Patrícia Torres | O APRENDIZADO DA HUMILDADE (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 22/03/2025 (há 1 ano) 45:41 709 visualizações

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Transcrição

buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. C'est Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Boa tarde, meus irmãos. Sejam muito bem-vindos a esse nosso momento aqui na comunhão espírita. Nós temos hoje a alegria de ter a Patrícia Torres conosco, que nos traz um tema muito empolgante. Tô doida para ouvir que ela tem para nos falar, que é o aprendizado da humildade. Eu falei: "Meu Deus do céu, como eu tô precisando todos nós, né?" Então, para que a gente possa se preparar para aproveitar o máximo desse momento, vamos ler aqui uma mensagem que foi aberta ao acaso do livro Gotas de Esperança de Lorival Lopes, que ele nos diz assim: "Necessário exercícios físicos. O corpo requer movimentação para manter-se saudável, mas não se esqueça de que a verdadeira saúde reside na sua mente quando você exercitar os músculos e a respiração. Pois, não deixe de exprimir um sentimento de gratidão a Deus. Ele é a vida que há em você, a saúde que você está tentando preservar e melhorar. Essa vida palpita em você. Una-se a ela. Ame-a e siga com os movimentos e os esforços que você está fazendo. Dessa união nascerá mais saúde. Engraçado, né? Meus amigos. Então vamos agora nos concentrar um pouquinho, relaxar, fechar os olhos para que possamos fazer a nossa prece. Então vamos nesse momento agradecer ao nosso pai, ao nosso mestre Jesus, porque conseguimos chegar não só a esta casa, mas principalmente a este momento emocional em que o nosso coração já cansado busca por respostas em que a nossa alma anseia por momentos de harmonia e de paz. E por isso nós pedimos ao nosso mestre Jesus que nos abençoe nesses nossos esforços de melhora, nos esforços de nos curarmos desse mal terrível que nos faz tanto sofrer, que é o nosso orgulho. nos ajuda, Mestre Jesus, para que ao escutarmos as lições de hoje, possamos ponderar cada um no silêncio do seu

rços de nos curarmos desse mal terrível que nos faz tanto sofrer, que é o nosso orgulho. nos ajuda, Mestre Jesus, para que ao escutarmos as lições de hoje, possamos ponderar cada um no silêncio do seu coração, de que maneira nós conseguimos aplicá-las ao nosso dia a dia. Que não nos falte a força, a coragem, porque temos certeza da tua proteção e das tuas bênçãos. Pedimos, Senhor, pela nossa querida palestrante, para que ela seja envolvida nessas vibrações salutares, inspirada pelo mais alto, possa falar fundo ao nosso coração. E assim, Mestre Jesus, pedimos a tua proteção e permissão para o início da nossa tarefa de hoje. Graças a Deus. Então, com a palavra nossa querida Patrícia. Boa noite a todos. Eh, sempre uma imensa alegria, né, estar aqui. E hoje eu quero pedir a vocês uma caridade, né? Porque o tema é o aprendizado da humildade. Mas eu peço a caridade de não me ouvirem como se eu aqui estivesse para falar de algo que eu já sei, tivesse lhes ensinando alguma coisa, porque não estou. Nós estamos aqui para compartilhar reflexões e refletir sobre a mensagem do Cristo que ainda não está consolidada em mim. E a gratidão é imensa, como disse a mensagem, né, da oportunidade que a espiritualidade nos dá, de quem vem aqui falar de de algo, partilhar uma reflexão, é sempre um espírito devedor, porque se aqui tivesse um anjo, a gente olharia e falaria: "Não dou conta, só o anjo". Então é o cuidado, né, que a espiritualidade tem de nos colocar aqui na condição de quem precisa muito caminhar e aprender. E é o primeiro, o primeiro a ouvir o que eu estou falando sou eu mesma, né? Então é é uma partilha de reflexões. E por que que eu tô falando isso? Porque estudar esse tema mexeu muito, muito, muito comigo. E eu tava, estava falando com a Márcia que a espiritualidade é cuidadosa. E Jesus é muito sabido, muito sabido. Essa semana eu tive alguns episódios de oportunidade de exercitar a minha humildade. Imagine o que aconteceu. Eu dei asas à minha vaidade, ao meu orgulho. Então, falar desse tema é olhar

muito sabido. Essa semana eu tive alguns episódios de oportunidade de exercitar a minha humildade. Imagine o que aconteceu. Eu dei asas à minha vaidade, ao meu orgulho. Então, falar desse tema é olhar pra minha semana e me deparar com a minha trave, com a trave dos meus olhos e entender que há muito que caminhar, ou seja, nós estamos todos numa caminhada conjunta para aprender aquilo que pode nos aliviar as nossas dores e nos trazer essa saúde que foi mencionada aqui na mensagem. E quando nós falamos que Jesus é muito sabido, nós vamos comentar aqui quando ele vai costurando seus ensinamentos aqui na terra e vai criando essa imensa colxa de retalho lindíssima que é o caminho que ele vai ajudando a gente a perceber que ele vai construindo, nos mostrando qual é o caminho da nossa renovação. E esse caminho tem um primeiro passo. E o primeiro passo, e nós vamos refletir um pouquinho sobre isso, o primeiro degrau, o alicerce, é essa virtude chamada humildade. Mas afinal de contas, o que que é humildade, né? Nós fomos lá no dicionário, o dicionário tá registrado que humildade é a virtude caracterizada pela consciência das próprias limitações. Então, aquele que tem consciência das próprias limitações é aquele virtuoso que já conquistou a humildade. E aí, estudando esse tema, eu ouvi uma pessoa contar sobre a história de Sócrates. E eu vou contar mais ou menos do jeito que eu me lembro e peço licença a vocês. Se alguém reconhece mais aprofundada essa história, me permita resumi-la bem. E uma pessoa foi consultar o oráculo e perguntou, né, quem era o homem mais sábio do mundo. E o oráculo respondeu que era Sócrates. E Sócrates ficou sabendo daquilo e disse: "Não, esse oráculo tá equivocado". E aí Sócrates saiu pelo mundo procurando a pessoa mais sábia do mundo e encontrou pessoas que dominavam conhecimento numa determinada área, mas não não dominava em outra. E ele continuou nessa busca e ele foi percebendo que ele encontrava pessoas que dominavam conhecimento numa determinada área, mas não tinha

imento numa determinada área, mas não não dominava em outra. E ele continuou nessa busca e ele foi percebendo que ele encontrava pessoas que dominavam conhecimento numa determinada área, mas não tinha consciência daquilo que não dominava. E aí então ele voltou ao oráculo e disse: "Você tem razão, eu sou realmente o homem mais sábio, porque eu sei que nada sei." Sócrates tinha consciência daquilo que não sabia. O homem e a mulher orgulhosa e orgulhoso acredita fielmente que sabe tudo, que tem todas as respostas, que tem todo o conhecimento, que não tem limitações. Por isso, a definição de humildade é ter consciência das limitações que tem. Porque é aquele que, como Sócrates, sabe o que não sabe, está em busca de aprender o que não sabe. Aquele que está ali com Deus, disputando o lugar de Deus, né, não precisa aprender. Tudo que está errado é problema do outro. Tudo que não foi realizado corretamente é problema do outro. Todos os conflitos é problema e é causa do outro, porque ele próprio já sabe tudo, já é perfeito. Esse é aquele que ainda está longe de perceber-se, de conquistar, de galgar o primeiro degrau bem-aventuranças ensinadas por Jesus. Quando Jesus está no monte falando para homens e mulheres tristes, cansados, sofridos, doentes como nós, ele começa dizendo: "Felizes os pobres em espírito, de espírito, no espírito, dependendo da tradução. É a primeira bem-aventurança, é o primeiro degrau daquele que almeja ser feliz. É a mais importante. Não é a mais importante, é a base. Sem ela, nós não construiremos o castelo da felicidade que nós tanto almejamos. A casa do homem e da mulher prudente erguido na rocha, só se sustenta e consegue vencer as tempestades e os ventos se o alicerce tiver sido o da humildade. Porque reconhece que ainda há muito o que aprender, há muito o que consolidar em seu coração. E as bem-aventuranças vão dando as mãos umas às outras, mas conquistar cada uma só é possível, tendo construído o alicerce da humildade. E Emanuel, o espírito que foi

o que consolidar em seu coração. E as bem-aventuranças vão dando as mãos umas às outras, mas conquistar cada uma só é possível, tendo construído o alicerce da humildade. E Emanuel, o espírito que foi guia, orientador da jornada na terra de Francisco Cândido Xavier, o nosso Chico Xavier, lá na revista Reformador, no ano de 1959, nos afirma que humildade é o ingrediente indefinível e oculto, sem o qual o pão A vida amarga mesmo, perdão, a sem o qual o pão da vida amarga invariavelmente na boca. Sem a humildade, o pão da vida amarga na nossa boca. Lembra-te de que a bondade celeste colocou a humildade por base de todo o equilíbrio da natureza. referindo-se aos pobres em espírito. E aí nós vamos entender porque é que Jesus naquela noite, na última ceia, lava os pés dos discípulos. Se Jesus nos ensinou que a humildade é a base, quando ele nos dá o exemplo, ele lava a base do nosso edifício, do corpo físico. Quando Pedro se recusa a ter os pés lavados por Jesus e Jesus fala para ele que se ele não permitisse que ele se afastasse dele, ele diz: "Então Jesus pode lavar tudo?" Ele diz: "Não, apenas os pés, porque é a base. Para que nós possamos estar eretos, firmes, equilibrados, nós precisamos estar com os pés firmes, ter um bom alicerce." Então, Jesus nos dá o exemplo da importância do alicerce e escolhe então a base e lava os pés dos discípulos. Por isso que a gente fala que Jesus é um sabido, né? Ele vai nos ensinando na prática das ações, dos comportamentos que ele vai tendo. Na questão 313 do livro Consolador, que tem várias perguntas dirigidas a Emanuel, esse espírito que orientou Chico Xavier, tem uma pergunta que diz assim: Como entender a bem-aventurança conferida por Jesus aos pobres de espírito ou pobres em espírito ou pobres no espírito, dependendo da tradução. Emmanuel responde assim: "O ensinamento do divino mestre referia-se às almas simples e singelas, despidas do espírito de ambição e de egoísmo, que costumam triunfar nas lutas do mundo. Não costumais até hoje dominar,

e assim: "O ensinamento do divino mestre referia-se às almas simples e singelas, despidas do espírito de ambição e de egoísmo, que costumam triunfar nas lutas do mundo. Não costumais até hoje dominar, denominar os vitoriosos do século nas questões puramente materiais de homens de espírito? Ou seja, quando nós falamos e pensamos em bem-aventurados, felizes, os valores que atribuímos em geral não são valores materiais, nós vamos falar um pouquinho mais disso. É por essa razão que, em se dirigindo à massa popular aludia o Senhor aos corações despretenciosos e humildes, aptos a lhe seguirem sem determinadas preocupações rasteiras da existência material. E aí nós ouvimos uma história dizendo que nessa nessa nossa jornada na Terra, né, nós encontramos muitas pessoas que foram reis. que foram rainhas, né? E numa conversa de Chico com uma outra pessoa que eu não me recordo o nome, essa pessoa comentava com Chico. Nossa, Chico, todo mundo ou foi rei ou foi rainha. Ele disse: "Ah, meu irmão, é isso mesmo, porque aqueles que foram humildes, esses já evoluíram, não precisaram voltar, não precisaram retornar para aprender, para realizar o aprendizado da conquista de outras virtudes que necessitava. Mas em Lucas, o evangelista registra pra gente um momento muito humano e os discípulos são ótimos de nós vermos e assim nos apropriarmos das conversas deles, porque a gente se percebe naquelas conversas, não sei vocês, mas eu me encontro ali. E os discípulos travaram ali uma discussão. Sabe qual foi a pergunta que eles estavam fazendo entre si? Qual deles seria o maior? Quantas vezes, né, aqui nessa nossa jornada na terra, no trabalho, no trabalho religioso, a gente quer saber quem é o maior, quem é o mais importante, quem é aquele que é mais próximo do chefe, do presidente, do líder, né? aquele que tem o status da distinção. Era isso que os discípulos estavam ali discutindo. E aí Jesus, conhecendo o pensamento do coração deles e do nosso, tomou uma criança, colocou-a ao seu lado e

né? aquele que tem o status da distinção. Era isso que os discípulos estavam ali discutindo. E aí Jesus, conhecendo o pensamento do coração deles e do nosso, tomou uma criança, colocou-a ao seu lado e disse-lhes: "Aquele que receber uma criança como esta, por causa do meu nome, recebe a mim. E aquele que me receber, recebe aquele que me enviou. Com efeito, aquele que no vosso meio for o menor, esse será grande. Por que é que Jesus pegou a figura da criança? Vamos então voltar à tradição. Jesus era judeu e falava para o povo judeu. O que é que estava previsto nas tradições registradas no Antigo Testamento? Quem eram os maiores, os respeitados na sociedade, senão os anciãos? Aquele que tinha vivido mais tempo era aquele que tinha recebido a graça de Deus. Além disso, chegava-se na idade do envelhecimento, tendo conquistado determinado patrimônio material. Então, estar bem com Deus era o presente que eles recebiam materializado na na na vida longeva, na longevidade da vida e nos recursos materiais. Aí vem Jesus e inverte a ordem das coisas. Aquele que quiser ser o maior, que seja como a criança. Todo o tempo do evangelho do Cristo, ele inverte para nos ajudar a mudar a chave do nosso raciocínio. Prosperidade material sinal de que está tudo bem com Deus, mas nós ainda acreditamos que o é. Então, o maior no mundo, muitas vezes nós olhamos e temos lá o nosso checklist de virtudes. Então, é o sucesso material, a conquista disso, a conquista daquilo, a conquista daquilo outro. E Jesus inverte e ele traz o símbolo da criança. E a criança, por quê? A criança pobre em espírito, a criança representando a carência, a criança que representa a pobreza do egoísmo, a criança que representa a pobreza da vaidade, a criança que representa a pobreza do orgulho, carente de conhecimento. conversa com uma criança e ela quer saber das coisas, ela quer aprender, ela é sedenta por aprendizado, por partilha e fala e te pergunta e te indaga. O pobre em espírito é esse. É aquele que tem consciência da sua

ma criança e ela quer saber das coisas, ela quer aprender, ela é sedenta por aprendizado, por partilha e fala e te pergunta e te indaga. O pobre em espírito é esse. É aquele que tem consciência da sua limitação. Eu não sei. Eu quero aprender. Eu sou carente de conhecimento. Eu quero aprender. Eu quero ter a possibilidade de galgar e conhecer essas habilidades, esses conteúdos. Como que o orgulhoso vai aprender algo? E nós já falamos isso. Por isso Jesus usa o símbolo da criança. O maior é aquele que se tornar o menor, aquele que se reconhece não sabedor das coisas e disposto a aprender. Por isso, quando nós ouvimos dizer que humildade é uma palavra que nasce, tem a sua raiz na palavra humus, o que que é o húmus na vegetação, senão a base para o adubo, para que a planta possa ser cultivada, semeada e depois florescer. Essa terra úmida que permite ser fertilizada, como a criança que se permite ser fertilizada. Por isso, humildade. E também está na raiz da palavra humano, que deveria ser a nossa raiz, a humildade. Por isso que Jesus é essa pessoa, sabe das coisas e não usa as palavras aleatoriamente ao acaso. Essa questão de ser o maior ou menor, Jesus responde em vários momentos nos Evangelhos. E ele diz: "Aquele que quiser vir após mim, pegue a sua cruz". Então, o humilde é como a criança, é aquele que pega a sua cruz, ou seja, os desafios do aprendizado que tem a consolidar. é aquele que se dispõe a crescer, a aprender. É uma é uma virtude que não nasce pronta em nós. Nós não fomos criados prontos. Nós fomos criados simples e ignorantes. Olha só, ignorantes, sem conhecer. E num determinado momento a gente descobriu que sabe tudo. E eu adoro uma frase de Ruben Alves quando ele diz que as certezas encontram-se nas gaiolas, porque aquele que sabe tudo tá engaiolado e não voa para novos aprendizados. tá algemado. Por isso é tão sábio quando Chico diz: "Eu quero mais ter paz do que razão". Quantas vezes nas nossas certezas absolutas do eu sei tudo, eu sei como resolve, conheço meu filho como a palma

á algemado. Por isso é tão sábio quando Chico diz: "Eu quero mais ter paz do que razão". Quantas vezes nas nossas certezas absolutas do eu sei tudo, eu sei como resolve, conheço meu filho como a palma da minha mão, conheço fulano como a palma da minha mão e a gente resolve tudo e nós estamos perdendo a oportunidade de aprender, de crescer e guerreamos nessas nossas certezas Criamos verdadeiras confusões no ambiente do lar, no ambiente do trabalho, porque não estamos com ouvido disponível da criança para ouvir algo diferente. Essa semana eu ouvi uma psicóloga fazer um comentário que eu gostei muito, ela falando sobre os normais, né? É normal esse tipo de comportamento? É normal dos meus dos meus pais esse tipo de comportamento. E ela disse assim: "Existem muitos normais no mundo. Cada família tem uma experiência, tem uma história, tem uma trajetória. E aquilo que é normal pra minha família não necessariamente é normal pra família do outro. Mas se eu estou engaiolada, enclausurada, algemada nas minhas certezas, eu jamais vou estar disponível para aprender com o outro aquilo que pode me trazer algum movimento de crescimento. Vocês entendem? Isso para mim é um processo difícil abrir mão das minhas certezas, das minhas convicções. E o pior, a vergonha quando se de fato está errado e equivocado. E fazer o exercício de cair do cavalo como Saulo de Tarso. Senhor, o que queres que eu faça? Fiz bobagem. Como é que eu acerto isso? Por isso é um aprendizado, é um caminho a percorrer, mas nós não sairemos do lugar se não dermos o primeiro passo. E eu adoro a imagem do primeiro passo, que é muito forte para o grupo de alcoólicos anônimos e paraa dependência química e que serve pra vida. o primeiro passo. E aí eu fui aprender, né, que a primeira marcha do carro é a marcha mais pesada para fazer o movimento mais difícil do sair do lugar. E se nós não dermos o primeiro passo, nós não vamos trilhar essa estrada de ir consolidando em nós a base das virtudes que nos ensinarão a sermos

para fazer o movimento mais difícil do sair do lugar. E se nós não dermos o primeiro passo, nós não vamos trilhar essa estrada de ir consolidando em nós a base das virtudes que nos ensinarão a sermos felizes. E todos nós desejamos profundamente sermos felizes. Mas o texto tem um outro comentário que diz assim: João tomou a palavra. Depois que Jesus falou da criança, João tomou a palavra e disse: "Mestre, vimos alguém expulsar demônios em teu nome e quisemos impedi-lo, porque ele não te segue conosco". Jesus, porém, lhe disse: "Não o empeçais, pois quem não é contra vós está a nosso favor. Que é que Jesus estava falando? Olha nós aqui de novo. A verdade absoluta do caminho da renovação está dentro da doutrina espírita. Hã, Jesus disse para João: "Quem não está contra vós está a vosso favor. O caminho da renovação está em toda parte. em toda a parte que se proponha o exercício da edificação do reino em nós, todos aqueles que têm como propósito o carregar a sua cruz, o ser o menor para aprender, o exercício da tolerância, lá estão estratégias e oportunidades para crescimento. Então, não sejamos nós. E meus filhos, às vezes eles fazem esse comentário em casa, eles cresceram dentro da doutrina, um continua, o outro se encontrou no budismo. Mas ele diz assim: "Me incomoda profundamente quando vocês dizem: "Porque nós, os espíritas com ar de superioridade". Então, vamos nos lembrar do que Jesus ensinou a João. Aqueles que expulsam demônios em teu nome e eles quiseram impedir porque não estavam colados com Jesus. Não tá no exercício do bem, do amor, da caridade. Somos todos irmãos. Porque a humildade nos ajuda a nos reconhecer como irmãos. Por vezes escolhemos roupagens, formatos diferentes, mas estamos todos caminhando num mesmo propósito. E Jesus chama a atenção de João para isso. sabermos reconhecer que em todas as áreas que nos oferecem a oportunidade do crescimento, existem estratégias que nos ajudam a ser pessoas melhores. Vamos abrir a gaiola das nossas certezas, dessas

o. sabermos reconhecer que em todas as áreas que nos oferecem a oportunidade do crescimento, existem estratégias que nos ajudam a ser pessoas melhores. Vamos abrir a gaiola das nossas certezas, dessas certezas que nos impedem de conviver com humanidade, que nos faz, inclusive matarmos uns aos outros. E por fim, lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo séo, na instrução dos espíritos, o espírito Lacorder vai dizer pra gente que a humildade é uma virtude muito esquecida no meio de de cada um de nós. É o sentimento que nivela os homens, dizendo-lhes que são todos irmãos que se devem auxiliar mutuamente e nos conduz ao bem. Dizem que esse nosso corpo nos esconde. E ainda bem, né? esconde. O desencarne nos revela, nos desnuda, mostra quem somos no nosso egoísmo, na nossa vaidade, no nosso orgulho, ou na humildade que estamos começando a construir em nós. Nesse exercício de olhar pro lado e ver o outro que é tão diferente de mim, que pensa tão diferente de mim, que resolve os problemas de forma tão diferente de mim e que tem sentido no caminho que ele escolheu e que é meu irmão e que tem muito a me ensinar, eu tenho muito a aprender. Então, que nós possamos sair daqui hoje com o compromisso conosco de tentar permitir que a criança que habita em nós possa nos conduzir nessa caminhada de curiosidade, de interesse, pelas coisas que nós ainda não sabemos, sabendo fazer a jornada que o Sócrates fez, identificando as limitações que nós ainda possuímos. E aí nós vamos cair numa máxima que nós sempre falamos aqui do autoconhecimento. Se olhar, se perceber para identificar o que ainda não sabemos, o que ainda não conquistamos. Colocar luz nesse lugar ainda sombrio em nós. Para quê? para ficar me lamureando do que eu não sei? Não, eu ainda não sei. E o meu movimento e o meu esforço é de aprendizado, pegar a minha cruz, porque ela vai me ajudar a aprender aquilo que eu ainda não sei, para que a partir daí eu possa ir conquistando as outras virtudes que me farão ser feliz, integralmente saudável. como

ar a minha cruz, porque ela vai me ajudar a aprender aquilo que eu ainda não sei, para que a partir daí eu possa ir conquistando as outras virtudes que me farão ser feliz, integralmente saudável. como disse a mensagem, sem as doenças que estão aí para me ensinar, sem as dores que estão aí para cortar a minha asa e o meu tupete, para que eu possa de joelhos aprender o meu exato tamanho. E não é me diminuindo, é reconhecendo o meu tamanho. Jesus quando foi chamado pelo mancebo de bom, ele disse: "Por que me chamas de bom? Bom somente Deus o é. Mestre, sim, eu sou. Então, saibamos reconhecer o que nós já aprendemos, que nós já conquistamos, sem que isso signifique que nós sejamos melhores que aquele que está ao nosso lado, mas reconhecendo também que há muito ainda o que aprender. Jesus nos abençoe nessa nossa caminhada e que tenhamos a coragem de olhar pra gente e reconhecer o que ainda precisa ser transformado, evangelizado em nós e que façamos essa mudança para sermos verdadeiramente felizes como nós desejamos. Uma boa noite, um bom final de semana. Que Jesus seja sempre conosco. Nós agradecemos a Patrícia. Meu Deus, que difícil, né? Que difícil. Mas é bom a gente lembrar que toda tarefa pro bem a gente não realiza sozinho, que a gente tem uma multidão de espíritos ao nosso lado nos ajudando, nos incentivando a dar, a fazer esse olhar, né? Então, vamos fazer a nossa prece, começando por agradecer a esses espíritos do bem que nos envolvem, que nos incentivam, que nos auxiliam nos nossos momentos de queda, que estão nos aguardando esse despertar. Obrigada, mestre Jesus, peles por esses ensinamentos que tanto clareiam a nossa alma. E nós te pedimos, Senhor, reforça a nossa coragem para que façamos esse movimento de autodescobrimento, de percebermos as nossas as nossas fraquezas, percebermos também as nossas conquistas e de irmos pouco a pouco dando esses primeiros passos. Abençoa, Senhor, a nossa boa vontade. Nos ajuda nessa tarefa de cultivar a nossa humildade. Nós te pedimos, Mestre Jesus,

ém as nossas conquistas e de irmos pouco a pouco dando esses primeiros passos. Abençoa, Senhor, a nossa boa vontade. Nos ajuda nessa tarefa de cultivar a nossa humildade. Nós te pedimos, Mestre Jesus, que nesse instante essas bênçãos de luz que são derramadas sobre cada um de nós possam também atingir os nossos lares, os nossos entes queridos e as pessoas com quem temos dificuldade, principalmente aqueles que são os nossos mestres da humildade. Não são necessariamente espíritos já evoluídos, mas são aqueles que nos desafiam a oferecer a humildade, a rever os nossos conceitos, a pedir perdão. Obrigada, Senhor, por essas lições. E assim, querido mestre, pedimos a tua permissão para o encerramento da primeira parte dos nossos trabalhos. Graças a Deus. Então, meus amigos, passamos a segunda parte, né, com a orientação da nossa irmã Evans que vai nos dirigir para o passe. Tenham todos uma excelente noite, um excelente final de semana. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual.

horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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