Fariseus e Gentios da Atualidade Palestra de Encerramento 29112025
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A Casa Espírita Estudantes do Evangelho apresenta seminário sobre o livro Paulo e Estevão, obra ditada pelo espírito Emanuel, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, uma coprodução do GE. >> Boa noite a todos. Pessoal tá entrando devagarzinho, mas eu tô muito feliz de ver a Joselma ali com a gente. Eh, eh, uma alegria muito grande. A gente tá chegando ao final do ano. Esse grupo foi o primeiro grupo de estudos da nossa casa, Joselma. E esse ano nós fizemos 40 anos de existência. É um grupo que tá sempre recebendo pessoas novas, mas que tem muita gente que já tá aqui há muitos anos e a gente costuma chamar de patrimônio imobilizado, né? Mas nessa tarde, noite de sábado, dando as boas-vindas a todos aqueles que já chegaram e aos internautas que acompanharão depois o nosso vídeo que está sendo gravado, nós vamos fazer a nossa leitura preparatória do livro que nos acompanhou durante todo o seminário, o livro Palavras de Vida Eterna de Emanuel, eh com uma mensagem intitulada No estudo da salvação. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se encontravam em salvação. Atos capítulo 2, versículo 47. A expressão frasiológica do texto varia por vezes, acentuando que o Senhor acrescentava à comunidade apostólica todos aqueles que estavam se salvando ou que iam se salvar. De qualquer modo, porém, a notícia serve de base a importante estudo da salvação. Muita gente acredita que salvar-se será livrar-se de todos os riscos na conquista da suprema tranquilidade. Entretanto, vemos o Cristo apartando as almas em processo de salvação para testemunho incessante no sacrifício. Muitos daqueles que foram acrescentados ao serviço da igreja nascente conheceram aflição e martírio, lapidação e morte. Designados por Jesus para a obra divina, não se forraram à dor. Mãos calejadas em duro trabalho. Conheceram sarcasmos soes e vigílias atrozes. Encontraram no excelso amigo não apenas o benfeitor que lhes garantia segurança, mas também o mestre ativo que lhes oferecia a lição em troca do
trabalho. Conheceram sarcasmos soes e vigílias atrozes. Encontraram no excelso amigo não apenas o benfeitor que lhes garantia segurança, mas também o mestre ativo que lhes oferecia a lição em troca do conhecimento e a luta como preço da paz. é que salvar não será situar alguém na redoma da preguiça à distância do suor na marcha evolutiva, tanto quanto triunfar não significa deserção do combate. Consoante o ensinamento do próprio Cristo, quem não isentou a si mesmo do selo infamante da cruz, salvar é sobretudo regenerar, instruir, educar e aperfeiçoar para a vida eterna. E é com essas palavras de Emanuel que nós elevamos a Deus os nossos pensamentos. Gratos por termos chegado até aqui, cumprindo com os nossos compromissos e objetivos de aprendizado, de entendimento. Entendimento que amplia os nossos horizontes e nos faz compreender melhor a vida com todas as suas injunções, com todos os seus apelos, com todas as dificuldades e alegrias. Lembrando que como espíritos imortais estamos aqui de passagem e que toda a experiência vivida, todo sacrifício, toda luta, toda conquista é valor que acrescentamos à nossa vida e que na eternidade, por termos também combatido o bom combate, alcançaremos junto ao nosso pai, aos nossos amigos espirituais, as vitórias e as conquistas que nós nos comprometemos com a nossa própria consciência a realizar sobre o amparo dos amigos espirituais que estão sempre conosco, que nos inspiram, que nos ajudam, que dirigem este trabalho. E sob a e com a vossa permissão, Senhor, nós iniciamos então o nosso encontro desta noite, dizendo graças a Deus. José, mais uma vez obrigada pela sua presença. A gente sabe o quanto você é ocupada. Mas eh eu queria te apresentar rapidamente pro pessoal. Eu acho que a maioria aqui pelo menos já ouviu falar de você e estão tendo o prazer de te conhecer aqui agora. Então a gente sabe que você é mineirinha, né? É da terrinha boa, do doce de leite, do cafezinho do pão de queijo, de conselheiro Pena, mas que tá residindo em Belo Horizonte
de te conhecer aqui agora. Então a gente sabe que você é mineirinha, né? É da terrinha boa, do doce de leite, do cafezinho do pão de queijo, de conselheiro Pena, mas que tá residindo em Belo Horizonte atualmente, não é isso? eh durante toda a sua vida de formação, você foi pedagoga, educadora, né? eh tem uma carreira ligada à educação, foi professora, diretora de escolas públicas e secretária municipal adjunta de educação em Belo Horizonte, mas também é uma figura atuante no movimento espírita, não só em Belo Horizonte, no estado de Minas Gerais, mas como a gente sabe, como você é coordenadora da pomada do vovô Pedro, você já foi a vários lugares do Brasil levando toda a sua simpatia, né? E você liderou diversas instituições espíritas, como a Sociedade Espírita Maria Nunes, né, que é a Maria Nunes, que é a mãe do nosso querido eh João Nunes Maia, né, Semã, a Sociedade Espírita Joana de Ângeles e é diretor atualmente diretor presidente do Instituto Assistencial Espírita André Luiz que coordena o Hospital Psiquiátrico Espírita André Luiz. Mas o melhor disso tudo é que a José já tomou muito cafezinho, comeu muito bolo na sala do Chico. Então ela tem muita história boa para contar pra gente e nós vamos passar a palavra para ela para que ela nos traga na noite de hoje as suas considerações sobre o tema da palestra farisius e gentios da Atualidade. Muito obrigada, José. >> Eu eu que te agradeço só para eu não me desviar do horário. Até que hora eu posso conversar com vocês? até às 20 horas. >> 20 horas. OK. É porque como boa mineira a gente começa a conversar a ao pé do fogão e e dispara. Então tem que ter o limite certinho pra gente não passar. Meus amigos, boa noite para cada um, abraço e eh eu venho com muita alegria conversar com vocês, principalmente agora sabendo que este é o primeiro grupo de estudos da casa. Eh, nós ficamos assim pensando o quanta coisa que essa pandemia trouxe para nós e uma delas foi a bênção de estender a doutrina eh até aquelas pessoas que eh são, deixa
meiro grupo de estudos da casa. Eh, nós ficamos assim pensando o quanta coisa que essa pandemia trouxe para nós e uma delas foi a bênção de estender a doutrina eh até aquelas pessoas que eh são, deixa eu pôr um OK aqui, isto eh até aquelas pessoas que às vezes não t acesso direto, que não podem ir à casa espírit espírita por vários motivos e que pelo estudo participam, conhecem e estão conosco no dia a dia. Então, é uma alegria muito grande. E eu fiquei eu fiquei pensando a importância eh do tema que vocês estiveram estudando, que foi Paulo e Estevão. Eh, na verdade, Paulo Estevão é um livro que ele traz para todos nós de tal forma eh informações que, comprovadamente pela história, os pesquisadores já foram, conferiram datas, situações, ocorrências e constataram a riqueza eh eh de tudo aquilo. a veracidade de tudo aquilo que foi descrito eh no livro é uma riqueza. Eu acho que se eu pudesse, se eu não tivesse tanta coisa para ler, para pesquisar, para tentar me posicionar, eu acho que a cada ano eu voltava lá no começo do livro para ler aqui e ali, pelo menos uma vez por semana, alguns trechos para que a gente possa eh ser tocado novamente pela emoção, eh pela reflexão. e pelo aprendizado, né? Como como disse essa página que Cíntia leu para nós aqui, não é? Que fala no regenerar, instruir, educar e prosseguir vida fora, né? Esse livro ele ele impulsiona a gente a uma posição de reflexão e e de aprendizado. Eh, eu não poderia também deixar de falar no médium, porque quando nós eh falamos no livro Paulo e Estevão, não eh não pode nos escapar a lembrança do nosso Chico trabalhando com este livro. São várias as circunstâncias em que ele eh passou, sofreu situações, impactos, os mais variados. Ele foi um momento em que ele vivenciou muita humildade, em que ele teve que se desdobrar para não se deixar levar pela vaidade, pela revolta com algumas atitudes, por tolerar, por exemplo, o chefe dele, que tinha naquela época aquele instrumento a escarradeira que as pessoas cuspiam nela e o Chico limpava e
levar pela vaidade, pela revolta com algumas atitudes, por tolerar, por exemplo, o chefe dele, que tinha naquela época aquele instrumento a escarradeira que as pessoas cuspiam nela e o Chico limpava e punha ali a escarradeira de do lado direito. Aí o chefe cuspia do lado esquerdo. O Chico corria lá, limpava o lado esquerdo, levava a escarradeira pra esquerda e o chefe cuspia do lado direito. E isso não foi uma vez só, não foi um dia só. Foram várias as situações em que ele passou por essa experiência e e tem, me desculpem eu me alongar um pouquinho falando no Chico, mas para entender ainda mais a vivência, a grandeza desse livro, às vezes é preciso refletir em algumas coisas. Houve um momento que o Chico se entusiasmou tanto, porque vejam a situação dele, ele não apenas psicografava, ele ele era levado a presenciar os fatos como se projetassem para ele eh numa tela os acontecimentos da época. Então ele ele registrava os acontecimentos da época, além de psicografar, creio eu, que os espíritos, além de verem o merecimento dele, que ele merecia vivenciar aquilo naquela riqueza, havia outros motivos. por exemplo, eh, ele se emocionar com mais realidade, porque ele estava vendo e essa emoção dele ainda era maior, ainda era mais rica e isso fortalecia a contribuição do médium ao trabalho que vinha sendo feito. Mas há uma dentre as várias histórias, porque eu não posso me desviar muito do objetivo do livro, mas há uma das histórias que sempre me toca quando eu me lembro dela. Ele se encantou tanto com aquilo que ele registrava, que ele via, que ele sentia, que ele disse assim: "Eu eu tenho que me tornar mais limpo, mais puro para deixar a para contribuir de uma forma ainda melhor para esse trabalho." E isso ele ele me contou assim pessoalmente no momento em que estávamos nós dois conversando na casa dele. Aí ele disse assim: "Então eu decidi que uma maneira de eu me tornar mais limpo era eu deixar de comer carne. E aí eu aboli totalmente a carne do meu da do meu alimento, como
conversando na casa dele. Aí ele disse assim: "Então eu decidi que uma maneira de eu me tornar mais limpo era eu deixar de comer carne. E aí eu aboli totalmente a carne do meu da do meu alimento, como alimento para mim. E a partir do dia que eu parei de comer carne, o espírito, ele falava: "O senhor Emânuel". Senhor, o senhor Emânuel não veio me buscar para o trabalho. Eu estranhei muito e esperei mais um dia, mais outro, mais outro. E o Senhor Emanuel não vinha me buscar. já passando em torno de uma semana e eu tava triste, com saudade das histórias, com saudade dos espíritos que fazem parte da história. Eu estava triste, saudoso. O Senr. Emanuel chegou para mim naquele horário que ele tinha costume de ir me buscar. Eu estava, já tinha feito minhas preces, tinha deitado e o Senhor Emânel chegou. Então, quando ele chegou, eu fiquei numa alegria. Eu falei: "Ah, vamos retomar o trabalho". E ele disse: "Eu vim te buscar para você me ajudar numa tarefa muito importante". E o Chico disse que ficou todo entusiasmado, achando que era para começar a a retomar a psicografia. Aí ele disse que o espírito o levou ao jardim da casa e ali havia uma roseira que tinha se debruçado como se estivesse morrendo. A roseira se debruçou e o Chico, o Emmanuel disse para ele assim: "Tá vendo essa roseira? Nós precisamos ajudá-la. Vamos fazer o seguinte. Você está vendo aquela pá ali, perto daquela pá tem um monte de estrume? enche a pá e coloca no pé dessa rozeira. E o Chico altamente obediente, claro que isso, gente, é em desdobramento, né? Então ele enche a pá e coloca com todo o amor no pé daquela roseira. Aos poucos, a roseira foi se reerguendo e o Chico ficou impressionado. E o espírito Emânuel vira para ele e diz assim: "Você está vendo? A roseira precisava da contribuição animal para ela permanecer viva. Há médiuns que pelo tipo de trabalho que eles fazem, que é um trabalho que vai muito além às vezes do que se imagina e do que se espera, que eles não podem prescindir da contribuição
permanecer viva. Há médiuns que pelo tipo de trabalho que eles fazem, que é um trabalho que vai muito além às vezes do que se imagina e do que se espera, que eles não podem prescindir da contribuição dos nossos irmãos animais. Você ainda não está liberado para abrir mão da contribuição dos nossos irmãos animais através da carne. Não é para você comer um boi inteiro no almoço, mas um pedacinho de carne bem cozida. vai lhe fazer o bem e atender a necessidade sua de médium com certas especificações. O Chico disse que levou um choque e lembrou-se inclusive que não tinha pedido opinião e nem permissão ao Emânio para fazer aquilo. Simplesmente se entusiasmou e fez. Aí o Chico se voltou para mim, eu tinha passado por uma situação semelhante, então ele contou essa história para me dar uma lição, viu, gente? Ele disse assim: "A falta falta para o médium quando ele abre mão de comer a carne, falta determinados elementos. que o tipo de mediunidade que ele exercita carece. E eu para aprendizado eu disse, eh, mas o senhor poderia me, você poderia me dizer que elemento é esse? Ele falou, está ligado ao ácido ribonucleico, ribonucleico, que nem a soja contém na condição necessária para determinados tipos de médios. Vejam, eu nunca esqueci isso, porque eu também naqueles momentos eu tinha dado uma de heroína e de entusiasmada com determinadas coisas e tinha deixado de comer a carne. Ele não falou que todo médium tem que comer carne. Ele foi de uma caridade e de uma clareza. Ele disse determinados tipo de médiuns. Agora imagina o trabalho que ele estava fazendo, psicografando uma grandeza de um livro desse. E eu não sei qual era o recurso, se era um uma regressão, se era um desdobramento, qual era o recurso, mas ele presenciava a os fatos que se desenrolvam enquanto o espírito escrevia através dele. Então, certamente este trabalho, com mais o atendimento que ele fazia, com mais tudo que ele fazia, então ele era certamente um médium muito especial, muito especial. E esse fato aí ele diz
avés dele. Então, certamente este trabalho, com mais o atendimento que ele fazia, com mais tudo que ele fazia, então ele era certamente um médium muito especial, muito especial. E esse fato aí ele diz que a partir do dia seguinte é que ele voltou ao trabalho da psicografia do livro. Então, vejam bem, e essa é uma pequena história que ele me honrou me contando, mas essa que a gente não sabe. E a luta que essa criatura enfrentou para nos trazer esse livro. E a gente fica pensando e o desenrolar da caminhada desses espíritos. Nós temos ali com clareza, não é? eh a a presença de alguns daqueles espíritos nas encarnações, às vezes que a gente tem notícia, que a gente é informado, mas e tantos outros que nós não tivemos notícias. E esses tantos outros, como eles estarão nos dias de hoje? Qual foi o trabalho que este livro proporcionou? e proporciona a cada vez que um grupo estuda e reflete e se emociona a cada vez ações de socorro, de resgate daqueles espíritos que foram talvez mais intransigentes, que foram eh que vivenciaram eh eh situações de maldade, de de ódio. Qual será o trabalho que é feito com eles enquanto nós lemos e nos emocionamos? Então, concluir um livro desse, gente, não é simplesmente de chegar ao final e dizer: "Pronto, acabamos mais um livro, agora vou pegar outro". Não é assim. É um livro que nos faz refletir com profundidade o que nós podemos fazer para perpetuar nas nossas ações, nas nossas atitudes, aquilo que a gente aprende no livro. é trazer para a prática do nosso dia a dia, orientados pelo evangelho, trazer toda a experiência que é narrada no livro, fora o que sobrou, porque certamente ali não está falando tudo o que se passou. Certamente eh se não tinha como descrever tudo. Então ali está o principal para dar uma linha descritiva de ação, de experiências e de reflexões. Então, diante disso, nós só temos mesmo que agradecer. E e quando Cíntia me pediu para falar um pouquinho sobre os fariseus e os gentios da atualidade, nós vamos assim buscar pincelar também
eflexões. Então, diante disso, nós só temos mesmo que agradecer. E e quando Cíntia me pediu para falar um pouquinho sobre os fariseus e os gentios da atualidade, nós vamos assim buscar pincelar também algumas coisas para a nossa reflexão, mas na verdade a nós importa muito mais o que Eu vou fazer, independente da posição hoje espiritual, se eu sou como genti, se eu sou como fariseu, o que eu posso fazer a partir do momento que eu conheci tudo isso? O que eu posso fazer para ser um verdadeiro cristão? um verdadeiro espírita, porque eh o espiritismo, nos dizem os espíritos nobres, é a revivescência do evangelho. O Espiritismo renova e nos traz de volta o evangelho para que nós possamos vivenciá-lo. Então, eh, quando eu falo cristãos, antes de falar espíritas, eu estou exatamente colocando eh a importância da vivência de tudo que Jesus, falou e nos fez refletir. Muito bem. O Evangelho Segundo o Espiritismo traz na sua abertura uma descrição do que são ou do que eram os fariseus naquela época, não é? Então, eh, diz o Evangelho Segundo Espiritismo, eu não vou ler tudo que é um trecho grande, eu sugiro que depois, eh, quem puder, quiser, eh, vá, revisita a introdução, a introdução do Evangelho Segundo o Espiritismo e vocês vão encontrar lá a essa passagem quando fala então nos fariseus, aí diz assim, consistia numa eh desculpa, a tradição constituía parte importante da teologia dos judeus, consistia numa compilação das interpretações sucessivamente dadas ao sentido das escrituras. E aí vem falando sobre as seitas que existiam. E aí chega naquele ponto em que ele vai dizer eh sobre os fariseus, diz, tomavam parte ativa nas controvérsias religiosas, servis cumpridores das práticas exteriores do culto e das cerimônias. Vejam bem essa frase: "Servis cumpridores das práticas exteriores do culto e das cerimônias, cheios de um zelo ardente de proselitismo, inimigos dos inovadores, afetavam grande severidade de princípios, Mas sob as aparências de meticulosa devoção, ocultavam, olhem bem, costumes
as cerimônias, cheios de um zelo ardente de proselitismo, inimigos dos inovadores, afetavam grande severidade de princípios, Mas sob as aparências de meticulosa devoção, ocultavam, olhem bem, costumes dissolutos, muito orgulho e, acima de tudo, excessiva ânsia de dominação. tinham a religião mais como meio de chegarem a seus fins do que como objeto de fé sincera. da virtude nada possuíam, além das exterioridades e da ostentação. Entretanto, por umas e outras, exerciam grande influência sobre o povo, a cujos olhos passavam por santas criaturas. Daí o serem muito poderosos em em Jerusalém, eles acreditavam, aí diz o Evangelho, sem nenhuma preocupação de buscar palavras, ou pelo menos fingiam acreditar na providência divina, na imortalidade da alma, na eternidade das penas e na ressurreição dos mortos. Eu não preciso ler mais do que isso, mas eu gostaria de lembrar no momento em que Jesus se dirige a eles, ele traz a seguinte frase: Hipócritas, sois como o sepulcro caiado por fora. que guarda a podridão por dentro. Então, nessa nessa colocação em relação aos fariseus, eh, nós vamos perceber o quanto Jesus eh sabia a verdade a respeito daquelas criaturas. Aí a gente começa a pensar, mas e os gentios? Então, trazendo uma definição clara e rápida, eh, os o gentil se referia a qualquer pessoa que não fosse judia. O contraste entre os dois grupos, fariseus e judeus é central em narrativas do Novo Testamento, >> como em Atos para nada, >> onde há um debate >> sobre a necessidade de os gentios convertidos aderirem às leis judaicas. Aí eu fui procurar lá no em Atos 15, qual era esse qual foi esse ponto de divergência entre eh fariseus e gentios? E leio também só um trechinho. Foi em Icônio, eh, em que alguns haviam disido paraa Judeia e ensinavam assim os irmãos: "Se não vos circuncidardes conforme o uso de Moisés, não podeis salvar-nos". E aí vai por aí aa fica o convite para depois vocês procurarem Atos 15 e ver como conviviam os fariseus e os gentios. Muito bem. O que que seria hoje então?
me o uso de Moisés, não podeis salvar-nos". E aí vai por aí aa fica o convite para depois vocês procurarem Atos 15 e ver como conviviam os fariseus e os gentios. Muito bem. O que que seria hoje então? Quem seriam hoje então os fariseus? Eu creio que só pelo que a gente foi comentando aqui, eh, eu tenho quase certeza que vocês foram eh eh trazendo à memória a lembrança de pessoas ou grupos que às vezes agem como os fariseus. É natural a gente pensar isso, mas a gente não vai aqui eh trabalhar um julgamento, né? Mas a a o nós poderíamos dizer que o fariseu então é atribuído a aquelas pessoas que agem com hipocrisia, priorizando a aparência de justiça e o cumprimento rigoroso de regras externas, né, como, por exemplo, rituais religiosos, em detrimento de princípios mais importantes. Aí quando nós chegamos nesse ponto onde eles estariam hoje, então a gente vai ver que não é rara a presença de fariseus entre nós. Não é rara. E quando nós estamos analisando isso aqui, não vamos nos permitir analisar para julgar. Não nos cabe, porque a gente não sabe se já fez coisas às vezes mais complexas, mas às vezes eles ocupam até posição de destaque e são altamente eh valorizados, apoiados, estimados e a gente dá todo o valor que merecem pela posição que ocupa. Mas se você observa um pouco mais, a gente vai perceber que é como se aquela capa de dedicação e de honestidade, >> se ela se rompesse >> como se fosse uma casquinha de sorvete. É, nós conhecemos pessoas, por exemplo, líderes nossos, que gostam de, eles têm aquela tendência ao narcisismo de acharem que eles são os modelos, que eles são as pessoas referência para o nosso crescimento. E às vezes eles manipulam os indivíduos, eh, para apoiá-los em benefício próprio. Nós não precisamos dar exemplos diretos e nem devemos. Aí fica já indo paraa frente. Mas o que fazer se os fariseus estão muitas vezes entre nós? Eu não diria os, porque não são os do passado, são espíritos que chegaram aqui nesta geração, ainda com tendências ao egoísmo, ao narcisismo,
s o que fazer se os fariseus estão muitas vezes entre nós? Eu não diria os, porque não são os do passado, são espíritos que chegaram aqui nesta geração, ainda com tendências ao egoísmo, ao narcisismo, eh reforçada pela vaidade, pela prepotência e nós lidamos com eles. E gentios, para nós ficou claro, seriam todos aqueles que chegando até nós, eles não trazem os traços de uma de uma ligação, de um compromisso direto com esse passado, mas eles vêm em busca de conhecimento, eles vêm em busca de orientações para serem direcionados na caminhada deles. E aí fica a pergunta que talvez não queira calar para cada um de nós. E eles estão no nosso meio, não só como espíritas, mas ocupando cargos públicos e tirando com hipocrisia às vezes a chance de uma instituição espírita fazer o seu trabalho. Eles agem às vezes na surdina e trabalham até para elaborar leis que possam comprometer todo um trabalho da divulgação de Jesus. Então, como lidar com eles? Aí vem a nossa parte. Depois de ler, de estudar o livro Paulo Estevão, fica para nós algumas posições. Como eu tenho agido? Eu tenho agido como Paulo ou eu tenho agido como os demais opositores? A gente às vezes fica no meio do caminho, nem como Paulo, nem como os opositores, mas nós precisamos nos esforçar para sermos coerentes com o que temos estudado. E mais, o tempo está passando e o tempo urge. E o momento exige de nós o testemunho da verdade. Não a verdade que leva a um sacrifício físico, no caso do Paulo, no caso de Pedro, que foram levados ao sacrifício final da do corpo físico, mas exige de nós coerência nos princípios que nós abraçamos, em tudo aquilo que nós conhecemos. Ora, a base que nos norteia na doutrina espírita são, é, acima de tudo, o conjunto de leis naturais. Esse conjunto de leis naturais é uma referência para nós, além do conjunto de leis naturais, o os princípios da doutrina espírita que nos foram oferecidos, não é só pra gente decorar e recitar pro povo. Ah, quais são os princípios? Multiplicidade não, não é para recitar e para decorar e
rais, o os princípios da doutrina espírita que nos foram oferecidos, não é só pra gente decorar e recitar pro povo. Ah, quais são os princípios? Multiplicidade não, não é para recitar e para decorar e recitar. é para vivenciar então o conjunto das leis naturais, os princípios da doutrina espírita e nessa trilogia o evangelho de Jesus, que na verdade tanto as leis naturais como os princípios estão embutidos no evangelho de Jesus. Mas eu tô dando esse destaque para que a gente não perca de referência. Tem muito espírita que fala assim: "Não, a gente as obras básicas agora nós já já conhecemos. Vamos para outros livros porque a gente já domina o conhecimento das obras brásicas. Eu não domino ainda. Eu estudo, estudo, estudo o Evangelho Segundo o Espiritismo. E, por exemplo, nem de cor eu sei. Quando eu quis falar sobre os fariseus, vocês viram aqui, eu fui lá e li para vocês para não desviar com a minha interpretação pessoal alguma colocação que poderia estar ali de muita importância. Então nós espíritas antes de nos preocuparmos e em identificarmos, porque eles vêm, eles estão, como diz Kardec eh eh eh no livro a Gênesis, pululam em torno de nós os espíritos equivocados, os espíritos maus. Na verdade, diante de nós encarnados, pululam espíritos voltados para o mal, encarnados e desencarnados. Então, como agir diante deles, esses fariseus disfarçados, para que a gente possa sair lá na frente com a cabeça fora d'água? quase afogam a gente, mas a gente se mantém com a cabeça fora d'água, respirando as vibrações do evangelho. Como conhecer, como eh resistir a eles pela nossa postura e a nossa postura vai ser coerente com o conhecimento que a gente vai adquirindo. Então eu vou dar um exemplo da obediência às leis. Vou falar numa lei aí que todo mundo, a lei de destruição. Se eu perguntar para qualquer pessoa, o que nos fala a lei de destruição? Sem precisar ir lá ler, a gente vai interpretar, não, porque eh na eh tudo se transforma. Aí repete até a lei de Newton, né? Nesta vida nada se perde,
lquer pessoa, o que nos fala a lei de destruição? Sem precisar ir lá ler, a gente vai interpretar, não, porque eh na eh tudo se transforma. Aí repete até a lei de Newton, né? Nesta vida nada se perde, nada se cria, tudo se transforma. a destruição é que é um tempo para cada coisa e e tal pá pá. Muito bem. Então, a gente entende a lei de destruição e conhece a lei de destruição. Aí a gente vai vivendo e vai caminhando pela vida. De repente, eu nem vou falar em ser humano, eu vou falar no meu cachorrinho que morre. A minha postura é de quase desequilíbrio. Como eu vou viver e fazer? O que eu vou fazer sem meu cachorrinho? Ou então, no caso de ser humano, desencarna alguém da minha família ou alguém que eu amo, eu me desequilibro. Eu esqueço que eu conheço a lei de destruição e eu passo a viver numa dependência, numa paixão, numa fragilidade que todo mundo fica com pena de mim. Vejam bem. Uai, mas então porque a gente conhece, a gente não pode sentir, não? Sim, nós vamos sentir porque somos criaturas divinas sensíveis aos acontecimentos. Nós vamos sentir aquele que partiu, seja o cãozinho, seja o familiar, seja o amigo, seja o amor. Mas eu não vou me desequilibrar, eu não vou deixar de ir à casa espírita. Ah, eu não tô indo não, porque eu tô muito chateado, sabe? É, o fulano desencarnou, eu ainda não me conformei, eu ainda não aceitei, então eu não tô indo na casa espírita. Gente, como é que eu, eu falei uma só lei, hein? Como é que eu tenho estrutura para enfrentar os fariseus que estão em torno de mim? Se eu cair por tão pouco no conhecimento das leis divinas. Agora, se eu fosse aqui falar cada lei e como é que nós nos distraímos diante de cada lei, vocês iam ver que nós ainda somos muito frágeis diante das leis divinas. Aí vem lá os princípios, os princípios, a multiplicidade das existências. Existem outros mundos habitados. Deus existe, Jesus existe e vai por aí aa o conjunto de princípios da doutrina espírita. Uma vez eu tinha ã um programa de rádio espírita e eu
icidade das existências. Existem outros mundos habitados. Deus existe, Jesus existe e vai por aí aa o conjunto de princípios da doutrina espírita. Uma vez eu tinha ã um programa de rádio espírita e eu chamei para falar sobre a pluralidade dos mundos. Tinha um motivo pelo qual a gente trazia esse assunto para esclarecer. E eu chamei uma pessoa dirigente de uma casa espírita, psicólogo, segundo ele, conhecedor da doutrina espírita. Mesmo porque para ser dirigente de uma casa espírita, uma a primeira condição é conhecer a doutrina. Muito bem. E eu percebia durante o programa que ele gaguejava muito e não dava informações seguras. E eu toda hora precisava, com muito carinho fazer a intervenção e explicar melhor. Quando terminou, ele me chamou de lado e disse assim: "Olha, eu tô à disposição para você me chamar para falar sobre qualquer assunto, mas não me chame para falar sobre a multiplicidade dos mundos habitados, porque eu ainda não acredito nisso não. Eu não tenho certeza que tem outros mundos habitados. E eu fiquei parada, agradecia a ele a sinceridade dele, mas eu fiquei pensando, como eu posso me dizer, espírita, se eu tenho dúvida dos princípios da doutrina espírita. Eu vou cair na postura de um fariseu. Eu vou falar bonito sobre doutrina, mas não acredito naquilo que eu falo. Vocês percebem, gente, a a seriedade disso que nós estamos aqui refletindo? Então, evangelho, princípios da doutrina espírita e as leis divinas formam um tripé para nós outros. espíritas, conhecermos e nos basearmos nisso. Aí quando vem alguém com uma fala atravessada, por desculpem, porque é fala farisaica, atravessada, aí o conhecimento nosso é que vai ditar regra. Eu não preciso ser grosseira, eu não preciso abrir discussão. Eu só vou ter a tranquilidade de quem conhece. Eu só vou ter a paz no coração de não me deixar entusiasmar por aquele que atravessou com uma fala que é muito mais em seu próprio favor para dar destaque a ele, para valorizá-lo, para ver que ele é importante. Então, não vou sair falando mal, mas eu
tusiasmar por aquele que atravessou com uma fala que é muito mais em seu próprio favor para dar destaque a ele, para valorizá-lo, para ver que ele é importante. Então, não vou sair falando mal, mas eu guardei para mim, pelo conhecimento que eu fui adquirindo, eu guardei para mim a impressão que ficou. Esse é o ponto chave para identificarmos os fariseus, para identificarmos todos aqueles que estão do nosso lado. E essa identificação não é para nós classificarmos o em que grau estão, é para nós direcionarmos o nosso trabalho, a a delicadeza do nosso tempo com aqueles. podem até ser gentios ainda no sentido de não conhecerem o a doutrina eh com mais profundidade. Nós vamos ter a maior alegria de, entre aspas, gastar tempo com esse gentil do que tentar mudar a nossa cabeça com a fala farisa que ouvimos. É algo que exige de nós muita atenção. O que se gastou tempo, de saúde, de dores no médium que psicografou essa obra. aquelas pessoas amigas que estavam em volta e que deram apoio, o os que são participantes da obra, os espíritos que atuaram na obra e estão. Nós precisamos valorizar tudo isso. Nós precisamos entender que na medida que eu defini para mim o que é fariseu, o que é genti, agora eu tenho que saber e eu, onde é que eu tô nisso? e me reposicionar diante da vida para poder usar o meu tempo com seriedade, com dedicação, no trabalho de socorro ao mais necessitado, não apenas necessitado do pão, do agasalho, do remédio, mas necessitado da palavra que orienta, da ação que direciona. Eles contam conosco e precisam de nós. Nós precisamos estar disponíveis para que a caridade se materialize através de nós, através da verdade, do sim, sim, do não, não. Mas esse sim, sim, esse não, não. Ditos com amor, vivenciados com amor, sem prepotência, sem impaciência, sem eh rudeza, que muitas vezes sem percebermos a gente se torna rude. Então, meus amigos, eu diria para cada um de vocês, abençoados são vocês que leram ao longo do ano essa obra tão profunda, tão abençoada. Abençoados são vocês que estão tendo
os a gente se torna rude. Então, meus amigos, eu diria para cada um de vocês, abençoados são vocês que leram ao longo do ano essa obra tão profunda, tão abençoada. Abençoados são vocês que estão tendo agora uma oportunidade de passar por tudo isso durante eh eh um ano agora paraa frente, vivenciando tudo que aprenderam, recordando de vez em quando uma passagem ao outro, sem nos preocuparmos tanto com a teoria de irmos lá, não. fulano decorou o nome de um, decorou o nome de outro. Aí vocês vão falar: "Jé, mas não é para decorar não. O decorar é bonito. O decorar é importante porque eu estou respeitando o espírito que se nomeou com aquele nome. Então é importante eu saber o nome dele. mais importante do que eu saber o nome dele é eu lembrar o que ele fez de bom ou de distração e vê como eu estou fazendo. Estou agindo com coragem cristã, com amor, com respeito, com carinho, com tolerância, ou eu estou agindo de qualquer forma, como sepulcro caiado. Não, José é o meu espírita. Oh, tá sepulcro caiado e por dentro, guardando as podridões de um comportamento invigilante. Como é que será que eu estou? Este é o ponto chave da nossa reflexão, que nós possamos ter a coerência de agir como Paulo, que foi considerado o apóstolo dos gentios. Então ele levou a mensagem para aqueles que não eram judeus e ele levou com coragem, com confiança, com humildade. Então, precisamos pensar nas nossas ações e dedicarmos mais ao apoio ao nosso grupo, à nossa casa espírita. Porque se nós que estamos conscientes não nos unirmos em torno do apoio de tudo aquilo que a nossa instituição oferece, como é que eu estou vivenciando o princípio da coerência, do equilíbrio e do amor? Eu vou dando uma interrupção por aqui, porque às vezes pode ser que tenha alguém, nós teríamos ainda aí uns minutinhos e pode ser que alguém tenha alguma pergunta, alguma colocação. >> Eu gostaria agora de ver se alguém gostaria de falar alguma coisa. Se no Vou dar uma olhadinha aqui no chat, não tem nenhuma pergunta. Acho que ficou
alguém tenha alguma pergunta, alguma colocação. >> Eu gostaria agora de ver se alguém gostaria de falar alguma coisa. Se no Vou dar uma olhadinha aqui no chat, não tem nenhuma pergunta. Acho que ficou todo mundo tão vidrado nas suas palavras que esqueceram até de escrever no chat. Mas alguém quiser fazer alguma pergunta, aproveite agora para falar com a Joselma, porque se ninguém tiver, eu tenho. Eu sou paladeira, vocês me conhecem, né? Então eu gostaria de falar para Joselma e vocês me conhecem bem, eh, vamos desculpar se a emoção me tomar. Eh, fazer parte desse grupo é importante porque cada ano que termina, isso que a José falou pra gente aqui se consolida de uma forma muito muito clara, sabe? Muito vívida e é importante paraas nossas vidas. No primeiro semestre do ano, nós estudamos as obras básicas. há 40 anos, quando termina a gente começa de novo. E no segundo semestre a gente faz um seminário sobre uma obra da doutrina espírita. Temos estudado André Luiz, Leon Deni. E isso sempre a gente faz a votação, José, no final do ano que tá terminando, né? Então, no final do ano passado, foi escolhido Paulo Estevo. É uma votação democrática no grupo. É, a gente escolhe o livro e desde o começo do ano, deste ano, quando a gente começa a fazer, a entrar no nosso planamento é feito sempre no ano anterior, mas se a gente começa a trabalhar o nosso planejamento, a espiritualidade vem nos alertando para isso, para que a gente eh por isso o título da palestra, o eh o tema da palestra foi esse. E a pergunta que eu ia te fazer, você responderu ao longo da sua palestra, porque os espíritos têm nos alertado justamente para isso. Primeiro estudo do evangelho e mais importante que isso, evangelho no coração. e e nos alertando justamente pras crises que estão acontecendo no mundo e para o o ano que vai entrar, que será desafiador para todos nós, com Copa, com eleição, com Rocking Rio e com todas as outras coisas que estão acontecendo no mundo. A postura do espírita cristão tem que ser muito coerente, como você falou,
esafiador para todos nós, com Copa, com eleição, com Rocking Rio e com todas as outras coisas que estão acontecendo no mundo. A postura do espírita cristão tem que ser muito coerente, como você falou, e consciente. E era essa pergunta que eu ia te fazer no final do ano, né? a sobre a responsabilidade do espírita para com a manutenção de um equilíbrio relativo na sociedade que ele vive, representando os princípios da doutrina espírita, acreditando naquilo que ele estuda e que ele introjeta no seu coração, em que ele medita sobre isso. E a participação de um trabalho como esse, chegando ao final do ano e ouvindo tudo que você disse, confirma tudo que a espiritualidade vem nos alertando ao longo do ano para que a gente estude mais, sabe? Para que a gente seja mais coerente, mais participativo, se sinta mais pertencente ao grupo espírita em que a gente trabalha, porque a responsabilidade do espírita é do médium e todos somos somos mais ou menos médiuns ou médiuns ostensivos, conforme Kardec. Mas nós somos. Vai ser muito importante ao longo desses tempos. Quando se diz que os tempos são chegados, eles já chegaram. E a gente tem que ter essa visão de vida, né? Eh, da gente trocar muitas vezes as palavras que a gente acha que são doutrinárias por silêncios caridosos e agir mais do que falar, mas agir com coerência, né? E eu te agradeço demais por essas palavras. foi direto ao ponto. A espiritualidade eu acho que deve estar muito feliz com tudo isso e que a gente continue assim firme e forte no trabalho, nesse nesse propósito que a gente tem de se evangelizar, para que a gente possa evangelizar quem tá junto da gente. >> É isso. Eu eu acho que eu não tenho nem o que falar. É você. [risadas] Eu eu agradeço o carinho das pessoas que estão escrevendo aí no chat, carinho que eh pacifica a nossa alma. E o que eu quero dizer para vocês é é a coragem que nós precisamos nesse finalzinho, a coragem que nós precisamos para assumir as tarefas que precisam ser continuadas, ter sequência e que muitas vezes nós
que eu quero dizer para vocês é é a coragem que nós precisamos nesse finalzinho, a coragem que nós precisamos para assumir as tarefas que precisam ser continuadas, ter sequência e que muitas vezes nós temos medo e escondemos atrás da falta de tempo e não aceitamos. Então, nós precisamos ter coragem e confiar. Assim como nós vimos Paulo e Pedro quase que se arrastando, mas levando à frente até o final a tarefa deles, nós não podemos nos distrair com isso não. Eu eu no momento quando eu assumi o Hospital André Luiz, eu achei um absurdo. Gente, eu já trabalhei tanto, eu agora eu quero fazer um trabalho mais adequado a mim. E o amigo espiritual, olha, estávamos esperando o momento que você pudesse assumir para fazer as mudanças que nós temos planejado, mas precisávamos de um médium, olha bem isso, de um médium sensível às orientações que recebem. E aí eu eu fico assim também emocionada. E o que nós já conseguimos fazer lá? Quando eu falo nós, não é pegar a mão na massa e fazer, mas o grupo sensibilizado que nós fizemos juntos realmente não pode ser ideia da nossa cabeça. É orientação que vem do alto e que os médiuns apenas com conhecimento na área que tem, com a dedicação, estão pondo em prática. Então, para cada um, eu deixo essa esse alerta que eles me pediram, isso aqui agora, esse alerta, não fujam ao compromisso, porque é a grande chance que temos de levar avante toda a mensagem do Mestre Jesus nessa caminhada evolutiva. E nós aí estamos para isso. Ah, tô cansada, tô doente. Eles dão o reforço que precisa. Eles dão reforço. Lembrem de Paulo, Pedro, a condição física, a idade deles e eles levaram até o momento que foi necessário. Agora sim, eu vou despedir. Que Deus abençoe vocês. Um grande abraço, muita paz, tá? um ano de 2026 com muita realização à luz do evangelho. Que Deus nos abençoe, gente. Muito obrigada. >> Obrigada a você, Joselma, mais uma vez. E eu gostaria de pedir aqui, Tom, você tá disponível para fazer a prece para nós. O Tom Joselma é o nosso diretor
ue Deus nos abençoe, gente. Muito obrigada. >> Obrigada a você, Joselma, mais uma vez. E eu gostaria de pedir aqui, Tom, você tá disponível para fazer a prece para nós. O Tom Joselma é o nosso diretor presidente aqui da casa espírita, tá? >> Você pode fazer a preço para nós? >> Sim, sim, sim. Só um minutinho, por favor. Tô aqui no ambiente. Pera aí. >> Agradecer a nossa companheira que tão gentilmente se dispôs a falar conosco e vejo um banho de ensinamentos, né, Ctia? Uma bênção de luz para todos nós, graças a Deus. E ela falando ali a diferença de gentios e fariseus, né? Eu ficava entre um lado e outro. Agora, agora sou eu. Agora todas, [risadas] nesse momento sou eu. Eu acho que todos nós, né, em qualquer momento. Muito bem. Levemos o nosso pensamento a Jesus, o nosso mestre. É ele que nos propicia todos esses momentos de alegria, de paz e de aprendizado. Hoje sobre nós foram derramadas muitas bênçãos de tranquilidade, de harmonia, de conhecimento, de aprendizado com o nosso irmão Chico, pelo seu esforço, Hercúlio, em nos trazer esse livro e a história de Paulo e de Estevo, os demais companheiros que passaram naquele tempo, né? que nós fiquemos exemplificados do na vida desses irmãos para que nós deixemos de ser fariseus e passemos a ser cristãos na melhor acepção da palavra. Jesus, querido amigo, nos abençoe e nos proteja sempre, nos dê sabedoria para as nossas decisões, né? e fica sempre conosco, nos iluminando, nos abençoando onde quer que estivermos, né, pelos caminhos da vida aa que assim seja. Graças a Deus.
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