Paulo e Estevão 2a parte Capítulo 10 24112025
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A Casa Espírita Estudantes do Evangelho apresenta seminário sobre o livro Paulo e Estevão, obra ditada pelo espírito Emanuel, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, uma coprodução do GA. >> Então, mais uma vez, boa noite a todos. A nossa leitura preparatória é do livro Palavras de Vida Eterna, uma mensagem de Emanuel, no item 39, no auxílio a todos, pelos reis e por todos os que estão em que tenhamos uma vida justa e sossegada em toda piedade e honestidade. Paulo, primeira epístola a Timóteo, capítulo 2, versículo 2. Comumente em nossos recintos de conversação e prece, voltamos-nos compassivamente para os nossos companheiros menos felizes no mundo. Apiedamos-nos sem dificuldade dos enfermos e dos desesperados, dos que se afundaram nas águas lodosas da miséria ou que foram vitimados por flagelos públicos. Oramos por eles, relacionando-lhes as necessidades que tentamos socorrer na medida de nossos recursos. Entretanto, o apóstolo Paulo, em suas recomendações a Timóteo, lembra-nos o amparo espiritual que devemos a quantos suportam na fronte a coroa esfogueante da autoridade, comandando, dirigindo, orientando, esclarecendo e instruindo. São eles os nossos irmãos conduzidos à eminência do poder e da fortuna, da administração ou da liderança, que carregam tentações e provas ocultas de toda espécie, padecendo vicissitudes que muita vez se retratam de lamentável maneira nas coletividades que influenciam. A afeição de pastores dementados, quando se não compenetram dos deveres que eles são próprios, sofrem perturbações aflitivas que se projetam sobre as ovelhas que eles recolhem a atuação, criando calamidades morais e moléstias coletivas de longo curso que atrasam a evolução e atormentam a vida. Não nos esqueçamos, pois, da oração pelos que dirigem, auxiliando-os com a bênção da simpatia e da compaixão, não só para os que se desencumbam zelosamente dos compromissos que lhe selam à rota, mas também para que vivamos com o sadiio exemplo deles na verdadeira caridade uns para com os
patia e da compaixão, não só para os que se desencumbam zelosamente dos compromissos que lhe selam à rota, mas também para que vivamos com o sadiio exemplo deles na verdadeira caridade uns para com os outros, sob a inspiração da honestidade, que é base de segurança em nosso caminho. E como a gente comentava no ano de 2026, nós terem nós viveremos muitos desafios sociais, políticos, econômicos que exigirão de nós, do conhecimento que nós já trazemos através da doutrina espírita. E como um alerta, essa mensagem aqui deixa mais claro ainda que nós precisamos manter o equilíbrio, manter a serenidade para contaminar com boas energias os ambientes que nós vivemos, os ambientes eh de trabalho, os ambientes familiares, os ambientes de relacionamentos sociais, porque a nossa responsabilidade é muito grande, pois a quem mais foi dado, mais será pedido. Então, que nós tenhamos bastante discernimento para vigiar os nossos pensamentos, as nossas palavras e as nossas ações. E é com esse desejo, Senhor, que nós elevamos o nosso pensamento, agradecendo por este momento, por esta mensagem, por esse encontro que é o nosso, a nossa última apresentação do livro Paulo Estevão, que nos trouxe um enriquecimento moral, um enriquecimento de conhecimento e de interpretações tão necessárias para o momento que toda a sociedade vive agora é o da doação integral, é da compreensão integral das nossas motivações e dos nossos compromissos, do nosso papel no mundo em que estamos, nessa encarnação, que podemos considerar ser a nossa melhor encarnação. Então, Senhor, inspira-nos, dirige-nos, orienta-nos para que nós possamos sermos também pequenos discípulos que vão levando a vossa mensagem através dos exemplos, muito mais do que das palavras, cativando, ensinando, entendendo, tolerando. perdoando nos nossos passos todos aqueles que se acercarem de nós. que os nossos amigos espirituais responsáveis por este trabalho possam inspirar a Gabriela, que sempre traz com as suas, os seus estudos, com a sua, o seu olhar
todos aqueles que se acercarem de nós. que os nossos amigos espirituais responsáveis por este trabalho possam inspirar a Gabriela, que sempre traz com as suas, os seus estudos, com a sua, o seu olhar delicado e profundo, um algo a mais nas apresentações, tocando os nossos corações para que nós estejamos sempre alertas na nossa caminhada e sempre gratos, Senhor, a vossa bondade, a vossa misericórdia, que nos intercala momentos de grande alegria, com momentos de grande provação ou momentos rotineiros e normais, com dificuldades naturais do caminho, para que nós possamos ter a a estrutura necessária para suplantar os momentos de aprendizado que nem sempre são muito fáceis. Que essas boas energias também possam penetrar os nossos lares, o lar de cada um aqui representado por um participante deste grupo. que cada um dessas dessas casas, lares, desses tetos que abrigam possa receber dessas bênçãos o encorajamento, a saúde mental e física, o incentivo para a alegria, para o trabalho, enfim, para todas as ocupações naturais da vida de uma criatura encarnada. e sintonizado, Senhor, com o plano maior que nos assiste, sobre as bênçãos desses espíritos queridos. E com a vossa permissão, nós iniciamos o nosso encontro desta noite, dizendo graças a Deus e a Jesus. Agora nós vamos passar a palavra paraa Gabriela, que vai nos trazer as suas interpretações do último capítulo do livro. Gabriela, a palavra é sua, minha querida. Pode dar continuidade aí ao seu estudo. >> Boa noite a todos, né? Hoje nós vamos dar continuidade ao nosso estudo do livro Paulo e Estevan. E aí nós chegamos ao nosso penúltimo encontro do seminário, né, e o último capítulo do livro intitulado ao encontro do mestre. Eh, esse nome ao encontro do mestre já sugere que Paulo irá retornar ao mundo espiritual e que ninguém menos do que Jesus irá recepcionar o seu vaso escolhido. Durante a minha pesquisa e a leitura do livro, eu procurei alguns conteúdos no YouTube e eu encontrei uma palestra em que o Jorge Lará, que é um
enos do que Jesus irá recepcionar o seu vaso escolhido. Durante a minha pesquisa e a leitura do livro, eu procurei alguns conteúdos no YouTube e eu encontrei uma palestra em que o Jorge Lará, que é um palestrante que eu acho bem didático, ele descreve como é feito um vaso, né? por ser o vaso escolhido. E ele diz que a argila ela é arrancada da lama, é quebrada, colocada de molho e depois ela é misturada, peneirada, amassada e aí ele fala que bate, bate, bate essa argila e aí depois coloca na forma que se deseja do vaso e coloca no sol para secar. E quando a gente acha que ela tá ali seca, esturricada, que esse vaso já está pronto, ele ainda é colocado no forno e deixa por queimar, deixa ele ali para queimar por horas, né? E depois ele fica lindo, um vaso lindo, com valores inestimáveis. E aí o Jorge Alar, ele compara esse processo ao processo eh que foi de Paulo, né? É o o Jojahá compara esse processo ao processo de Paulo, né? Que Paulo foi um espírito que ele reencarnou com uma missão igual todos nós, mas que ele ao se revestir com o corpo e o esquecimento, ele viveu como um rapaz da sua época. Ele fez o que as pessoas daquela época faziam, né? E isso fez com que ele se perdesse um pouco nessa caminhada. E no livro Renúncia há uma passagem, né, ali quando a se unir, bem no inicinho do livro, quando ela vai reencarnar, que fala sobre o fantasma do esquecimento, que nos obscurece o espírito ao reencarnarmos. E quando chega o momento de nós executarmos o nosso planejamento, nós revelamos às vezes as mesmas fraquezas ou nós incidimos nos mesmas faltas antigas. Mas Jesus, ele sabia, né, quem era Paulo. E ele sabe, ele sabia também quem era Pedro, quem era Judas. E ele sabe exatamente quem nós somos, né? O Paulo, ele foi um vaso que precisou ser moldado e ele se encheu dos ensinamentos de Cristo. Ao mesmo tempo, eu acho que Paulo foi um espelho, né, que ele recebeu toda essa luz divina e ele refletiu e ainda reflete sobre nós. Na semana passada, e nós vimos que Paulo de Tarso, ele curou um Acácio Domingos,
o, eu acho que Paulo foi um espelho, né, que ele recebeu toda essa luz divina e ele refletiu e ainda reflete sobre nós. Na semana passada, e nós vimos que Paulo de Tarso, ele curou um Acácio Domingos, né, que era uma personalidade de grande influência da política da época. E Acácio, ele prometeu que libertaria Paulo através de amigos. E dentre eh esses amigos, ele foi atrás de Popeia Sabina, que ela era conhecida como a predileta de Nero. E ao ser liberto, Paulo, ele sentiu que essa era mais uma chance dele trabalhar em prol da divulgação do evangelho. E ele já tinha um desejo de viajar paraa Espanha, né, levando o cristianismo. E ele acredita que esse seria um momento ideal. Quando Paulo, ele está preste a viajar paraa Espanha, ele recebe uma carta de Simão Pedro e Simão, ele informava que estava chegando ali para ficar com Paulo. Ele ainda não sabia que Paulo estava, havia sido libertado, né? e ele ficaria um pouco auxiliando Paulo. E essa carta, ela trazia novidades tristes, amargas, que sensibilizaram eh Paulo. E havia um grande amor entre os seguidores de Jesus e uma luta constante entre eles para divulgar o evangelho. Paulo, então, ele resolve organizar tudo para que Pedro seja bem recebido. aluga uma casa modesta, retira objetos da casa dele, né, da casa de Paulo e leva ali para que Pedro seja recebido com sua família, que tenha um certo conforto. E os irmãos ali em Cristo, né, humildes, também fazem a mesma coisa, né, doam alguns objetos, tirando o seu próprio conforto para que Pedro fosse bem recebido ali. E essa doação, vinda de pessoas tão humildes, né, nos remete à parábola do óbvulo da viúva. Nos mostra que essa caridade ela ocorre quando a gente se dispõe a doar aquilo que nos falta, não aquilo que nos sobra, né? Lógico que quando a gente doa bens materiais para quem nada tem ou um alimento, isso vai afagar, né, o coração dessas pessoas. Mas às vezes o que mais nos falta hoje em dia é o tempo, né? Assim, a gente doar tempo para alguém. E o quanto é importante às vezes a gente parar e
nto, isso vai afagar, né, o coração dessas pessoas. Mas às vezes o que mais nos falta hoje em dia é o tempo, né? Assim, a gente doar tempo para alguém. E o quanto é importante às vezes a gente parar e escutar quem está ao nosso lado com empatia, né, sem julgamento, o que acontece ali na no atendimento fraterno, né? Isso já alivia o peso de tantas pessoas. E quando Pedro chegou ali na no porto, ele foi recepcionado por Paulo e por alguns amigos. Mas isso tudo sem alarde, porque nesse momento já havia uma perseguição, né, grande aos cristãos. E na narrativa de na narrativa mostra que Paulo vai ali recepcionar Pedro amparado por Timóteo e Lucas. Aí já nos mostra nessa parte do livro que o Paulo já estava assim já mais de idade, já tinha a fragilidade do corpo, ele já também havia passado por várias eh prisões, punições, naufrágio, né? E a escassez de recurso também da alimentação faz a pessoa ficar um pouco mais envelhecida, né? E mesmo assim e e nessa nesse momento já haviam vários desaparecimentos de conselheiros honestos no reinado de Nero. Uma situação que ainda hoje a gente vivencia, né, assim, alguns são calados, né, de uma forma bruta. E mesmo as pessoas mais abonadas, elas eram vítimas de atentados descritos como os cruéis, como cruéis, mas eram os cristãos que sofriam mais, né? de forma mais rude e todas as dificuldades que aconteciam naquela época, se chovia muito, se perdiam uma plantação, se tinha eh gafanhotos comiam ali tudo, tudo isso era culpa dos cristãos, porque eles não adoravam aqueles deuses, não faziam eh sacrifícios, desprezavam os deuses dos romanos, né? Então eles eram os culpados por tudo que acontecia ali. Nero, ele iniciou o seu reinado em 57 depois de Cristo. E era cheio de tirania, de extravagância, perseguições religiosas, execuções sistemáticas que incluíram a sua mãe, que não aceitou o seu casamento com a Popeia e o seu meio irmão. as lendas infames, a fantasia do povo que se satisfazia com as festas do pão e do circo, auxiliou nessas
ticas que incluíram a sua mãe, que não aceitou o seu casamento com a Popeia e o seu meio irmão. as lendas infames, a fantasia do povo que se satisfazia com as festas do pão e do circo, auxiliou nessas perseguições. E o circo máximo, né, onde os cristãos eram levados, ele foi descrito por Emanuel no livro Há 2000 anos, que também é uma psicografia de Chico Xavier, e mostra que era um local de luxo, eh, com muitos ornamentos, onde haviam espetáculos de caçadas humanas, né? Então, os mais jovens eram soltos ali para correrem dos leões e os mais velhos, que os leões pegavam rapidamente, então isso não havia graça naquele momento, eram usados como tochas, né? Amarravam eles em postes e incendiavam para iluminar ali aquele espetáculo. E Pedro chegou ali cheio de novidades, né? dentre elas, a morte de Thago, filho de Zebedeu, as torturas, né, que eram feitas pelo Sinédrio. E a narrativa de Pedro, ela era cheia de otimismo, de couragem, de louvores a Deus, porque eles sabiam que, apesar desse sofrimento, né, que eles tinham, eles estavam fazendo que o que era certo, né, divulgar o cristianismo em toda parte. E aí Paulo, que já tinha vontade de ir paraa Espanha, ele vê a presença de Pedro como um momento ideal para poder viajar. E ele vai junto com Lucas, Timóteo e Dimas e sempre conquistando por onde ele passava, né, com o seu verbo, ela ela é eloquente. Ele ia conquistando novos corações pro Cristo, né? E nessa época, Tigelino, ele já comandava a prefeitura dos pretorianos. E quando ele começou a comandar, essa situação dos cristãos que já era ruim, piorou, né? Mas Pedro continua ali firme enquanto Paulo viaja, firme, cumprindo o seu papel, pregando e cuidando dos doentes, como sempre. Eh, todos os cristãos, né, nós nós jamais poderemos esquecer essa falange de abnegados que nos precedeu, né, nesses primeiros testemunhos da fé. Essa fé que nós temos hoje, ela repousa sobre o esforço, né, de vários mártires que eram compostos de homens, mulheres, né, que hoje nos chamam a testemunhar os
né, nesses primeiros testemunhos da fé. Essa fé que nós temos hoje, ela repousa sobre o esforço, né, de vários mártires que eram compostos de homens, mulheres, né, que hoje nos chamam a testemunhar os valores de Cristo. As pessoas elas eles enfrentavam essas perseguições, essas torturas e a morte, né? Tudo isso para que a mensagem de Jesus permanecesse viva. E eles foram capazes de dar esse testemunho de amor, de perdão, essa confiança em Deus e em Jesus, mesmo diante dessas circunstâncias extremamente dolorosas. Eh, o sangue e as lágrimas, o sangue e as lágrimas foram um preço pago pelo florescimento do evangelho que hoje nos consola. Tuliano de Camargo, que é um importante teólogo do cristianismo primitivo, ele tem uma frase que ficou famosa, que é: "O sangue dos mártires é a semente dos cristãos". Então ali, enquanto várias pessoas eram mortas, né, eh pela fé que serviam, isso encorajava a conversão de novas pessoas, né, e fortalecia a comunidade cristã. E é nesse momento de tensão que João, enquanto ele está fazendo, pregando, né, João, que era uma peça importante no cristianismo, ele está pregando, mas ele estava preste a regressar paraa Ásia, ele ele vai preso, né, justamente juntamente com outras pessoas que estavam ali com ele. E quando João vai preso, é Pedro recorre a amigos, né, que ele tinha para poder tentar liberar João dessa prisão, mas ele não consegue. E junto ali reunindo com outros cristãos, outros amigos, eles lembram, né, que Paulo ele possuía afeiçoados eminentes, eh, possuía amigos eminentes, né, como Popeia Sabina, a Frânio Brutos e Acácio Domínios, que poderiam auxiliar na libertação de João. Em 64, depois de Cristo, já haviam muitas prisões e os cristãos já eram submetidos ao martírio com azeite, com água fervente e o resto de das víceras, né, eram jogadas aos peixes. Então, e além de ordenar tanta crueldade, Tigelino, que era o o prefeito dos pretorianos, ele se divertia ali com os amigos dele, né, vendo e todo esse martírio e ele obrigava os outros presos, os outros
ão, e além de ordenar tanta crueldade, Tigelino, que era o o prefeito dos pretorianos, ele se divertia ali com os amigos dele, né, vendo e todo esse martírio e ele obrigava os outros presos, os outros cristãos, a verem aquilo, né, assistirem o sacrifício causado e causava uma tortura física e também uma tortura psicológica. E Pedro, ele junto com os irmãos envia um mensageiro para informar a Paulo sobre a prisão de João. Mas por causa da distância que seria percorrida por esse mensageiro, a dificuldade de transporte, né, e a grande hostilidade que havia contra os cristãos, eles não têm tanta esperança de que João fosse liberto, né, que Paulo chegaria a tempo de libertar João. Nessa época, Paulo ainda escrevia as epístolas e ele estava em Tortosa. Eh, e Timóteo, ele já havia ido pra Ásia levando várias cartas e recomendações. Em maio de 64, Paulo já idoso, né, e ainda bem decidido, apesar dos conselhos que ele recebeu dos amigos, ele partiu pra hóstia com o objetivo de libertar João, assim que ele ficou sabendo da prisão, porque ele também sabia da importância de João na Ásia. João, ele era um espírito livre de intolerâncias e ele possuía também uma influência benéfica em Jerusalém, Jerusalém, no local onde a igreja ela era composta por judaicos e por gentios. Em toda narrativa da desse livro, né, nós vemos a a força de vontade de trabalhar incansavelmente pela divulgação do cristianismo e a necessidade de se proteger quem trabalhava em prol desse objetivo. Nesse momento, Pedro e Paulo já haviam que que já ficava mais acirrada ali as prisões dos cristãos e eles já pressentiam, né, que poderia piorar. Em Atos dos Apóstolos, no capítulo 9, versículo 15 e 16, está descrita a revelação de que Paulo iria sofrer pelo nome de Jesus. E nos capítulos 20 e 21, nós vemos a mesma verdade que aparece por eh como um anúncio profético e testemunho do próprio Paulo que tinha consciência dessas perseguições inevitáveis. Em junho de 64, tentando a libertação de João, Paulo procura Acácio Domício e
rece por eh como um anúncio profético e testemunho do próprio Paulo que tinha consciência dessas perseguições inevitáveis. Em junho de 64, tentando a libertação de João, Paulo procura Acácio Domício e depois ele procura Popeia Sabina, que era uma inimiga declarada dos cristãos. Mas quando ela ouviu Paulo com muita surpresa, porque ele falava de uma vida eterna e de uma concepção de divindade que a assustou e também a impressionou. E sem ocultar essa administração que Popeia teve eh ao conhecer Paulo, né, ao conversar com Paulo, ela promete a ele que João seria liberto em três dias. E isso realmente aconteceu, né? Mas alguns seguidores, né, de Cristo não aprovaram o fato de Paulo ter procurado Popeia, porque ela se ela ela era uma mulher mundana, né? E só que para Paulo, eh, Popeia, ela não era diferente de Tigelino, de Nero e de outros tantos, né, vítimas dessa mesma prostituição. Porque quase sempre a degradação moral de uma mulher, ela está ligada à prostituição do homem. Assim como só há corrupção se houverem homens e mulheres corruptíveis, né? Somente haverá haverão roubos se existirem receptadores. Então, Popeia, ela não era uma figura de moral elevada, mas ela era quem podia auxiliá-los naquele momento. E no livro Sexo e Destino, que nós estudamos aqui nesse grupo há algum tempo, acho que dois anos atrás, existem existe uma passagem onde um mentor do grupo do do livro, Félix, ele pede a seus assessores para acharem um feito de amor e caridade, eh, que Márcia, que é uma um dos espíritos mais infelizes ali da narrativa, um um ato de amor e caridade que ela tenha feito, porque Félix, quando eles encontram Esse ato de amor e caridade de Márcia, ele tem como justificar a assistência espiritual naquele momento ali para aquele espírito infeliz. E nessa narrativa que é trazida por André Luiz nesse livro Sexo e Destino, nós aprendemos, né, que toda a nossa existência ela fica registrada aí e que um único ato de caridade ela poderá um dia, né, ser utilizada a nosso favor.
ida por André Luiz nesse livro Sexo e Destino, nós aprendemos, né, que toda a nossa existência ela fica registrada aí e que um único ato de caridade ela poderá um dia, né, ser utilizada a nosso favor. Assim que João saiu da prisão, Paulo ficou preocupado e ele tinha pressentimentos que era e e fez com que João embarcasse rapidamente de imediato, né, para Mileto, que é hoje é Turquia. E com medo os cristãos eles passaram a se reunir em locais mais distantes, mais abandonados. As pregações então pareciam ter ficado mais belas, os grupos pareciam estar mais reunidos, mais unidos, né? naquela fé. E é nesse cenário que no dia 16 de junho de 64 começa o grande incêndio em Roma, né? E Emanuel ele vai descrevendo esse livro, né? O o Paulo Estevan, com tanta riqueza de detalhes, né? Desde do início ali do pomar de Abigail, né? Onde Saulo se encontrava com a amada, né? Abigail. Até o incêndio de Roma. tem tantos detalhes que parece que já foi feito para virar um livro, né? E esse para virar um filme. E esse filme ele vai passando, né, na nossa cabeça enquanto a gente vai lendo, né, e vai nos nos emocionando e nos fazendo refletir. Esse incêndio idealizado por Nero, ele Nero eh causou esse incêndio porque ele tinha um interesse em reformar a cidade, mas como ele não conseguia edificar essa cidade, não foi aprovado, ele teve essa grande ideia de incendiar Roma. Não era para ser um incêndio tão com grandes proporções igual aconteceu. E para que ele não fosse ocul nesse momento, ele se refugiou em cio. Mas quando o esse incêndio tomou grandes proporções, ele voltou ainda a tempo de ver o último dia do incêndio, né? E mas no fim ele ainda, mesmo com esse essa destruição descontrolada, Nero ainda ficou como herói, né? Porque ele redificou bairros. fingiu ser generoso, amigo dos sofredores, chorou ao falar sobre os santuários perdidos e prometeu que iria punir os os responsáveis por essa tragédia. O que aconteceu nessa passagem da história, né, foi um processo de obsessão coletiva. Eh, vários espíritos
sobre os santuários perdidos e prometeu que iria punir os os responsáveis por essa tragédia. O que aconteceu nessa passagem da história, né, foi um processo de obsessão coletiva. Eh, vários espíritos ali, eles se encontravam sobre a influência de um espírito infeliz ou sobre a eh sobre a influência de uma falange de espíritos, né? E isso pode ocorrer, né, nas cidades, em países, em instituições. Dentre essas instituições, essa essa influência de espíritos infelizes pode ser também dentro de uma casa espírita, né, o que é uma história narrada no livro Aconteceu na casa espírita. E através >> e através da inspiração de ideias, sentimentos, comportamentos nocivos, eh, num lugar onde há um terreno fértil, eh, aquilo ali toma uma proporção muito grande, né? E esse tipo de obsessão, ela foi descrita por Allan Kardec no livro A Gênesis, no capítulo 16, nos itens 46 e 49. Ele diz que para garantir contra a obsessão tem que se fortalecer a alma, trabalhando para melhorar a si próprio. E no item 49, Kardec fala sobre uma obsessão epidêmica quando se lança sobre uma localidade muitos maus espíritos. Por isso é tão importante, né, nós fazermos o evangelho no lar, estarmos sempre estudando, nos sintonizando com os nossos mentores, né, e colocando em prática, igual a Ctia falou, nosso conhecimento, né, não basta estudar, né, a gente tem que colocá-los em prática. E como exemplos de obsessões coletivas, nós podemos citar o momento da crucificação de Cristo, né, quando houve uma grande histeria eh na massa alimentada pelo orgulho, pelo medo de perder o perder o poder. também nesse momento, né, da culpabilidade dos cristãos em relação ao incêndio em Roma, as guerras religiosas, as cruzadas, as guerras mundiais, o ódio, o fanatismo político, né, que nós vemos hoje, a Ctia tava citando aí no início, né, sobre 2026 e tantas pessoas há há um tempo atrás aí, né, eh brigaram com família, né, com amigos, saíram de grupos de WhatsApp, Por causa disso, né? Os vícios sociais, como uso de drogas ilícitas, ilícitas, o
26 e tantas pessoas há há um tempo atrás aí, né, eh brigaram com família, né, com amigos, saíram de grupos de WhatsApp, Por causa disso, né? Os vícios sociais, como uso de drogas ilícitas, ilícitas, o consumo de pornografia, tudo isso que acontece conosco, né, ainda hoje, é não é uma punição, e sim um reflexo da nossa sintonia, né? Nós nos sintonizamos com esses espíritos infelizes e aí essas coisas acontecem, né? Mas é claro que nós não estamos desamparados, né? Sempre temos exemplos de falanges do bem também. E elas também arrastam multidões ao seu lado, né? Como é o caso de Francisco de Assis, que ele servia pobres e doentes, pregando a simplicidade, a fraternidade, a paz e o amor. Gand lutou de forma pacífica, né, pela independência de da Índia. Martin Luther King, uma liderança contra o racismo. Chico Xavier, que é o apóstolo da caridade, né, promoveu a mensagem do evangelho com humildade, serviu ao próximo e tantos outros que a gente pode citar, né, que foram o veículo para que hoje nós tivemos tivéssemos, por exemplo, eh, essa caminhada de Paulo, né, de encontro às suas origens, né, esses tantos livros, tantas obras que nós temos hoje, né? E enquanto Nero ali discursava sobre o incêndio que puniria todos, a população então começou a gritar: "Cristãos as feras". E aí Nero troca ali um olhar com o tigelino e e tem a solução, né? Ele precisava de alguém para ser culpado e alguém gritou: "Cristãos as feras!" Nero, ele já se preocupava com o aumento dos seguidores de Cristo e aí com aquela deixa, ele promete castigar os culpados. Alguns nobres, prudentes e honestos de Roma, eles tentam intervirão de Nero, mas sem sucesso, pois os que se aproximavam, né, tentando defender os cristãos, eles também eram declarados suspeitos, né? Então eles ficavam com medo de fazer isso. E como prometido, Nero e seus aliados, eles oferecem um primeiro o primeiro espetáculo em agosto de 64. E mesmo após o esse esse espetáculo, né, esse primeiro espetáculo, as perseguições elas não cessam porque eram
do, Nero e seus aliados, eles oferecem um primeiro o primeiro espetáculo em agosto de 64. E mesmo após o esse esse espetáculo, né, esse primeiro espetáculo, as perseguições elas não cessam porque eram necessárias mais vítimas paraas várias festas de inauguração que iriam ocorrer. Então, nesse momento, as igrejas eram silenciadas, os encontros entre os cristãos ficavam mais discretos, né, na alta madrugada vários cristãos eles se desertavam, né, ficando apenas, no livro tá descrito, ficando apenas Paulo, Pedro e Lucas. E essa fuga, né, essa os cristãos quando eles fugiam ali de Roma, isso também auxiliou na disseminação do do cristianismo, né? Porque eles saíam dali com aquela fé em Jesus Cristo e formavam novas comunidades, né, compartilhando o evangelho onde eles iam. E nós vemos no Ato, Atos dos Apóstolos, capítulo 8 e versículo 4, narrando que eh os cristãos dispersos iam por toda parte pregando a palavra. E após alguns meses desse primeiro espetáculo, haveria a reinauguração do circo. E para essa finalidade as prisões estavam cheias. Enquanto os cristãos oravam, sofriam e esperavam, mentes de espíritos infelizes trabalhavam a todo vapor, né, para montar esses espetáculos. E enquanto isso, Paulo emocionado, ele falava sobre a beleza de Deus nos dias mais trágicos. E nós temos a consciência disso, né? Quando a dor, a perda, as dificuldades, quando elas batem a nossa porta, né? quando elas estão presentes, nós achamos tempo, né, no nosso dia tão corrido, pra gente poder olhar para dentro, né, parar um pouco, pra gente poder buscar um sentido maior para as nossas vidas. E é nesses dias tristes, né, que as portas de entrada das igrejas, dos templos e das casas espíritas, né, ficam cheias, né, mas não é Deus que muda e sim a nossa percepção, né, de dele, da força que tem, né, porque uma vela quando ela é acesa na escuridão, ela também fica mais visível e mais preciosa. E hoje as cruzes que nós carregamos, elas não são de madeira, elas são de doença, da solidão, dos problemas
rque uma vela quando ela é acesa na escuridão, ela também fica mais visível e mais preciosa. E hoje as cruzes que nós carregamos, elas não são de madeira, elas são de doença, da solidão, dos problemas familiares e das escolhas que nós tivemos no passado, né? E o passado não é o passado outra encarnação, é o passado logo ali, né? Há 10 anos atrás, 5 anos. E nós devemos entender que o objetivo final de todos nós é a felicidade, né? felicidade do espírito e que para isso, para que isso seja construído, muitas vezes a gente precisa, né, passar por esses flagelos. Logo após essa pregação de de Paulo, né, que ele falava sobre a beleza de Deus, ele é preso junto com todos que estavam ali com ele, né, naquela eles pregavam geralmente nos cemitérios, né, e apesar da fragilidade do corpo dele, ele mantém a sua elevação moral. E aí ele explica, né, um dos soldados ali, o chefe, que chama volume a diferença entre os cristãos e a guarda da corte. que uns representavam um príncipe terreno, eh, cujo reinado terminava no sepulcro, e os outros eles trabalhavam por uma causa eterna. E eles tinham a certeza de que diante do túmulo eles estariam libertos paraa vida eterna. Por isso não havia um motivo para eles temerem, nem fugirem àquela prisão. E apesar da fragilidade, né, do corpo de Paulo, que muitas vezes não passava confiança, quando ele começa a falar, todos que estão ao lado dele se admiravam. Isso também acontece com volume, mas esse, né, ele precisava manter ali seu orgulho. Então ele continua com uma atitude de desprezo, questionando onde estaria aquele crucificado que deixava suas vítimas abandonadas. E Paulo responde para ele que Jesus é o Salvador que ama e perdoa. E aí nós lembramos ali no início quando Estevão também um dia falou no Sinédrio que o Sinédrio teria mil meios de fazê-lo chorar, mas que ele não conhecia os poderes de do Sinédrio para obrigá-lo a renunciar o amor de Jesus Cristo. E essas duas passagens elas nos mostram a força, que a força humana, né, a brutalidade, ela pode até causar dor e
conhecia os poderes de do Sinédrio para obrigá-lo a renunciar o amor de Jesus Cristo. E essas duas passagens elas nos mostram a força, que a força humana, né, a brutalidade, ela pode até causar dor e sofrimento, né, mas não podem destruir a ligação que nós temos com Cristo, porque o amor dele é é indestrutível. E para os que não possuem essa força moral, né, como volume ali naquela situação, nada melhor do que partir paraa força física quando acabam os argumentos. E foi o que ele fez, né, ordenando que Paulo fosse ferido. E mesmo assim Paulo continua firme. E Volúmo, ele não acredita ali no que ele tava vendo, né, naquela força moral daquela pessoa que ele julgava ser tão frágil, né? E ele quase recua, ele chega a quase a acreditar que os cristãos eles possuíam um poder que ele ainda na sua pobreza de espírito não entendia. E aí eu entendi assim que Emanuel, eu uso aqui ainda não entendia, né, que volume ainda não entendia, na certeza de que um dia todos nós vamos entender, né? Pois a lei de a lei de progresso que está descrita no livro dos espíritos, ela nos mostra que todos nós estamos avançando em ritmos diferentes, mas nós temos um único destino final, que é alcançarmos a perfeição relativa. E aí, sem mais o que fazer, Volumo, ele começa a organizar os prisioneiros em fila e os cristãos obedecem sem nenhuma rebeldia. Paulo então exige que as mulheres e as crianças sejam tratados de uma forma de total respeito pelos soldados, né? Porque as mulheres ali antes de serem sacrificadas, elas passavam por todo tipo de abuso. E todos obedecem o que o que Paulo está falando, né? Os prisioneiros eles chegam ao amanhecer na prisão de Mamertina e aí eles são colocados num pátio escuro, depois são alojados em locais insalubres e enquanto eles estavam reunidos, ao invés deles se vitimizarem, ficarem ali com medo, eles aproveitavam esse momento para trocarem ideias e conselhos edificantes, mostrando pra gente essa fé compartilhada, né? a solidariedade entre eles, o crescimento espiritual e a
carem ali com medo, eles aproveitavam esse momento para trocarem ideias e conselhos edificantes, mostrando pra gente essa fé compartilhada, né? a solidariedade entre eles, o crescimento espiritual e a esperança, né, mesmo diante das adversidades da vida, como nos momentos que eles entravam no circo, né, máximo, eh, tem os relatos nos livros que eles entravam ali cantando, né, e Paulo ali mesmo preso, ele não descansa. Ele solicita uma audiência com o administrador da prisão tentando se libertar, libertar os seus irmãos que estavam ali presos. E ao falar com o administrador, esse também fica impressionado com seu verbo fluente e sedutor. Ele fica sem saber o que fazer. Aí Paulo solicita a presença de amigos influentes como o Acá Domício. E o Domício quando ele visita Paulo, ele explica para Paulo que o problema ali estava grave, que o prefeito dos pretorianos, ele tinha uma autoridade para fazer o que ele desejasse naquele e o que ele desejasse com os cristãos ali. E naquele dia Paulo poderia falar pessoalmente, né, se defender perante o imperador. E aí Paulo, eh, ele vem uma lembrança, né, de uma voz profética de um mensageiro de Jesus que ele ouviu há tempos. A voz anunciava, sem dizer os motivos e o local, que Paulo estaria diante de César e se defenderia eh e defenderia milhares de irmãos acusados injustamente. Ele esclareceria sobre os princípios do cristianismo mesmo. E aí Paulo pensou, né, que que naquele momento ali ele iria esclarecer diante de Nero os princípios do cristianismo, mesmo Acácio tendo discretamente sugerido a a Paulo que ele negasse a sua fé, mas ele faria exatamente o contrário, porque não há como negar Jesus. E se ele fosse preso novamente, ele teria consciência edificada de ter cumprido o seu dever. E Nero, então, quando é marcada essa audiência, ele fica ansioso para conhecer aquele eh ex-rabino, né, cheio de amigos importantes. E quando ele vê Paulo entrar, ele fica decepcionado ao conhecer, né, quem foi descrito como um velho insignificante vulgar.
ansioso para conhecer aquele eh ex-rabino, né, cheio de amigos importantes. E quando ele vê Paulo entrar, ele fica decepcionado ao conhecer, né, quem foi descrito como um velho insignificante vulgar. Mas aí quando Paulo começa a falar, Nero fica admirado. Paulo ele apela pela generosidade e pela justiça de Nero. Fala que ele é o maior príncipe do mundo. Diz que um governante como ele, né, tem o papel de ser um pai para milhares de criaturas. Paulo relembra que durante o incêndio, os cristãos que agora estavam presos trabalhavam socorrendo eh muitos enquanto outros se escondiam ou fugiam. E mesmo depois de todo esse esforço, eles foram recompensados com essa incriminação. E todo esse discurso eh de Paulo, eh ele faz todo esse discurso porque ele não sabe, né, que Nero foi quem causou, né, esse incêndio. E quando os cristãos foram eh acusados, ele achou um alívio. E ele lembra, né, que César será um dia cobrado pelos atos cometidos. E isso nos lembra o Evangelho de Lucas, né, no capítulo 12, versículo 48. A quem muito foi dado, muito será exigido. E a quem muito foi confiado, muito será pedido. Nero, Paulo recorda a Nero e a todos nós que a fortuna do homem é a paz da consciência pelo dever cumprido. Por termos agem de forma caridosa e leal, nós iremos nos livrar de toda e qualquer dor e culpa que nos prenda a um andar inferior da nossa casa mental. E nós já sabemos, né, que o céu e o inferno, eles estão na no nosso estado de consciência, né? Nós criamos através dos nossos pensamentos, dos nossos sentimentos e ações. E nenhum dos presentes ali esperava um discurso dessa grandeza. Isso deixou alguns mais irritados e outros comovidos. E Nero sentia como se alguém tivesse falado sobre o seu futuro sinistro. E Tigelino, percebendo, né, o nervosismo, ele se oferece para matar Paulo ali mesmo. E o que não foi realizado porque Nero ficou cauteloso ali, ele temia as consequências. Paulo conhecia muita gente influente, então ele prefere ser mais político nesse momento. Nero então liberta Paulo e solicita que
realizado porque Nero ficou cauteloso ali, ele temia as consequências. Paulo conhecia muita gente influente, então ele prefere ser mais político nesse momento. Nero então liberta Paulo e solicita que o mesmo não deixa a cidade, liberta ele da prisão, pede que ele fica ali. Mas Paulo não sabia que Nero tinha um plano, que a após as festividades do grande circo, ele faria com que Paulo desaparecesse, livrando-se de um problema sem se comprometer. E diante da libertação, Paulo se sente reconfortado. Ele chega a achar que Nero não era tão mal assim, que havia um que havia esperança para os cristãos. E Paulo sai da prisão, reencontra Lucas e se abriga na casa de Linho e Cláudia. E ele descobre que a maioria dos colaboradores mais íntimos já haviam desaparecido, estavam presos ou mortos e muitos haviam fugido. Mas com a ajuda de Lucas, ele continua a escrever suas epístolas. Paulo, muito emocionado após essa libertação, ele escreve a segunda epístola a Timóteo, que é uma considerada uma das mais íntimas e emocionantes. Mesmo sabendo sobre a vida eterna, né, enquanto nós estamos encarnados, nós estamos sujeitos às dores humanas, mas também nós temos a consciência de que nossas provas não são superiores ao que nós podemos suportar. E ao mesmo tempo que Paulo sente e fala sobre o fim, ele solicita a capa de couro que havia deixado em Trode e que serviria como agasalho, né, para ele. Então ele tinha uma esperança de continuar pregando. E ele também solicita a presença de João Marcos e emocionado ali naquela escrita, ele diz que apenas Lucas está, Lucas está com ele e ele chora sobre os pergaminhos. E ao escrever essa epístola, Paulo demonstra sentimentos como a solidão, a dor, o medo, a saudade, sentimentos comuns a todos nós, né, quando estamos no plano material. Mas neste momento Paulo também sente um sopro espiritual descrito como se fossem asas angelicais que lhe tocavam e consolava, fazendo com que ele eh recobrasse o seu ânimo, né, para deixar recomendações paraa vida
ento Paulo também sente um sopro espiritual descrito como se fossem asas angelicais que lhe tocavam e consolava, fazendo com que ele eh recobrasse o seu ânimo, né, para deixar recomendações paraa vida material e os trabalhos evangélicos. E após essa carta, conta nos Emanuel, após essa segunda epístola a Timóteo, que Paulo mergulhou em profundas meditações e em uma interiorização espiritual que nem Lino, nem Cláudia e Lucas foram capazes de distraí-lo. Ele era um discípulo chamado às esferas mais altas, um homem que não desejava render-se, mas que ele vê a necessidade de entrar em comunhão com Deus ali naquele momento, buscando a sua paz interior e aceitando que seu retorno ao mundo espiritual estava próximo. Na véspera das grandes festividades, Paulo é novamente preso, né, da abertura do circo máximo e juntamente com Lina e Cláudio, que estavam ali, eh, Paulo estava na casa deles, né, e todos são levados pro esquilino. Lucas não estava na casa e ele escapa da prisão. E aí nós poderíamos pensar, né, que sorte a do Lucas, né, mas não, ele ainda não havia terminado a sua missão enquanto encarnado, né? Paulo intui naquele momento que esses eram seus últimos momentos e ele tem a certeza de que César atingiria apenas o seu corpo miserável e entrega-se a Jesus confiando na sua misericórdia e desejando estar com seus irmãos nos momentos finais. preso, ele não sabe se é dia ou noite. Ele acorda, sente fome, sede e aí ele ora com fervor, é consolado, a porta da prisão se abre e Paulo é conduzido para fora, né, com suas mãos atadas. E aí, neste momento, ele se recorda do martírio de Jesus, se entrega a seus verdugos sem nenhum gesto de amor próprio ofendido, né? Ele não tinha mais aquele orgulho de Saulo, porque Saulo já havia morrido, né, há anos dentro daquele espírito e com ele todo esse orgulho. Paulo caminha serenamente pro sacrifício, sabendo que os seus irmãos também foram sacrificados no circo, né? Eles contam para ele que eh na noite anterior eh todos haviam sido sacrificados ali e a que a ordem de
ha serenamente pro sacrifício, sabendo que os seus irmãos também foram sacrificados no circo, né? Eles contam para ele que eh na noite anterior eh todos haviam sido sacrificados ali e a que a ordem de partir de tigelino, né? E Paulo tem a certeza de que ele adentraria na vida eterna e isso deixa lúcido. Mas no íntimo ele se conectava a Jesus porque ele tinha ciência das suas necessidades materiais, né? Naquele momento ele tava encarnado, né? Na hora da execução, o encarregado de tal ato, ele confessa Trêmulo, que se lamentava por ter sido ele o designado para fazer aquela tarefa, né? E Paulo afirma para esse soldado que ele deveria lamentar-se por si mesmo, porque ele Paulo, estava indo de encontro ao Senhor da Paz. E aquele executor, após cumprir aquela ordem, ele voltaria a conviver com os mandantes daquele crime. Na descrição da morte e desencarne de Paulo, Emmanuel relata que houveram as últimas contrações da agonia e as derradeiras repercussões físicas, né, e logo o alívio. E no livro Há 2000 anos, há o relato do martírio de Lívia ali no Circo Máximo. E Emanuel conta que Lívia não sentiu qualquer comoção violenta e rude, né? Paulo sentiu um pouco, Lívia não sentiu nada. E na questão 164 do livro dos espíritos nos informa que essa perturbação que se segue à separação da alma e do corpo não é igual e nem tem a mesma duração para todos os espíritos, porque ela depende, né, da da elevação de cada um de nós. No livro Obreiros da Vida Eterna de André Luiz, eh existe a narração de um caso de um espírito que ficou presa ao corpo por uma longa data e até desconhecia a sua própria morte. No caso de Paulo, ele sentiu levemente, mas logo teve esse alívio reparador e mãos carinhosas aliviaram suas terríveis impressões e o transportou para outro local, poupando Paulo de ver ali o seu corpo, né? E ao nos prepararmos para esse momento de retorno ao mundo espiritual, além da nossa elevação moral, nós também podemos eleger um local seguro para irmos até lá mentalmente, uma melodia que nos traga
E ao nos prepararmos para esse momento de retorno ao mundo espiritual, além da nossa elevação moral, nós também podemos eleger um local seguro para irmos até lá mentalmente, uma melodia que nos traga conforto, uma prece que acalme nossa mente, nosso coração, porque dessa forma nós podemos nos conectar, né, nesse nesse momento com os nossos amigos espirituais, que com certeza eles estarão ali para nos auxiliar. E Paulo orou, sentiu-se acolhido, ele reuniu forças e suplicou a Jesus um esclarecimento. Ele estava novamente cego e ele lembrou de Damasco, a luz gloriosa do mestre, a cegueira, Ananias, e ele chorou sem desespero. Ele levantou-se com muito esforço, mas logo a energia voltou. a certeza de Saulo, Paulo e refletiu que o homem precisa servir a Deus, ainda que tá teando em densas trevas. Então ele de novo, o cego, né, e sem saber ali que ele tinha desencarnado, ele continuaria trabalhando em prol do cristianismo. E então ele ouviu passos, lembrou-se da visita eh quando ele esteve em Damasco e notou a aproximação de alguém. A, a, e aí ele viu, né, ouviu a mesma fala ali de Damasco, o irmão Paulo. Eh, novamente, eh, o amigo lhe chamava, né? Ele caiu de joelhos novamente. Ananias o chamava, né? E aí ele caiu de joelhos aos prantos e ouviu de Ananias. Um dia enviado por Jesus, eu restituí sua visão, a visão espiritual para um homem que se achava endurecido, para que pudesse conhecer o caminho áspero dos seguidores de Cristo. E agora abro novamente teus olhos para que contemple a vida eterna e reconheça as maravilhas de Deus que Deus reserva aos seus cooperadores. Paulo, ele estava rejuvelhecido e feliz. E ele recebe um beijo de Gamaliel. Amigos e companheiros começam a chegar ao som de uma melodia de vozes intraduzíveis. E Paulo diz que o seu primeiro desejo era ir até Jesus Jes Jesus Jerusalém para orar e agradecer a Jesus. E ele faz isso dur, ele volita até ali, né? e vai recordando sua missão, seu sofrimento, suas viagens, suas perseguições. Ele passa por vários locais e ao
esus Jerusalém para orar e agradecer a Jesus. E ele faz isso dur, ele volita até ali, né? e vai recordando sua missão, seu sofrimento, suas viagens, suas perseguições. Ele passa por vários locais e ao anoitecer ele chega em Jerusalém, no local onde Jesus foi crucificado. E Paulo se ajoelha ali, exprimindo toda a sua gratidão ao mestre divino. Durante a sua prece aproximam-se três vultos iluminados. Jesus ao centro, Estevão à direita e Abigail do lado do coração. Abigail toma ali as mãos e Estevão o abraçam com grande intensidade. Paulo, ele quer naquele momento se entregar ali os braços dos irmãos, beijar-lhes, mas ele olha para Jesus como uma criança dócil que necessita da aprovação e e dos seus atos, né? E aí é quando Jesus lhe diz: "Sim, Saulo, ser feliz. Vem agora meus braços, pois é da vontade do meu Pai que os verdugos e os mártires se reúnam para sempre em meu reino. E juntos eles seguem o Cristo indo de encontro às esferas da verdade e da luz. Em Atos dos Apóstolos, eh, no capítulo 19, versículo 11, nós lemos que Deus fazia maravilhas extraordinárias pelas mãos de Paulo. E o Evangelho, eh, não nos diz que Paulo de Tarso fazia maravilhas, mas sim que Deus operava suas maravilhas extraordinárias por intermédio das mãos dele. E o Pai fará sempre o mesmo. Ele utiliza todos os seus filhos que lhes apresentem as mãos limpas, né? Ter mãos limpas é não é fácil, né? Exige paciência, determinação, renúncia que E aí Paulo abraçou tudo isso. Sem Paulo, o cristianismo ele seria uma seria uma corrente, um braço dentro do judaísmo. E que possamos, né, renovar nossos sentimentos e nossas atitudes através dessas leituras, dos nossos estudos. E aí fazermos a nossa viagem para dentro do nosso coração. No deserto das incompreensões, o amor de Deus a nos chamar, >> a nos levantar das lutas humanas e enxugar lágrimas de um mundo afã. Em com um portal de luz, o inovidável tercelão vai sem cansar. A visão celeste se curar o seu mestre se ofustrar com a luz amiga e entender a razão da vida em fim.
e enxugar lágrimas de um mundo afã. Em com um portal de luz, o inovidável tercelão vai sem cansar. A visão celeste se curar o seu mestre se ofustrar com a luz amiga e entender a razão da vida em fim. Palavra em harmonia, canções maestramente, anjos de esferas sublimadas. A clarão que ofusca o prêmio do sol compadeciado a palavra de >> percorre os caminhos, acalma o gemido dos aflitos de todosos irmãos pequenos dos sedentos de Deus. Te amo, pois tu és pois tu és não faz escolid necessário se faz amar, renovar-se no entendimento. Necessário é trabalhar, ser fiel no pouco e no muito. Necessário é esperar. A esperança é companheira. Necessário é perdoar. O amor mais puro se doa. Com os olhos fechados, vamos imaginar a imagem de Jesus olhando para nós >> com um sorriso leve, com os braços abertos. ao lado dele, a nossa querida mãe santíssima, também feliz com tanto empenho, com tanta honestidade consigo mesmos e que possamos sempre nos lembrar quando nós estendemos a mão a uma pessoa, quando falamos algo dócil a outra pessoa, quando alimentamos, quando matamos a sede de outra pessoa, ali Estamos em representação a Jesus e a Deus, nosso pai. Então, este momento não é um momento diferente. Estamos estamos buscando uma evolução pessoal e coletiva. E isso é lindo, que nós possamos no recesso, lembrarm-nos dos momentos de aprendizado, do rostinho de cada um, que Jesus possam parar os nossos caminhos daqui até o retorno. Lembrando que nós temos os estudos complementares nesse recesso. Então, queridos irmãos, que a cada um de nós possa ser dada a oportunidade de elevar os olhos aos céus e agradecer pelo dom. Agradecemos, queridos irmãos, por essa oportunidade única. Obrigado, querido pai, e que assim seja.
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