Patrícia Torres | BENEFICÊNCIA E PACIÊNCIA (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 16/04/2025 (há 11 meses) 44:24 755 visualizações

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Transcrição

Irmãos, sejam muito bem-vindos aqui à nossa querida comunhão espírita de Brasília e vamos acolher também os nossos irmãos que nos acompanham pela TV comunhão, pela rádio comunhão, pela internet e os recursos naturais da internet. E acolhemos também nossos irmãos desencarnados que aqui se encontrem. Muitos venham para aprender, outros para ajudar nos trabalhos desta hora. Agradecemos ao nosso patrono, Dr. Bezerra de Menezes, querido companheiro de todos os momentos desta casa. Agradecemos ao divino pastor de nossas almas, Jesus, que nos tange pelas estradas da nossa evolução. E vamos agradecer ao Senhor do universo, nosso pai, nosso criador, Deus, que nos atende a todos nós, a todas as suas criaturas com a sua divina providência. Obrigada a todos que neste momento nos eh fazem essa companhia espiritual que tanto nos alegra a alma. Vamos fazer uma pequena leitura, meus irmãos, de um livro muito interessante que não é novo. Ele ainda é de 2020, né? 2007. 2007. Olha, mais velho do que eu pensava. Muito interessante mesmo. Chama-se Força espiritual e é daquele juiz lá de São Paulo, Dr. José de José Carlos Deluca. Muito interessante. Então, a leitura escolhida se chama Fale com Deus. Vamos ver. Reserve pelo menos um momento no decorrer de suas atividades para dialogar com Deus. Você conversa com tantas pessoas durante o dia, gente até desconhecida, e não dispõe de um minuto sequer para falar com Deus, a fonte inesgotável do bem terreno. Já já reparou quantas vezes você ficou mal depois de ter conversado com alguém de baixo astral? Imagine se você adquirir o hábito de conversar com Deus todos os dias. Quanta luz surgirá em seu caminho? Essa mesma luz que você reclama ausente em sua vida. Muitas pessoas gostariam de receber uma graça dos céus. No entanto, a grande maioria sente vergonha ou preguiça até de pronunciar o nome de Deus. Quantas vezes morremos de sede diante da fonte de águas cristalinas? Um livro seria pouco para descrever os benefícios da oração. A prece é uma autoterapia

u preguiça até de pronunciar o nome de Deus. Quantas vezes morremos de sede diante da fonte de águas cristalinas? Um livro seria pouco para descrever os benefícios da oração. A prece é uma autoterapia espiritual e por intermédio dela, nós agradecemos o que temos, louvamos a vida e pedimos a Deus que nos auxilie em nossas necessidades de que mais precisamos. A oração é das mais poderosas formas de imunização espiritual. Durante a prece, mergulhamos em faixas elevadas do mundo espiritual, desintegrando de desintegrando toda a forma de energia negativa que costumeiramente nos envolve. A luz dissipa as trevas. A escuridão em que muitas vezes nos encontramos é apenas ausência de luz. Por intermédio da prece, tornamos-nos mais suscetíveis às inspirações dos guias de luz, o que nos ajudará a escolher os melhores caminhos no rumo da felicidade. A oração nos livra de muitos atalhos perigosos. A prece também é excelente remédio, porque a lição com o a ligação, perdão, a ligação com o alto nos acalma. alivia a angústia e a opressão, relaxa as tensões e restabelece nossa confiança perante a vida. Por acaso você conhece algum remédio inteiramente gratuito que faça tudo isso e sem nenhuma contraindicação? Eu acho lindo, né, meus irmãos? Então, vamos fazer a nossa prece de abertura e vamos hoje ter uma palestra muito linda que se intitula eh beneficência e paciência. Mas a nossa prece é a seguinte. Fal, falemos com Deus. Peçamos ao Senhor que derrame sobre todo o planeta Terra a luz divina de seu inalterável amor. Iluminai, Senhor nosso Deus, nossos pensamentos, nossas atitudes e nosso entendimento, a fim de que estejamos sempre seguindo as doces recomendações de Jesus. Que jamais nos esqueçamos de que nossa evolução espiritual é nossa grande responsabilidade neste bendito educandário, planeta Terra. E que nos lembremos sempre de que este nosso estágio aqui na Terra é de cunho absolutamente espiritual. Agradecemos a Deus pela família que neste órbe nos recebeu. Agradecemos por todos que nos

Terra. E que nos lembremos sempre de que este nosso estágio aqui na Terra é de cunho absolutamente espiritual. Agradecemos a Deus pela família que neste órbe nos recebeu. Agradecemos por todos que nos deram a formação moral, nos revelando a doce presença de Jesus em nossas vidas. Agradecemos também por haver conhecido a doutrina espírita baseada no cristianismo primitivo, cristianismo puro, sem máculas, sem inserções, sem omissões. Por tudo nós agradecemos, Senhor nosso Deus. Nós vos louvamos e vos bendizemos. Obrigada, Senhor. Meus irmãos, então, agradecendo a todos que aqui se encontram e agradecendo aos amigos espirituais que nos protegem, nos tutelam, vamos passar a palestra paraa nossa querida palavra, pra nossa querida Patrícia, que vai falar daquele tema tão importante, né? Beneficência e paciência e paciência. Obrigada. Boa tarde a todos, a todas, aos que nos assistem, aos que nos assistirão. Sejamos todos acolhidos, né, nessa casa de Jesus. O nosso tema dessa tarde, ele está é uma mensagem lá do livro Palavras de Vida Eterna. Então, são aquelas mensagens do nosso querido benfeitor Emanuel, o espírito que orientou a jornada na terra do nosso querido irmão Francisco Cândido Xavier, aonde ele nos traz reflexões à luz do Evangelho, à luz das cartas, à luz do trabalho registrado pelos seguidores de Jesus, aonde ele nos traz mensagens e reflexões para que nós possamos renovar em nós o propósito de vivermos essa eternidade em nós. Tem uma mensagem no Evangelho Segundo o Espiritismo lá no capítulo 6, salvo engano, do espírito verdade, aonde ele nos faz pensar o que é que nós queremos eternizar em nós e o que é que nós queremos eternizar nas nossas vidas, além da nossa própria vida, né? Já que nós somos imortais. Então são essas reflexões, são essas mensagens, esses momentos aqui que nós adentramos essa casa, sentamos nesse auditório para ouvirmos a palavra de um irmão que se dedicou a matemática. Para quê? Para que nós possamos refletir sobre aquilo que nós queremos eternizar

que nós adentramos essa casa, sentamos nesse auditório para ouvirmos a palavra de um irmão que se dedicou a matemática. Para quê? Para que nós possamos refletir sobre aquilo que nós queremos eternizar em nós, nos nossos comportamentos, nos nossos pensamentos, nos nossos sentimentos. Ou seja, aquilo que nos acompanhará ao longo de toda a nossa vida, não só essa existência na Terra, mas ao longo de toda a nossa a nossa vida como espíritos imortais que somos. Então, hoje a mensagem do benfeitor Emanuel fala da beneficência e da paciência. E onde é que o benfeitor foi buscar inspiração para nos trazer essa mensagem? Lá na primeira carta de Paulo aos Coríntios. E Paulo afirma lá no capítulo 13, no versículo 4to, que a caridade é paciente e benigna. É exatamente um trecho que da carta que nós conhecemos bem, né? Quando ele diz: "Ainda que eu falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria." em outras traduções, sem caridade. E ele vai falar então dessa virtude, desse comportamento que é que deve ser um propósito para que eternizemos na nossa jornada, que é da caridade. Então ele vai falar: "A caridade é paciente e benigna". Mas antes de nós adentrarmos na mensagem, nós gostaríamos aqui de fazer um registro, porque essa carta de Paulo é uma carta muito especial, porque Paulo tinha um afeto muito especial pela comunidade de Coríntios. Afinal, Corinto é a cidade da sua querida Abigail, a sua amada, a sua amada noiva, né, que já não se encontrava mais na terra ao longo da sua jornada como apóstolo dos gentinhos, mas porque ele mantinha um amor verdadeiro que transcendeu os portais da morte. Então, a comunidade de Corinto é uma comunidade muito cara a Paulo. E essa primeira carta que ele escreve a essa comunidade, ela é vista pelos estudiosos como um manual de conduta. Mas não é um manual de conduta só pra comunidade de Coríntios, é um manual de conduta para nós, homens e mulheres do século XX. A caridade é paciente e benigna. Ou será que nos tempos de hoje nós não estamos

é um manual de conduta só pra comunidade de Coríntios, é um manual de conduta para nós, homens e mulheres do século XX. A caridade é paciente e benigna. Ou será que nos tempos de hoje nós não estamos necessitando da caridade que seja beneficente e que seja paciente? Nessa carta nós vamos ver que Paulo nessa em outras nos traz modelos, propostas de vivência do evangelho. Então, é muito importante para nós que recorremos aos templos religiosos em busca de ouvir uma reflexão, de ouvir uma mensagem, que tenhamos a certeza de que essas mensagens, essas reflexões que nos são trazidas tem o propósito de se transformar em nós ferramentas para que sejamos pessoas melhores. Essas mensagens e reflexões têm o propósito de que nós nos permitamos ser transformados por essas mensagens, por essas reflexões, com paciência. E nós vamos ver que, por vezes, é uma virtude complicada, né, de nós consolidarmos no nosso coração a paciência. Mas vamos lá, vamos tentar ver a que Paulo se referiu à luz da proposta de interpretação do benfeitor Emanuel. Então, quando Emanuel pensou esse versículo, ele nos propõe essa mensagem que ele intitula beneficência e paciência. Nós vamos perceber que Paulo, ao longo dessa carta, ele vai elencar 15 características da caridade. Oito delas referem-se a características negativas. O que não é caridade. Tá lá na carta que eu sei que vocês vão visitar quando chegarem em casa para ler. Primeira carta de Paulo aos Coríntios. Então, dentre as 15 características, oito delas referem-se à aquilo que não é caridade. As demais são afirmativas, né? Então, o que que é caridade? E Paulo vai dizer que a caridade, características da caridade, né? que a caridade é paciente, que a caridade é amável, é benigna, que a caridade se alegra com a verdade. A caridade tudo desculpa, tudo espera, tudo crê, tudo suporta. Essas características já nos sinalizam que caridade é algo para além do auxílio material, que muitas vezes é o conceito que nos visita. Então, quando nós falamos em caridade, nós vamos

, tudo suporta. Essas características já nos sinalizam que caridade é algo para além do auxílio material, que muitas vezes é o conceito que nos visita. Então, quando nós falamos em caridade, nós vamos pensar no outro, numa situação de dificuldade e que, por vezes, nós temos a oportunidade de auxiliar. Também o é. É. Mas quando Paulo diz que a caridade é paciente, benigna, se alegra com a verdade, tudo desculpa, tudo espera, tudo crê, tudo suporta. O apóstolo dos gentios está nos sinalizando que caridade é algo para além do auxílio material. E Paulo, nessa passagem da carta vai dizer que a caridade é paciente. Afinal de contas, o que que é paciência? Quando nós fomos lá no dicionário, dicionário diz assim que paciência é a capacidade de suportar dificuldades, contrariedades e incômodos com calma, com tranquilidade. É também a qualidade de quem não desiste facilmente. Se nós vamos lá no Evangelho Segundo o Espiritismo e procuramos paciência, no capítulo 9, no item 7, diz que paciência é não afligir-se no sofrimento. Então veja, paciência é a capacidade de suportar dificuldades, contrariedades, com calma, com equilíbrio, com serenidade. Não afligir-se no sofrimento. Essa é uma característica da caridade. Esperar ativamente, suportar as dificuldades. aquele que é caridoso ou está no exercício da aprendizagem, da caridade, está aprendendo a suportar as contrariedades, as dificuldades, está sabendo ou aprendendo a esperar ativamente. de forma operosa. Vamos mais um pouquinho atrás. Qual é a origem da palavra paciência? Do latim pacientes. Ou seja, o que padece. A palavra paciência tem a origem na palavra que quer dizer a o que padece. Lembram? suportar as dificuldades, suportar as contrariedades, não afligir-se no sofrimento. Paciência é uma característica daquele que no sofrimento, na dificuldade, sabe esperar ativamente de forma operosa. Veja, quando nós estamos nas nossas dificuldades, com as nossas dores, a nossa primeira reação, ou a de grande maioria de nós, é tentar sair

, na dificuldade, sabe esperar ativamente de forma operosa. Veja, quando nós estamos nas nossas dificuldades, com as nossas dores, a nossa primeira reação, ou a de grande maioria de nós, é tentar sair dali, se livrar daquele sofrimento. E isso é muito justo. No entanto, por vezes, fazemos tantos esforços e aquele sofrimento não se aplaca, ele não se acalma, ele não arrefece. E nós estamos sendo convidados a ter paciência, a sabermos lidar com as nossas contrariedades, sabendo esperar. Esperar o quê, Patrícia? Esperar o tempo que essa paciência vai consolidar em nós o aprendizado necessário para que ela não seja mais necessária na nossa vida. Porque enquanto nós ainda estivermos no aprendizado, nós teremos a lição de casa para fazer. Então, se a dor não passa, se o sofrimento não acaba, é porque nós ainda estamos precisando aprender. E dentre os aprendizados, o aprendizado de saber esperar operosamente, ou seja, trabalhando, fazendo aquilo que nos cabe para amenizar aquela dificuldade, para amenizar aquele sofrimento em nós e nos outros. A paciência é a nossa capacidade de compreender o propósito dos desafios, das contrariedades, da dor. Nós estamos aqui falando paciência alinhada com a dor, sabendo lidar com a dificuldade. E por que a dor? Lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 17, no item 7, quando o espírito nos fala sobre o dever, ele diz que Deus criou a todos nós iguais perante a dor, para que vivendo as consequências da dor, vivendo as rudezas da dor, nós pudéssemos pelo nosso livre arbítrio fazer a escolha do bem. Estamos começando a compreender que ao ter como característica a caridade, porque Paulo afirma que a caridade é paciente, sabe esperar, sabe aguardar o tempo. Então, muitas vezes quando nós formos convidados a auxiliar os nossos irmãos em dificuldades das mais diversas, saibamos que a caridade, a prática no bem sabe esperar. Façamos aquilo que nos compete, que nos cabe, que está ao nosso alcance. Mas lembrando que o tempo não é o nosso.

ificuldades das mais diversas, saibamos que a caridade, a prática no bem sabe esperar. Façamos aquilo que nos compete, que nos cabe, que está ao nosso alcance. Mas lembrando que o tempo não é o nosso. Às vezes, de forma atabalhoada, amorosamente, mas de forma atabalhoada, nós queremos auxiliar e ajudar. E somos iguaizinhos à aquele hipopótamo pisando num jardim de plantas delicadas. Saímos destruindo tudo, porque a caridade ela não é apressada, ela é paciente, sabe aguardar, sabe suportar. Mas Paulo disse que a caridade é também beneficente. E o que que é beneficência? beneficência. E nós vamos ver a tradução, né, na carta, vai dizer que a caridade é beneficente, é benigna, é prestativa, são sinônimos, né, nas nas traduções. No dicionário, nós vamos ver que beneficência é o ato, prática ou virtude de fazer o bem, de auxiliar. Então, a caridade é auxílio, é amparo no bem. Mas não é qualquer tipo de amparo, é um amparo que sabe esperar, que sabe suportar, que sabe aguardar, fazendo o trabalho que lhe é necessário. Ora, vivemos tempos tão acelerados, o desenvolvimento tecnológico tem nos dado as os aprendizados psíquicos. de um tempo muito rápido. Nós falávamos semana passada num encontro que eu nós participamos, tinha uma profissional lá, ela falou assim: "Já observaram que hoje quando nós queremos assistir um filme, uma série, uma novela, nós vamos lá naqueles canais de stream e assistimos. Não tem mais propaganda aquele tempo de aguardar. O próximo capítulo, o próximo momento. Isso é simbólico. Nós estamos num ritmo aonde aguardar, aonde esperar está sendo para nós desafiador. e trabalhar no bem, na perspectiva da espera, mais ainda, porque o nosso ritmo é para anteontem. Aqueles profissionais que trabalham com pessoas adoecidas psiquicamente, em sofrimento psíquico, com transtorno de ansiedade, sabem bem do que nós estamos falando. Ou tem familiares assim, não é? Tudo é para anteontem. e o agora e o trabalhar e o cultivar. Porque a caridade nos convida a trabalhar a terra, a cultivar.

edade, sabem bem do que nós estamos falando. Ou tem familiares assim, não é? Tudo é para anteontem. e o agora e o trabalhar e o cultivar. Porque a caridade nos convida a trabalhar a terra, a cultivar. Quando eu tenho a oportunidade de auxiliar, o meu auxílio, a minha ajuda, a minha contribuição, não é fazer pelo outro, não é assumir a vida do outro, porque se eu estou assumindo a vida do outro, quem é que está no comando e no cuidado da minha própria? é o hipopótamo pisando no jardim de flores sensíveis, de flores delicadas. A caridade, segundo Paulo, tá nos convidando ao trabalho cuidadoso, ao seu tempo, parando, respirando, agindo, parando, refletindo se aquela ação foi a melhor, mudando o comportamento, se necessário ou a ação ao seu tempo, devagar, com calma, com tranquilidade. Por vezes nós não conseguimos parar para atentar no nosso momento presente. está aqui com a cabeça em outro lugar ou então discretamente já dá uma passada de olho no abençoado celular, porque eu não posso me desconectar. Eu não sou caridoso nem comigo, nem comigo mesma e permitindo tempo para agir. Pois bem, entendendo que beneficência é essa benignidade, é essa ação no bem, a paciência, a capacidade da espera, Emanuel vai nos explicar essa afirmativa de Paulo e ele diz pra gente: "Beneficência, sim para todos". Então, nessa tarde, nós somos convidados a praticar o bem, o auxílio no bem, ação no bem para com todos, começando por nós mesmos. Se são todos, inclusive nós mesmos. Prato dividido, veste aos nus, remédio aos doentes, asilo aos que vaguei sem teto, proteção à criança desamparada, auxílio ao ancião em desvalimento, socorro às viúvas, refúgio aos indigentes. E aqui Emanuel separa para nós o auxílio no bem material, se tivermos condições que o façamos. Mas a caridade, ela é algo a ser praticado por todos nós. Eu não posso fazer um material, OK? Eu tenho as minhas dificuldades, eu não posso, tudo bem. Mas a beneficência, a prática no bem, o auxílio para com todos é também o consolo aos tristes. Quanto nos custa

ão posso fazer um material, OK? Eu tenho as minhas dificuldades, eu não posso, tudo bem. Mas a beneficência, a prática no bem, o auxílio para com todos é também o consolo aos tristes. Quanto nos custa consolar alguém? Esperança aos que choram. Por vezes nós defendemos tanto a verdade que matamos a esperança no coração dos nossos irmãos quando vamos socorrê-los. Quanto nos custa uma palavra de esperança, de incentivo, de confiança? Entretanto, é preciso entender a bondade noutros setores. Aí vem o desafio para nós. Compreensão em família, trabalho sem queixa, cooperação sem atrito, sem tumulto, sem confusão, sem guerra. pagamento sem choro, restituir ao outro o que a gente deve, sem lamúria, sem reclamação. E esse restituir muitas vezes tem a ver com os nossos débitos morais. Atenção a quem fale, ainda mesmo sem qualquer propósito edificante. Ó, a prática do bem no nosso falar, que o nosso falar edifique respeito aos problemas dos outros. Às vezes alguém vem nos compartilhar uma dificuldade e a gente olha, tá precisando de um tanque para lavar a roupa, parar com essas dificuldades. É, a dor é singular. O que dói em mim pode não doer em vocês, mas quando dói em mim dói intensamente. Respeito a dor dos outros. Quanto nos custa respeitar serenidade nas horas difíceis? Olha a paciência aqui. Isso é beneficência. Isso é auxílio no bem. Isso é característica da caridade. Silêncio às provocações. A a abençoada água da paz, né? Quando somos chamados à contenda, a discussão, o quão difícil é para nós, pelo menos para alguns de nós, para mim é o movimento de silenciar, tolerância para as ideias alheias. Esse texto de Emanuel foi escrito em 1961. Tolerância. para as ideias alheias aos que pensam diferentes de nós, mas que merecem a nossa tolerância. Sabe por quê? Porque nós também gostamos tanto que tolerem, respeitem, ouçam as nossas ideias. gentileza na rua e gentileza no trato com as pessoas, com a natureza. Aquele lixo, né, que a gente joga de qualquer jeito, isso faz parte da conduta daquele

tolerem, respeitem, ouçam as nossas ideias. gentileza na rua e gentileza no trato com as pessoas, com a natureza. Aquele lixo, né, que a gente joga de qualquer jeito, isso faz parte da conduta daquele que é caridoso. A beneficência pode efetuar prodígios, afirma Emmanuel. Tolerar, respeitar, acolher, consolar, silenciar, pode realizar prodígios na nossa vida e na vida dos outros, levantando a generosidade e conquistando a gratidão. Contudo, em nome da caridade. E o que é caridade? Senão aprendermos a colocar o amor em ação. E como é que nós fazemos isso? Aprendendo a ser tolerante, a silenciar, a consolar, a ajudar. Isso aí são passos, são etapas da gente ir aprendendo a amar como Jesus nos ensinou. Em nome da caridade, toda beneficência deve completar-se, não deve para completar-se, não pode viver sem a paciência. Para que sejamos integralmente caridosos, precisamos aprender a aguardar trabalhando. Vejam, Emanuel nos faz uma provocação, porque nós vamos pensar assim: "Nada disso aí é fácil, não. Quem foi que disse que nós viemos para esse mundo para ter facilidade? Tudo aqui que Emanuel nos convida requer trabalho, esforço. E para isso nós temos um abençoado auxílio para nos encher de força, coragem, energia, que foi o que foi lido aqui na mensagem inicial. Falemos com Deus, conversemos com o nosso pai e peçamos a ele a força, a coragem necessária paraa gente realizar tudo que a gente precisa realizar e que a gente aprenda com os nossos irmãos que nos antecederam, com os nossos benfeitores do plano espiritual, a exercitar em família, no trabalho, na rua, a caridade ensinada por Jesus. que é benigna e que é paciente. Que nós tenhamos coragem para dizer sim ao convite da vida na tarde de hoje. Fiquem em paz, que Jesus os abençoe, que tenham uma excelente semana. suave, tão meig, tão doce e tão profunda, não é? Faz a gente pensar que nosso grande trabalho é para o nosso lado de dentro, né, meus irmãos? Vamos à prece então de encerramento. Vamos eh do Senhor Jesus, nós vos pedimos que nos abençoeis

da, não é? Faz a gente pensar que nosso grande trabalho é para o nosso lado de dentro, né, meus irmãos? Vamos à prece então de encerramento. Vamos eh do Senhor Jesus, nós vos pedimos que nos abençoeis para que nós voltemos aos nossos lares após o passe com o coração leve, repleto de luz e de bons propósitos para com todos os que são do nosso convívio familiar e nossos amigos também. que levemos a todos do nosso convívio o bem-estar, a solicitude, atitudes de fraternidade e principalmente a caridade da delicadeza. Agradecemos a Deus, nosso divino criador, pai de amor e de bondade. Agradecemos ao divino pastor de nossas almas, que derrama sobre nós todos seguidamente suas bênçãos. Agradecemos pela palestra deste horário tão esclarecedor e confortante, estimulando-nos ao estudo da bendita doutrina e ao treinamento do amor, da ternura, da bondade, da capacidade de perdoar e de suportar. Agradecemos aos amigos espirituais que nos amparam e a todos os benfeitores que aqui trabalham. que todos nós nos comportemos sempre de maneira gentil e coerente com as recomendações do nosso amado Mestre Jesus, amigo de todas as horas. Muito obrigada a todos que nos amparam, nos estimulam. Muito obrigada a todos que nos ensinam, graças a Deus. Então, meus amigos, a gente vai aguardar o encaminhamento para o passe. Nossos irmãos ali estão para nos orientar. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas. mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável,

tilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento,

nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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