Paulo e Estevão 2a parte Capítulo 5 20102025
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A Casa Espírita Estudantes do Evangelho apresenta seminário sobre o livro Paulo e Estevão, obra ditada pelo espírito Emanuel, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, uma coprodução do GEF. >> Então, mais uma vez, boa noite a todos. Vamos abrir aqui o livro Palavras de Vida Eterna, nosso companheiro de todas as segundas-feiras para ler a mensagem Liberdade em Jesus. Eh, uma mensagem de Emmanuel que começa assim: "Para a liberdade, Cristo nos libertou. Permanecei, pois firmes e não vos dobreis novamente a um julgo de escravidão. Paulo, Gálatas, capítulo 5, versículo 1. Disse o apóstolo Paulo com indiscutível acerto que para a liberdade Cristo nos libertou. E não são poucos aqueles que, na opinião terrestre definário comum. Não raro pintam a afeição de petroleiro vulgar, ferindo instituições e derrubando princípios. Entretanto, ninguém no mundo foi mais fiel cultor do respeito e da ordem. Através de todas as circunstâncias, vemo-lo interessado, acima de tudo, na lealdade a Deus e no serviço aos homens. Não exige berço dourado para ingressar no mundo. Aceita de bom grado a infância humilde e laboriosa. Abraça os companheiros de ministério, quais se mostram sem deles reclamar certidão de heroísmo e de santidade. Nunca se volta contra a autoridade estabelecida. trabalha na extinção da crueldade e da hipocrisia, do simonismo e da delinquência, mas em momento algum persegue ou golpeia os homens que lhe sofrem o aviltante domínio. Vai ao encontro dos enfermos e dos aflitos para ofertar-lhes o coração. Serve indistintamente. Sofre a compreensão alheia, procurando compreender para ajudar com mais segurança. não espera a recompensa, nem mesmo aquela que surge em forma de simpatia e entendimento nos círculos afetivos. Padece a ingratidão de beneficiados e seguidores sem qualquer ideia de revide. recebe a condenação indébita e submete-se aos tormentos da cruz sem recorrer à justiça. E ninguém se fez mais livre que ele, livre para continuar servindo e amando através dos séculos renascentes.
de. recebe a condenação indébita e submete-se aos tormentos da cruz sem recorrer à justiça. E ninguém se fez mais livre que ele, livre para continuar servindo e amando através dos séculos renascentes. Ensinou-nos assim, não a liberdade que explode de nossas paixões indomesticadas, mas a que verte sublime do cativeiro consciente as nossas obrigações diante do Pai Excelo. Nas sombras do eu, a liberdade do faço o que quero frequentemente cria a desordem e favorece a loucura. Na luz do Cristo, a liberdade do devo servir gera o progresso e a sublimação. Gente, essas duas frases merecem ser repetidas. Nas sombras do eu, a liberdade do faço o que quero frequentemente cria a desordem e favorece a loucura. Na luz do Cristo, a liberdade do devo servir gera o progresso e a sublimação. Assimilemos do mestre o senso da disciplina. Se quisermos ser livres, aprendamos a obedecer. Apenas através do dever retamente cumprido, permaneceremos firmes sem nos dobrarmos diante da escravidão a que muitas vezes somos constrangidos pela inconsequência de nossos próprios desejos. Essa é pra gente refletir bem. E eu acho que nós vamos ver aqui ao longo do capítulo que a Maria Hermínia vai apresentar pra gente mais subsídio pra gente pensar sobre isso, principalmente sobre essas duas frases que eu fiz questão de repetir na mensagem. Então, elevemos a Deus os nossos pensamentos. Gratos por mais essa oportunidade de estarmos aqui reunidos, amparados pela espiritualidade amiga que dirige esse trabalho, que nos inspira, que nos orienta, acompanhada de nossos amigos espirituais que nos acompanham de perto, que estão sempre prevenidos e alertas para os nossos passos, para os nossos pensamentos, buscando sempre uma brecha, onde eles possam plantar uma semente de esperança, uma semente de boa vontade, um incentivo ao trabalho no bem para que nós saibamos bem aproveitar essa encarnação. Agradecer a Deus pela oportunidade de estudarmos juntos e pelas lições que estamos discutindo esse ano. tão interessantes e profundas que talvez
m para que nós saibamos bem aproveitar essa encarnação. Agradecer a Deus pela oportunidade de estudarmos juntos e pelas lições que estamos discutindo esse ano. tão interessantes e profundas que talvez na leitura simples do livro não nos tenhamos atentado para tanta informação útil e poderosa nas nossas vidas. Assim, gratos à espiritualidade que está conosco e que com certeza inspirará a nossa querida Maria Hermínia nessa noite. E grato, Senhor, também à vossa misericórdia que recai nas nossas vidas sempre como um bálsamo de amor. Nós iniciamos o encontro desta noite, dizendo graças a Deus e a Jesus. A nossa querida Maria Hermínia hoje vai nos apresentar o capítulo 5 da segunda parte, né? eh, já mostrando os labores do Paulo, né, na disseminação do Evangelho. Então, minha querida, que a providência divina te inspire para que você possa trazer boas informações para nós, tá bom? >> Então, boa noite a todos e eu queria agradecer a possibilidade de estar aqui participando, né, nesse momento. Eu não tô participando mais na segunda-feira porque tenho um trabalho na no ser lluz. Então a assim tia mesmo eu não participando do seminário, assim tinha pediu para eu participar desse seminário de hoje e é uma oportunidade muito grande para que a gente possa conhecer um pouquinho mais o evangelho, principalmente os Atos dos Apóstolos e e o estudo desse livro que tanto nos traz o enriquecimento, né? Nós vamos estudar hoje a segunda parte, o capítulo 5, que vai trazer exatamente a questão das lutas do pelo evangelho. Como a Ctia leu inicialmente, esse capítulo vai trazer eh todo esse conflito inicial eh que o evangelho eh sofreu, né? a igreja cristã ou a igreja de Cristo sofreu para que fosse implantado o verdadeiro evangelho. Mas isso não, então a gente não pode esquecer da fala de Jesus, né, que ele ele prometeu que realmente isso daí iria acontecer. Na medida que ele fala em Lucas capítulo 12 que vem para lançar fogo à terra e o que é que desejo senão que ele se acenda. julgais que eu tenha vindo para trazer
que realmente isso daí iria acontecer. Na medida que ele fala em Lucas capítulo 12 que vem para lançar fogo à terra e o que é que desejo senão que ele se acenda. julgais que eu tenha vindo para trazer paz à terra? Não. Eu vos afirmo ao contrário. Vim trazer a divisão. Divisão essa que a gente já percebe desde o começo, eh, entre aqueles que eram que logo seguiram a Jesus, mesmo sendo judeus, e aqueles que, eh, continuavam tentando eh manter a a os o pensamento judaico da época, né? Então, eh, Jesus, eh, esse capítulo a gente vai trabalhar mostrando assim inicialmente um contexto, contexto em que nós temos a presença dos judeus que, como diz eh Emmanuel, no caminho da luz, eles eram eram povos dos degredados da terra, né? todo vieram como degredados. Foram os hebreus que constituíram a raça mais forte, mais homogênea. Então eles tinham uma ligação interna muito grande. Eles eram pouco acessíveis à comunhão perfeita com as demais raças do ORB, não se interligavam, né? E a era uma raça livre, mas internacionalista, mais fraternal entre si. o a amizade era grande entre eles mesmos. Tanto assim que os judeus se ajudavam muito, mas também a mais altiva e exclusivista do mundo. Acreditava na na existência de um Deus único. Daí ele ter sido escolhido para receber a Jesus, que trazia a mensagem do Deus Únicos. Então, a existência de Deus todo- poderoso, por amor do qual aprendia a sofrer todas as injúrias e a tolerar todos os martírios. Então, a gente vê por toda a história dos judeus que eles sempre foram tiveram submissos a à escravidão diante de outros povos e o sofrimento deles era realmente muito grande, não é? Segundo Hillel, que foi um um dos grandes dentro do Sinédrio, né? um rabino proeminente, ele dizia que só se deveria depositar fé nas escrituras. Então, a escritura para para eles, para os judeus era a coisa mais importante. No entanto, apesar das escrituras eh encaminharem, né, mostrarem que Jesus era o Messias, eles ainda continuavam esperando o Messias. Por quê? esperavam
es, para os judeus era a coisa mais importante. No entanto, apesar das escrituras eh encaminharem, né, mostrarem que Jesus era o Messias, eles ainda continuavam esperando o Messias. Por quê? esperavam o Messias que fosse lutador, fosse tirá-los daquelas dificuldades nas quais eles viviam. Por quê? Eles tinham uma eh vivência muito uma visão muito materialista. Na medida em que eles a riqueza eh eles perdiam a riqueza, por exemplo, eles sentiam como sendo o castigo de Deus, não é? Aí do outro lado nós temos Paulo, que temos acompanhado através desse livro maravilhoso, que sofreu todas as mudanças, né? Ao ver Jesus, ele se deparou diante de uma nova realidade e se preparou no deserto de si mesmo para a grande missão para a qual ele veio. Ele amava Jesus e queria que todos o conhecessem. E para ele isso era importante. Daí eu queria levar Jesus a todos, não para que eles fizessem parte de uma religião, não. Ele não queria que eles fossem seguidores de uma religião, mas que mudasse o seu estilo de vida para deixar de ser o homem velho que havia morrido na cruz com Jesus e se transformar num homem novo, como aconteceu com ele, né? Então, essa mudança de Paulo, que foi tão profunda, eh, demonstrava ele, eh, dava ele uma necessidade de levar a todos os povos essa mudança, essa transformação que se operara nele. Em cartas de Paulo, Aroldo fala o seguinte, que Paulo entendia que os ensinamentos do Cristo tinham objetivo de transformar o mundo a partir da construção da nova humanidade. Porque essa humanidade não era um Deus eh eh para um povo, mas era um Deus cósmico. Então, Jesus traz esse novo homem, o homem cósmico que era para toda a humanidade. Então, Paulo entendia isso, apesar de ter sido doutor da lei, né, ter ainda o doutor da lei, porque isso não se perde. Mas Paulo eh sentia que eh essa mudança era importante porque o Cristo realmente era o Messias prometido. Então nós vamos dividir esse capítulo em dois momentos. O primeiro ato ocorre em Antioquia. Antioquia tinha a igreja que foi fundada
a era importante porque o Cristo realmente era o Messias prometido. Então nós vamos dividir esse capítulo em dois momentos. O primeiro ato ocorre em Antioquia. Antioquia tinha a igreja que foi fundada por judeus que fugiram, né, da perseguição de Jerusalém e que foi eh eh que que eh que Barnabé levou Paulo a trabalhar lá. Foi o primeiro lugar que Paulo eh trabalhou. E ele depois de um tempo, né, junto com Barnabé, saíram para fazer a sua primeira viagem. E no retorno, o livro começa, esse capítulo vai trazer exatamente o retorno de Paulo e Barnabé para a igreja de Antioquia. Então eles voltam à igreja de Antioquia depois de haverem levado a regiões tão pobres e distantes as sementes divinas da verdade e do amor. Ali eles foram muito bem acolhidos e admirados pela comunidade. À medida que eles chegaram, eles foram contando tudo que fizeram, onde que eles eh as pessoas que eles atenderam durante toda aquela caminhada da sua primeira viagem. No entanto, ao chegarem, eles se depararam com grandes dificuldades na instituições, na instituição de Antioquia, pois as contendas de contendas de Jerusalém passaram a ocorrer também em Antioquia. Isso devido a alguns eh judeus terem vindo para a igreja de Antioquia, vieram de Jerusalém. Então eles perceberam, Paulo principalmente percebeu grandes modificações. Ele percebeu que uns eram partidários da circuncisão obrigatória, outros já lutavam pela independência restrita do evangelho, que era a posição que ele mantinha, né? Eh, essa discussão é uma discussão que vai percorrer durante todo o esse capítulo, porque era grande questão que os os judeus queriam. Ô, desculpe, gente, eu vou para bati sem querer aqui. Além disso, havia polêmica, polêmicas furiosas a respeito dos alimentos que eram tratados como puros e impuros. Para eles, os alimentos, os animais que não tinham o casco cortados eram considerados impuros, não é? eram eh eram cortados eram puros e os não cortados eram os impuros. Os peixes, os discamas eram considerados os puros.
tos, os animais que não tinham o casco cortados eram considerados impuros, não é? eram eh eram cortados eram puros e os não cortados eram os impuros. Os peixes, os discamas eram considerados os puros. Então a gente percebe assim que eles queriam também levar aos outros povos a a essa questão da da alimentação. Os gentios eram tratados com zombarias. Não havia harmoniosidade, amorosidade no tratamento com os gentios. E quada tratava a pergava a doutrina segundo o seu ponto de vista pessoal. Paulo Barnabé também eh como eles não haviam vivido com Jesus, não foram apóstolos originais junto com Jesus, não eram muito ah aceitos dentro da própria igreja de Antioquia. Então, eh, diante dessas dificuldades, e a gente vê que essas dificuldades, essas eh essas críticas eram exteriores, que era realmente a forma como que eles se colocavam, uma preocupação muito mais com o exterior do que com o interior. O próprio Jesus dizia isso, né, que essa questão do varisaísmo, eles eram considerados sepulcros caiados, não é? Porque a o exterior é que era importante, não o interior. Então Paulo tem uma solução, ele de convidar Pedro para uma visita pessoal a Antioquia. Então, eh, a eles mandam um convite a Pedro que chega muito feliz, com muita alegria de todos. Pedro se sente muito satisfeito de ter sido acolhido também, não é? e principalmente de sair um pouco de Jerusalém, né? E a mas eh ao chegar ele enterou realmente a Paulo da do que estava acontecendo em Jerusalém, né? Ele do dos fatos que ocorriam. Paulo explicou os fatos que ocorriam em Antioquia e Pedro também expôs as lutas vividas pela comunidade de Jerusalém. Essas lutas eram lutas muito semelhantes àquelas que Paulo já estava eh explicando para Pedro. E aí ele coloca que eh eh Pedro coloca que de um lado a igreja estava cheia de necessitados todos os dias. A gente tem que lembrar que a Casa do Caminho foi o primeiro local a receber eh pessoas, né, eh abandonadas, doentes, órfãos. Então, a casa do caminho havia que eh se expandido muito e a uma grande
s. A gente tem que lembrar que a Casa do Caminho foi o primeiro local a receber eh pessoas, né, eh abandonadas, doentes, órfãos. Então, a casa do caminho havia que eh se expandido muito e a uma grande população era atendida. Por outro lado, eles sofriam em Jerusalém com a perseguição dos judeus sem trégras. perseguição esta que Paulo havia incentivado enquanto era Saulo, né? Então, essas perseguições continuavam eh muito intensas e era um problema muito grande que eles passavam. E no centro de todas essas dificuldades, né, dessas atividades, permanecia a presença de Thago com as mais ríspidas exigências. Thiago assumiu de certa maneira o papel dos fariseus dentro da casa do caminho, né? Então, eh, Pedro trouxe essa comunicação e ele levanta para Paulo as dificuldades que eles têm enfrentado, que às vezes ele pensa, né, que ele sou tentado a lutar para restabelecer a liberdade dos princípios do mestre, mas como proceder diante disso, não é? quer dizer, como que ele o o Thiago era uma pessoa que, de certa maneira era uma eh impedia a a maior violência dos judeus contra a casa do caminho, porque ele tinha um acesso muito grande com os fariseus. Então, se eh fosse feita essa eh essa liberdade dos princípios dos mestres e e eliminasse todas essas questões ainda presentes do farisaísmo, e haveria a possibilidade, segundo Pedro, seria justo prejudicarmos os mais desfavorecidos por causa de um ponto de vista pessoal? Quer dizer, essas pessoas eh que seriam são tão bem atendidas ali, deixariam de ser atendidas diante dessa separação tão freelha. Aí ele lembra que Jesus nos disse que não será pela carne que atingiremos o reino e sim pelo raciocínio e pelo coração, mostrando exatamente que a nosso crescimento tem que ser um crescimento espiritual e não só o material, né? que não era a carne que eh indicava o caminho do reino, mas era a vida espiritual. E aí ele levanta que ainda indispensável, pois todo o cuidado de nossa parte, a fim de nos causarmos prejuízos de qualquer natureza planta
ue eh indicava o caminho do reino, mas era a vida espiritual. E aí ele levanta que ainda indispensável, pois todo o cuidado de nossa parte, a fim de nos causarmos prejuízos de qualquer natureza planta divina. Pedro sentia que qualquer movimento mais agressivo naquele momento, né, contra as atitudes farisaicas de Thago dentro da instituição poderiam impedir o crescimento do do evangelho, né, da divulgação do evangelho. Ao chegar na comunidade de Antioquia, a alegria de Pedro, né, trouxe um novo alento à comunidade pela sua alegria, pela sua simplicidade, tratamento, tratando a todos com muita igualdade e carinho. E nisso estabeleceu-se um notável movimento de confiança e uniformidade de opiniões. Eles viveram um momento de muita alegria ali com a presença de Pedro, porque Pedro se sentiu muito bem acolhido e se sentiu em casa, a gente pode dizer assim, não é? No entanto, chega a cidade três emissários de Thago trazendo cartas para Pedro, que os recebe. Pedro os recebeu com muita estima. No entanto, a partir dessas cartas, desta presença da desses três, Pedro se modifica. Ele passa a ser ficar triste, retrai-se, não participa de eventos com os insurcisos, porque anteriormente a presença desses três, ele era convidado às festas, aos movimentos, a fazer palestras em outros lugares. E ele ia com muita alegria mesmo com os gentios, os incincos. Então, nem o homenagem ele participava mais e ele só se fazia acompanhar pelos mensageiros, não mais se referindo à liberdade que o evangelho outorga à consciência humana. Então Pedro sentia através da presença daqueles três emissários a o Thaago o vigiando para que ele não realmente a a atendesse a todos da maneira tão carinhosa que ele fazia. Então essas mudanças, né, foram sentidas e questionadas por toda a comunidade. Por que que Pedro que tava era tão integrado à comunidade de repente se retrai, não é? Então, esse sentimento é um sentimento que eh toda a comunidade passa a sentir. Mas Paulo principalmente é questionado peloscisos, que é aqueles que mais
rado à comunidade de repente se retrai, não é? Então, esse sentimento é um sentimento que eh toda a comunidade passa a sentir. Mas Paulo principalmente é questionado peloscisos, que é aqueles que mais sentiram que Pedro eh mudou em relação a eles. E num dia, numa noite e num momento em explanação na tribuna, Paulo resolve mexer com esse vespiro, o que que tava acontecendo. Mas ele lembra da figura de Jesus. Então ele exalta nesse momento a emancipação religiosa no mundo após a vinda de Jesus. Jesus trouxe uma forma diferente de ver o Pai, de ver Deus. Deus era um pai e não aquele juiz, aquele eh perseguidor eh do homem. Ele recorda a generosidade de Jesus, a generosidade do Mestre. Desculpe. Em relação aos publicanos, aos pecadores, aos doentes, ele eh tratava todos de uma maneira tão inqualitária, com tanto carinho, com tanto amor. Então, essa generosidade do mestre, como deveria ser copiada pelos seus discípulos diante do sentimento de unificação em Jesus? Quer dizer, Jesus veio nos unir, veio nos eh tornar mais próximos, né? Ele questiona a mudança do comportamento de Pedro, que ali é considerado para todos como exemplo vivo. E essa mudança que ocorreu após a chegada dos mensageiros de Jerusalém. Então, essa afirmação de que o evangelho deve ser livre de todos os preconceitos e errôneos do mundo, pois a palavra do Cristo não está algemada aos interesses inferiores do sacerdócio de qualquer natureza. Então, Paulo se debate exatamente contra aquele aquele todo aquele movimento que tenta trazer para dentro do cristianismo a o farisaísmo, não é? O evangelho é livre, é livre de preconceitos errôneos. Então aí na na epístola a Gálatas, a o Paulo ah cita, né, ele coloca lá na epístola que ele falou a Pedro, ele cita Pedro textualmente e diz o seguinte: "Se tu, né, não fala Pedro aqui, mas foi para Pedro, se tu sendo judeu, vive como os gentios e não como judeu, por que obrigas os gentios a viverem como judeus. Se Pedro entre os gentios, eles era igual às outros, por que que agora
, mas foi para Pedro, se tu sendo judeu, vive como os gentios e não como judeu, por que obrigas os gentios a viverem como judeus. Se Pedro entre os gentios, eles era igual às outros, por que que agora ele queria que os outros que não são judeus vivessem como judeus? Então, eh, Paulo consegue colocar exatamente aquilo que era necessário nesse momento. Só que essa fala de Paulo é percebida por Banabé como um questionado por ele, porque como que ele ataca a figura de Pedro, né? E Paulo responde exatamente que temos sim um direito, o de viver com a verdade, o de abominar a hipocrisia e o que é mais sagrado, o de salvar o nome de Simão das arremetidas farisaicas, cujas sinuosidades conheço por constituirem o báratro, quer dizer, o abismo escuro de onde eu pude sair para as claridades do evangelho de redenção. Paulo, como doutor da lei, conhecia profundamente todo aquele movimento, não é, de exterioridade de farisaísmo e não da verdade, do verdadeiro conhecimento, né? O processo de eh não de crescimento, mas um processo de assim de fechamento entre aqueles que eh dominavam as mesmas ideias. E Pedro, o que que acontece com ele? Diante dessa situação, ele considerou a sublimidade da sua tarefa no campo da batalha espiritual pelas vitórias do evangelho. Então, a gente vê aqui na figura de Pedro que ter, ele assumiu realmente o papel que Jesus lhe deu, né? Ele vem olhando toda aquela discussão, todo aquele movimento, né? naquela disputa que estava ali presente, ele pensou que de um lado estava Thago, que tinha uma missão, ele estava cumprindo uma missão elevada junto ao judaísmo, de cujas atitudes conservadoras surgiam incidentes incidentes felizes para a manutenção da igreja de Jerusalém. Porque Thago conseguia, diante das dificuldades, eh eh minorar as dificuldades para que a igreja do caminho pudesse continuar existindo, né? Então ele tinha um papel importante e realmente a ah Jesus diz que não veio destruir a lei, né? Então Paulo, Pedro tinha essa consciência. Já Paulo, ele vê do outro lado, é um
continuar existindo, né? Então ele tinha um papel importante e realmente a ah Jesus diz que não veio destruir a lei, né? Então Paulo, Pedro tinha essa consciência. Já Paulo, ele vê do outro lado, é um amigo desassombrado dos gentios. é aquele que levou a palavra aos gentios na execução de uma tarefa sublime. De seus atos heróicos derivava toda uma torrente de iluminação para os povos idólatras. Então, através de Paulo, somente através dele nesse momento, os gentios teriam acesso a todo aquele cabedal maravilhoso de conhecimento que Jesus trouxe através do seu evangelho. Ao pensar nesses dois e analisar o papel de cada um, ele pensa: "Qual o maior aos seus olhos de companheiro que convivera com o mestre e dele receber as mais altas lições?" E aqui a gente pensa assim, Jesus nesse momento, a quem apoiaria? A Thago, a ao a Paulo, não é? Então é isso que Pedro, todas as lições que Jesus deu, qual que seria de fato a posição de Jesus? E aí ele, num ato de humildade pediu ajuda ao mestre. E aí que essa essa lição aqui nesse momento, eu fico assim pensando, muitas vezes a gente quer resolver os nossos problemas com as nossas fragilidades. Esquecemos de pedir ajuda. E ele veio aqui nesse momento pedir ajuda ao mestre. Enquanto toda aquela parafernal estava acontecendo ali aquelas discussões, ele lembrou do mestre e veio-lhe a lembrança de Jesus no Calvário. Sozinho. Ninguém o compreendera. Lembrou-se da cruz do Cristo, uma linha horizontal e uma linha vertical justa apostas, formavam figuras absolutamente retas, um símbolo de perfeito equilíbrio. Que coisa linda esse pensamento de Paulo, de de Pedro, pensando na cruz como dois duas retas, dois dois pensamentos diferentes que se intercruzam. O mestre amar a todos indistintamente, repartir os bens eternos com todas as criaturas. Ao seu olhar compassivo e magnânimo, gentios e judeus eram irmãos. Era preciso ser justo, sem parcialidade ou falsa inclinação. Então Pedro, nesse momento, sentiu amor, está vazando um amor entre os dois,
eu olhar compassivo e magnânimo, gentios e judeus eram irmãos. Era preciso ser justo, sem parcialidade ou falsa inclinação. Então Pedro, nesse momento, sentiu amor, está vazando um amor entre os dois, Paulo e Tiago. São dois, duas linhas retas, dois símbolos de perfeito equilíbrio dentro do cristianismo. Tiago, pensou Pedro, deveria ser amado pelo seu cuidado generoso com israelitas. E Paulo pela dedicação extraordinária a todos. Quantos ainda não o conheciam, ainda não conhecia a ideia do Deus justo. Ambos tinham uma missão, missão diferentes, mas tão importantes quanto, né? Enquanto a assembleia se debatia em fervorosa discussão, Pedro, em silêncio, sereno, com os olhos marejados, era alvo dos olhares curiosos que exigiam seu posicionamento. Que que Pedro vai decidir? Vai ficar do lado de Paulo? Vai ficar do lado de Thaago, né? Os ânimos se afloraram. E a gente vê muito isso daqui, às vezes no centro espírita, né? na casa espírita, às vezes a gente fica se debatendo por ideias, por pequenas dificuldades que aparecem, com posições diferentes e a gente fica com posicionamentos tão arraigados, não querendo abrir, não dando posição aos outros, não vendo no outro, que o outro também tem uma posição importante a ser complementada, né? Então, Pedro lembrou-se então da lição de Jesus. o que desejasse ser o maior fosse o servo de todos. Então, Jesus em momentos na sua, lembrando, principalmente Pedro deve ter lembrado que quando ele eh Jesus quis lavar os pés dos apóstolos, né, na última ceia, Pedro foi aquele que se negou. Não, mestre, eu que devo lavar os seus pés. E Jesus mostrou da importância da humildade. Ele ali estava sendo humilde para ajudar a todos. Pedro lembrou-se disso. E diante de uma possível explosão de ânimos, que talvez houvesse assim um uma cisão muito profunda, Pedro se levanta calmamente e diz: "Então, esse momento as a fala de Pedro traz um impacto muito grande. Irmãos, muito tenho errado neste mundo. Não é segredo para para ninguém que cheguei a negar o mestre no instante
calmamente e diz: "Então, esse momento as a fala de Pedro traz um impacto muito grande. Irmãos, muito tenho errado neste mundo. Não é segredo para para ninguém que cheguei a negar o mestre no instante mais doloroso do evangelho. Tenho medida a misericórdia do Senhor pela profundidade do abismo de minhas fraquezas. Se errei entre os irmãos muito amados de Antioquia, peço perdão de minhas faltas. Submeto-me ao vosso julgamento e roga a todos que se submetam ao julgamento do Altíssimo. Em seguida, ele pede que orem por ele, que ele precisa de orações e cada um daqueles que ali se encontram precisam das orações, precisam do apoio do Altíssimo. E aí a gente vê, terminando essa fala, ele pede para Paulo expor o evangelho, né? E Paulo, ao terminar, a reunião é encerrada sem novas disputas, sem novas discussões. Então essa atitude ponderada, equilibrada de Pedro, salvar a igreja nascente. Então ele dá aqui um exemplo muito grande de humildade. Então eu trouxe aqui do pensamento e vida, né, de Emanuel, que a humildade não é servidão, pelo contrário, sobretudo independência, liberdade interior, que nasce das profundezas do espírito, apoiando-lhe a permanente renovação para o bem. Então, esse exemplo de de humildade que Pedro dá, aprendido com Jesus, não é? Eh, é a liberdade interior que a gente consegue. Liberdade essa de pensamento, de ideias, porque a humildade é um espaço de grandes conquistas, de grande desenvolvimento, né? Então, seguindo, Paulo e Pedro conversam muito entre si, ficam muito amigos, trocam muito ideias, né? E Paulo chega a questionar Pedro, transportar o evangelho para o judaísmo não seria asfixiar-lhe as possibilidades divina? Quer dizer, o evangelho não vai perder a sua clareza, a sua qualidade, não é? E que Pedro responde: "Mas e o esforço milenário dos judeus? Se Jesus afirmar a sua missão como o exato cumprimento da lei, não era possível afastar-se à nova da antiga revelação. Proceder de outro modo seria arrancar do tronco vigoroso o galho verdejante
deus? Se Jesus afirmar a sua missão como o exato cumprimento da lei, não era possível afastar-se à nova da antiga revelação. Proceder de outro modo seria arrancar do tronco vigoroso o galho verdejante destinado a flutecer. Então, o a nova lei, o evangelho sai da da lei antiga, lá está está toda a semente, né, a toda a proposta, toda preparação para a vinda do Messias. Então, Jesus era esperado através da lei antiga. Então, não, que Pedro quer colocar aqui é realmente não abandonar totalmente, né? Mas como fazer isso, né? Diante do impasse, Paulo sugeriu a realização de uma assembleia de correligionários mais dedicados, aqueles mais envolvidos, não é, a ser realizada em Jerusalém, a fim de que o assunto fosse ventilado com maior amplitude, ideia acatada prontamente por Pedro, porque Pedro viu ali uma saída, maior número de pessoas, maior número de de envolvidos no evangelho. na no estudo do evangelho, haveria certamente uma luz para iluminar esse caminho do evangelho que estava sendo seguido. E aí vamos lembrar da fala de Mateus, né, que referindo-se a Jesus, não é, que faz uma analogia. Ninguém põe remendo de pano novo em roupa velha, porque o remendo repuxa a roupa e o rasgão torna-se maior. Mas como fazer isso então, não é? Se a gente estava colocando algo novo dentro de uma do antigo novo testamento dentro do Antigo Testamento. Então Jesus explica: "Não é adequado tentar misturar algo novo com algo antigo que não tem compatibilidade, pois causa mais danos que soluções." Jesus usou essa metáfora para explicar que seus ensinamentos e a nova aliança não podiam ser encaixados nas estruturas do judaísmo da época, não é? Assim como é preciso roupa nova para uma nova realidade, Jesus chamava as pessoas a uma transformação completa e não apenas arremendar velhos hábitos e crenças. Daí as dificuldades às vezes da gente mudar apenas nosso exterior, os nossos rituais, né, a nossa forma de agir externa, mas os nossos sentimentos continuarem sendo sentimentos antigos, os sentimentos de raiva, de separação,
ezes da gente mudar apenas nosso exterior, os nossos rituais, né, a nossa forma de agir externa, mas os nossos sentimentos continuarem sendo sentimentos antigos, os sentimentos de raiva, de separação, de orgulho. A mudança tem que ser interna, né? É uma roupa nova, é uma mudança interna. E aí a gente vai para um segundo ato, que é a presença em Jerusalém, a a a ocorrência da Assembleia Jerusalém. Então, Paulo, Barnabé e Tito e mais dois irmãos dirigem-se a Jerusalém após 4 meses da volta de Pedro, a fim de participarem da Assembleia de Jerusalém. Paulo estava muito animado. Ele preparou, ele avisou toda a comunidade antes de ir que ele traria com certeza novas informações, principalmente a respeito da circuncisção. Então ele vai muito animado para Jerusalém porque ele sabia que lá com o maior número de pessoas no local onde a surgiu, né, a casa do caminho, haveria maiores possibilidades. E realmente, ao chegarem, eles foram muito bem recebidos por Pedro e João e alojados junto aos necessitados e doentes. Por onde eh a casa do caminho, não é? Era um local de abrigo também a todos os cristãos que por ali passavam. No entanto, quando Paulo chegou, ele ficou surpreso com as grandes transformações verificadas em Jerusalém, apesar dele já estar prevenido por eh por Pedro, né? Então, ele reparou principalmente, né, das grandes dependências, amplitude, né, das dependências para atendimento dos necessitados. A casa crescera muito porque na ausência de outros locais para atendimento e como Jesus tratava os doentes, Jesus curava. E Pedro e todos os apóstolos continuaram fazendo isso, para a casa do caminho, se dirigiam aqueles que sofriam no corpo e na alma. Então eles foram, foi necessário ampliar demais as dependências para o atendimento de todos aqueles eh que ali chegavam. Eles percebeu também, Paulo, a mudança no em Tiago, que portava-se agora como mestre de Israel, com característica dos hábitos farisaicos. não sorria, tinha rituais, assim, formas de falar, de se expressar como como os antigos eh
a mudança no em Tiago, que portava-se agora como mestre de Israel, com característica dos hábitos farisaicos. não sorria, tinha rituais, assim, formas de falar, de se expressar como como os antigos eh fariseus dentro do templo. Então, ele assumiu posturas, né, de que eram feitas, eram realizadas dentro dos templos judaicos e, principalmente ele percebeu a presença de novos cooperadores, muito semelhante às figuras do Sinedo. Esses representantes eram aqueles fariseus, aqueles judeus convertidos, mas que ainda mantinham em si a a uma tradição farisca e que auxiliavam no nas atividades da casa do caminho para que aquela casa não fosse destruída pelos judeus perseguidores, né? É aquela aqueles que a quem Pedro se referiu anteriormente, que a gente já colocou. Mas ao chegar lá, quando o o Paulo leva Tito pensando assim, ele era um, ele saiu da da linha dos gentios, né? Ele não era judeu, mas era um rapaz de muito conhecimento, de muito boa índole e que ele tinha assim muito apreço e confiava muito que ele seria um excelente orador. Só que ao chegar lá, houve o primeiro embate e Thago, porque Tiago exigiu que o Tito para participar das discussões fosse circuncidada. E Pedro novamente, aí houve novamente uma polêmica entre os dois e Pedro levantou que aquele momento, aquele encontro era exatamente para se tomar uma posição em relação a esses a esses assuntos. E aí ele diz, eh, que propunha que o irmão Tito fosse seja circuncid circuncidado amanhã para que participe dos debates com a inspiração superior que lhe conheço. Porque ao estar em Antioquia, o Pedro eh presenciou a fala de Tito e reconheceu nele um valoroso cristão. Então, era uma coisa de só menos importância. Pedro considerava naquele momento para que os ânimos se a se acalmassem e pudessem realmente ser eh realizada aquela assembleia. Mas Paulo não gostou nada disso. Ele ficou taciturno e abatido diante da realidade encontrada e da decisão contra a Tito que julgava um crime fazerem isso com ele, né? De imediato, ele pensou em
leia. Mas Paulo não gostou nada disso. Ele ficou taciturno e abatido diante da realidade encontrada e da decisão contra a Tito que julgava um crime fazerem isso com ele, né? De imediato, ele pensou em voltar para Antioquia, mas e a promessa que ele havia feito aos gentios de levar as cartas de emancipação? Pensou bem e achou que não seria mais conveniente recalcar seus milindres e se humilhar? Novamente a humildade aparece aqui, né? A paciência, o pensar no outro, o aceitar a ideia do outro. Como isso é difícil em nossa vida, né? Quando é difícil, quando alguém está nos falando alguma coisa, a primeira coisa que a gente pensa é já na o que nós vamos responder. É difícil ouvir o outro, é difícil ouvir a as a forma de pensar do outro. Então, Paulo, nesse momento, pensa que é melhor eh fazer a sua ser humilde, participar ativamente das atividades e mais para frente conseguir maiores lucros nessa discussão que ele vinha defendendo com tanto empenho, né? E aí começa a acontecer a assembleia. naquela mesma noite que eles chegam, as a assembleia começa a começam as discussões e as questões iniciais indicam as grandes modificações que eles queriam introduzir no evangelho. Então, para eles, os gentios deveriam ser considerado gado do povo de Deus, bárbaros que importava submeter a força com trabalhos mais pensados. Imaginem ouvirem isso, aqueles que estavam defendendo que todos são iguais, como aceitar tal informação, né? Imagina as discussões em torno disso. Questionava-se se pagãos eram semelhantes a outros homens convertidos a Moisés ou a Jesus. Quem que se converte a Moisés a Jesus? Era um ser diferente daqueles que se que estavam ali naquele momento. Quem se converteu anteriormente? Os pages pagãos são semelhantes ou não, né? O homem chegava ao ponto de achar que o homem só era homem verdadeiro, um homem completo, se fosse circuncidado, não é? Isso daí era um ponto dos mais atrozes. Por quê? Era uma exterioridade que não trazia nada para o o aspecto da espiritualidade.
ó era homem verdadeiro, um homem completo, se fosse circuncidado, não é? Isso daí era um ponto dos mais atrozes. Por quê? Era uma exterioridade que não trazia nada para o o aspecto da espiritualidade. Devercia regular os deveres relacionados aos alimentos impuros. aquela preocupação muito grande, né, que alimentos são puros, que alimentos são impuros. Isso eles achavam que deveria estar introduz ser introduzido no evangelho, determinar o processo mais adequado à ablução das mãos. Essa abolução das mãos era utilizada pelos judeus nos rituais e antes de comerem. Tem até um fato em que eh Jesus é criticado porque os seus discípulos não lavam as mãos como os fariseus lavavam, né? E ela eh tem todo um ritual, é uma vasilha limpa, a mão deve receber a água alternadamente três vezes, né? a água cai na mão três vezes e depois é feita uma uma oração. Essa oração eh tornava os puros, tanto para receber aquele alimento que foi que é considerado um alimento puro, como para os rituais que que eh ocorriam. Mas o mais importante que eles levantaram é que o evangelho deveria ser incorporado ao livro dos profetas. Jesus seria mais um profeta, né? ficando subordinado à lei de Moisés. Então, essa essa fala eh foi de tal maneira rejeitada por Pedro que ela não avançou nas discussões. Ele rejeitou de maneira intransigente. Impossível que Jesus seja um profeta igual aos outros profetas. Ele de fato é o nosso Messias, né? Mas fora dessa assembleia, Paulo e Pedro continuavam dialogando, eles aprofundavam os assuntos, eles queriam chegar a um consenso, eles não queriam a divisão do cristianismo. Então, diante do inconformismos de Paulo, quanto as demonstrações de fingimento dos israelitas, porque para ele isso não passava nada de a não ser fingimento, né? Pedro relata também que pensou em transferir-se para outra cidade diante das dificuldades vividas. Por aquelas dificuldades todas que ele estava vivendo e ele se sentia sozinho, ele tinha vontade de ir embora de Jerusalém. Mas o mestre lhe apareceu uma
outra cidade diante das dificuldades vividas. Por aquelas dificuldades todas que ele estava vivendo e ele se sentia sozinho, ele tinha vontade de ir embora de Jerusalém. Mas o mestre lhe apareceu uma noite, lhe falou, vejam vocês, Jesus apareceu a ele e veio lhe dizer, Pedro, atende aos filhos do Calvário antes de pensar nos seus caprichos. Então, essa fala de Pedro, de Jesus a Pedro transformou totalmente. Então, ele pensou em quantos necessitados e do dos doentes que lhe batiam a porta. Se ele fechasse aquele local, fechasse a casa do caminho, aqueles seres, aqueles homens, mulheres e crianças ficariam ao relento, ficariam sem ninguém para acolhê-los. E desde então ele, Pedro fala: "Não desejei mais que servi-los". Então, quando a gente fala assim que Jesus serviu o tempo todo, Jesus que não tinha um local para colocar sua cabeça, o tempo todo ele trabalhou, não é? Ele trabalhou porque a necessidade era muito grande, muitos eram os necessitados e a necessidade, principalmente dele deixar o seu ex. Então, essa fala de filhos do do Calvário acendeu uma luz em Paulo. Paulo chocou-se, pois lembrou-se da mesma expressão: "Filhos do Calvário" que ouvira da boca de Abigail na visão que tiverem Tarso numa noite silenciosa. Então, nessa noite ele teve uma visão. Ele estava sozinho longe da cidade, uma caverna. E ele eh lembrou que Abigaí passou, apareceu para ele e falou que ele devia cuidar dos filhos do evangelho. Então Paulo sentiu assim uma afinidade muito grande em relação a Pedro e também sentiu a a a importância do seu trabalho, né? Então num elo de compreensão fraterna, né? A a fraternidade entre eles estava assim bem avançada. Paulo questiona Pedro, qual a razão principal da preponderança, preponderância farisaica da igreja de Jerusalém? Por que que a igreja de Jerusalém precisava tanto desses fariseus, né? Então Pedro vai dizer, ele responde que é a questão monetária, né? pois atendem mais de 100 pessoas por dia. Vocês imaginam naquele período atender mais de 100 pessoas, além dos
o desses fariseus, né? Então Pedro vai dizer, ele responde que é a questão monetária, né? pois atendem mais de 100 pessoas por dia. Vocês imaginam naquele período atender mais de 100 pessoas, além dos serviços de assistência a enfermos, aos órfos, aos desamparados. Por isto eles contraíram dívidas. Os que estão melhores ajudam nas hortas e nos cuidados com os outros doentes. Porque Paulo logo colocou: "Ué, por que que essas pessoas quando melhoram não podem ajudar nos trabalhos?" Aí ele disse: "Não, já estão ajudando, sim, eles já participam". No entanto, ainda preciso de muita ajuda, porque a ajuda que eles precisavam era material, era monetária, era para comprar os mantimentos, né? os o fazer, eles conseguiam muita coisa através dos próprios assistidos que ali ocorriam. E Paulo sugere então que sejam criadas condições outras, né, para que a casa pudesse viver de recursos próprios, contando para tanto com os órfãos, os velhos e os homens que fossem aproveitáveis para poder que poderiam trabalhar não só na horta, porque eles já estavam fazendo isso, né, e nos cuidados da casa, mas em outros trabalhos que trouxessem ajuda à casa. Então, seriam trabalhos externos que poderiam trazer recursos, né, monetários para a continuidade do trabalho que a casa exigia. Então, ele diz que onde há trabalho, há riqueza e onde há cooperação, há paz. A importância do trabalho aqui descrita por Paulo, né, que o trabalho é a riqueza ao e ao trabalharmos a gente está cooperando para o progresso, né? Então tem uma fala aqui de no livro roteiro de Emanuel, né, que referindo-se a isso de Paulo, Paulo de Tarso, transferindo-se da dignidade do Sinedrio para o duro labor do tear, que já foi tão discutido, foi comentado nos capítulos anteriores, né, o quear, o trabalho manual, o tecer, a dificuldade, as dificuldades pelas quais ele passou, confeccionando tapetes para não ser pesado a ninguém e garantindo por esse modo a sua liberdade de palavra e de ação. É o símbolo do cristão que educa demonstrando que a claridade do ensino
le passou, confeccionando tapetes para não ser pesado a ninguém e garantindo por esse modo a sua liberdade de palavra e de ação. É o símbolo do cristão que educa demonstrando que a claridade do ensino deve aliar-se à glória do exemplo. Então essa fala aqui de Manuel nos mostra exatamente o papel de Paulo através do seu trabalho, da dignidade que esse trabalho traz e com a possibilidade da ajuda aos outros, né? E e a gente eh lembra aqui que o nosso trabalho espiritual, nosso trabalho na casa espírita, o nosso trabalho na mediunidade não é um trabalho remunerado, é um trabalho de amor, porque tudo nós, esse trabalho todo é destinado à vida espiritual, não é? Então Paulo, diante disso, propõe ainda que ele Barnab ainda que ele Barnabé que trabalham com Tecelão e Oleiro consigam nas cidades que visitarem recursos a serem destinados à comunidade de Jerusalém. Já que eles trabalhavam, eles poderiam trazer recursos para essa comunidade. Vejam a grandeza do coração de Paulo. E ele acrescenta: "Se trabalhamos pelo Cristo, será justo também pedirmos por amor ao Cristo." E aqui a gente lembra muito de Francisco de Assis, né, que pedia se humilhando, né, em todos os recantos, ajuda para manter os seus pobrezinhos, não é? Então, o trabalho no Cristo é um trabalho eh justo, né? e e a e pedir também pedir aqueles que nos ajudam, porque muitas vezes as pessoas têm eh dificuldade de encontrar um trabalho em que eles possam ajudar. Quando nós divulgamos os trabalhos da casa espírita, eh quantas pessoas eh eh passam a fazer parte porque elas gostariam de estar trabalhando e não sabem aonde. Daí a importância da gente divulgar o trabalho que ocorre nas casas espíritas, né? um trabalho de outurno de divulgação daquilo que ali ocorre. Estava esboçado assim o projeto que desenvolveria, que Paulo, né, desenvolveria até o final dos seus dias, mesmo diante das inúmeras dificuldades enfrentadas. Então, a vida inteira dele, até a sua morte, ele trabalhou juntando os recursos, pensando na casa
aulo, né, desenvolveria até o final dos seus dias, mesmo diante das inúmeras dificuldades enfrentadas. Então, a vida inteira dele, até a sua morte, ele trabalhou juntando os recursos, pensando na casa do caminho, que era a casa de que era dos trabalhos cristãos, dos trabalhos da igreja, o mais eh o mais amplo, o mais necessitado. E aí aquelas discussões continuaram por mais de uma semana, né? né? Nós estamos falando da assembleia de Jerusalém, mas o tema principal sempre era a circuncisão. Ia e voltava, ia voltava, chegava na circuncisão. E se chegar a um acordo, Pedro pede a palavra e de maneira enérgica, porém serena, ele afirma: "Deus nos elegeu para que os gentios ouvissem as verdades do evangelho e cressem no reino." Quer dizer, os judeus foram o caminho para levar aos gentios a palavra de Deus. No dia de Pentecostes, as vozes falaram para os filhos de Israel e para os pagães. Quer dizer, todos ouviram a voz de Jesus, a voz de Pentecostes na na noite de no dia de Pentecostes. Então, todos são considerados iguais, né? Jesus afirmou que os cooperadores do reino chegariam do ocidente e também do oriente. Não seriam só aqueles que ali estavam, mas de todos os lugares. Porque Jesus veio para todos, não só para os judeus. O mestre falava todos buscando harmonização constante. Ele harmonizava, ele diminuía as dificuldades, ele tornava todos iguais, né? Jesus nos trouxe o evangelho para não ser enclausurado por um grupo, porque só eles teriam direito a ter o eh a ter conhecimento do evangelho, aquele caminho, verdade e vida que Jesus nos trouxe, né? Não mandou o mestre que pregássemos a boa nova para todas as nações? É interessante a gente ver essa fala de Pedro, que as pessoas estavam tão envolvidas ali no na materialidade, nas coisas externas, que todas essas falas de Jesus, apesar de serem conhecidas de todos, não eh repercutia em suas consciências. Pedro precisou trazê-las. Deus nos purifica o coração pela fé e não pelas ordenanças do mundo. Não são as coisas exteriores que são
e serem conhecidas de todos, não eh repercutia em suas consciências. Pedro precisou trazê-las. Deus nos purifica o coração pela fé e não pelas ordenanças do mundo. Não são as coisas exteriores que são importantes, é o coração que é realmente a a que onde está a nossa fé. Se o evangelho nos trouxe nossa libertação, como impor aos novos discípulos um julgo que não pudemos suportar? Então, Pedro traz aqui toda a consideração que Jesus faz, mostrando que o seu evangelho é para todos, é para toda a humanidade. E ele encerra dizendo: "Suponho então que a circuncisão não deva constituir ato obrigatório para quanto se convertam ao amor de Jesus Cristo. E creio que só nos salvaremos pelo favor divino do mestre, estendido generosamente a nós e a eles também. Então, todos são eh chamados para seguir o amor de Jesus Cristo, não é? Então, essa essa essa necessidade da circuncisão foi aqui eh encerrada com essa fala de Pedro, que era eh considerado por todos ali como a última palavra mesmo, né? No entanto, com esta conclusão, Paulo ficou radiante, estava super radiante. Ele porque fora removido o maior obstáculo para os gentios, ele poderia voltar, né, levando essa boa nova, mais essa boa nova aos gentios, de que eles não precisariam ser circuncidados. No entanto, Thago não conseguiu ocultar o seu desapontamento e, após elogiar a inspiração de Pedro, pediu a inclusão de três emendas. três emendas que vão. Os pagãos ficavam isentos da circuncisão. Quer dizer, ele abria a mão disso, mas deviam assumir o compromisso de fugir da idolatria, evitar a luxúria e abster-se das carnes de animais sufocados. Essas exigências de Thago não repercutiram muito em Paulo, porque para ele essas todas esses itens aqui são itens que todo indivíduo deveria evitar, não é? E aí ele não se preocupou com isso. Então, quando o Thiago coloca essa essa exigência, todos aceitam sem maiores problemas, né? No entanto, Pedro e aí acaba a a assembleia e com a carta dizendo quais foram as os o os finalmentes, né, que
ntão, quando o Thiago coloca essa essa exigência, todos aceitam sem maiores problemas, né? No entanto, Pedro e aí acaba a a assembleia e com a carta dizendo quais foram as os o os finalmentes, né, que eles conseguiram chegar. Mas Pedro, que era o guardião da igreja, né, o guardião do cristianismo, que Jesus disse que sobre essa pedra edificarei a minha igreja, ele era preocupado, estava muito preocupado com a igreja de Antioquia, porque ele esteve lá e viu o que estava acontecendo. E ele indicou a ida para lá dos companheiros Silas e Barzabá. E João Marcos, que era sobrinho de Barnabé, também voltaria com ele. Se vocês se lembram, João Marques lá, Marcos lá atrás viaj, fez uma viagem junto com Paulo e e Barnabé e ele não se saiu muito bem, né? E Paulo não gostou muito da atitude dele. Aí voltando paraa Antioquia, eles começaram a organizar a como que eles continuariam o trabalho que havia sido iniciado. Então já é Antioquia, diante da insistência de Barnabé de levar João Marcos com eles para as novas viagens em planejamento, porque ele assumiu junto à irmã que João Marcos, que era seu sobrinho, iria com eles em todos os locais. Paulo foi redutível, considerando as dificuldades a ser enfrentadas pelo jovem, que considerava ainda não preparado para as mesmas, porque nessas viagens as dificuldades eram imensas, não é? Eles eram, eles apanhavam, eram presos, Pedro, Paulo quase foi morto. Então, essas dificuldades eram muito difíceis ainda para um jovem como o João Marcos. Então Paulo não aceitava dele ir junto. E aí ele diz o seguinte: amizade entre eles, Barnabé e Paulo, seria rompida por conta disso, porque Paulo era foi redutível. Paulo refuta afirmando, quase sempre, Barnabé, a amizade a Deus é incompatível com a amizade ao mundo. A ocasião é a mesma, mas os campos devem ser diferentes. Se a criatura ainda não sabe todas as noções mais nobres relativas à sua vida e deveres terrestres, como consagrar-se com êxito ao serviço divino? Quer dizer, ele percebeu nas viagens nas viagens na viagem anterior
ainda não sabe todas as noções mais nobres relativas à sua vida e deveres terrestres, como consagrar-se com êxito ao serviço divino? Quer dizer, ele percebeu nas viagens nas viagens na viagem anterior que João Marcos não estava pronto ainda para se dedicar totalmente ao serviço de Deus, né, que exigia muitos sacrifícios. Então, essa fala de de Paulo aqui nos lembra essa fala de João que diz assim: "Se alguém disser amo a Deus, mas odeio odeia o seu irmão", é um mentiroso. Pois quem não ama seu irmão a quem vê, a Deus a quem não vê, não poderá amar. Que que essa citação nos faz recordar? Se a gente não viver bem no nosso lar, no nosso trabalho, na sociedade, não tivermos a convivência cristã, né, do homem renovado com os nossos irmãos, como que a gente pode eh falar que está se dedicando a Deus? Então, Deus a gente não vê. E como nós podemos amar se a gente não está amando, nós não estamos fazendo a nossa transformação. E aqui é bom a gente lembrar da do seminário da semana passada, né, da Jess, que foi muito lindo, em que ela mostra a reforma íntima. Então essa mudança nossa é uma mudança de coração com todos, não é? Não é só com Deus. Ter fé em Deus, conhecer, saber que que Jesus, eh, gostar de Jesus, acreditar em Jesus, não nos eh liberta da obrigatoriedade de amar a todos, amar os nossos irmãos a quem nós convivemos continuamente, né? E aí eles elaboram um plano de como será as serão as suas próximas atividades. Então Paulo irá com Silas para o Tauro, que era o interior onde hoje é a Turquia. É a região onde que Paulo ficou durante muito tempo. Barnabé vai com João Marcos para Chipre e Barzabá e Tito ficariam dando sustento na igreja de Antioquia. Então essa esse planejamento era no sentido realmente de que a a casa continuasse, a igreja de Antioquia continuasse com a força necessária, mas o trabalho de divulgação continuaria principalmente sendo realizado. Todos partiriam para novas experiências de divulgação e a vivência do evangelho, que era para isso que Paulo se sentia realmente preparado.
ho de divulgação continuaria principalmente sendo realizado. Todos partiriam para novas experiências de divulgação e a vivência do evangelho, que era para isso que Paulo se sentia realmente preparado. Aí nessas lutas, né, lendo, vendo esse capítulo, né, eu achei que deve-se se ressaltar a figura de Pedro, que fortalecido no amor do Mestre, conseguiu através de sua humildade, mansidão, paciência e caridade, impedir uma fenda profunda no cristianismo nascente. Então, Pedro foi uma figura central nesse capítulo. Eu senti isso, eh, esse papel dele, né, o tempo todo apaziguando, analisando, a acolhendo a todos. E aí tem uma fala no Vivendo com Jesus de Amélia Rodrigues, referendose-se referendo-se a Pedro. Pedro, arrependendo-se amargamente da covardia que o dominou na terrível noite da infeliz Jerusalém, ergueu-se da defecção e foi-lhe fiel até o fim. Em sua memória, ergueu lar dos desesperados na estrada entre Jerusalém e Jop. albergou todos os infelizes que o buscaram e enfrentou Roma nos seus dias de ódio, levando a todos que tinham necessidades o amor incomparável do amigo. As duas faces de Simão Pedro são encontradas em todos aqueles que descobrem Jesus ou por ele foram encontrados no caminho da evolução e sentem o desejo de o amar, de lhe entregar a vida. Então, na nossa vida, nós também temos essas duas faces. Continuamente a gente está entre as duas, não é? as dificuldades que a gente enfrenta e aquele aqueles momentos de amorosidade intensa que a gente quer fazer o bem, quer ir atrás, quer estudar mais, mas em alguns momentos a gente se retrai. Então, eh, e elas estão presentes em nossa vida. Isso é importante a gente considerar, como também foi falado no no capítulo passado, na no seminário passado, eu eu percebi assim que a a a ideia, né, de tecer um tecido, Pedro conseguiu tecer um o tecido, né, a o evangelho aqui, o tecido seria o evangelho utilizando as duas linhas, as duas linhas que vinham de Thago e vinham de Paulo. E através dessas duas ideias, das duas linhas, ele conseguiu desses
né, a o evangelho aqui, o tecido seria o evangelho utilizando as duas linhas, as duas linhas que vinham de Thago e vinham de Paulo. E através dessas duas ideias, das duas linhas, ele conseguiu desses dois fios, ele conseguiu tecer o evangelho, impedindo que o evangelho tivesse uma um um período de grandes dificuldades. A partir daqui, houve uma união maior entre todos os cristãos a partir dessa presença de Simão Pedro, desse eh desse discernimento dele e do acolhimento, do acatamento de Tiago e principalmente de Paulo, que temos demonstrado que todo aquele vigor, todo aquele amor a Jesus está sempre presente para servir, para ajudar e para estar ao lado de Todos aqui tem as referências bibliográficas que eu utilizei, né, alguns alguns livros, né, que é foram muitos livros lidos. Eh, realmente a gente tem que fazer uma síntese para poder trazer tanta mensagem maravilhosa que esse livro de Paulo Estevo nos traz. E toda a obra que fala de Paulo, né, toda a obra que fala de Paulo traz um conhecimento muito grande a todos. Eu queria agradecer e avisar que na próxima reunião quem vai falar o nossos cachinhos dourados, a Carlcia Ferreira. Muito obrigado pessoal. >> Carl, a palavra é sua, minha querida, para fazer a nossa prece. Oi. Então vamos fechar os nossos olhos buscando o nosso querido mestre Jesus para a nossa tela mental e agradecendo a ele pela permissão que temos de obter todo esse conhecimento, saber dos bastidores do cristianismo primitivo, agradecendo especialmente ao nosso Paulo de Táo, porque devemos a ele quase todo o Novo Testamento que temos conhecimento. agradecer por sua boa disposição e se entregar para trazer até até nós o evangelho de Jesus. Querido mestre Jesus, agradecemos por toda oportunidade de estudo. Agradecemos por todos os benfeitores que trouxeram todo esse conhecimento até nós, nosso querido Emanuel Chico, e com certeza uma grande equipe espiritual por trás da psicografia desse livro. E é tão bom saber do que aconteceu em minúcias. Nosso coração se alegra.
hecimento até nós, nosso querido Emanuel Chico, e com certeza uma grande equipe espiritual por trás da psicografia desse livro. E é tão bom saber do que aconteceu em minúcias. Nosso coração se alegra. por toda oportunidade que temos. Que esses conhecimentos, Senhor, possam nos tornar melhores, servir de roteiro para nós, para o nosso dia a dia, quando estivermos em situações difíceis que possamos lembrar do que foi vivenciado pelos seguidores do mestre e compreender que hoje estamos numa situação muito favorável, onde temos a liberdade de estudar e de praticar. o nosso evangelho, no nosso dia a dia, sem nenhuma perseguição. Agradecemos imensamente por isso. Abençoa, Senhor, a nossa casa de trabalho, todos os seus trabalhadores e os nossos estudos, Senhor, tantos estudos que são oferecidos na casa, que eles possam levar auxílio, reconforto, paz e equilíbrio a todos nós que estamos lá buscando essas orientações. Senhor Jesus, rogamos também que nesse momento todos os nossos companheiros do grupo possam ser auxiliados, que possamos através do nosso amor reunir boas energias e levar a cada um dos nossos companheiros do grupo, principalmente aqueles que estão mais necessitados, que os bons espíritos possam visitá-los, auxiliá-los, curá-los, Senhor. que a paz, o amor e a concórdia possa reinar em sua mente, seus corações e seus lares. E assim, felizes, Senhor, agradecemos mais uma vez pela oportunidade do estudo que tanto nos enriquece, apazigua a alma e orienta. Obrigado, Senhor. E que assim seja. E eu queria só fazer um comunicado a vocês que hoje, 20 de outubro de 2025, nosso grupo tá fazendo 40 anos. Oh, muita luz, >> muita luz para todos nós.
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