Paulo e Estevão 1a parte Capítulo 10 12092025
Para mais informações sobre a Casa Espírita Estudantes do Evangelho acesse o site: www.estudantesdoevangelho.com.br Instagram: @casaestudantesdoevangelho Facebook: @casaestudantesdoevangelho
A Casa Espírita Estudantes do Evangelho apresenta seminário sobre o livro Paulo e Estevão, obra ditada pelo espírito Emanuel, através da psicografia de Francisco Cândido Xavier, uma coprodução do GEF. Começar aqui o nosso encontro desta noite com uma prece, agradecendo a Deus por estarmos aqui reunidos, ouvindo os relatos desses amigos espirituais que nos acompanham, desses amigos espirituais que nos ensinam, através dos seus próprios erros, a não errar mais, mostrando que todos somos viajores da mesma estrada e que é nesse caminhar que nós vamos aprendendo, mas que também precisamos fortalecer a nossa vontade, fortalecer o nosso passo, o nosso pensamento, para não utilizarmos atalhos que nos levem a situações menos agradáveis para o nosso desenvolvimento e o nosso crescimento. Assim, Senhor, amparados pela vossa misericórdia, inspirados pelos amigos espirituais que aqui se encontram para nos orientar, para nos encaminhar no nosso estudo, para inspirar a boa palavra ao Fabiano, que nós iniciamos então esse encontro dando graças a Deus e a Jesus. Muito bem, meus amigos, mais uma vez, boa noite a todos. Sejam todos muito bem-vindos e nós vamos logo passar a palavra pro Fabiano, né, porque ele tem assuntos muito importantes a falar e a tratar conosco. E a palavra é sua, então, Fabiano. >> Boa noite a todos. Ctia, muito obrigado pela oportunidade. Que a paz e o amor do Cristo esteja presente nos nossos lares, nos nossos corações, né? E que a espiritualidade me inspire e que eu possa ser claro, objetivo e proveitoso nessa empreitada. Mas vamos lá, responsabilidade enorme, porque é um capítulo assim eh muito forte, né, desse bestseller, né, de Emanuel e Chico, né, que mostra esse momento tão peculiar na vida de Saulo, tão único, né, tão especial, que é o momento das suas introspecções, que é o momento das suas reflexões, que é o momento do entendimento que o seu caminho não é aquele e o momento ao qual ele e de fato encontra o nosso mestre Jesus, né? Então assim, é um capítulo
ções, que é o momento das suas reflexões, que é o momento do entendimento que o seu caminho não é aquele e o momento ao qual ele e de fato encontra o nosso mestre Jesus, né? Então assim, é um capítulo muito emocionante, muito bonito e que traz enormes reflexões pra gente. Inclusive, eu já quero trazer aí uma introdução rápida, né, lá do livro dos espíritos, parte terceira, capítulo 1, conhecimento da lei natural, onde está escrita a lei de Deus. E os espíritos respondem, né, na consciência. Por que que eu resolvi trazer essa essa essa pergunta do livro dos espíritos? Porque neste capítulo nós vemos a lei de Deus se impondo para Saulo, né, através da sua consciência, através do seu sofrimento íntimo ali, com as suas escolhas erradas, com as suas paixões que atrapalharam lá todo o seu plano maravilhoso que ele tinha com a Ibigail, né, e e toda aquela coisa do amor, da família e e também com certeza se ele soubesse que Estevão era Jesiel, né? Ele iria poupá-lo antes, né, de do do ocorrer, porque a a tragédia ocorreu muito em cima ali. Ele não teve tempo de pensar a respeito e apenas executar o que a lei, né, previa. Então, assim, e depois de tudo isso, repito, a sua consciência do muito. A sua consciência trouxe de fato a lei de Deus. para ele, né? Então, quantas vezes a lei de Deus não cai sobre nós, né, através da nossa consciência, né? Quantas vezes a gente para e pensa e fala: "Meu Deus, eu não devia ter feito aquilo. Meu Deus, eu devia ter feito aquilo. Meu Deus, a minha vida tá errada. Meu Deus, quantas vezes nós fazemos isso, né? Então essa essa pergunta do livro dos espíritos, ela vem de encontro a esse capítulo de forma assim como uma luva, né? Eu fazendo as minhas reflexões e e percebi o quanto Paulo de fato foi abordado pela lei de Deus através desse momento tão único, né? Mas vamos lá, então, começando de fato o conteúdo do livro, né? Emanuel nos diz que após a morte de Abigaí, né, Saulo volta para Jerusalém e depois de um tempo ele volta de novo para lá para Zacarias, né, para para
então, começando de fato o conteúdo do livro, né? Emanuel nos diz que após a morte de Abigaí, né, Saulo volta para Jerusalém e depois de um tempo ele volta de novo para lá para Zacarias, né, para para bater um papo com eles e ficar mais tranquilo, né, ter um local, vamos ali, de descanso, de de momentos mais tranquilos, né, porque Zacarias e Rute eram pessoas muito receptivas, pessoas muito queridas, né, para Saulo e também para Abigail, né? Então, nada melhor que procurar refúgio nesse local. E aí Emanuel nos diz: "Durante três dias, Saulo deixou-se ficar em companhia dos amigos generosos, recordando a noiva inesquecível. Profundamente abatido, procurava remédio para as mágoas íntimas. Acusava a si próprio de não haver chegado mais cedo para arrebatá-la à enfermidade do Loro! pensamentos amargos o atormentavam, tomando de angustioso arrependimento. Aí a gente vê o quanto que deve ter sido sofrido, né, para Saulo perceber que ele era o causador da perca da prometida e o causador da morte do cunhado, né? Porque apesar do cunhado, o o que ia ser o seu cunhado, né? Apesar do do de Estevão ser um cristão, ser uma pessoa totalmente dedicada ao cristianismo, né, ser um um dos ali do um dos dos ícones do cristianismo primitivo, né, na na na Casa do Caminho, essa coisa toda. Eh, Saulo se sentia envolvido naquela energia de de de Estevão, né, quando ele foi ali, o momento crucial que foi para para apedrejar Estevão, né, que depois que foi apedrejado, que Saulo foi estar com ele, Saulo ficou impressionado com a força, com a serenidade, com com o a forma como que que Estevão lhe deu com aquela situação. Isso impressionou muito Sal. E além de tudo, ele seu carrasco de Estevo. Estevo ainda o perdoou, entendeu que ele estava cumprindo a lei e o abençoou para que ele pudesse se exposar com com Abigaí. Olha que coisa maravilhosa. Então isso para Saulo foi uma coisa incrível e deixou ele muito abalado dentro das suas convicções, dentro das suas paixões, né? E vamos lá. Afinal, com a rigidez de suas paixões,
e coisa maravilhosa. Então isso para Saulo foi uma coisa incrível e deixou ele muito abalado dentro das suas convicções, dentro das suas paixões, né? E vamos lá. Afinal, com a rigidez de suas paixões, aniquilara todas as possibilidades de ventura. Com o rigorismo de sua perseguição implacável, Estevon encontrar o suplício terrível. Com orgulho inflexível no coração, atinara com a noiva ao antro indevassável do túmulo, única e exclusivamente culpa dele, né? Então aquilo estava o corroendo por dentro, né? E aí durante as pesquisas e procurando e estudando, eu achei esse artigo de Joana de Angeles através da psicografia de Divaldo Pereira Fran 2009 lá na Suíça, em Zurique. Jonas de Angeles nos traz o seguinte: todos os seres humanos, de uma forma ou de outra, carregam algumas culpas, inclusive aquelas que lhes foram impostas pelas tradições religiosas. absurdas que se compraziam em condenar ao invés de orientar a maneira eficiente de libertação dos equívos dos equívocos em que se tombava. E aí, fazendo as minhas reflexões, pensando a respeito, né, das nossas decisões através de de equívocos religiosos, nós espíritas também hoje ainda fazer eh eh provocamos muitos equívocos, né? nos equivocamos muito. Por exemplo, é muito a gente vê muito, a gente eh essa a seguinte situação. O irmão tá passando por um problema, por uma provação, seja lá uma um problema de ordem material, seja um problema de ordem de saúde, seja um problema de ordem familiar. E nós viramos por irmã e falamos: "Não, mas tudo bem, você merece passar por isso, né? É o karma, né? você tem que passar por isso. E a gente diz que isso é uma imposição. E na verdade a gente não tem a ideia do que que o irmão tá passando aquilo. A gente, na verdade, a gente está julgando o irmão sem conhecimento de causa, porque Deus e o irmão sabe de fato as reais necessidades de por que se está passando por aquilo. E nós, com as nossas convicções distorcidas, volto a repetir, até dentro do espiritismo, a gente quer dizer que o
s e o irmão sabe de fato as reais necessidades de por que se está passando por aquilo. E nós, com as nossas convicções distorcidas, volto a repetir, até dentro do espiritismo, a gente quer dizer que o irmão tá passando daquele porque ele merece. Falta de quê? Falta de amor ao próximo. Falta de tolerância com relação ao que o outro tá passando, de respeito pelo que o outro tá passando, né? Então, nós precisamos também, nós espíritas, sermos mais amorosos. Entendemos que cada um precisa passar por aquilo que é necessário, mas que se estamos ao lado, se podemos ajudar ou se podemos eh participar, que sejamos amorosos, que que tenhamos misericórdia daquela situação e que passamos a olhar de um outro prisma. Nem tudo é só questão de karma. Muitas vezes é o aprendizado que o o espírito necessita para treinar humildade, para fortalecer a sua caridade. Então o espírito precisa passar, não porque ele foi ruim num outra vida, é porque ele escolheu aquela prova, né? Então nós também espíritas precisamos tomar cuidado com aquilo que a gente acha, com aquilo que a gente pensa com relação ao outro, né? E Joana de Angeles continua: "Dessa forma, existem marcas psicológicas ancestrais que afligem, mas que podem ser anuladas mediante o conhecimento da realidade e dos legítimos valores morais que são a regra do bemver, mediante ao conhecimento da realidade, exaradas no evangelho de Jesus e sintetizadas no seu conceito sublime, que é não desejar nem fazer ao trem o que não se gostaria que lhe fosse feito. A gente teoricamente parece muito simples, né? Você não fazer o próximo, aquilo que você quer que não seja feito com você. Mas devido à nossa inferioridade moral, devido a gente ainda ser almas que temos ainda muito a aprender com relação ao amor e a caridade, a gente faz mal ao outro às vezes de forma automática, né? A gente prejudica o outro às vezes sem nem perceber de imediato que a gente tá prejudicando, que a gente tá fazendo mal pro irmão. Por quê? Porque está enraizado no nosso ser às vezes sero, ser egoísta,
gente prejudica o outro às vezes sem nem perceber de imediato que a gente tá prejudicando, que a gente tá fazendo mal pro irmão. Por quê? Porque está enraizado no nosso ser às vezes sero, ser egoísta, >> né? Ser impaciente, desrespeitoso com a escolha dos outros, né? Porque a gente quer que se faça isso com a gente, por que que a gente não pode ser com o outro? Então, a gente precisa refletir muito no nosso dia a dia das situações que estão à nossa frente para perceber se a gente não tá cometendo o mal que não gostaríamos que fosse cometido com a gente. Só que isso precisa de muita sensibilidade espiritual, né? Muita sensibilidade cristã, né? Mas nós estamos no caminho. E aí trouxe lá também, porque eu acho que pessoal, esse capítulo ele traz muito o lado psicológico de Saulo, né? lado que ele está passando. Então eu resolvi trazer pra gente Joana de Ângeles, que é a nossa orientadora no espiritismo, nessa vertente psicológica, né, que nos orienta muito através de Divaldo, o como lidar com essas dificuldades existenciais, com essas dificuldades eh eh com o outro, com o próximo, né? E aí eu achei lá no Leis Morais da Vida, no capítulo 11, considerando o arrependimento, porque esse arrependimento começa a incomodar Saulo, ele começa a perceber que tudo aquilo que ele fez tava errado e que o prejudicou muito. Além de prejudicar Abigail, além de prejudicar Estevão, o prejudicou muito e prejudicou também Zacarias, Rute, né? Então quer dizer, aquilo estava tendo um raio de alcance com relação ao mal que estava fazendo muito grande e aquilo estava incomodando esse arrependimento. Estava muito latente já em salvo, né? E aí Joana de Angelos nos traz, o arrependimento sempre se manifesta na consciência em débito para com a vida. A princípio, ele como lembrança da falta cometida de que já não se supunha existir qualquer sinal. Quer dizer, a pessoa tenta ignorar as consequências dessas decisões, dessas atitudes, né? Posteriormente a recordação do momento infeliz que se estabelece que se estabelece mais tarde
qualquer sinal. Quer dizer, a pessoa tenta ignorar as consequências dessas decisões, dessas atitudes, né? Posteriormente a recordação do momento infeliz que se estabelece que se estabelece mais tarde a ideia rede viva dominante e por fim a obsessão do remorço avaçaladora. A tradução precisa do que Saulo estava passando. Primeiro ele tentava ver aquela situação com o Estevão como sendo de fato o que tinha que acontecer, né? ele tava cumprindo a lei, ele fez aqui por defender a lei mosaica, mas que no fundo lá na sua consciência aquilo estava incomodando, aquilo estava o torturando, mas ele queria tentar dentro de si não preocupar com aquilo. Tanto é que nós vamos ver agora paraa frente como que tá ali a cabeça dele com relação a tudo o que tá acontecendo, né? Insidioso e maleável, o arrependimento é câncer que se apropria do homem. que se deixou colher em falta pela vendita ou pelo desforço, né? E aí agora a gente percebe o que que Joana de Angeles traz e o que que tem a ver com Saulo. Saulo de Tácio galvanizara o ódio pessoal ao Messias escarnecido. Agora que se encontrava só inteiramente liberto de preocupações particulares de natureza afetiva. Quer dizer, ele tentava, né? Agora estou liberto, eu não tenho mais preocupações com a relação com a Abigail, eu não tenho mais preocupações nesse sentido. Então eu posso dar continuidade aquilo que eu acho que é certo, aquilo que eu acho que necessário para aquilo que eu sigo, para aquilo que eu acredito, né, que era impor a lei mosaica para aqueles que estavam transviados, que aqui ele diz, né, escarne eh salse galvanizar o ódio pessoal mes escarnecido, agora que se encontrava só inteiramente liberto de preocupações particulares de natureza afetiva, buscaria concentrar esforços na punição e corretivo de quantos encontrasse transviados da lei, julgando-se prejudicado pela difusão do evangelho, renovaria os processos de perseguição infamante. quer dizer, repito, não, agora eu posso, vou dar continuidade aquilo que é o meu
transviados da lei, julgando-se prejudicado pela difusão do evangelho, renovaria os processos de perseguição infamante. quer dizer, repito, não, agora eu posso, vou dar continuidade aquilo que é o meu objetivo, só que eu trago lá por Francisco Cândidos Xavier, por José Herculano de Pires e outros espíritos. E aí no livro, através do irmão Saulo, pelas psicografia de Chico Xavier, ele nos traz a desforra perdoar. E aí eu lembro de Estevão, né? O ódio é destruidor. É o ácido corrosivo da inferioridade espiritual. O homem que odeia se animaliza, rebaixa-se ao nível das feras. Salvo. O amor é a força criadora que distingue o homem do bicho. A a desforra do homem inferior é a injúria, a agressão, a vingança, o assassinato. E agora nós temos Estevo. A desfora do homem superior é o perdão. Quando perdoamos, desarmamos o adversário, ajudamos-lo a fazer-se criatura humana, a ser gente. A partir do momento que Estevão disse para Abigail, eu eh eh eh dou a, vamos dizer assim, eu dou a bênção paraa sua união com Saulo, né? Eu permito, eu perdoo, eu não tenho nada contra ele, né? Ele está cumprindo aquilo que é a lei, ele não está, né? Eh, ele não tem meu ódio, ele não tem. Então, aquilo ali desabou Saulo, porque Saulo queria que Estevão tivesse, sim, né? né? Ódio dele, raiva dele, queria que eles tivessem eh sentimentos compatíveis, mas infelizmente ele encontrou o quê? O perdão, o amor, a compreensão e aquilo desarmou sal. E aí ele começa o quê? A fazerse criatura humana, a ser gente, a ter as suas reflexões dentro daquilo que de fato é o amor que o Cristo nos pregou. Depois que que Saulo vai até a estrada de Jop, né, encontrar com Zacarias e com Rute, ele tem um diálogo lá e pergunta quem era Ananias. E Zacarias o responde. Era um homem, um eremita que vivia aí no deserto, né, com suas reflexões, com sua a sua missão, né, mas que era um homem que não não tinha nenhum perigo, uma pessoa inofensiva, muito pobre, né? Quer dizer, para aquela época, quem era pobre era um deserdado
m suas reflexões, com sua a sua missão, né, mas que era um homem que não não tinha nenhum perigo, uma pessoa inofensiva, muito pobre, né? Quer dizer, para aquela época, quem era pobre era um deserdado do amor de Deus, né? Porque para ser um escolhido tinha que ser rico, tinha que ter posses, né? Então esses eram os abençoados. Então Zacarias fala para ele, não era um pobre e contra Saulo tudo o que eh que Ananias fez para Abigail, né? mostrando para ela o evangelho, falando sobre o Cristo, comentando sobre o amor, sobre a caridade. E nesse tempo eh eh eh Abigail começa assim a trabalhar, a encontrar com os pobres, a fazer a caridade, a amar aqueles ao qual o Cristo sempre falou: "Bem-aventurados os os que estão sofrendo." E e Abigaí passou a a dar apoio para aquelas pessoas, apesar de estar com o coração de laacerado, muito machucada, muito triste, doente, né? eh eh muito maltratada pela forma como Saulo a deixou e desprezou o amor que ela sentia por ele, né? Mas estava dentro ali do trabalho que o Cristo sempre nos pediu, a caridade e e ajudai aos pequeninos que a mim estará ajudando, né? E Saulo foi escutando aquilo, escutando aquilo. E aí chega um momento que eu trouxe aqui uma parte do diálogo entre os dois, né? Saulo ouviu o admirado. A serenidade e ponderação de de Zacarias infirmava-lhe os mais fortes de reprimenda e severidade. As acusações veladas ao seu afastamento da noiva, sem motivo justificado, penetravam-lhe o coração com prúridos de remorço por gente, porque Zacarias falava, falou para ele, falou: "Olha, eu não sei por que motivo você se afastou dela e isso causou nela uma tristeza enorme, uma uma uma elas, na verdade, adoeceu, né? O que levou ela à morte foi justamente esse desprezo de sal, né? E e Zacarias falou isso para ele e isso doeu muito, veio como uma flecha no coração dele, porque ele sabia que tinha culpa, que a culpa era totalmente dele. E aí ele responde: "Sim, revidou menos áspero: "Reconsidero melhor as razões que te induziram a suportar tudo isso, mas não quero, não
orque ele sabia que tinha culpa, que a culpa era totalmente dele. E aí ele responde: "Sim, revidou menos áspero: "Reconsidero melhor as razões que te induziram a suportar tudo isso, mas não quero, não posso e não devo exonerar-me do compromisso que assumi em desafronte da lei." orgulho exacerbado, né? E não me interessa o que aconteceu, o que que o que Ananias fez e tudo, mas eu preciso perseguir, eu preciso levar adiante meu plano, né? E Zacarias pergunta: "Mas a que compromisso te referes?" interrogou Zacarias surpreendido. Uma observação que eu quero fazer aqui que o nosso irmão Eleone fez na sua apresentação e eu achei muito interessante que nós em momento algum devemos julgar Saulo. Por quê? Porque Saulo ele errava tentando acertar. É o que nós fazemos muitas vezes. Erramos tentando acertar. E para Saulo, aquilo era o caminho, aquilo era a verdade absoluta, aquilo era a missão que ele tinha, fazer com que a lei de Moisés prevalecesse, independente de qualquer situação, né? Então, ele se sentia um executor dessa função, né? Então, foi muito acertada essa observação do nosso irmão Hone. Não podemos julgar Saulo como sendo um algóz, como sendo uma pessoa completamente ruim, completamente má. Não. Saulo era temente à lei de Deus. Porém, os seus métodos e a sua forma de seguir a lei de Deus, de executar o que ele achava que era necessário para preservar a lei de Deus, eram formas distorcidas, não é? E aí Zacarias continua e Saulo continua, quero dizer que preciso encontrar Aranias a fim de castigá-lo devidamente e Zacarias responde: "Que isso, Saul?" objetou Zacarias penosamente impressionado. E continua Zacarias. Abigail acaba de baixar ao seu pulcro, seu espírito de compleição e sensibilidade e afetuosa. Sofreu profundamente por motivos que ignoramos e que talvez conheças. Quer dizer, você sabe parte do que tá acontecendo. O conforto único que ela encontrou foi justamente a amizade paternal desse velhinho bom e honesto e quer exponi-lo pelo bem que nos fez e a criatura
Quer dizer, você sabe parte do que tá acontecendo. O conforto único que ela encontrou foi justamente a amizade paternal desse velhinho bom e honesto e quer exponi-lo pelo bem que nos fez e a criatura inesquecível. Quer dizer, ele nos fez bem, nos fez bem Abigaí. que você ainda acha que ele merece ser castigado salvo. Você acha que uma pessoa dessa que trouxe eh eh sentido à vida da Abigail, ela merece ser castigada? E aí Saulo responde de forma, né, incisiva, mas é a defesa da lei de Moisés que está em jogo. Respondeu o moço tarcense com firmeza, quer dizer, inflexível. E Zacarias o adverte, né? Entretanto, advertiu de forma sensata Zacarias, revistando os textos sagrados, não encontrei qualquer dispositivo que autorize a castigar os benfeitores. Saulo, aonde que Deus tá dizendo que você tem que pegar um homem igual Anemias, que só fez o bem para brigar e tem que castigá-lo? Não é? É o que nós devemos também pensar dos nossos outros irmãos de outras vertentes doutrinárias, principalmente nós espíritas, né? Temos que respeitar, temos que aceitar e incentivar, porque cada um está na sua esfera evolutiva. Então, a verdade ela não é para todos. Nós estamos cada um dentro de um de um de um de um de um de um de um degrau evolutivo. Então, aquilo que o Espiritismo traz de novidade não é para qualquer um. Muitos irmãos ainda estão numa fase da vida do da sua jornada que para eles ser católico, ser evangélico, ser isso, ser aquilo, é o que de fato os conforta, é o que de fato os traz consciência do Pai. consciência do Cristo, consciência de pertencimento a toda essa força que é Deus, a todo esse amor, né? Então, a gente tem que respeitar aí coisa que Saulo naquela época não conseguia entender. Não seguiu a lei, seguiu o Cristo, precisa ser castigado, né? O doutor da lei esboçou um gesto de contrariedade em face da observação justa, mas valendo-se da sua hermenêutica, Saulo, muito inteligente, com muito argumento, considerou com sagacidade. Eu acho ótimo essa observação. Mas uma coisa é estudar a lei e outra é
a observação justa, mas valendo-se da sua hermenêutica, Saulo, muito inteligente, com muito argumento, considerou com sagacidade. Eu acho ótimo essa observação. Mas uma coisa é estudar a lei e outra é defender a lei. Quer dizer, eu sou autorizado a defender a lei e os métodos que eu uso não se questiona, né? Na tarefa superior em que me encontro, sou obrigado a examinar se o bem não oculta o mal que condenamos. Olha que capacidade argumentativa incrível, né? Aí reside a nossa divergência. Tenho de punir os transviados como necessitas podar as árvores de sua chagara. Nós somos mais que árvores nessa aula não precisava dessa comparação assim tão assim pequena, né? Mas ele trouxe de fato ali para Zacarias a sua ideia, né? O que que ele de fato queria. Olha, Zacaras, você estuda, mas eu defendo. E como defensor da lei, eu preciso executar aquilo que é necessário para que seja preservada a lei de Moisés. E aí eu procurei lá no Velho Testamento, não é? Porque Saula já tinha conhecimento do Velho Testamento. Não te vingarás, nem guardarás ira contra os filhos do teu povo, mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor. Levítico 19, capítulo 19, versículo 18. Mas o que que a gente vê aí? a gente vê o orgulho, a sua soberba, né? A sua intenção de fato de executar a lei de Moisés, mas sem humildade, mas sem de fato refletir o que Joana de Angeles trouxe pra gente anteriormente. Não faças ao próximo que não queres que seja feito com você. E Saulo não levava esse em consideração, né? Ele não se via no lugar daquele que estava sendo punido, sacrificado por não estar seguindo a lei mosaica. E aí eu trago lá do livro dos espíritos, a gente já sabe disso, que não se faz necessário, né, condenar alguém à morte, mas é bom a gente dar uma uma sedimentada, uma firmada nesse conceito, né? Lá na parte terceira, no capítulo 6, lei da destruição, na 765, Kardec pergunta: "O que se deve pensar da pena de morte imposta em nome de Deus?" E os espíritos respondem: "É tomar o homem o lugar de Deus na
arte terceira, no capítulo 6, lei da destruição, na 765, Kardec pergunta: "O que se deve pensar da pena de morte imposta em nome de Deus?" E os espíritos respondem: "É tomar o homem o lugar de Deus na distribuição da justiça." E Saulo trabalhava dessa forma. Os que assim procedem mostram quão longe estão de compreender Deus e que muito ainda tem que espiar. A pena de morte é um crime quando aplicada em nome de Deus e os que a impõem se sobrecarregam de outros tantos assassinos. Aí eu vou trazer um pouco dessa responsabilidade aqui para nós. Hoje a gente fala muito assim: "Ah, mas eu nunca matei, eu nunca cometi um homicídio, eu nunca assassinei". Tá tudo bem, eu também nunca fiz isso. Mas quantas vezes a gente matou a esperança do irmão? Quantas vezes a gente matou o sonho do irmão? Quantas vezes a gente matou os projetos que o irmão tinha, né? Quantas vezes a gente matou as expectativas, a alegria. Nós fazemos muito isso, né? Mesmo sendo espíritas, mesmo tendo conhecimento, a gente ainda mata muito do que o outro tem de alegria, de incentivo, de amor. Então, nós precisamos refletir muito sobre essa questão. Como é que nós fazemos com aquilo que o outro tem de convicção, com aquilo que o outro tem de expectativa de futuro, com aquilo que o outro tem de amor, de desejo, de procurar a Deus. Porque muitas vezes a pessoa vira pra gente e fala: "Nossa, eu me converti e agora eu sou evangélico". E a gente vai maldosamente, faz um ah, mas você poderia ser espírita, porque evangélico, né, não acredita na reencarnação e essa coisa toda. A gente tem lá toda uma série de argumentos para tentar conversar essa pessoa. Gente, é uma escolha dela. A gente tem que respeitar. A gente não deve matar aquilo que o outro tem em mente sobre tudo aquilo que ele está procurando pelos para o seu bem. para sua melhoria, para a sua busca por Deus, para a sua busca material de realização, porque todos nós precisamos, não é ambição, não é ganância. Nós vivemos no mundo material e a gente precisa melhorar
a sua melhoria, para a sua busca por Deus, para a sua busca material de realização, porque todos nós precisamos, não é ambição, não é ganância. Nós vivemos no mundo material e a gente precisa melhorar profissionalmente, precisa melhorar a nossa relação interpessoal, familiar, volto a dizer profissional. E às vezes estamos tentando e vem o outro e mata, repito, e nos impede. Então é muito oportuno essa reflexão dentro dessa desse contexto aí do livro dos espíritos na 765. Nós não matamos o físico da pessoa, né, o corpo, né, mas matamos muito do seu espírito, né, desanimamos ele e fazemos às vezes com que ele entre até na escuridão, no desespero, na depressão, pela nossa opinião medíocre e desnecessária, né? E dando continuidade, eu trouxe um livro que eu acho espetacular. Nós tivemos seminário desse livro, foi maravilhoso, né? Sente é um livro de grande eh contribuição para o espiritismo, para a doutrina espírita, né? é um é um livro que traz muita filosofia e muita poesia voltada paraa nossa doutrina, que tá lá no problema do ser, do destino e da dor, a terceira parte, no capítulo 24, a disciplina do pensamento e a reforma do caráter, que eu particularmente acho um capítulo excepcional. Poucos homens sabem viver do próprio pensamento, beber nas fontes profundas, nesse grande reservatório de inspiração que cada um traz consigo, mas que a maior a maior parte ignora. Por isso, cria um invólucro povoado das mais desbaratadas formas, disparatadas formas. Seu espírito é como uma habitação franca a todos os que passam. Quer dizer, tá com a porta e as janelas abertas, entram aquele que quiser, né? Os raios do bem e as sombras do mal lá se confundem num caos perpétuo. E a gente percebe, lendo este capítulo, que Saulo estava dessa forma, né? A o os seus pensamentos estavam povoados eh pelo bem e pelo mal, né? e o combate insensante da paixão e do dever em que quase sempre a paixão sai vitoriosa. Tá aí. Saulo sempre se deixava levar pelo orgulho e pelo egoísmo. Egoísmo do quê? De pensar em si. Eu preciso, eu
o combate insensante da paixão e do dever em que quase sempre a paixão sai vitoriosa. Tá aí. Saulo sempre se deixava levar pelo orgulho e pelo egoísmo. Egoísmo do quê? De pensar em si. Eu preciso, eu tenho que fazer, eu sou o doutor da lei. Então isso é é minha obrigação. Saulo volta para Jerusalém, vai fazer uma recapitulação rápida. procura saber sobre o destino de Ananias, usa métodos não muito agradáveis, que eu não vou aqui dizer, né? Quem lêu o livro, nós estamos lendo sabemos o que ele fez lá com o o o o o rapaz que disse o seu nome é é Matitian Joonana, né? Jona, tá? Alguma coisa assim. E o rapaz a a depois da da dos métodos, ele fala para onde que que Ananias foi, que é para Damasco. E aí Saulo se reúne com o pessoal do Sinédrio, com a alta cúpula do Sinédrio, né, e pede a autorização, pede as cartas, né, fala que não precisa a casa ter nenhum gasto, que ele mesmo, né, arcaria com todas as despesas, mas que ele queria, a única coisa que ele exigiria era as cartas autorizando a ele ter total ação sem nenhum impedimento para continuar com a busca, com a perseguição. aos seguidores do Nazareno, do carpinteiro, né? E o Sinédrio bate palmas e a recebem aquilo com total apoio e vem em Saulo ali um grande nome, né, paraa lei judaica ali, pro Sinédrio, para tudo aquilo. Era uma uma promessa, né, para para pro Sinédrio. E aí eles autorizam. E aí Saulo se prepara, pega os seus três companheiros e vai para Damasco, atrás de Ananias e atrás daqueles ao qual ele julgasse que estavam ali trabalhando pro cristianismo e atrapalhando os trabalhos do Sinério, das das das sinagogas e por aí vai, né? E aí no caminho ele começa as suas reflexões. Ali a lei de Deus, como eu disse no início, né? Começa a cobrar a ele, né? E aí ele, Emanuel, nos traz o que tá acontecendo, né? Forças secretas incluíam-lhe profundas interrogações. Passava em revista os primeiros sonhos da juventude. Sua alma desdobra-se em perguntas atrozes desde a adolescência que encarecia a paz interior. Tinha sede
retas incluíam-lhe profundas interrogações. Passava em revista os primeiros sonhos da juventude. Sua alma desdobra-se em perguntas atrozes desde a adolescência que encarecia a paz interior. Tinha sede de estabilidade para realizar a sua carreira. Onde encontrar aquela serenidade que tão cedo foram objeto das suas cogitações mais íntimas? desde os impulsos iniciais da juventude abominava o pecado. Quer dizer, Saulo nasceu para essa missão, para trazer a verdade, para ser apóstolo do Cristo, mas tinha todo um caminho a ser percorrido, todo ali uma uma um uma um aprendizado muito grande, mesmo através dos seus equivos equívocos, mas o diamante estava sendo lapidado, ele estava no caminho necessário para cumprir a sua missão. Tanto é que Abigaí e e Estev que Jesiel, né, tinham cruzado o seu caminho e deixado ali as marcas necessárias, deixado ali feito ali as os seus a sua eh desenvolvido a sua missão. Abigail e Jesiel eh desenvolvido a sua missão para que Saulo conseguisse encontrar o seu caminho para chegar até Cristo, né? Incrível isso. Como é que Deus trabalha na vida da gente, né? O mal, como disse Emanuel, o mal trabalha também para o bem. É uma questão de interpretação e uma questão de tempo, né? Como a gente aí já ouviu falar, né? O irmão não está no mal, ele está no equívoco, né? Se não me engano, Sócrates disse isso, né? Então, a gente também tem que tomar muito cuidado também quando a gente julga o irmão que está no erro. Nenhuma alma é ruim perpetuamente. Ela vai estar sempre no mal. Vai chegar um tempo que o irmão vai perceber o seu equilíbrio. Ele vai buscar essa iniciação, né, por Deus, por por pela busca do evangelho, pela busca do Cristo, mas a cada qual o seu tempo, a cada qual com a sua trajetória. E isso tem que ser respeitado. Se a gente não pode aconselhar, se a gente não possa pode dar o ombro para acolher, que deixamos que o irmão siga o seu caminho, né? Desde os impulsos iniciais da juventude abominava o o pecado. Consagrara-se ao ideal de servir a Deus com todas as suas
pode dar o ombro para acolher, que deixamos que o irmão siga o seu caminho, né? Desde os impulsos iniciais da juventude abominava o o pecado. Consagrara-se ao ideal de servir a Deus com todas as suas forças. Não hesitara na execução de tudo que concedarava dever ante as ações mais violentas e rudes. O equívoco. Ele estava no equívoco, né? Porque ele achava que aqueles métodos eram que seriam necessários para que as pessoas encontrassem o seu caminho dentro da verdade. Totalmente equivocado. Se era incontestável que tinha inúmeros adminadores e amigos, tinha igualmente poderosos adversários, graças a seu caráter inflexível no cumprimento das obrigações que considerava sagradas. Então, repito, né? os seus métodos eram questionáveis, tanto é que tinham muitos inimigos devido a essa questão. Onde então a paz espiritual que tanto almejava nos esforços comuns? Meu Deus, mas eu estou lutando, eu estou seguindo, né, o que as escrituras dizem, né? Eu sou temente a Deus, mas cadê a paz que eu tanto procuro? Cadê essa tranquilidade, né, que eu tanto quero, que eu tanto almejo. Não vai conseguir porque você tá causando homicídio, você tá causando a tristeza, você tá causando a morte, o sofrimento. Como é que você vai ter paz espírito? Como é que você vai conseguir dormir tranquilamente? não vai conseguir. Mas a lei de Deus tá trabalhando, a consciência tá ali sendo, né, cutucada, sendo, olha, tá chegando a hora, olha, esse não é o caminho, você está equivocado. Mas quem que tá dizendo isso para ele? Ele mesmo, né? Quem que sal tá procurando o Cristo? Não, ele tá procurando ele mesmo. Ele tá procurando o seu íntimo, aquilo que ele sempre buscou. Igual tá dizendo aqui o texto, desde muito terra idade, na sua juventude, ele tá procurando a verdade, ele tá procurando o caminho certo, mas de forma equivocada. Sua vida assinalava-se por ideias poderosas, mas no seu íntimo lutava com antagonismos irreconciliáveis. As noções da lei de Moisés pareciam não lhe bastar a sede devoradora. Quem de
forma equivocada. Sua vida assinalava-se por ideias poderosas, mas no seu íntimo lutava com antagonismos irreconciliáveis. As noções da lei de Moisés pareciam não lhe bastar a sede devoradora. Quem de nós aqui espíritas, nós aqui desse grupo que viemos de outra denominação doutrinária, que quando conhecemos o espiritismo, nós não passamos por isso que que Saulo passou, que olhávamos aquilo que acreditávamos e falava: "Gente, mas não é isso, mas eu preciso de mais. Isso não tá me preenchendo, isso não é aquilo que eu preciso, aquilo tá errado. Não, é porque a gente já está mais desperto. A gente já está mais preparado paraas verdades mais espirituais, mais condizeis com aquilo que o Cristo de fato traz para nós. Porque outras vertentes falam sobre o amor do Cristo, fala sobre a caridade, mas de forma distorcida, mas de forma ali eh, como é que eu vou dizer? De forma seletiva. Olha, se você não fizer isso e isso e isso, você vai queimar no fogo do inferno pela eternidade. Ué, mas como assim, né? E isso não nos traz conforto, isso não nos traz paz de espírito, não nos traz convencimento de que esse caminho está certo. Então, Saulo estava neste momento, os enigmas do destino empolgavam-lhe a mente, que é o que nós que buscamos a doutrina espírita, buscamos, gente, mas por que que morre e e e acabou? Por que que uns vivem na bastância e outros na na miséria? E isso e esses questionamentos, né? O mistério da dor e dos destinos diferenciais criavva-o de enigmas insolúveis e sombrias interrogações. Entretanto, aqueles adeptos do carpinteiro crucificavam, ostentavam uma serenidade desconhecida. Meu Deus do céu, mas eu sigo a lei de Moisés, sou um doutor da lei, tenho todo o respaldo dos meus superiores e não tenho paz de espírito. Agora, esse pessoal que segue esse carpinteiro, que segue esse esse esse Cristo, hã, tem uma paz de espírita diferente ou serenidade desconhecida, mas aonde está isso, né? Eu preciso, né, disso, né? Eu quero viver isso, né? A alegação da ignorância dos problemas
esse esse Cristo, hã, tem uma paz de espírita diferente ou serenidade desconhecida, mas aonde está isso, né? Eu preciso, né, disso, né? Eu quero viver isso, né? A alegação da ignorância dos problemas mais graves da vida não prevaleciam no caso, pois Estevan era uma inteligência poderosa e mostrara ao morrer uma paz impressionante, acompanhada de valores espirituais que infundiam a sombra. Aquilo para sala era incrível, porque para ele ele era acostumado a o quê? A oprimir, a castigar. E aqueles que eram oprimidos, castigados, cediam, não resistiam aos seus métodos. e Sa e e e Estev tranquilamente com fé naquilo que ele acreditava, no fé, com fé no Cristo, com fé naquilo tudo que ele aprendeu através do evangelho, não teve nenhum medo, não teve nenhuma preocupação e muito, pelo contrário, aceitou o seu destino. E aí eu trago novamente Leonir, problema do ser, do destino da dor no mesmo capítulo, a disciplina do pensamento e a reforma do caráter. É necessário o choque das provações às horas tristes e desoladas para fazer-lhe compreender a fragilidade das coisas externas e encaminhá-lo para o estudo de si mesmo, para a descoberta de suas verdadeiras riquezas espirituais. Gente, isso aí encaixa como uma luva em o que Saulo estava vivendo. O choque das provações, que é a provação maior do que ter perdido Abigail, ter perdido a sua esperança de ventura amorosa, uma família, um amor ali e eh que ultrapassa a barreira carnal. Porque a gente vê que o amor de Abigail e de Saulo é um amor espiritual, é um amor que transcende as fronteiras da carne. E ele teve que perder e teve que passar por isso para entender, não é? É o que Deus faz, é o que Deus traz para nós. Não porque ele quer, é porque nós procuramos. Então Deus nos mostra o caminho. Olha, meu filho, infelizmente nós vamos ter que lapidar você. E para te lapidar eu vou ter que usar a ferramenta, né? Nós vamos ter que usar a ferramenta, burilar esse espírito. E aí é através de que forma? Do sofrimento, das provações, né? das reflexões dentro
E para te lapidar eu vou ter que usar a ferramenta, né? Nós vamos ter que usar a ferramenta, burilar esse espírito. E aí é através de que forma? Do sofrimento, das provações, né? das reflexões dentro daquilo que a gente está passando, da dor que se está sentindo, que nós vamos subir mais alguns degrais na nossa evolução, no nosso conhecimento de si mesmo, na busca pelo Cristo, na busca por Deus. Lu Joana de Angeles é incrível lá em no livro Autodescobrimento, uma busca interior que ela traz lá no item consciência e sofrimento. A fatalidade da lei divina é a perfeição do espírito. Alcançá-la é a proposta da vida. Como conseguir é opção de cada um. Tá aí o livre arbítrio, né? Porque no fundo de todo de todo o ser humano tem a busca por Deus. todo aquele ser mais perverso, mais maldoso, mas ele tem no seu íntimo um amor. Ele ama os seus pares, ele quer um mundo melhor, mas de forma distorcida e equivocada. E ele vai buscar. Aí é o que Joana de Angeles nos traz. Como conseguir é a opção de cada um, né? Incrível isso, né, gente? Todos nós chegaremos lá. Agora, como cada um vai conseguir, isso é foro íntimo, né? Agora, podemos ajudar? Claro, sim. Não de forma invasiva, não de forma desrespeitosa, mas sim de forma amorosa e caridosa. Mas para que a gente trabalhe a ajuda ao irmão de forma amorosa e caridosa, nós temos que estar consciente e eh como que eu vou dizer, eh dentro dos princípios do cristianismo rede vivo, dentro dos princípios do evangelho, dentro dos princípios do que o Espiritismo nos traz. E aí que é a dificuldade que nós temos de orientar o irmão, porque nós também estamos no erro. Ninguém aqui nesse planeta de prova, expiação está habilitado a converter ninguém. Nós podemos orientar, ajudar, mas de forma também muito superficial, porque nós temos muito a aprender sobre essa busca da perfeição do espírito, não é? Que sejamos amorosos e caridosos com o próximo, sim. com o irmão, sim, mas principalmente com nós mesmos, para não sermos pegos nessa situação ao qual Saulo se viu. E
da perfeição do espírito, não é? Que sejamos amorosos e caridosos com o próximo, sim. com o irmão, sim, mas principalmente com nós mesmos, para não sermos pegos nessa situação ao qual Saulo se viu. E voltando ao nosso livro, ele próprio não saberia se explicar o que se passava. Suas reminiscências atingiam os períodos da primeira infância. Todo o seu passado laborioso aclarava-se nitidamente naquele exame introspectivo. Dentre todas as figuras familiares, a lembrança de Estevão e de Abigaídos tacavos como solicitaram para as mais fortes interrogações. Que força os uniras no nos labirintos do mundo para que o seu coração nunca mais os esquecesse. força de Deus, Saul. O destino que Deus preparou para que você conhecesse a verdade, atormentado pelas indagações profundas que lhe assoberbavam a mente, pareceu despertar de um grande pesadelo. E aí trazeni para nós no capítulo 21, parte terceira, a consciência, o sentido íntimo, a lei de Deus, né? As profundezas da alma ligam na a grande alma universal. Nós estamos ligados a Deus, a alma universal e eterna de que ela é uma como vibração. Essa origem e essa participação da natureza divina explicam as necessidades irresistíveis do espírito em evolução adiantada, que é o caso de Saulo. Apesar das suas dos seus equívocos, era já um espírito em evolução adiantada. Por quê? Porque vivia em prol da lei de Deus, trabalhava em prol da lei de Deus. Repito, de forma equivocada, sim, mas estava buscando sempre a Deus. Ele mesmo, a Emanuel mesmo nos traz aqui no texto, já lá na sua juventude, Saulo procurava entender Deus, entender tudo que estava à sua volta com relação a essas verdades, né? as dificuldades de entendimento da lei de Deus sendo executada como um todo ali na na sociedade, na na no povo ali. Então ele olhava aquilo, falava: "Meu Deus, mas eu preciso entender, né? Necessidade de sondar todos os mistérios, de estancar a sede nos mananciais vivos e inesaurí inexauríveis, cuja existência ele presente, mas que não consegue descobrir
us, mas eu preciso entender, né? Necessidade de sondar todos os mistérios, de estancar a sede nos mananciais vivos e inesaurí inexauríveis, cuja existência ele presente, mas que não consegue descobrir no plano de suas vidas terrestres. Existe em nós um princípio, uma razão mais profunda que por meio da revelação interior nos inicia nas verdades e nas leis do mundo espiritual. Aí vem, a gente quer sim ser salva, né? Queremos sim, mas será que a gente tá disposto a pagar o preço? Será que a gente tá disposto a fazer os sacrifícios? Será que a gente tá disposto a aceitar os aguilhões que a vida nos impõe? Será que a gente não é recalcitrante quando os aguilhões vêm nos mostrar, né? Assim como aqui na frente a gente vai ver, a gente tá vendo aí, lendo o livro, né? Como Saulo disse aqui nas na epístola aos Romanos, né, no capítulo 7, versículo 19. Com efeito, não faço bem que que eu quero, mas pratico o mal que não quero, que é aquele que eu disse anteriormente. Às vezes a gente faz o mal de forma automática e para fazer o bem a gente tem aquela dificuldade danada. Exemplo, é o dia da gente ir lá na sopa fazer a caridade pro irmão. É o dia da gente lá na na no projeto do beço, né? São a gente olha pro céu e fala: "Não, eu acho que vai chover, eu não vou não. Ah, não, eu tô cansado hoje, eu tô indisposto para quem é aí de trabalho mediúnico, né? No dia que é para ir, bate aquele cansaço, aquela, ah, não, hoje eu tô, né?" né? Então, a gente tenta fazer o bem, mas muitas vezes a gente é puxado por forças que nos impedem. Agora, para fazer o mal, eu gosto de usar muito o quê? A fofoca. Chega o irmão e fala: "Não, você tá sabendo o que que aconteceu com o fulano? Que que a gente faz?" Não, pera aí, eu vou passar um cafezinho e vou buscar ali dois tamburetes pra gente sentar, porque eu quero saber desse negócio direitinho, né? A maledicência. Mas isso é comum na nossa vida, como disse Paulo, mas pratica o mal que eu não quero. Depois da fofoca a gente tomou o cafezinho, docinho, gostoso,
saber desse negócio direitinho, né? A maledicência. Mas isso é comum na nossa vida, como disse Paulo, mas pratica o mal que eu não quero. Depois da fofoca a gente tomou o cafezinho, docinho, gostoso, quentinho, cheirou, a gente fala e passa: "Gente, mas por que que eu fui fazer saber da que que me interessa isso, gente? Olha que tragédia que o irmão tá passando e eu tô aqui julgando ele, mas o mal já foi feito porque a gente alimentou aquela maledicência". Coisas tão simples do nosso cotidiano, né? Mas que a gente não percebe, né? Como disse, né? Como tem aquele dizer, né? O espiritismo é maravilhoso, mas os espíritas nem tanto, né? Precisamos nos policiar, gente. Precisamos buscar de fato de forma consciente Deus, de forma consciente, o Cristo, de forma consciente este paraíso, mas que tem um preço muito alto. Alto que eu digo o quê? No nosso sacrifício, no nosso autoconhecimento, na nossa busca de uma forma desapegada, né? E aí Emanuel volta. A verdade dolorosa é que se encontrava sem paz interior, não obstante a conquista e gozo de todas as prerrogativas e privilégios entre os vultos mais destacados da sua raça. Saulo tinha tudo que um homem almejava naquela época. Poder, dinheiro, respaldo, né? mulheres que queriam eh que tinham a intenção de desposar com ele, porque era uma pessoa, uma figura da alta eh eh eh sociedade da época, né, destacados da sua raça, né, mas aquilo não era tudo, né, em dado instante, todavia, quando mal despertara das angustiosas cogitações, e aí ele tá no caminho de Damasco, né, tá acontecendo, já começando a acontecer essa parte maravilhosa, essa parte crucial do capítulo, que é o encontro com Cristo, né? Despertar a das angustiosas conitações, sente-se envolvido por luzes diferentes de diferentes tonalidades solar. tem a impressão de que o ar se fende como uma cortina sob pressão invisível e poderosa. Intimamente considera-se presa de inesperada vertigem após o esforço mental persistente e doloroso. Quer voltar-se e pedir o socorro dos
ar se fende como uma cortina sob pressão invisível e poderosa. Intimamente considera-se presa de inesperada vertigem após o esforço mental persistente e doloroso. Quer voltar-se e pedir o socorro dos companheiros, mas não vê, mas não os vê, apesar da possibilidade de suplicar auxílio. Mas a confusão dos sentidos lhe tira a noção de equilíbrio e tomba do animal ao desamparo sobre a areia ardente, a queda doutor da lei, a queda daquele homem inflexível, a queda daquele homem que de fato era incubido de preservar a lei de Deus segundo aquilo que ele pensava, né? segundo o seu equívoco, caiu, foi por terra. Ao desamparo sobre a areia quente e ardente. A visão no entorno parece dilatar-se ao infinito. Apesar de cair, né, de ver a sua pequenez, a sua visão se dilata ao infinito. Quer dizer, existe aí uma projeção espiritual de Saulo muito grande. Ele consegue enxergar coisas que vêm além do seu olho humano, né? Outra luz libha os olhos deslumbrados. E no caminho que a atmosfera rasgada lhe desvenda. Vê surgir a figura de um homem de majestática beleza, dando-lhe a impressão de que descia do céu ao seu importe. Eu não consigo nem imaginar como que seria esse momento, como que Saulo estava presento aqui no inimaginável, né? Saulo, Saulo, por que me persegues? Essa foi magistral. Saulo, Saulo, ó criança, né? Por que me persegues? E Saulo pergunta: Quem sois vós, Senhor? Eu sou Jesus. Um comentário aqui rápido. Saulo era um espírito, é um espírito de grande desenvoltura e que de fato aceita o convite do Cristo. Nós temos lá quando Cristo ainda estava em encarnado, né, vivo entre nós, ele tem um encontro com Nicodemos e ele chama Nicodemos, né? Fala para Nicodemos: "Me siga, Nicodemos, né? Eu te mostrarei a verdade, o caminho, né? Mas Nicodemos não consegue. Por quê? Porque Nicodemos ainda estava apegado a lei mosaica, ao status que ele tinha, né? E Nicodemos não consegue seguir o Cristo. Já Saulo, claro que o impacto de Saulo foi muito maior do que o impacto de Nicodemos, né?
mos ainda estava apegado a lei mosaica, ao status que ele tinha, né? E Nicodemos não consegue seguir o Cristo. Já Saulo, claro que o impacto de Saulo foi muito maior do que o impacto de Nicodemos, né? Porque Nicodemos viu Jesus como uma figura humana. Já Saulo conseguiu ver Jesus no seu esplendor espiritual, no seu esplendor de espírito puro. Então o choque ali é muito maior, mas a gente percebe que muitas vezes Cristo está nos chamando e a gente nega, a gente não segue o Cristo, não é? E Saulo não perdeu tempo. E aí Emanuel continua: Saulo viu ali no esplendor das suas glórias divinas. Então, viu-se o orgulhoso e inflexível doutor da lei curvar-se para o solo em planto, em pranto convulsivo. Dirseia que o apaixonado rabino de Jerusalém fora ferido de morte. Acabou todas as forças do rabino, né? Morreu aquele homem forte, né? aquele eh protetor da lei, né, experimentando no momento a derrocada de todos os princípios que lhe conformaram o espírito e o nortearam até então na vida. O moço de Tarso soluçava ante a expressão doce e persuasiva do Messias Nazareno. Considerando o tempo perdido em caminhos escabrosos e ingrato. Doravante necessitava reformar o patrimônio dos pensamentos mais íntimos. Quer dizer, nasceu um novo Saulo. O arrependimento e a noção do equívoco brotou ali de forma exponencial, de forma forte, de com muita força, né? Doravante necessitava reformar o patrimônio dos pensamentos mais íntimos. A visão de Jesus ressuscitado aos seus olhos mortais renovam-lhe integralmente às concepções religiosas. Quer dizer, aquilo que eu disse, né? A visão de Jesus foi muito mais impactante para Saulo do que para Nicodemos, né? Certo, o Salvador apiedara-se do seu coração leal, sincero, consagrado ao serviço da lei. Quer dizer, ele também teve a noção que Cristo teve a misericórdia daquela alma, não é? Consagrado ao serviço da lei e descera da sua glória estendendo-lhe as mãos divinas. Quer dizer, o Cristo sempre disse: "Saulo, você é meu e ninguém toma, mas tem o tempo,
icórdia daquela alma, não é? Consagrado ao serviço da lei e descera da sua glória estendendo-lhe as mãos divinas. Quer dizer, o Cristo sempre disse: "Saulo, você é meu e ninguém toma, mas tem o tempo, apacenta o seu coração que vai chegar a hora, né?" Mas no íntimo Saulo não não aceitava. Mas no íntimo, depois que ele teve a oportunidade de conhecer Abigail, de conhecer Jesiel como já Estevão convertido ao cristianismo, Saulo começa a perceber que a busca dele era pelo Cristo. Era uma busca por si mesmo, mas através do Cristo, através dos ensinamentos do Cristo, através do evangelho do Cristo, através da humildade, através da caridade. E que o amor, e eu volto, vou voltar aqui só um pouquinho para nesse, nesse, nesse trecho aqui, é que Jesus fala para Saulo, não se recalcites dos avilhões. Quer dizer, não lute aquilo que Deus tem para você. Não lute contra o que é de vontade do Pai. Você vai sofrer, você vai sentir dor. E já de imediato Saulo entende, capta a mensagem do mestre e Emanuel continua: "E que o amor deveria animar-lhe o coração cheio de augusta misericórdia para vir encontrá-lo nas est nas estradas desertas. A ele Saulo que se arvorava em perseguidor imparava dos discípulos fiéis." E Saulo pergunta para Cristo: "Senhor, que quereis que eu faça?" Que coisa mais linda, né? Se entrega totalmente ao Cristo, se entrega totalmente à doutrina do carpinteiro, ao qual ele tanto desdenhava, ao qual ele teve ódio pessoal, né? Aí a gente percebe a alma enorme que é sal. E a gente percebe a alma enorme que somos nós, que estamos todos nós a caminho de Damasco e que vamos chegar lá, mas que a nossa cegueira, que a nossa dificuldade de enxergar, que a nossa insistência em estar nas trevas das nossas convicções nos atrapalham, mas que o Cristo é a luz, não só nossa, mas a luz do mundo, não é? e que nós precisamos entender, buscar isso, buscar o Cristo, buscar a luz. E repito, nós espíritas, nós espíritas, esse livro vem nos mostrar isso, que nunca é tarde para encontrar o Cristo, que nunca é
que nós precisamos entender, buscar isso, buscar o Cristo, buscar a luz. E repito, nós espíritas, nós espíritas, esse livro vem nos mostrar isso, que nunca é tarde para encontrar o Cristo, que nunca é tarde para que nós ajoelhemos, choremos compulsivamente a perceber o quanto ainda temos que nos consertar, o quanto ainda temos que nos melhorar, o quanto ainda temos de dor a passar. para entender tudo isso que Deus tem para nós, gente. É, é, é o tempo passa muito rápido, né? E aí eu trouxe lá do Consolador, através de Emanuel pela psicografia de Chico Xavier a pergunta 232. Em matéria de conhecimento, onde podemos localizar a maior necessidade do homem? Qual que é a maior necessidade do homem? pergunta, perguntam para Emanuel como nos tempos mais recuados. E ele responde, como nos tempos mais recuados das civilizações mortas, temos que reafirmar que a maior necessidade da criatura humana ainda é a do conhecimento de si mesma. Conheça-te a ti mesmo, Sócrates já nos dizia, não é? E aí Joana de nos traz autodescobrimento, uma busca interior. Para que tomemos conhecimento da nossa essência, precisamos vivenciar processos que nos tornem senhores de nós mesmos. Insatisfação pelo que se é ou se possui ou como se encontra. Difícil da gente aceitar isso, né? Desejo sincero de mudança. Desejamos a mudança, mas será que buscamos mudar? Hã? Porque desejar é uma coisa, almejar é uma coisa. Agora, buscar êxito nessa mudança, que é o interessante, né? Persistência no tentando é um tijolinho por tijolinho, é um dia por dia, é uma hora por hora, é minuto a minuto que a gente consegue persistir na mudança, no autodescobrimento. Disposição para aceitar-se e vencer-se. Aquilo que a gente vê no outro dia errado tá onde? Em nós mesmos. E nós precisamos aceitar isso. Precisamos aceitar a nossa ignorância, a nossa truculência e lidar com o defeito do outro. Por mais que a gente tenta ser amável no dizer, mas muitas vezes a gente não é amável na ideia que a gente quer passar, né? Capacidade para crescer
a nossa truculência e lidar com o defeito do outro. Por mais que a gente tenta ser amável no dizer, mas muitas vezes a gente não é amável na ideia que a gente quer passar, né? Capacidade para crescer emocionalmente. Gente, isso é uma dificuldade enorme, né? Tanto é que hoje a gente tem que que as empresas mais exigem dos candidatos às vagas de emprego. Inteligência emocional, saber lidar com as suas emoções. Por quê? Porque nós temos muita dificuldade em lidar com as nossas emoções. E quando nós temos essa dificuldade, o que que a gente faz? A gente joga pro externo. Ah, não, mas é culpa do chefe chato, mas é culpa da minha esposa, mas é culpa dos meus filhos, mas é culpa daquele irmão lá do do grupo mediúnico, a qual eu não dou lá com a cara dele. É ele que me atrapalha a minha concentração, né? A culpa é então a gente procura vários motivos para não perceber que somos nós que temos a dificuldade de relacionamento, de inteligência emocional e por aí vai. Se ficar aqui falando, tá até um um seminário. Autoconhecimento sobre consciência do que se passa na parte consciente de nossa personalidade, diretamente responsável pela vida externa e pelo contato com o mundo. Nesta fase devemos trabalhar nossas culpas, medos e frustrações, bem como ressignificar o nosso passado. Por que ressignificar o nosso passado? Nós ficamos nos culpando, nós ficamos lamentando o sofrimento. Ah, mas eu não devia ter passado por aquilo. Ah, mas Deus foi muito duro comigo. Ah, mas o meu passado só me atrapalhou. Não. Tudo que você viveu no passado foi necessário porque você é hoje. É isso que vai te moldar, é isso que tá te lapidando. É o seu passado que faz com que a pessoa positiva que você é hoje. Então, nós precisamos ressignificar e se não culpar. Muito pelo contrário, agradecer a Deus pelas provações que nós passamos ou até pelas que estamos passando, né? Em tudo da graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. Isso é uma passagem de Paulo. Eu só não me lembro eh eh aonde que está
passamos ou até pelas que estamos passando, né? Em tudo da graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. Isso é uma passagem de Paulo. Eu só não me lembro eh eh aonde que está se eh mas é maravilhoso isso, porque até nos momentos de dificuldade dai graças a Deus porque essa é a vontade dele. E aí Joana deângeles nos traz autodes descobrimento, porque existe a diferença de autoconhecimento com autodescobrimento. Busca pela percepção dos aspectos ocultos da personalidade. Tá aí a psicologia para nos ajudar. O centro é bom, é ótimo. O passe é bom, é ótimo. O atendimento fraterno é ótimo, é maravilhoso. Mas procura a terapia, procura o psicólogo, né? Procura se conhecer através de uma ajuda profissional. Porque tem hora que não adianta só o centro espírito. O Rossandro fala muito isso pra gente, né, gente? A terapia faz muito bem. Terapia não é para doido. Terapia é para nos ajudar a nos conhecer, para ajudar a nós termos um nós, né? Os quais interferem decisivamente nas realizações do espírito. Olha que abrangência. Não é do homem, da mulher, é do espírito, né? Nesta fase devemos trabalhar nossos complexos, fantasias potenciais, bem como planejar nosso futuro à luz da imortalidade. Quer dizer, isso aqui, o Fabiano, é um risquinho de vida na carne, passa muito rápido. Então eu tenho que me trabalhar, não é como Fabiano, mas é como um espírito imortal. Essa é que é de fato a receita, porque se eu for pensar na melhoria do Fabiano, só como Fabiano aqui encarnado, eu não vou conseguir abranger a necessidade do espírito, né? Eu não vou conseguir entender isso que Joana de Angeles nos traz. E aí, para finalizar, pessoal, eu trago Fonte Viva, o nosso manualzinho tão maravilhoso esse livro, né, que tem a coleção, mas que a gente sempre recorre mais ao Fonte Viva, né? lá no item 56, como nós e como Saulo aconteceu com Saulo e que aconteça conosco, renasce agora. Sucede-se os anos com matemática precisão, mas os dias são sempre novos, dispondo assim de 365
Viva, né? lá no item 56, como nós e como Saulo aconteceu com Saulo e que aconteça conosco, renasce agora. Sucede-se os anos com matemática precisão, mas os dias são sempre novos, dispondo assim de 365 ocasiões de aprendizado. Olha só que tanto de oportunidade e recomeço anualmente. Quantas oportunidades de renovação moral encontrará a criatura no abençoado período de uma existência? Cada hora que surge pode ser portadora de reajustamento. Toda hora nós temos uma situação que nós podemos nos reajustar no trânsito, em casa, na casa espírita, no trabalho, principalmente dentro do nosso lar, dentro da nossa casa. E é ali que estão os aguilhões, né? É ali que estão as nossas dificuldades. Vamos renascer dentro do nosso lar, dentro da nossa família. Deixa-te reviver cada dia na corrente cristalina e incessante do bem. Renasça agora em teus propósitos, deliberações e atitudes, trabalhando para superar os obstáculos que te cercam e alcançando a antecipação da vitória sobre ti mesmo no tempo. No tempo. Que que é o tempo, né? Como diz o ditado, o tempo cura o queijo, né? E vai curar o nosso espírito, vai curar a nossa alma. Então, que nós possamos através desse nosso caminho de Damasco, com essa nossa busca pelo Cristo, encontrar de fato o Cristo, mas primeiramente nos encontrarmos em Cristo, nos encontrarmos dentro do evangelho, nos encontrarmos dentro da lei de Deus. Pessoal, muito obrigado a todos. Eu espero que eu tenha trazido de forma útil, de forma objetiva, de forma simples tudo aquilo que o capítulo quis nos trazer. Agradeço a Casa Espírita, estudante do Evangelho, pela oportunidade de aprendizado. Agradeço a todos vocês pela oportunidade e acolhida muito amorosa e agradeço a você, Cítio, novamente pela oportunidade e confiança, tá? E na próxima semana, no capítulo um da segunda parte, temos a nossa irmã expositora Cristina Ross, que aí sim começa o grande martírio. Havia cruces de Saulo, né, que vai de fato passar por tudo aquilo que ele impôs aos cristãos que ele perseguia, né? Uma boa noite a
irmã expositora Cristina Ross, que aí sim começa o grande martírio. Havia cruces de Saulo, né, que vai de fato passar por tudo aquilo que ele impôs aos cristãos que ele perseguia, né? Uma boa noite a todos. Que a paz do Cristo esteja presente nos corações e no lar de todos. Que tenham todos uma semana muito abençoada. Muito obrigada. >> Obrigada, Fabiano. E antes que eu passe a palavra a Cristina, né, Cristina? Abre sua câmera aí. Cadê a Cris? Que é a nossa facilitadora da próxima semana? Ela ali, linda. Deixa eu colocar aqui a visão dela aqui. Abre aí seu microfone, Cristina. E aí você aparece aqui pra gente. >> Oi. Aí, olha aí a Cristina, nossa companheira de muitos anos aqui no grupo, lida com crianças, tem um uma essência muito bonita até nas atividades que ela faz fora daqui da nossa casa e que vai nos trazer então a nossa próxima etapa que é iniciando agora a subida do morro. O morro foi todo descido agora nas carreiras, né? E agora a gente vai subir passo a passo esse morro para chegar lá em cima e admirar a vista que essa subida vai nos fortalecer. Eu queria deixar que antes da nossa prece que a Cristina vai fazer, eh, só pra gente lembrar aquela canção do Caetano, oração ao Tempo, pra gente refletir sobre ela. Foi assim que nós encerramos, né? És um senhor tão bonito quanto a cara do meu filho. Tempo, tempo, tempo, tempo. Vou te fazer um pedido. Compositor de destinos, tambor de todos os ritmos, tempo, tempo, tempo, tempo. Entro num acordo contigo. Por seres tão inventivo e pareceres contínuo, tempo, tempo, tempo, tempo, és um dos deuses mais lindos. Que sejas ainda mais vivo no som do meu estribíilho. Tempo, tempo, tempo, tempo. Ouve bem o que te digo. Peço-te o prazer legítimo e o movimento preciso. Tempo, tempo, tempo, tempo, quando o tempo for propício, de modo que o meu espírito ganhe um brilho definido tempo, tempo, tempo, tempo, e eu espalhe benefícios. O que usaremos para isso fica guardado em sigilo, tempo, tempo, tempo, tempo, apenas contigo e comigo. E quando eu
spírito ganhe um brilho definido tempo, tempo, tempo, tempo, e eu espalhe benefícios. O que usaremos para isso fica guardado em sigilo, tempo, tempo, tempo, tempo, apenas contigo e comigo. E quando eu tiver saído para fora do teu círculo, tempo, tempo, tempo, tempo, não serei nem tercido. Ainda assim, acredito ser possível reunirmo-nos tempo, tempo, tempo, tempo, num outro nível de vínculo. Portanto, peço-te aquilo e te ofereço elogios tempo, tempo, tempo, tempo, nas rimas do meu estilo. Que bênção é o tempo nas nossas vidas. e bção. Cristina, a prece é sua, querida, pra gente encerrar o nosso encontro de hoje. Então vamos todos, né, eh, envolvidos nesta energia, eh, deste capítulo tão lindo que o Fabiano trouxe para nós, deste encontro iluminado entre Jesus e Saulo. também sentir um pouco dessa luz que emana continuamente do nosso mestre Jesus, dizendo a ele: "Querido Jesus, queremos te agradecer por esta noite tão maravilhosa de estudo. de vibrações, de amor, de transformação, de paz, que possamos sentir esses sentimentos durante toda a nossa jornada, nos esforçando para sempre te seguir. Porque esse é o caminho seguro para todos nós. Obrigada, Jesus. Obrigada aos nossos bons amigos espirituais que nos acompanham, que nos abençoam. Agradecemos por todo o suporte que temos. E assim, Jesus, pedimos que o Senhor permaneça conosco, abençoe a nossa noite, que tenhamos um sono reparador e produtivo no plano espiritual. Obrigado por tudo, Jesus. Fique conosco hoje e sempre. E assim seja.
Vídeos relacionados
Não furtar
Estudantes do Evangelho TV · Juquinha
Aprendendo a ser indulgente
Estudantes do Evangelho TV · Marina Horbylon
"Misericórdia, Senhor!"
Estudantes do Evangelho TV · Mariza Borges
“VITIMISMO, REBELDIA, CULPA: NA CONTRAMÃO DA FELICIDADE”
Estudantes do Evangelho TV · Huglênia Castilho
A indulgência
Estudantes do Evangelho TV · Jorge Daher
A INDULGENCIA PARA COM O PROXIMO E PARA CONOSCO
Estudantes do Evangelho TV · Artur Henrique
ARREPENDIMENTO E REPARAÇÃO
Estudantes do Evangelho TV · Cauci Roriz
ESE Cap 9 item 7 1a
Estudantes do Evangelho TV