PARÁBOLA DO AVARENTO - Sérgio da Fonseca [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 26/04/2026 (há 5 dias) 176 visualizações

👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!

Transcrição

a ti, buscando [canto] a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, [canto] estou aqui para agradecer [música] de coração [canto] a paz [música] dentro de mim que [canto] encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi [canto] toda a beleza de viver, [música] doando [canto] amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir [canto] a [música] perfeição, aqui eu [canto] entendi qual o [música] valor dessa [canto] missão. [música] Foi nessa casa [canto] que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, [música][canto] vibrando luz, [música] buscando [canto] a ti, buscando >> a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. [música] >> Senhor [música] Estou aqui para agradecer [canto] de coração. >> Queridos irmãos e irmãs presentes, bem como aqueles que nos vem e nos ouvem através da TV e Rádio Comunhão Espírita de Brasília, sejam todos bem-vindos. Que a paz do meigo Rabira Galileia, o amorável Jesus, seja sempre em nossos corações. Vamos buscar na tela mental a figura extraordinária desse mestre para que ele harmonize os nossos pensamentos, as nossas vidas, enfim, o que viemos buscar possamos encontrar nesse instante. muita paz, muita alegria e agradecer ao Pai por todas as oportunidades conquistadas na trajetória terrena. Hoje nós escolhemos um tema, é interessante, nós vamos falar sobre a parábola do avarento. E para iniciarmos as nossas preliminares, escolhemos um pensamento do Antônio Luís Saião lá no livro Elucidações Evangélicas, à luz da doutrina, onde ele afirma que a avareza é paixão que se apodera do infeliz cuja A única preocupação consiste em acumular riquezas. São ainda, diz ele, inúmeros os que só cuidam das coisas da terra e para os quais a crença em Deus, na imortalidade da alma, na vida futura, não passa de desvario de fanáticos e de quem não tem com quem se ocupar. Bom, à luz da doutrina, evidentemente, a avareza é uma doença, né? é uma doença espiritual, porque ainda trazemos no bojo das nossas

assa de desvario de fanáticos e de quem não tem com quem se ocupar. Bom, à luz da doutrina, evidentemente, a avareza é uma doença, né? é uma doença espiritual, porque ainda trazemos no bojo das nossas experiências aquele desejo muito grande de retermos bens, coisas que não acrescentarão absolutamente nada em nossa jornada terrena. Então, a doutrina dos espíritos diz que avareza é visto com uma doença e está ligada esta doença ao egoísmo, que é apego excessivo aos bens materiais, que à luz da doutrina dos postulados é uma retenção indevida, sem espírito de serviço. Olha, quando nós temos a posse de bens e a retemos, evidentemente estamos prestando um desserviço ao nosso semelhante. No entanto, o objetivo primordial do aprendiz espírita na seara dos espíritos é servir aos semelhantes através de um amor que é colocado como amor incondicional e a doutrina enfatiza, dá um destaque especial ao processo da caridade. Quando fala fora da caridade não há salvação. Logo, somos estimulados primeiramente a amar. Aliás, Jesus pregou o amor no seu sentido mais amplo ao afirmar que nós deveríamos amar aos semelhantes como a nós mesmos. Portanto, o primeiro passo é amar muito e o segundo está aliado ao processo amoroso, a prática da caridade, dizendo que deveríamos praticar a caridade eh fartamente. Então, o caminho que nos leva a um a um objetivo superior é o processo amoroso, secundado, evidentemente, pelo processo da caridade. Então, reter o que temos e às vezes temos mais do que o necessário. E o evangelho afirma com extrema clareza que devemos usufruir desses bens, mas termos o cuidado na trajetória da escola terrena terra, olharmos com devido com a devida cuidade aqueles que estão junto a nós, para que possamos dispensar o processo da caridade. entregando o muito que às vezes recebemos. Então, o seareiro espírita, o aprendiz espírita tem uma lição a ser aprendida, que a riqueza é uma ferramenta temporária. O que temos hoje não significa só na mesma existência que a ostentaremos,

mos. Então, o seareiro espírita, o aprendiz espírita tem uma lição a ser aprendida, que a riqueza é uma ferramenta temporária. O que temos hoje não significa só na mesma existência que a ostentaremos, porque cabe Deus olhando a nossa conduta e entender que ela deva permanecer ou não. Então, a riqueza é algo transitório. Somos uso frutuários dessa riqueza. Não somos donos e como tal devemos assim entender. Porque ao de nos despojarmos do nosso corpo físico, nos depararemos com a realidade espiritual. E ela não nos credencia pelo que temos em termo de posse, mas pelo que conquistamos. em termos de virtudes. Portanto, as virtudes se sobrepõe ao poder, a aquisição. E não estamos afirmando, e a doutrina não afirma com clareza, que devemos não lutar pela as aquisições, mas ao fazê-lo, não precisamos alinhar-nos ao processo da avareza, que significa querermos ter posse demais das coisas do mundo transitório e esquecermos que nessa caminhada temos irmãos. em grande sofrimento, com grandes necessidades do quais nós não podemos desconhecer e temos uma missão junto a esses irmãos de caminhada necessitados que precisam eh ser ajudados nessa jornada terrena. Então, uma pergunta se impõe: Como superar a vareza? A paixão inferior que leva você a quedas morais graves. Vejam, ressaltando que apenas gestor de bem. O que que a espiritualidade tá dizendo? Vocês não são donos, não são proprietários dos bens. Nós nascemos sem nada. E ao desencarnarmos, através do processo tão temido da morte, retornaremos absolutamente sem nenhum título, sem nenhum dinheiro, absolutamente sem nada. Então, a pergunta é essa: São gestor de bens e não proprietário deles? Então a doutrina, volto a repetir, ratifica aquela situação de dizer fora da caridade não há salvação. Abre o evangelho. Lá não diz fora da religião, é fora da caridade. Mas por que não fala fora do espiritismo, por exemplo, já que somos espíritas, porque a caridade ela está ao alcance de todos. Não importa a sua religião, a sua cor, não importa absolutamente nada. Importa

or que não fala fora do espiritismo, por exemplo, já que somos espíritas, porque a caridade ela está ao alcance de todos. Não importa a sua religião, a sua cor, não importa absolutamente nada. Importa tão somente que você faça caridade e ela está ao seu alcance de todos nós. Agora, se nos propomos a realizar esse mistério, então a riqueza não se constitui um problema, muito pelo contrário, é um instrumento de progresso intelectual. Quem o diz que está são os instrutores numa lição ministrada lá no Evangelho lá no capítulo 16 lá no item 7, né, que diz da utilidade providencial da riqueza e mas diz também que somos uso frutuário dos recursos divinos. E isso é um recurso que Deus permite termos posse, temos o dinheiro, né, que bem empregado é um instrumento de progresso. Nós avançamos de forma intelectual e então compete a todos nós fazê-la reproduzir-se. Mas como vamos nos preservar contra o sentimento da avareza? E a doutrina espírita vem em nosso socorro, né? E aprendize que somos, que nós devemos nos desvincular do apego excessivo aos bens materiais. Não está dizendo aqui que nós não devemos conquistar as coisas que desejamos. diz do excesso, do apego aos bens materiais, que é um obice, ou seja, um obstáculo a evolução do espírito imortal que somos. Então, a doutrina leciona que a vareza é apego desordenado do ao dinheiro que faz o indivíduo esquecer a efemeridade, né? o esse prazo curtíssimos que nós vivenciamos a vida espiritual. Então, que nos cabe entender? compreender que o verdadeiro patrimônio do espírito que somos reside não no que nós possuímos materialmente. Isso aí se esvai. É algo transitório que nós vamos entender a custo de muito sofrimento, porque o que está a nortear no fundo das nossas condutas é o extremo egoísmo. Então, nós ficamos ligado demasiadamente ao egoísmo e esquecemos de que a vareza é algo que não devemos alimentar, uma vez que o remédio para vareza é o compartilhamento voluntários dos recursos que nós amealhamos na trajetória de aprendizado.

egoísmo e esquecemos de que a vareza é algo que não devemos alimentar, uma vez que o remédio para vareza é o compartilhamento voluntários dos recursos que nós amealhamos na trajetória de aprendizado. Então, o sino a ser experienciado segundo a doutrina é a necessidade do desapego, desapegar-se, né, e praticarmos a generosidade no seu sentido mais amplo, tornando a nossa relação com o próximo, amorosa, fraternal, né? Isso que nos está faltando. É preciso, portanto, estamos dizendo, afirmando, desapegar-se das ilusões do mundo. E isso constitui objetivo, o móvel do aprendiz ou dos aprendizes que somos. Se desejamos graduar-nos espiritualmente, então, como podemos fazer essa pergunta? Nós temos virtudes, temos talentos? Evidentemente que os temo, porque lá na origem, na origem da criação, fomos criados com a simplicidade e a ignorância. Oja, mas a ignorância do ignorante não é essa. É a ignorância de não saber e a simplicidade de uma jornada muito grande que devemos insetar. É o que estamos fazendo neste momento. A despeito só do advento do Cristo. Nós estamos falando do Cristo para cá. 2000 anos. A humanidade rasteja, ainda não consegue se liberar, não consegue se perceber como inserida dentro de uma jornada de conhecimento divino do qual nós estamos inseridos. Nós ainda gravitamos na periferia dos processos da graduação espiritual. Daí advém o nosso sofrimento da ignorância, de não entendermos absolutamente porque sofremos, porque transitamos neste mundo, neste planeta, absolutamente sem nos graduar. É terrível. Vocês pararam para imaginar que alguém consiga viver neste planeta Terra absolutamente sem ter a mínima noção porque está aqui nesta morada? Porque eu vivo no planeta Terra, porque eu estou aqui. Ah, mas eu eu vivo porque eu quero aproveitar a vida. Eu tenho que aproveitar a vida. Esse essa é uma ideia tão equivocada que nós precisamos mudar esse sentimento, essa essa ideia completamente equivocada que temos sobre sobre a vida. Então, vamos lembrar que todo o bem

veitar a vida. Esse essa é uma ideia tão equivocada que nós precisamos mudar esse sentimento, essa essa ideia completamente equivocada que temos sobre sobre a vida. Então, vamos lembrar que todo o bem amealhado, todo bem conquistado, permitido por Deus, ele tem que ter um destino, porque nós não somos donos absolutamente do que temos. Deus permite a riqueza, Deus permite o poder. Deus permite que eu tenha carro, Deus permite uma série de coisas. Mas o que está no fundo disso? Traz uma lição. Qual é a lição? De que devemos, com o que temos ajudar o outro. Então, precisamos devolver o que recebemos e recebemos muito multiplicados, né, com produção, com edificação em relação ao próximo. Então, nós entramos agora na parábola dos talentos. Quem não se lembra que a parábola dos talentos nos conduz a valorizar os bens que Deus nos deu? por mais simples que seja, e a usá-lo mediante trabalho dignificante na prática do bem. Vocês sabem o que é talentos? Então, vamos aprender um pouquinho mais. Talentos devem ser entendidos, por isso nós estamos falando da parábolas, né? Parábola dos talentos, recursos. Nós somos aquinhados, somos beneficiados com muitos talentos. Já na gênese da criação, já quando nós eh recebemos o sopro da ação divina sobre o nosso espírito, lá nos primórdios da reencarnação, recebemos nós a chancela do divino em nós. Portanto, nós temos uma graduação divina já na criação, mas essa esse desenrolar do divino em nós exige aprendizado, reencarnações do qual estamos submetidos para que a nossa consciência, aquela consciência incipiente lá do início se amplie. Então, nós temos que ampliar a nossa consciência, que é o nosso juiz interno, para entendermos o que é e que existe em nós de divino. Então, nós precisamos multiplicar, né? Porque a parábola das do dos talentos, o que é que ela revela? Vamos lá, vamos entender. Revela dois aspectos. um virtuoso em que dois servos administram os seus bem recebidos com o esforço do trabalho, multiplicando-os. Lembra? Recebeu tantos

e é que ela revela? Vamos lá, vamos entender. Revela dois aspectos. um virtuoso em que dois servos administram os seus bem recebidos com o esforço do trabalho, multiplicando-os. Lembra? Recebeu tantos talentos, multiplicou. de de cinco multiplicou, atingiu a 10 talentos, o outro tinha outro multiplicou e um outro simplesmente escondeu por medo, não multiplicou os talentos recebido. Então, tem um uma trajetória eh de virtudes, uma trajetória virtuosa daqueles dois servos que multiplicaram, mas teve um que, com medo do seu senhor os enterrou na terra e foi repreendido por esse senhor. Isso é uma simbologia. Quem é esse senhor senão Deus? Senão os talentos foram aplicados, quem são esses que aplicam os talentos? Somos nós, ceareiros, que precisam multiplicar os talentos recebidos. O que fizemos dos nossos talentos? Olhem para dentro, se perquiram, porque ainda estamos dentro desse processo de mendicância espiritual, de enfermos espirituais, porque somos enfermos espirituais. Então, a parábola do avarento, também conhecida como do rico insensato, narrado em Lucas, lá no capítulo 12, versículo 13 a 21. e critica o acúmulo egoísta dos bens materiais. Critica, ou seja, enfatiza que não podemos ser assim porque esquecemos a vida espiritual, só olhamos paraa vida material. Ensina que a morte física anula posses materiais. Eu posso ser o maior rico, riquíssimo do mundo. Uma vez morto, eu não a detenho. Eu não a levo para o plano espiritual. Então, é infrutífero todos os esforços no sentido de adquirir a riqueza, imaginando que ela me gradue diante da espiritualidade de Jó, eu fui o poderoso na terra. Eu fui um rei, eu fui eu, eu fui uma autoridade importante. Isso vale alguma coisa aos olhos da espiritualidade? Absolutamente nada. Nada representa a nossa graduação terrena. Então, chegou Jesus ensina através da parábola do rico insensato, que um homem rico produzia muitos frutos. Vejam, e pensava consigo mesmo o que faria, pois não tinha onde armazená-lo. Ele tinha muitos esses bens, né? E ele

ina através da parábola do rico insensato, que um homem rico produzia muitos frutos. Vejam, e pensava consigo mesmo o que faria, pois não tinha onde armazená-lo. Ele tinha muitos esses bens, né? E ele pensava: "Como eu farei?" Aí ele pensou lá no fundo da sua alma e disse: "Derribarei os meus celeiros". você vou derrubar celeiros e construirei outros maiores. Guardarei toda a colheita e direi a minha alma: "Minha alma, tens muito bens em depósito para largos anos. Descansa, come, bebe, regala-te." Mas Deus disse-lhe: "Insato, esta noite exigirão a tua alma." Ou seja, você vai morrer esta noite. As coisas que ajuntaste para que serão? Para que serão? Assim aquele que entesoura bens para si, mas não é rico aos olhos de Deus. Então, o que transmite a mensagem? demonstra a necessidade de desapego, desses apego desmesurado que temos em relação às riquezas. E fala o outro outra face da moeda a exigir de cada um de nós solidariedade diante daquele que sofre. Por quê? Porque a morte vai nos acolher, vai, como disse o a a observação lá de Jesus, né, na parábola do dos do avarento. Então, o que prevalece nesse roteiro de aprendizado é a moral do aprendiz. Ao invés de apenas como acumular bens terrenos, a parábola incentiva a enriquecer-se para Deus, enfim, realizar boas obras. E isso significa caridade. E o que o evangelho diz? Fora da caridade não há salvação. Prática reiterada caridade que não fazemos e assim nos transformarmos moralmente. Mas nós nos apegamos excessivamente à matéria, tornando-nos escravos da vareza. Nos apegamos à vida terrena, temporária, fugais, um campo de apresidado, portanto, ineficaz. Nós não aprendemos absolutamente nada. Longo tempo perdido. E aí vim, aí aí vem logo advém a culpa. E nós chegamos ao arrependimento por não ter trilhado a jornada evolutiva com o devido aprumo e responsabilidade. Lembra-se do jovem rico que chegou perto de Jesus, diz: "O que eu faço para conquistar a vida eterna?" Jesus disse para ele: "Olha, então você se despoj das suas riquezas e siga-me".

responsabilidade. Lembra-se do jovem rico que chegou perto de Jesus, diz: "O que eu faço para conquistar a vida eterna?" Jesus disse para ele: "Olha, então você se despoj das suas riquezas e siga-me". Ah, mas aí o jovem rico, e ele era rico, não quis se despojar das coisas terrenas. Mas Jesus não concitara a experimentar a pobreza, apenas lhe advertira que a riqueza deveria ser compartilhada, que não fora por ele até então. Então Jesus o adverte e diz: "Despoge-se da sua riqueza, siga-me". Não pensou bem, olhou para Jesus, virou-lhe as costas e seguiu o seu rumo. Assim somos nós que de alguma forma o fazemos à semelhança desse jovem rico. Então disse o mestre com grande propriedade: "Arnuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem os consome, e onde os ladrões não penetram nem roubam". Que são tesouros da terra? Dinheiro, posse. São efêmeros. Passam. Estão sujeito a perdas. Tesouros no céu são imortais e nos acompanham após a nossa desencarnação. São as virtudes, são os talentos que precisamos. Esse nos abrem a porta, esse nos credenciam junto à espiritualidade. Então disse Jesus: "Não se pode servir a Deus e a mamã." Vamos entender isso. Porque Jesus dissera, é uma sentença evangélica que afirma ser incompatível à escravidão, as riquezas do mundo, representado aqui pela figura de mamão. Mamão era era um era figura simbolizada da riqueza que só vivia era aquele aquele mundo a qual conversamos, a qual estamos. E aqui não há, precisamos entender, a doutrina não poda a busca pelos bens, pela luta das aquisições, porque não podemos sair daqui com a ideia de que, ah, o nosso irmão Sérgio disse que a riqueza é algo horrível, que não se deve buscar conquistá-la. Não, não tem problema, desde que saibamos como usufruí-la, como fazer dela algo útil, não só para minha evolução, mas para a evolução de outros tantos irmãos que precisam do pão, preciso da instrução que nós podemos às vezes fornecer-lhes e não o fazemos. Eis a questão para o qual precisamos abrir a nossas mentes. Portanto,

evolução de outros tantos irmãos que precisam do pão, preciso da instrução que nós podemos às vezes fornecer-lhes e não o fazemos. Eis a questão para o qual precisamos abrir a nossas mentes. Portanto, é o apego excessivo às riquezas materiais. Então, a doutrina leciona que a riqueza é um meio de prova, sim, não o objetivo de vida. >> Servir a Deus é a finalidade da humanidade, portanto, a finalidade de cada um de nós. Então, estamos afirmando que a doutrina espírita não condena aí, perdão, não condena a riqueza, mas o uso egoísta dessa riqueza. O rico é um uso frutuário temporário dos bens distribuídos pela sabedoria de Deus. Então, Deus permite o meu acesso à riqueza, mas dela devemos fazer com um objetivo, né? que eu não sou dono. Como eu não sou dono, eu devo compartilhar o muito que eu tenho, ou mesmo pouco. Lembre-se da figura da viúva no gasofilácio, quando Jesus chama a atenção dos apóstolos, diz: "Olhe lá, veja o que faz a pobre viúva". Elas tirou nas duas ou três moedas e depositou no gasofilaço, que era o gofrinho que havia havia no templo, né? E chegou os poderosos fariseus, sacerdotes, cheio de dinheiro de pompa, depositaram muitas moedas e essas moedas te lintavam porque esse cofrinho era de cobre. E bateu, eles saíam cheio de pompa porque haviam colocado muitas moedas. Então Jesus pergunta aos apóstolos: "Quem deu mais? A viúva ou aqueles que depositaram muitas moedas?" Aí os apóstolos caíram em si e disseram: "Senhor, a pobre viúva", porque ela tinha, pois é, ela deu da indigência do pouco que tinha. Então, o dar-se da posse não significa tão somente o que tem muito. Nós podemos dar da nossa do pouco que temos. Nós podemos dar do pouco que temos. Por isso que a doutrina afirma com clareza: fora da caridade não há salvação. Então, não podemos servir a dois senhores, como disse Jesus. É impossível conciliar a verdadeira dedicação a Deus, ou seja, a espiritualidade com a escravidão do egoísmo e mantas riquezas materiais representada na passagem, na parábola

nhores, como disse Jesus. É impossível conciliar a verdadeira dedicação a Deus, ou seja, a espiritualidade com a escravidão do egoísmo e mantas riquezas materiais representada na passagem, na parábola por mamã. Jesus ensina que o coração humano ou se entrega totalmente, né, a aos processos do da entrega ao outro, ou então ele se coloca na posição de de cooperador com as coisas do mundo, o que não deve ser. Então, Joana fala no livro eh Jesus e o Evangelho à luz da psicologia profunda. O homem Jesus sabiam, esclareceu com vigor que não se pode servir simultaneamente a dois senhores com a mesma dedicação, que podem ser também interpretados como a realidade do si o capricho do ego. É, nós é nós nos manifestamos ou queremos ser aquele ser iluminado, liberto das imantações humanas, ou então nos entregamos definitivamente ao nosso ego, a nossa individualidade egoísta. Então, a questão é submetida a Jesus, né, pelo apóstolo Tadeu no capítulo fidelidade a Deus que elucida que a verdadeira fidelidade não se limita a dias calmos. Quando nós nos colocamos, nos alinhamos ao processo da fidelidade a Deus que devemos ter, gratidão, porque o nosso pai, nós temos origem divina, Deus nos criou. E então veja, em verdade esclareceu o Messias Jesus, ninguém pode servir simultaneamente a dois senhores. Então perguntou um dos filhos de Zebedeu: "Para que nos sintamos plenos identificados com a grandeza espiritual da tarefa? O que devemos fazer?" Ele diz acima de todas as coisas, respondeu o mestre, é preciso ser fiel a Deus. Portanto, o avarento e estamos encerrando, é considerado à luz da doutrina pobre para com Deus. Pobre para com Deus, pois desconhece que o verdadeiro tesouro é aquele construído através da prática da caridade e do amor ao próximo. Aliás, foi assim que Jesus ensinou. Todo roteiro libertador do mestre está fundado, está sustentado no pilar do amor e da caridade. Jesus amou incondicionalmente a todos, a todos. E ele diz: "Quando se ama, não se elege situação nem justificativa para dizer:

r do mestre está fundado, está sustentado no pilar do amor e da caridade. Jesus amou incondicionalmente a todos, a todos. E ele diz: "Quando se ama, não se elege situação nem justificativa para dizer: "Porque eu amo esse a esse mais do que o outro". Não, não, não é amar. Amar incondicionalmente. Amar incond incondicionalmente não é amar o que nos amam. Amar incondicionalmente é amar também aquele que não nos ama, que nos exige um processo de tolerância, de atendimento, de compreensão. Será que estamos exercendo como aprendiz espírito que espíritas que nos colocamos amando desse jeito? Então, a espiritualidade leciona que o acúmulo, né, de de bem gera solidão e tristeza. Com a morte adivinha a desilusão, porque constatamos a realidade espiritual, porque ainda acreditamos que possuímos bens e não possuímos mais nenhum bens, senão aqueles cultivados em processo da virtude que devemos alimentar na jornada terrena. Então eu gostaria de fazer ao final aos queridos irmãos e irmãs, que adianta o homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Disse Jesus. Eu estou parafraseando mestre Jesus e o apóstolo Marcos lá no capítulo 8, eh, versículo 36, ele diz: "Que adianta o homem ganhar o mundo inteiro e perder a alma? Jesus foi absolutamente contundente ao fazer essa perturbadora pergunta. está embutida nessa solene questão a realidade de que a vida não é simplesmente viver e a morte não é simplesmente morrer. É algo muito mais que precisamos compreender. Jesus destaca com clareza e que aproveitar essa vida presente em detrimento da vida espiritual é insensatez. Nós estamos ligados na vida presente, no mundo de relação. Queremos nos imantar esse processo. Insensatos somos nós, porque precisamos olhar o lado espiritual. Então essa pergunta está embutida uma questão que a realidade da vida não é simplesmente viver e a morte não é morrer. Então nós precisamos viver a vida presente da vida espiritual insensatez. A vida presente é passageira. Aquela outra, a vida espiritual é eterna. Ganhar o mundo e

esmente viver e a morte não é morrer. Então nós precisamos viver a vida presente da vida espiritual insensatez. A vida presente é passageira. Aquela outra, a vida espiritual é eterna. Ganhar o mundo e perder a alma é uma péssima decisão que estamos fazendo. Jesus disse: "Quem quiser ganhar a sua vida, estamos falando, não é a vida biológica, é a vida física, não é a vida espiritual. Volto a perguntar, quem quiser," disse Jesus, "ghar a sua vida, perdê-la há". Mas quem perder sua vida por minha causa, ganhá-laá. Muita paz. Que Jesus siga os passos dos meus queridos irmãos. Que possamos estar embuídos a partir de agora. Esse sentimento que precisamos mudar. Não podemos transitar igual sonâmbulo, alienados completamente dos nossos objetivos neste planeta Terra. E eles são bem claros, graduar-nos moralmente ao tempo em que nós espancamos os nossos vícios seculares. Sigam em paz. Muito obrigado pela presença e esperamos revê-los na próxima segunda-feira. Sigam em paz. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do Paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre

Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus [música] em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, [música] levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a [música] fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre [música] Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim [música] na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos [roncando]

mos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos [roncando] graças [música] a Deus, [roncando] graças a Jesus e assim seja.

Vídeos relacionados