Paternidade e Fraternidade na Adoção à Luz do Espiritismo | Família no Ar
"A melhor escola ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter.” Emmanuel, O Consolador. Que tal debater sobre a Família à Luz do Espiritismo por meio de diversos temas relevantes para este momento de transformação e evolução da Terra? Vem com a gente para o "Família no Ar”, um programa da FEB Lives, o canal de transmissões ao vivo da Federação Espírita Brasileira! No dia 30 de agosto de 2023, abordaremos o tema "Paternidade e Fraternidade na Adoção à L...
Boa noite meus irmãos Espero que todos estejam bem boa noite tudo bem tudo bem sejam todos muito bem-vindos ao nosso programa né Nelson alegria recebemos as pessoas aqui conosco todas as semanas para conversarmos sobre família Luz do espiritismo estamos hoje fechando o nosso querido mês de agosto quando nós conversamos em nosso programa sobre paternidade e esse nosso programa família no ar é feito com a participação de todos explica para o pessoal Nelsinho o que que eles devem fazer para nos seguir sempre Então pessoal para que vocês tenham acesso ao nosso conteúdo né Para que vocês aproveitem as nossas lives se inscrevam no nosso canal ativem o Sininho para vocês seguirem a programação receberem a notificação e estarem sempre com a gente aqui as quartas-feiras É isso aí e hoje meus irmãos nós vamos receber pai e filho eles vão aqui conversar conosco sobre um tema muito interessante a paternidade A fraternidade na adoção e isso tudo sobre a ótica da doutrina espírita Vamos então chamar os nossos irmãos Roberto e Ricardo que é mais de 20 anos viveram essa experiência de aumento da sua família por meio da adoção seja bem-vindo Ricardo Olá boa noite a todos muito obrigado pelo convite Boa noite Ricardo seja bem-vindo Boa noite Roberto Seja muito bem vindo aqui conosco Boa noite Cristina Nelson para mim é uma grande estar com todos vocês essa noite os nossos irmãos estão aqui falando conosco hoje da cidade de Natal mas eles têm uma história já de algumas andanças por esse nosso Brasil e a gente vai conversar com ele sobre isso também na noite de hoje né Pois é vamos lá Roberto e Ricardo história linda né que agora vocês vão contar pra gente aqui mas eu queria falar com você sobre o seguinte segundo Conselho Nacional de Justiça aí é um dado né alguns dados que nós vamos trazer aqui acerca de 5.000 crianças e adolescentes atos para serem adotados no Brasil e mais de 34 mil pessoas que desejam adotar Olha que número significativo eles nos colocam esses números a fazer muitas reflexões E aí eu te pergunto
e adolescentes atos para serem adotados no Brasil e mais de 34 mil pessoas que desejam adotar Olha que número significativo eles nos colocam esses números a fazer muitas reflexões E aí eu te pergunto Roberto Você é pai de cinco filhos a família grande para os dias atuais como foi que a adoção aconteceu na sua vida conta pra gente bom tudo começou em 1982 quando eu me casei aí o Ricardo que é esse meu filho mais velho que está conosco no programa nasceu no ano seguinte a irmã dele a Roberta nasceu e eu infelizmente me tornei estéreo e ganhava muito pouco Meu Deus meu salário era assim nossa uma pobreza então eu nós decidimos não ter mais filhos por um tempo e aconteceu que nós nos tornamos espíritas e quando eu li no Evangelho Segundo o Espiritismo lá na no Capítulo 13 não saiba vossa mão esquerda o que dá à direita no item 18 lá que fala sobre os órfãos eu li aquele Capítulo chegava me dá assim uma coisa por dentro eu chorava muito sabe e lembrei que na minha infância também adolescência eu contava para todos os colegas eu quando casar quero um time de futebol de salão que são cinco e Eu sempre queria uma família grande mas no início não deu certo não tava dando não tinha como agora eu não era Espírita e nem a minha esposa aí em 89 nós nos tornamos espíritas ela Primeiro eu depois foi quando eu comecei a ter acesso ao evangelho é o Livro dos Espíritos e a minha vontade de ter uma família grande aumentou novamente aí eu já tava já tinha sido promovido ganhei um pouquinho mais então ficou foi ficando mais fácil é isso Pois é e isso você já está já tinha saído de Santa Catarina e já estava em Porto Velho foi bem lembrado Cristina nós morava nos em Porto Velho Rondônia lá que nós nos tornamos espíritas e foi lá que então iniciou esse essa Saga em aumentar a família mas de maneira bem pensada nós conversamos com os filhos primeiro eu e a minha esposa abrimos o coração né se nós não na época era o contrário não existia um filas como hoje não tinha 34 não tinha ninguém ninguém adotar ficava
nós conversamos com os filhos primeiro eu e a minha esposa abrimos o coração né se nós não na época era o contrário não existia um filas como hoje não tinha 34 não tinha ninguém ninguém adotar ficava em fila para adotar crianças e eu acho que era o contrário havia 34 mil crianças para serem adotadas e meia dúzia querendo adotar então nós abrimos o coração e dissemos a partir de hoje Quando surgiram uma criança em risco né social a gente então estaríamos estaríamos prontos para adotá-las e foi o que aconteceu as crianças foram surgindo nós não procuramos por elas Ricardo você era pequeno quando quando seus pais tomaram essa decisão e é segundo a sua mãe de confidenciou certa feita ela disse que vocês oravam você e sua irmã para que os irmãozinhos chegassem também como é que foi essa experiência assim de ganhar irmãos pela adoção para você Cristina obrigado pela pergunta é 11 anos de idade o time aí dos irmãos chegou aí com reforços né primeiro com Vitor Hugo depois com Augusto Sérgio e Foi incrível primeiro pela pela pelo pela criação que a gente teve né dos meus pais então nunca vi diferença então a gente recebeu irmãos como qualquer família quando nasce um irmão é um motivo de muita alegria então eu tive um irmão primeiramente depois chegou o segundo com essa alegria ela se multiplicou isso foi motivo para mim de oportunidade de aprendizado então eu sou o pai hoje mas era o filho mais velho tinha apenas 11 anos mas o tempo foi passando 12 13 14 15 Eles foram crescendo assim como eu fui me desenvolvendo isso me ajudou aí na oportunidade hoje de ser pai já ter cuidado de crianças pequenas e tal foi uma experiência que eu sou muito grato pela oportunidade que os meus pais me deram de ter tido irmãos primeiro Victor e Augusto com 11 e depois até ter chegou Ana Teresa quando eu tinha 20 então tem uma quase que uma década de diferente entre as gerações aí então eu consegui com 20 está mais Maduro e ter também uma nova experiência com bebê chegando então foi Foi incrível foi uma coisa única
tem uma quase que uma década de diferente entre as gerações aí então eu consegui com 20 está mais Maduro e ter também uma nova experiência com bebê chegando então foi Foi incrível foi uma coisa única passou muito grato Que bacana o Ricardo e assim a gente consegue perceber que a espiritualidade sempre trabalhou né dentro da família de vocês desde o início né E aí eu pergunto a vocês dois queria que cada um fizesse né na sua visão como a doutrina espírita auxiliou a família de vocês nesse processo de adoção acho que as pessoas que estão nos assistindo aqui vão gostar de ouvir olha estão me ouvindo lá em casa ajudou talvez 5.000 por cento porque nós começamos a frequentar a Federação Espírita de Rondônia a Fero e mais do que a doutrina a vivência que nós percebemos exemplo a então presidente da federação espírita de Rondônia a Márcia Pini ela tinha 35 anos de idade e já tinha 11 filhos né porque ela tinha adotado seis e eu frequentar eu e minha esposa começamos a frequentar junto com o Ricardo e a Roberta frequentavamos as reuniões e confraternizações feitas na casa dessa Presidente e eu comecei me encantar com a criançada Aquele monte de criança correndo derrubando coisa e aquele alvoroço todo e eu queria sempre a família grande então aquilo foi uma inspiração tremenda para mim Ah eu fui ali A outra coisa o Jorge ela arraque vocês conhece Hoje ele já tá até nacionalmente conhecido palestrante etc ele a esposa Sâmia também adotaram filhos o atual o atual presidente da federação espírita de Rondônia o Pedro Barbosa também com filhas adotivas Então esse ambiente fez com que a gente tirasse um medinho que que a gente tinha Qual era esse medinho será que quando eu adotar uma criança o amor vai ser o mesmo do que o meu filho biológico Será que eu vou conseguir me apaixonar por esse filho tanto quanto eu amo os filhos que são nossos né nossos que eu digo biológicos E essas essas pessoas queridas que eram nossos em pouco tempo já eram os nossos melhores amigos e percebendo essa dinâmica e a forma como
amo os filhos que são nossos né nossos que eu digo biológicos E essas essas pessoas queridas que eram nossos em pouco tempo já eram os nossos melhores amigos e percebendo essa dinâmica e a forma como ele se respeitavam chamavam se tratavam nós não tivemos mais dúvida alguma e em segundo lugar a doutrina propriamente dita né com a sua base teórica e os postulados os princípios espíritas foram básicos para a gente perceber que nós tínhamos muito amor para dar e queríamos de fato aumentar a nossa família e é muito bacana antes do Ricardo falar Ricardo se você me permite você dizer Roberto que eu acho que é uma dúvida de muita gente né Será que o amor vai ser o mesmo amor que eu tenho pelos meus filhos biológicos né E você deixou claro aqui que não há diferença alguma nós temos filhos de três ou quatro etnias diferentes cada um tem uma cor Tem azul tem amarelo tem vermelho tem vermelho todas as cores lá em casa cabelo liso solta encaracolado preto loiro só não temos ainda calvos que eles são muito novos ainda mas e não tem diferença não tem diferença eu não sei te explicar Nelson em relação especificamente a doutrina falando diretamente tá no meu caso porque eu era muito jovem tinha 11 anos então eu diria que a doutrina fez pelo meus pais e isso de alguma maneira acabou chegando até a mim então assim um ambiente muito favorável se você me perguntar se eu entendo ah você tem irmãos adotivos a minha resposta é sempre não tenho irmãos ponto a sensação da chegada a sensação de qualquer família Quando a mãe engravida e nasce um irmão então isso foi uma coisa muito bonita que meus pais passaram para gente a questão de de agir com transparência então nós sabíamos eles também sabia souberam assim que que puderam entender isso e nunca ouvi de ninguém nem a gente agiu um diferente para mim são meus irmãos e são irmãos pronto não tem nenhum complemento eu acho que a doutrina espírita foi foi essencial para eles e como a minha mãe te disse é Cristina muitos Evangelhos a gente fazer em casa e cair uma aquela
ão irmãos pronto não tem nenhum complemento eu acho que a doutrina espírita foi foi essencial para eles e como a minha mãe te disse é Cristina muitos Evangelhos a gente fazer em casa e cair uma aquela parte dos órfãos né então a gente acha que de alguma maneira já foi nos preparando e quando eles chegaram não foi algo combinado meus pais fizeram a reunião em casa como ele já disse olha vamos não foi natural aconteceu e foi muita alegria e como é até hoje né muito interessante esse depoimento de vocês como esse processo foi um processo é que veio ao encontro de um desejo parece que a família toda já preparada para essa experiência né e a gente queria que lembrar né de uma passagem que a gente tem do novo testamento quando Jesus é apresenta a João a sua mãe quando ele estava já perto de voltar para o mundo espiritual e diz Para Ele para Ele mulheres e aí o teu filho e diz para João Eis aí a tua mãe e esse processo foi um processo também de adoção é de filhos de um filho pela mãe de uma mãe pelo filho né então a família se fortalece com adoção E também o filho se fortalece né como é que vocês percebem Por exemplo essa multiplicidade dessas experiências né que vão se juntando você falou aí da chegada dos irmãos em épocas diferentes os seus dois irmãos tem uma diferença muito pequena de idade entre eles né tem você e a Roberta que são um pouco mais mais velhos e depois tem a TT que é caçulinha da família né como é que que vocês percebem essa junção e esse fortalecimento da Família com essa multiplicidade de experiências o Roberto falou de todas as cores gostos e experiências né nesse sentido como é que a família se fortaleceu com a adoção e as crianças também se fortaleceram não apenas quem chegou mas quem já estava na família vamos começar pelo Patriarca vamos lá então nós vamos lá extremamente interessante porque a gente estuda na literatura Espírita que todos somos espíritos Imortais que cada um está na sua faixa evolutiva mas vivenciar isso com esposa e cinco dentro
vamos lá extremamente interessante porque a gente estuda na literatura Espírita que todos somos espíritos Imortais que cada um está na sua faixa evolutiva mas vivenciar isso com esposa e cinco dentro de casa olha o tamanho dos meus olhos Olha é cada um é cada um são somos no caso contando comigo né Nós somos sete personalidades diferentes não tem ninguém igual e para mim assim como pai digamos assim como educadores principalmente para minha esposa foi um enorme desafio porque o que para o Ricardo servia para Roberta para o Vitor Hugo para o Augusto serve para Ana Teresa não era por ali tinha que achar uma outra abordagem aí e mais um e veio e a gente sempre não isso aqui deu certo com esse né Vamos replicar no próximo que nada o outro já exigia o outro tinha que fazer um curso né E olha sem brincadeira os filhos fizeram a gente esse remodelar Eles não sabem disso acho eles não percebem mais para eles talvez a gente seja a mesma pessoa sempre assim dos 20 anos até os 66 que é o meu caso agora parece que eu sou o mesmo mas eu sei o que eu precisei mudar para lidar com toda essa turma Cada um com as suas peculiaridades seu temperamento com seus altos seus baixos e a relação entre eles agora uma coisa é certa eles são irmãos como a maioria dos irmãos um joga uma laranja no outro o outro joga um sapato no céu é aquela coisa entre irmãos que é normal em todo mundo bem disso O Ricardo a palavra adoção ela existe assim no ato de trazer essa criança para o nosso convívio Mas entre nós não existe filho isso filho aquilo né então eles agem Como como deveriam os irmãos todos Agir é muito interessante muito bom recomendo recomendo não tenho mais porque a casa não cabe mais ninguém senão eu continuaria adotando ainda seu complementar aqui Roberto só um minutinho Ricardo tem uma pergunta aqui com que idade as crianças chegaram em casa pode ser um dos dois aí para dizer para a gente todo mundo foi para casa de vocês bebezinho mas não nós não procuramos bebês Como eu disse antes Nós abrimos o coração para
as crianças chegaram em casa pode ser um dos dois aí para dizer para a gente todo mundo foi para casa de vocês bebezinho mas não nós não procuramos bebês Como eu disse antes Nós abrimos o coração para quando surgisse uma criança nós adotaríamos nenhuma condição qualquer criança de qualquer idade aí houve um surto de sarampo no lar do bebê e o primeiro filho que nós adotamos o Victor Hugo foi colocado numa família substituta porque o lar do bebê foi interditado lá na medida sanitárias e tal e distribuíram as Crianças em famílias credenciadas lá no judiciário quase todo mundo era Espírita e foi porque esse menino foi parar na casa do Jorge alaha e da Sâmia aí ele ficou lá e a gente frequentava muita casa deles tomamos conhecimento dessa criança e aí na hora do almoço aíca disse nosso filho chegou e daí no mesmo dia de noite nós já uma certa facilidade né A gente já foi lá já entramos em contato com a assistente social ele tinha 45 dias quando ele chegou na nossa casa aí nós Já conseguimos aguarda provisória entramos com o processo de adoção legal deixei assim de acordo com todos os trâmites legais apenas ficamos com a guarda provisória seis meses depois uma outra peste eu não sei nem qual graças a Deus Bendita doença no lar do bebê de novamente as crianças são espalhadas pela cidade e novamente o menino vai uma criança parar na casa do Jorge larrai da Samia e esse menino que é o Augusto Sérgio várias pessoas foram lá para vê-lo e eu acho que ele ficava invisível ninguém conseguia se agradar muito do menino né todo mundo aí saía de lá e não adotar aí foi quando ele nós ficamos sabendo que essa criança na casa dela esse que é o Augusto já estava com seis meses e meio ele ninguém na cidade tinha querido ficar com ele porque ele na época apresentava várias vamos dizer assim deficiências físicas ele não mexia os braços o pescoço caía para um lado a língua ficava para fora as pessoas viam aquela criança no berço e não queriam imagina não é assim aquele protótipo de bebê Johnson né então não
as ele não mexia os braços o pescoço caía para um lado a língua ficava para fora as pessoas viam aquela criança no berço e não queriam imagina não é assim aquele protótipo de bebê Johnson né então não queriam graças a Deus aí nós fomos lá e levamos a criança para casa corre na Vara da Família da infância e juventude requisito a guarda fica daí nós evitamos que ele fosse para adoção Internacional e depois de três anos de fisioterapia de fonoaudióloga de terapeuta ocupacional ali mais nos profissionais numa equipe assim que tinha no hospital ele ficou 0 km Hoje ele sabe aqueles caras que fala tipo Charles negage que fazem musculação é o próprio ele é educador físico nem sei como é que é o nome disso me ajuda Ricardo personal trainer é isso ele fez a educação física é quem Olhas assim mas é aquele franzino todo doente que não ia vingar não sei pois é e a Ana Teresa que surgiu 10 anos mais tarde foi a última ela tinha quatro meses e meio também muito mas é nós não não estávamos naquela infelizmente né aquela que lá eu quero uma criança que tenha no máximo que seja recém-nascida com olho assim com pele assim com cabelo assim eu não quem apareceu veio e muito bem obrigado não tenham medo de adotar a gente ama essas crianças assim tranquilamente não faz diferença alguma Mas será que vai dar problema meu Deus os nossos filhos biológicos não deu problema no mundo tem muito mais filhos biológicos dando problema uma criança adotiva não existe esse preconceito que filho adotivo isso e aquilo bobagem enorme falei demais de jeito nenhum e sobre a pergunta anterior isso pergunta original lá como como a gente sempre sob a minha perspectiva né de irmão lá nunca considerei né nunca vi diferença então era só para dizer um pouco disso não sei da perspectiva deles mas da nossa perspectiva Nossa eu digo família foi muito bom tê-los né fazendo com que a família aumentasse Nós também entendemos que assim como os dedos são da mesma mão e todos eles são diferentes né tá mais diferentes funções
sa eu digo família foi muito bom tê-los né fazendo com que a família aumentasse Nós também entendemos que assim como os dedos são da mesma mão e todos eles são diferentes né tá mais diferentes funções diferentes Então cinco filhos também que o meu pai falou né todos têm ali a sua personalidade própria os seus objetivos nenhum tem a mesma profissão mas todos se complementam que hoje a gente tem aí quem quem cuida da contabilidade Quem cuida da nutrição da Saúde Tá vindo outra ali que vai ser advogada da família e assim vai então a gente tá acho que vai se complementando e de fato foi uma experiência incrível e eu não considero como única né Porque para mim algo natural muito bom muito bom Ricardo inclusive ele o Augusto tá aqui ó ele mandou uma mensagem aqui para gente sou eu tá falando aqui Professor o profissional de educação física personal trainer Olha ele aí ó é esse aí não não é só na foto ao vivo Ele É bombado mesmo viu e olha eu vou aproveitar para dizer o seguinte nossos irmãos internautas que estão nos assistindo Aqui mandam suas perguntas olha Fabiana mandou uma pergunta aqui e olha quanta quanto ela o quanto ela conseguiu enriquecer com a resposta do Roberto pra gente então mandem suas perguntas por favor pois bem pessoal Emanuel na obra astronautas do além ele afirma e se tens na terra filhos por adoção habitua-te a dialogar com eles tão cedo Quanto possível para que se desenvolvam no plano físico sobre o conhecimento da Verdade Olha só e aí eu queria fazer uma pergunta para vocês em cima disso O esclarecimento sobre adoção desde o início ele foi presente na família de vocês vocês avaliam como importante essa sinceridade para o êxito para o sucesso no relacionamento da família apesar de vocês terem filhos né no caso do Ricardo irmãos e chegaram bebês em casa mas como se deu esse processo bom eu vou começar Se for possível vou iniciar respondendo Adorei a pergunta pelo seguinte as pessoas elas não são eu não sei porque razão as pessoas são Malvadas às vezes né então a gente ia no
cesso bom eu vou começar Se for possível vou iniciar respondendo Adorei a pergunta pelo seguinte as pessoas elas não são eu não sei porque razão as pessoas são Malvadas às vezes né então a gente ia no supermercado ele e minha esposa minha esposa eu sou branco a minha esposa chega a ser pálida ela é muito mais branca do que eu aí a gente ia no supermercado passava o Ricardo Vocês estão vendo passava Roberta que é outra brancolate eu nunca vi coisa tão Branca acho que ela não tem pigmento algum Coitadinha e daí vinha ouvindo Hugo e o Augusto Sérgio atrás né um pretinho e o marronzinho e os dois caminhando aí as caixas do supermercado começava assim são seus e eu dizia são mais assim é na mesma esposa eu dizia assim a mesma mãe interessante aquela senhora ali não é sua esposa eu sempre com ela que eu digo sim é ela mas então filhos dela aí ela ficavam assim sabe era impressionante como as pessoas queriam fazer essa distinção até o ponto assim dizer não não é meu filho é filho de outra mãe eu aceitei Então o porquê que eu falo isso na escola quando eles iam desde a creche tem aqueles amiguinhos que vinham assim filho eu sei minha mãe disse a minha mãe falou que vocês são adotivos você não são filho aí eles diziam Sim nós somos filhos do coração isso mesmo ela não é E por que que eu falei tudo isso é porque assim extremamente importante desde o primeiro dia que chega em casa bebezinho e colo com bico chupeta na boca não sabia nada e a gente já o filho do filho do meu coração Eles não sabiam falar não entendi nada mas a mensagem a gente já foi Dani até quando eles faz as primeiras palavras os primeiros diálogos Sempre dizendo vocês não nasceram da barriga desta mãe esse dinheiro da barriga de uma outra mãe que amava muito você várias razões não pode educá-los não tinha como ficar então ela preferiu emprestar vocês para a gente para que você estivesse em escola falamos desde o primeiro dia para os 13 Nunca que eu me lembro de eles terem reclamado assim alguma coisa de como a gente vê muitos assim em
restar vocês para a gente para que você estivesse em escola falamos desde o primeiro dia para os 13 Nunca que eu me lembro de eles terem reclamado assim alguma coisa de como a gente vê muitos assim em psicólogos e terapeutas né que tem que tratar adolescentes que lá pelos seus 16 14 17 anos descobrem que foram adotados e daí CCB enganados acham que os pais mentiram então a gente evita essa situações críticas desde o início e é muito natural eles não tem problema com medo tem que ter a verdade sempre é mais é a mais fácil de se fazer mentira não não leva para lugar Você colocou uma coisa que é interessante porque a gente acaba colocando o físico em detrimento do emocional e do espiritual porque sabemos que a nossa parentela ela é formada por meio das várias experiências e o que faz esse laço não é a contabilidade mas é afinidade espiritual isso é muito importante aqui o Augusto disse né que não via diferença da para mim é algo natural só sei distinguir quando parte da minha pessoa explicar mas mesmo assim não me importa só sei agradecer a Deus pela família que tem Eu amo todos né Isso é muito importante né E esse preconceito Ricardo como é que você também deve ter percebido você já era um pré-adolescente né das pessoas colocando esses comentários assim não muito agradáveis nunca vivi graças a Deus nunca vivi assim honestidade é um alicerce nossa família enfim não não só da boca para fora exemplo então assim sabe eu tô aqui pensando se para a gente se foi tão natural todo esse processo esse movimento Tão natural que nunca não só Óbvio como meu país precisavam saber pelo nosso alicerce né questão de honestidade transparentes Mas jamais a gente teve qualquer diferença em qualquer situação que você possa imaginar e eu tava aqui pensando Quantas vezes a gente tem algum problema e aí diz que perdoa alguém mas na hora que vem aquele pico de raiva de alguma coisa a cólera você vai solta aquilo né para ferir depois se arrependeu eu tava aqui pensando eu nunca nem fiz e nem vi
ma e aí diz que perdoa alguém mas na hora que vem aquele pico de raiva de alguma coisa a cólera você vai solta aquilo né para ferir depois se arrependeu eu tava aqui pensando eu nunca nem fiz e nem vi Nenhum de Nós olhar por algum motivo para olhar para outra você é do time nunca isso nunca existiu não não nos vemos assim não há nenhum tipo de diferença eu acredito que o único momento que talvez de vida assim eu fosse ia ser até um choque era ah precisamos fazer uma doação de órgãos com teu pai comigo e tem que ser alguém compatível daí poder perceber que talvez eles não pudessem essa e talvez até surpreendesse como sendo né então não houve nem da nossa parte e nem de nenhum amigo de ninguém isso nunca foi segredo para ninguém nunca foi assunto de ninguém nem a favor nem conta porque é o tratamento é tão normal é tão igual não tem porque ser diferente então e Graças o que eu digo assim a criação como foi ensinado para a gente para eles então eu digo eu tinha 11 anos quando o Victor e o Augusto chegaram lá em casa depois eu tinha 20 mas já tinha os dois de um quando eu tinha 11 então foi tão normal quando ele vim era só nenhuma então é algo muito muito bom assim e repito natural sem sem nenhum tipo de diferença a Roberta tá dizendo aqui que vocês desenharam uma história na parede do quarto dos irmãos de vocês é isso isso aí que é uma artista né não arteira ela é artista ela desenhou a gente indo buscá-los e como eles vieram para casa eu tenho memória um pouco ruinzinho eu não lembro mais mas numa próxima oportunidade aí que te Fala Cristina como que foi esses desenhos assim as ilustrações que ela fez na parede onde eles dormiram né perfeito muito bacana né gente muito bacana a história de vocês e tudo isso que você falou Ricardo tá muito claro aqui no depoimento do seu pai né Isso tudo que você falou dessa transparência tá muito claro para gente assim a gente tá sentindo a verdade e a emoção que tá emanando da fala dele do Olhar dele da forma como ele se expressa aqui para a gente mas eu
ocê falou dessa transparência tá muito claro para gente assim a gente tá sentindo a verdade e a emoção que tá emanando da fala dele do Olhar dele da forma como ele se expressa aqui para a gente mas eu queria aproveitar aqui para mandar um beijo tem tanta gente interagindo aqui a Márcia Tinoco a Marcia Tinoco é uma amiga de infância lá do Rio de Janeiro e ela tá aqui participando da Live ela tem duas meninas lindas minha amiga ela tá dizendo aqui as minhas filhas chegaram a 4 anos estão com 12 e 9 anos hoje eu não posso deixar de também falar que da minha esposa Fabiana Cris que tá aqui você conhece bem ela tá dizendo aqui para mim eu achar aqui onde foi que ela falou aqui uma família linda inspiradora Nelson Acho que precisamos retomar o assunto adoção Mas vamos lá diante de tudo que queria falar alguém queria falar não né não vamos lá então assim diante de tudo isso que a gente já viu o contato com a família Roberto de origem do filho que foi adotado é algo às vezes temido pela família adotiva né muita gente tem medo Ah mas é a família Será Que Será que tem contato será que eu permito que tenha como vocês lidaram com essa condição na família de vocês bom nós temos duas situações diferentes outra Ótima pergunta a primeira é que esses primeiros dois meninos o Victor Hugo e o Augusto Sérgio ambas as mães em hospitais diferentes deram a luz e na hora de entrar no hospital deram o nome falso endereço falso tudo falso todos os números de documentos ela só falaram da boca para fora e se omitiram assim completamente enquanto a identidade e nos dois casos no segundo dia as duas mães fugiram da Maternidade abandonar os meninos lá e o ministério público e por isso o processo de adoção dos dois foi bem mais longo o Ministério Público tentou de todas as formas localizar os pais né mas não conseguiu porque não havia nenhuma referência idônea e para nossa surpresa nem o Vitor Hugo e nem o Augusto Sérgio até hoje pelo menos e nós já conversamos também especificamente sobre isso se
mas não conseguiu porque não havia nenhuma referência idônea e para nossa surpresa nem o Vitor Hugo e nem o Augusto Sérgio até hoje pelo menos e nós já conversamos também especificamente sobre isso se eles tinham desejo em localizar as famílias eles disseram que não que eles estavam tão bem é tipo assim para que eu não eu não ter como é que eu vou dizer assim que pais que eu vou procurar vocês são meu pai e minha mãe eu não preciso procurar um outro pai ou uma outra mãe tal então eles dois foi assim eles estão bem resolvidos quanto a isso sobre fazem parte da são a família Valmor e daí estão muito bem quanto a isso já Como eu disse no início cada espírito é diferente né a Ana Teresa a nossa Caçula é Caçula porque a mais nova ela tá com 20 agora e ela desde o início da adolescência ali 12 13 Ela já queria saber e aí o cartãozinho o cartão aquele cartão de vacina que não é o cartão parece uma folha de cartolina dobrada assim porque tem não sei vacinas lá tava tinha um nome a lápis o nome completo da mãe dela então desde pequena ela acho que um dia ao levar para escola ela viu o nome da mãe e graças a internet ela começou a pesquisar o nome da mãe foi foi foi foi foi e foi Descobrindo a história dela em segredo daí um dia ela não almoço eu acho que foi ela falou pra gente lá em Florianópolis Olha eu consegui eu descobri quem é minha mãe o nome dela é tal ela tá em tal lugar etc etc etc etc passaram-se uns três ou quatro anos ela conversou com essa mãe dela com a mãe dela biológica falou também é conhecer o dois dois um irmão e uma um meio irmão né e meia irmã que ela tem que são filhas da mãe biológica e Descobriu onde eles moram e tal pela internet e também baseado no apelido porque a mãe não lembrava do nome do pai não conhecia mas sabia o apelido e ela a danada pelo apelido ela começou a vasculhar Instagram Facebook esses essas coisas e Descobriu onde o pai mora Quem é Ele entrou em contato com ele falou com ele então a gente vê assim cada espírito tem a sua necessidade né E ela viu agora
ulhar Instagram Facebook esses essas coisas e Descobriu onde o pai mora Quem é Ele entrou em contato com ele falou com ele então a gente vê assim cada espírito tem a sua necessidade né E ela viu agora Vocês perguntam a gente ficou com medo ficou preocupado receoso eu não fiquei nem um pouco assim a minha esposa veio falar comigo Olha a Ana está buscando a origem as origens dela identidade mãe pai etc ela disse deixa ela procurar agora ela já tinha eu acho que quando ela o pai ela conheceu com os 16 eu acho mas a mãe ela conheceu rápido com 14 anos nós não interferimos nós deixamos ela conhecer ela uma vez tinha até manifestado o desejo de viajar até a cidade onde a mãe dela mora né Aí nós dissemos que sim depois ela não não teve mais interesse não hoje ela fala com a mãe dela assim normalmente e o mais importante eu esqueci ela perguntou para a mãe dela porque que a mãe a tinha abandonado e a mãe deu toda aquela explicação assim então foi um acho que aquela questão assim aquele vazio porque que me deixaram né ela conseguiu resolver aquilo aí A mãe pediu perdão para ela daí as duas choraram isso tudo Eu ouvi falar Eu não estava vendo né mas assim achei extremamente interessante esse contato para como se diz assim para para cobrir certas feridinhas certas marcas que ficaram né na psiqueta e ambas eu acho né É uma questão da história né da lacuna dessa história que para ela ela queria preencher dessa forma muito interessante eu tô com uma pergunta aqui que eu gostaria de fazer para vocês aí vejam quem é que vai estar respondendo Boa noite da nossa irmã Luciana Nardi Olá boa noite eu gostaria de saber como podemos entender a luz da doutrina quando no decorrer de uma adoção existe um conflito muito grande entre a criança e a mãe adotiva Eu acho que ela tá querendo querendo aqui que a gente possa tá dando uma posição da doutrina quem gostaria de começar ou vai só o Roberto Ricardo os dois Olha eu não sou ninguém para dar conselhos assim né mas agora em termos de doutrina espírita nós temos que
tá dando uma posição da doutrina quem gostaria de começar ou vai só o Roberto Ricardo os dois Olha eu não sou ninguém para dar conselhos assim né mas agora em termos de doutrina espírita nós temos que lembrar que cada um de nós é um espírito diferente nós temos que lembrar que muitas vezes as crianças que nós estamos adotando hoje elas podem ter sido termos tido relações interpessoais afetivas é profissionais ou até inimizades grandes no passado de cada um de nós ou num passado bem recente Encarnação anterior ou quem sabe algumas lá atrás então nós sabemos que nós precisamos resgatar essas essas animosidades é muito natural que muitas vezes a gente se propõe a receber como filho ou filha aquele espírito com o qual a gente necessita se harmonizar né então é claro que no início e inconscientemente essa criança se nós a prejudicamos muito no passado e agora no na nossa no planejamento espiritual nós nos colocamos à disposição e até pedimos para poder tê-la como filho ou filho para resgatar os débitos que temos com ela e tirarmos esses óbices que a gente tem no início evidente que vai ter uma certa animosidade porque inconscientemente aquele espírito lembra Essa é aquela né que me fez isso me fez aquilo mas nada que a convivência não vá é suavizando e lembrando a gente é espírito Imortal Ninguém vai querer numa numa Encarnação só é assim que ficar tudo absolutamente rosas e Flores Às vezes precisa mais de uma né duas três até que as coisas se encaixam direitinho mas tem que começar se a gente desistir cada vez que uma dificuldade surge eu conheço e vocês que estão me ouvindo agora também quem não conhece milhares de casais que não tem filho adotivo que tem filhos biológicos e que infelizmente por uma série de motivos tem problemas de relacionamento convivência não é um processo simples quer dizer muitas vezes a gente coloca só na conta da outra Encarnação mas também às vezes ao longo dessa mesma nós não vamos conseguindo fazer aquela harmonização e tudo mais de uma maneira
o simples quer dizer muitas vezes a gente coloca só na conta da outra Encarnação mas também às vezes ao longo dessa mesma nós não vamos conseguindo fazer aquela harmonização e tudo mais de uma maneira muito adequada é as brigas né Acho que seria interessante a gente pensar as dificuldades meus irmãos elas estão dentro do ambiente da família para que a gente possa a parar as nossas arestas E aí independente do biológico do somente essa parentela formada pela adoção é independente disso nós temos que ter essa consciência e aí é muita evangelização e Auto evangelização principalmente e aos pais cabem muito esse papel de texto discernimento porque filhos é para que a gente Dê essa dedicação a mais essa essa cota mais de nosso da nossa amorosidade a pergunta da nossa irmã Luciana acabou que o Roberto Ele já deu um fez um início né de um de um apanhado do que nós vamos falar agora mas eu acho que agora a gente pode aprofundar um pouco mais viu Roberto e agora você também Ricardo essas situações né de famílias que adotam aí às vezes enfrentam problemas com os filhos né Luciana trouxe esse relato dela aqui agora às vezes com comportamentos inadequados às vezes com violência que aí se torna mais pesado mais grave né e diversas outras dificuldades mas podemos dizer que isso se deve a débitos do passado você quer começar Roberto eu tenho plena consciência é na minha própria na minha vou fazer uma confissão aqui só para nós nós 200 milhões de assistentes aqui na minha família eu meu pai mãe irmãos e tal a gente sempre teve assim umas nem sempre uma compreensão eu e meu irmão nem sempre nos entendemos muito bem nós somos completamente diferentes em alguns pontos de vista especialmente nessa questão assim de comportamento religioso ético mas e somos irmãos biológicos Não há razão para querer ou para esperar que um filho que ela um desentendimento uma diferença de opinião é posturas é a mesma do filho biológico porque há mais do que qualquer parentesco sanguíneo ou nós somos espíritos cada qual com a sua própria
filho que ela um desentendimento uma diferença de opinião é posturas é a mesma do filho biológico porque há mais do que qualquer parentesco sanguíneo ou nós somos espíritos cada qual com a sua própria história e nós já aprendemos que nós reencarnamos para continuarmos nascendo da evolução da aperfeiçoamento Então se ainda estamos em um mundo de provas expiações nós teremos que conviver com aquelas pessoas que ao longo dos séculos para não dizer dos milênios né a gente veio magoando aqui para não dizer coisas piores né só magoando magoando magoando e está na hora com o conhecimento que a gente já tem de tentar revitalizar essas animosidades que a gente foi construindo ao longo do tempo então eu acho muito a gente precisa se vejam bem vamos vamos vamos estamos aqui né entre espíritas quando a gente está em casa e não acontece nada é um Marasmo É um tédio é uma coisa assim ô meu Deus então os problemas surgem para exercitar o nosso e agora meu Deus Fulano adoeceu Fulano Tá desempregado vai nascer o filho de alguém o carro capotou Ah e a gente tem que usar nos nossos contatos da inteligência para crescer para achar oportunidades de resolver problemas né não é fugindo problema quando eu era olha contar os outros segredo aqui quando eu era católico eu rezava para me livrar dos problemas eu não eu não entendi Olha aí Edilaine ali tá linda nossa amiga lá de Florianópolis um beijo para Edilaine para o marido dela que fez cirurgia a pouco está bem O Carlos Mas enfim e aí eu esqueci o que eu estava falando agora me falaram que os problemas surgem para poder dar uma animada na família né os problemas surgem para não é nem animar a família para a gente evoluir né porque um problema aqui um problema ali um problema ali a gente vai Claro Às vezes a gente toma uma decisão equivocada a gente comete erros mas aprende até quando a gente erra a gente aprende porque se toma uma decisão errada vai sofrer a consequência logo em seguida ou muito depois mas dói na gente e a gente aprende assim eu não vou mais
mas aprende até quando a gente erra a gente aprende porque se toma uma decisão errada vai sofrer a consequência logo em seguida ou muito depois mas dói na gente e a gente aprende assim eu não vou mais decidir dessa forma Então tudo nos acontece por uma razão e a gente desenvolve com essas crianças que estão no nosso convívio nós crescemos né como eu disse no início o que eu precisei mudar eu fiz tratamento médico eu fiz Nossa eu fiz tudo assim para me tornar uma pessoa mais mais calma mais tranquila Pergunte ao Ricardo como eu era pobrezinho eu era um militar assim nossa reto quadrado assim sabe então o primeiro filho os seus pecados e depois então que eu fui percebendo que esse jeito bitolado assim muito sim sim não não quero misturar as coisas era um jeito muito eu mando e o filho obedece não há discussão sabe aí eu fui aprendendo a dura as pernas com essa filharada toda que veio que eu tinha que mudar então o recado é o seguinte a gente pensa que vai adotar uma criança para pelo amor pelo é um ato de caridade é um ato amoroso é que vai Nossa vai fazer mas nós eu acho Pela Minha experiência que eu ganhei mais do que eu dei o que eu recebi desses desses cinco filhos deve ter melhorado um pouquinho a gente tem aqui um depoimento da Roberta dizendo o seguinte às vezes também existe questões da Constituição física saúde mental nas brigas e dificuldades do núcleo familiar é o que você falou né ao longo do tempo você vai se aprimorando vai se desenvolvendo como pai como mãe e eu queria ouvir o Ricardo que teve a oportunidade como o filho mais velho de observar toda essa mudança esse crescimento na família e aí a gente já tá pertinho do nosso final né Ricardo o quanto para a família de vocês ser essa família grande diversa plural foi importante é importante para o crescimento de todos vocês bom eu não consegui imaginar ela sendo diferente né Não consigo imaginar como seria a minha vida se fosse só eu meu pai minha mãe a Roberta eu acho que teria sido muito sem graça acho que que
os vocês bom eu não consegui imaginar ela sendo diferente né Não consigo imaginar como seria a minha vida se fosse só eu meu pai minha mãe a Roberta eu acho que teria sido muito sem graça acho que que tá fazendo um complemento ali a questão anterior a gente sempre acredita assim ah tô com algum problema isso é de vida passada e tal e às vezes não percebe que na própria existência que a gente tá tá falhando né Então acho que o exercício né da Reforma Íntima é algo muito importante e aí com ele a gente consegue entender as diferenças uma família grande né consegue entender a diferenças e respeitar cada um e tentar fazer o seu melhor eu aqui como Pai posso falar que tive um tempo na minha vida tem um filho chama Felipe tem 8 anos filho maravilhoso que alguns momentos eu percebi que tava um pouco distantes e distante Então por que que ele prefere a mãe não pai e aí quando eu comecei a refletir eu percebi que ele tava apenas retribuindo aquilo que ele recebia eu tava muito ocupado trabalhando tinha menos tempo para dar atenção para ele e ele naturalmente procurava quem ele tinha mais atenção e no momento que eu tive a oportunidade de corrigir Ou seja eu não ocupar Deve ser alguma coisa de vida passada se não vou fazer agora algo diferente comecei a dar atenção comecei a olhar mais para ele participar de forma mais ativa da vida dele é o meu filho virou uma outra criança era algo eu sempre sonhei assim maravilhoso e hoje com 8 anos de vez em quando ele ele me questiona né alguma coisa que eu tô falando meu pai disse agora Ah foi muito rígido é nada é por acaso né a doutrina espírita nos diz isso então cada repreendida que eu levei do meu pai por alguma coisa que eu fiz de errado me tornou quem eu sou hoje então sou muito grato e também tive os meus momentos de questionar o meu pai né naturalmente por algo que ele tava fazendo E aí esses dias eu vi uma mensagem ela dizia mais ou menos assim eu falei até para o meu pai isso que eu vejo hoje o meu filho eu entendi ele diz assim
ai né naturalmente por algo que ele tava fazendo E aí esses dias eu vi uma mensagem ela dizia mais ou menos assim eu falei até para o meu pai isso que eu vejo hoje o meu filho eu entendi ele diz assim quando o homem percebe que seu pai estava certo ele tem um filho que acha que ele tá errado então a gente muitas vezes só vai entender o pai né ou a mãe quando a gente se torna pai a mãe poxa fica me ligando sabendo onde eu tô para que isso aí quando você tem um filho meu Deus onde ele tá se tá acontecendo isso é por isso né então eu acho que muita gente é muito bom óbvio que os almoços são mais agitados né mas gente mas a gente sempre viu a beleza disso tudo nunca nunca dificuldade então eu agradeço por tudo acho que é uma oportunidade ímpar e também entendo a responsabilidade né só que mais velho então tem que ser exemplo para os irmãos Então a gente tem que agradecer pela oportunidade e honrala né Eu acho que isso é mais importante Pois é Ricardo Roberto eu fico muito feliz de ouvir o relato de vocês porque eu também sou muito parecido né eu tenho duas filhas e a gente acaba replicando a criação que a gente teve dos nossos pais em algum momento né Eu sou filho de militar é muito rígido muito e é possível mudar né desde que a gente queira né é possível bem chegamos ao final do nosso programa eu queria agradecer profundamente a vocês dois Ricardo Roberto Foi incrível eu tenho certeza que os nossos internautas aqui se deliciaram com você porque foi muito gostoso ouvir tudo que vocês trouxeram pra gente todas as lições nessa noite de hoje e a todos a você e a todos vocês e nos assistiram que estiveram com a gente até aqui aguardamos vocês na próxima semana até lá gratidão gente boa noite boa noite obrigado você gostou deste conteúdo então nos ajude a manter Este trabalho a febtv está presente em multipla plataformas para alcançar você Onde Estiver nas maiores e principais redes sociais como YouTube Facebook Instagram Tik Tok e kauai em sites modernos e individualizados para cada programa com
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