Paulo e Estevão 2a parte Capítulo 4 13102025
Para mais informações sobre a Casa Espírita Estudantes do Evangelho acesse o site: www.estudantesdoevangelho.com.br Instagram: @casaestudantesdoevangelho Facebook: @casaestudantesdoevangelho
A Casa Espírita Estudantes do Evangelho apresenta seminário sobre o livro Paulo e Estevão, obra ditada pelo espírito Emanuel, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, uma coprodução do GEF. >> Bom, então mais uma vez, boa noite a todos. Começando o nosso estudo dessa noite com uma mensagem de Emanuel do livro Palavras de Vida Eterna intitulada Produzimos e ela começa assim: "Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo se não permanecer na videira? Assim nem vós o podeis dar se não permanecerdes em mim". Jesus. Evangelho de João, capítulo 15. Versículo 4, produzimos. Tudo o que é alguma coisa produz algo. Elementos considerados desprezíveis estão fazendo isso ou aquilo. Pedras produzem aspereza, espinhos produzem lacerações, lama produz sujidade, martelo produz golpes. Entretanto, se produzimos para o bem, esses mesmos recursos em nossas mãos vêm-se promovidos a instrumentos valiosos, porquanto pedras ajudam nas construções. Espinhos de natureza técnica podem colaborar no serviço cirúrgico. Lama devidamente tratada é terra de sementeira e martelo controlado é auxiliar preestimoso. Cada criatura desse modo produz conforme os agentes em que se se inspira. Os seres mais lastimáveis, ainda que não queiram, estão produzindo sempre. O delinquente produz o desequilíbrio, o viciado produz o desregramamento, o preguiçoso produz a miséria. E o pessimista produz o desânimo. Onde estiveres, estás produzindo de acordo com as influências a que te afeiçoas e atuando mecanicamente sobre todos aqueles que se afeiçoam ao teu modo de ser. Todos produzimos inevitavelmente aprendizes do Evangelho na Escola Espírita Cristã. Recordemos, pois, a lição do Cristo. Permanecerei convosco se permanecerdes em mim. Estamos produzindo até os nossos pensamentos estão chegando a algum lugar e produzindo alguma coisa. Por isso, Senhor, elevamos até vós os nossos pensamentos, rogando a vossa inspiração para que a nossa produção possa ser dirigida
os pensamentos estão chegando a algum lugar e produzindo alguma coisa. Por isso, Senhor, elevamos até vós os nossos pensamentos, rogando a vossa inspiração para que a nossa produção possa ser dirigida por energias benéficas, inspiradoras, reconstrutoras do nosso da nossa personalidade ainda doentia. que saibamos identificar os bons recursos e sermos atentos, vigilantes para cada instante do nosso dia, da nossa, da nossa vida, da nossa caminhada, porque a produção que nós estivermos realizando é que vai gerar os frutos que nos acompanharão junto com a nossa consciência no dia que retornarmos ao mundo espiritual. E que a nossa bagagem esteja repleta de boas sementes que possam ser multiplicadas na continuidade dessa sementeira com os valores adquiridos nessa jornada terrena. que possamos nos inspirar nos passos de Paulo, na sua energia, na sua convicção, na sua determinação em fazer algo de positivo na para si mesmo, trabalhando para os outros, esclarecendo sobre o evangelho, fazendo chegar até nós nos dias de hoje toda essa mensagem que nos esclarece e elucida. Se não fosse a sua determinação, a sua vontade, Senhor, a sua grandeza de espírito, >> essa mensagem não teria chegado em nós. Por isso, nós te pedimos que inspire a nossa querida Jess nessa noite, para que essas sementes que ela vai plantar em nossos corações possam gerar bons frutos, para que possamos continuar nos esforçando autodeterminados, inspirados nesse exemplo que vamos colhendo semana a semana nos apontamentos e nas histórias que refletimos, a fim de que sejamos amos vitorios sobre nós mesmos nas nossas demandas íntimas. Agradecemos a espiritualidade que nos visita, que nos auxilia, que dirige esse grupo. E com a vossa permissão, com as vossas bênçãos, nós iniciamos o estudo desta noite, dizendo graças a Deus e a Jesus. E então, Jess, a palavra é sua. Vamos todos ficar atentos aqui a toda a mensagem que ela vem nos trazer, porque esse capítulo é lindo, muito importante. >> Com certeza. Só precisava de dois encontros porque
o, Jess, a palavra é sua. Vamos todos ficar atentos aqui a toda a mensagem que ela vem nos trazer, porque esse capítulo é lindo, muito importante. >> Com certeza. Só precisava de dois encontros porque ele é muito grande e tem muita coisa linda. Nós vamos tentar buscar a essência aí, porque tudo que a gente tirar dele vai ser precioso. >> Com certeza. Eh, primeiro dar boa noite a todo mundo, né, que está presente, que vai assistir depois. Sejam todos muito bem-vindos e que as palavras, né, do nosso estudo, eh, possam refletir o que é realmente esse estudo, esse livro, que é nos trazer cada vez mais para perto do ensinamento do Cristo, né? Eh, e lógico, né, muito bem escolhido o o assunto da leitura inicial, eh, produzir, porque, eh, até como uma breve introdução e um link aí da leitura com o assunto, lembrar que todos temos alguma coisa para produzir. Eh, na verdade, todos temos algo a oferecer, né? Eh, e o que que nós oferecemos? Se vocês falarem assim, Jessa, eu não sei nem no que eu tô produzindo, como eu descubro, né, que tipo de fruto eu estou produzindo? exatamente ao olhar o que eu estou oferecendo, o que as pessoas ao meu redor tê dito a respeito eh da minha presença, da minha companhia, daquilo que eu falo, daquilo que eu faço, porque são esses gestos, são esses comportamentos, são as vibrações emitidas pelas nossas emoções, pelos nossos pensamentos, que são exatamente eh os frutos daquilo que nós estamos produzindo no nosso interior. Então, se vocês querem saber o que estão produzindo, observem o que vocês estão oferecendo. E como que eu observo isso? Ouvindo aqueles ao meu redor. E se houver críticas, que a gente não tome isso simplesmente como um fator negativo ou alguém que h só tem algo ruim a dizer. Não que eu possa parar e refletir. Às vezes eu quero oferecer algo, mas eu não sei exatamente como oferecer e acabo não atingindo os meus objetivos. Então, a fala do outro é muito importante para nos direcionar. Então, vamos deixar o nosso milindre do lá de lado e aprender a ouvir com o
amente como oferecer e acabo não atingindo os meus objetivos. Então, a fala do outro é muito importante para nos direcionar. Então, vamos deixar o nosso milindre do lá de lado e aprender a ouvir com o desejo profundo de realmente produzir bons frutos, né? E claro, falando em bons frutos, se o solo, né, se se a videira é o Cristo, se o solo que nós estamos eh buscando florescer a partir dele, é o evangelho do Cristo, então é claro que a nossa árvore vai germinar, crescer, florescer e frutificar o bem. Vamos ver como que Paulo conseguiu fazer isso, porque ele vem de um momento Saulo de Tarso, né, que a gente já viu aí na na história até aqui do nosso seminário, quem foi Saulo de Tarso. E no capítulo de hoje, inclusive, né, a gente tem a mudança do nome dele de Saulo para Paulo. Nós vamos ver isso também, OK? E foi o que ele fez, né? Ele viu que o terreno que ele estava não era um terreno que ia frutificar boas coisas. Então ele aproveitou a a oportunidade de conhecer esse terreno novo que o Cristo lhe ofereceu. E ele resolveu eh realmente eh plantar a si mesmo num terreno diferente para poder produzir algo diferente. Então vamos ver, né, essa esse labor, essa batalha, esse trabalho aí eh de Saulo e a sua belíssima, eh, transformação. Então, vamos lá. Hoje, então, né, nosso seminário sobre Paulo Estevão, livro eh psicografado por Chico Xavier, não é, editado por Emanuel, mais uma das grandiosidades, né, as preciosidades que nós recebemos. Eh, estamos no capítulo 4 da segunda parte falando dos primeiros labores apostólicos, né, os primeiros trabalhos apostólicos. Então, fazendo um brevíssimo resumo do capítulo, porque como eu disse, ele é bem longo, né? Mas só para refrescar aí algumas coisas na memória, eh, o que que a gente tem nessa síntese? Nós vamos nos lembrar que eh o capítulo inicia com Saulo, né, ainda Saulo, voltando paraas suas raízes, trazendo a na prática aquele aprendizado que todo judeu fazia, que era um exercício, um laboro, uma profissão que lhe era ensinada, né,
inicia com Saulo, né, ainda Saulo, voltando paraas suas raízes, trazendo a na prática aquele aprendizado que todo judeu fazia, que era um exercício, um laboro, uma profissão que lhe era ensinada, né, pelos pais para que ele pudesse ter um ganhatão, né, ao longo da sua vida e que também pudesse produzir para a comunidade. Eh, esse eh essa profissão, né, que foi ensinada para Salvo, eh, foi exatamente a de Tecelão. OK? É claro que depois ele se envolveu, né, no com Sinédrio, eh, se tornou grande grande influenciador, né? fazia belíssimas eh falas, né? E só que num rumo que a gente sabe que não era o ideal, mas além, né, do cargo que ele alcançou no Sinédrio, ele tinha aí esse esse aprendizado, essa profissão que ele aprendeu de beo. volta essas raízes, né, e volta a exercer aquela primeira aquele primeiro labor, aquele primeiro trabalho, aquela primeira eh profissão que ele aprendeu. E isso por si já é um exercício de grande humildade, né? ele, o grande doutor da lei, né, é que eh a partir do momento em que abia a sua boca, todos se calavam para ouvi-lo, eh, de uma forma magnífica, né, como ele sabia se colocar, eh, simplesmente volta à suas raízes. E aqui a gente vai ver exatamente essa ideia de voltar às raízes usando, né, a o link que a gente fez com a leitura inicial no replantar, no refazer, no buscar um novo solo. Então ele vai lá na sua raiz, lá na sua essência para começar a transformação dessa essência para cima, né? E como eu disse, um exercício de muita humildade, porque depois de ser um o grande doutor, simplesmente eh eh voltar a ser um humilde tecelão, é preciso um exercício aí realmente de abnegação, abnegação dos títulos, abnegação das conquistas, da vaidade, né, do orgulho de todas as sementes do mal, né? eh e volta, né, essa essa atividade exatamente na sua terra natal. E mais um exercício de humildade, né? Porque se ele fosse ser um tecelão em qualquer lugar onde ele fosse desconhecido, menos difícil, né? Mas ir para onde todos o conheciam, conheciam da sua
a natal. E mais um exercício de humildade, né? Porque se ele fosse ser um tecelão em qualquer lugar onde ele fosse desconhecido, menos difícil, né? Mas ir para onde todos o conheciam, conheciam da sua fama, da sua capacidade, era um desafio ainda maior, né? Quantas vezes eh a gente pensa que seria necessário recomeçar? E a gente até vê que não só necessário, mas seria essencial. Mas a nossa vaidade, a vergonha de dizer, olha, tô tô partindo do zero de novo, eh, muitas vezes nos faz ter um um trabalho muito mais árduo e que demanda muito mais tempo, porque é muito mais difícil consertar algo do que fazer. E aqui, né, como a atividade dele era de tecelão, eu uso exatamente essa comparação da costura em função disso. Então, quem entende um pouquinho de costura sabe da grande dificuldade que é reformar uma peça. Primeiro porque se eu vou reformar, eu tenho que desmanchar o que tava sendo feito, né, ou que já estava feito. Então, eu tenho o trabalho de desmanchar, o trabalho primeiro de verificar o erro, segundo de desmanchar, terceiro de reconfigurar, né, a o novo modelo, a nova peça para só então trabalhar na transformação. Então, olha, o resultado final, ele é uma parte pequena do processo como um todo. E não só pelo trabalho que é todo esse processo até a transformação final, eh, ainda tem a dificuldade de admitir que errei, né? Que tomei o caminho errado, que dei um pontinho errado ali na trama, na costura da minha evolução, dos meus objetivos de vida. E aí eu tenho que desmanchar e começar de novo. Então esse é sim um exercício de muita humildade para todos nós e que muitas vezes a vaidade nos faz, como eu disse, fazer um trabalho muito maior, muito mais longo, mais demorado e que muitas vezes não fica do jeito que a gente gostaria, porque é um remendo, né? Não é um refazer, não é um recomeçar, é só um tentar remendar. Então, a gente já começa a ir fazendo as nossas reflexões eh a partir dessas analogias, né? Eh, o capítulo termina como ele tendo implantado, né? Ele que começou lá
recomeçar, é só um tentar remendar. Então, a gente já começa a ir fazendo as nossas reflexões eh a partir dessas analogias, né? Eh, o capítulo termina como ele tendo implantado, né? Ele que começou lá a terceiro um fio novo, né, de uma de uma transformação de um homem novo. Ele termina o capítulo mostrando pra gente que valeu a pena, né? valeu a pena ele se empenhar no tecer eh da do homem novo, né, dessa vestimenta nova que ele se propõe a fazer, de se internalizar eh os o a sua essência, né, dele retomar essa essência para ele a partir daí fazer algo melhor. E aí o capítulo termina mostrando, né, que ele consegue implantar esse apostolado, né, essa essa lição que o Cristo veio trazer, o evangelho de Jesus para muito além do que se imaginava, porque ele sai do círculo dos judeus e vai apresentar as lições do Cristo para aqueles que não eram judeus, né, para os gentios. Então ele amplia isso enormemente, né? Eh, e faz isso na sua integralidade, modificando inteiramente os rumos daquela igreja inicial, daquela igreja eh que estava ainda muito muito fechada ali, tentando eh levar esse conhecimento para o seu próprio núcleo, né, que era o núcleo dos judeus. Então ele expande isso, só que claro, né, demanda todo trabalho, demanda esforço e sacrifício. Por isso que muitas vezes também a gente desiste eh de produzir, porque tem o trabalho eh de fazer essa construção, né? Eh, e o ponto de partida para tudo isso, segundo, né, nos coloca o capítulo, foi um convite que Saulo recebe de Barnabé, que tinha sido eh solicitado a ele que eh dirigisse a igreja lá de Antioquia ou Antióquia, dependendo, né, da da tradução que a gente fizer aí. Eh, e por essa razão, Barnabé precisaria de alguém que fosse labrador realmente valoroso, né? Eh, que fosse alguém que conhecesse tanto a lei mosaica quanto os ensinos do mestre, né? Eh, e que ainda tivesse condições de trabalhar, né, de criar o seu próprio sustento. Por quê? Porque aquele grupo, eh, o grupo dos caminheiros, né, eh, da casa do caminho,
to os ensinos do mestre, né? Eh, e que ainda tivesse condições de trabalhar, né, de criar o seu próprio sustento. Por quê? Porque aquele grupo, eh, o grupo dos caminheiros, né, eh, da casa do caminho, era um grupo muito pobre, né, que eram lá da dos 12 e que tudo que eles estavam construindo, todo o auxílio que eles estavam oferecendo era com muita dificuldade, inclusive financeira, né? Então, precisava de alguém também eh que tivesse condição de minimamente se prover e até de ajudar o grupo, né? Assim, Barnabé então vai à Teso e convida Saulo, que fica satisfeitíssimo. E aí nós vemos então que o capítulo descreve essa transformação do orgulhoso e temido fariseu, né, lá do Sinédrio, Saulo de Tarso, em um humilde operário, como quando após ele dedicar-se a essa humilde tarefa de Tecelão, a ele voltar às suas origens, a sua essência, né? Eh, na sua cidade natal, que é a cidade de Tarso, e sua subsequente ida para Antioquia a convite de Barnabé. lá. Então, Paulo assume tarefas também muito simples. Ele não chega assumindo o compromisso eh de falar sobre o evangelho. Ele começa com pequenos labores, com labores também muito simples, até porque, né, ele tentou, né, expor alguma coisa do que ele já vinha estudando, do que ele já conhecia a respeito das lições do mestre. Eh, e ele simplesmente não se reconheceu, né? Porque ele, como era um uma pessoa acostumada a fazer grandes discursos, se viu travado, né? Aquela velha história, deu branco, pânico total, OK? E ali naquele momento, ele se percebe incapaz eh de seguir naquele ritmo que antes era para ele tão natural. E aí, mais um movimento de humildade. Ele entende que ele não estava pronto para a nova tarefa. Então, o que que ele precisaria nessa nova tarefa? Dedicação, empenho, paciência. E assim é também com tudo que a gente se dispõe a fazer que é novo. Algumas vezes a gente até consegue isso de forma rápida, mas geralmente se é algo um pouco maior, se é algo eh que exige um pouco mais de nós, vai ser muito mais bem feito se nós soubermos
que é novo. Algumas vezes a gente até consegue isso de forma rápida, mas geralmente se é algo um pouco maior, se é algo eh que exige um pouco mais de nós, vai ser muito mais bem feito se nós soubermos usar de tempo, paciência, perseverança para que a gente estude, aprenda, desenvolva, né? Eh, e ele acaba então nessa ideia, né, de que ele precisava estudar, ele começa a fazer pequenas reuniões de estudo, porque isso seria bom para ele e bom também para quem tava ali iniciando, querendo conhecer um pouco mais. Então, ia dando para ele não só o estudo em si, mas aquela prática, né, de falar, de comentar, eh de eh poder explorar o pensamento. Então ele de novo, né, volta um movimento bem mais simples e também a o o trabalho, né, de cuidar de alguns doentes, o que lhe propiciava a oportunidade de se dedicar a esse aprendizado. Ali ele conhece e cria forte laço, forte amizade com Lucas, que era um médico e que posteriormente vai vir a se tornar um dos evangelistas, né, do Novo Testamento. Eh, e Lucas, antes de partir, porque eles ficaram ali um tempo, Lucas ouviu muito, aprendeu muito e também passou muita coisa, muito aprendizado para Paulo, foi uma, para Saulo foi uma troca muito interessante. Ali o laço deles permaneceu, mas cada um tinha eh de tempos em tempos, né, que cumprir os as suas tarefas em locais diferentes e eventualmente eles voltavam a se encontrar. Então ali Lucas eh parte de novo, né, ruma a ao seu trabalho, mas antes de ir, ele sugere que eh o nome do grupo então eh poderia passar a ser cristãos, porque aí sim caracterizaria bem melhor a ideia daqueles que seguem os ensinamentos do Cristo, os passos do Cristo, né? Então, a partir dali, a gente tem a denominação cristãos para esse grupo que não só segue, mas que eh exercita esse evangelho com dificuldade. Sim, não é à toa que tem 2000 anos e a gente ainda tá tentando aprender que dirá executar, né? Então, sim, a partir de muito tempo, né? e fala da partida de Barnabé, de João Marcos e de Saulo para uma viagem
o é à toa que tem 2000 anos e a gente ainda tá tentando aprender que dirá executar, né? Então, sim, a partir de muito tempo, né? e fala da partida de Barnabé, de João Marcos e de Saulo para uma viagem evangelizadora, então, gentios, né, onde Saulo começa aí sim a se destacar, eh, culminando na cura do governador Sérgio Paulo, que se converte ao cristianismo, né, através das pregações. e em homenagem tanto a Sérgio Paulo, como pelo fato de que Paulo, que era que tinha dupla cidadania, né, que era também cidadão romano, eh trocar o seu nome para Paulo, por Paulo era a a tradução romana de Saulo e era também uma homenagem a Sérgio Paulo, tá? Então, nesse momento, a gente tem também a mudança do nome dele, eh, de Saulo para Paulo. Tudo isso acontecendo nesse capítulo. OK, revisão feita. Vamos então para análise de alguns pontos. Então, vamos lá. Nossa análise então junto com vocês do tecelão do Evangelho. O que que a gente traz aqui como análise ou analogia desse tecelão do Evangelho, que é um termo já, né, que já foi utilizado nos capítulos anteriores. ser, como eu disse, né, vem da ideia ali de construir algo, eh, de costurar, de cozer, de eh pegar fios, trançar os fios, eh organizar uma trama de fios, dando a ela um formato e mais do que um formato, uma utilidade, né? seja um tapete, seja uma coxa, seja uma roupa, seja o que for, né? Porque o tecelão em princípio, né, aqui na história, eh, fazia tapetes e tudo, mas se a gente amplia a ideia de tecer, tecer é criar tecidos através dessa trama de fios. Então vamos guardar essa essa imagem porque ela vai ser muito representativa na nossa análise como um todo. Por quê? O que que é reforma íntima se não a gente pegar esses fios, né, das nossas personalidades, das nossas ações, dos nossos pensamentos, dos nossos sentimentos, ir trançando, ir dando um formato a cada fio que a gente transa, a cada configuração nova que a gente dá, a gente precisa primeiro Primeiro ter um objetivo, saber o que que a gente vai construir ao tecer esses fios. A gente
um formato a cada fio que a gente transa, a cada configuração nova que a gente dá, a gente precisa primeiro Primeiro ter um objetivo, saber o que que a gente vai construir ao tecer esses fios. A gente precisa a partir desse objetivo, dessa ideia, ter uma programação de como a gente vai fazer isso e a partir daí paciência e perseverança para devagarinho ir formatando isso. Reforma íntima é assim, né? é a gente traçar um plano do que que eu realmente quero construir como indivíduo, né, como eh uma pessoa que busca evoluir, que busca melhorar. Então, eu preciso formatar uma ideia de quem eu quero vir a ser, quem é esse ser eh que eu pretendo alcançar, né, no nível de perfeição que uma criatura pode alcançar. Eh, então eu preciso ter uma ideia disso. Eu preciso saber que tipo de fio eu preciso usar. E para isso eu preciso saber o que que eu tenho de bom e o que que eu tenho que não é tão bom assim. Porque o que eu tenho de bom vai dar o material maravilhoso e o que eu tenho de não tão bom, como também a Cíntia trouxe na leitura pra gente, ainda assim pode ser muito útil, né, quando bem utilizado, quando utilizado da forma certa, no momento certo, pode ser muito útil, sim. e aquilo que realmente para aquele momento puder eh manchar ou eh dar uma configuração ruim para para esse eu que eu estou tecendo, é preciso também saber e ter a coragem de deixar de lado para não comprometer eh o trabalho como um todo. Então a gente vê que é algo realmente muito grande, né? É uma é um um labor muito grande esse de ser tecelão do novo eu, né, da pessoa nova, do indivíduo novo. E esse indivíduo novo é alguém que está se transformando dia a dia, né? Então, por isso a perseverança, a paciência. E qual o nome que a gente vai dar nessa tecelagem? A gente vai dar o nome de reforma íntima, ok? Paulo em exercício de humildade, como nós falamos, né? Se recolhe no deserto da autointrospecção, né? Se a gente lembrar lá dos capítulos anteriores, vai pro deserto para ele refletir sobre quem ele era, sobre quem
ício de humildade, como nós falamos, né? Se recolhe no deserto da autointrospecção, né? Se a gente lembrar lá dos capítulos anteriores, vai pro deserto para ele refletir sobre quem ele era, sobre quem ele eh acreditava que ele deveria vir a ser. quando Jesus mostra para ele, né, eh, quem era, quem Jesus esperava, né, eh, que ele fosse de acordo com os potenciais que ele já havia adquirido, né? Isso é muito lindo. Eu vou voltar nisso daqui um pouquinho, tá? Porque a pessoa que o Cristo vê em nós é muito diferente de quem nós vemos. guarda essa informaçãozinha aí que eu vou voltar nela, porque é uma uma colocação muito linda que eu quero trazer pra gente, tá? Mas a gente precisa muitas vezes fazer essa esse retorno, esse recolhimento ao deserto das nossas angústias, das nossas dores, dos nossos medos, pra gente poder nessa introspecção escolher os fios que nós vamos utilizar. uma caminhada árida e penosa, essa da gente mergulhar no deserto da autointrospeção, né? Eh, e para retornar às nossas origens, ao que a gente tem na nossa essência, ao aprendizado que a gente já adquiriu, a quais são os nossos potenciais, o que é a semente que nós já trazemos em nós. Toda essa descoberta é um movimento de introspecção, tá? E para isso a gente precisa fazer o uso de um dos fios, que é o fio da humildade na elaboração desse homem novo ou desse indivíduo novo. Então ele já tinha em termos eh de ganhos intelectuais, né, como a gente falou, ele era um dos grandes ali do Sinegiseu reconhecido, né, pela sua fala maravilhosa. Então ele já tinha ganhos intelectuais, ele já tinha esses fios com ele, ou seja, recursos, né? Os fios necessários para aquela tarefa lá do Sinédrio, só que não era o bastante para que ele pudesse desempenhar a tarefa que ele teria a fazer com Jesus e por Jesus, para Jesus. Então, olha, eh, tão grandioso, né? Tão pronto paraa atividade anterior. E aqui, então, a quem do que ele precisaria alcançar, né? Por quê? Porque muitas vezes a gente esquece que, e a doutrina
Jesus. Então, olha, eh, tão grandioso, né? Tão pronto paraa atividade anterior. E aqui, então, a quem do que ele precisaria alcançar, né? Por quê? Porque muitas vezes a gente esquece que, e a doutrina nos fala isso de forma sempre maravilhosa, né? que pra gente alçar voa o nosso processo evolutivo, a gente precisa de duas asinhas, a asa do intelecto e a asa da moralidade. Paulo, Saulo aqui, né, ele já havia desenvolvido a asa do intelecto, só que para alçar o voo no evangelho do Cristo, ele precisava de outros fios. Ele precisava dos fios ou da asa da moralidade. Essa ainda não estava desenvolvida. E com uma asa só a gente não alça bolo, a gente fica na terra na materialidade, na superficialidade. Eh, e como eu disse, né, ele já tinha todos esses fios, os fios do conhecimento, eh, ele já tinha todas essas possibilidades, mas ele precisava aprender melhor e muito mais profundamente o ofício de tecer, não apenas materialmente falando, ele precisava encontrar-se para congregar, para unir, para assimilar conhecimentos, possibilidades, recursos de oratória e inteligência, né, que ele tinha a uma obra coesa de vincular tudo isso aos corações, vinculando esses corações a Jesus. Então, olha que que tapete, né, que ele tinha aí a responsabilidade de tecer. E por que que ele precisava usar tudo isso, congregar tudo isso e vincular tudo isso aos corações, convertendo esses corações a Jesus? Porque essa é a tarefa do discípulo que é fiel. Qual a tarefa? ser a mensagem de amor. Não é isso que o Cristo veio ensinar. Não é isso que o Cristo veio exemplificar pra gente? Não é essa lição que ele deixou em cada atitude, em cada fala, em cada cura, em cada ensinamento e em cada silêncio. Tudo foi gesto de amor. Então era isso que faltava. Olha aqui o elemento para desenvolver a asinha da moralidade era tecer a mensagem de amor. Era se tornar alguém capaz de produzir amor. E para produzir amor eu tenho que desenvolver, que criar os fios para tal. E isso ele foi buscar no deserto da autoimposteza.
era tecer a mensagem de amor. Era se tornar alguém capaz de produzir amor. E para produzir amor eu tenho que desenvolver, que criar os fios para tal. E isso ele foi buscar no deserto da autoimposteza. Então, dica pra gente, que que a gente precisa para aprender a amar, para aprender a terceira a mensagem do amor, a gente precisa introspecção. que na introspecção, na escolha dos fios, né, do que que nós temos, do que que nos falta, do que que pode ser aproveitado e do que que deve momentaneamente ser descartado até ser transformado. Isso é um exercício de autoor introspecção que nós fizemos. Aí aquele deserto se torna um jardim, um jardim pronto para florescer, para dar grandiosos frutos. Porque se a gente não fizer esse exercício de autointrospecção com muito autoamor, nós vamos ficar presos na culpa, no remorço, nos autoboicotes. E a gente não vai conseguir que o nosso terreno seja um terreno fértil suficiente para essa árvore crescer e frutificar. OK? Então, exercício de introspecção, movimento da reforma íntima como tecelões do evangelho, começa o amor nesse exercício da introspecção, por isso tá na lei de amor. E a gente vai ver também daqui um pouquinho. Vou fazendo suspense para prender vocês, tá? Então vamos lá. Eh, Paulo então precisava ainda aprender a conjugar as suas habilidades técnicas, né, intelectuais e as habilidades do coração que ainda lhe faltavam, que ele ainda precisava produzir, né? ainda era o o casulozinho lá com o bichinho da seda que ele precisava tirar, abrir a sedinha e transformar ela em rio, né? Era nesse ponto que tava aí a a asinha da moralidade, do amor, tá? Eh, ele tinha a agudeza de resolução, temperamento apaixonado, indomável, por sinal, tinha muita força, muita disciplina, muita resolução, mas no seu coração ainda faltavam alguns elementos essenciais para que ele pudesse bem desempenhar a tarefa que lhe caberia. Quantas vezes a gente olha pra gente mesmo e se sente exatamente nessa condição? né? A gente fala: "Olha, eu eu sei que eu tenho grandes potenciais. Eu
udesse bem desempenhar a tarefa que lhe caberia. Quantas vezes a gente olha pra gente mesmo e se sente exatamente nessa condição? né? A gente fala: "Olha, eu eu sei que eu tenho grandes potenciais. Eu sei que eu já tenho muita coisa a oferecer, eu sei que eu já posso produzir muito, mas mas parece que falta alguma coisa. Eu não consigo encontrar que coisa é essa." E aí a gente se dedica a exercitar esse amor ao próximo, a aceitação ao próximo. A gente se dedica a ter um olhar novo, né? mais misericordioso para com o próximo. Só que a gente tá esquecendo que esse fio ainda tá no casulo. E como que eu transformo esse casulo num fio de seda para que eu possa tecer a asa do amor? O desenrolar desse fio é exatamente o exercer do autoamor. Como que eu posso saber o que é amar se eu não me amei? ao próximo como a ti mesmo. Já dei o spoiler, tá? Então, para que eu possa realmente desenvolver, tecer, né, essa essa essa tapeçaria ou essa asa do amor, da moralidade, eu preciso começar exatamente no alto amor, né? Eh, e para que ele pudesse então compor a trapçaria divina do Evangelho para que ele pudesse realmente tecer a túnica do labor, do trabalho na seara do Cristo, ele precisaria investir na construção do seu sentimento mais nobre, mais profundo. um longo e laborioso processo dear internamente reflexões, sentimentos, emoções, habilitando-se então a congregar, pelo próprio exemplo os corações a deriva, que era o papel, né? congregar esses corações, unir cada coração como um fio na teia da seara do Cristo. Eh, essa a a grande missão de cada um de nós. A gente segue então eh considerando que se ele precisava, se ele tinha, né, essa responsabilidade de congregar corações para o Cristo, a gente tem que pensar o seguinte, que só consegue eh unir outros corações quando esse coração que se propõe a uni-los está inteiramente coeso, né? Ele não pode estar quebrado, ele não pode estar fragmentado, porque se eu estou fragmentado, é a situação seguinte: se eu não sei nadar, como que eu vou ajudar alguém que tá
tá inteiramente coeso, né? Ele não pode estar quebrado, ele não pode estar fragmentado, porque se eu estou fragmentado, é a situação seguinte: se eu não sei nadar, como que eu vou ajudar alguém que tá afogando, né? Então eu preciso estar com o meu coração íntegro, tá? coeso. E o que que significa ter um coração coeso? É um coração que já está compreendendo e exercitando a arte de amar, a lição do Cristo, mesmo que seja ainda um processo inicial desse amor. E qual que é o processo inicial de autoamor, né? Eh, a gente coloca uma separação aqui, mas vamos lembrar que não é assim didático, tá? Primeiro aprendo a me amar, depois eu vou amar o outro, porque senão fica um movimento egoísta, tá? Então isso tem que acontecer de forma simultânea. À medida que eu vou me perdoando, que eu vou percebendo que eu tenho falhas, que eu preciso trabalhar essas falhas, eu também começo a compreender é que se eu as tenho, o outro também tem. Se eu preciso trabalhar, o outro também tem o direito de ter a oportunidade de trabalhar a, tá? Então, a gente fala de uma forma didática, dividindo, mas na prática isso ocorre simultaneamente. Tudo que a gente aprende reflete de forma direta e benevolente no entendimento de que o outro, nas diferenças é muito semelhante a mim. Eh, e paraa gente estar então com esse coração eh integrado, harmonizado internamente, eh, a gente dificilmente consegue eh fazer isso se a gente mantiver pensamentos e sentimentos negativos, pessimistas, eh desencorajadores, eh ideias de que nós não somos capazes de produzir, de que nós não temos temos nada a oferecer, tá? Então, se não estamos integrados e harmonizados, dificilmente conseguiremos harmonizar e integrar outros corações na tarefa de mobilizar esses corações. OK? Eh, Cíntia, eh, eu não estou vendo aqui na minha tela as mensagens, eu vejo que chegou alguma. Eu vou te pedir que se for alguma coisa para responder, para falar, você me avisa, por favor, meu amorzinho? >> Aviso sim, mas nenhuma até agora, tá? Pode ficar tranquilo. Obrigadão.
ue chegou alguma. Eu vou te pedir que se for alguma coisa para responder, para falar, você me avisa, por favor, meu amorzinho? >> Aviso sim, mas nenhuma até agora, tá? Pode ficar tranquilo. Obrigadão. Eh, e aí a gente tem, né, falando dessa necessidade de estarmos coesos paraa gente poder integrar outros corações. Eu trago um uma parte, né, exatamente do do que os evangelistas colocam pra gente, das falas maravilhosas que o Cristo trouxe. A gente tem lá em Mateus, capítulo 12 versículo 25, Jesus declarando o seguinte: "Todo reino dividido contra si mesmo será arruinado, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá." Ou seja, se a nossa mente, os nossos pensamentos estão confusos, são conflituosos, se ao mesmo tempo que eu eu desejo conquistar coisas, eu acredito que eu não sou capaz de conquistar, então a minha casa mental ela não está íntegra, ela não está coesa, ela vai desmoronar, tá? Por quê? Porque toda casa dividida contra si mesma não subsistirá. Então o que que eu preciso encontrar? Esse equilíbrio nos meus pensamentos. E isso é um exercício de autoamor. OK? Olha, eu ainda tô confusa quanto a isso. Olha, eu ainda não tenho potencial para aquilo. O que que eu vou fazer? Eu vou eh ficar me martirizando, dizendo para mim mesmo que eu não sou capaz? Não, eu vou procurar os recursos que eu preciso para eu me sentir capaz, para eu sentir que eu conquistei o que eu preciso para produzir melhor, né? Então aí eu consigo coesão, né? Eh, se o meu emocional está dividido, se ao mesmo tempo que eu desejo muito fazer coisas boas, mas os meus sentimentos, os meus pensamentos são de mágoa, são de rancor, são de pessimismo, são de eu tô dividida em mim mesma. E se eu estou dividida em mim mesma, não tem como eu conseguir congregar e integrar aqueles que eh estão precisando de uma base sólida. Também lembrando aqui que isso vai acontecendo aos poucos. às vezes parte de mim eh já conseguiu uma estrutura, então ali eu posso oferecer um terreno mais sólido. Parte de mim estar em
a base sólida. Também lembrando aqui que isso vai acontecendo aos poucos. às vezes parte de mim eh já conseguiu uma estrutura, então ali eu posso oferecer um terreno mais sólido. Parte de mim estar em construção, nesse momento de construção, é muito precioso o que eu posso oferecer, porque eu posso dizer para aqueles que nem começaram ainda, olha, tem como eu comecei, eu não sei quanto tempo demora, eu não sei eh quanto vai ser fácil ou difícil, mas vamos começar juntos. né? Quando a gente tá ainda naquele momento de, né, de destruição total, por que não pedir ajuda, dizer: "Olha, tô estilhaçado aqui, eu tenho algo a oferecer, mas aqui eu tô precisando muito de receber algo, porque isso somos nós. Na nossa integralidade, nós ainda temos partes coesas e partes fragmentadas. Por isso nós precisamos saber separar esses fios. Por isso, nós precisamos saber o exercício de humildade para poder pedir, mas saber também reconhecer que existem potenciais que já podem ser compartilhados, que já podem produzir autoconhecimento, reforma íntima, autoamor. A gente tá falando disso o tempo inteiro. A gente tá falando de labor evangélico. a gente está falando em aprender o que o Cristo nos ensinou e aprender o que Saulo está aprendendo aqui, tá? Eh, e aí, né, a gente entende que é preciso equilibrar as nossas emoções, os nossos pensamentos. E Jesus nos demonstra isso em vários momentos, como eu disse, daquilo que ele falou, daquilo que ele tá? Eh, mas principalmente durante as várias curas que ele efetuou, nos mostrando a importância da construção do que Joana deângeles fala pra gente ou, né, usa a denominação de ser integral, tá? Leitura que recomendo assim amplamente quando a gente fala de reforma íntima e de tecer, né, os fios do evangelho, tá? ajuda demais a gente nessa nessa construção ou nessa reconstrução. E é a essência do movimento de introspecção e de reforma íntima. aqui. Eh, eu vou apresentar para vocês agora um resuminho de um de um trabalho que eu faço, mas quero explicar para
nessa reconstrução. E é a essência do movimento de introspecção e de reforma íntima. aqui. Eh, eu vou apresentar para vocês agora um resuminho de um de um trabalho que eu faço, mas quero explicar para vocês por que é tão importante a gente fazer os nossos estudos, as nossas leituras eh de tudo que a doutrina nos apresenta, de grandioso, de maravilhoso, sempre sincronizado ao Novo Testamento, ao Velho Testamento também, porque a gente entende muito melhor o novo ou estudar o velho, mas eh mostrando pra gente que tudo o que a literatura espírita traz para nós é uma intenção de desdobrar o ensinamento do Cristo para que a gente possa aprender com mais propriedade, para que a gente possa exercitar esse ensinamento com mais facilidade. Então, tudo que a gente estuda aqui tem como objetivo nos colocar dentro eh desse ambiente que é o ensinamento do Cristo e que a gente pode resumir no exercício do amor, tá? E para provar isso para vocês, né? Já que a gente tá falando em reforma íntima, já que Saulo está fazendo esse movimento de de tercer um homem novo. E para tecer um homem novo, a gente falou que tem inclusive alguns fios que a gente tem que deixar de lado porque não dá para aproveitar. Esses fios são fios que precisam ser curados, né? Então são partes de nós que ainda estão fragmentadas, mas que não vão ser jogadas fora. Se elas estão fragmentadas, elas precisam de cura. Então, olha que lindo como as coisas vão, né, eh, se configurando em algo coeso e, ao mesmo tempo muito mais amplo. Que que eu quero trazer pra gente aqui agora? Para nós equilibrarmos essas emoções, esses pensamentos, eh a gente precisa fazer esse exercício de humildade que Saulo está fazendo, essa autointrospecção que o Saulo está fazendo num movimento de muito amor para que a gente possa curar esses fragmentos estilhaçados que ainda existem dentro de nós. Tá? Então, olha como Jesus nos ensina. Ele, o maior médico, o maior terapeuta que existe, olha como ele nos ensina a autocura e a cura do próximo. Quando a
stilhaçados que ainda existem dentro de nós. Tá? Então, olha como Jesus nos ensina. Ele, o maior médico, o maior terapeuta que existe, olha como ele nos ensina a autocura e a cura do próximo. Quando a gente faz uma leitura, um um tipo de leitura que a gente pode fazer das curas apresentadas no evangelho. O que que eu digo? um tipo. E a beleza do evangelho é essa, né? É que a gente tira várias e várias e várias vertentes de aprendizado naquilo que o Jesus traz para nós. Então, vamos lá. Eh, esse aqui é um quadro geral só para explicar para vocês o que que é o estudo e depois eu vou deixar só as partes que eu quero rapidamente eh mostrar uma lógica para que vocês se interessem realmente em fazer esse estudo, né, eh, conjunto do que a doutrina espírita nos traz um um todo o conteúdo que nos apresenta com o que o Cristo traz pra gente. Então, olha só, nós temos eh um resumo aqui do quadro geral das curas e dos milagres, tá? Então, a gente começa com os os milagres, né? A gente começa com a transformação da água no vinho, depois vem a cura de alguns cegos, depois do surdo gago, da mão mirrada, do homem, né? da mão errada, eh, do paralítico de Cafarnaum, paralítico de tanque de Betsaida, depois os leprosos, um leproso, depois 10 leprosos, foi endemoniado a mulher encurvada, foi endemoniado de Gadara, outros, né, de Cafarnaum, Mudo, enfim. Depois o hidrócito, a sogra de Pedro, a mulher hemorroíça, servo do centurião, ressurreição do filho da viúva, ressurreição da filha de Jairo e depois de Lázaro. Depois alguns milagres que são a primeira e a segunda multiplicação dos pães, tempestade acalmada e por fim Jesus andando sobre as águas. Resuminho de alguns milagres, que que são as doenças que a gente pode eh comparar aí ou que a gente pode usar como referência, né? Ah, deixa eu só apresentar o quadro geral. Então, a gente tem o a o curado, né? Qual que é a doença, o método que Jesus utilizou, se foi decisão, comando, saliva, toque, tá? palavras que Jesus utilizou nessas curas. Então, fazei tudo que eles vos
ão, a gente tem o a o curado, né? Qual que é a doença, o método que Jesus utilizou, se foi decisão, comando, saliva, toque, tá? palavras que Jesus utilizou nessas curas. Então, fazei tudo que eles vos disseram. Foi Maria, né, na transformação da água em vinho. Ou quando Jesus diz o que queres? Não é quando ele diz é fatá, abre-te ou eh eu quero ser limpo né? Ou eh ele simplesmente toca na pessoa ou ele diz-te, tá? Eh não temas, crer somente, tá? H, enfim, que Jesus usa, né? Qual o movimento que ele faz ali na cura, qual a lição que nós podemos tirar e qual a cura que nós podemos então entender no sentido de cura íntima? Tá mostrando o quadro geral? Vamos ficar aqui com a parte que realmente nos interessa. Eu não vou falar tudo, tá? Assim, eu não vou esmiçar tudo, mas eu quero mostrar a lógica para vocês. Quando Jesus transforma água em vinho, que que a gente tá falando? Qual a analogia que nós estamos trazendo nessa visão, nesse tipo de ã análise que a gente tá oferecendo, que é falta de alegria? Porque isso está lá na passagem, né? O vinho representa a alegria. Qual que é a lição que a gente tira disso? eh que o coração decide e a razão executa. Então, se o meu coração decide eh dar foco à alegria, aos bons momentos, o meu raciocínio, o meu intelecto, vai buscar valorizar os bons momentos. Qual que é a cura que eu alcanço então? um compromisso de autotransformação, de buscar essas coisas boas. Então, nessa nessa eh nesse movimento, né, cego do tanque de Siloé, que que era a doença ali? O orgulho. Ele acredita que não erra, tá? Qual que é a lição? Imaturidade espiritual, né? aquele aquele indivíduo que ainda não eh vivenciou o suficiente ou que ainda tá arraigado ali na sua eh individualidade, né, o individualismo, eh o que que ele precisa, que qual que é a cura? Ele precisa de várias encarnações para adquirir essa maturidade, né? Eh, o cego de Jericó, introspecção, né? Visão limitada do erro, lição, percepção limitado e a visita à aldeia dos erros. A cura não voltar aos antigos
as encarnações para adquirir essa maturidade, né? Eh, o cego de Jericó, introspecção, né? Visão limitada do erro, lição, percepção limitado e a visita à aldeia dos erros. A cura não voltar aos antigos erros. Se vocês pegarem cada trechinho desse, vocês vão ver, né, isso que eu estou mostrando aqui descrito na passagem bíblica, OK? Não tô inventando nada, eu só estou mostrando uma vertente de análise, mas tá tudo lá, OK? Do cego de Jericó, né? Já vem o arrependimento. Então a gente vê uma sequência aí. O primeiro é orgulhoso, não acreditava, achava que não errava. O segundo já começa a fazer uma introspecção, tem uma visão limitada dos erros. E o terceiro já traz um movimento de arrependimento, já reconhece que errou e que quer seguir um caminho novo, né? E para esse a lição é a gente não ficar na beira do caminho, porque foi aí que ele encontrou Jesus, né? lançar fora essa capa do homem velho, mostrando que olha, eu abandonei quem eu era. Agora realmente eu quero seguir um caminho novo. E a cura é não hesitar na autotransformação, é realmente seguir Jesus. E assim a gente vai. O surdo, né? O surdo gago é a nossa surdez espiritual e o nosso desamor falar, tá? Então, a gente precisa saber ouvir, a gente precisa saber falar a linguagem do amor, a cura, disposição para mudar. A mão mirrada, egoísmo e acomodação. Essa é a doença que a gente eh lê, né? Uma das leituras que a gente faz da mão mirrada é que ela representa egoísmo e acomodação. A lição, aprender a doar e a doar-se, né? abrir a mão, estender a mão, trabalhar, ofertar, receber, pedir, né, que é a cura. Eh, o paralítico de Cafarnaum, a doença dele era a culpa. Gente, o quanto a culpa nos adoece. Por isso que o autoamor é essencial. Sem ele a gente não exercita o autoperdão. Sem ele a gente não tem coragem de encarar essa escolha dos fios que a gente precisa para ter esse essa pessoa nova, né? Então a lição é ter cuidado com os nossos autobicotes e com a inércia. Cura, perdão e autoperdão. Paralítico do tanque de betsa.
scolha dos fios que a gente precisa para ter esse essa pessoa nova, né? Então a lição é ter cuidado com os nossos autobicotes e com a inércia. Cura, perdão e autoperdão. Paralítico do tanque de betsa. Doença, medo. Outra coisa devastadora no nosso movimento de crescimento. Lição, autopiedade. Ter cuidado com o desculp, de novo com a inércia. cura, autoconhecimento, autoconfiança. Eh, os o leproso, orgulho e egoísmo. Gente, isso ainda é o a lição que nós estamos estudando, ela começa falando de humildade, ela termina falando de conquista que veio a partir do movimento de humildade, tá? Então aqui Jesus tá ensinando pra gente dentro da lição que o estudo de do livro, né, Paulo Estevão e desse capítulo traz, a gente tá vendo quantas coisas a gente precisa curar em nós e que Saulo estava buscando curar nele mesmo e que foram lições que Jesus deixou e eu tô mostrando para vocês que ele deixou, né? Eh, então orgulho é egoísmo. Lição, fazer o sacrifício paraa transformação e a cura, humildade e caridade. Os 10 leprosos, vaidade, milindre, rancor, né? Essa coisa ruim fica a flor da pele que nos adoece e adoece quem tá perto da gente. É contagioso. O rancor é contagioso. Ele machuca quem tá perto da gente. Missão confiança, né? uma confiança limpa, pura e a gratidão que salva. A cura, abnegação e modéstia. O endemoniado, né, e a mulher encurvada fala de autoobsessão. Aquele pensamento que a gente mantém de que nada vai pra frente, de que a gente não é capaz, de que a gente isso é autoobsessão que propicia obsessões maiores, né? e são é o desequilíbrio emocional sem esse autoconhecimento. Então, olha o quanto é é importante eh fazer esse movimento que Saulo tá fazendo de introspecção, de entrar para o deserto íntimo, né? Eh, e tecer um novo homem, tá? Eh, cura, introspecção e alto amor, né? O endemoniado de Cafarnaum ou mudo endemoniado já é um movimento de desobsessão, sendo o mal dentro e fora de nós a lição. E é exatamente aqui que entra o que a gente tava falando. A casa
to amor, né? O endemoniado de Cafarnaum ou mudo endemoniado já é um movimento de desobsessão, sendo o mal dentro e fora de nós a lição. E é exatamente aqui que entra o que a gente tava falando. A casa dividida não subsistirá. Caminho para desobsessão. Se eu tô fragmentado, eu crio uma sintonia que vai me prejudicar ainda mais, né? cura, oração, vigilância, introspecção e autoamor sempre, né? O hidrópico, o hidrópico, para quem não sabe, é a pessoa que tem a os membros inchados, né? Que tem o problema circulatório, tá? Que que é o problema circulatório? A mágoa. E a gente vai ver isso daqui um pouquinho, porque eu vou fazer mais um link com o livro aqui, tá? Vou usar a história do hidrópo sogra de Pedro, da mulher Ruiz. Eh, o problema dele era a mágoa. A mágoa não deixa circular o amor, né? E qual que é a cura para isso? A amar. A sogra de Pedro, acomodação e materialidade, né? Que ela tava ali deitada numa cama. Então, a lição sair da horizontalidade para servir. Que que ela fez assim que ela foi curada? Ela levantou e foi servir todo mundo, né? Então a cura, trabalho e serviço, né? A mulher hemorroíça, a nossa fragilidade, né? A nossa dificuldade em produzir, em gerar frutos, né? Eh, e a lição, qual que é o tamanho da nossa fé? A cura. confiança, confiança em nós, confiança no Pai, confiança nas lições do Cristo, ressurreição do filho da a o servo do centurião. Eh, a doença era indiferença, né? Eh, aliás, desculpa, na hemorroíça, a lição é perseverar para conter o, entre aspas, o fluxo emocional descontrolado, tá? Então, a cura é perseverar. Já no servo do centurião, a doença era indiferença. Aí sim, a lição era qual é o tamanho da nossa fé e a cura confiança. Nas ressurreições do filho da viúva, a doença era o desamparo. E nós vivemos muito desamparo. E às vezes ele é real simplesmente porque nós não temos a humildade de pedir, né? Então, o desamparo traz a lição eh da solidão e da carência na nossa autvalorização. E a cura é trabalhar a autoestima. Já na filha de Jairo, a doença era
orque nós não temos a humildade de pedir, né? Então, o desamparo traz a lição eh da solidão e da carência na nossa autvalorização. E a cura é trabalhar a autoestima. Já na filha de Jairo, a doença era ansiedade, a lição, eh, a confusão mental de Jairo, né? A inquietação dos pensamentos dele, gerando a ruidosa ansiedade, cura. paciência e silêncio interior e de Lázaro, as amarras, né? A doença eram são as nossas crenças limitantes, né? Aquilo que diz do que não somos capazes. Eh, a lição ã mover os obstáculos, sair paraa vida, soltar as amarras que embaraçam e deixar ir, né, quem nós realmente somos. Então, a cura, o desapego. E os três últimos multiplicação dos pães, fala de fome de amor e fome de esperança. Esta doença, a lição, nossa responsabilidade para com o próximo. E a cura, amar ao próximo e compartilhar. Na tempestade acalmada, angústia nas provas e nas expiações para que a gente consiga curar essas doenças todas. A lição aquiietar a nossa alma. para atravessar as encarnações e as tempestades que vão trazendo pouco a pouco todas essas curas. A cura, então, buscar a Jesus, religar a Deus e seguir evoluindo. Por último, Jesus anda sobre as águas. Doença, nossa insegurança e nossa baixa autoestimação, nosso Cristo interior. Jesus disse: "Vós sois deuses". Então, a cura é fé em nós mesmos e no que nós aprendemos. Então, por que que eu trouxe esse material? Pra gente perceber que é isso que Saulo está fazendo em si mesmo. está olhando as lições do Cristo, estudando as lições do Cristo, aprendendo mais profundamente e exercitando esse aprendizado primeiro nele para depois ele ter coesão de pensamento, de sentimento e de ação para que ele possa aí sim pegar outros corações que, como ele, estavam despedaçados e conseguir transformados em terreno fértil e sólido em base de sustentação para outros corações, né? Esse é o trabalho do tecelão Paulo de Tarso. Esse eh é o labor que ele teve que desenvolver, é o trabalho que ele foi desenvolvendo pouquinho a pouquinho, né? Então, se o conjunto dos
os corações, né? Esse é o trabalho do tecelão Paulo de Tarso. Esse eh é o labor que ele teve que desenvolver, é o trabalho que ele foi desenvolvendo pouquinho a pouquinho, né? Então, se o conjunto dos nossos sentimentos, dos nossos pensamentos não refletirem um todo coeso e harmonioso, nós não poderemos congregar corações que buscam o equilíbrio. Por isso, o primeiro labor é harmonizar-se internamente para depois harmonizar as diferenças fora de nós, as diferenças entre os indivíduos. Por isso, né, a gente precisa exercitar, amar a Deus acima de todas as coisas e a teu próximo como a ti mesmo. E vocês já me ouviram dizer isso muito, né? Eu leio isso de trás para frente e eu acredito que é esse o jeito da gente cumprir esse mandamento. Então, primeiro eu aprendo a amar a mim mesmo com tudo isso que eh esse capítulo do livro Paulo Estevão traz pra gente de informação. Aí eu consigo passar a amar o meu próximo com mais propriedade. Quando eu faço essas duas coisas, aí eu estou amando a Deus acima de todas as coisas. Quais coisas são essas? de todas as dores, porque são as dores que fazem com que eu busque cura no amor, no autoderdão, na autotransformação. Paulo, depois que se converte, então, volta ao tear material como profissão, como meio de sustento, mas também se volta um tear interno para analisar pensamentos, posturas antigas, compreensões e aos poucos na reflexão, no movimento de reforma íntima, vai ajustando, vai se autocurando, vai entrelaçando esses fios para se preparar para a tarefa que a ele cabe junto aos outros corações. Esse é o grande principal labor do apóstolo, descer novos fios para teessaria divina do amar. No livro Vinha de Luz, capítulo 15, tem um parágrafo muito, muito, muito lindo em que Emanuel diz o seguinte: Nobreza de caráter, a confiança, a benevolência, a fé, a ciência, os dons e as possibilidades são fios, preciosos. Mas o amor é o tear divino que nos entrelaça uns aos outros, descendo a túnica da perfeita comunhão espiritual. Maravilhoso, não é?
a, a fé, a ciência, os dons e as possibilidades são fios, preciosos. Mas o amor é o tear divino que nos entrelaça uns aos outros, descendo a túnica da perfeita comunhão espiritual. Maravilhoso, não é? Então, se não houver amor, de nada adianta. Coríntios capítulo 1, capítulo 13 versículo 3. Ainda que eu distribua aos pobres todos os meus bens e entregue o meu corpo para ser queimado, se não tiver a morte, nada me valerá. Contexto do versículo, né? Esse versículo fala ou faz parte de um texto mais amplo, conhecido como hino ao amor, que descreve o amor de uma forma muito maior, muito mais profunda. Nele, então, Paulo enfatiza que mesmo as grandiosas ações, como dar todas as forças aos pobres ou até mesmo sacrificar a própria vida, perdem todo o seu valor se não forem feitas por amor e com amor. E aí ele segue detalhando, né, as características do amor verdadeiro, que é paciente, bondoso, não invejoso, não abundante, não se irrita e não guarda rancor. Difícil. É difícil porque a gente ainda não aprendeu a amar, porque quando a gente aprender, isso é natural. OK? Eh, eh, nesse capítulo 4ro, então, quando ele, o preletor vibrante, que era não é capaz de apresentar os ensinamentos do Cristo de forma clara e coesa, eh, não se revolta quando Barnabé o designa então para outras atividades, não sente orgulho ferido, né? Não tem a lepra do melindre. Eh, pelo contrário, que ele faz a ir para a sua tenda e começar a reunir corações para falar do Evangelho, das lições de Jesus, fazendo conexões com o Antigo Testamento, com as Escrituras. E assim ele foi não só entrelaçando os fios do conhecimento para ele mesmo, como para todos aqueles que o ouviam. E também foi entrelaçando corações, amizades, afetos daqueles que mais tarde seriam seus companheiros na tarefa. E por onde ele passou, deixou amigos com quem contar. Foram esses os que depois o ajudaram a expandir a mensagem do evangelho, possibilitando eh o cumprimento da sua missão, tá? Eh, no capítulo 17 do livro Roteiro, Emanuel também fala que Paulo de Taros,
Foram esses os que depois o ajudaram a expandir a mensagem do evangelho, possibilitando eh o cumprimento da sua missão, tá? Eh, no capítulo 17 do livro Roteiro, Emanuel também fala que Paulo de Taros, com seu duro labor no tear, passou a ser para nós e para o cristianismo aquele que congrega a claridade do ensino com a glória do exemplo, coisa que o Cristo fez o tempo todo, né? eh o que educa e o que realiza também. A postura de humildade dele eh em não se agastar por ter sido afastado da pregação e tal, eh deu-lhe segurança em tabular conversa sobre missão do Cristo, ou seja, ele foi se desenvolvendo, né, a partir da segurança, o verbo então passou a vir do coração, tá? reflexões sobre o evangelho. E aí no mosaico, né, ele entrelaçava os fios da amizade, de carinho, de comprometimento, de apoio. OK? Então, tudo que adquirimos são fios para tecer nossa história evolutiva e montar o quadro do nosso progresso. Mas o amor é o tear divino que é capaz de ligar esses fios e transformar-nos em verdadeira obra de arte nas mãos do artesão maiores. Eh, meus amores, eu vou quero trazer aqui pra gente a análise que eu falei, né, daqueles três e contextos ligando ao livro que nós estamos estudando. Vou fazer brevemente que a gente já tá caminhando para o final, mas só também para para mostrar para vocês como tudo tá conectado, OK? Eh, então eu peço licença para correlacionar mais uma vez, né, esse alento oferecido que a gente já estudou no livro, né, por Abigail, As lições do Mestre, tá mostrando a sintonia dela com as lições. Eh, lembrando que isso foi quando a o espírito de Abigaí vem, então, né, trazer a algumas grandes lições, tá? Se a gente for pegar aquela aquele trechinho ali das outras curas, né, que eu falei, o hidrófico, a sogra de Pedro, a mulher emorruíça e o servo do centurião, a gente vai estar falando das lições. Ama, trabalha, espere e confia. Vamos ver como que fazer. A pergunta, né, eh, de que fazer para adquirir a compreensão perfeita dos desígnios do Cristo.
enturião, a gente vai estar falando das lições. Ama, trabalha, espere e confia. Vamos ver como que fazer. A pergunta, né, eh, de que fazer para adquirir a compreensão perfeita dos desígnios do Cristo. Orientação de Abigail, ama. Como fazer para que a alma alcançasse tão elevada expressão de esforço com Jesus Cristo? Que responde: "Trabalha. Que providências a altar para o desânimo destruidor? Orientação: Espera? E como conciliar as grandes lições do evangelho com a indiferença dos homens? Confia, né? Eh, e aqui onde eu então junto essas coisas, na lição do hidrópico, da cura do hidrópoco, mensagem principal era mágoa ou o edema, né? Aquilo que não deixa o amor circular. O que fazer então? Amar. Se o amor não tá circulando, eu preciso amar mais, né? Então, os nossos conflitos existenciais, todos nós nos questionamos sobre a nossa missão na Terra, né? como se a gente todo mundo, o espírito missionário responsável pela salvação do mundo imediata, né? E nos esquecendo que nesse momento o nosso maior compromisso é com a nossa autoiluminação, que era o que o Saulo estava fazendo, né? Eh, pois afinal é mais fácil dizer que a missão de salvar o mundo é difícil, por isso que nós fracassamos, do que dizer: "Não dou conta de curar nem as minhas próprias chagas. Tenho medo de olhar paraa escuridão dentro de mim, para o meu deserto, né? E aí a gente acaba adoecendo o corpo físico e eh como a gente deve fazer então para não deixar que as emoções de mágoa, rancor, injustiça, sejam impecílios paraa nossa caminhada, né? Bloqueiem o o circular do amor em nós, tornando o nosso coração endurecido e a nossa alma cristalizada. Que fazer para deixar fluir a luz divina que há dentro de nós? Resposta é simples e profunda. Ama, né? O sentimento mais puro da alma humana que nos faz reconhecermos como instrumento da divindade. Amar inundar-se a si mesmo. É deixar circular por cada célula de nosso ser o rio caudaloso do entendimento, da caridade, da mansuetude, da benevolência. espargindo respingos de vibrante luz ao
indade. Amar inundar-se a si mesmo. É deixar circular por cada célula de nosso ser o rio caudaloso do entendimento, da caridade, da mansuetude, da benevolência. espargindo respingos de vibrante luz ao nosso redor. Então, que trabalhemos a mágoa, que é esse coágulo de rancor, que não deixa circular o amor divino, centelha que nos torna um com o pai. E da sogra de Pedro, mensagem era servir para sair da horizontalidade, da acomodação, da materialidade. Então, que fazer? Trabalhar, né? Sim. Se fosse fácil amar, nós estaria não estaríamos há tantos milênios tentando, né, e falindo miseravelmente. Então, comover-nos com miséria aleia não minimiza a dor do outro, tá? Eh, o que que a gente precisa? A gente precisa compreender que se temos tantas mazvelas morais, o outro também ainda carrega suas imperfeições. Ou seja, todos nós erramos. Por isso, precisamos nos colocar disponíveis para o trabalho nessa área do Cristo e que o foco desse trabalho inicie no nosso tempo íntimo, nos aposentos das nossas emoções. trabalho, então, é e será sempre o esforço moral persistente no labor incessante do espírito imortal, que busca lidar com as indiferenças edificantes daqueles com os quais nós nos ligamos pelos laços de família e que estabelecem rico cabedal de oportunidade e crescimento individual e coletivo. tão urge desnudar no âmbolo de nossos sentimentos, dilacerando a espessa crosta de orgulho e egoísmo, arraigados no esboço de nossos equívocos e usar o mergulho no nosso íntimo para colher o trigo de nossas experiências e queimar o joio da acomodação que carrega em si a desculpa para não ser. Por isso mesmo é imperioso submeter nosso espírito ao gurio, aperfeiçoamento moral, com coragem e perseverança, vencendo aos poucos as nossas más inclinações. Então, hoje respeitamos, amanhã compreendemos, mais tarde amaremos. É um exercício paulatino incessante. E da hemorroíça, massagem principal, perseverar para, entre aspas, conter as emoções em desequilíbrio que nos fragilizam. Que fazer? Esperar. Esperar
rde amaremos. É um exercício paulatino incessante. E da hemorroíça, massagem principal, perseverar para, entre aspas, conter as emoções em desequilíbrio que nos fragilizam. Que fazer? Esperar. Esperar simplesmente cruzar os braços. É imperioso submeter o nosso espírito ao gorila, o aperfeiçoamento moral com coragem e perseverança, vencendo aos poucos esse fluxo constante e desequilibrado das nossas impurezas emocionais. E é uma árdua tarefa que Deus, em sua paciente misericórdia não estabelece tempo para que consigamos estancar. Por isso, precisamos do exercício da paciência, da perseverança, pois muitas vezes sentiremos que já gastamos todos os nossos recursos nesse esforço. Paciência, ao contrário do que possa imaginar, não é estado inérte, ocioso, solitário e contemplativo. demanda esforço ativo, submeter-se aos desígnios de Deus, sendo nosso próximo espelho essencial para vermos refletidos os resultados ou não dos nossos esforços. Esperar e perseverar é submeternos, portanto, à lei divina, na convicção de que ela é perfeita em todas as suas extensões. É encarar nossa fragilidade enquanto criaturas, encarar a solidão que geralmente se faz presente em muitos momentos de queda, quando nossos equívocos não mais podem passar desapercebidos por aquelas que à nossa volta, né, que estão à nossa volta. como que há a denunciar esse fluxo persistente de impureza, de sentimento que fica guardado no âmago de nosso ser, gerando ansiedade e desânimo destruidor? Mas é também ter convicção que é nessa fragilidade que a matéria nos impõe que podemos encontrar dentro de nós a chama ardente da fé quando perseverarmos na caridade na caminhada milenar da busca da cura dos nossos equívocos que mancham o nosso ser e assim podermos estancar esses equívocos e termos a alma purificada com novos sentimentos. Esse é o labor e do servo do centurião, confiar, né? Fé, confiança, tá? Não desdenhar das oportunidades, eh, e não esmorecer na fé diante da frieza e da indiferença dos homens. Porque diante da grande esperança que o
do servo do centurião, confiar, né? Fé, confiança, tá? Não desdenhar das oportunidades, eh, e não esmorecer na fé diante da frieza e da indiferença dos homens. Porque diante da grande esperança que o amor do Cristo trouxer a humanidade inteira, e esperar com fé, né? sabermos esperar com fé momento em que todos entendam e pratiquem o movimento sublime e indispensável de amar, trabalhar, esperar, mas ainda assim ir além, perdoar. Afinal, no auge do seu flagelo, Jesus roga a Deus: "Pai, perdoa-lhes, eles não sabem o que fazem. e seu espírito crístico intercedendo por nós que ele acredita em nós. E eu prometi que eu ia falar uma uma coisinha e eu uso ela para encerrar, porque eu falei lá atrás que o que é mais especial é que nós nos vemos de uma forma, mas Jesus, o Cristo e também o nosso pai, né, de quem Jesus é porta-voz, nos vê de uma forma diferente. Qual é a diferença? Ele nos dá oportunidades não porque somos perfeitos, mas para que nós nos porque temos o potencial para virmos a ser perfeitos. Ele olhou para Simão com seu temperamento inconstante e inseguro e o chamou de pedra. Porque nosso doce rabi, ao olhar para cada um de nós, sabe exatamente aquilo que nós podemos nos tornar. Ele sabe aquilo que nós podemos produzir usando a nossa mensagem inicial para o nosso fechamento, né? Então, quando Cristo olha para nós, ele não olha para os defeitos que temos, ele olha para o potencial que nós temos para desenvolver essa semente maravilhosa, para fazer germinar essa árvore frutífera que vai saciar muita eh fome de fé, esperança e amor. OK? Então, afinal, tendo fé, a gente ama. Amando não há o que perdoar. possamos a partir daqui então amar, trabalhar, esperar, ter fé, perdoar muito e viver a vida eterna, a vida para além da morte. Conclusão, Jesus não olha para quem somos e sim para quem temos potencial de vir a seria. Conclusão, né, das lições do capítulo. Devemos usar os fios de nossos potenciais para tecer com a mesma linha que usamos para construir o Saulo em nós, construir uma nova peça, um ser
de vir a seria. Conclusão, né, das lições do capítulo. Devemos usar os fios de nossos potenciais para tecer com a mesma linha que usamos para construir o Saulo em nós, construir uma nova peça, um ser novo, um homem novo, um ser integral. Lembrando que é mais fácil fazer do que desmanchar o que estava feito e refazer, mas que a gente saiba encarar a nossa reforma. Também devemos saber usar os fios das oportunidades para fazer uma tapeçaria divina que possa ser molde para que os outros que nos rodeiam eh possam repetir, possam fazer também a sua própria tacçaria, o que é nossa missão como apóstolos na seara. E por fim, que sejamos todos testemões do Evangelho, como Saulo, transformando-se ou tecendo Paulo de Taro, entrelaçando muitos corações em torno da mensagem do Cristo. E que possamos amar o mundo com as mãos, sentir a vida com os ombros e aprender a falar colorido, espalhando a alegria de nossa tapeçaria divina. por onde nós passamos a semana, capítulo C. Foi maravilhoso, tá? Muito obrigado. Acho que todo mundo aqui tá bem introspectivo. Acho que avaliando muito essas conexões que você fez, que foi realmente foram muito importantes. Aqueles dois quadros que você nos colocou aqui do trabalho que você faz no outro grupo na quinta-feira, ele vai ser muito importante pra gente fazer uma autoavaliação. É um trabalho de autoconhecimento. Realmente nós te agradecemos muito pela apresentação, tá? Eh, realmente o tempo é pouco para falar de tanta coisa boa, né? Mas acho, desculpa por isso, foi um pouco corrido, mas o capítulo era muito grande e eu queria trazer tanta coisa, me perdoem, >> mas acho que com a sua sensibilidade você conseguiu passar pra gente aquilo que a gente precisava, né? >> Tomara. Deus abençoe. >> E depois eu, como a Maia Hermini não tá aqui, eu vou pedir o Tom para fazer nossa prece de encerramento, tá bom? Tô aqui presente. >> Isso. >> Um show. >> Então, então a palavra é sua. >> Sim, sim. Obrigado. São momentos tão especiais que a gente vai refletindo sobre a história do nosso
de encerramento, tá bom? Tô aqui presente. >> Isso. >> Um show. >> Então, então a palavra é sua. >> Sim, sim. Obrigado. São momentos tão especiais que a gente vai refletindo sobre a história do nosso irmão Paulo pelo seu grande esforço de semear a semente do amor, do evangelho e alcançando tão grandes distâncias no espaço e no templo, tecendo as sementes do evangelho, as tescitura do evangelho, chegou até nós. Agradecemos a Jesus que confiou nesse grande apóstolo que cumpriu seu papel com galhardia. que nós também aqui possamos, recebendo a semente do evangelho, conseguimos tecer pelo menos pequenas, pequenos cordões de amor, né, onde quer que a gente caminhe, fazendo as ligaduras, fazendo as ligações, onde quer que a gente caminhe, lançando as sementes, né, elas possam frutificar através do nosso exemplo, como também o exemplo de Paulo frutificou em nossos corações. Graças Jesus te damos por confiar em Paulo e graças Jesus também te damos porque o Senhor confia em nós para que nós também saibamos semear a semente do evangelho através da palavra, sobretudo da ação, movendo a nós mesmos, Senhor, em direção ao teu coração generoso. Obrigado por essa noite tão especial e te pedimos proteja as nossas os nossos pensamentos, as nossas emoções, as nossas vidas, Senhor, para que nós saibamos onde quer que estivermos sermos semeadores da vida. Obrigado, Senhor. Fica conosco. Que assim seja.
Vídeos relacionados
CORAGEM! ELE TE CHAMA!
Estudantes do Evangelho TV · Artur Valadares
NÃO SÃO OS QUE GOZAM SAÚDE QUE PRECISAM DE MÉDICO
Estudantes do Evangelho TV · Marina Horbylon
“DEVE-SE EXPOR A VIDA POR UM MALFEITOR?”
Estudantes do Evangelho TV · Artur Henrique
O NATAL COM JESUS
Estudantes do Evangelho TV
Parábola do grão de mostarda
Estudantes do Evangelho TV
Parábola os dois alicerces
Estudantes do Evangelho TV
A manjedoura de todos nós
Estudantes do Evangelho TV · Romulo
A construção da paz
Estudantes do Evangelho TV