Parábola do Mau Rico

Estudantes do Evangelho TV 25/12/2025 (há 4 meses) 47:08 47 visualizações

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Transcrição

เฮ Boa noite a todos. Me chamo Guilherme. Estou aqui hoje para fazer o nosso estudo de quinta-feira da Casa Espírita Estudantes do Evangelho. Nossa casa tem estudos a quinta, aos domingos. Nós temos evangelização infantil quinta, domingo, sábado de manhã também na escola de evangelização. E tem também, né, por dever informar que a gente tem ah atendimento fraterno, obra do berço. Então, convida a todos a quem puder ir presencialmente, nós estamos na cidade de Goiânia, Goiás, na Ricardo Paranhos. Eh, aberto a todos que queiram comparecer, que queiram participar, fazer parte da nossa casa e virtualmente aqui no canal do YouTube e no endereço estudantesangelhlio.com.br também. Inclusive, a gente tem atendimento fraterno à distância a todos que estão angustiados, com peso no coração. Eh, essa época de Natal é uma época muito propícia à meditação, né, do que que nós fizemos, como que nós estamos levando a vida. Então, a gente convida a todos para vir à nossa casa e é um convite que eu faço de coração, porque eu assim fiz, entulhado, cheio de angústia, dificuldade, filhos, né, demandando. E fui à casa em 2011, recebido e lá fiquei até que eu precisei me mudar. Hoje estou aqui em Portugal, um pouquinho distante, mas perto de coração, de todos os grandes amigos que eu fiz de ah dessa jornada transformadora que foi participar da casa estudantes do Evangelho. Convido a todos então para conhecer a casa, seja virtualmente, seja presencialmente, participar dos nossos estudos e um feliz Natal. Hoje na noite de Natal nós estamos fazendo o nosso estudo. Domingo nós tivemos palestra do Rômulo, da Mangjedoura, de todos os dias. Quinta-feira passada palestra do CI, a Jesus na casa de Zaqueu. E hoje nós temos uma no ritmo de estudo do Evangelho Segundo Espiritismo, parábola de Lázaro e o Rico para fazer. Eh, antes convido a todos pra gente eh a gente vai fazer uma leitura pra gente sintonizar e melhor apreciar e melhor conseguir entender os conceitos que a gente vai abordar evangélicos no estudo

azer. Eh, antes convido a todos pra gente eh a gente vai fazer uma leitura pra gente sintonizar e melhor apreciar e melhor conseguir entender os conceitos que a gente vai abordar evangélicos no estudo de hoje. Eu selecionei um texto a propósito do Natal. Eu vou compartilhar com vocês a tela para que vocês também possam lê-lo, né? Ahã. É um texto que está no livro Antologia mediúnica de Natal, Emanuel, psicografado por Chico Xavier. Meditando o Natal. Na exaltação do Natal do Senhor, acalentemos nossa fé em Jesus, sem nos esquecermos da fé que Jesus deposita em nós. Jesus tem muita fé em nós. Não desceria o Senhor da comunhão com os anjos sem positiva confiança nos homens? É por isso que da manjedoura de simplicidade e alegria até a cruz da renunciação das criaturas, Jesus convida pescadores humildes ao seu ministério Salvador e transforma-os em advogados da redenção humana. Vai ao encontro de Madalena, possuída pelos adversários do bem, e converte a mensageira de luz. Chama Zaqueu, mergulhado no conforto da posse material e faz dele o administrador consciente justo, que foi o tema da nossa palestra de quinta-feira passada. não conhece qualquer desânimo ante a negação de Pedro e nele edifica o apóstolo fiel que lhe defenderia o evangelho até o martírio e crucificação, sendo crucificado de ponta cabeça. Apóstolo Pedro não se agasta com as dúvidas de Tomé e eleva a condição de missionário valoroso que lhe sustenta a causa até o sacrifício. Não se sente ofendido, Cristo, aos golpes da incompreensão de Saulo, o perseguidor, e visita-os à porta de Damasco, investindo na posição de emissário de sua graça, coroando-o de claridades eternas, transformando Saulo em Paulo, promovendo essa grande transformação. A fé e o otimismo do Cristo começaram na descida estrebaria singela, simples, e continuam até hoje, amparando-nos e redimindo-nos dia a dia. Assinal assim os júbilos do Natal, recordemos a confiança do mestre e afeiçoemo-nos a sua obra de amor e luz, tomando por marco de partida a nossa própria

oje, amparando-nos e redimindo-nos dia a dia. Assinal assim os júbilos do Natal, recordemos a confiança do mestre e afeiçoemo-nos a sua obra de amor e luz, tomando por marco de partida a nossa própria existência. O Senhor nos chama, nos conclama tarefa que o Evangelho nos mostra, nos assinala. Nos primeiros três séculos de cristianismo, os discípulos que lhe ouviram a celeste revelação levantaram-se e serviram-se com sangue, sofrimento, aflição e lágrimas. Que nós outros estejamos dispostos a consagrar-lhes igualmente nossa vida, considerando o crédito moral que a atitude dele para conosco significa. Aprendamos, trabalhemos e serviramos. Até que um dia, tal aconteceu com o velho Simeão, que nós vamos encontrar lá no livro Caminho da Luz, lá no livro Há 2000 anos de Emanuel, possamos exclamar ante a presença divina: "Agora, Senhor, despede-se em paz, ó Teu servo, segundo a tua palavra, porque em verdade meus olhos já viram a salvação." convidar todos para fechar os olhos. Então, apenas pra gente se concentrar e imaginar a manjedoura simples, clareada de luz que Jesus veio a este mundo. Uma manjedoura que ainda assim conseguiu afastar o frio, os medos, afastar as dores desse mundo e esteve ali a calentar o Cristo nas suas primeiras horas. Nós agradecemos ao Jesus que veio e vem a cada dia por nós, que nos redime, que nos auxilia, que nos ajuda, que nos ampara a atravessar as dores do mundo, as dores que são tantas, Senhor, e que nós, como estudantes do seu evangelho, agradecemos a oportunidade de aqui conversar, se entender, entender as dores que nos afligem, entender as dificuldades que nos amparam, que estão nos conduzindo nesse desse mundo e buscando as claridades da luz a nos amparar. Agradecemos ao Senhor mais esse estudo, mais essa oportunidade de aqui a gente estar. Muito obrigado então a todos que estão aqui até agora. Obrigado a todos pela oportunidade da gente conversar desse tema que apesar de parecer tão árido, não é. Garanto que não é. Eu peço que fiquem até o final para que a gente

os que estão aqui até agora. Obrigado a todos pela oportunidade da gente conversar desse tema que apesar de parecer tão árido, não é. Garanto que não é. Eu peço que fiquem até o final para que a gente consiga ã trazer as luzes de Jesus nessa parábola. Vamos a ela. A parábola do rico de Lázaro. A gente vai ler porque é sempre bom ler o texto evangélico. Eh, para quem não conhece, tá vendo aqui um primeiro contato com o Espiritismo, nós estudamos a Bíblia. Aqui é um pedaço da Bíblia em que nós fazemos comentários, a gente estuda. Então a gente tá no Evangelho de São Lucas. O que e onde que essa parábola se passou? Isso aqui é importante porque cada vez mais se descobre que a gente tem que fazer uma arqueologia. Aroldo traz muito isso. A quem Jesus estava falando quando disse o ensinamento, onde que ele tava? Eh, qual era o destinatário primeiro dele? Porque é destinatário final é a humanidade. Mas qual que era o destinatário daquela mensagem de Jesus? Porque é uma mensagem dura. O rico e Lázaro. A gente vai ver. Quem não conhece, então vai até se surpreender dessa mensagem no dia de Natal, mas é uma mensagem de esperança, isso eu gostaria já deixar marcado. Por mais dura que ela possa aparentar ser, ela é uma mensagem de esperança. Então a gente tá no ano 33, portanto, no último ano do messianato de Jesus. Jesus pregou por 3 anos. 30, 31 para 32, 32 para 30 para 31, 31 para 32, 32 para 33. E ele tá na região do lago de Genesaré, no norte. Ele vai descer caminhando ali às margens do rio e vai chegar a Jerusalém, onde finalmente ocorrerá a crucificação nesse ano. E no caminho ele aproveita para falar sobre os temas fundamentais, dentre eles o apego às coisas materiais. E nesse momento ele tá reunido com a multidão, assim como nessa imagem eu trouxe aqui. E ele faz um primeiro discurso sobre o feitor desonesto e vai trazer o grande ensinamento. Não se pode servir a Deus e a mamã. E o que que é esse mamom, né? Não é o diabo. Lá na concepção judaica, ele já é os recursos à posse, a riqueza. nos

itor desonesto e vai trazer o grande ensinamento. Não se pode servir a Deus e a mamã. E o que que é esse mamom, né? Não é o diabo. Lá na concepção judaica, ele já é os recursos à posse, a riqueza. nos escritos rabínicos significa todos os recursos, tudo aquilo que pode ser convertido em dinheiro, tudo aquilo que é palp que é pode ser calculado. Não se pode servir a Deus e as riquezas do mundo. Não se pode ser servo de Deus e escravo das riquezas. E ao parábola do feitor desonesto, os fariseus se ofenderam, mas sem argumentos, porque realmente era o que eles faziam e davam valor às práticas exteriores, ao acúmulo dos bens, a não se preocupar com as consequências dos seus atos e começaram a zombar de Jesus. Jesus então diz: "Vós sois os que vós justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece os vossos corações, porque até entre o que os homens é levado diante de Deus é abominação. Então, se eles viviam na farça do endurecimento religioso, de estarem com roupas limpas e se justificarem pelos atos puros, o interior deles era podre. O interior deles era a ah buscava angarear recursos com a religião. Eles viviam para o dinheiro, viviam pros prazeres da carne. Até João a lei os profetas. Desde então, o reino de Deus está sendo evangelizado. Ou seja, até a vinda de João Batista há uma lei e eu estou vindo para evangelizar o mundo. Jesus disse, é mais fácil passar o céu e a terra do que cair o único traço da lei. Ele veio então para dizer: "Eu vim aqui para cumprir a lei." E qual que é a lei de Deus? Complementando então o tema, ele vai falar sobre o apego à riqueza. E ele narra a parábola do pobre Lázaro e do Ri avarento, que a gente já vai lê-la, pros sacerdotes e a multidão. E eles, a vibração da da voz suave de Jesus, eles se harmonizam e compreendem a mensagem. Eu gosto muito desse livro, Frederico Kremer, Jesus de Nazaré, uma narrativa de vida em parábolas. Ele é um livro que traz a vida de Jesus. Até eu tenho aqui do lado Jesus de Nazaré. Uma vida, uma narrativa da vida das parábolas. Ele

rico Kremer, Jesus de Nazaré, uma narrativa de vida em parábolas. Ele é um livro que traz a vida de Jesus. Até eu tenho aqui do lado Jesus de Nazaré. Uma vida, uma narrativa da vida das parábolas. Ele coloca em ordem cronológica as parábolas de Jesus e nos mostra para quem que ele falava, o momento, qual que era o destinatário da mensagem de Jesus. É um livro muito bacana. Indo então há mais alguns elementos. Muitos pontos do que Jesus fala exigem um olhar abrangente. Então, nós não podemos ler a mensagem e ficar numa interpretação literal dela. Jesus é Jesus. Para compreender a mensagem de Jesus, nós temos que ter uma interpretação holística, uma interpretação sistêmica da obra dele. Então, no momento que ele vai falar de uma pessoa que vai pro inferno, assim como a gente vai ler daqui a pouquinho, e lá fica sem a misericórdia de Deus, a gente precisa entender que ele tá falando essa mensagem para fariseus muito duros, que tinham medo do inferno, mas que mesmo nessa mensagem a gente vai ver o começo da salvação, desde que a gente tenha, como Jesus fala, é ouvidos de ouvir. Então, a gente precisa desenvolver o que Haroldo Dutra traz como sensibilidade, um olhar, uma visão cósmica, espiritual da vida. Eh, e isso é tão bonito, porque nós tratamos por doutrina espírita, né? Ah, nós não falamos religião espírita. E por que que a gente fala doutrina espírita e não religião espírita? Porque nós temos o ângulo ah religião, o ângulo ciência e o ângulo filosofia, né? dentro de um triângulo, por assim dizer, nós temos três arcabolsos, três pilares de vida. E o espiritismo, ele é um modo de vida, muito mais do que uma religião que a gente vai ao centro comungar, mas nos mostra e nos permite olhar uma criança e entender lá dentro o espírito imortal. Quando o nosso filho dá birra, a gente precisa compreendê-lo como o espírito imortal que tá conosco com conjunto de débitos e acertos de outras vidas e que nós temos muitas afinidades ou não afinidades. Por isso que o espiritismo ele é uma

precisa compreendê-lo como o espírito imortal que tá conosco com conjunto de débitos e acertos de outras vidas e que nós temos muitas afinidades ou não afinidades. Por isso que o espiritismo ele é uma doutrina muito mais do que uma religião. Ele é um modo de vida. sendo modo de vida também ao ler as parábolas de Jesus, nós precisamos também assim lê-las como a a doutrina espírita agora vem como grande chave de interpretação dessas doutrinas, dessas parábolas, ensinamentos. Santoperi só se vê com coração, pois essencial invisível aos olhos, né? A gente precisa buscar com coração os sentidos da parábola, os sentidos do que a gente tá lendo, o texto evangélico. Então, nós estamos no capítulo do Evangelho de São Lucas, capítulo 19, capítulo 16, versículo 19 a 31. Bíblia. Ora, havia um homem rico. Eu vou me permitir ler porque a parábola, sempre que a gente tem oportunidade de ler o texto sagrado, é bom lê-lo pra gente ir fixando, a gente ir retomando os conceitos. entendeu os pontos corretamente. Então, havia um homem rico vestido-se de púrpura e linho finíssimo e vivia todos os dias regalada esplendidamente. Havia também um certo mendigo chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele, todo machucado, e desejava alimentar-se mesmo com migalhas que caíam da mesa do rico, e os próprios cães iam lamber-lhe as chagas. Aconteceu que o mendigo morreu e foi levado aos anjos para o seio de Abraão, o pai de todos, né? A nossa raça, ela é abraâmica. Eh, Abraão foi o pai, o primeiro primordial. E morreu também o rico e foi sepultado no inferno. Ergueu os olhos. estando em tormentos, vi ao longe Abraão e Lázaro no teu seio, assim como na figura aqui trazido. E clamando, disse: "Pai Abraão, tem misericórdia de mim e manda Lázaro que mole na ponta a água, a ponta do seu dedo, e me refresca a língua, porque estou atormentado nesta chama". Disse: "Porém, Abraão: "Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida e Lázaro somente males, e agora este é consolado e tu atormentado.

a a língua, porque estou atormentado nesta chama". Disse: "Porém, Abraão: "Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida e Lázaro somente males, e agora este é consolado e tu atormentado. E além de tudo isso, está posto um grande abrismo entre nós e vós. De sorte que os que quiserem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para cá." E disse ele, né? O rico continuou: "Pai, rogo-te, mandes à casa do meu pai, que o mandes à casa do meu pai, pois tenho cinco irmãos, para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento." Olha que lindo. Disse-lhe Abraão, porém tem Moisés e os profetas e esses seus irmãos, ouçam. E ele disse: "Não, pai Abraão, mas se algum dentre os mortos fosse ter com eles, arrepender-se iam. Porém Abraão lhe disse: "Se não ouvem Moisés e os profetas, tão pouco serão persuadidos, ainda que algum dos mortos ressuscite." Evangelho de São Lucas, capítulo 16, versículo linhas 19 a 31. Essa parábola então tá dentro do capítulo do Evangelho Segundo Espiritismo, nós pode servir a Deus e a Mamon. E o que a gente sabe, né? E o que a gente vê dali? Nós temos um pobre conformado com a situação e um rico mergulhado no egoísmo. A prova e o que que a gente vê dos livros espíritas, dos romances e tudo mais. Se a falta do recurso extremo é uma prova muito dura, a riqueza é uma tentação muito grande para queda. Isso a gente não tem dúvida. Então, não estamos a condenar quem é rico, nem está nem está a literatura, o livro, a parábola e nem se pode interpretar como condenação quem é rico, exaltação quem é pobre, mas a conformidade com o destino que Deus deu. Se Deus conferiu recursos financeiros à pessoas, é para que bem preguem, sejam comerciantes honestos, paguem seus impostos, empreguem as pessoas, edifiquem, cumpr os rigores da lei, assim como os que não têm recurso devem buscar amealhar os recursos, trabalhar, acender profissionalmente. Todos nós temos o caminho da prosperidade aberto. Agora, a grande questão é se conformar e

i, assim como os que não têm recurso devem buscar amealhar os recursos, trabalhar, acender profissionalmente. Todos nós temos o caminho da prosperidade aberto. Agora, a grande questão é se conformar e ser fiel a Deus. A gente vê muito pregado nos carros de Goiânia, né? Eu creio que até do Brasil todo, Deus é fiel. E que tanto que nós somos fiéis a Deus, ao plano que Deus nos deu, a situação que Deus nos deu e não nos revoltamos com isso. Então, veja que aqui a gente tem um mendigo que se conforma com que Deus lhe deu. Ele não se revolta, ele não sai a assaltar, ele não sai a roubar, ele não eh usa de força e violência para obter os ganhos terrestres. Por algum motivo, ele tá ali caído. E nós temos um rico que não percebe a utilidade da sua riqueza, que não gozo próprio, a ofender tudo aquilo, toda a lei de Deus, mesmo a já do Antigo Testamento, que determinava que fazer ao próximo como a ti mesmo. A grande questão é que Jesus depois vai esclarecer quem que é esse próximo. Mas o Antigo Testamento já dizia as tentações que gerecinação que exerce a riqueza. Então é uma prova muito arriscada, mais perigosa mesmo que a pobreza. É o supremo excitante do do orgulho e do egoísmo e da vida sensual. Ricos e pobres são espíritos em provação. A indigência é uma prova dura. A riqueza é uma prova perigosa. A gente vai encontrar isso no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 16 e tem sete, né? E eu chamo, né, a uma a breve reflexão de Natal. Se na época de Jesus mamon era riqueza, quem é mam hoje? Quem representa mamão? O que que nós temos de mais valioso hoje? O tempo. E quem nos rouba o tempo? Rede social, celular. causas que não são importantes. WhatsApp. Quantos de nós almoçamos e jantamos à mesa e temos filhos ali ávidos a a a companhia, mas a gente tá no WhatsApp, a gente tá no celular, não tô fechando o negócio, não tem tempo não. Tô só terminando o trabalho aqui. Mamonde hoje a gente não pode descuidar. Rede social, celular, WhatsApp, tudo que nos impede do convívio familiar.

ular, não tô fechando o negócio, não tem tempo não. Tô só terminando o trabalho aqui. Mamonde hoje a gente não pode descuidar. Rede social, celular, WhatsApp, tudo que nos impede do convívio familiar. Nós vemos enfraquecimento da família, a a a uma implodção da família pelo mal da rede social e celular. Hoje não só são só crianças que estão com isso. Muitos estudos mostram que as crianças têm até medo de chegar nos pais quando eles estão mexendo no celular. Tal agressividade dos pais, a criança não sai daqui, vai para lá, toma aqui seu celular e vai para lá. E nós precisamos reconstruir isso. Se o Natal é essa época tão bonita de nós nos ficarmos emotivos, de nós respondermos aos anseios de Jesus de forma sermos caridosos, né? Somos mais pacientes, estamos mais aptos ao perdão, que a gente esteja disposto também a se reiniciar na vida, a modificar os nossos padrões de vida. E eu creio, ã, por fazer parte do grupo da família, por tantos anos na evangelização infantil, no nosso centro, nós temos o grupo da família, que é onde nós comungamos, onde a gente conversa, onde nós trazemos temas evangélicos, os temas que as crianças estudam, nós estudamos lá, os pais, pais encarregados de educação, tudo mais. E como que nós somos chamados ao evangelho do dia a dia? servir um copo d'água, perceber uma criança que não tá bem, uma criança que tá mais calada, uma criança que pode estar sofrendo um processo de bullying na escola e a gente não percebe. Então, fundamental a isso. E aí o nosso mamon de hoje, almoçar em família, jantar em família, tomar um café da manhã em família, no carro, a deslocação com as crianças, no ônibus ou o que for, perceber, escutar, conversar. Meus filhos, eu creio que talvez seja assim com os filhos de muitos, eles são uns ao acordar e outros ao voltar da escola. Ao acordar ir pra escola, não quer nem conversar de forma alguma. Quando volta da escola é como se tivesse sido, sei lá, incorporado. Outras crianças conversa, bate-papo, conta como que foi, desde que

Ao acordar ir pra escola, não quer nem conversar de forma alguma. Quando volta da escola é como se tivesse sido, sei lá, incorporado. Outras crianças conversa, bate-papo, conta como que foi, desde que eu pergunte. Se eu não perguntar isso, não vão falar. E mais, desde que eu vença a resistência inicial, como é que foi na escola? Foi bom? Ou então às vezes só monosilábico, né? Quase que muge. E eu creio que isso aconteça com muita gente aqui. Bom, me fica. Então, se eu sei o nome do coleguinha, eu pergunto: "Mas ã, você brincou com Gregório hoje? Como é que foi? Você fez tal coisa?" "Ah, papai foi?" "Não, ele não foi hoje na aula. Por qu, filho?" Aí ele tá doente, vamos rezar para ele de noite e à noite retomar isso. A criança se sente valorizada. Então, mamon hoje e a grande reflexão nossa da noite é o título principal do capítulo, não se pode servir a Deus e a mamã e e o que tem nos prendido hoje essa tal dessa rede social, WhatsApp, jogo é celular, está matando a convivência na nossa família, tá acabando com o nosso seio familiar, nosso núcleo familiar, tá se implodindo. Não é que vão vir pessoas de fora com ideologias e crenças e tudo mais, não. Nós estamos perdendo valores familiares por causa nossa mesmo, nosso comodismo. Nada melhor que o Natal pra gente ver e ter o âmbito, ter a crença da renovação, do recomeço, de nós darmos oportunidade pra gente de voltar até um almoço de família. Quem se lembra daqueles almoços de domingo, né, na casa da avó e que todo mundo se reunia, vinha o tio lá para contar piada e assistia Fórmula 1, né, bendita época, quem é quase 50 igual eu ali, que tinham cena para ganhar e nos trazer alegria, né, da Fórmula 1. E hoje a gente mesmo, né, quem tô, acho que todos que presenciaram no restaurante, um casal ali sentado, cada um na celular conversando com outras pessoas. Sabe-se lá com quem? A fazer a refeição calados. Todos nós, né, represenciamos isso quando não fomos nós que o fizemos. Me parece muito que o mamão de ouro seria esse.

conversando com outras pessoas. Sabe-se lá com quem? A fazer a refeição calados. Todos nós, né, represenciamos isso quando não fomos nós que o fizemos. Me parece muito que o mamão de ouro seria esse. Me parece muito que a gente precisa refletir sobre como a gente tá levando a nossa vida. Ah, nós temos oportunidade de sermos agentes efetivos da educação infantil. Talvez uma primeira geração que tenha um papel consciente na educação infantil seus filhos, graças às ferramentas que o espiritismo tá nos dando de percebê-los como espíritos imortais que estão reencarnados à nossa família. Não são páginas em branco para serem impressas e colocadas coisas lá dentro, mas espíritos completos, recheados de quereres e não quereres ali dentro. Então essa parábola, ela é muito importante porque nos mostra que se em algum momento a riqueza dominou o cenário, hoje quem domina o cenário, hoje quem tá a dominar o cenário é a rede social, a nos tomar a maior riqueza nossa, que é o tempo, que é o que a gente pode oferecer para as nossas crianças. A conversa, o toque, gente, é é só quando a gente conversa com o pai que perdeu o filho, que a gente percebe como é valoroso o calor da criança no abraço. Quando eles relatam pra gente que o que eles queriam era dar um abraço no filho e sentir o calorzinho deles mais uma vez. E a gente tem eles aqui, ó, do nosso lado. Mas a gente tá no celular, a gente tá no WhatsApp, é importante. O chefe tá chamando, né? Eu tenho um negócio a fechar, o nome tá no SPC Será, eu preciso resolver isso aqui. E a gente vai deixando, deixando, deixando. Grande mote no nosso encontro hoje é esse, essa substituição de mamão pela riqueza, mas pelo a a rede social, as dificuldades do dia a dia, a ausência da família por nossa causa, nossa culpa. Mas a nossa lição, ela continua ainda. E o que a gente extrai? O que que a gente extrai dessa desse estudo dessa parábola? Primeiro ponto, imortalidade da alma e vida no mundo espiritual. É uma parábola que mostra a continuação

inua ainda. E o que a gente extrai? O que que a gente extrai dessa desse estudo dessa parábola? Primeiro ponto, imortalidade da alma e vida no mundo espiritual. É uma parábola que mostra a continuação da vida após a morte, né? Nós temos Lázaro, nós temos o mendigo vivendo e continuando após o processo de desencarne, reafirmando tudo que tá no livro dos espíritos, reafirmando que Chico trouxe para sua mediunidade, né? Não ficam os espíritos em berço esplêndido a dormir e esperar o julgamento. Próprio Jesus tá ali a falar. Ainda temos nessa parábola como grande ensinamento a lei de causa efeito, o impacto das escolhas morais de cada um. Se no momento que nós temos uma conformidade à lei de Deus, o espírito resignado de Lázaro, do pobre, que viveu em meio do sofrimento, ele teve um amparo espiritual, nós temos o rico como exemplo do mau uso do seu livre arbítrio e da consequência natural do seu egoísmo. E aqui que tá a grande chave, uma consequência natural do seu egoísmo. Se nós não cativarmos os nossos filhos nesse momento de esperança que a gente tem hoje, o que que nós vamos ter na velice? Filhos presentes ou filhos ausentes? Netos presentes ou netos ausentes? Porque eu quero ter netos. Eu quero que meus filhos continuem família, cresçam e eh sejam felizes no mundo. E eu quero estar presente por eles. Agora eu preciso plantar agora. Eu falo porque eu tenho uma adolescente em casa de 16 e tem um de sete. E já percebo claramente que que se não plantar agora na vida deles, a colheita vai ser ruim lá na frente. Eh, presença, eh, direção, eh, comportamento, rigidez no processo educacional, né? Não é aquela questão de ser amigo dos nossos filhos, mas de ser presença constante, firme e tentar o acerto, né, e buscar buscar a doutrina espírita, buscar o processo de evangelização infantil para eles, buscar terapia pra gente, para eles também quando precisa. E isso tudo que a gente vai vendo ali no pobre, Kardec destrinchou no capítulo 5º do Evangelho de Segundo Espiritismo.

ão infantil para eles, buscar terapia pra gente, para eles também quando precisa. E isso tudo que a gente vai vendo ali no pobre, Kardec destrinchou no capítulo 5º do Evangelho de Segundo Espiritismo. Bem-aventurados aflitos. Então, não nos cabe indagar porque que aquele rico estava caído ou perdão, porque aquele pobre estava caído à casa do rico? Nós temos no capítulo 5into do Evangelho Segundo Espiritismo várias e várias possibilidades de resposta. É, causas anteriores das aflições, um capítulo, um item. Causas atuais das aflições, outro item. O que que nos compete como cristãos ir lá e reerguê-lo, ir lá e trabalhar a sua estima, ir lá e reerguê-lo e trazê-lo de volta paraa sua humanidade, de volta pra sociedade. Mais do que isso, a gente tá vivendo egoísmo. Menos do que isso, a gente tá vivendo egoísmo. Bem-aventurados Aflitos nos explica o capítulo porque então dele tá caído ali. Lázaro a seu turno. A gente pode buscar lá na 872 do livro dos espíritos. Ah, para quem não conhece a doutrina espírita, nem tá aqui nos acompanhar, nós temos um primeiro livro que é o livro dos espíritos, que é o livro de pergunta e resposta. E Kardec fazia as perguntas pros espíritos, perguntava para alguns médiuns numa cidade, perguntava a mesma coisa para médiuns de outra cidade que não se conheciam e principalmente para médiuns criança. Obtinha as respostas e trouxe elas todas e codificou em um livro, um livro de perguntas e respostas a partir dele. Depois Evangelho Segundo Espiritismo, depois Livro dos Médiuns, depois Evangelho Segundo Espiritismo, que ele comenta, traz a Bíblia e comenta a luz do que os espíritos estão ensinando naquela época. E assim, né, ah, se codifica a doutrina espírita em cinco grandes livros. Depois a gente vai encontrar então no livro dos espíritos a pergunta 872, ã, que afirma sobre o livre arbítrio. É uma pergunta muito, ela é uma resposta muito grande e vale a pena a leitura para todos que estão estudando e querem entender o que que é livre arbítrio, por

72, ã, que afirma sobre o livre arbítrio. É uma pergunta muito, ela é uma resposta muito grande e vale a pena a leitura para todos que estão estudando e querem entender o que que é livre arbítrio, por que Deus o permite, por que ahã Deus não cortou com a vida daquele rico antes para ele não poder se comprometer tanto na vida ou Deus permitiu essa situação de antagonismo. 872 livro dos espíritos. O livre arbítrio é essencial evolução espiritual, cabendo ao espírito combater suas más tendências. O espírito desse rico, ele veio com a prova muito difícil de ser rico e faliu. Faliu. Ele não aderiu ao plano de Deus para ele, que era bem emprego da riqueza. Fazer bom uso, faliu. 872 livro dos espíritos. Então tá o nosso caminho e nós temos ainda o valor da caridade e da empatia. A indiferença do rico em vida ignorar o sofrimento de Lázaro é um forte alerta paraa importância da caridade, do amor ao próximo. O espiritismo coloca pra gente a máxima. amarás o teu próximo como a ti mesmo. E fora da caridade não há salvação. Tem inclusive do capítulo 15 do Evangelho Segundo Espiritismo. Ah, se Jesus ensinou amarás o teu próximo como a ti mesmo. Kardec sintetizou que fora do da caridade não salvação. Não é fora do tempo espírita, não tá preconizando que só os espíritos está salvo. Pelo contrário, a salvação é é de todos. Deus permite que todos se regenerem nesse mundo. E tem tantas parábolas bonitas a contar isso, joio, trigo. Eh, quando a gente faz essa interpretação a fundo dela, ela não é uma parábola de separação, mas é uma parábola em que Jesus acredita na transmutação do joio em trigo. O joio pode virar trigo sobre o amor compassivo de Jesus, desde que a pessoa faça o arrependimento, desde que a pessoa mude as suas ações. Isso é tão lindo de se ver que é o que vai acontecer no final dessa parábola. Nós temos o nosso psiquismo ainda preso e é talvez por isso que a gente gosta tanto de novelas. O que que é uma novela? 360 dias de sofrimento e um dia de alegria, que é o útimo. E quando a gente

ola. Nós temos o nosso psiquismo ainda preso e é talvez por isso que a gente gosta tanto de novelas. O que que é uma novela? 360 dias de sofrimento e um dia de alegria, que é o útimo. E quando a gente lê uma parábola, nós ficamos presos a seu sofrimento e esquecemos do lado do lado alegre, do lado que traz a a a justificação pro bem, que deve ser visto como todo a obra de Jesus ali dentro daquela parábola. Então, a obra, voltando à parábola do joio do trigo, por que que não é arrancado aquele joio no momento que ele é plantado? Porque senão você vai arrancar trigo junto. E mais, é preciso que o o trigo e o joio convivam junto, porque o joio vai se transformar em trigo, desde que assim o queira. Ah, esse rico é dado oportunidade de mudança. Esse rico é dado oportunidade de mudança e ele exerceu. Isso é tão bonito, porque numa leitura rápida a gente não percebe isso na parábola e ele a exerceu. Fora da caridade da salvação. Então, capítulo 15. E um quarto e último ponto dessa parábola tão bonita que nos presenteou a casa espírita pra gente fazer aqui no Natal, a intercessão pelos outros e responsabilidade fraternal. O pedido do rico para avisar seus irmãos sobre sua situação, demonstra a possibilidade de interceder por outros, mas também reforça a responsabilidade individual de buscar o conhecimento espiritual e aplicá-lo. Moisés e os profetas representa a necessidade de valorizaramente a responsável, mas o rico inicia naquele momento o seu resgate. O rico iniciou naquele momento o seu resgate. Ele no auge da sua dor. Vamos voltar lá na parábola. Pai Abraão, tem misericórdia e mande Lázaro para que ele mole a ponta do seu dedo e me refresca a língua. Estou atormentado. Não dá. Lembra que você recebeu em vida os seus bens e os gozou e usufruiu? Agora você precisa passar por esse tormento. Mas e mais, há inclusive um grande abismo entre nós. Então te peço, Pai, vai à casa do meu pai, pois eu tenho cinco irmãos, e mande Lázaro para que lhes dê testemunho, a fim de que eles não venham

to. Mas e mais, há inclusive um grande abismo entre nós. Então te peço, Pai, vai à casa do meu pai, pois eu tenho cinco irmãos, e mande Lázaro para que lhes dê testemunho, a fim de que eles não venham para esse lugar de tormento. Quem? Quantos de nós que no momento de dor a gente pensa no próximo? Quantos de nós que buscamos a Cristo, buscamos a Deus no momento de dor, dor dos nossos filhos, da incompreensão, mas quando nós estamos bem, a gente não procura. E a nossa relação com Deus ainda é uma relação de barganha um tanto quanto a gente precisa trabalhar isso para passar a ser uma relação de gratidão, uma relação de significância, de amor, proximidade, porque é isso que Deus é. Quando a gente vai na psicologia e a nossa relação com os nossos pais, uma das relações com nossos filhos, nós temos que a nossa relação com Deus é o pai primordial. Se a nossa relação com Deus é um Deus de vingança, um Deus de ódio, um Deus de perseguição, assim nós seremos e talvez assim nós marquemos a relação com nossos pais e depois com nossos filhos, ao passo que Jesus e antes de Jesus, se a gente for lá em Levítico, em Deuteronômio, capítulo 6, versículo 15, a a Deus é um Deus de amor. Deus, ele é um Deus de, ah, já era um Deus de que traria a salvação pro mundo na forma de amor. Ele não é um Deus do olho por olho e eh dente por dente. E Jesus veio para mostrar esse aspecto da lei, muito mais do que tava no Antigo Testamento. E a gente precisa então ressignificar essas relações nossas. Oi, filho. Nós precisamos ressignificar as nossas relações para bem se relacionar com e bem se relacionar com os nossos filhos, trazê-los para eh a a bem compreender que nós somos filhos de um Deus de amor e que nós podemos exercer o amor para com os nossos filhos, para com os nossos cônjuges, para com os nossos pais. Porque a nossa relação primordial passa a ser uma relação de amor e não uma relação de perseguição, uma relação de ódio, uma relação de doença. E esse rico, então, no momento pior de angústia dele, que ele tava mais

relação primordial passa a ser uma relação de amor e não uma relação de perseguição, uma relação de ódio, uma relação de doença. E esse rico, então, no momento pior de angústia dele, que ele tava mais marcado, ele roga para que Abraão mande Lázaro para dar um testemunho paraos seus irmãos. Ele lembra dos seus irmãos. Hora nenhuma na parábola falou que ele tinha irmãos. Ele só tava centrado em si. E no momento de queda e de dor, ele lembra dos seus irmãos e vai pedir para que Abraão se compadeça dele. Mas Abraão precisa dar a lição. Eles têm Moisés e os profetas. E eu gosto então de uma passagem no livro nas pegadas do mestre, que bem nos mostra a visão de Jesus sobre esse fato, que bem nos mostra a correta visão da parábola, porque não é uma parábola de divisão, mas é uma parábola que vai trazer os grandes valores que Jesus trouxe pra humanidade. E mais nas possibilidades que Lázaro tem a partir de agora. Lázaro fortificou-se na dor, resistiu, venceu, subiu. O mesmo rico, apesar de sucumbir, tirou sérios proveitos da própria queda. Então, esse rico agora, veja que ele tirou sérios proveitos da própria queda. Ele começou neste momento a sua redenção, acordou paraa realidade, arrependeu-se, humilhou-se e mostrou interesse pela sorte dos irmãos. Hora nenhuma na palavra, na parábola tinha falado dos irmãos. Ele não tinha se mostrado ou não convivia ou não vivia com esses irmãos. Ele lá no inferno sofrendo, ele vai pedir pelos irmãos. Numa palavra, as cordas de seu sentimento despertaram. Ele viu Lázaro. Ele não viu os demais. Certamente Lázaro não era o único habitante da celestial mansão que ele conseguia ver, mas cumpria que o rico visse porque fora ele que incidira a dureza do seu coração. O algó deve ver e reconhecer sua vítima. Temos aqui a cumprir então a possibilidade da redenção de cada um, a possibilidade de cada um se transmutar de joio entrego. O rico já começou. E nós, Natal tá aqui a nos convidar. Ele esse espírito de renovação da manjedora do Jesus tá aqui a nos

edenção de cada um, a possibilidade de cada um se transmutar de joio entrego. O rico já começou. E nós, Natal tá aqui a nos convidar. Ele esse espírito de renovação da manjedora do Jesus tá aqui a nos convidar para a gente se reerguer. Vamos encerrar com a nossa fazer uma prece então para encerrar. Peço a todos que eh feche os olhos novamente. Dessa vez agora a gente mentalize a figura alegre de Jesus. Um Jesus sorridente, um Jesus alegre, um Jesus nos abraçar e que a gente consiga sentir o calorzinho de Jesus. Assim como assim que acabar esse programa, a gente vá aos nossos filhos, a gente vá aos nossos entes queridos, vá ao cônjuge e abrace e sinta o calorzinho dele mais uma vez. Mais uma vez a gente ter aquele costado ao nosso peito, assim como Lázaro, depois de tanto sofrer, teve o colo de Abraão ali para ele, a gente possa ter o colo de alguém e também ser o colo de alguém. Isso principalmente é a nossa missão e o nosso caminho, que as redes sociais, WhatsApp e tudo mais não nos impeça e não nos obstocalize, não nos impeça, não nos seja o entrave para ser o colo de alguém. Muito obrigado, Senhor, pelo dia de hoje, por poder estar aqui presente na vida de cada um, seja pel esses meios virtuais, ou seja, cada um lá na casa Fego, na na casa estudantes do Evangelho, a conviver, a se abraçar, a sentir o calorzinho do outro. Grande abraço a todos, excelente dia. Fiquem com Deus. Bom Natal a todos e feliz ano novo. Na [música] hora da oração. Na hora da oração. Luz. [música] >> Na hora da oração. Na hora da oração. [música] Jesus. Na hora da [música] oração. Na hora da oração. Luz. [música] >> Na hora da oração. Na [música] hora da oração, Jesus. Na [música] hora da oração, na [música] hora da oração, na hora da oração. [música] Traga a sua [música] luz. Traga a sua luz. Traga sua luz, meu [música] amado Jesus, na [música] hora da oração, na hora da oração, [música] na hora da oração. Traga [música] sua luz. Traga sua luz. [música] Traga a sua luz. Meu amado Jesus.

z. Traga sua luz, meu [música] amado Jesus, na [música] hora da oração, na hora da oração, [música] na hora da oração. Traga [música] sua luz. Traga sua luz. [música] Traga a sua luz. Meu amado Jesus. Traga sua luz. [música] Traga a sua luz. Traga a sua [música] luz. Meu amado Jesus.

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