Paulo e Estevão 2a parte Capítulo 2 29092025
Para mais informações sobre a Casa Espírita Estudantes do Evangelho acesse o site: www.estudantesdoevangelho.com.br Instagram: @casaestudantesdoevangelho Facebook: @casaestudantesdoevangelho
A Casa Espírita Estudantes do Evangelho apresenta seminário sobre o livro Paulo e Estevão, obra ditada pelo espírito Emanuel, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, uma coprodução do Gef. >> Então, vamos relevar a Deus os nossos pensamentos. Agradecendo pela oportunidade de estarmos aqui mais uma vez reunidos sob o amparo e a proteção dos nossos amigos espirituais, nos aprofundando nesses ensinamentos tão valiosos que Paulo ou sua história nos traz experiências de vida, de transformações, de recuperação íntima, de acolhimento. de si mesmo no processo de mudança, na coragem de enfrentar as próprias mazelas, na coragem de enfrentar e arrostar todas as dificuldades que surgem na caminhada, na certeza da fé raciocinada e esclarecida, que sabe que está amparada e protegida. Te agradecemos ainda, Senhor, pelos companheiros que têm palmilhado semana a semana caminhos semelhantes, que tem estudado conosco, que tem aprendido em grupo, em reflexões tão valiosas, as melhores maneiras de entender o que significa caminhar com o evangelho no coração. Por isso, agradecemos mais uma vez essa oportunidade. Pedimos que a vossa misericórdia esteja conosco, que os amigos espirituais, aqueles que acompanham a Laura, aqueles que dirigem o grupo, possam inspirá-la nas suas palavras para que ela possa nos trazer o recado certo que o capítulo nos dá. Abençoa o nosso horário, entra em nossas casas, divide, Senhor, com cada um de nós a luz bemfazja da vossa misericórdia. E sobre a vossa proteção, sobre o amparo espiritual que recebemos e com a vossa permissão, nós iniciamos o nosso encontro dizendo graças a Deus e a Jesus. Muito bem, a palavra da Laura, vou passar para ela logo. Ela tem muita coisa a nos dizer e eh eu vou compartilhar aqui o trabalho dela. >> Então, boa noite a todos. Eh, hoje nós vamos dar continuidade aí na segunda parte desse livro maravilhoso, né, que era o preferido de Chico Xavier, todos que ele psicografou, ele tinha um carinho muito especial por esse livro. O capítulo que nos coube aí
nuidade aí na segunda parte desse livro maravilhoso, né, que era o preferido de Chico Xavier, todos que ele psicografou, ele tinha um carinho muito especial por esse livro. O capítulo que nos coube aí no sorteio da nossa chefa foi o Tecelão. Então, no capítulo segundo, por que que Emanuel coloca para nós esse nome? O Tecelão? Primeira coisa que a gente tem que pensar, porque essa espiritualidade que nos coordena, Emanuel participou da da codificação, né? É o tecelão é o quê? É o nosso Saulo se preparando para tecer a sua nova vida, né? é o nosso Saulo naquele momento de introspecção, de descobertas, de mudança que às vezes aqui nós também já tivemos em nossas vidas. Então é essa caminhada que nós vamos acompanhar nesse capítulo dois. O capítulo dois do livro, eh, ele conta pra gente um segredo aí da espiritualidade. Lá no capítulo 9 do Atos Apóstolos, entre os versículos 21 e 22, há um iato de 3 anos. E Emanuel vem contar pra gente o que que aconteceu nesse ato de 3 anos, porque tá lá no versículo 21, a primeira passada de Paulo em Damasco, que a gente já viu que aconteceu, né? Foi uma catástrofe total, porque ele recém-convertido vai querer mudar o mundo sem ter uma bagagem, sem ter um preparo. E aí no versículo 22 já é um segundo momento de Paulo em Damasco, que a gente vai ver nos capítulos posteriores. Então esse capítulo, o Tecelão é uma informação de Emanuel inédita para nós. O que que acontece entre os versículos 21 e 22 Atos dos Apóstolos? Saulo, então, ele chega a Palmira, ele vai à procura de Ezequias. Ezequias é irmão de Gamaliel, irmão mais novo. Chegando lá em Palmira, ele percebe que o dinheiro dele tava acabando. Mal dava para remunerar o servo que o acompanhou. E aí ele entra num acordo e o servo, percebendo a humildade dele, fica só com o camelo e um pouquinho de dinheiro e deixa o restante para Saulo poder continuar a jornada dele. Essas imagens que vocês estão vendo ao fundo são imagens de Palmira, tá? Retiradas da da internet, do Google. Lembrando que Palmira sofreu
e deixa o restante para Saulo poder continuar a jornada dele. Essas imagens que vocês estão vendo ao fundo são imagens de Palmira, tá? Retiradas da da internet, do Google. Lembrando que Palmira sofreu aí várias destruições, né? A última aí foi dos muçulmanos. Então, todas essas ruínas que vocês têm aí no fundo dessas imagens são de Palmira. E aí Saulo, depois de do da tratativa que ele fez com o rapaz que o acompanhou, ele num quarto humilde, muito diferente do que ele estava habituado. E aí Emanuca pra gente que ele estava só, sem parentes, sem amigos, sem dinheiro. Sua existência estava transformada. O que fazer agora? profunda amargura, ameaçava invadir-lhe o coração, mas lhe veio a lembrança da visão gloriosa. E quantos de nós não passamos por este momento em que uma situação de família, uma situação na saúde, nós às vezes sozinhos, sem parentes, sem amigos, sem dinheiro, transtornados, com a vida virada de cabeça para baixo, e a gente lembra do quê? Jesus está conosco. Então, é isso que a gente tem que ter sempre em mente em todas as situações de nossa vida. Jesus está sempre conosco. Ele não foi embora. Ele não precisa voltar porque ele está sempre conosco. Procurando Ezequias, ele foi logo atendido pelo por esse homem idoso de semblante risonho e respeitável que o saudou com muita simpatia. Era o irmão de Gamaliel. Então, era um comerciante muito famoso na cidade, muito rico. E aí ele começa a contar para Saulo como que Gamaliel estava. E aí a visão de Ezequias sobre como Saulo estava. Passos passa dias e dias em uma cabana abandonada que possuo a sombra de umas tamareiras, tão só para ler e meditar um manuscrito sem importância que não consegui compreender. Além disso, parece-me completamente desinteressado de nossas práticas religiosas. vive como que é alheio ao mundo. Fala em visões do céu, fala desse Messias, desse carpinteiro. E Ezequias começa a dizer: "Poxa, meu irmão tá em decadência mental, ficou caduco." Quando ele discorre sobre as ilusões religiosas que o empolgam no seu
do céu, fala desse Messias, desse carpinteiro. E Ezequias começa a dizer: "Poxa, meu irmão tá em decadência mental, ficou caduco." Quando ele discorre sobre as ilusões religiosas que o empolgam no seu desequilíbrio mental, ninguém nessa casa o contradiz. Já sabemos que não fala mais por si. E de nossa parte nada poderíamos tentar restabelecer a situação, porque na verdade a sua loucura é pacífica. Então, percebam toda essa narrativa que Ezequias constrói do nosso Saulo. Pode passar, Cíia. >> Não é do Saulo, não. >> Ah, do Gamaliel. Isso mesmo, Terezinha. Obrigada. >> Gamaliel. >> Isso é, ele fala pro Saulo sobre Gamaliel, né? E aí a gente pega pra gente, porque isso que Emanuel tá nos está nos escrevendo é o quê? Pra gente pensar na nossa vida. Não é para eu pensar em Saulo, lá na vida dele lá longe de mim. A doutrina espírita não é para pros outros, é para mim, para eu olhar dentro de mim o que que essa narrativa tem a ver comigo, com a minha vida, né? Então nós temos Ezequias que ele censurando Gamaliel, ele não consegue entender. E nós, quantas vezes nós censuramos o nosso próximo sem conseguir entendê-lo, sem conseguir compreendê-lo, sem conseguir abraçá-lo. E aí nas nossas nas nossas reflexões diárias, nós somos mais Gamaliel ou somos Ezequias, né? Se nos propomos a nos renovarmos, é imperioso deixar que os demais livremente se renovem. É o que Gamaliel está fazendo. Ele conta pra família dele as novas descobertas. Ele ensina pelo exemplo, mas ele não obriga ninguém a se converter a Jesus, ao evangelho. E nós, enquanto espíritas, quantos de nós aqui somos os únicos espíritas na família? Somos os únicos espíritas no ambiente de trabalho. E aí nós somos o Gamaliel que ensinamos pelo nosso exemplo, pela nossa atitude, ou somos um Ezequias que não compreende ninguém, que não entende ninguém e que todo mundo é maluco e só eu tô estou certo e sou certo. E aí vem uma reflexão de Emanuel, de André Luiz lá no livro Estude Viva, tá? Vou agradecer a Suelene, gente, porque eu
não entende ninguém e que todo mundo é maluco e só eu tô estou certo e sou certo. E aí vem uma reflexão de Emanuel, de André Luiz lá no livro Estude Viva, tá? Vou agradecer a Suelene, gente, porque eu não consegui achar e mandei mensagem: "Suelene, onde tá mesmo isso?" É, a Suelene me socorreu. Ninguém renasce sem motivo nessa ou naquela equipe familiar. Então, essa mensagem é pro espírita que está em família não espírita. Então, se eu estou nessa família, tem um motivo para eu estar nessa equipe familiar. Estamos na posição do devedor entre os credores vários, com a valiosa possibilidade de ressarcir os nossos débitos, usando o quê? a compreensão que Gamaliel nos ensina nesse capítulo e não a intolerância de Ezequias ou na condição de aluno em curso intensivo de burilamento individual, porque sem esses parentes que me criticam, que estão ali de olho na minha, ué, mas você vai falar isso, você vai fazer isso, você não é espírita. Como seria a minha conduta? Eu estaria me policiando, eu estaria tentando acertar se não fossem esses olhos aí tão grandes em cima de mim, cuidando da minha conduta, que infelizmente somos seres ainda pequeninos, a gente precisa desses olhares nos cuidando, nos disciplinando para que a gente possa evoluir, né? São os nossos instrumentos de edificação, como nos diz Emanuel, os teus atos possuem uma voz que fala mais alto do que todas as tuas palavras. Isso é de Joana de Ângeles num livrinho de bolso pequenininho, mas com ensinamentos fantásticos. Então, eu não sou espírita. Eu preciso agir enquanto espírita cristão dentro do meu lar, dentro do meu trabalho, aplicando aquilo que eu estudo e estudo nos livros, nos grupos de estudo, né? Aí Saulo, depois dessa conversa com o nosso Ezequias, foi pro local onde Gamaliel estava. Gamaliel recebeu ele com alegria, com surpresa também, e ouviu a narrativa do acontecido às portas de Damasco. E aí Gamaliel diz a Saulo: "É chegado o momento de trabalhares por quem é maior que Moisés". Olha que coisa fantástica, né? É chegado o momento de
ouviu a narrativa do acontecido às portas de Damasco. E aí Gamaliel diz a Saulo: "É chegado o momento de trabalhares por quem é maior que Moisés". Olha que coisa fantástica, né? É chegado o momento de você trabalhar por Jesus. E aí, Gamaliel pode passar, ele vem num discurso fantástico, né? E Saulo desabafa. Eu estou desorientado, confundido. Estou sendo objeto de singulares e radicais transformações. Quis começar o meu esforço pelo Cristo em Damasco, mas aí não deu muito certo, Gamaliel. Repentinamente vi-me sem companheiros e sem ninguém. Quantos de nós quando eh estamos no mundo e aí chega a mediunidade, chega aquele chamado e você vai paraa casa espírita e aprende um tanto de coisa e aí você já não vai estar mais no mundo. Você continua sendo do mundo, mas você não tá lá no mundo, né? E aí você começa a perceber que você está sozinho na sua casa. Você está sozinho no seu trabalho, você está sozinho. Porque, gente, a caminhada a gente faz com os companheiros de estudo, com os companheiros da casa espírita, com os nossos irmãos em crença, mas a transformação é intransferível e pessoal. Não adianta eu não, ninguém vai me pegar pela mão e vai se transformar para mim. Eu preciso me descobrir. Essa desorientação de quando surge a mediunidade, de quando eu descubro a doutrina espírita, de quando eu descubro a reencarnação, que a vida não cessa, que esse corpo é só um empréstimo, tudo isso assim abre a minha mente de repente, é claro que a gente fica desorientado e confundido como Saulo ficou. É claro que a gente fica, a gente se transforma e é claro que a gente quer sair com o livro dos espíritos debaixo do braço, nos almoços de domingo, querendo converter a família inteira, mas aí a gente descobre que não é bem por aí, que o nosso trabalho é outro, o nosso trabalho é para dentro, é conosco. Aí, Gamaliel, cita os exemplos de Simão Pedro, que foi vilipendiado, que era perseguido e continuava trabalhando, continuava perdoando, continuava amando aos inimigos. Deu o exemplo de Estevão e
osco. Aí, Gamaliel, cita os exemplos de Simão Pedro, que foi vilipendiado, que era perseguido e continuava trabalhando, continuava perdoando, continuava amando aos inimigos. Deu o exemplo de Estevão e do próprio Cristo, né, que foi crucificado e perdoa. E ele fala: "Olha, Saulo, eles que são eles perdoaram. E aí, se Jesus andou entre sofrimentos e incompreensões neste mundo, não é justos, não é justo. Aguardemos repouso e vida fácil em nossa miserável condição de pecadores. Estamos no planeta de provas e expiações, onde o mal predomina. E eu quero passar a minha vida em sorrisos, sem lágrimas, sem ranger de dente, sem choros. Eu ainda não estou preparado para isso. Nós não estamos preparados para essa vida contemplativa, para essa vida de maravilhas, de um mundo de regeneração. Estamos nos preparando, estamos caminhando para isso. Dia a dia, seminário a seminário, estudo a estudo, reflexão a reflexão. É um passinho de cada vez. Mas nós não acham, não vamos achar que a gente vai passar sem as doenças que nos ensinam muito, sem os atrapalhos na vida, sem as confusões que vão nos ensinar a ter a presença de espírito e vão nos testar a fé. Porque sem essas tentações, que seria de nós, né? Estaríamos aí sempre sem conseguir provar a nossa conversão ao Cristo, o nosso a fé que nós abraçamos, né? E aí Gamaliel fala do deserto. E aí procurando, procurando, fui ler Joana. Joana fala pra gente, eu fiquei, mas o como é que a gente vai pro deserto, né? Aqui no Goiás fica fácil. Você vai lá pro Parque Vaca Brava, período antes da chuva, tá um deserto. Mas esse deserto não é físico. Esse deserto que o Emanuel nos fala é um deserto simbólico, é uma metáforo, é um lugar de meditação profunda, mas é um lugar aonde lá fora. Vou pegar, vou sumir, vou lá pro deserto do Jalapão, pro tanto do deserto do Saara. Não. O deserto são os momentos de reflexão que nós temos sozinhos, nós conosco mesmo. Porque na hora da minha desencarnação ser eu e eu. Seremos cada um de nós. Os mentores estarão ao lado, mas como a
Não. O deserto são os momentos de reflexão que nós temos sozinhos, nós conosco mesmo. Porque na hora da minha desencarnação ser eu e eu. Seremos cada um de nós. Os mentores estarão ao lado, mas como a gente lê aí nos livros de André Luiz, no livro da Otília Gonçalves, Além da Morte, nos livros Cartas de Uma Morta e tantos outros livros que a gente vê o próprio céu e inferno na segunda parte, quando nós desencarnamos, estamos só com a nossa consciência. E se eu passo uma vida de tribulação sem entrar em contato com esse conteúdo que é só meu, sem me conhecer, como é que eu fico na hora da minha desencarnação? Ou fico lá presa no túmulo dentro do do caixão, ou saio correndo pelo cemitério, pela vida, aí gritando: "Socorro! Alguém me socorre que eu morri ou às vezes nem vou descobrir que eu morri. Então eu preciso entrar em contato com esses conteúdos. Eu preciso entrar em contato com a minha fé. Eu preciso entrar em contato, como Joana nos fala, com o meu Deus interno, porque esse deserto faz parte da minha evolução, ainda mais nesse mundo de hoje que você não, para você se desconectar é muito difícil. Tá todo mundo o tempo todo com celular na mão, em vários lugares ao mesmo tempo, pensando o que que eu vou fazer de janta amanhã, que que eu tenho que ir no mercado, na academia, olhando, ver se tem mensagem no WhatsApp, ver quantas curtidas tem no Instagram e etc. Mas e aí a hora que eu desencarnar, onde toda essa confusão mental vai se transformar em tribulação, em choro e ranger de dentes. E eu não sei quem eu sou. e eu não sei o que eu preciso e aí eu também não sei orar, como que eu vou ficar. Então eu preciso sim rotineiramente ir para esse deserto interior, ir para esse lugar lá na minha consciência e pensar o que eu estou fazendo, o que eu vim fazer aqui. Eu sou um ser imortal, esse corpo é uma veste. As tribulações que eu passo são aprendizados e eu vou sair desse deserto cada vez mais fortalecido. Quando eu desencarnar, quem sabe, né, eu enxergue aí a luz e
um ser imortal, esse corpo é uma veste. As tribulações que eu passo são aprendizados e eu vou sair desse deserto cada vez mais fortalecido. Quando eu desencarnar, quem sabe, né, eu enxergue aí a luz e possa seguir a luz e não o choro e ranger de dentes. E Joana continua: "Eucar-se à mente, disciplinando-se os pensamentos, constitui recurso valioso para a saúde espiritual e para o êxito da reencarnação. Então eu preciso pensar no meu aqui, no meu agora, o que eu estou fazendo e não só deixar a vida me levar. E por que que eu preciso fazer isso? Porque os inimigos a vencer estão em nós mesmos. Eu não preciso vencer o Eu não preciso vencer a sogra, o ex-marido, o pai problema, a mãe problema, os irmãos, os vizinhos, o síndico do condomínio. Não, eu não preciso vencer a ninguém, eu só preciso vencer a mim mesma. Por quê? Porque todas essas situações que me seguem são o quê? Os instrumentos da minha regeneração. É a sogra que me dá uma apontada e eu fico nervosa. É que eu descubro o que que eu tenho que trabalhar em mim. A tolerância, o perdão, a benevolência, a indulgência, é a irritação no condomínio, é a briga com o vizinho. E tudo isso eu vou descobrindo as minhas arestas. a parar. E sem esse instrumento de regeneração, ninguém vive, porque aí eu só vou deixando a vida me levar. Eu não vou trabalhando todos esses conteúdos milenares que eu tenho dentro de mim. E aí tem uma coisa que Joana fala nesse livrinho Viver e Amar que é fantástica, né? Fala assim: "Às vezes a gente, você, você, não sei se vocês se acham equilibrados. Eu não me acho equilibrada não, gente. Eu acho que eu sou assim muito acelerada. E aí Joana fala para mim assim: "Estabilidade emocional é o efeito da convicção íntima do homem que não sofre as oscilações tormentosas no meio ambiente em que se movimenta." Gente, isso quer dizer o quê? que não é o outro que te tira do sério. Você já tava fora do sério, fora da caixinha, louco, obsediado, ensandecido. Não é o outro que tirou você, é você que não conhece a si mesmo, não se venceu,
uê? que não é o outro que te tira do sério. Você já tava fora do sério, fora da caixinha, louco, obsediado, ensandecido. Não é o outro que tirou você, é você que não conhece a si mesmo, não se venceu, não se equilibrou, não tem estabilidade emocional para lidar com aquela situação. E aí vem a ideia de um instrumento de regeneração dentro das nossas vidas. E aí a importância de você ir pro deserto todo dia um pouquinho, 5, 10 minutos de reflexão, de interiorização, para que a gente possa acalmar os pensamentos, né, meditar, fazer uma oração, um evangelho e me encontrar com Deus. E aí tem um essa colocação de de Gamaliel é muito interessante, né, que ele coloca que quando os ascendentes deles eh tentavam ir, né, eh trabalhavam para conquistar a região privilegiada, numerosas pessoas tentavam desanimar os mais pertines. Então asseverando que o terreno era inóspo, que os ares eram insalubres, tinham febres mortais, que os habitantes eram intratáveis, devoradores de carne humana. E eu faço o paralelo seguinte. Então, quando nós estamos indo eh paraa festa, eu sou da época do telefone de fio, tá? Na minha juventude, eu, a Terezinha Carmeli, aqui, a Nores também, a Cíntia, mas alguns não sabem nem o que que é, gente. Antigamente telefone ficava grudado na parede, a gente não levava junto pra festa. Aí você ligava para as amigas, vamos na festinha, não sei o quê, vai ter open bar, vai isso, vai, você ligava para Deus e todo mundo e aquele Fusca lotado de gente hoje para ir pra casa espírita, quantas pessoas a gente convida para ir conosco? Não é quantas pessoas eu ligo, falo assim: "Nossa, vão comigo". Não, nessa casa espírita é o quê? Nossa, casa espírita tem fantasma, tem espírito, eu tenho medo. Então, esse lugar que a gente quer ir, esse lugar de introspecção, esse lugar de oração, às vezes as outras pessoas não vão nos entender. Mas tudo bem. Se eu estou bem comigo, se nós estamos confiantes em Deus naquele momento, tá tudo bem. E aí eu consigo chamar as pessoas para encher um Fusca e
s as outras pessoas não vão nos entender. Mas tudo bem. Se eu estou bem comigo, se nós estamos confiantes em Deus naquele momento, tá tudo bem. E aí eu consigo chamar as pessoas para encher um Fusca e ir paraa casa espírita. Porque chamar paraa festa é muito fácil, mas chamar para transformação, olha que é difícil encher um fusca, hein, gente. A revelação divina deve deve referir-se a uma região bem dita, cujo clima espiritual seja feito de paz e luz. Adaptarmo-nos ao evangelho é descobrir outro país cuja grandeza se perde no infinito da alma. Ao nosso lado permanecem aqueles que tudo fazem por nos desanimar na empresa conquistada. Não é, gente, que é isso que acontece? Então, quando a gente descobre o evangelho e o espiritismo é o evangelho, né? é o consolador prometido. E a gente descobre a grandeza do evangelho. E a gente consegue ler o evangelho e entender um pouco do que esse espírito tão grandioso que é Jesus veio nos veio nos dizer. E aí a gente quer sair falando para todo mundo. A gente quer convidar, quer encher um fusca para ir pra casa espírita, para ir pros estudos. A gente fica muito empolgado, mas infelizmente tem muita gente que tá nos vai arrumar mais um estudo. Você não tem vida, criatura. Você isso, você aquilo, você tem que cuidar de você, aproveita para ir viajar. Mas qual é a nossa necessidade hoje numa segunda-feira, né, onde tanta gente tá aí assistindo novela, série do Netflix, no Instagram, qual que é a nossa necessidade, o que nos preenche? Esse momento aqui e agora, estarmos aqui está nos preenchendo, está nos dando que termina a reunião, eu falo: "Nossa, que delícia! Estudei esse livro de novo e aprendi mais coisas ainda. E sempre vai ter quem diga: "Mas esse livro de novo, mais outro grupo de estudos, mais casa espírita outra vez". E aí nós não podemos desanimar. Mas só quando a gente vai pro deserto, Joana nos fala, só quando você fica um tempo lá, se fortalece, é que você consegue vencer a si mesmo e não desanimar, porque senão você desanima. Você,
esanimar. Mas só quando a gente vai pro deserto, Joana nos fala, só quando você fica um tempo lá, se fortalece, é que você consegue vencer a si mesmo e não desanimar, porque senão você desanima. Você, principalmente nós que estamos em lares, que somos solitários na nossa crença espírita. Então, nós precisamos ir pro deserto, reflexionar, nos fortalecermos e sairmos de lá igual Paulo saiu e foi para Damasco novamente, que se a gente não se fortalecer, a gente vai ser achincalhado como ele foi da primeira vez, porque nós não vamos estar preparados para lidar com tudo que nos cerca. Acusam a lição do Cristo de criminosa e revolucionária. Enxergam no seu exemplo intuitos de desorganização e de morte. Mais uma vez aqui, eh, nós, né, no nosso passado, sem entender, sem compreender, acusando. E a mensagem do Cristo está aí até hoje crescendo, se multiplicando, não só dentro da doutrina espírita, mas dentro das demais eh religiões. E será que ela foi criminosa? Revolucionária, sim, com certeza, mas criminosa jamais. O Cristo, ele nunca obrigou ninguém a segui-lo. Ele convidava, apenas convidava. O segue até hoje só quem quer. Quantos de nós a gente demorou uma vida inteira? Quantos parentes, quantos amigos não estão em outros caminhos? E Jesus não tá obrigando ninguém. Essa é a beleza, né, do evangelho. E aí, se não conservas, se não conservas a calma necessária diante da de ofensas e críticas, entrarás inevitavelmente nas grades da desesperação. Quem fala pra gente é o Emanuel. Então, eu preciso ter a calma do Cristo. Eu preciso ter a calma que Saulo teve depois que ele saiu do deserto das reflexões dele, né? Eu preciso ter essa tranquilidade, porque senão eu não vou conseguir lidar com esse mundo onde as ofensas vão chegar, as críticas vão chegar e eu preciso ter a humildade de saber lidar com tudo isso. Senão eu não consigo viver nesse mundo, senão eu não consigo espalhar o evangelho, senão eu não vou conseguir crescer, né? Então é necessário recomeçar a tarefa. E Gamaliel falando como homem que
sso. Senão eu não consigo viver nesse mundo, senão eu não consigo espalhar o evangelho, senão eu não vou conseguir crescer, né? Então é necessário recomeçar a tarefa. E Gamaliel falando como homem que procurava inutilmente o ouro no lugar onde não existia. O problema é de trabalho, de esforço pessoal. Então, nós temos um Saulo que ele procura a satisfação da vida dele no quê? No orgulho de raça, principalmente no orgulho. E no orgulho do quê? Do conhecimento. E, infelizmente, dentro da nossa doutrina espírita, nós também temos, né, eh, irmãos assim, nós também passamos por essas fases. É porque eu sei isso, eu sei aquilo, eu já estudei, eu já sei tudo. Kardec tem que reformular. Mas não é por aí. Eu nem consegui entender Kardec ainda para poder ter o assinte aí de falar que ele precisa reformular, uma vez que a doutrina não é de Kardec, ele é o codificador. A doutrina é da falange do espírito de verdade. A doutrina é o consolador prometido que Jesus nos enviou. Então, como é que eu vou falar que tudo isso precisa de reformulação, né? Como é que eu vou falar que já sei tudo de doutrina espírita se nem tudo nos foi revelado ainda? Sabemos muito pouco, somos ainda crianças engatinhando. Então, o problema é o quê? Trabalho e esforço pessoal. Não tem problema se lá eu estava procurando as coisas onde não existia, onde o meu crescimento espiritual não iria acontecer. O momento é aqui, é agora. Que eu posso fazer hoje? O ontem passou, não tem o que eu fazer sobre ele. O meu problema é hoje, é agora, é o meu aqui. Que que eu posso fazer? aonde eu posso trabalhar, onde eu posso me esforçar para que eu possa caminhar rumo à minha evolução espiritual cada vez mais? E aí ser tecelão ele fala por que que é importante para Paulo ser tecelão, né? Saulo ainda é Saulo, porque ele usa, ele tinha uma na como rabino, né? Não era rabino não, gente, me ajuda a palavras. fugiu doutor da lei. Como doutor da lei, Saulo, ele era ovacionado, ele tinha o dom da palavra, não é isso? E ele saiu e despencou. Então, ele
bino, né? Não era rabino não, gente, me ajuda a palavras. fugiu doutor da lei. Como doutor da lei, Saulo, ele era ovacionado, ele tinha o dom da palavra, não é isso? E ele saiu e despencou. Então, ele precisa aprender o quê? A humildade. Quantos de nós não passamos encarnações lá em cima e depois temos que cair? Se eu tô lá em cima hoje, amanhã eu vou cair, porque eu preciso transitar. em todos os pontos e ter a humildade de Jesus, em ter a humildade desse desse espírito fantástico que esperou 30 anos para poder abrir a boca, que jamais se prevaleceu da inteligência, da evolução espiritual dele, que não se conspurcou com nada do que acontecia ao seu redor. E aí eu preciso aprender isso. Se eu estou num lugar de mando, eu preciso ser humilde. Se eu estou num lugar humilde, eu também preciso ser humilde, sem me envergonhar disso. Sabendo que tudo é transitório, sabendo que os lugares que nós ocupamos são transitórios, assim como o nosso corpo, né? Somos apenas mordons. Então, as tarefas apagadas são grande mestras do espírito de submissão. Vamos colocar pra gente aí nosso trabalho no centro espírita. Todo mundo quer ser palestrante, todo mundo quer ser o médium de psicografia para ir lá no palco psicografar, mas ninguém quer limpar o centro espírita. Quando fala: "Precisamos de de voluntário para faxina, some todo mundo." Agora, você fala assim, precisamos de um voluntário para dar a palestra, nossa senhora tem briga de faca, né? Infelizmente nós espíritas ainda não aprendemos que são nas tarefas apagadas que nós vamos aprender muito mais. Todo trabalho honesto está selado com a bênção de Deus. Aí Saulo fala para ele: "Olha, tudo bem, Gamaliel? Eu entendi que você quer que eu vou lá pro deserto, que eu tô precisando, mas eu tô sem dinheiro. Eu não tenho nem dinheiro para ir pro deserto." Aí Gabaliel providencia todo o necessário pro início da jornada. E aí a gente começa a pensar quem é o Gamaliel ou os gamaléis da nossa vida? Que no decorrer da nossa existência nós
a ir pro deserto." Aí Gabaliel providencia todo o necessário pro início da jornada. E aí a gente começa a pensar quem é o Gamaliel ou os gamaléis da nossa vida? Que no decorrer da nossa existência nós tivemos vários mestres. Tivemos os nossos pais, ah, mas eu não aprendi muito com os meus pais, eu não me dava com eles. Uma professora, um livro, um palestrante, um filósofo. Então, quem foram os nossos mestres? Nós temos gamaléis na nossa vida. O Evangelho Segundo o Espiritismo é um excelente conselheiro para as horas de tormento que nós estamos. Faça uma oração. Jesus, o que que eu preciso saber para hoje? Você vai abrir na mensagem que você precisa. Jesus vai te responder. E aí Gamaliel diz o seguinte: "Toda planta é frágil quando começa a crescer". Então nós precisamos nos fortalecer. Nós precisamos fazer essa jornada de autodescobrimento. Antes de querer transformar o mundo, nós precisamos nos transformar, porque a transformação não é lá fora, é aqui dentro, é dentro de nós. Aí Gamaliel entrega a Saulo pergaminho, que tem o Evangelho de Mateus. Nós sabemos que Gamaliel fez cópias, né, do evangelho de Mateus, que ele ganhou de Pedro. E ele entrega para Pedro e diz o seguinte: "Olha, isso aqui vai ser para você provar pro pessoal da da casa do caminho que você está transformado, porque eu eh vou te abonar. Eu assino embaixo que você está transformado." E aí Gamaliel diz o seguinte: "Vejo-te no futuro dedicado a Jesus com o mesmo zelo ardente com que te conheci consagrado a Moisés". E a gente percebe, lendo os nossos livros, os romances espíritas, que um espírito ele não modifica, ele pode modificar eh convicções, ele pode modificar a forma como ele enxerga o mundo, mas a raiz dele, o cerne dele, ele não modifica. Então, se você tem um espírito muito tenaz na perseguição aos cristãos, depois você vai ter o quê? um espírito também muito tenaz na propagação do evangelho. E aí, Emanuel é o nosso grande exemplo, né? Como públios lentolos e públios lentulos sura a gente
ão aos cristãos, depois você vai ter o quê? um espírito também muito tenaz na propagação do evangelho. E aí, Emanuel é o nosso grande exemplo, né? Como públios lentolos e públios lentulos sura a gente sabe como ele foi. E depois esse responsável pela essa obra fantástica de Chico, né, que era basicamente o quê? O evangelho. Então a gente não muda, a nossa essência continua a mesma. esses grandes perseguidores, esses espíritos que vêm nas reuniões de desobsessão, eu vou acabar com tudo, eu vou fazer isso, vou fazer aquilo, vou destruir, vai tudo cair abaixo. No futuro serão os grandes propagadores do evangelho de Jesus. Serão aí os palestrantes espíritas levando a palavra, serão os dirigentes de grupos mediúnicos. serão os dirigentes de casas espíritas, os pastores protestantes, os padres, os dirigentes de terreiros de umbanda e assim por diante. Porque se um dia a gente feriu, no outro a gente vai procurar reparar na mesma intensidade. E quem fala agora é o Hermínio Miranda no livro As marcas do Cristo. Esse livro, gente, é são livro, é volume um e volume dois. Hermínio Miranda faz um comparativo entre exatamente isso que a gente tá falando, entre quem foi Paulo de Tarso e quem foi eh Martinho Lutero. Ele fala que os dois eram o mesmo espírito, tá? E é uma fofoca espírita que ele trabalha lá. Mesmo a gente não concordando com isso, vale a pena ler, porque ele faz um, ele esmiuça historicamente esses dois personagens. E ele coloca: "Paulo, não escreve ou não dita uma linha que não contenha toda a força da sua sinceridade." Então, com toda a sinceridade, ele perseguiu Jesus e depois, com toda a sinceridade ele trabalha o evangelho de corpo e alma, dedicação integral. Semeaste por lá certa confusão nos espíritos por lá, né? Em Damasco, em Jerusalém, é justo. Recolhe os resultados. Então, a gente viu nos capítulos anteriores a confusão que ele aprontou, né, em Jerusalém, perseguindo Estevão, perseguindo Pedro, a casa do caminho. Não te perturbem as desconfianças, a calúnia e a máfé.
o, a gente viu nos capítulos anteriores a confusão que ele aprontou, né, em Jerusalém, perseguindo Estevão, perseguindo Pedro, a casa do caminho. Não te perturbem as desconfianças, a calúnia e a máfé. atento a que Jesus venceu galhardamente tudo isso. E na nossa vida, quando eu recolho alguma coisa que seja resultado dos meus atos dessa ou das anteriores, eu preciso eh desesperar. Meu Deus do céu, Jesus esqueceu de mim. Eu joguei pedra na cruz, minha Nossa Senhora, a gente está recolhendo o que a gente plantou. Quem semeia vento colhe tempestade. Então, se eu quero alguma coisa diferente, eu preciso começar a plantar alguma coisa diferente sem ficar reclamando, sem ficar sentindo pena de nós mesmos. E vendo aqui, ó, Jesus que não devia nada, venceu tudo o galhar da mente. E eu que sou um devedor. E nós que somos os devedores. E aí eu brinco nos grupos de estudo que os espíritas são os piores devedores, né? que é assim, a Igreja Católica não deu jeito, evangelho não. Então vamos botar lá no espiritismo para ver se essa criatura vai estudar e ela aprende um pouquinho e cresce um pouquinho. Porque para ser espírita não é qualquer um, né, gente? Você tem que ter ali muita força de vontade, porque o espiritismo nos exige uma transformação moral constante. Um viver o espiritismo é muito difícil. Ler o livro e vivenciar aquilo que a gente vê nos nosos livros espíritas. Menino, eu não sei se vocês conseguem, mas para mim é muito difícil. Cada dia uma batalha mais difícil que a outra. Aí no oasidã ele conhece Áila e Prisc. Percebam que ele foi pro deserto, mas ele não foi sozinho. E quando nós estamos no deserto, nós estamos sozinhos naquele momento que eu tô lá estudando meu evangelho, reflexionando o meu dia lá, como tá na questão 919 do livro dos espíritos, eu tô lá pensando o que que eu fiz hoje de errado, de certo? Eu estou sozinho? Não, porque Jesus ele nos ele não fala pra gente, ó, vai no deserto seco zero, não. Ele, a gente vai pro oasis. No oasis tem árvore. No oasis tem os nossos livros
e errado, de certo? Eu estou sozinho? Não, porque Jesus ele nos ele não fala pra gente, ó, vai no deserto seco zero, não. Ele, a gente vai pro oasis. No oasis tem árvore. No oasis tem os nossos livros espíritas. Noas tem palestra, tem evangelho no lar. No oases tem aquila e priscas. São os mentores espirituais. Foi essa leitura que eu fiz. são os nossos mentores que estão ali. Olha, vamos estudar mais um pouquinho. Tira a mãozinha aí do Instagram. Vamos estudar um pouquinho. Vamos lá assistir uma palestra. Vamos tomar um passe, vamos arrumar um trabalho na casa espírita, vamos servir uma sopa. São os nossos mentores espirituais maravilhosos que tita conosco. E aí sobre a Áila e Prisca, ele percebe que nunca mais se haviam de separar. espiritualmente da grandeza de sua missão. E a gente percebe que a Aquile Prisca estarão junto dele mais à frente nos próximos capítulos, né? E ele percebe que são dois habitantes de um mundo bem diferente, assim como são os nossos mentores que não vão dizer pra gente: "Vai pela esquerda ou vai pela direita, faça isso ou faça aquilo, você está errado." Eles falam: "Olha, livre arbítrio, a escolha é sua." O que diz o evangelho? Então eles estão sempre nos chamando, mas de forma muito suave, de forma muito carinhosa. Às vezes a gente escuta, às vezes não, né? Mais não do que sim. Aí chega o momento que a Áila pergunta para Saulo se ele conheceu Saulo de Tarso, né? O célebre inimigo que de Jesus tem um nome igual ao teu. E essa conversa é muito interessante, né? Porque Áquila e Prisca relembram do pai de Áquila, do que aconteceu, que eles tiveram que sair de correndo de Jerusalém também fugindo das perseguições fomentadas por por Saulo e tudo aquilo lá. E aí, eh, a gente lembra de Jesus, que diz lá no, no livro de Emanuel, vida e caminho ante o celeste convite. Aquele que realmente conhecia a si mesmo, passando entre os homens, nunca nunca perdeu de vista o esquecimento incondicional diante da injúria e da violência. E foi o que Áila e Prisca
eleste convite. Aquele que realmente conhecia a si mesmo, passando entre os homens, nunca nunca perdeu de vista o esquecimento incondicional diante da injúria e da violência. E foi o que Áila e Prisca demonstraram na narrativa de Emmanuel. Eles conheciam a si mesmo porque eles esqueceram a injúria e a violência sofrida, inclusive com a morte do pai de Águila. Eles esqueceram e perdoaram Saulo de Tarso. Gente, eu fiquei pensando muito nisso. Eu perdoaria? Vocês perdoariam isso? Essa perseguição? Às vezes a gente não consegue perdoar um uma pisada no dedão do pé. São espíritos diferenciados porque eles perdoaram absolutamente tudo. 70 x 7 mais um pouquinho. Essa forma como Áila conseguiu trazer o evangelho de Jesus para dentro dele de verdade em tão pouco tempo. E aí Saulo devolve a pergunta: "E que pensas você de Saulo?" O evangelho manda considerá-lo irmão extremamente necessitado da luz de Jesus Cristo. E nós, quando alguém pisa no nosso dedão, no nosso dedinho, dá um cutucão, como é que faz? A gente pensa: "Nossa, é um é um irmão necessitado da luz de Jesus Cristo, não é desse jeitinho?" E os obsessores? Então, tira de mim esses obsessores, porque eu não tenho culpa nenhuma. Eu sou um ser de luz. E o amor onde que tá? E o perdão e considerarmos todos, realmente todos irmãos. Não é só quem eu gosto que eu tenho que considerar irmão. São absolutamente todos. Até quem eu não gosto, eu tenho que considerar irmão, principalmente quem eu não gosto. Então eu preciso aprender demais com Áquila e Prisca, demais mesmo. E aí ele narra que Pedro ensinava lá na casa do caminho a considerar Saulo, esse implacável rabino, como a um irmão que as violências obscureciam. nas narrativas dos livros de André Luiz, de Manuel Filomeno, a gente tem que os mentores, de uma forma geral, assim como Joana, consideram as pessoas eh enlouquecidas. Quando você está fazendo mal, você tá enlouquecido, você tá doente, então você precisa de comiseração, de perdão, de oração. Não adianta você vir com
omo Joana, consideram as pessoas eh enlouquecidas. Quando você está fazendo mal, você tá enlouquecido, você tá doente, então você precisa de comiseração, de perdão, de oração. Não adianta você vir com crítica, não adianta você querer gritar mais alto, não adianta você querer se, né, falar: "Ele está me desestruturando." Não, vamos lembrar que tudo começa aqui na minha forma de ver o próximo, que tudo que sai de mim vai voltar. Então, se eu enxergar meu irmão como um irmão necessitado da luz de Jesus Cristo, com certeza no futuro, quando eu precisar, e a gente sempre precisa desse olhar mais caridoso para conosco, nós também vamos encontrar. Os três habitantes do AS silencioso entrelaçavam aspirações e pensamentos a respeito do evangelho de Jesus, o único livro de suas meditações naquelas paragens tão remotas. Pensem com vocês. Se nós tivéssemos só o evangelho segundo o Espiritismo, como é que seria? Daria, não daria? Estaria ótimo. Mas aí o que acontece? Tem aí alguns entre nós, e eu sou assim a primeira da fila, que precisam ler 1000 vezes a mesma coisa para ver se entende, para ver se entra, para ver se aprende, né? Então, a gente tem tanta obra espírita. Por quê? Porque nós somos espíritos necessitados. A gente é difícil de aprender. Às vezes a gente lê o evangelho 50 anos, mas não consegue perdoar o próximo, não consegue ter benevolência, não consegue ter indulgência. E a gente precisa continuar lendo. Não pode desistir. Só porque eu não consegui hoje não quer dizer que eu não vou conseguir amanhã. Então, nós precisamos ter o evangelho sempre, diariamente, como nossa leitura obrigatória. 10 minutinhos por dia, parou, lê uma passagem, medita sobre ela e faça suas orações. Isso é transformador. O exra rabino modificar o próprio aspecto ao contato direto das forças agressivas da natureza. Entendera finalmente aquela paz desconhecida que Jesus desejara aos discípulos. Metaforicamente, que que eu penso? Quando você faz essa viagem interior, descobre os seus problemas, descobre que
ureza. Entendera finalmente aquela paz desconhecida que Jesus desejara aos discípulos. Metaforicamente, que que eu penso? Quando você faz essa viagem interior, descobre os seus problemas, descobre que o problema não é da sogra, do vizinho, do síndico, não é do presidente da casa espírita, do coordenador de, não é, não é do seu patrão, não é. O problema é nosso, tá aqui dentro, isso nos fortalece, porque eu consigo enxergar o outro de uma forma diferente e aí eu vou encontrar um pouquinho mais de paz, porque eu tenho o controle. O outro não vai ter o controle sobre as minhas reações. Eu não tenho controle sobre o que o outro vai fazer, mas eu tenho o controle absoluto de qual será a minha reação perante uma ofensa do outro, perante uma calúnia, né? Ou eu fico louca, ou eu perdoo e ofereço a outra face e convido a caminhar mais 1000 passos comigo, né? Então essa paz que me dá o autodescobrimento, a doutrina espírita vem trazer para nós, que a doutrina espírita é toda sobre isso, sobre essa viagem para dentro do evangelho de Jesus através do autodescobrimento, que só com o autodescobrimento eu vou descobrir de verdade o que eu preciso mudar em mim para seguir o Cristo. Um ano depois, Saulo vem, né? Passou ali o tempo de estudos, de meditações, de conversas e ele cria coragem de fazer essa revelação. Sou Saulo de Tarso, sanhoso perseguidor, transformado em servo penitente. Se muito errei, hoje muito necessito. Na sua misericórdia, Jesus rasgou a túnica miserável das minhas ilusões. Olha que fantástico. Quantos de nós, gente, é tão difícil pedir desculpa. Eu não sei para vocês, mas já reconhecer que a gente erra já é difícil, mas ainda chegar lá e pedir desculpa, parece que um buraco, a gente quer que um buraco se abra no meio da da sala e a gente possa pular lá dentro ou a gente virar água e escorrer. Dói demais o nosso orgulho ainda. E Saulo venceu a si mesmo. Mais uma prova de que ele estava conseguindo interiorizar o evangelho de Jesus. Porque antes de pregar eu preciso interiorizar, senão eu
r. Dói demais o nosso orgulho ainda. E Saulo venceu a si mesmo. Mais uma prova de que ele estava conseguindo interiorizar o evangelho de Jesus. Porque antes de pregar eu preciso interiorizar, senão eu vou ser um sepulcro caiado, né? Muito bonitinho por fora. Sei falar se tá André Luiz, Manuel Filomeno tem muito conhecimento espírita, mas a conduta não é espírita. Emanuel fala pra gente no livro: "A criatura envenenada no mal é qual recipiente de vinagre que necessita ser esvaziado pouco a pouco". E o que que isso quer dizer paraa nossa vida? A gente passa encarnações fazendo bobagem. Aí chega aqui, vira espírita e fala: "Agora chega de choro e ranger de dentes. Minha vida vai ser um paraíso. Eu não vou sofrer mais, porque eu não sou um ser perfeito. Não vai acontecer. Não vai acontecer. De repente, quando Emanuel coloca isso pra gente, ele fala: "Olha, as suas imperfeições, os seus atavismos, os seus erros do passado, é igual o Marlon Heikdown, um palestrante espírita da série de Joana de Angeles, que eu gosto muito, ele faz a essa comparação que os nossos, cada um dos nossos defeitos é uma bexigona, bem cheia, prestes a estourar na nossa cara, né? Então você tem o orgulho, tem o egoísmo, tem maledicência, um monte de coisa. E no decorrer da nossa encarnação, a gente vai aprendendo e vai murchando um pouco essa bexiguinha. E aí na próxima encarnação essa bexiguinha nasce menor, na próxima um pouquinho menor, porque eu não vou conseguir resolver tudo de uma vez. Isso também é orgulho de nossa parte. Achar que eu dou conta de resolver todos os problemas de séculos de uma vez só. é orgulho vir ao Cristo, mas para ir ter com ele era indispensável voltar atrás e transpor abismos. O evangelho funcionara como lâmpada na jornada difícil para o descobrimento de si mesmo, a fim de ajuizar a necessidade, as necessidades mais prementes. Então aqui dentre nós, eu acho que ninguém viu o Cristo. Então vamos trazer pra nossa vida. Que que Emanuel quis dizer com isso? Ah, eu psicografo, Dr. Bezerra de
dade, as necessidades mais prementes. Então aqui dentre nós, eu acho que ninguém viu o Cristo. Então vamos trazer pra nossa vida. Que que Emanuel quis dizer com isso? Ah, eu psicografo, Dr. Bezerra de Menezes. Ah, eu sou vidente, eu vejo Sheila. Ah, eu tô vendo Divaldo. Tô vendo Joana. O psicografo André Luiz. Não preciso mais dessa coisa de transformação moral, porque eu já sou um médium perfeito. Ah, mas eu dou palestra todos os dias, então eu não preciso nem estudar. Já resolvi essa coisa da transformação moral, não resolveu. Aí que o buraco tá mais fundo porque não tem nem consciência do tamanho da do absurdo que tá falando. Então, se Dr. Bezerra de Menezes psicografa por você, excelente, excelente. É a oportunidade que você tem de encontrar com energias muito superiores às suas. a oportunidade que você tem de falar: "Nossa, eu quero ser assim e estudar cada vez mais e crescer cada vez mais". Então, nós não estamos prontos. Divaldo tinha psicofonia de bezerra, psicografia de Bezerra e passou uma vida inteira de dedicação estudando. Chico, né? Nem se fala e dizia que não sabia nada. Então, quem somos nós na ordem do dia para achar que estamos prontos, que est que estamos acabados, que não há mais nada por fazer e somos perfeitos? Faz-se necessário considerar que o médium, na condição de espírito encarnado, é condutor de problemas e dívidas que o acompanham desde experiências anteriores que lhe cabe enfrentar para resolver e superar. Então veja don Ivone do Amaral Pereira, né, com Charles, com Dr. Bezerra, Camilo Castelo Branco, escreveu livros maravilhosos, mas ela tinha as suas dívidas, os seus problemas. Chico também tinha os problemas de saúde dele. Divaldo tinha os problemas dele. Isso aí dos três médiuns mais contemporâneos que a gente tem. Então, todos nós temos os nossos problemas para resolver, as nossas colheitas para realizar. Precisamos é de coragem para olhar para dentro, colher caladinho e plantar melhor para ter uma próxima safra cheia de luz. Assim, adicione às suas
mas para resolver, as nossas colheitas para realizar. Precisamos é de coragem para olhar para dentro, colher caladinho e plantar melhor para ter uma próxima safra cheia de luz. Assim, adicione às suas necessidades evolutivas os esforços resultantes da educação das suas forças medianímicas, que também lhe abrem as portas da percepção para a vida superior. Então, eu sou um espírito que preciso estar sempre em contato com os mentores espirituais através dos livros, das mensagens do evangelho, dos ensinamentos, para que eu possa crescer e educar as minhas forças medianímicas, educar e modificar os meus clichês mentais, né? Brilhará a tua luz em toda parte, se te ligares a Jesus, o dinamo sublime, e estarás tranquilo mesmo quando so a hora do despertamento consciencial, com a chegada da desencarnação, porquanto com Deus em paz sentirás em paz Deus contigo. Então, estamos hoje nos preparando para nossa desencarnação. Que não seja entre choros e ranger de tentes, mas que seja em paz com Deus e com o evangelho de Jesus. nos guiando nessa caminhada. Após 3 anos de aprendizado, de meditações, de transformação interior, Áilap Prisc e Saulo deixam oasis de Dan e Saulo vai em busca, pode passar das novas aventuras dele, né, que serão aí objeto dos nossos estudos no próximo capítulo. Aí a bibliografia e na próxima semana a nossa maravilhosa Fernandinha que fala sorrindo de forma que a gente nem vê passar o tempo. Muito obrigada a todos, gente, pela paciência em me ouvir, >> serenar os nossos pensamentos, trazer o nosso mestre Jesus, a nossa tela mental e agradecer a ele por tantas bênçãos nessa noite, por uma apresentação maravilhosa que nos trouxe tantos ensinamentos, tantas reflexões, que possamos todos os dias tentar sermos mais tolerantes, menos preconceituosos, que possamos visitar o nosso deserto, meditarmos, fazermos as nossas orações, pensarmos um pouquinho sobre as nossas ações diárias, trazermos pensamentos mais elevados para a nossa rotina. para que com o nosso coração limpo e
sso deserto, meditarmos, fazermos as nossas orações, pensarmos um pouquinho sobre as nossas ações diárias, trazermos pensamentos mais elevados para a nossa rotina. para que com o nosso coração limpo e leve possamos ouvir o chamado do Cristo. que ele possa estar conosco sempre, nos auxiliando, nos dando apoio nos momentos difíceis, nos ajudando com as nossas fraquezas, nos ajudando a superar as nossas mazelas e que ele possa nos guiar para que possamos sempre atender ao seu chamado e possamos colocar o teu evangelho em prática no nosso dia a dia. Pedimos a inspiração divina com força a tua paz, Jesus para que a nossa semana seja produtiva, de trabalho no bem, de amor, de sabedoria, de entrega, de muita caridade com o nosso próximo e que possamos ser, Senhor, cada dia melhores do que hoje. Esteja conosco sempre nos guiando, nos orientando, nos fortalecendo a fé. Que assim seja.
Vídeos relacionados
Mediunidade com Jesus - Cynthia Arruda
Estudantes do Evangelho TV · Cynthia Arruda
INFLUÊNCIA DOS ESPÍRITOS SOBRE OS NOSSOS PENSAMENTOS
Estudantes do Evangelho TV · Tom Aguiar
Seminário Nos Domínios da Mediunidade Capítulos 16 17 e 18 16092024
Estudantes do Evangelho TV
Mediunidade com Jesus
Estudantes do Evangelho TV · Cauci Roriz
Seminário - No Mundo Maior - Abertura e Cap. 1
Estudantes do Evangelho TV
Capítulos 2 e 3 - 05/08/2024
Estudantes do Evangelho TV · Tom Aguiar
Fariseus e Gentios da Atualidade Palestra de Encerramento 29112025
Estudantes do Evangelho TV
Seminário Nos Domínios da Mediunidade Capítulos 14 e 15 09092024
Estudantes do Evangelho TV