fariseus, se não fossem os fariseus, o judaísmo teria, talvez tivesse acabado na Terra, né? Porque eles passaram por muitos desafios além da da, né, da da luta com o Império Romano, né, da que a Judeia toda foi sitiada pelo Império Romano, né, ainda teve ali o berço do cristianismo ali dentro. Os fariseus permitiram que o judaísmo ele preponderasse, né? Ele sobrevivesse até hoje lá como está, né, em Israel. E Paulo de Tarso, ele tinha uma visão muito sistemática da lei. Ele não era membro do Sineddriro, era até muito novo para isso. E ele tinha essa visão muito sistemática. A, de forma geral, a religião judaica daquela época, não vou falar da de hoje não, mas eu vou falar daquela época, era uma religião muito institucionalizada, a instituição era muito forte e era muito hierarquizada também. Então, havia uma hierarquia de sacerdotes que era muito forte. Então eles tinham muito controle sobre a religião, de forma que você não poderia empreender,

uito forte e era muito hierarquizada também. Então, havia uma hierarquia de sacerdotes que era muito forte. Então eles tinham muito controle sobre a religião, de forma que você não poderia empreender, como hoje a gente empreende aqui uma religião onde eu tivesse as minhas próprias interpretações e fizesse a a a nossa maneira aqui, né? Religiões mais abertas. Não tinha isso lá naquela época. As religiões eram muito, a religião era muito fechada, a religião judaica e muito institucionalizada. Então Paulo ele era um homem daquela época, né? Enquanto Saulo, ele era um homem daquela época, né? havia ela um homem muito sistemático para ele afera uma coisa muito exata. As lições elas não necessariamente precisavam ser compreendidas. As lições, as lições tinham que ser obedecidas. Então, havia ali na lei judaica muitas lições do que se poderia fazer, do que era proibido de ser feito. E quando a lei religiosa judaica dizia que era proibido, não era proibido apenas religiosamente, era proibido também se na na lei civil, civilmente falando, né? Eh, era uma lei que tinha valor jurídico. Então, eh, para para algumas discensões, para algum alguma desobediência, havia até pena de morte, né? a desobediência religiosa levava a pena de morte, né? Era um julgamento civil que acontecia. Então Paulo era um homem daquela época. Então os judeus olhavam muito para fora. Havia uma observância muito grande em prestar atenção no que você tava fazendo, mas havia também a observância ao que o outro estava fazendo, né? pessoas que estavam desafiando a lei, fazendo coisas erradas, elas eram denunciadas muito facilmente. Como hoje a gente vê, às vezes a gente vê uma pessoa cometendo um crime, a gente denuncia pra polícia, né? Na época lá também era dessa forma. Se alguém visse uma pessoa fazendo alguma coisa que desafiasse a lei, era muito, era muito, né, fácil que essa pessoa fosse denunciada. E Paulo de Tarso, quando viu ali o surgimento dessa crença que na época era considerada aceita, seita cristã,

sa que desafiasse a lei, era muito, era muito, né, fácil que essa pessoa fosse denunciada. E Paulo de Tarso, quando viu ali o surgimento dessa crença que na época era considerada aceita, seita cristã, ele ficou muito preocupado, se tornou um grande crítico dos cristãos e perseguidor dos cristãos. A obra Paulo Estevão de Emânuel, ela traz muito, muito esse histórico eh de detalhes um pouco mais acentuados da vida de Paulo de Tarson. Paulo foi um perseguidor. Só que no momento no momento em que ele empreendia uma viagem em busca de eh incriminar mais uma comunidade cristã numa estrada para a cidade de Damasco, ele então tem um momento revelador, momento onde o espírito de Jesus, que já havia sido crucificado ali algum tempo antes, o espírito de Jesus ele se manifesta para ele. Jesus pergunta em espírito para ele, mas Saulo, por que me persegues? E para Saulo de Tarso foi um choque muito grande. Um choque muito grande. Foi uma revelação espiritual que abriu horizontes que ele nem acreditou que existiam, né? Até então Paulo vivia então essa fé institucionalizada. Era uma fé que estava escrita nos textos de estudo. Era uma fé que era pregada ali já havia muitos e muitos anos. Era uma fé que às vezes nem se compreendia de onde vinham todas aquelas normas, aquelas diretrizes a serem seguidas, todas aquelas leis. E Paulo descobre uma uma outra dimensão da realidade espiritual. Não é aquela dimensão que tá nos livros, mas uma dimensão real. Jesus que se manifesta para Paulo, ele consegue enxergar em Jesus ali o espírito, na verdade, o espírito das letras. A pureza espiritual em pessoa se manifesta para Paulo de Tarse. E ele então naquele momento ele tem uma grande revelação, fica admirado e ao mesmo tempo ele vai descobrindo o quanto que a lei que ele seguia estava equivocada, o quanto que estava distante da realidade espiritual. Então foi um momento transformador. Pode ser um momento que muitos de nós estamos vivendo aqui. Pode ser esse momento que a gente conhece Jesus.

, o quanto que estava distante da realidade espiritual. Então foi um momento transformador. Pode ser um momento que muitos de nós estamos vivendo aqui. Pode ser esse momento que a gente conhece Jesus. Paulo conheceu Jesus, mas ele não tinha a menor ideia de quais seriam os seus próximos desafios. Tanto que a a história de Paulo de trás vai passar depois desse momento a um momento de transição. Paulo não sai depois todo entusiasmado, pregando o evangelho para todo lado. Calma, ele passa por um período de amadurecimento nesse sentido, porque ele não tinha ideia dos desafios que ele iria enfrentar. É quando Paulo de Tarso começa a empreender para vários âmbitos, né? Então ele volta a Jerusalém, tenta conversar com os amigos dele sobre eh a o que ele viu, que ele viveu. Ninguém dá muita bola para isso, né? Ninguém acredita muito nele. Depois ele passa um período assim onde ele fica mais um pouco mais afastado, onde ele vai viver no deserto, onde ele vai trabalhar, ele ele tecia tendas. Isso ele fala nas suas cartas, isso também Emanuel traz na sua obra. Ele passa um período de adaptação, um período de ruptura, onde ele tem que amadurecer, modificar relações, modificar compreensões, tentar entender o que que é real, o que que não é, o que que se aproveita da lei judaica, que ele não iria levar mais adiante, né? Ele passa por esse período, um período que todos nós podemos estar vivendo ele de alguma maneira, né? Conhecemos Jesus, nos afeiçoamos a Jesus, compreendemos a profundidade, a extensão da palavra do mestre, mas ao mesmo tempo ficamos pensando assim: "Poxa vida, e agora o que que vai ter que mudar?" Muitos cristãos não mudam, não mudam e vão vivendo a sua vida conciliando a fé, mas sem muita modificação. Paulo, então, ele vai descobrindo aos poucos que o grande desafio dele não é com o outro. Não é com a instituição. Ele vai entendendo que o grande desafio dele nessa caminhada cristã é ele se modificar, ele olhar para ele mesmo e entender que ele é que tem que se

io dele não é com o outro. Não é com a instituição. Ele vai entendendo que o grande desafio dele nessa caminhada cristã é ele se modificar, ele olhar para ele mesmo e entender que ele é que tem que se modificar em frente aos desafios do mundo. E é o grande choque. Então ele para de brigar com o mundo quando ele descobre que ele não é um cristão ainda, que ele não tem o valor que Jesus revelava a ele. Diferentemente dos outros apóstolos que viveram com Jesus dia e noite durante 3 anos, Paulo ele viveu com o espírito de Jesus que o inspirava e o mostrava coisas que ele não era capaz de enxergar anteriormente. Então ele teve essa pureza, esse ensinamento puro e ele viu que que ele era um grande problema da vida dele era ele mesmo, né? Então Paulo teve que passar por esse choque de parar de olhar para fora, parar de olhar pro pr para aquilo que ele julgava que era o correto, né Paulo? que ele tentou ser o famoso justiceiro social, né, naquela época, né, tentando mudar tudo que o cercava. E quando ele viu que, olha, o mundo é o mundo, né, eu que preciso me modificar. É quando Paulo vai tercer várias reflexões. Tem uma reflexão de Paulo muito bonita que ele vai dizer assim: "Olha, o bem que eu quero fazer, eu não consigo, no entanto, o mal que eu não quero fazer, se eu faço". ele começa a a refletir sobre si mesmo nesse período. Então, quando ele eh vai amadurecendo, é justamente quando ele começa a pregar em nome do Cristo, quando ele começa a falar de Jesus, ele já vai vendo aquelas pessoas repudiando aquela palavra e ele começa a ver realmente parar de falar de Jesus, eu não vou poder, porque a verdade ela tem que ser exposta. A verdade, nós temos que falar sobre a verdade. No entanto, eu não posso ficar com raiva de quem não aceita. Eu não posso ficar chateado com quem às vezes eh eh me caçoa ou então quer até tirar minha própria vida, vida material, né? Paulo foi apedrejado muitas vezes, teve preso, né? Ele sofreu bastante aí, né? Falando de Jesus, mas ao mesmo tempo muita gente

me caçoa ou então quer até tirar minha própria vida, vida material, né? Paulo foi apedrejado muitas vezes, teve preso, né? Ele sofreu bastante aí, né? Falando de Jesus, mas ao mesmo tempo muita gente achou que tinha muita lógica o que ele falava. Então, a nossa vida cristã passará por esse momento de conflito. Poxa, vida, eu tinha esse hábito e agora não é com mais compatível com o hábito cristão, com o hábito da elevação espiritual. Trabalho com esse tipo de negócio e de repente esse negócio não tá mais compatível. Tem essas amizades e essas amizades podem não ser compatíveis. Momento de transição que todos nós vamos passar em algum momento, um momento de de amadurecimento, um momento de reflexão, momento de de repensar essa nossa caminhada. A caminhada que Jesus preparou para todos nós, a caminhada que o Espiritismo vem nos ensinar de alguma forma dentro de todas essas lições que nós aprendemos, não apenas no evangelho, mas também toda a codificação espírita, estamos vivendo momentos que Paulo viveu. E Paulo teve, tomou essa decisão. Por quê? porque ele viu a verdade na frente dele. Ele não teve como negar nenhum tipo de de de transformação moral posterior, porque ele viu a a o quanto que Jesus ele trazia essa elevação e quanto que os valores dele eram reais. Então é essa a realidade que ele viveu. Não é apenas a compreensão de um livro que ele leu, né? Paulo antes de começar a sua caminhada, ele não havia nem lido o evangelho, nenhum do dos textos evangélicos. Emanuel narra que Mateus foi o primeiro evangelista, mas Paulo não conhecia esses textos de Mateus, não havia estudado isso, né? Ele havia aprendido diretamente de Jesus todas essas essa sabedoria que ele traz, né? E Jesus o resgatou para isso. Qual o momento que nós estamos? Momento de conhecer Jesus, estamos com aquela empolgação, né? Nossa, descobri a verdade. Jesus, ele veio, me consolou. Ou já passou esse momento de empolgação, momento daquela luz? que nos cega, né? E nós já estamos no outro momento de tomada de decisão, de

né? Nossa, descobri a verdade. Jesus, ele veio, me consolou. Ou já passou esse momento de empolgação, momento daquela luz? que nos cega, né? E nós já estamos no outro momento de tomada de decisão, de modificação, de transformação. Até então Paulo, ele na sua carta aos Efésios, é a primeira carta onde ele vai falar um pouquinho sobre essa luta, esse combate, sabe? Então, escrevendo a comunidade lá grega de Éfeso, aos Efésios gregos de Éfeso, gregos cristãos, ele então vai falar assim: "Olha, eu tô numa luta aqui, gente. Tô numa luta, né?" Então ele ainda estava vivenciando essa luta, mas não é uma luta comum, não. É uma luta que não é uma luta contra carne e sangue. Então ele dizia que era uma luta feroz, mas que a a luta mais feroz não é contra o outro de maneira alguma. Não, nós não vamos lutar contra o outro. O outro tem os seus defeitos. O outro pode ter a sua desonestidade, pode ter os seus preconceitos, pode ter as suas a sua maneira de agir que a gente não concorda. Na visão de Paulo, a gente deveria oferecer a verdade, mas jamais mudar a cabeça do outro, violentar a consciência do outro, obrigar o outro a acreditar no que a gente acredita. Paulo não via dessa forma. Paulo via que eh via a as pessoas com o mesmo pensamento que Jesus via, né? É o pescador de homens, né? Como é que o pescador faz? O pescador lança o seu anzol com a sua isca. O peixe vem ou não lança a rede? O peixe entra na rede ou não. Não é da nossa alçada obrigar os outros a nos seguirem, né? Então essa visão que Jesus trouxe quando ele falava de pescadores de homens era a mesma visão que Paulo de Tarso tinha, né? jamais violentar a consciência que pensa diferente de nós. E Paulo aguentou muita violência por conta disso, mas ele sempre tentou manter a serenidade quanto a isso. Até então que ele vai chegando nesse final dele de vida, se aproximando ali dos do fim do seu sacerdócio, né, entre aspas, né, do seu ministério ali próximo a a a época que ele iria ser morto, capturado e morto. E ele vem dizer:

do nesse final dele de vida, se aproximando ali dos do fim do seu sacerdócio, né, entre aspas, né, do seu ministério ali próximo a a a época que ele iria ser morto, capturado e morto. E ele vem dizer: "Olha, eu realmente eu vivi o bom combate". Mas o que é o bom combate? Enfim, é justamente a grande lição que ele deixa. Não foi o combate que ele viveu, o combate pelo poder, não foi um combate pelo dinheiro, não foi um combate para mudar leis, não foi um combate para mudar o mundo, não foi um combate para mudar as pessoas, não foi um combate para mudar o que tava em torno dele, para que ele se encaixasse melhor. Foi o combate em prol da moral, em prol dele ser mais paciente. foi o combate que o tornou um pouco mais amoroso, mais gentil. O combate que o tornou um pouco mais compreensivo foi o combate dos seus próprios defeitos íntimos. Essa é a grande lição que ele tem dentro dessa frase, sabe? E essa era a grande lição para os cristãos. Devemos lembrar que aquela época os cristãos sofriam muito, muita reprimenda e reprimenda violenta e sofria muita perseguição dos próprios judeus. Haviam muitos cristãos que eram mortos aquela época lá. Esse primeiro século foi um século desafiador. E Paulo, ele traz essa mensagem de paz para os cristãos, né? Não vamos nos tornar também nós os algozes dos outros. Nós vamos bater de frente, tentar atropelar os outros, transformar a doutrina cristã numa doutrina de conquista, obrigando as pessoas a a ser aquilo que nós acreditamos seja melhor. Não, não é assim. não se obriga. A maturidade ela é conquistada, ela é vivida, vivenciada. O aprendizado, ele é um aprendizado que ele deve vir da vivência. Essa maturidade é adquirida pelo espírito que é maduro, porque o espírito viveu e aprendeu. E não a gente pegar a nossa experiência ou o nosso deslumbramento ou pegar o consolo que nós recebemos de Jesus, de Jesus e tentar enfiar na mente alheia, né? Era um dos grandes desafios do cristão é ter essa paciência dentro de si. é pensar assim: "Nossa, a pessoa tá ali

ar o consolo que nós recebemos de Jesus, de Jesus e tentar enfiar na mente alheia, né? Era um dos grandes desafios do cristão é ter essa paciência dentro de si. é pensar assim: "Nossa, a pessoa tá ali me agredindo". É, é, é uma pessoa coitada, né? Ainda, né? Ignorante das questões espirituais, por isso ela me ofende. Não deve não não deveria eu ir lá rebater essa ofensa com a mesma força, com a mesma agressividade, tentando convencê-la do que eu tô falando. Não, jamais. Jamais. Essa era a visão de Paulo de Tar sobre as coisas, né? Ele respeitava muito o livre arbítrio e a consciência. E aí Paulo vai falar nessa frase de maneira muito sábia, então que ele combateu o bom combate, né? Ele lutou esse bom combate que era o combate contra as próprias deficiências dele, né? Era o famoso espinho na carne que Paulo falava, né? Olha, eu tenho um espinho na carne, não consigo tirar esse espinho. Que ou seja, incomoda e ele não sabe como se livrar daquilo, que é algo que só a maturidade espiritual, só a vivência e o esforço é que é capaz de de de nos de nos livrar disso, né? E aí fica um um desafio para nós, quer? Será que nós já entendemos o que que nós precisamos consertar em nós? Nós temos que mudar alguma coisa. Não tem ninguém perfeito. Mas nós já entendemos o que que nós temos que mudar. Será que nós estamos usando o evangelho como uma referência de transformação? Olhando para nós sempre, sempre olhando para nós, né? Nunca criticando o outro, mas criticando a nós mesmos. O mundo tá difícil, eu quero mudar o mundo, mas eu preciso mudar primeiro a mim mesmo. Essa era a visão de Paulo. Ele mudou essa visão quando se tornou cristão, né? Era aquele homem que olhava muito para fora para os outros, paraa sociedade, mas raramente olhava para si. De repente ele fez o inverso, passou a olhar só para si. Em qual momento nós estamos? Será que nós sabemos dizer se nós já estamos lutando o bom combate ou ainda nem começamos a lutar o bom combate? É uma reflexão. É uma reflexão. Esse

u a olhar só para si. Em qual momento nós estamos? Será que nós sabemos dizer se nós já estamos lutando o bom combate ou ainda nem começamos a lutar o bom combate? É uma reflexão. É uma reflexão. Esse combate tem que ser empreendido. Eu, por exemplo, consigo listar na minha vida uma série de combates que eu já vivi, as minhas batalhas que já me permitiram me livrar de muitos vícios, muitos, muitos problemas morais que eu tinha no passado. Já consigo fazer essa avaliação do que eu já consegui vencer. Mas eu também já sei coisas que eu tenho que, né, que superar daqui paraa frente em prol desse desenvolvimento maior, desse desenvolvimento moral. E aí Paulo diz após falar que viveu esse esse bom combate, conseguiu, né? Ou seja, foi vitorioso, foi vitorioso. Ele não se deixou vencer pela preguiça, pelo desânimo, pelos vícios. Ele não retornou à vida material como era antes, né? Ele realmente empreendeu em nome de Jesus até o ponto de dizer o seguinte: "Olha, não é nem eu que vivo, é o Cristo que vive em mim". Ou seja, ele não faria mais nada se não fosse compatível com o que Jesus queria. Olha só, ele chegou nesse ponto, né? Então é, isso é o bom combate. Ele vem dizer: "Olha, eu trhei o caminho. Eu vivi o caminho, caminhei". O que tinha que caminhar, que ele quer dizer o quê? que ele cumpriu o seu destino, como o destino se apresentou a ele. Todos nós temos os nossos destinos, temos os nossos desafios, aquilo que nós eh nascemos para viver. E nós estamos vivendo isso como tem que ser vivido. Ou seja, refletindo, poxa vida, por que Deus colocou na minha vida isso aqui dessa forma? Ou eu tô querendo lutar contra isso para dizer: "Não, não aceito isso aqui. Eu quero mudar isso aqui, não aceito de jeito nenhum. Calma. Paulo sempre vai dizer pra gente olhar pra gente mesmo, né? Espera um pouquinho, olha para si, né? Paulo entendeu que o desafio dele de ser cristão era um desafio complicado, mas ele lutou assim mesmo. Ele não abandonou o barco, falou: "Olha, tá muito difícil,

Espera um pouquinho, olha para si, né? Paulo entendeu que o desafio dele de ser cristão era um desafio complicado, mas ele lutou assim mesmo. Ele não abandonou o barco, falou: "Olha, tá muito difícil, Jesus, olha, tô caindo fora, não quero esse desafio". Não, ele não falou isso, né? Nós que temos famílias, que temos trabalho, nós temos uma série de desafios na vida. Nós vamos falar o quê? Vamos abandonar tudo. Não aguenta esse patrão. Eu quero que esse patrão vá embora. Desse jeito, eu vou ficar desempregado para sempre. Eu dizer: "Não, não quero". minha fam aguento mais minha família, não quero meus filhos, não quero meu cônjuge. Aí desse jeito a gente não vai ter família nunca. E nós vamos abandonando tudo que aquilo que nos que nos nos desafia de alguma forma, a melhoria, a paciência, etc. Não, isso aí é falta de amor. Nós não podemos ter falta de amor. Temos que amar o que a vida nos deu, né? O que Deus nos deu, que nós pedimos para nós nessa existência, né? Então Paulo disse isso, olha, vivi tr esse caminho. Sim. E ao final ele vai dizer, ao final dessa frase vai dizer que manteve a fé. Não perdeu a fé, não. Olha, lutei por Jesus, apanhei, fui preso, fui apedrejado, me ofenderam, sofri tudo quant é tipo de de, né, de ataque. No entanto, tive muitas eh muitas alegrias, vi muita gente se transformar, vi muita gente ficar feliz, vi muitas comunidades serem fundadas, vi muitas pessoas serem consoladas, ficarem felizes, né? Então ele sofreu de tudo, mas viu que também o contrário era muito, muito real, né? E para ele não abalou a fé. Não abalou a fé porque ele compreendeu que é um desafio natural, né? O desafio natural e que não tem como a gente se furtar a esse desafio. E para nós é muito bom ter a doutrina espírita para nos ensinar essas lições, sabe? A gente vive num mundo que é um mundo muito materialista, um mundo muito complicado, onde as pessoas elas muito raramente pensarão como nós fazer o que Paulo de Tarso fez. Ó, guardei minha fé, conservei minha fé. Não é fácil. Como é que a gente vai

rialista, um mundo muito complicado, onde as pessoas elas muito raramente pensarão como nós fazer o que Paulo de Tarso fez. Ó, guardei minha fé, conservei minha fé. Não é fácil. Como é que a gente vai aplicar as lições do evangelho todo dia? Todo dia? Sendo que o mundo às vezes nos fala tanta coisa, né? O mundo ele nos traz tantas, tantos assuntos e a gente tem que aprender a a a vivenciar tudo com esse coração cristão. Não nos deixar bater pelo mundo, não nos deixar arrastar pelo mundo, né? É uma das grandes frases de Paulo de Tars, né? Preciso lutar contra às vezes o meu desânimo, a minha falta de fé. Eu não posso me assustar facilmente quando eu vejo as notícias. Tenho que lembrar. Não, pera aí. Eu sou espírita. Sou espírita. Eu me lembro, por exemplo, na época da pandemia, foi foi fui solicitado a fazer muitas palestras virtuais, né, online, né? Muitas vezes eu dizia assim: "Olha, gente, vocês sabiam que ninguém morreu de Covid?" E as pessoas às vezes me olhavam assustadas, eu dizia: "Não, nós não, ninguém morreu de Covid, tá todo mundo bem? Todo mundo bem, não morreu ninguém, zero mortes, gente. Nós somos espíritas, não se esqueçam disso. E parece que as pessoas despertavam, acho que de um desperto de trans essa época e diziam: "Nossa, gente, é claro que existe a saudade, o desespero da gente tá tentando salvar uma vida ali que de uma pessoa que nós amamos. Não tô falando, tô questionando isso. Tô só dizendo o seguinte, né, que não houve mortes, porque aí não existe morte, somos espíritos imortais. Então são maneiras de enxergar a vida. Muitas vezes eu olho assim para o nosso país, olho para o mundo e eu vejo assim, gente, quanta corrupção ainda existe, quanta violência ainda existe. Então assim, quanta tristeza ainda virá no mundo quando a lei de causa e efeito se abater sobre os corruptos, né? Ainda veremos muitas pessoas sofrendo as maiores deficiências físicas, pessoas que ainda passaram muita fome ainda porque abusar dos recursos do poder, dos recursos do dinheiro, é a lei de causa e

né? Ainda veremos muitas pessoas sofrendo as maiores deficiências físicas, pessoas que ainda passaram muita fome ainda porque abusar dos recursos do poder, dos recursos do dinheiro, é a lei de causa e efeito, né? não é nos colocar para olhar para o mundo como se o mundo fosse injusto com aqueles que eh parecem pessoas tão simples, tão inocentes, né? Mas entender que nós temos uma caminhada espiritual que vem de longa data. Então Deus tem acompanhado a nossa caminhada. Deus tem nos colocado em situações que são fundamentais pro nosso crescimento, né? Paulo cresceu num ambiente ali após se tornar cristão, como se diz assim, a ferra e fogo, né? Ele ele ele empreendeu em nome de Jesus, né? né? Foi um dos grandes eh patronas do do do cristianismo no mundo, né? Foi Paulo de Tars. Não, não foi fácil. Nossos desafios são muito menores hoje, mas ainda assim existem desafios, né? Não são poucos, mas eh deve nos animar esse esse valor que Jesus nos deixou, né? Vamos fazer o que a gente puder da melhor maneira que puder, entendendo que Deus nos coloca sempre ali em locais que são valiosíssimos para nós. Gente, não vamos não vamos esquecer essa lição. Vamos transformar o nosso combate no bom combate. Numa situação difícil, tenta buscar a paciência e a fé. Numa situação difícil, não tentar jamais derrubar o outro. Entender que todos nós temos maturidades diferentes. O espiritismo, nesse ponto, ele deixa lições tão interessantes, né? Eu recomendo a todos a leitura, né, das leis morais. Leis morais que estão em o livro dos espíritos, na terceira parte do livro dos espíritos. São 12 leis morais que vão nos falar algumas alguns pontos que são pontos básicos na vida de todo ser humano para que a gente compreenda ali o que que faz parte de ser humano, de ser uma pessoa humana. Entendendo o seguinte, que de posse desses valores, nós começamos a compreender o melhor caminho a seguir. Eu gosto muito de entender as leis morais, sabe? Um só um norte muito importante pra gente seguir. Nós nós sabemos que os 12 apóstolos

s valores, nós começamos a compreender o melhor caminho a seguir. Eu gosto muito de entender as leis morais, sabe? Um só um norte muito importante pra gente seguir. Nós nós sabemos que os 12 apóstolos tiveram Jesus para os guiar ali, né? Paulo Tar teve a figura de Jesus luminosa, né? Que o inspirava e dizia, né? Nós às vezes nos sentimos um pouco carentes, né? Pera aí, mas eu não não andei com Jesus, não tô com Jesus aqui do meu lado para andar comigo pessoalmente. Também não tô conseguindo enxergar a figura de Jesus, mas não significa que a gente tá sozinho. Os nossos benfeitores estão aqui para nos iluminar sempre. O evangelho vai nos dizer isso no capítulo 28 das preces, né? Prestes espíritas. Nós vamos estudar sobre isso também. Gente, existe toda uma comunidade espiritual muito valiosa ao nosso redor para nos iluminar, para nos amparar, para nos guiar, para compartilhar conosco conselhos. Nesse ponto nós também iremos nos parecer com Paulo de Tarso. Nós temos essa inspiração divina, mas cabe ao nosso coração tá aberto para isso. Paulo foi surpreendido pelo figura luminosa de Jesus, né? Nós podemos surpreender, mas para gente a gente tá tem que estar preparado, né? preparado, embora a gente não tenha essa mediunidade extraordinária que Paulo de Tarso tinha, nem todos nós temos, mas isso não quer dizer que nós estamos afastados dos benfeitores amigos. O mundo não é só material, né? Existe uma realidade espiritual que não cerca. E como eu falava lá do livro dos dos espíritos, ter o guia espiritual, mas ter o guia material também é importante, né? Paulo teve que reaprender quais eram os valores que a tradição religiosa tinha que valer para ele. Teve que reaprender esses valores de uma outra forma. E nós espíritas já temos, por exemplo, essa literatura. Paulo não teve naquela época. Os apóstolos não tinham, tiveram que desenvolver a parte do que Jesus falou, né? Então, quer dizer, os evangelhos são uma forma de de de registrar essa doutrina nova. Nós já temos uma doutrina muito muito bem

olos não tinham, tiveram que desenvolver a parte do que Jesus falou, né? Então, quer dizer, os evangelhos são uma forma de de de registrar essa doutrina nova. Nós já temos uma doutrina muito muito bem estabelecida. As leis morais, elas já são uma uma regra muito boa para nós. Observância a natureza, o que a natureza nos ensina, observância a necessidade de progredir sempre, a lei do progresso, a lei de adoração. Ou seja, todo ser humano, né, necessita de religião, todo ser humano necessita de conexão divina, senão esse ser humano, ele vai estar mutilado ali em uma parte da sua essência. O ateísmo é uma espécie de mutilação. Nós vamos entender isso melhor na lei de de adoração, né? Isso atrapalha o nosso psiquê. Então são pontos, né? Lei de reprodução, lei de sociedade, as mais diversas leis, lei de caridade, amor, justiça e caridade são as mais diversas leis que vão nos dar esse norte para que a gente possa trilhar esse caminho da melhor forma como como Paulo trilhou. Eu acho que eu sempre considerei as leis morais um guia pra gente iniciar o bom combate. Qual que são as regras desse combate, né? Qual que é esse caminho que eu tenho trilhar? Qual é o passo a passo desse caminho, né? O que que eu preciso conservar? Fé em quê? Conservar fé em quê? Então, eu sempre eh eh recomendo que as pessoas comecem pelas leis morais. Se elas às vezes achar que o livro dos espíritos é muito extenso, né? E dizer: "Nossa, vou começar do um até o 1019". as lees morais são excelente guia pra vida, pra gente compreender os fenômenos que estão todos ao nosso redor e a gente entender o seguin meio a tantos fenômenos, em meio a tantas eh incertezas, em meio a tantas narrativas, mas o que que é o que que é válido em meio a tanto isso? Hoje tem muito mais assunto do que havia na época de Paulo de Tarso, né? Hoje há muito mais tecnologia, muito mais divulgação, há muito mais gente pensando e falando, escrevendo e publicando, muita gente querendo nos puxar paraas suas ideias, né, pro seu lado. Época de Paulo Tars

muito mais tecnologia, muito mais divulgação, há muito mais gente pensando e falando, escrevendo e publicando, muita gente querendo nos puxar paraas suas ideias, né, pro seu lado. Época de Paulo Tars era menos. Então eu penso que nós precisamos de de de um guia seguro mesmo para poder atravessar esses momentos turbo turbulentos que nós estamos vivendo. Uma doutrina muito boa que inclusive nos coloca para olhar o mundo com esses olhos que vão comprovar o que a própria doutrina escreve, né? Diferentemente lá da época de Paulo de Tarsa, onde aqueles textos pareciam desconectos da realidade. O espírita, ele tá sendo convidado hoje aqui a olhar pra realidade das coisas, vendo o evangelho se manifestar. Eu eu sou muito orgulhoso da da nossa doutrina espírita, ou seja, né, eu tenho muita satisfação, né, em ser espírita. Quando eu leio as lições que Kardecou, eu vejo assim, gente, nenhuma dessas lições foi refutada até hoje, pelo contrário, muita, muito se escreveu coisas que nem existiam. Nós vamos ver isso em toda, toda codificação, todos os livros, coisas que nem se imaginava, que depois foram só se comprovando, né? Ano após ano, ano após ano, tudo ali se comprovando, né? Quando no capítulo terceiro do Evangelho, nós vamos ler ali sobre as moradas na casa do Pai e de repente a gente vai ver ali mundo primitivo. Ora, o ser humano do século XIX sabia o que que era um mundo primitivo, sabia o que que era o homem das cavernas? Não sentia esses conhecimentos naquela época ali. De repente foi descoberto que sim, fomos primitivos, houve dinossauros e etc. Isso foi sendo comprovado ao longo do século XX. Então o a codificação está recheada dessas lições que que não tinham nem muito sentido pro ser humano do século XIX. De repente, vai adentrar no século XX, XX, todas essas lições fossem comprovadas de maneira assim integral. Eu acho isso belíssimo, né? E ainda hoje temos lições que estão acontecendo a olhos vistos. Quando se fala, por exemplo, mundo de regeneração, as pessoas ficam sonhando com esse mundo

assim integral. Eu acho isso belíssimo, né? E ainda hoje temos lições que estão acontecendo a olhos vistos. Quando se fala, por exemplo, mundo de regeneração, as pessoas ficam sonhando com esse mundo perfeito. Mas não é isso que o evangelho tá dizendo quando fala em regeneração. Tá dizendo o seguinte: "Olha, se o mundo está regenerando, então a gente já consegue ver a regeneração. Vamos olhar onde é que ela tá acontecendo e não ficar sonhando com o futuro regenerado. Não, não, não, pera aí. Tem comunidades já estão se regenerando. Seres humanos estão nesse processo já. Quando olho para o mundo, eu mesmo consigo enxergar a regeneração dando os primeiros passos em algumas regiões do mundo. É, nós já temos países aí que quase não tem violência mais, que quase não tem crime. Tem muitos países aí que, embora não haja nenhum país perfeito, que tá vivendo a vida cristã perfeita, não existe isso ainda, mas nós já estamos vendo já alguns alguns indícios, né? Uma das bemaventuranças não é essa? É a bem-aventurados os pacíficos porque herderão a terra ou os mansos porque herdarão a terra. Isso aí é frase de Jesus paraa regeneração. Ah, o manso vai ficar aqui pacífico. Então onde é que a regeneração tá começando? Começando ali onde tem menos violência, menos crime. Tem muitos países da Europa que quase não tem crime mais. Olha lá, tá começando, tá dando os primeiros passos na pacificação. Então já tá acontecendo a regeneração. É, é uma das beleza da doutrina espírita. São palavras que a gente tem que anotar, são visões que a gente tem que empreender. Doutrina espírita, se ela não sai do papel e vai pra vida, ela perde totalmente o sentido, porque é uma doutrina puramente prática, né? Quando Kardec dizia que a doutrina espírita é doutrina positiva, ela é positiva por quê? Porque ela é concreta, porque ela é real, porque ela tem que ser vivenciada. tem que ser compreendido e vista, né? E a aplicação dela é real. Não é nada teórico, não existe teorias espíritas, né? É ilusão achar que existe teoria

e ela é real, porque ela tem que ser vivenciada. tem que ser compreendido e vista, né? E a aplicação dela é real. Não é nada teórico, não existe teorias espíritas, né? É ilusão achar que existe teoria espírita, não. Espírito é prática, é prática, né? Diária, né? Então Paulo de Tá quis deixar essa lição para nós nesse sentido, né? Nesse sentido. Olha, vamos viver o bom combate. Vamos compreender que o que a gente tá vivendo é real. É real. foi real pro Paulo e é real pra gente. O Espiritismo tá nos dando esse apoio pra gente viver esse bom combate, dizendo assim: "Olha, compensa cada lição do evangelho, cada lição da codificação foi trazida por um alguém que já viveu e voltou para contar". Eles vêm dizer pra gente na codificação espírita é isso, sabe? Olha, gente, vamos viver isso que vale a pena. Viva esse bom combate que vale a pena. Leia o evangelho e viva esse bom combate, porque será um bom combate cada lição do evangelho, cada lição da cificação. O evangelho tá nos ensinando a trilhar um caminho. É, é o que o Paulo falou. Trelhei o caminho. Eu andei por esse caminho, sim. Fiz essa corrida. Então o evangel dizend o evangelho até dizendo isso pra gente. Olha, corre aí, fica nessa pista que vai dar certo. Fica nessa pista. E Paulo di veio dizer depois, olha, eu guardei minha fé, guardei minha fé, consegui guardar minha fé. E é isso que o evangelho tá dizendo para nós também. Olha, vamos viver isso, mas isso é para fortalecer a nossa fé, não é para que a gente perder essa fé no caminho, né? Tudo isso é para fortalecer a nossa fé, fortalecer a nossa visão de mundo. É viver pra gente ver a realidade disso. Paulo guardou a fé. Por quê? Porque ele viu que aquilo deu resultado, que ele viu que aqui que aquilo é efetivo. O que ele fez foi concreto, o que ele deixou foi concreto. Isso ajudou ele a fortalecer a fé. Enquanto a gente não viver, a nossa fé não vai ser fortalecida. Enquanto a gente tiver só de olho no na letra, a fé não vai crescer. Paraa fé crescer, a gente tem que viver

udou ele a fortalecer a fé. Enquanto a gente não viver, a nossa fé não vai ser fortalecida. Enquanto a gente tiver só de olho no na letra, a fé não vai crescer. Paraa fé crescer, a gente tem que viver ela, né? para que a gente possa ser alimentado, para que a gente possa ser iluminado, para que a gente possa, né, nos encher dessa dessa bênção divina, para que a gente possa nos encher dessas lições, da prática dessas lições para nos dar esse retorno luminoso, né? Paulo viu a luz e depois foi viver essa luz. Ele vai encerrar essa carta de Timóteo aí, né, falando do tanto que foi bom. E para nós cristãos, o desafio é o mesmo, né? a gente viu a luz de Jesus, vamos viver essa luz, porque daí senão vamos entender, né, como é que a gente vai guardar nossa fé da melhor maneira. Gente, temos que encerrar. Nós já chegamos aqui já, eh, né, no final da nossa reunião de hoje e encerro com muita muita gratidão mesmo, sabe? Foi muito bom. É um papo que poderia durar aqui por horas, né? Por horas. Mas enfim, fica aí para cada um essa lição. Vamos ler um pouquinho do Paulo, se a gente tiver dúvida ainda. Vamos lá, gente morte, dar uma lida e vamos tentar entender, né? Cada um de nós pode ser um Paulo de Tarso, pode ser. Cada um de nós pode ser. Qual o momento da vida de Paulo que nós estamos, né? Fica essa questão aí, porque a gente já sabe o que que vai vir depois. Paulo nos conta essa história, né? cada momento da vida de Paulo é um momento que a gente vai viver se a gente abraçar o momento como ele deve ser abraçado, né? Então, muita paz a todos, tá? Vou fazer então a nossa prece de encerramento pra gente já eh eh ficar com Jesus no nosso lar, né? Bom, então o convite agora para que todos nesse nesse encerramento possamos, né, serenar o pensamento mais uma vez, né? Agradeço muito as lições que o evangelho nos traz. São lições muito reflexivas, né? Eu pessoalmente saio daqui com muitas reflexões para minha vida pessoal, né? Muitos desafios ainda vem, muitos desafios têm que ser

as lições que o evangelho nos traz. São lições muito reflexivas, né? Eu pessoalmente saio daqui com muitas reflexões para minha vida pessoal, né? Muitos desafios ainda vem, muitos desafios têm que ser vividos, vivenciados. E o bom combate, ele é um combate que vai durar muitos séculos, é um combate que vai durar milênios para muitos de nós, né, ainda, né? Então a gente tem que ter essa paciência, essa perseverança. Muito obrigado, Jesus pela lição que o Senhor nos traz, Senhor. Muito obrigado pela oportunidade de refletir, pela oportunidade de viver, de aprender, sabendo que nós estamos abandonados, Senhor, sabendo que os nossos benfeitores estão ao nosso lado, sabendo que as lições do evangelho são lições e morredoras, lições eternas, sabendo que após essa vida virão outras e outras mais, sabendo que a morte não nos espera, Senhor, saber que a vida eterna já nos foi dada, cabe só a nós vivê-la da melhor forma possível, Senhor. Muito obrigado por isso. Abençoa cada irmão nosso que está conectado aqui em seus lares. Nos dá essa força moral, Senhor, que Paulo teve para que a gente possa viver, ser feliz, Senhor, e atender os desígnios de Deus, a vontade de Deus da melhor forma possível, Senhor. Muito obrigado. Assim seja. Por onde eu caminhar, contigo vou seguir. Venha comigo ver que juntos temos força para vencer. Vamos seguir na mesma direção, buscando a união. Seremos um só. Vamos buscar o amor dentro de nós. vai sempre existir a força para viver no coração, para nos iluminar dentro de nós. Nós vamos acreditar que em nosso olhar existe a luz. O amor vai nos guiar. >> O amor vai nos guiar. dentro de nós vai sempre existir a força para viver no coração, >> para nos iluminar. dentro de nós. Vamos acreditar que em nosso olhar existe a luz. O amor vai nos guiar. O amor vai nos guiar. >> O amor vai nos guiar. Oh.

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